O Cine Aventura da Record TV apresenta neste sábado, 21 de março de 2026, o filme Ela Dança, Eu Danço 5: Tudo ou Nada, produção que marca o encerramento de uma das franquias mais populares do cinema voltado à dança. Lançado em 2014, o longa reúne personagens de capítulos anteriores e aposta em uma narrativa que combina competição, drama pessoal e performances coreográficas de grande escala.

Dirigido por Trish Sie e com roteiro de John Swetnam, o filme se destaca por reunir um elenco já conhecido do público, incluindo Ryan Guzman, Briana Evigan e Adam Sevani, além de participações de nomes recorrentes na franquia, como Alyson Stoner e Stephen ‘tWitch’ Boss.

A trama acompanha Sean Asa, um dançarino que decide deixar Miami em busca de oportunidades em Los Angeles ao lado de seu grupo, conhecido como The Mob. No entanto, a realidade na nova cidade se mostra mais desafiadora do que o esperado. Após uma sequência de fracassos em audições e a dificuldade de se estabelecer profissionalmente, o grupo começa a se desintegrar, levando seus integrantes a reconsiderar os próprios caminhos.

Diante desse cenário, Sean opta por permanecer e insistir na carreira, mesmo sem garantias de sucesso. É nesse contexto que ele descobre o The Vortex, uma competição de dança realizada em Las Vegas que oferece como prêmio um contrato de longo prazo para apresentações. A proposta surge como uma oportunidade concreta de recomeço, levando o protagonista a formar uma nova equipe.

Com o apoio de Moose, personagem de Adam Sevani, Sean inicia o processo de recrutamento de dançarinos com diferentes estilos e trajetórias. A equipe, batizada de LMNTRIX, passa a reunir talentos diversos, incluindo Andie West, vivida por Briana Evigan, personagem que também carrega sua própria história dentro da franquia. A formação do grupo reflete a proposta do filme de unir diferentes influências da dança urbana em uma construção coletiva.

Ao longo da preparação para a competição, o longa explora os desafios enfrentados pelos integrantes do grupo, tanto no aspecto técnico quanto nas relações interpessoais. Divergências de opinião, inseguranças e conflitos emocionais surgem como obstáculos a serem superados, evidenciando que o sucesso depende não apenas do talento individual, mas da capacidade de atuação em conjunto.

A chegada a Las Vegas marca uma nova etapa na narrativa, com a intensificação da competição e o aumento da pressão por resultados. O LMNTRIX se depara com adversários experientes, incluindo grupos que já cruzaram seu caminho anteriormente, o que eleva o nível de exigência das apresentações. As coreografias passam a incorporar elementos mais elaborados, combinando técnica, criatividade e impacto visual.

Paralelamente, o filme desenvolve o arco emocional de seus personagens, com destaque para a relação entre Sean e Andie. As diferenças de postura diante dos desafios colocam em evidência questões como liderança, confiança e respeito aos limites individuais. Esse conflito contribui para o amadurecimento do protagonista, que precisa rever suas atitudes para manter o grupo unido.

Outro núcleo importante é o de Moose, cuja trajetória reforça a dimensão pessoal da narrativa. Ao lidar com questões afetivas e escolhas de vida, o personagem representa o dilema entre seguir uma carreira artística e manter relações pessoais estáveis, tema recorrente em produções do gênero.

À medida que a competição avança, revelações sobre os bastidores do evento adicionam novas tensões à história, questionando a imparcialidade do processo e ampliando os desafios enfrentados pelos participantes. Ainda assim, o foco permanece na performance e na capacidade dos grupos de se reinventarem diante das adversidades.

O clímax do filme é construído a partir de apresentações que sintetizam a proposta da franquia: transformar a dança em elemento central da narrativa. Com coreografias que exploram diferentes estilos e cenários, o longa aposta em sequências visuais impactantes para encerrar a trajetória iniciada nos filmes anteriores.

Lançado pela Summit Entertainment, o filme arrecadou mais de 80 milhões de dólares em bilheteria mundial. Embora tenha recebido avaliações críticas mistas, manteve o interesse do público, especialmente entre os fãs da série e admiradores de produções focadas em dança.

Na Super Tela deste sábado, 21, a emissora apresenta o filme Mente Criminosa, produção norte-americana que combina ficção científica, ação e suspense em uma narrativa centrada em tecnologia, memória e identidade. Dirigido por Ariel Vromen, o longa reúne um elenco de destaque, com Kevin Costner, Gary Oldman, Tommy Lee Jones, Alice Eve e Gal Gadot. A produção aposta em um conceito de ficção científica para desenvolver uma trama de espionagem com forte carga dramática.

A história gira em torno de uma missão inacabada da CIA após a morte de um de seus principais agentes, Bill Pope. Diante da urgência de recuperar informações estratégicas e evitar uma ameaça de grandes proporções, uma equipe decide recorrer a um experimento controverso: transferir as memórias, habilidades e conhecimentos do agente falecido para outra pessoa.

