

A Globo exibe neste sábado, 21 de março de 2026, na Sessão de Sábado, o clássico Jurassic Park, um dos marcos do cinema de aventura e ficção científica. Dirigido por Steven Spielberg e baseado no romance homônimo de Michael Crichton, o longa transporta o público para a fictícia Ilha Nublar, onde dinossauros recriados a partir de DNA pré-histórico vivem em um parque temático idealizado pelo bilionário John Hammond (Richard Attenborough).
A trama acompanha os paleontólogos Alan Grant (Sam Neill) e Ellie Sattler (Laura Dern), juntamente com o matemático Ian Malcolm (Jeff Goldblum), convidados a inspecionar a segurança da instalação após um incidente com um dos funcionários do parque. Eles são acompanhados pelos netos de Hammond, Tim (Joseph Mazzello) e Lex Murphy (Ariana Richards). O passeio planejado pelo bilionário, inicialmente seguro, se transforma em um pesadelo quando falhas na infraestrutura e uma tempestade revelam que os dinossauros estão soltos e prontos para caçar.
Produzido pela Amblin Entertainment e distribuído pela Universal Pictures, Jurassic Park estreou em 1993 e rapidamente se tornou um fenômeno mundial. Spielberg, que adquiriu os direitos do livro ainda antes de sua publicação, trabalhou com o roteirista David Koepp para adaptar a história ao cinema, promovendo mudanças significativas na narrativa e nos personagens, mas mantendo a essência de suspense e aventura. As filmagens ocorreram na Califórnia e no Havaí, aproveitando cenários naturais para dar realismo à ilha fictícia.
O longa se destacou principalmente pelos efeitos visuais revolucionários para a época. Desenvolvidos pela Industrial Light & Magic e combinados com animatrônicos da Stan Winston Studios, os dinossauros pareciam interagir com os atores em cenas intensas, criando uma experiência cinematográfica inédita. A trilha sonora, composta pelo mestre John Williams, contribuiu para o clima de tensão e maravilha que marcou gerações.
Jurassic Park foi um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 914 milhões de dólares mundialmente e tornando-se o filme de maior faturamento até o lançamento de Titanic em 1997. A obra também conquistou três Oscars na 66ª cerimônia da Academia, vencendo nas categorias de Melhor Som, Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais. Seu impacto perdura até hoje, tanto pelo avanço tecnológico quanto pela narrativa envolvente.
O sucesso do filme gerou uma franquia de seis sequências: The Lost World: Jurassic Park (1997), Jurassic Park III (2001), Jurassic World (2015), Jurassic World: Fallen Kingdom (2018), Jurassic World: Dominion (2022) e Jurassic World: Rebirth (2025). Em 2013, o longa original foi relançado em 3D, alcançando mais de 90 milhões de dólares apenas nos Estados Unidos, Canadá e China, consolidando sua bilheteria total acima de 1 bilhão de dólares.
Na história, o bilionário John Hammond busca criar um parque temático seguro, onde espécies extintas possam ser admiradas pelo público. Mas a segurança é apenas aparente: quando os sistemas de energia falham, predadores como Tiranossauros rex e Velociraptores escapam, colocando todos em risco. A tensão aumenta com situações inesperadas, como um tricerátopo doente, que desafia a equipe a agir rapidamente.
O filme combina aventura, suspense e ciência de forma acessível, levando o espectador a questionar os limites da tecnologia e da ética na manipulação genética. A interação entre humanos e dinossauros cria cenas memoráveis e momentos de pura adrenalina, consolidando Jurassic Park como um clássico atemporal. Com atuações marcantes de Sam Neill, Laura Dern, Jeff Goldblum e um elenco de apoio que inclui Samuel L. Jackson, Ariana Richards e Joseph Mazzello, o longa equilibra emoção, humor e terror, mantendo o espectador preso à narrativa do começo ao fim.

