
Wanessa Camargo será a convidada especial do “SuperPop” desta quarta-feira, 28, em uma entrevista que promete revisitar momentos marcantes de sua trajetória artística e pessoal. O programa, comandado por Luciana Gimenez, vai ao ar a partir das 23h45, na RedeTV!, e traz a cantora em um bate-papo intimista sobre fama, reinvenção e amadurecimento.
Filha do sertanejo Zezé Di Camargo com Zilu, Wanessa cresceu sob os holofotes, mas construiu ao longo dos anos uma carreira própria, marcada por constantes transformações. Cantora, compositora e atriz, ela se firmou como um dos nomes mais populares da música brasileira nos anos 2000 e segue em evidência ao transitar entre diferentes estilos musicais e formatos de mídia.
Durante a atração, Wanessa participa do quadro “InstaPop”, no qual revisita sua história a partir de publicações nas redes sociais. A dinâmica serve como ponto de partida para reflexões sobre sua relação com a família, os altos e baixos da carreira e experiências recentes na televisão. Entre os assuntos abordados estão suas participações em programas de grande repercussão, como o “Dança dos Famosos” e o “Lip Sync”, ambos exibidos pela TV Globo, nos quais mostrou versatilidade e disposição para novos desafios.
Nascida em Goiânia, em 28 de dezembro de 1982, Wanessa alcançou o estrelato ainda jovem, no início dos anos 2000, ao assinar contrato com a gravadora BMG. Seus três primeiros álbuns de estúdio, lançados entre 2000 e 2002, levaram seu nome no título e conquistaram certificações de ouro, impulsionados por sucessos como O Amor Não Deixa, Eu Quero Ser o Seu Amor e Sem Querer. Nesse período, ela se consolidou como um ídolo adolescente, com forte presença nas rádios e na televisão.
Entre 2002 e 2004, Wanessa também integrou o elenco de apresentadores do programa “Jovens Tardes”, da TV Globo, ampliando sua atuação para além da música. A partir de meados da década, no entanto, a artista passou a buscar uma imagem mais madura e maior controle criativo sobre seu trabalho. O álbum “W”, lançado em 2005, marcou essa virada, com participação mais ativa na concepção do projeto e singles que mostravam uma Wanessa mais confiante e segura artisticamente.
Nos anos seguintes, ela seguiu explorando novos caminhos sonoros. Em “Total” (2007), incorporou diferentes gêneros musicais, enquanto “Meu Momento” (2009) trouxe influências do pop internacional e do R&B, incluindo a colaboração com o rapper Ja Rule na faixa Fly, que alcançou o topo das rádios brasileiras. A ousadia artística se intensificou na década seguinte, quando Wanessa mergulhou de vez na música eletrônica.
A partir de 2010, com o EP “Você Não Perde por Esperar” e o álbum “DNA” (2011), a cantora passou a se apresentar com frequência em casas noturnas voltadas ao público LGBT, consolidando-se como um ícone para essa comunidade. As performances e o repertório em inglês marcaram uma fase de grande identificação com o público das pistas, além de reforçarem sua imagem de artista aberta à experimentação.
Em 2016, Wanessa lançou o álbum “33”, que sinalizava uma aproximação com o sertanejo, gênero ligado às suas origens familiares. Apesar da recepção crítica dividida, o projeto rendeu um de seus maiores sucessos comerciais, Coração Embriagado. Posteriormente, a cantora manifestou insatisfação com os rumos tomados naquele momento e voltou a investir no pop, lançando singles como Mulher Gato e Loko!, além do álbum “Universo Invertido”, em 2020.
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