Estrelado por Olivia Torres, Continente ganha trailer oficial

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Foto: Reprodução/ Internet

A contagem regressiva já começou! O novo longa-metragem de Davi Pretto, “Continente“, acaba de ganhar trailer oficial e está todo mundo de olho na data de estreia: 31 de outubro. Esse filme promete trazer uma mistura única de drama e terror que vai deixar o público grudado na cadeira.

Antes de chegar aos cinemas, o longa vai fazer sua première nacional no Festival do Rio. O filme estará na mostra competitiva Novos Rumos, com exibição marcada para o dia 10 de outubro, às 18h45, no Estação NET Gávea. E não é só isso! O longa também vai fazer sua estreia internacional no Festival de Munique e está concorrendo ao prêmio de melhor longa de ficção no Festival de Sitges, na Espanha, um dos maiores e mais respeitados festivais de terror e fantasia do mundo. É uma baita vitrine para o cinema nacional!

“Continente” tem um roteiro assinado pelo próprio Davi Pretto, junto com Igor Verde e Paola Wink. A história segue Amanda, vivida pela atriz Olivia Torres, que volta para a fazenda onde cresceu após 15 anos fora do Brasil. Ela retorna com um propósito: reencontrar seu pai, que está em coma e sem esperanças de recuperação. Amanda, acompanhada de seu namorado francês, Martin (Corentin Fila), se depara com um vilarejo remoto no sul do Brasil, onde a tensão entre os trabalhadores da terra está nas alturas.

Helô, a única médica da região, interpretada por Ana Flavia Cavalcanti, se desdobra para cuidar dos moradores. Mas quando o dono da fazenda falece, um antigo acordo entre a população e o proprietário desencadeia uma reação coletiva perturbadora. A situação vai se complicando e as relações entre os personagens vão sendo testadas de maneiras que prometem emocionar e chocar.

“Continente” é o terceiro longa de Davi Pretto e uma coprodução entre Brasil, França e Argentina. O filme conta com o apoio do Berlinale World Cinema Fund, uma iniciativa da Fundação Cultural Federal da Alemanha, que visa ajudar na produção e distribuição de filmes internacionais. Isso é um grande passo para mostrar a força do cinema brasileiro no exterior!

Distribuído pela Vitrine Filmes, o filme faz parte da Carteira de Projetos aprovada no Edital de Distribuição de Produção Audiovisual da Lei Paulo Gustavo, uma ótima notícia para o setor cinematográfico paulista. E, enquanto tudo isso acontece, Davi já está trabalhando na pós-produção de seu próximo projeto, “Futuro Futuro”. O cara não para!

A expectativa em torno do filme é altíssima! Com uma narrativa rica, personagens envolventes e uma trama que promete prender a atenção, o filme se destaca como uma adição poderosa ao cinema brasileiro contemporâneo. Os amantes do cinema de gênero estão especialmente empolgados, prontos para ver essa obra de Davi Pretto em ação.

Opinião – O que podemos esperar de Coringa: Delírio a Dois?

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A espera finalmente acabou! A tão esperada sequência de “Coringa”, intitulada “Delírio a Dois“, vai estrear nos cinemas na próxima quinta-feira, dia 3 de outubro. Para os fãs do vilão mais famoso da DC, é hora de se preparar para uma nova e intrigante aventura que promete mergulhar nas complexidades da mente humana e suas relações.

Joaquin Phoenix retorna como o icônico vilão, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Ator por “Coringa” (2019), e ao seu lado está ninguém menos que a cantora Lady Gaga, que vai interpretar Arlequina, sua parceira romântica, conhecida por seu papel em “Nasce Uma Estrela” (2018).

