Criador de The Boys afirma que 5ª temporada será insana

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A aclamada série “The Boys” ainda se prepara para a estreia de sua quarta temporada, mas os fãs já podem se animar com a notícia de que a quinta temporada está oficialmente em desenvolvimento. A Amazon deu o sinal verde, e os trabalhos já estão a todo vapor. Em entrevista ao ScreenRant, o criador da série, Eric Kripke, revelou que os roteiros da nova temporada começaram a ser escritos e prometeu que os episódios serão ainda mais insanos do que tudo que o seriado já mostrou até agora.

“Nós estamos trabalhando na sala de roteiristas há um mês, então já temos umas ideias bem legais,” declarou Kripke. “É um negócio instável como lava. No momento, ele ainda não se solidificou em algo, mas estou muito animado. Eu acho que há umas paradas bem malucas sendo faladas, com certeza.”

Desde a conclusão de sua terceira temporada no meio de 2022, “The Boys” deixou os espectadores ansiosos por mais aventuras dos super-heróis disfuncionais. Durante esse período, a série ganhou um spin-off intitulado “Gen V”, que expandiu ainda mais o universo criado por Kripke. Todos os episódios da franquia estão disponíveis para streaming no Prime Video, permitindo que os fãs revisitem suas cenas favoritas enquanto aguardam as novas temporadas.

A quarta temporada de “The Boys” promete continuar a partir dos eventos intensos de “Gen V”. Segundo informações, a nova temporada começará um mês após o finale de “Gen V” e está marcada para estrear no dia 13 de junho. Com a promessa de episódios ainda mais ousados e uma trama cheia de reviravoltas, a expectativa é alta entre os fãs da série.

“The Boys” se destacou por sua abordagem única e crítica aos super-heróis, apresentando personagens complexos e moralmente ambíguos. A confirmação da quinta temporada reafirma o sucesso contínuo da série e a confiança da Amazon no potencial da narrativa criada por Kripke. A antecipação por novos episódios é um testemunho do impacto cultural que “The Boys” tem tido desde sua estreia, cativando audiências com suas histórias provocativas e cenas memoráveis.

Os fãs podem esperar por mais detalhes à medida que a produção avança, mas uma coisa é certa: “The Boys” continuará a desafiar expectativas e proporcionar entretenimento de alta qualidade com sua mistura de ação, drama e sátira.

A série “The Boys” tornou-se um fenômeno cultural, conquistando uma base de fãs dedicada e crítica ao mesmo tempo. Seu sucesso é atribuído não apenas ao enredo envolvente e personagens bem desenvolvidos, mas também à sua capacidade de abordar temas sociais e políticos contemporâneos através de uma lente satírica. A promessa de uma quinta temporada ainda mais ousada e criativa só aumenta a expectativa e o entusiasmo em torno da série. Com Kripke e sua equipe comprometidos em trazer novas histórias surpreendentes e provocativas, “The Boys” continua a consolidar seu lugar como uma das séries mais inovadoras e comentadas da televisão atual.

Furiosa: Uma Saga Mad Max lidera semana fraca na bilheteria dos Estados Unidos

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O tradicionalmente movimentado final de semana do Memorial Day nos Estados Unidos não conseguiu reverter o cenário desafiador das bilheterias americanas. Este ano, a arrecadação total foi a mais baixa dos últimos 30 anos, desconsiderando o ano atípico de 2020, marcado pela pandemia. Mesmo com grandes lançamentos, como Furiosa: Uma Saga Mad Max e Garfield – Fora de Casa, a resposta do público ficou abaixo do esperado.

“Furiosa: Uma Saga Mad Max”, prelúdio do aclamado “Mad Max: Estrada da Fúria” e dirigido pelo renomado George Miller, liderou as bilheterias do fim de semana, arrecadando US$ 25,5 milhões. No entanto, esse montante foi significativamente inferior às expectativas dos analistas, que previam uma abertura em torno de US$ 40 milhões. O desempenho decepcionante coloca em xeque a capacidade de atratividade dos prelúdios em comparação com os filmes principais da franquia. A produção, que conta com Anya Taylor-Joy no papel principal, tinha a expectativa de capitalizar sobre o sucesso crítico e comercial de “Estrada da Fúria”, mas acabou por enfrentar desafios imprevistos.

A animação “Garfield – Fora de Casa” conseguiu alcançar as expectativas de mercado, arrecadando US$ 24,7 milhões. Embora tenha sido um valor alinhado às previsões, a performance não foi suficiente para impulsionar significativamente a bilheteria total do fim de semana. A disputa pelo topo da arrecadação promete ser acirrada com o feriado do Memorial Day prolongando a competição entre os dois filmes. “Garfield – Fora de Casa” contou com a voz de Chris Pratt no papel do icônico gato, o que gerou grande expectativa entre os fãs.

