O universo de O Diabo Veste Prada voltou a ganhar força com uma continuação que resgata os personagens quase duas décadas depois do longa original. A nova produção retoma a história em um cenário completamente diferente, marcado pela influência das redes sociais, da crise no jornalismo tradicional e das mudanças profundas no mercado editorial.

Dessa vez, a narrativa mostra que Andy Sachs seguiu sua vida longe da moda e construiu uma carreira sólida como jornalista investigativa. Ela trabalhava no New York Vanguard até ser surpreendida por uma demissão em massa, em um corte corporativo que atinge toda a redação. Esse momento muda completamente o rumo da personagem e a coloca novamente no centro do mercado de mídia.

Pouco depois, um discurso improvisado dela sobre a instabilidade do jornalismo viraliza, o que chama a atenção de executivos da indústria editorial. É assim que Andy acaba sendo convidada a retornar à Runway, agora em uma posição estratégica dentro da revista.

O que acontece com Miranda e a Runway na sequência?

Enquanto Andy tenta se reposicionar profissionalmente, Miranda Priestly enfrenta um dos momentos mais delicados de sua carreira. A revista Runway se envolve em uma crise de reputação após publicar um conteúdo favorável a uma marca de fast fashion, o que gera desconfiança no mercado e ameaça contratos publicitários importantes.

Com a troca de comando no grupo empresarial responsável pela revista, a situação piora. O novo presidente adota uma postura mais agressiva e focada apenas em lucro, colocando a sobrevivência da Runway em risco. Esse cenário obriga Miranda a buscar alternativas fora do ambiente tradicional da revista, incluindo viagens e negociações com grandes marcas durante eventos de moda na Europa.

Nesse contexto, Andy, Miranda e antigos aliados voltam a dividir o mesmo espaço, mas agora em um ambiente muito mais instável, onde o prestígio da revista já não garante mais o mesmo poder de antes.

Quem está no elenco da continuação?

A nova fase de O Diabo Veste Prada reúne novamente o elenco original, com Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt, Stanley Tucci, Tracie Thoms e Tibor Feldman reprisando seus papéis. A volta desse grupo reforça a ligação direta com o filme lançado em 2006 e mantém a dinâmica entre os personagens centrais.

Como foi a produção do filme?

O desenvolvimento da sequência começou a ganhar forma em 2024, quando o projeto saiu da fase de especulação e entrou oficialmente em produção. A direção segue com David Frankel e o roteiro com Aline Brosh McKenna, dupla responsável pelo sucesso do primeiro filme.

As filmagens aconteceram entre junho e outubro de 2025, com gravações realizadas em Nova Iorque, Milão e também em Newark. A escolha dessas locações reforça o contraste entre o ambiente editorial norte-americano e o circuito de moda europeu, que continua sendo peça-chave na história.

A história mudou com o tempo?

Sim, e esse é justamente um dos pontos centrais da sequência. A trama agora mostra uma indústria da moda e da mídia muito mais pressionada por resultados rápidos, audiência digital e crises de reputação constantes. A Runway, que antes era símbolo absoluto de influência, passa a enfrentar dificuldades para se manter relevante.

Nesse cenário, personagens que antes tinham posições bem definidas agora precisam se adaptar a um ambiente mais instável, onde decisões corporativas podem mudar tudo de uma hora para outra.

Existe chance de um terceiro filme?

Com a estreia da sequência, o elenco já começou a comentar a possibilidade de um terceiro capítulo. Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci demonstraram abertura para voltar aos personagens, mas deixaram claro que nada está confirmado. A ideia de continuar a franquia depende totalmente de uma nova história que justifique o retorno, algo que ainda não foi definido oficialmente. As informações são do Entertaiment Weekly.

Um possível novo ciclo para a franquia

A continuação de O Diabo Veste Prada funciona como uma atualização do universo original, trazendo os personagens para um cenário muito mais acelerado e competitivo. O foco agora não está só na moda, mas também na sobrevivência de uma marca tradicional em meio às mudanças do mercado digital.

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