Saiba qual é o filme exibido na Super Tela 27/05/2023

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O filme exibido na Super Tela de sábado, 27/05/2023, será Adrenalina 2: Alta Voltagem, a emocionante continuação do longa-metragem de ação lançado em 2006. Dirigido por Mark Neveldine (também conhecido por seu trabalho em Gamer e Inatividade Paranormal) e Brian Taylor e estrelado por Jason Statham (Carga Explosiva, Os Mercenários e Velozes e Furiosos).

Sinopse

A história de Adrenalina 2: Alta Voltagem retoma a vida do personagem Chev Chelios, interpretado por Jason Statham. No primeiro filme, Chev foi envenenado com uma droga chamada Beijing Cocktail e descobriu que seu coração pararia de bater se a adrenalina em seu corpo diminuísse. No início de Alta Voltagem, Chev sobrevive a uma queda de helicóptero, mas acaba sendo capturado por um gangster chinês chamado Johnny Vang, interpretado por Art Hsu. Vang rouba o coração de Chev e o substitui por um artificial.

A partir desse ponto, o filme acompanha Chev Chelios em sua busca desesperada para recuperar seu coração verdadeiro e se vingar de Johnny Vang. Para se manter vivo, ele precisa encontrar descargas constantes de eletricidade para manter seu coração artificial funcionando. A ação se desenrola em um ritmo frenético, com Chev enfrentando obstáculos e lutando contra inimigos poderosos.

Adrenalina 2: Alta Voltagem mantém o estilo visual e a narrativa acelerada do primeiro filme. A câmera é frequentemente agitada, criando uma atmosfera de frenesi e urgência. O filme apresenta cenas de ação elaboradas, incluindo perseguições de carros, lutas e confrontos explosivos.

Além da busca de vingança de Chev Chelios, Alta Voltagem expande o universo ao introduzir novos personagens e situações. Além de Johnny Vang, Chev se envolve com um grupo de mafiosos mexicanos e reencontra Eve, interpretada por Amy Smart, sua namorada do primeiro filme, que agora trabalha em um clube de strip.

Adrenalina 2: Alta Voltagem foi bem recebido pelos fãs de ação devido à sua abordagem ousada e seu estilo visual distintivo. O filme é conhecido por seu ritmo acelerado, cenas de ação exageradas e a performance carismática de Jason Statham. Embora seja um filme de nicho, conquistou uma base de fãs dedicada e continua sendo popular entre os amantes de filmes de ação.

Elenco

O time de atores de Adrenalina 2: Alta Voltagem é liderado por Jason Statham, reprisando seu papel como Chev Chelios. Antes de estrelar esse filme, Statham já havia conquistado uma reputação como um ator de ação de destaque. Alguns de seus trabalhos anteriores incluem filmes como Carga Explosiva (2002), Snatch: Porcos e Diamantes (2000), Os Mercenários (2010) e a franquia Velozes e Furiosos (2001-2021).

Outro membro do elenco importante é Amy Smart, que interpreta Eve, a namorada de Chev Chelios. Smart é conhecida por sua versatilidade em diversos gêneros de filmes. Algumas de suas produções anteriores incluem Efeito Borboleta (2004), Just Friends (2005) e Crank (2006), o primeiro filme da franquia.

Art Hsu interpreta Johnny Vang, o gangster chinês que rouba o coração de Chev Chelios. Antes de Adrenalina 2: Alta Voltagem, Hsu teve papéis menores em produções como Supernatural e CSI: Miami. Outros atores e atrizes notáveis do elenco incluem Dwight Yoakam, que interpreta o médico responsável por instalar o coração artificial em Chev. Yoakam é um músico e ator talentoso, conhecido por seu trabalho em filmes como Sling Blade (1996) e Pânico no Deserto (2002).

Bai Ling também faz parte do elenco como a personagem Ria, uma gangster que se torna aliada de Chev. Ling é uma atriz chinesa que já participou de filmes como O Corvo (1994), Anna e o Rei (1999) e Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith (2005).

Curiosidades

Adrenalina 2: Alta Voltagem foi filmado em locações reais em Los Angeles, Califórnia, o que acrescentou autenticidade às cenas de ação e perseguições de carros pelas ruas da cidade. A escolha desses locais reais proporcionou um ambiente dinâmico e vibrante para as cenas, aumentando a imersão do público na história.