A última vez que a bilheteria americana registrou um desempenho tão fraco no Memorial Day, excluindo 2020, foi em 1995, quando “Gasparzinho, o Fantasminha Camarada” arrecadou US$ 22,5 milhões. Esse valor, não ajustado pela inflação, ressalta ainda mais os desafios atuais enfrentados pela indústria cinematográfica. A comparação histórica evidencia como o mercado mudou e como a indústria enfrenta uma nova realidade de consumo pós-pandemia.

Outro destaque do fim de semana foi “Amigos Imaginários”, que teve uma queda acentuada de 52% nas vendas de ingressos em sua segunda semana, arrecadando US$ 16,1 milhões e acumulando um total de US$ 58 milhões. A queda abrupta sublinha a dificuldade em manter o interesse do público após a semana de estreia. Este filme, uma comédia dramática que explora a relação entre crianças e seus amigos imaginários, teve uma estreia promissora, mas não conseguiu sustentar o momentum inicial.

Entre as boas notícias, a comédia “Babes” conseguiu desbancar “Back to Black”, conquistando a nona posição no ranking em sua segunda semana em cartaz. O filme expandiu sua distribuição para 589 salas nos Estados Unidos, arrecadando pouco mais de US$ 1 milhão. Este resultado, embora modesto, representa uma conquista significativa em um mercado competitivo. “Babes”, uma comédia sobre um grupo de amigas de infância que se reencontram em uma viagem, tem sido elogiada pela crítica pela sua abordagem leve e divertida.

Os resultados deste fim de semana refletem um momento crucial para a indústria cinematográfica americana, que ainda busca se recuperar no cenário pós-pandêmico. A competição acirrada entre grandes lançamentos e o desempenho inesperado de alguns filmes apontam para um período decisivo nos próximos meses. A capacidade dos estúdios de atrair o público de volta aos cinemas será determinante para o futuro do setor, que enfrenta a tarefa de se reinventar e reconquistar a confiança dos espectadores. Com a crescente popularidade dos serviços de streaming e mudanças nos hábitos de consumo de entretenimento, os próximos meses serão fundamentais para definir a trajetória da indústria.

The Girls on the Bus é cancelada pela Max após uma temporada

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A série original da Max, “Girls on the Bus”, estrelada por Melissa Benoist (As Garotas do Ônibus: Jornalistas de Campanha e Glee: Em Busca da Fama), foi cancelada após apenas uma temporada, conforme relatado pela Variety. A plataforma confirmou oficialmente o cancelamento da série “Girls on the Bus” em um comunicado à imprensa. A produção, que contava com um elenco de talentos como Melissa Benoist, Carla Gugino, Natasha Behnam e Christina Elmore, não será renovada para uma segunda temporada.

Em um comunicado, a Max expressou seu agradecimento à equipe de produção e elenco da série: “Embora a Max não avance com uma segunda temporada de ‘Girls on the Bus’, estamos gratos por colaborar com as imensamente talentosas Amy Chozick, Julie Plec, Rina Mimoun, bem como as equipes da Berlanti Productions e Warner Bros. Television. Estamos muito orgulhosos desta história poderosa de família encontrada e da celebração do jornalismo, em todas as suas formas. Agradecemos a elas e ao nosso elenco incomparável por todo o trabalho incrível e colaboração.”

Pensada como um estudo de personagem, a série acompanhava quatro jornalistas — Melissa Benoist, Carla Gugino, Natasha Behnam e Christina Elmore — que seguem cada movimento de candidatos à presidência falhos enquanto cruzam caminhos com amizade, amor e escândalo. Escrita por Julie Plec e Amy Chozick, “The Girls on the Bus” foi originalmente desenvolvida para a Netflix. A série é inspirada no capítulo homônimo do livro “Chasing Hillary”, de Chozick.

A série estadunidense “The Girls on the Bus” está agora disponível para os assinantes na plataforma de streaming Max. A série, baseada no livro de Amy Chozick, segue um grupo de jornalistas ambiciosas enquanto relatam as campanhas presidenciais nos Estados Unidos.

No Altas Horas, Serginho Groisman recebe Eduardo Dusek, Titãs, Seu Jorge, Beto Lee, Ritchie, Ana Cañas e Duda Brack

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A música brasileira, rica em diversidade e autenticidade, sempre foi marcada por personalidades que encontraram formas únicas de expressar sua arte. Uma dessas figuras icônicas é Ney Matogrosso, cuja carreira será celebrada no próximo episódio do programa Altas Horas. No sábado, dia 25, o programa, apresentado por Serginho Groisman, reunirá amigos e colegas de Ney em uma noite repleta de emoções, histórias inéditas e performances inesquecíveis.

O episódio promete proporcionar encontros emocionantes de Ney com amigos de longa data. Entre os convidados especiais está o músico Roberto de Carvalho, que compartilhará uma história inédita sobre como Ney apresentou Rita Lee a ele, catalisando um relacionamento que marcaria a história da música brasileira. Após quatro décadas sem se encontrarem, Ney e Roberto apresentarão juntos a canção “Bandido Corazon”, composta por Rita Lee especialmente para Ney. “Não canto essa música há muitos anos”, comentou Ney, destacando a atemporalidade de sua arte.

