O Viver Sertanejo deste domingo, 12 de abril, traz uma edição dedicada às origens da música caipira e às trajetórias de artistas que iniciaram a carreira ainda na infância. A gravação foi realizada na fazenda de Daniel, em Brotas, no interior de São Paulo, e reúne Donizeti Camargo e a dupla Irmãs Barbosa. O programa concentra conversas sobre formação musical, vivências no interior e experiências em festivais regionais, além de apresentações ao vivo que reforçam o repertório da música sertaneja de raiz.

Donizeti Camargo relembra infância no interior e ligação com o cururu

Durante a participação, Donizeti Camargo detalha a infância no interior de São Paulo e o contato direto com manifestações culturais da zona rural, que influenciaram a construção de sua identidade musical. O artista destaca o cururu, tradição de improviso em versos rimados presente em rodas caipiras, como elemento central na sua formação artística.

Donizeti também revisita o período em que ganhou projeção nacional ainda na infância, na década de 1980, quando a interpretação de “Galopeira” ampliou sua presença em rádios e programas de televisão. No programa, ele retoma a canção em apresentação ao vivo, relembrando uma fase inicial da carreira que marcou sua entrada no cenário sertanejo.

Irmãs Barbosa relatam início em festivais e referências musicais

A dupla Irmãs Barbosa compartilha experiências do início da carreira em festivais do interior, quando ainda eram crianças e começavam a desenvolver repertório dentro da música sertaneja. O relato destaca a participação em apresentações regionais e o processo de construção artística ao longo dos anos.

As artistas citam como referências nomes femininos do gênero, como as Irmãs Galvão, além de influências da música nordestina incorporadas a partir do ambiente familiar. Essas referências contribuíram diretamente para a formação do estilo interpretativo da dupla. No episódio, a dupla interpreta “Sanfona Xorada” e “Eu Acabo Voltando”, reforçando a ligação com o repertório tradicional da música sertaneja.

A edição do Viver Sertanejo utiliza o ambiente rural da fazenda de Daniel como cenário para conversas sobre trajetória profissional e apresentações musicais ao vivo. O foco recai sobre histórias de início de carreira, circulação em festivais e permanência no circuito sertanejo ao longo das décadas.

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