Para interpretar o protagonista Chev Chelios, Jason Statham se submeteu a um intenso treinamento físico e aprendeu artes marciais. Ele se dedicou a realizar suas próprias cenas de luta e ação, proporcionando uma autenticidade extra às sequências de combate. Sua dedicação ao aprimoramento físico e habilidades de luta contribuiu para o realismo das cenas de ação do filme.

A abordagem visual de Adrenalina 2: Alta Voltagem é ousada e impactante. O uso frequente de efeitos de câmera rápida e ângulos dinâmicos cria uma sensação de frenesi e intensidade ao longo da narrativa. Esses recursos visuais são empregados para acentuar o ritmo acelerado da história, amplificando a adrenalina e o suspense que permeiam o filme.

A trilha sonora desempenha um papel crucial em amplificar a energia e a atmosfera eletrizante do filme. Com uma combinação de músicas originais e faixas de artistas renomados, como Ozzy Osbourne, Billy Squier e Quiet Riot, a trilha sonora complementa perfeitamente as cenas de ação e contribui para a imersão do público na experiência cinematográfica.

Adrenalina 2: Alta Voltagem”mantém o tom ultrajante e irreverente do primeiro filme. Com cenas exageradas e momentos de humor negro, a produção oferece uma experiência cinematográfica única, que cativa os espectadores que apreciam uma abordagem não convencional e cheia de energia no gênero de ação.

Embora o filme tenha recebido críticas mistas por parte dos críticos, ele conquistou uma base de fãs dedicada, que valorizou sua abordagem fora do comum e a performance carismática de Jason Statham como Chev Chelios. Essa recepção positiva por parte do público contribuiu para que Adrenalina 2: Alta Voltagem se tornasse um título cult entre os amantes de filmes de ação, que apreciam sua energia implacável e seu estilo visual distintivo.

Que horas vai passar a Super Tela?

Prepare-se para uma noite repleta de ação e emoção! A partir das 22h45, a Super Tela, um dos programas mais aguardados da grade de programação, trará para você a eletrizante sequência Adrenalina 2: Alta Voltagem. Antes disso, não perca um minuto do reality show de sucesso A Grande Conquista, que promete manter você grudado na tela.

Ashanti é eliminada do MasterChef Brasil 

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Infelizmente, Ashanti não teve sucesso em sua jornada no MasterChef Brasil na última terça-feira, 11/07/2023. Na prova de sopas frias, especificamente ao preparar o ajo blanco, uma sopa tradicional espanhola feita com amêndoas e alho, seu prato não conseguiu agradar os jurados Erick Jacquin, Helena Rizzo e Rodrigo Oliveira. Eles avaliaram que a atriz não prestou atenção durante a degustação e não conseguiu reproduzir o sabor original da receita.

Ashanti já havia se destacado negativamente na prova anterior, que envolvia peixes de água salgada, e, como consequência, ela teve cinco minutos a menos na prova de eliminação. No entanto, ao ser questionada sobre o impacto dessa limitação de tempo, ela minimizou a questão, afirmando que já havia conseguido fazer um prato em 20 minutos anteriormente e que essa não foi a causa principal de seu desempenho insatisfatório. Para ela, a maior dificuldade foi compreender quais ingredientes deveria usar na preparação da sopa.

Ashanti explicou que, até aquele momento, não sabia qual sopa teria que fazer, então teve que criar um mapa com os ingredientes das sete sopas disponíveis. No momento em que recebeu a sopa de alho, as coisas se tornaram confusas para ela. Ao provar, não conseguiu identificar corretamente os sabores e acabou fazendo escolhas erradas de ingredientes que não faziam parte da receita original, como o creme de leite.

Na eliminação, Leonardo, vencedor da prova do leilão de peixes, teve o poder de escolher a sopa para cada participante. Uma de suas estratégias foi dificultar o desafio para Wilton, que era aliado de Ashanti no programa. Segundo a atriz, ela e Wilton já estavam na mira dos demais competidores, provavelmente devido aos destaques positivos que receberam ao longo da competição. Ashanti acredita que esses destaques podem ter gerado percepções de ameaça, levando outros participantes a tentar eliminá-los do jogo.