O escolhido para o procedimento é Jerico Stewart, um condenado considerado extremamente perigoso e com histórico de comportamento violento. A intervenção científica, conduzida por especialistas, busca transformar Jerico em uma espécie de extensão do agente morto, permitindo que ele conclua a missão interrompida.

A partir desse ponto, o filme desenvolve um conflito central que vai além da ação. Ao receber as memórias de outra pessoa, Jerico passa a enfrentar uma transformação interna, na qual sua própria identidade começa a se misturar com fragmentos da vida e da personalidade de Bill Pope. Esse processo cria uma tensão constante entre razão e instinto, colocando em evidência os limites éticos e científicos da experiência.

Enquanto tenta cumprir a missão, o protagonista precisa lidar não apenas com ameaças externas, mas também com as mudanças psicológicas provocadas pelo experimento. A narrativa explora essa dualidade, apresentando um personagem dividido entre sua natureza original e os novos impulsos adquiridos.

O filme também se apoia em uma estrutura típica de thriller de espionagem, com perseguições, confrontos e reviravoltas que mantêm o ritmo acelerado. Ao mesmo tempo, insere elementos de ficção científica que ampliam o debate sobre o uso da tecnologia na manipulação da mente humana, levantando questões sobre identidade, memória e livre-arbítrio.

O roteiro, assinado por Douglas Cook e David Weisberg, foi adquirido pela Millennium Films em 2013, dando início ao desenvolvimento do projeto. A proposta de unir ação e ficção científica em uma história de espionagem foi um dos elementos que impulsionaram a produção, posteriormente assumida por Ariel Vromen na direção.

Lançado em 2016, o longa passou por alterações em seu calendário de estreia antes de chegar aos cinemas. Inicialmente previsto para janeiro daquele ano, o filme teve sua data remarcada para abril, quando foi oficialmente lançado nos Estados Unidos e em outros mercados internacionais.

Em termos de recepção, Mente Criminosa teve avaliações variadas da crítica especializada, que apontou tanto o potencial de sua premissa quanto limitações na execução narrativa. Ainda assim, o filme encontrou espaço junto ao público interessado em produções que combinam ação com conceitos científicos, especialmente pelo elenco reconhecido e pela proposta central da história.

A exibição na Super Tela reforça o perfil do longa como uma opção de entretenimento voltada ao público que busca suspense e ação com elementos tecnológicos. A faixa da Record TV costuma apresentar produções com forte apelo comercial, reunindo títulos que transitam entre diferentes gêneros e alcançam ampla audiência na televisão aberta.

Ao abordar a transferência de memórias como recurso narrativo, o filme se insere em uma tradição da ficção científica que explora os limites entre mente e corpo. Nesse contexto, a história propõe uma reflexão sobre até que ponto a identidade de uma pessoa pode ser alterada ou reconstruída a partir de experiências alheias.

A Record TV apresenta neste domingo, 22 de março, na sessão Cine Maior, o filme Atômica (Atomic Blonde), produção norte-americana que mistura ação e espionagem em uma narrativa ambientada nos momentos finais da Guerra Fria. Dirigido por David Leitch, em seu primeiro trabalho solo, e com roteiro de Kurt Johnstad, o longa é baseado na graphic novel The Coldest City, de Antony Johnston e Sam Hart.

A trama acompanha Lorraine Broughton, interpretada por Charlize Theron, uma agente de elite do serviço secreto britânico enviada a Berlim em 1989 para investigar a morte de um colega e recuperar uma lista confidencial com nomes de agentes duplos. Em meio à instabilidade política que antecede a queda do Muro de Berlim, a missão se transforma em um jogo de sobrevivência, marcado por traições, interesses ocultos e alianças frágeis. Ao longo da operação, Lorraine conta com o apoio do agente David Percival, vivido por James McAvoy, cuja lealdade se torna um dos pontos de tensão da narrativa.

Com uma estrutura que combina investigação e sequências de ação, o filme constrói um ritmo baseado em reviravoltas e confrontos diretos. A protagonista é retratada como uma agente altamente treinada, capaz de transitar entre estratégias de inteligência e combates físicos, característica que sustenta a condução da história. O elenco reúne ainda John Goodman, Til Schweiger, Eddie Marsan, Sofia Boutella e Toby Jones, que compõem o cenário de disputas dentro do universo da espionagem internacional.

Um dos principais destaques de Atômica está nas sequências de ação, marcadas por coreografias intensas e abordagem mais realista, com cenas prolongadas e poucos cortes. Esse estilo reforça o impacto visual e aproximou o longa de produções contemporâneas como John Wick. A ambientação no fim da Guerra Fria também contribui para o clima de tensão, utilizando o contexto histórico como elemento narrativo que amplia os conflitos e a sensação de instabilidade.

Produzido e distribuído pela Focus Features, o filme foi lançado em 2017 após passagem pelo festival South by Southwest. Com orçamento estimado em cerca de 30 milhões de dólares, alcançou bilheteria próxima de 100 milhões no mercado global. A recepção crítica foi majoritariamente positiva, com elogios às cenas de ação, à trilha sonora e à atuação de Charlize Theron, embora parte das análises tenha apontado a complexidade da narrativa como um desafio para o público.

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