Neste sábado, 18 de abril de 2026, a Sessão de Sábado exibe a comédia romântica Como Se Fosse a Primeira Vez. Lançado nos anos 2000, o longa se consolidou como um dos títulos mais populares do gênero ao combinar humor leve, cenário paradisíaco e uma história marcada por emoção e persistência.

A trama acompanha Henry Roth, um veterinário que vive no Havaí e evita relacionamentos sérios, preferindo encontros casuais. Sua rotina muda completamente ao conhecer Lucy Whitmore, por quem se apaixona de forma inesperada. O que parecia ser apenas mais um romance ganha contornos desafiadores quando ele descobre que a jovem sofre de perda de memória de curto prazo.

Após um acidente, Lucy passa a reviver constantemente o mesmo dia, sem conseguir guardar novas lembranças. Diante dessa condição, Henry decide enfrentá-la de uma maneira pouco convencional: fazendo com que ela se apaixone por ele todos os dias. A narrativa combina situações cômicas com momentos sensíveis, explorando a persistência do amor mesmo diante de obstáculos incomuns.

O filme é protagonizado por Adam Sandler e Drew Barrymore, dupla que conquistou o público pela química em cena. O elenco ainda reúne Rob Schneider, Sean Astin e Dan Aykroyd, que ajudam a equilibrar o tom entre comédia e emoção ao longo da história.

Grande parte das filmagens aconteceu em locações reais no Havaí, especialmente na ilha de Oahu, o que contribui para a identidade visual leve e ensolarada do longa. A trilha sonora segue a mesma proposta, trazendo releituras em reggae e ska de músicas conhecidas, reforçando o clima tropical da produção.

Embora a condição enfrentada pela protagonista seja fictícia dentro do filme, ela se inspira em casos reais de amnésia, o que adiciona uma camada extra de interesse à narrativa. Lançado originalmente em 2004, o longa teve bom desempenho comercial e se consolidou como um dos romances mais lembrados da carreira de seus protagonistas.

O Supercine exibe Um Sentimento Chamado Amor, comédia romântica europeia que propõe um olhar mais sensível e atual sobre relações afetivas e recomeços. Fugindo dos padrões tradicionais do gênero, o filme coloca mulheres de meia-idade no centro da história, explorando suas emoções, inseguranças e descobertas com leveza e autenticidade.

A trama acompanha Marie Theres, uma médica que vê sua rotina desmoronar após ser abandonada pelo marido no dia em que celebrariam duas décadas de casamento. Tentando lidar com o impacto da separação, ela decide sair de casa e acaba indo a um bar LGBTQIA+, onde conhece Fa, uma mulher carismática, direta e completamente confortável com sua própria liberdade.

O encontro entre as duas acontece de forma inesperada e rapidamente se transforma em uma experiência marcante. Após uma noite intensa, Marie acorda confusa, sem lembrar claramente do que aconteceu, mas já percebendo que algo dentro dela mudou. A partir desse momento, o filme acompanha o desenvolvimento dessa relação improvável, enquanto a protagonista revisita suas escolhas e se permite experimentar novas possibilidades.

O longa é protagonizado por Caroline Peters (Mord mit Aussicht, Die Unschärferelation der Liebe), que interpreta Marie Theres, e Proschat Madani (Tatort, Rabiye Kurnaz vs. George W. Bush), no papel de Fa. A química entre as duas conduz a narrativa com equilíbrio entre humor e emoção. O elenco ainda conta com Anton Noori (Vorstadtweiber, Tatort), além de Barbara Spitz (Grießnockerlaffäre, Die Wunderübung), que interpreta a dona do bar onde as protagonistas se conhecem.

A direção e o roteiro são assinados por Kat Rohrer (Hochwald, What A Feeling), que aposta em uma abordagem mais realista e madura da comédia romântica. A cineasta constrói uma narrativa que valoriza o autoconhecimento, a liberdade emocional e a coragem de recomeçar, especialmente em fases da vida que raramente ganham destaque nesse tipo de história.

O Corujão exibe o longa brasileiro O Auto da Boa Mentira, uma comédia lançada em 2021 que aposta no humor ácido para discutir um tema bastante presente no cotidiano: a mentira. Dirigido por José Eduardo Belmonte, o filme reúne diferentes histórias inspiradas na obra do escritor Ariano Suassuna, conhecido por retratar com ironia e inteligência os costumes brasileiros.

A narrativa é construída a partir de contos independentes protagonizados por personagens que se veem em situações nas quais mentir parece ser a solução mais fácil. Helder, vivido por Leandro Hassum, Fabiano, interpretado por Renato Góes, Pierce, papel de Chris Mason, e Lorena, interpretada por Cacá Ottoni, conduzem histórias que exploram diferentes contextos sociais e emocionais, sempre com a mentira como elemento central.

O diretor José Eduardo Belmonte já destacou que a produção foi influenciada por Relatos Selvagens, especialmente na forma de apresentar histórias independentes com um tom crítico e irônico. A obra funciona como um comentário sobre os tempos atuais e a presença constante da mentira nas relações sociais.

Além do lançamento nos cinemas, o projeto também ganhou uma versão para a televisão. Em 2023, a TV Globo exibiu a produção como minissérie, sob o título Histórias Quase Verdadeiras. A adaptação trouxe mudanças na estrutura original, incluindo a inclusão de uma nova história protagonizada por Giulia Gam, Cristina Mutarelli e Zezé Polessa, ampliando as perspectivas sobre os temas abordados.

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