A expectativa em torno da química entre esses dois gigantes da atuação é uma das coisas mais empolgantes para essa sequência. O elenco ainda conta com Zazie Beetz, que se destacou em “Atlanta” (2016-2022), Brendan Gleeson, visto em “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007), Catherine Keener, famosa por “O Jardim da Flórida” (2008), Steve Coogan, conhecido por “Philomena” (2013), e Ken Leung, que participou de “Lost” (2004-2010), elevando as expectativas sobre a profundidade e diversidade dos personagens que vão aparecer.

Embora muitos detalhes sobre a história estejam guardados a sete chaves, as especulações giram em torno do fenômeno conhecido como folie à deux, que em português significa “delírio a dois”. De acordo com o portal Terra, essa condição psiquiátrica raríssima acontece quando duas pessoas compartilham a mesma ilusão ou delírio, geralmente em relações bem próximas. O Dr. Flávio H. Nascimento, psiquiatra, explica que “é um transtorno psiquiátrico raro e pouco conhecido, em que uma pessoa influencia a outra a adotar suas crenças irracionais”. Esse conceito pode ser o pano de fundo perfeito para explorar o relacionamento tumultuado entre o Coringa e a Arlequina, trazendo uma nova camada de complexidade emocional à história.

Todd Phillips, que já arrasou com o primeiro filme, está de volta como diretor e roteirista, ao lado de Scott Silver, corroteirista do original. Juntos, eles devem continuar essa jornada na linha tênue entre sanidade e loucura, agora com um toque musical que promete surpreender. E, claro, o Asilo Arkham, um dos locais mais emblemáticos do universo do Batman, será um cenário central da trama, sugerindo que os fãs podem esperar uma representação visual riquíssima e cheia de tensão.

Além da carga dramática, a inclusão de elementos musicais é uma novidade que está deixando todo mundo animado. Lady Gaga, famosa por suas performances marcantes, deve trazer uma nova dimensão à Arlequina, fazendo a história se desenrolar de maneiras inesperadas e cativantes.

Com a estreia de “Coringa – Delírio a Dois” se aproximando, a expectativa só aumenta. A combinação de um elenco talentoso, uma trama intrigante baseada em um fenômeno psicológico, e a visão criativa de Phillips promete uma experiência cinematográfica única. A mistura de drama, romance e música pode resultar em um filme que não apenas expande a mitologia do Coringa, mas também provoca reflexões profundas sobre o amor e a loucura.

Documentário Janis – Amores de Carnaval ganha seu primeiro trailer

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A icônica Janis Joplin, uma das maiores vozes da música mundial, está de volta aos holofotes através de um novo documentário que promete mexer com o coração dos fãs. “Janis – Amores de Carnaval, Memórias de Ricky Ferreira e Convidados” traz à tona a passagem marcante da cantora pelo carnaval carioca de 1970. Com estreia prevista para o Festival do Rio, essa produção da Santa Rita Filmes, dirigida pela estreante Ana Isabel Cunha, vai mostrar histórias e relatos emocionantes sobre a visita de Janis ao Brasil.

O filme tem como narrador Ricky Ferreira (in memoriam), um fotógrafo que hospedou Janis em seu apartamento no Leblon. Ricky não só capturou momentos especiais, mas também foi seu guia pela vibrante cidade carioca. “Ricky foi essencial para que essa obra acontecesse. O acervo fotográfico dele é incrível e ele foi, de fato, um cicerone dela durante os sete dias que passaram juntos”, destaca o produtor Marcelo Braga.

O trailer do documentário foi lançado recentemente e já gera expectativa. O longa traz uma rica coleção de fotografias de Ricky, além de depoimentos de personalidades que viveram a experiência de estar com Janis. Entre os convidados estão Alcione, Baby do Brasil e Walter Casagrande, que compartilham suas impressões sobre a lendária cantora.

Ana Isabel fala sobre o desafio de contar a história de Janis, que sempre foi envolta em mistério. “Começamos a trabalhar com as fotos do Ricky e outros materiais de arquivo, relembrando os principais momentos dela no Rio. Voltamos aos lugares onde ela esteve e assim reconstruímos essa viagem”, conta a diretora. O filme é uma mistura de memórias e sentimentos, trazendo à tona o impacto de Janis na vida de quem a conheceu.

