
O terror australiano Leviticus segue acumulando resultados positivos fora do circuito dos grandes estúdios. Desde sua estreia nos cinemas dos Estados Unidos, o longa já arrecadou US$ 8,19 milhões em todo o mundo, sendo US$ 7,03 milhões apenas no mercado norte-americano. Apesar do desempenho, o filme ainda não tem distribuidora nem previsão de lançamento no Brasil.
Escrito e dirigido por Adrian Chiarella, o longa estreou em janeiro na mostra Midnight do Festival de Sundance 2026 antes de chegar ao circuito comercial americano em junho. A produção foi realizada com perfil independente e tem conquistado espaço principalmente por meio da repercussão após o festival e do boca a boca entre o público.

A trama acompanha Naim (Joe Bird, Talk to Me) e Ryan (Stacy Clausen), dois adolescentes que vivem em uma comunidade cristã isolada no estado de Vitória, na Austrália. Depois que o relacionamento entre eles é descoberto, um pastor organiza um ritual de conversão. O procedimento acaba libertando uma entidade sobrenatural que passa a perseguir os moradores da região.
O roteiro utiliza o horror para discutir temas como repressão religiosa, identidade e homofobia. A criatura central da história assume a aparência da pessoa mais desejada por cada vítima, uma escolha que transforma o vínculo entre os protagonistas em parte do próprio conflito sobrenatural.

Além de Joe Bird e Stacy Clausen, o elenco reúne Mia Wasikowska (Alice no País das Maravilhas, Crimson Peak), Ewen Leslie (The Cry) e Nicholas Hope (Late Night with the Devil), que interpreta o pastor responsável pelo ritual.
Para o público brasileiro, a principal informação é que Leviticus ainda não faz parte do calendário de estreias nacionais. Nenhuma distribuidora anunciou a compra dos direitos de exibição, e o longa também não aparece entre os próximos lançamentos das principais plataformas de streaming.
Caso alguma empresa adquira os direitos de distribuição, a tendência é que o filme chegue primeiro ao circuito de festivais ou aos cinemas antes de desembarcar no streaming. Até lá, quem acompanha os lançamentos do terror independente precisará aguardar um anúncio oficial.

