No final, a decisão de quem seria eliminado ficou entre Ashanti e Wilton. A atriz expressou tristeza e frustração ao ser destaque negativo ao lado de um amigo. Ela torce pelo sucesso de Wilton e o descreve como a “enciclopédia do MasterChef”, alguém que estuda muito e merece o prêmio.

Apesar de deixar a cozinha do MasterChef, Ashanti planeja combinar suas habilidades como atriz e cozinheira para abordar temas como comida, saúde e atividade física. Ela pretende usar suas potencialidades para influenciar positivamente as pessoas e incentivá-las a adotar hábitos saudáveis. Desejamos boa sorte a Ashanti em seus futuros empreendimentos!

Aquaman 2 continua na liderança nas bilheterias nacionais

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Aquaman 2: O Reino Perdido consolidou seu reinado nas bilheteiras brasileiras, encerrando o ano de 2023 no topo e mantendo sua posição de destaque. Em sua segunda semana em exibição nos cinemas do Brasil, a tão aguardada sequência, liderada por Jason Momoa, conquistou mais um impressionante feito financeiro ao somar robustos R$ 10,1 milhões à sua arrecadação. Com esse acréscimo, o filme atingiu um notável total de ganhos, alcançando a marca significativa de R$ 33 milhões.

Enquanto isso, nas posições subsequentes do ranking, as estreias de Minha Irmã e Eu e Mamonas Assassinas – O Filme protagonizaram uma disputa acirrada. A comédia estrelada por Tatá Werneck e Ingrid Guimarães, intitulada Minha Irmã e Eu, arrecadou um expressivo total de R$ 4,4 milhões, assegurando o segundo lugar. Logo atrás, na terceira posição, a cinebiografia do icônico conjunto musical brasileiro, Mamonas Assassinas, alcançou a notável cifra de R$ 3,98 milhões em sua estreia.

Ao fechar o pódio dos cinco filmes mais assistidos, encontramos Wonka e Renaissance: Um Filme de Beyoncé. Essas produções cinematográficas, com tramas distintas e cativantes, conquistaram o público e garantiram lugares de destaque no cenário cinematográfico brasileiro. O sucesso diversificado desses filmes evidencia a variedade de preferências do público brasileiro, consolidando o cinema como uma forma plural e envolvente de entretenimento.

Estrelado por Michael Keaton, Pacto de Redenção ganha trailer

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O consagrado veterano Michael Keaton, cuja performance em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” deixou uma marca indelével, assume o papel de protagonista e diretor no emocionante épico cinematográfico “Knox Goes Away” (Pacto de Redenção), onde mergulha em uma corrida contra o tempo. No instigante trailer divulgado, somos envolvidos pela intensidade desse enredo cativante que promete desafiar nossas emoções. Abaixo, confira o vídeo:

Acompanhado por um elenco estelar que inclui Al Pacino (“O Poderoso Chefão”, “Scarface”) e James Marsden (“X-Men”, “Westworld”), o filme narra a trajetória de um assassino de aluguel (interpretado por Keaton) que é confrontado com o diagnóstico de demência. Determinado a se redimir de um passado ensanguentado e a ajudar seu filho (Marsden), o protagonista enfrenta uma batalha dupla contra as autoridades policiais e a progressão implacável da doença.

“Knox Goes Away” promete ser uma montanha-russa de emoções, explorando temas profundos de redenção, vínculos familiares e a corajosa luta contra adversidades intransponíveis. Com a estreia programada para 15 de março nos cinemas americanos, os espectadores aguardam com grande expectativa a oportunidade de imergir nessa poderosa narrativa. Embora ainda não haja confirmação sobre a data de lançamento no Brasil, a antecipação é palpável, pois aguardamos ansiosamente o momento em que este filme extraordinário chegará às telonas nacionais, prometendo uma experiência cinematográfica verdadeiramente memorável.

Crítica – O Dublê é uma jornada eletrizante pelos bastidores de hollywood

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O filme “O Dublê” mergulha de cabeça em um turbilhão de adrenalina e emoção, oferecendo aos espectadores uma experiência cinematográfica eletrizante e memorável. Com Ryan Gosling e Emily Blunt liderando o elenco, somos levados a uma jornada fascinante pelos intrincados bastidores de Hollywood, onde a linha entre realidade e ficção se desfaz em uma trama irresistível.

