
A tarde deste domingo, 14 de fevereiro de 2026, ganha contornos de superprodução com a exibição de Rampage – Destruição Total na TV Globo. O longa de 2018 leva para a tela uma história que mistura afeto, ciência fora de controle e consequências que fogem completamente das mãos de quem achou que poderia manipular a natureza.
Dirigido por Brad Peyton e inspirado no clássico jogo da Midway Games, o filme acompanha Davis Okoye, um primatologista de poucas palavras que encontra nos animais a conexão que evita nas pessoas. Ele criou George desde filhote, acompanhou seu desenvolvimento e construiu com o gorila uma relação baseada em confiança silenciosa e gestos simples. Não é apenas um pesquisador cuidando de um animal raro; é alguém que enxerga no outro uma forma de pertencimento.
Esse vínculo é colocado à prova quando um experimento genético ilegal atinge diferentes predadores, entre eles George. Em pouco tempo, o gorila dócil se transforma em uma criatura gigantesca, desorientada e agressiva. Ao mesmo tempo, um lobo e um crocodilo passam pela mesma mutação, espalhando destruição por onde avançam. O que antes era pesquisa se converte em emergência nacional.
Davis, interpretado por Dwayne Johnson, deixa de ser apenas o cuidador e assume o papel de alguém disposto a arriscar tudo para salvar o amigo. Ao lado de uma cientista vivida por Naomie Harris, ele corre contra o tempo em busca de um antídoto que possa reverter a mutação. Enquanto isso, a resposta militar cresce na mesma proporção das criaturas, ampliando o conflito e a tensão.
O elenco ainda conta com Malin Åkerman, Jake Lacy e Jeffrey Dean Morgan, que ajudam a compor um cenário em que interesses corporativos, decisões impulsivas e responsabilidade científica se cruzam de maneira explosiva.
Produzido pela New Line Cinema e distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme custou cerca de 120 milhões de dólares e ultrapassou 428 milhões em bilheteria mundial. Os números confirmam o apelo da história, mas o que sustenta a narrativa é o contraste entre a escala da destruição e a intimidade da relação entre homem e animal.
Mais do que acompanhar prédios caindo e confrontos de proporções improváveis, o público é convidado a refletir sobre limites éticos e sobre o preço de interferir em processos que não se compreendem totalmente. No centro de tudo está uma pergunta simples e humana: até onde alguém vai para proteger quem ama, mesmo quando o mundo inteiro enxerga essa figura como uma ameaça?
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