
A TV Globo apresenta na Sessão da Tarde desta quinta, 26 de fevereiro de 2026, o filme 4×100 – Correndo Por Um Sonho, produção nacional que mistura drama esportivo, rivalidade e redenção. Inspirado no universo do atletismo olímpico, o longa traz uma narrativa emocional sobre segundas chances e a força do trabalho em equipe.
A trama começa com uma ferida aberta. Durante a final olímpica do revezamento 4×100, uma falha decisiva compromete o desempenho da equipe brasileira e transforma o sonho da medalha em frustração coletiva. O erro recai sobre Maria Lúcia, interpretada por Fernanda de Freitas, que passa a carregar o peso da derrota não apenas dentro das pistas, mas também sob o julgamento público e midiático.
Três anos depois, os caminhos das atletas seguem direções distintas. Maria Lúcia continua no atletismo e permanece em evidência na mídia, tentando reconstruir sua imagem e provar que ainda merece confiança. Já Adriana, vivida por Thalita Carauta, trilha um percurso mais turbulento. Após dedicar anos de esforço ao esporte, ela abandona o revezamento e passa a disputar pequenas lutas de MMA, enfrentando frustração e incertezas sobre o próprio futuro.
O reencontro das duas acontece às vésperas de uma nova edição dos Jogos Olímpicos, desta vez em Tóquio. A possibilidade de retornar à equipe reacende antigas tensões, mas também abre espaço para uma nova chance de reescrever a história. Para que isso aconteça, será necessário deixar mágoas de lado, reconstruir a confiança e entender que o sucesso no revezamento depende, acima de tudo, da sintonia coletiva.
Além de Fernanda de Freitas e Thalita Carauta, o elenco conta com nomes como Augusto Madeira, Cíntia Rosa, Roberta Alonso e Priscila Steinman. O grupo constrói uma dinâmica que evidencia as pressões psicológicas enfrentadas por atletas de alto rendimento, indo além das competições e explorando conflitos pessoais, inseguranças e expectativas familiares.
A direção é assinada por Tomás Portella, que conduz o filme equilibrando emoção e tensão esportiva. As sequências de corrida são filmadas com intensidade, buscando transmitir ao espectador a adrenalina dos momentos decisivos. A preparação física do elenco foi um dos pontos centrais da produção, exigindo dedicação e treinamento específicos para que as cenas ganhassem realismo.
A própria Thalita Carauta revelou, em entrevista, ter enfrentado lesões durante as gravações das cenas de corrida. O esforço para entregar autenticidade às disputas nas pistas foi complementado por recursos de efeitos visuais, garantindo que o resultado final mantivesse impacto e credibilidade.
O projeto nasceu da iniciativa de Roberta Alonso, que também integra o elenco. A ideia foi apresentada à produtora Gullane Filmes, dando origem ao desenvolvimento do roteiro, inicialmente escrito por Caroline Fioratti e Carlos Cortez. O longa carrega, portanto, uma origem profundamente ligada ao desejo de contar uma história sobre mulheres no esporte, ressaltando desafios frequentemente invisibilizados.
As filmagens ocorreram entre São Paulo e Rio de Janeiro, cidades que serviram de base para as cenas de treinamento e competições nacionais. Já a grande final foi gravada em Tóquio, em uma produção que buscou capturar a atmosfera internacional dos Jogos Olímpicos. Ao todo, quatro dias de gravações foram realizados na capital japonesa, reforçando o compromisso da equipe com a ambientação.
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