Um dos pontos centrais do documentário é a luta de Janis contra os padrões de beleza da época, um tema que ainda ressoa hoje. Ana Isabel menciona um incidente no Theatro Municipal, onde Janis foi barrada no camarote, mesmo sendo convidada: “Ela percebeu bem o que estava acontecendo. Essa pressão estética é algo que as mulheres ainda enfrentam hoje.” O filme não só presta homenagem a Janis, mas também questiona os desafios que as mulheres encontram no mundo da música e da sociedade.

O documentário vai estrear no Festival do Rio, na seção Première Brasil: Retratos Longa-Metragem, com exibição marcada para 4 de outubro, às 18h30 no Estação NET Gávea 3. Com uma mistura de música, memórias e imagens inesquecíveis, o documentário promete capturar a essência de uma das artistas mais amadas da história, resgatando não apenas suas canções, mas também sua humanidade.

Netflix revela primeiro trailer de Quem Vê Casa…, comédia estrelada por Linda Cardellini

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A plataforma de streaming Netflix acabou de liberar o primeiro trailer de sua nova série de comédia, Quem Vê Casa…, estrelada pela incrível Linda Cardellini, que você deve conhecer de Freaks and Geeks e Disque Amiga Para Matar. O trailer já dá uma boa ideia do que esperar: muitas risadas e situações malucas envolvendo uma disputa imobiliária pra lá de divertida. Dá uma olhada no vídeo abaixo!

A série acompanha três famílias totalmente diferentes, mas que acabam brigando pela mesma casa, uma vila linda em estilo espanhol dos anos 1920. Cada uma delas acredita que comprar o imóvel vai resolver todos os problemas de suas vidas – só que, como os vendedores já sabem, às vezes a casa dos sonhos pode virar um pesadelo. O enredo traz aquele humor que todos amam, com um toque de crítica às ambições e dramas pessoais que surgem quando o assunto é dinheiro e imóveis.

Quem Vê Casa… foi criada por Liz Feldman, a mente por trás do sucesso Disque Amiga Para Matar, então dá pra esperar diálogos afiados e situações completamente inesperadas. Além da presença carismática de Linda Cardellini, o elenco também conta com O-T Fagbenle, que você deve ter visto em The Handmaid’s Tale, e Abbi Jacobson, de Broad City. Ou seja, é talento de sobra na tela!

A estreia está marcada para o dia 12 de dezembro na Netflix, e a série já está sendo considerada uma das grandes apostas da plataforma para o final do ano. Com esse elenco incrível, uma criadora talentosa e uma trama que promete muita diversão, a trama tem tudo para ser aquele tipo de comédia leve e divertida que todo mundo vai querer maratonar.

Venom 3: A Última Rodada deve arrecadar até US$ 120 milhões em estreia

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A contagem regressiva para a estreia de “Venom 3: A Última Rodada” já começou, e a empolgação é palpável! Segundo o BoxOfficePro, a expectativa é que o filme arranque entre US$ 80 e US$ 120 milhões nas bilheteiras no seu primeiro fim de semana, um número que demonstra o apelo duradouro da franquia entre os fãs do universo Marvel.

Desta vez, a direção fica a cargo de Kelly Marcel, um passo significativo para a roteirista que já tem sua marca registrada em produções anteriores da série. Marcel, que co-criou a história com Tom Hardy – que volta a interpretar Eddie Brock – traz uma nova perspectiva a este capítulo da saga. O elenco que a acompanha é digno de nota, com estrelas como Juno Temple, Rhys Ifans, Chiwetel Ejiofor e Cristo Fernández, cada um prometendo trazer sua própria magia à tela.

A sinopse oficial do longa-metragem nos apresenta um cenário repleto de tensão e perigos, prometendo um desfecho emocionante para a trilogia que tem cativado os fãs do Universo Marvel. Com a volta de Tom Hardy ao papel de Eddie Brock, a história nos leva a um momento crucial em que Eddie e Venom se encontram em apuros, perseguidos por inimigos que ameaçam desmantelar tudo o que construíram até aqui.

No que promete ser um capítulo final repleto de ação e emoção, a dupla dinâmica é forçada a unir forças para enfrentar uma série de adversários, tanto do passado quanto do presente. A narrativa não apenas destaca a luta pela sobrevivência de Eddie e Venom, mas também sugere uma exploração mais profunda e complexa da relação entre os dois personagens. À medida que se tornam alvo de forças opostas que transpassam suas realidades, eles precisam testar seus limites e enfrentar dilemas morais que podem colocar em risco suas vidas e o que mais valorizam.

A sinopse insinua que, enquanto Eddie e Venom navegam por este mundo de perigos, haverá momentos de introspecção e crescimento, onde as tensões emocionais se entrelaçam com as sequências de ação vertiginosas. O confronto com vilões antigos pode evocar lembranças e traumas passados, enquanto novos antagonistas trarão desafios inesperados, forçando Eddie e Venom a redefinirem sua parceria e a confrontarem suas identidades em um mundo que os vê como monstros.

O que torna a sequência ainda mais intrigante é a promessa de uma trama repleta de ação, suspense e, quem sabe, algumas surpresas envolvendo o Homem-Aranha. Os fãs estão ansiosos para ver como essa interação pode se desenrolar, já que tanto Eddie quanto Venom sempre trouxeram uma dinâmica única para a tela.

A data de estreia nos cinemas está marcada para 25 de outubro de 2024, e as expectativas são altas: espera-se que o filme não apenas agrade aos fãs, mas também solidifique ainda mais a presença de Venom dentro do vasto universo cinematográfico da Marvel. O que podemos esperar é uma experiência cinematográfica rica em emoção, reviravoltas e uma conclusão impactante para a saga de Eddie Brock e seu simbionte.

Fracassou? Megalopolis registra baixa bilheteria em estreia nos Estados Unidos

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Foto: Courtesy/ Lionsgate

O tão aguardado filme “Megalopolis“, dirigido pelo lendário Francis Ford Coppola, finalmente chegou aos cinemas dos Estados Unidos na última quarta-feira, 27 de setembro. Porém, a estreia não foi nada como os fãs esperavam. Após uma pré-estreia bastante desanimadora, que arrecadou menos de US$ 1 milhão, o filme conseguiu somar apenas US$ 1,8 milhão em seu primeiro dia de exibição. As projeções para o fim de semana de abertura não são animadoras, prevendo uma arrecadação total entre US$ 5 milhões e US$ 7 milhões. Isso é bem abaixo do que seria necessário para justificar o alto custo de produção.

E quando falamos em números, precisamos lembrar que o longa teve um orçamento colossal de cerca de US$ 120 milhões! A maior parte desse investimento veio do próprio Coppola, que, por mais que tenha um nome respeitado na indústria, está agora navegando em águas perigosas. Para um cineasta que já nos presenteou com clássicos do cinema, como “O Poderoso Chefão” e “Apocalypse Now”, essa abertura fria nas bilheteiras é um sinal de alerta. E, convenhamos, em tempos em que cada centavo conta, esse desempenho pode ser um verdadeiro pesadelo.

Agora, vamos falar um pouco sobre a trama, que promete ser tão envolvente quanto a carreira de Coppola. “Megalopolis” se passa em uma Nova York devastada por um acidente catastrófico que resulta em visões conflitantes sobre o futuro da cidade. No centro da história, temos Ceasar, interpretado pelo talentoso Adam Driver, um arquiteto idealista que sonha em reconstruir a cidade. Mas, claro, ele não vai ter vida fácil: seu maior adversário é o prefeito Frank Cicero, vivido pelo carismático Giancarlo Esposito. Cicero representa o poder estabelecido e, como todo bom vilão, está determinado a impedir que Ceasar realize seus planos grandiosos.

A narrativa do filme promete explorar temas pesados como ambição, idealismo e os dilemas morais que surgem quando se tenta moldar o futuro de uma cidade cheia de desafios. Mas, ao que parece, essa história ainda não conseguiu conquistar o público, pelo menos não nas primeiras exibições.

O longa-metragem, que conta com a distribuição da O2 Play, está agendado para estrear no Brasil no dia 31 de outubro. Agora, a grande questão é: será que o filme vai ter uma recepção melhor por aqui? O mercado cinematográfico é imprevisível, e pode ser que a audiência brasileira encontre algo na história que ressoe mais com suas expectativas.

Afinal, o cinema tem essa mágica de muitas vezes surpreender. Lembrando que muitos filmes que começaram devagar conseguiram ganhar força e se tornaram verdadeiros sucessos com o tempo. Será que “Megalopolis” vai ser um desses casos? A história do cinema está repleta de reviravoltas e, quem sabe, o filme ainda encontre seu público e consiga brilhar de alguma forma nas bilheteiras.

Agatha Desde Sempre é a série mais econômica da Marvel, aponta site

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Foto: Divulgação/ Marvel Studios

Olha só quem está de volta! A série “Agatha Desde Sempre” não só traz de volta a querida Agatha Harkness, interpretada brilhantemente por Kathryn Hahn, como também se destaca como a produção mais econômica do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). Essa informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter na última sexta-feira, dia 27 de setembro. Mas, calma! Infelizmente, não sabemos exatamente qual foi o custo total de produção ou quanto cada episódio saiu, então, vamos ter que especular um pouquinho.

Com um orçamento inferior ao da série “Echo”, que costumava ter o título de mais barata com seus US$ 40 milhões, “Agatha Desde Sempre” se torna uma alternativa mais acessível em meio ao mar de superproduções do MCU. E para quem estava achando que “Invasão Secreta” era a série mais cara do pedaço, com seus impressionantes US$ 200 milhões, “Agatha” chega para lembrar que é possível fazer algo mais em conta e, ainda assim, atrair a atenção do público.

Os primeiros episódios da série já estão disponíveis na Disney+, e os fãs estão ansiosos para mergulhar na nova jornada da Agatha. E tem mais: os próximos capítulos vão ser lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras! Essa estratégia de liberação em doses homeopáticas garante que os fãs continuem engajados e discutindo teorias malucas sobre o que vai acontecer a seguir. Afinal, quem não ama especular sobre as conexões entre os personagens e as tramas mais amplas do MCU?

Com um orçamento mais enxuto, “Agatha Desde Sempre” sinaliza uma mudança interessante na maneira como o MCU está abordando suas narrativas. Essa nova estratégia permite que os criadores soltem a imaginação e experimentem novas histórias e personagens sem os altos custos que muitas vezes pesam no orçamento. Isso pode ser uma porta aberta para futuras produções que queiram explorar ainda mais o riquíssimo universo da Marvel, trazendo frescor e inovação.

Agora, vamos falar da trama! A série nos leva de volta a Westview, mas com uma perspectiva totalmente nova. A história é contada pelos olhos da Agatha, que nos oferece uma visão mais íntima e complexa do que realmente aconteceu. Essa série não apenas retoma a narrativa que fez sucesso em “WandaVision”, mas também expande o universo mágico e misterioso que já conhecemos. Agatha, longe de ser a bruxa solitária que todos pensavam, se junta à House of Darkness, um coven de bruxas que compartilham de suas ambições e desejos sombrios. Juntas, elas estão em busca de poder e controle, em uma trama que promete muitos segredos e reviravoltas!

E claro, não podemos esquecer do elenco estelar! Kathryn Hahn retorna como Agatha, e ela já conquistou os corações dos fãs com sua atuação incrível. Debra Jo Rupp, que é sempre adorável, volta a dar vida à confusa senhora Hart. E o time de apoio é de tirar o fôlego: Patti LuPone, uma lenda da Broadway, traz toda a sua potência vocal e presença de palco; Aubrey Plaza, conhecida por sua habilidade em flutuar entre o cômico e o sombrio, está lá para dar aquele toque especial; e Joe Locke, um jovem talento em ascensão, promete brilhar ainda mais na telinha. Essa combinação de talentos garante que a série será um verdadeiro espetáculo!

O que vem a seguir?

Com tudo isso, as expectativas só aumentam. A série tem tudo para se tornar um novo favorito dos fãs do MCU, enquanto redefine o que significa criar conteúdo de qualidade em um orçamento mais enxuto. Essa abordagem não só diversifica as produções da Marvel, mas também prova que boas histórias podem surgir mesmo sem gastar uma fortuna.

Série Chucky é cancelada após terceira temporada

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Foto: Reprodução/ Internet

A saga de assassinatos e horrores do boneco mais famoso do cinema e da TV chegou a um fim abrupto. A série Chucky, baseada na icônica franquia de terror Brinquedo Assassino, foi oficialmente cancelada pelo Syfy, encerrando sua jornada televisiva após três temporadas de sucesso. A notícia pegou de surpresa os fãs e a equipe criativa, que mantinham esperança na continuidade da produção. Quatro meses após o encerramento da terceira temporada, o anúncio do cancelamento foi confirmado pelo site Deadline, jogando um balde de água fria nos planos de expansão do criador da série, Don Mancini.

Desde sua estreia, a série conseguiu cativar uma nova geração de telespectadores ao mesmo tempo que agradava os fãs antigos. A série não só explorava os elementos clássicos da franquia — violência, humor negro e a presença ameaçadora do boneco assassino —, mas também tocava em temas mais contemporâneos, como o bullying, traumas de infância e questões de identidade. Esses tópicos, combinados com o terror sobrenatural, deram à série uma profundidade inesperada, ampliando seu apelo.

O Fim da Jornada

Para Don Mancini, criador do universo do visão e responsável por levar a franquia para a televisão, o cancelamento foi um golpe duro. Em entrevistas recentes, ele já havia expressado seu desejo de continuar a narrativa e até sugerido ideias para uma nova temporada. Em abril, Mancini comentou publicamente que “a quarta temporada era algo que realmente gostaria de fazer”. Esse comentário acendeu as esperanças dos fãs, que rapidamente começaram a campanha #RenewChucky nas redes sociais, em uma tentativa de mobilizar apoio para a continuação da série. Contudo, apesar do apoio massivo da base de fãs, a decisão do Syfy foi definitiva.

Ao saber do cancelamento, Mancini reagiu com gratidão e otimismo. Em um comunicado, ele lamentou a decisão, mas garantiu que Chucky não desapareceria da cultura pop. “Estou de coração partido com a notícia de que Chucky não voltará para uma quarta temporada”, disse o criador, “mas sou imensamente grato pelos três anos incríveis que tivemos. Chucky sempre voltará! Ele SEMPRE retorna.” Essa afirmação, com o tom desafiador que o personagem exige, indica que, embora a série tenha sido interrompida, o boneco assassino ainda pode encontrar novas formas de aterrorizá-lo em futuras produções.

A Força do Elenco e o Apelo Nostálgico

Parte do sucesso de Chucky deve-se à volta de rostos familiares da franquia original. Brad Dourif, que dublou o boneco assassino desde o primeiro Brinquedo Assassino (1988), voltou a emprestar sua voz à série, mantendo a essência do personagem. Sua performance continuou a ser um dos pontos altos, trazendo a mistura perfeita de terror e humor mórbido. Ao lado de Dourif, Jennifer Tilly, conhecida por interpretar Tiffany, a amada e igualmente mortal parceira de Chucky, também teve destaque. Sua presença na série reavivou a química explosiva entre os personagens, oferecendo aos fãs cenas memoráveis.