Sob a direção hábil de David Leitch, conhecido por seus trabalhos em filmes como “John Wick” e “Deadpool 2”, somos apresentados a Colt Seavers (interpretado por Gosling), um dublê experiente que se vê obrigado a abandonar sua carreira após um acidente devastador. Sua vida toma um rumo inesperado quando Olivia (interpretada por Blunt), uma roteirista talentosa e objeto de seu afeto, o convida a participar de seu mais recente projeto cinematográfico.

A partir desse ponto, somos levados a uma aventura emocionante e repleta de risadas, onde a química entre os personagens é palpável e as cenas de ação são de tirar o fôlego. Gosling e Blunt brilham em seus papéis, entregando performances envolventes que nos cativam do início ao fim.

A trilha sonora, cuidadosamente selecionada, eleva ainda mais a experiência do filme, com destaque para a envolvente “All too Well” de Taylor Swift, que se entrelaça de forma magistral com a história de amor dos protagonistas.

O longa não se contenta em ser apenas um filme de ação excepcional; ele transcende os limites do gênero ao apresentar uma narrativa complexa e em camadas, convidando o público a explorar temas como a importância dos dublês no cinema. O filme lança luz sobre esses profissionais muitas vezes esquecidos, destacando sua coragem e dedicação ao arriscar suas vidas para dar vida às cenas mais emocionantes das telonas.

Ao fazer isso, o filme nos faz refletir sobre a discrepância entre a fama dos atores e o anonimato dos dublês, oferecendo uma homenagem merecida a esses verdadeiros heróis por trás das câmeras. É uma lembrança poderosa de que, por trás de cada grande história cinematográfica, existe uma equipe talentosa e dedicada, trabalhando incansavelmente para criar a magia que vemos na tela grande.

Crítica – É Assim Que Acaba traz narrativa que se destaca entre os romances recentes

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O filme, estrelado por Blake Lively e Justin Baldoni, traz uma narrativa que se destaca entre os romances recentes no cinema. Baseado no livro homônimo da autora Colleen Hoover, o longa conta a história de Lily Bloom (Blake Lively), uma jovem que decide recomeçar a vida em Boston, onde abre uma floricultura. Logo após sua mudança, ela se encanta por Ryle (Justin Baldoni), um possível amor que parece promissor. No entanto, os traumas de infância de Lily desempenham um papel crucial na complexidade de seu relacionamento. Tudo parece perfeito até a chegada de Atlas (Brandon Sklenar), o primeiro grande amor de Lily, que abala o mundo que ela construiu ao lado de Ryle. Agora, Lily se vê diante de uma escolha difícil que poderá mudar sua vida.

Para quem conhece a história, o filme cria uma tensão constante desde o início, enquanto para os novos espectadores, o amor floresce em cada cena. A narrativa é contada principalmente a partir da perspectiva de Lily, o que, através do roteiro, da edição e do jogo de câmeras, proporciona uma imersão profunda na vida da protagonista. Essa abordagem permite que o espectador veja o mundo pelos olhos de Lily, questionando as nuances apresentadas e desenvolvendo uma empatia genuína pela personagem.

Blake Lively merece aplausos por sua interpretação impecável de Lily Bloom. Apesar das críticas iniciais sobre sua escolha para o papel, Lively entrega uma performance autêntica e emocionante, capturando a essência da personagem do livro. Sua escolha de expressões, timing nas piadas, e carisma enriquecem ainda mais a trama.

Um dos principais desafios do filme era retratar o passado de Lily de forma convincente. As cenas de flashback foram executadas com maestria, conectando-se de maneira coesa ao longo da narrativa e acrescentando camadas importantes à história. Kevin McKidd, que interpreta o pai de Lily, também merece destaque por sua performance intensa, especialmente em uma das cenas mais dramáticas do filme.

Crítica – Meu Filho, Nosso Mundo é uma reflexão entre gerações e identidades

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Dirigido por Tony Goldwyn, Meu Filho, Nosso Mundo oferece uma visão profunda e comovente das complexas dinâmicas familiares e das relações entre três gerações distintas. O filme é centrado em Max Brandel, interpretado por Bobby Cannavale, um pai que se esforça para superar um passado problemático e proporcionar uma vida melhor para seu filho Ezra, que vive com Transtorno do Espectro Autista. Max não apenas enfrenta os desafios diários de criar um filho com necessidades especiais, mas também lida com as heranças emocionais e ideológicas de sua própria infância.

A figura do avô, Stan, vivido por Robert De Niro, encarna a resistência às novas realidades e ao entendimento moderno do mundo. Sua dificuldade em aceitar as mudanças e a abordagem inovadora de Max destaca um conflito geracional significativo. Stan representa as tensões entre tradição e modernidade, levantando questões filosóficas sobre responsabilidade e ética na formação da identidade familiar.

A filosofia de Jean-Paul Sartre sobre liberdade e responsabilidade enriquece a narrativa do filme. Sartre argumenta que a liberdade está entrelaçada com a responsabilidade, e Max, ao tentar criar um ambiente onde seu filho possa desenvolver sua própria identidade, confronta as consequências de suas escolhas e limitações pessoais. Ele busca libertar-se das sombras do passado e construir um futuro diferente para Ezra, enquanto lida com a influência paternal de Stan.

O filme se destaca por sua abordagem sensível e respeitosa ao retratar o autismo. Em vez de tratar Ezra como uma mera condição a ser corrigida ou superada, o filme o apresenta como um indivíduo complexo, com suas próprias características e profundidades emocionais. A abordagem do diretor, Goldwyn, é particularmente notável por sua escolha estilística de alternar entre focar e desfocar personagens e cenários. Essa técnica visual não só ilustra a subjetividade da experiência de Ezra, mas também sublinha a riqueza e a complexidade das interações familiares.

A decisão de Goldwyn de utilizar essas técnicas visuais pode, a princípio, parecer artificial para alguns espectadores. No entanto, elas servem a um propósito mais profundo ao destacar a experiência interna e a percepção de Ezra, bem como a maneira como sua família interage e lida com sua condição. Através dessas escolhas estilísticas, o filme consegue criar um retrato mais inclusivo e genuíno do autismo, promovendo uma compreensão mais ampla e empática das dinâmicas familiares envolvidas. A narrativa, portanto, não apenas representa o autismo com maior sensibilidade, mas também enriquece o espectador com uma visão mais completa das complexidades emocionais e relacionais presentes na vida de Ezra e de sua família.

As atuações de Cannavale e De Niro intensificam a carga emocional do filme de maneira notável, oferecendo performances que vão além da superficialidade e mergulham profundamente nas dinâmicas familiares e nas lutas internas de cada personagem. Cannavale e De Niro trazem uma autenticidade e uma complexidade que ajudam a revelar as sutilezas das relações familiares, suas tensões, e suas nuances. A atuação de Cannavale é marcada por uma intensidade crua e vulnerável, enquanto De Niro oferece uma interpretação com um toque de sabedoria e gravidade.

Além disso, o filme trata o autismo com uma sensibilidade genuína e um respeito palpável. Em vez de reduzir o autismo a um estereótipo ou a um mero elemento narrativo, o filme promove uma maior conscientização ao explorar as nuances e os desafios enfrentados pelos indivíduos autistas e suas famílias. A abordagem é rica e humana, oferecendo uma visão detalhada e empática das experiências de vida, o que contribui para uma compreensão mais profunda e uma valorização das diversas formas de vivência e expressão. A representação honesta e cuidadosa do autismo ajuda a fomentar uma maior empatia e respeito pelo que é retratado, destacando a importância de um retrato autêntico e consciente na mídia.

O longa-metragem é uma exploração comovente e profunda das complexas interações entre gerações e da formação da identidade familiar. Através de uma perspectiva filosófica e uma representação cuidadosa, o filme convida o espectador a refletir sobre como as identidades são moldadas e transformadas pelos diálogos e conflitos dentro de uma família, oferecendo uma narrativa que é tanto emocional quanto intelectualmente provocativa.

Conversa com Bial recebe Rangel e Gabriel Godoy, atores da novela Família é Tudo

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Na madrugada desta quinta-feira, 29 de agosto de 2024, o programa promete uma conversa cativante com dois dos talentos mais vibrantes da dramaturgia brasileira: Daniel Rangel e Gabriel Godoy. Ambos fazem parte do elenco de Família é Tudo, a novela das 19h da Globo que vem conquistando o público com seu humor leve e personagens carismáticos. Durante o bate-papo com Pedro Bial, os atores compartilham suas experiências sobre a reta final da trama, refletem sobre o impacto dos personagens em suas trajetórias e discutem os desafios de lidar com o rótulo de galã.

Daniel Rangel tem se consolidado como uma das grandes promessas da nova geração da TV brasileira. Desde suas primeiras aparições em novelas como ‘Totalmente Demais’ e ‘Êta Mundo Bom’, o jovem ator mostrou que não veio para brincar. Seu papel no filme ‘Fala Comigo’, em 2016, onde interpretou um adolescente gay, foi um marco na carreira, lhe rendendo uma indicação ao prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival do Rio.

Mas foi em ‘Novo Mundo’, vivendo o príncipe Dom Miguel, que Daniel realmente chamou a atenção do público. O sucesso continuou em ‘Malhação: Vidas Brasileiras’, onde sua interpretação de Alex conquistou a audiência jovem. Nos anos seguintes, ele ampliou seu repertório, com destaque para o filme ‘Três Verões’ e a série ‘Eu, a Avó e a Boi’. Recentemente, brilhou na série musical ‘O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu’ no Disney+ e, em 2023, encantou os telespectadores como Júlio Medrado, em ‘Amor Perfeito’.

Gabriel Godoy é daqueles atores que não tem medo de explorar novos territórios. Com uma carreira marcada pela versatilidade, ele já se destacou tanto em comédias quanto em dramas. Em 2020, Gabriel se aventurou no terror com o filme ‘Assombro’ e, durante a pandemia, adaptou-se aos novos tempos ao gravar a websérie ‘Do Seu Lado’ e o longa ‘Fluxo’ diretamente de casa, ao lado de sua então namorada, Bruna Guerin.

De projetos experimentais como o curta LGBTQIA+ ‘Bem-vinda de Volta’ até áudiosséries como ‘Batman Despertar’, onde deu voz a um personagem, Gabriel está sempre se reinventando. Recentemente, participou de filmes como ‘O Sequestro do Voo 375’ e gravou o drama ‘As Vitrines’. Em 2023, ele já se prepara para o remake de ‘Dona Beja’, uma das produções mais aguardadas da HBO Max. Na novela ‘Família é Tudo’, ele dá vida a Chicão, mostrando mais uma vez sua habilidade de transitar entre diferentes gêneros.

No Conversa com Bial, Daniel Rangel e Gabriel Godoy abrem o coração sobre os desafios de ser rotulado como galã. Para Rangel, o equilíbrio entre o reconhecimento popular e a busca por personagens complexos é essencial. Já Godoy destaca a importância de se reinventar constantemente e de nunca perder o amor pela arte. Este episódio promete uma conversa inspiradora, com dois atores que, apesar da juventude, já colecionam papéis marcantes e histórias que servem de exemplo para quem sonha em trilhar o caminho da atuação.

O Telefone Preto 2 | Universal lança novo teaser e marca retorno do terror sobrenatural nas telas

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A Universal Pictures intensifica a expectativa dos fãs de terror com o lançamento de um novo teaser de O Telefone Preto 2, sequência do sucesso de 2021. O vídeo curto, divulgado oficialmente pelo estúdio, mostra o aterrorizante Sequestrador, interpretado por Ethan Hawke, assombrando novamente Finney Shaw (Mason Thames), trazendo à tona o clima sombrio que consagrou o primeiro filme.

O teaser, que já circula nas plataformas digitais, não revela detalhes da trama, mas reforça o tom sinistro da produção, deixando claro que o suspense e o horror psicológico serão mantidos na sequência. A Universal está promovendo o longa como “o começo de uma nova e sinistra franquia”, sinalizando planos de expansão do universo de O Telefone Preto e deixando os fãs ansiosos pelo que está por vir.

A sequência mantém a mesma dupla criativa do primeiro filme. Scott Derrickson, diretor do original, retorna para a direção e também assina o roteiro ao lado de C. Robert Cargill, ambos envolvidos também na produção. Essa continuidade promete preservar o estilo e a atmosfera que conquistaram público e crítica em 2021.

O primeiro filme introduziu Ethan Hawke como um serial killer aterrorizante que sequestra o jovem Finney, mantendo-o em um porão à prova de som. A tensão se intensifica quando Finney descobre um telefone preto preso à parede, através do qual consegue se comunicar com as vítimas anteriores do assassino. A premissa original se destacou pela combinação de suspense, terror sobrenatural e performances intensas, resultando em mais de US$161 milhões em bilheteria mundial e boa recepção crítica.

Embora poucos detalhes sobre a sequência tenham sido divulgados, sabe-se que a história continuará explorando o confronto entre Finney e o Sequestrador, aprofundando o universo sombrio e ameaçador estabelecido no primeiro filme. Além de Mason Thames e Ethan Hawke, o elenco inclui Madeleine McGraw como Gwen, Jeremy Davies como Terrence, Miguel Cazarez Mora como Robin e Demián Bichir, cuja participação adiciona ainda mais peso ao elenco.

A presença desses atores garante continuidade narrativa e mantém a conexão com os eventos que transformaram o primeiro filme em um sucesso. O desenvolvimento de novos personagens promete expandir a mitologia da história, mantendo o público envolvido e criando novos pontos de tensão que serão explorados no enredo.

Origem e desenvolvimento da sequência

A ideia de uma continuação surgiu ainda em 2022, quando Scott Derrickson revelou que o autor original do conto, Joe Hill, apresentou uma proposta de sequência que o deixou animado para dirigir caso o primeiro filme fosse bem-sucedido. O sucesso financeiro e crítico de The Black Phone serviu como catalisador para o desenvolvimento do projeto, e Hill afirmou que a inspiração para a sequência veio das “imagens icônicas” das máscaras do Grabber, personagem central do terror do primeiro longa.

Em novembro de 2023, o elenco principal foi confirmado para reprisar seus papéis, enquanto o roteiro, novamente assinado por Derrickson e Cargill, mantém a essência do terror psicológico que marcou a estreia. A produção da sequência começou sob o título provisório Mysterium, com filmagens principais realizadas em Toronto, entre novembro de 2024 e janeiro de 2025.

Produção e expectativa

O envolvimento direto de Derrickson e Cargill na produção garante consistência estética e narrativa, algo crucial para sequências de sucesso no gênero de terror. Além disso, a adição de Demián Bichir ao elenco acrescenta expectativa para novas camadas de suspense e personagens complexos, fortalecendo o impacto emocional e dramático da história.

O primeiro filme combinou elementos sobrenaturais com tensão psicológica, criando uma narrativa única que explorava o medo de forma inteligente, sem depender exclusivamente de sustos gratuitos. Espera-se que a sequência siga essa linha, mantendo o público preso à cadeira e ampliando a mitologia do universo criado por Joe Hill.

Lançamento

O Telefone Preto 2 tem estreia programada para 17 de outubro de 2025 nos Estados Unidos. No Brasil e em Portugal, o lançamento ocorrerá um dia antes, em 16 de outubro, com distribuição em Portugal pela Cinemundo. Essa estratégia permite que os fãs internacionais aproveitem a experiência quase simultaneamente, aumentando o impacto da estreia e a repercussão nas redes sociais.

A data escolhida para outubro também aproveita o período de Halloween, tradicionalmente associado ao gênero de terror, o que potencializa o interesse do público e a performance de bilheteria.

Conversa com Bial de 24/11/2022, entrevista Tina Brown

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No “Conversa com Bial” de 24/11/2022, quinta-feira, o apresentador Pedro Bial entrevista Tina Brown. A entrevista vai ao ar a partir das 1h20, após o “Jornal da Globo”.

Autora de “Diana, Crônicas Íntimas”, a escritora britânica Tina Brown bate um papo com Pedro Bial no “Conversa com Bial” sobre seu novo livro, “Os arquivos do palácio – Por dentro da Casa Windsor: A verdade e a voragem”, uma biografia da Família Real.

Aos vinte e cinco anos, Tina Brown tornou-se editora da revista Tatler e cresceu na indústria da mídia norte-americana enquanto trabalhou como editora para as revistas Vanity Fair (1984-1992) e The New Yorker (1992-1998). Ela já conquistou vários prêmios, entre eles o National Magazine Award.

Pedro Bial vai conversar com Tina Brown sobre diversos assuntos, como suas obras lançadas e entre outros projetos da autora. Tina Brown adquiriu cidadania norte-americana em 2005. Ela é casada com o também jornalista Sir Harold Evans desde 1981.

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