Se você curte um bom filme de ação com aquele clima de tensão tecnológica e perseguições globais, a dica da noite deste sábado (11) na televisão aberta é a Super Tela, da Record TV. A sessão traz o longa-metragem Hacker, um thriller cheio de adrenalina que mistura crime cibernético, conspirações internacionais e muita ação física, tudo isso com Chris Hemsworth no papel principal.

Dirigido por Michael Mann, o longa aposta em um tema bem atual: o poder dos ataques digitais e como eles podem afetar o mundo real de formas assustadoras. E não estamos falando de algo pequeno não. Na história, uma invasão hacker começa causando problemas em uma usina nuclear em Hong Kong e, em questão de pouco tempo, o caos se espalha para o mercado financeiro dos Estados Unidos. Ou seja, tudo sai do controle muito rápido.

É nesse cenário que conhecemos Nicholas Hathaway, interpretado por Hemsworth. Ele é um gênio da computação, mas também um criminoso condenado por invasões digitais. Mesmo preso, ele se torna a única peça capaz de ajudar as autoridades a entender quem está por trás dos ataques. E aí começa aquela clássica dinâmica de “ajuda a polícia ou continua na cadeia”.

O interessante é que Hathaway não é um herói tradicional. Ele tem atitude, é imprevisível e usa o sistema ao seu favor o tempo todo. Isso deixa a trama mais viva, porque você nunca sabe exatamente se ele está jogando com os aliados ou três passos à frente de todo mundo. Essa tensão constante é um dos pontos fortes do filme.

No meio da investigação, entram em cena personagens importantes, como os agentes internacionais que tentam conter o desastre global. Entre eles, destaque para a atuação de Viola Davis, que interpreta uma autoridade envolvida na operação. A trama também leva a equipe para diferentes países, como China, Estados Unidos, Malásia e Indonésia, o que dá ao filme um ritmo bem dinâmico e quase “globalizado”, acompanhando o próprio tema da história.

Outro ponto que chama atenção é que o filme não fica só no lado tecnológico. Ele mistura ação pesada, perseguições, tiroteios e momentos de tensão física bem intensos. Em vários momentos, a investigação digital acaba levando os personagens para situações perigosas no mundo real, o que deixa tudo mais explosivo e imprevisível.

E claro, como todo bom thriller, Hacker também traz aquela sensação de paranoia constante. A ideia de que tudo está conectado e que qualquer sistema pode ser invadido faz o público ficar sempre atento. O filme brinca com isso o tempo todo, mostrando que o inimigo não está necessariamente na frente de uma arma, mas sim atrás de uma tela.

Outro destaque é a relação entre Hathaway e Lien, uma engenheira que se envolve diretamente na missão. Os dois criam uma parceria que vai além do trabalho, trazendo um pouco de humanidade para uma história cheia de códigos, investigações e violência. Esse lado emocional ajuda a equilibrar o ritmo acelerado da trama.

Com quase duas horas e meia de duração, Hacker é aquele tipo de filme que não te dá muito descanso. Sempre tem algo acontecendo, alguma pista nova, ou uma reviravolta que muda tudo. É ideal para quem gosta de ação com um toque mais moderno e tecnológico, sem abrir mão de perseguições e cenas de impacto.

COMENTE

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui