
O novo filme de ficção científica da Amazon MGM Studios, Devoradores de Estrelas, conquistou rapidamente o público e a crítica, alcançando um marco impressionante nas bilheterias globais. Durante seu segundo fim de semana em exibição, o longa ultrapassou US$ 300 milhões arrecadados mundialmente, impulsionado por uma sólida performance internacional e por uma narrativa que mistura aventura, suspense e ciência de maneira envolvente. As informações são do The Wrap.
Nos Estados Unidos, o filme somou US$ 54,5 milhões no segundo fim de semana, apresentando uma queda de apenas 32% em relação à estreia. Já o mercado internacional registrou retração mínima de 5%, demonstrando que a história de Ryland Grace, interpretado por Ryan Gosling, conseguiu cativar diferentes públicos e culturas ao redor do mundo.
O longa-metragem é baseado no romance homônimo de Andy Weir, publicado em 2021, que narra a trajetória de Ryland Grace, um professor de ensino médio que acorda sozinho em uma espaçonave interestelar sem memória de sua missão. Aos poucos, ele descobre ser o último sobrevivente de uma equipe enviada ao sistema Tau Ceti para salvar a Terra de uma ameaça alienígena: os astrofágicos, seres que retiram energia do Sol e colocam a vida no planeta em risco.
Para cumprir sua missão, Grace precisa utilizar todo seu conhecimento científico, engenhosidade e coragem. Durante a jornada, ele encontra Rocky, um alienígena com quem estabelece uma relação inesperada de amizade e colaboração. Juntos, eles enfrentam desafios impossíveis, provando que a sobrevivência da humanidade depende não apenas de inteligência, mas de parceria e empatia.
Além de Gosling, que também assume o papel de produtor, o elenco reúne Sandra Hüller (Futuro Sem Nome), Lionel Boyce (O Chamado da Terra), Ken Leung (Star Wars: O Despertar da Força) e Milana Vayntrub (Deadpool 2). A direção e produção ficaram a cargo de Phil Lord e Christopher Miller, conhecidos por filmes que combinam ação e humor, enquanto o roteiro foi assinado por Drew Goddard, responsável por adaptar Perdido em Marte para o cinema.

A cinematografia de Greig Fraser e os efeitos visuais fornecidos por empresas como Framestore, ILM, Sony Pictures Imageworks, BUF e Wylie Co. VFX garantem que a nave espacial e o personagem Rocky sejam retratados de maneira realista e emocionante. A atuação prática combinada a efeitos digitais cria um alienígena que interage naturalmente com os humanos, aumentando a imersão do público.
O projeto começou em março de 2020, quando a Metro-Goldwyn-Mayer adquiriu os direitos do romance por US$ 3 milhões. Ryan foi escalado para protagonizar e produzir o filme, enquanto Lord e Miller assumiram a direção. A filmagem principal ocorreu entre 3 de junho e 26 de outubro de 2024 no Reino Unido, seguida de intensos trabalhos de pós-produção em efeitos visuais.
O orçamento do filme foi estimado em US$ 150 milhões, refletindo o investimento necessário para criar efeitos visuais sofisticados, cenários espaciais realistas e a construção do personagem Rocky, que exigiu uma integração complexa entre captura de movimento, atuação e computação gráfica.
Uma obra que transcende o livro
O romance de Andy Weir recebeu reconhecimento internacional e atenção de personalidades como Bill Gates, que incluiu o livro em sua lista de cinco recomendações de leitura de 2021. A narrativa é elogiada por unir ciência e aventura de forma acessível, enquanto aborda temas de cooperação, ética e resiliência diante de desafios extremos.
O filme mantém a essência da obra original, trazendo à tela a jornada de Grace de forma envolvente, combinando tensão, humor e emoção. Ao mesmo tempo, amplia o universo da história, oferecendo ao público momentos visuais e emocionais que o livro apenas sugeria.
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