
A Sessão de Sábado deste sábado, 21 de março de 2026, exibe um dos maiores clássicos da história do cinema: Jurassic Park. Dirigido por Steven Spielberg, o longa marcou época ao unir aventura, ficção científica e inovação tecnológica, tornando-se referência no uso de efeitos especiais e na construção de narrativas de grande escala.
A história se passa em uma ilha remota, onde um ambicioso projeto científico promete revolucionar o entretenimento. Dinossauros extintos há milhões de anos são recriados a partir de DNA pré-histórico e passam a habitar um parque temático idealizado pelo bilionário John Hammond. Para atestar a segurança do local, especialistas são convidados a conhecer as instalações antes da abertura oficial ao público.
Entre eles estão o paleontólogo Alan Grant, a paleobotânica Ellie Sattler e o matemático Ian Malcolm. O que começa como uma visita científica rapidamente se transforma em uma experiência de sobrevivência quando uma falha no sistema de segurança permite que os animais escapem de seus cercados.
A partir desse momento, o filme ganha ritmo acelerado e tensão crescente. Predadores como o Tiranossauro rex e os velociraptores passam a circular livremente pela ilha, colocando em risco a vida dos visitantes e funcionários. O enredo equilibra ação e suspense ao mesmo tempo em que levanta reflexões sobre os limites da ciência e as consequências da intervenção humana na natureza.
O elenco reúne nomes de destaque como Sam Neill, Laura Dern, Jeff Goldblum e Richard Attenborough, que ajudam a construir personagens marcantes e conduzir a narrativa com consistência. A trilha sonora composta por John Williams também desempenha papel fundamental, reforçando a atmosfera épica e emocional do filme.
Baseado na obra do escritor Michael Crichton, o longa foi um sucesso imediato de público e crítica. À época de seu lançamento, alcançou números expressivos de bilheteria e se tornou o filme mais lucrativo da história até então. Com relançamentos posteriores, ultrapassou a marca de 1 bilhão de dólares, consolidando sua relevância no cenário cinematográfico mundial.
Além do desempenho comercial, Jurassic Park também foi reconhecido pela indústria, conquistando três estatuetas no Oscar nas categorias de Melhor Som, Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais. O trabalho inovador da Industrial Light & Magic, aliado aos efeitos práticos, elevou o padrão técnico das produções da época e influenciou gerações de cineastas.

O Corujão deste sábado, 21 de março, exibe o drama brasileiro Aos Nossos Filhos, uma produção que aposta em relações familiares complexas e nas transformações das estruturas afetivas ao longo das gerações.
Dirigido por Maria de Medeiros, o longa acompanha a história de Vera, interpretada por Marieta Severo, uma mulher marcada por uma trajetória intensa e cheia de experiências. Divorciada após três casamentos, ela construiu uma família extensa, reunindo filhos e enteados, e carrega no passado a vivência de ter enfrentado o período da ditadura militar, além de ter morado em diferentes países.
No centro da narrativa também está Tânia, vivida por Laura de Castro, filha de Vera, que representa uma geração com novos desafios e perspectivas. Em um relacionamento estável há 15 anos com sua companheira, ela enfrenta as mudanças provocadas pela chegada do primeiro filho do casal, um momento que coloca em evidência questões sobre maternidade, identidade e pertencimento.
O filme constrói um retrato sensível das relações contemporâneas, explorando conflitos entre passado e presente, além de destacar diferentes formas de amar e de constituir família. Ao colocar lado a lado experiências tão distintas, a narrativa evidencia como valores e visões de mundo podem se transformar ao longo do tempo, sem romper os laços afetivos.
O elenco ainda conta com nomes como José de Abreu, Marta Nóbrega e Cláudio Lins, que ajudam a dar profundidade às dinâmicas familiares apresentadas na história.
Com uma abordagem intimista, Aos Nossos Filhos propõe reflexões sobre legado, escolhas pessoais e a construção de vínculos em um cenário social em constante mudança. A produção se destaca por tratar temas delicados com naturalidade, valorizando o diálogo entre gerações e diferentes modelos de família.

























