Depois de A Morte do Demônio e A Morte do Demônio: A Ascensão, a franquia criada por Sam Raimi volta aos cinemas com A Morte do Demônio: Em Chamas.

O sexto filme da série mantém o terror corporal e a violência que transformaram Evil Dead em uma das marcas mais conhecidas do gênero, mas leva a história para um cenário diferente: uma reunião familiar que rapidamente se transforma em um pesadelo.

Dirigido por Sébastien Vaniček (Infestação), que também assina o roteiro ao lado de Florent Bernard, o longa é produzido por Sam Raimi e Rob Tapert, nomes ligados à franquia desde o filme original de 1981.

A história acompanha Alice (Souheila Yacoub), que perde o marido em um acidente e decide participar da cremação ao lado da família dele. O reencontro acontece em uma casa à beira de um lago, onde as tensões entre sogros, cunhados e a viúva já tornam o ambiente desconfortável antes mesmo dos acontecimentos sobrenaturais.

O problema começa quando forças ligadas ao Necronomicon, o famoso Livro dos Mortos da franquia, voltam a agir. Um a um, os familiares passam a ser possuídos pelos Deadites, criaturas conhecidas por transformar qualquer espaço em um cenário de violência extrema.

Sem conseguir fugir, Alice precisa enfrentar pessoas que conhece enquanto tenta sobreviver à propagação da possessão.

Quem está no elenco?

O filme é estrelado por Souheila Yacoub (Duna: Parte Dois), que interpreta Alice. O elenco também reúne Hunter Doohan (Wandinha), Luciane Buchanan (O Agente Noturno), Tandi Wright (Pearl), Erroll Shand (M3GAN) e Maude Davey.

A direção ficou nas mãos do cineasta francês Sébastien Vaniček, escolhido por Sam Raimi depois da repercussão de seu primeiro longa, Infestação, exibido em festivais internacionais de cinema.

O Necronomicon continua sendo o centro da história?

Sim. Assim como nos filmes anteriores, o Necronomicon volta a desencadear a série de acontecimentos sobrenaturais.

Desta vez, a trama também apresenta a Adaga Kandariana, uma antiga arma estudada por um pesquisador que acreditava ser capaz de destruir os Deadites. O objeto acaba se tornando a única esperança da família conforme a possessão se espalha pela casa.

Quem acompanha a franquia encontrará diversas referências aos capítulos anteriores, mas o roteiro funciona como uma história independente e pode ser assistido sem a necessidade de rever todos os filmes.

Como o filme se conecta com os outros longas da franquia?

Embora faça parte da cronologia de Evil Dead, Em Chamas segue a mesma proposta adotada pelos dois filmes anteriores: contar uma história inédita com novos personagens, preservando apenas os elementos clássicos da série, como o Necronomicon, os Deadites e o terror físico que sempre caracterizou a franquia.

Essa escolha permite que cada produção explore cenários e conflitos diferentes sem depender diretamente dos acontecimentos dos filmes anteriores.

Como foi a produção?

O desenvolvimento começou em 2024, quando Sam Raimi confirmou que outro derivado da franquia estava em produção. Sébastien Vaniček foi escolhido para dirigir depois da repercussão de Infestação, longa francês que chamou atenção pelo uso de efeitos práticos e pela construção do suspense.

As filmagens aconteceram entre julho e outubro de 2025, na Nova Zelândia, país que também serviu de locação para outras produções do gênero nos últimos anos.

O filme tem cena pós-créditos?

Sim. Depois dos créditos, uma cena conecta A Morte do Demônio: Em Chamas aos acontecimentos de A Morte do Demônio: A Ascensão.

A sequência mostra as cinzas de Ellie Bixler, personagem central do filme de 2023. A aparição sugere que a ameaça dos Deadites continua longe de chegar ao fim e prepara o terreno para o próximo capítulo da franquia.

Já existe continuação confirmada?

Sim. O próximo filme já está em desenvolvimento.

Intitulado Evil Dead Wrath, o longa será dirigido por Francis Galluppi e tem estreia prevista para 7 de abril de 2028. A produção será uma prequela ambientada antes dos acontecimentos do clássico Uma Noite Alucinante (The Evil Dead), ampliando a mitologia da franquia iniciada por Sam Raimi há mais de quatro décadas.

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