No domingo, 22 de março, a emissora exibe na Temperatura Máxima o eletrizante Velozes e Furiosos 9, o nono capítulo da famosa franquia que mistura velocidade, ação extrema e dramas familiares. Dirigido por Justin Lin e escrito por Daniel Casey, o longa traz novamente Vin Diesel, Michelle Rodriguez, John Cena, Tyrese Gibson, Ludacris, Nathalie Emmanuel, Jordana Brewster, Sung Kang, Helen Mirren e Charlize Theron, reunindo veteranos da série e adicionando novas camadas à história.
A trama acompanha Dominic Toretto (Diesel) e sua equipe enquanto enfrentam Jakob (Cena), irmão afastado de Dom, que se revela um adversário perigoso com ligação direta a um ciberataque global. Com a ajuda de Mia, Letty e o restante do grupo, Dom precisa impedir que Jakob ative o Projeto Áries, um dispositivo capaz de controlar sistemas de armas ao redor do mundo. Entre perseguições de carros, explosões e manobras arriscadas, a equipe encara desafios que testam não apenas sua habilidade, mas também a confiança entre amigos e familiares.
O filme também explora o passado dos irmãos Toretto, revelando antigas rivalidades, segredos guardados por décadas e traumas familiares que justificam a tensão entre Dom e Jakob. Desde uma corrida de NASCAR que mudou suas vidas até desentendimentos sobre responsabilidade e lealdade, a narrativa combina ação com momentos de drama, tornando a história mais emocional e envolvente.
Lançado nos Estados Unidos em 25 de junho de 2021, Velozes e Furiosos 9 é produzido pela One Race Films e Original Film, com distribuição da Universal Pictures. Com orçamento de cerca de 200 milhões de dólares, o longa arrecadou mais de 726 milhões de dólares mundialmente, consolidando a franquia como um dos maiores sucessos de ação do cinema contemporâneo.
Ao longo do filme, a equipe percorre locais internacionais, como Montequinto, Tóquio, Edimburgo e Londres, enfrentando Jakob e seus aliados. As missões incluem roubo de caminhões blindados, sabotagem de satélites em órbita e intensas batalhas automobilísticas, enquanto tentam proteger o mundo de um colapso global.

Na noite de domingo, o Cinemaço apresenta John Wick: Um Novo Dia para Matar, sequência do sucesso de 2014 que transformou Keanu Reeves em um ícone do cinema de ação. O filme é uma das produções mais celebradas do gênero, conhecida por sua ação estilizada, narrativa intensa e cenas de luta coreografadas com precisão cinematográfica.
Em Um Novo Dia para Matar, John Wick é forçado a voltar à ativa para honrar uma dívida com uma perigosa mafiosa italiana. O que começa como uma missão pontual rapidamente se transforma em um jogo de sobrevivência quando um contrato milionário é aberto por sua cabeça, colocando o ex-assassino como alvo de diversos assassinos profissionais. A história leva o público a acompanhar Wick em uma jornada cheia de tensão, perseguições e confrontos imprevisíveis, reafirmando seu status como um dos personagens mais icônicos do cinema contemporâneo.
O longa é dirigido por Chad Stahelski, que já havia comandado o primeiro filme, e escrito por Derek Kolstad, criador da franquia. A sequência expande o universo neo-noir de ação, explorando não apenas o lado violento de John Wick, mas também sua complexidade emocional. A narrativa combina vingança, lealdade e códigos de honra do submundo do crime, mostrando como Wick precisa equilibrar sua habilidade letal com estratégias para sobreviver a um sistema que não permite erros.
O elenco principal reúne nomes de peso, como Ian McShane, que retorna como Winston, o enigmático proprietário do Continental Hotel; Laurence Fishburne, que faz uma breve, mas marcante aparição; Claudia Gerini, Common e Riccardo Scamarcio. Essa mistura de veteranos e novos personagens adiciona profundidade à trama, tornando o filme mais envolvente e proporcionando diversas camadas de conflito, seja entre mafiosos rivais ou dentro da própria mente do protagonista.
As filmagens tiveram início em outubro de 2015, com locações em Nova York, Montreal e na Itália, oferecendo cenários variados e autênticos que reforçam a sensação de realismo, mesmo em uma história de ação estilizada. Cada sequência de luta, perseguição de carro ou tiroteio foi cuidadosamente coreografada, combinando técnicas de artes marciais, efeitos práticos e cinematografia inovadora, elementos que se tornaram a marca registrada da franquia.
A estreia mundial ocorreu em 10 de fevereiro de 2017, nos Estados Unidos, e o Brasil recebeu o filme no dia 16 do mesmo mês. Desde então, John Wick: Um Novo Dia para Matar se consolidou como um dos grandes sucessos de ação da década, sendo elogiado pela crítica e pelos fãs pelo equilíbrio entre ritmo acelerado, estética visual e narrativa envolvente. Keanu Reeves, em particular, recebeu destaque por sua performance, que mistura carisma, intensidade e presença física, elementos que transformam Wick em um anti-herói memorável.

