Além disso, o retorno de outros personagens clássicos, como Kyle (Christine Elise), Andy (Alex Vincent) e Nica (Fiona Dourif), trouxe um fator nostálgico que serviu como elo entre a série e os filmes originais. A presença desse elenco reforçou o compromisso de Don Mancini em manter a essência da franquia intacta, enquanto se aventurava em novos territórios criativos.

O Futuro de Chucky

Com o cancelamento da série, o futuro de Chucky permanece incerto. No entanto, a história do boneco assassino já provou ser resiliente. Desde seu surgimento nos cinemas na década de 1980, Brinquedo Assassino evoluiu, passando por diversas sequências, reboots e, eventualmente, uma série de televisão que conseguiu conquistar crítica e público. O cancelamento é, sem dúvida, um obstáculo, mas para um personagem que “sempre volta”, como disse Mancini, este pode ser apenas um intervalo temporário.

Os três anos de sucesso de Chucky na televisão já consolidaram o legado do personagem nas telas, e os fãs ainda podem revisitar suas aventuras mais recentes. As três temporadas da série permanecem disponíveis na plataforma de streaming Disney+, onde continuam atraindo novos espectadores e mantendo viva a chama da franquia.

Enquanto o futuro imediato de Chucky está suspenso, é difícil imaginar que este seja o verdadeiro fim para o boneco assassino mais icônico do mundo do entretenimento. Com a mente criativa de Don Mancini por trás da franquia e uma legião de fãs leais, parece improvável que Chucky fique longe por muito tempo. Para quem conhece sua história, fica a certeza: ele sempre encontra uma maneira de voltar.

Na Sessão de Sábado, Globo apresenta Garfield: O Filme

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No dia 28 de setembro, a Globo traz uma dose de nostalgia e comédia à sua programação com a exibição de “Garfield: O Filme” na Sessão de Sábado, a partir das 14h. Baseado na famosa tirinha criada por Jim Davis, o longa promete divertir toda a família ao apresentar as peripécias do gato laranja mais preguiçoso e sarcástico dos quadrinhos.

Garfield (dublado por Bill Murray na versão original e por Antonio Calloni na versão brasileira) é um gato preguiçoso e guloso, que adora lasanha e vive uma vida tranquila ao lado de seu dono, Jon Arbuckle (interpretado por Breckin Meyer). Garfield tem tudo o que sempre quis: come, dorme e assiste TV sem se preocupar com mais nada. Mas sua vida de luxo muda completamente quando Jon decide adotar um cachorro, Odie.

Incomodado com o novo membro da casa e com a perda de atenção de Jon, Garfield inicia uma hilária rivalidade com Odie. No entanto, quando o cãozinho é sequestrado pelo ambicioso apresentador de TV Happy Chapman (vivido por Stephen Tobolowsky), Garfield se vê em uma jornada inesperada para resgatar o novo amigo. Entre confusões, aventuras e muitos momentos engraçados, o gato laranja aprende sobre amizade e companheirismo.

Além de Breckin Meyer no papel de Jon e Stephen Tobolowsky como o vilão Chapman, o elenco também conta com a presença de Jennifer Love Hewitt, que interpreta Liz Wilson, a veterinária e interesse amoroso de Jon. Na dublagem original, o grande destaque vai para Bill Murray, cuja voz sarcástica e cheia de personalidade casa perfeitamente com o caráter irreverente de Garfield.

Na versão brasileira, a dublagem também é um show à parte. Antonio Calloni, conhecido por seu trabalho em diversas novelas e filmes, empresta sua voz a Garfield, mantendo o humor ácido do personagem. A dublagem nacional ainda conta com nomes como Flávia Saddy e Mauro Ramos, que enriquecem a experiência para o público brasileiro, garantindo boas risadas e um toque familiar ao filme.

