
O universo de super-heróis da DC nos cinemas continua a se expandir, e a mais recente produção da franquia, Supergirl, traz Kara Zor-El (interpretada por Milly Alcock) para o centro da narrativa. O longa estreia nos Estados Unidos em 26 de junho de 2026 e se posiciona cronologicamente entre Superman (2025) e Man of Tomorrow, protagonizado por David Corenswet, esclarecendo finalmente onde a heroína se encaixa na linha do tempo oficial da franquia.
Dirigido por Craig Gillespie e roteirizado por Ana Nogueira, o filme acompanha a jovem kryptoniana em uma viagem intergaláctica cheia de desafios. Aos 23 anos, ela embarca em uma busca pessoal após uma tragédia, acompanhada de seu cachorro Krypto. No caminho, encontra Ruthye Marye Knoll e enfrenta dilemas que testam não apenas sua força, mas também sua maturidade e senso de justiça.
O elenco inclui Matthias Schoenaerts, Eve Ridley, David Krumholtz, Emily Beecham e Jason Momoa, todos integrados de forma a expandir o universo já conhecido, estabelecendo conexões importantes com eventos anteriores. A produção é supervisionada por James Gunn e Peter Safran, garantindo que a história se alinhe com os próximos lançamentos da franquia.
O projeto de um longa solo da heroína começou em 2018 dentro do antigo universo da DC, e a personagem apareceu brevemente em The Flash (2023), interpretada por Sasha Calle. Com a chegada de Gunn e Safran à liderança da companhia, os planos foram reformulados para se encaixar na nova fase do universo cinematográfico.
Em janeiro de 2023, foi anunciado que a adaptação se inspiraria na minissérie Supergirl: Woman of Tomorrow (2021–2022), de Tom King e Bilquis Evely, trazendo uma narrativa mais madura e espacial. O roteiro ficou a cargo de Ana Nogueira, enquanto Alcock foi confirmada como protagonista em janeiro de 2024. Gillespie entrou para a direção em maio do mesmo ano, e as filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025 na Inglaterra e na Escócia.
Capítulo Um — Deuses e Monstros
O longa integra o primeiro capítulo do novo universo cinematográfico, denominado Deuses e Monstros, que busca consolidar a cronologia, redefinir personagens e criar pontes entre diferentes histórias. A presença da kryptoniana conecta diretamente os eventos de Superman (2025) com os acontecimentos de Man of Tomorrow, reforçando a coesão da narrativa.
Segundo Gunn, apesar das cenas épicas e da ambientação galáctica, a trama mantém um foco humano. A protagonista enfrenta perdas, escolhas difíceis e dilemas morais, mostrando que o heroísmo também se mede pelas decisões e pela responsabilidade pessoal, não apenas pelos poderes extraordinários.
O que esperar do filme
A produção combina ação intensa, drama e ficção científica. Momentos de humor e leveza surgem com Krypto, enquanto a jornada de vingança e autodescoberta oferece profundidade emocional. O longa reforça a intenção da DC de explorar histórias complexas, com protagonistas femininas fortes e enredos que dialogam com temas contemporâneos como ética, justiça e amadurecimento.

























