
A Universal Pictures acaba de divulgar o cartaz IMAX de “EPIC: Elvis Presley in Concert”, um projeto ambicioso que reforça o fascínio eterno em torno de Elvis Presley. Dirigido por Baz Luhrmann, o mesmo cineasta que levou mais de um milhão de brasileiros aos cinemas com Elvis em 2022, o longa chega com a proposta de oferecer uma experiência cinematográfica intensa, emocional e completamente imersiva.

Mais do que um filme de música, EPIC se apresenta como uma celebração da presença de palco e da força artística de Elvis em seu auge. Considerado o Rei do Rock & Roll, o cantor venceu cinco prêmios Grammy e segue como um fenômeno cultural sem precedentes. Mesmo décadas após sua morte, Elvis permanece como o artista solo mais vendido da história, com cerca de 1 bilhão de discos comercializados em todo o mundo, segundo o Guinness World Records.
Com estreia marcada para 26 de fevereiro nos cinemas, o longa terá distribuição da Universal Pictures e aposta no formato IMAX para potencializar a grandiosidade das performances. A ideia é fazer o público sentir como se estivesse diante do palco, acompanhando cada gesto, cada nota e cada reação que transformaram Elvis em um símbolo universal da música e do entretenimento.
A origem do filme é tão surpreendente quanto o próprio artista. Durante as pesquisas para seu longa anterior, Baz Luhrmann mergulhou nos arquivos históricos ligados a Elvis e acabou encontrando um material considerado perdido. Dezenas de caixas de filmagens em 35mm e 8mm estavam armazenadas em antigas minas de sal no Kansas, nos Estados Unidos. Ali estavam registros raríssimos de shows, ensaios e bastidores, incluindo cenas descartadas de Elvis: That’s the Way It Is e Elvis on Tour.
Entre os achados mais impressionantes estão imagens da lendária apresentação de Elvis usando o casaco dourado, no Havaí, em 1957, além de entrevistas nunca antes ouvidas. O desafio era que grande parte desse material não possuía áudio. Ao longo de dois anos, a equipe liderada por Luhrmann se dedicou à restauração minuciosa das imagens e à sincronização com gravações sonoras originais, reconstruindo momentos históricos com tecnologia de ponta.
Durante esse processo, outra descoberta tornou o projeto ainda mais especial: uma gravação de áudio de aproximadamente 45 minutos, na qual Elvis fala abertamente sobre sua vida, sua trajetória e seus sentimentos longe dos holofotes. Esse registro raro se tornou o coração emocional de EPIC, permitindo que o público conheça não apenas o ícone, mas o homem por trás da fama.
Para Baz Luhrmann, o filme foge de qualquer definição simples. Segundo o diretor, EPIC não é apenas um documentário tradicional nem um filme-concerto convencional. A proposta é criar algo novo, que respeite a dimensão quase mítica de Elvis, mas que também revele sua sensibilidade, suas inquietações e sua humanidade. É um olhar íntimo sobre alguém que passou a vida sob os holofotes, mas que ainda guardava muito para si.
Ao longo de 2025, o cineasta dividiu com os fãs pequenos vislumbres do projeto em suas redes sociais, mostrando trechos do processo de restauração e edição. Algumas dessas publicações incluíram performances icônicas, reacendendo a curiosidade e a emoção de admiradores ao redor do mundo. A expectativa cresceu ainda mais quando imagens do filme foram exibidas em uma apresentação especial da Sony Music Vision.
A estreia mundial de EPIC: Elvis Presley in Concert aconteceu no Festival Internacional de Cinema de Toronto, onde o longa foi recebido como uma homenagem potente e sensível a um artista que redefiniu a música popular. Agora, com sua chegada aos cinemas, o filme promete emocionar tanto fãs de longa data quanto novas gerações que continuam descobrindo Elvis.
Para não perder nenhuma novidade do universo geek, acompanhe nossas atualizações diárias sobre filmes, séries, televisão, HQs e literatura no Almanaque Geek. Siga o site nas redes sociais — Facebook, Twitter/X, Instagram e Google News — e esteja sempre por dentro do que está movimentando o mundo da cultura pop.