O filme, lançado em 2004, foi um sucesso de bilheteria, atraindo tanto os fãs das tirinhas quanto novos públicos. Dirigido por Peter Hewitt, o longa mistura atores reais com animação gerada por computação gráfica para dar vida a Garfield. O roteiro, escrito por Alec Sokolow e Joel Cohen, mantém o humor característico do gato, com piadas rápidas, situações cômicas e uma história leve e divertida.

O sucesso de Garfield nos quadrinhos, onde ele foi publicado pela primeira vez em 1978, se traduziu perfeitamente para o cinema, com o filme conseguindo capturar a essência do personagem. Sua personalidade preguiçosa, seu amor por comida e sua relutância em fazer qualquer esforço são elementos que garantem a identificação do público com o gato.

Onde assistir

Caso você perca a exibição na Globo, a produção também está disponível na plataforma de streaming Disney+, permitindo que você reviva as aventuras do gato mais mal-humorado dos quadrinhos a qualquer momento. O filme pode ser assistido por assinatura no serviço de streaming, sendo uma excelente opção para aqueles que querem aproveitar o fim de semana em família.

Com humor leve, personagens carismáticos e uma narrativa simples, o filme é uma excelente pedida para uma tarde de diversão em família. Além de garantir boas risadas, o filme também traz uma mensagem sobre amizade e lealdade, tornando-o ideal para todas as idades.

Conversa com Bial entrevista a cantora Ana Castela nesta sexta, 27

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Na próxima sexta-feira, 27 de setembro, o programa “Conversa com Bial” promete uma edição emocionante com a presença da cantora Ana Castela, a jovem artista que vem conquistando o Brasil com seu talento e carisma. Conhecida pelo seu apelido “Boiadeira”, Ana Flávia Castela, nascida em Amambai em 16 de novembro de 2003, tem se destacado no cenário musical, especialmente no gênero agronejo, que mistura elementos do sertanejo com influências rurais.

A carreira de Ana Castela começou a ganhar força em 2021, quando lançou seu single de estreia, “Boiadeira”, em colaboração com Us Agroboy. Desde então, a cantora tem se destacado no cenário musical, especialmente após o sucesso viral de “Pipoco”, uma parceria com Melody e DJ Chris no Beat, que a levou a ser reconhecida nacionalmente. Sua jornada musical teve um marco inicial ao gravar um vídeo caseiro cantando “Vaqueiro Apaixonado” de Loubet, em uma visita à fazenda dos avós no Paraguai. O vídeo viralizou e impulsionou sua carreira, mostrando ao mundo o seu talento.

Nos últimos anos, Ana lançou diversas canções que rapidamente se tornaram hits, como “Neon” e “As Menina da Pecuária”, solidificando sua imagem como uma das principais vozes do agronejo no Brasil. Em maio de 2023, a artista gravou ao vivo seu primeiro álbum, “Boiadeira Internacional”, que foi lançado em quatro EPs distintos. O último deles está programado para 2024. Além disso, em 2024, Ana anunciou o lançamento de seu segundo álbum ao vivo, “Herança Boiadeira”, gravado em seu rancho em Londrina, previsto para 2025.

Ana Castela também é reconhecida por suas conquistas, incluindo o Prêmio Multishow de Música Brasileira de 2022 na categoria “Revelação do Ano” e o prêmio “Não Nasci, Estreei” no TikTok Awards 2022. Recentemente, ela recebeu uma indicação ao Grammy Latino pelo seu álbum “Boiadeira Internacional”, evidenciando ainda mais seu impacto na música brasileira.

Durante a entrevista, Ana compartilhará histórias de sua meteórica carreira no sertanejo, suas experiências e desafios na indústria musical, além de revelar seus planos para o futuro. Com seu jeito autêntico e carismático, a artista promete encantar os telespectadores e trazer uma nova perspectiva sobre o mundo do agronejo.

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