A noite será também marcada por performances especiais. Roberto de Carvalho se unirá a uma banda composta por Beto Lee, Tony Belotto, Branco Mello e Sergio Britto, estes últimos membros dos Titãs, para uma interpretação da icônica “Comida”. Sergio Britto expressou sua gratidão pelo apoio de Ney às novas gerações de músicos, lembrando como sua gravação de músicas do Barão Vermelho e dos Titãs ajudou a moldar a percepção sobre a nova geração musical nos anos 1980.

Eduardo Dusek, diagnosticado com Mal de Parkinson em 2015, fará uma participação especial para celebrar sua amizade com Ney, relembrando histórias dos anos 1970, quando Ney começou a se destacar com suas apresentações vibrantes e uso de maquiagem inspirado no teatro, elemento que se tornaria uma marca registrada. Em homenagem ao amigo, Dusek cantará “Seu Tipo”, trazendo uma carga emocional especial ao programa.

Outro destaque do programa será a presença de Seu Jorge, que expressará sua admiração por Ney Matogrosso: “O Ney é com certeza uma grande referência, é muito importante para a história da nossa música”. Seu Jorge interpretará uma versão de “Rosa de Hiroshima”, adicionando seu toque único à homenagem.

Ana Cañas, que conheceu Ney durante a gravação do ‘Som Brasil’ em 2008, também marcará presença, cantando “Como 2 e 2”. Ritchie compartilhará a história de seu encontro com Ney e apresentará “Fala”, enquanto Duda Brack falará sobre o projeto “Primavera dos Dentes”, um álbum de releituras do grupo Secos & Molhados, do qual Ney fez parte, e apresentará “O Vira”.

Ney Matogrosso também performará alguns de seus maiores sucessos, como “Sangue Latino”, “Eu Quero Botar Meu Bloco na Rua” e “Pavão Mysteriozo”, prometendo momentos inesquecíveis para os espectadores. A noite será uma celebração da carreira e do legado de Ney Matogrosso, relembrando e revivendo os momentos que o tornaram uma das figuras mais icônicas da música brasileira.

O ‘Altas Horas’, apresentado por Serginho Groisman e com direção geral de Serginho Groisman e Adriano Ricco, vai ao ar logo após o programa ‘Renascer’. A noite promete ser repleta de emoção, música e histórias inspiradoras, celebrando a trajetória singular de Ney Matogrosso e seu impacto duradouro na música brasileira.

As informações são da TV Globo.

Crítica: Furiosa – Uma Saga Mad Max traz ação e sequências eletrizantes

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Ao tratar da expansão de grandes franquias do passado, como o revival do excelente “Mad Max: Estrada da Fúria”, sempre temos um certo receio. Não por falta de mérito ou por sermos excessivamente exigentes, mas devido a experiências decepcionantes no cinema com produções de grande orçamento que não correspondem às expectativas. Mesmo confiando na palavra de George Miller e em seus trabalhos, muitas vezes impecáveis, é comum não nos empolgarmos tanto com projetos como “Furiosa”.

Mas seria ousado afirmar que o que vi na tela foi tão grandioso quanto seu filme antecessor? Seria loucura dizer que a épica história da jornada da Imperatriz Furiosa me deixou ainda mais satisfeito do que fiquei com “Estrada da Fúria”? Bem, pode parecer insano, mas afirmo com todas as letras que, para mim, esse sentimento foi real. O filme é um projeto que honra com grandeza o revival de 2015, de tal maneira que, na estreia em que estive presente, todos aplaudiram o filme, e isso me deixou muito entusiasmado.

Para atrizes como Anya Taylor-Joy se envolverem em um blockbuster, no mínimo, espera-se um roteiro à altura de seu talento. Não acho que ela, atualmente, faria parte de projetos medíocres ou sem prestígio. Quanto a isso, nos sentimos seguros em ir ao cinema, preparados para nos depararmos com um espetáculo visual, considerando que o universo de Mad Max exige esse tipo de característica. A cada segundo de tela com Furiosa, nos sentimos tão encantados com a proposta entregue que é difícil encontrar qualquer motivo para reclamação. Não se enganem com a doçura e aura angelical de Anya; quando caracterizada como Furiosa, ela se transforma completamente. Ela encarna uma personagem feroz, raivosa, cheia de ódio e com habilidades notáveis, a ponto de que Charlize Theron, intérprete anterior da Furiosa em 2015, deve ter ficado orgulhosa do que Anya entregou neste filme.

O filme nos apresenta uma longa introdução à origem de Furiosa. Os primeiros minutos já são repletos de ação e sequências eletrizantes, mas essa introdução se estende ao longo do filme. É nesse período que conhecemos os demais personagens da história, como Chris Hemsworth, que interpreta Dementus, o principal antagonista dessa jornada épica. No começo, demorei um pouco para reconhecê-lo, visto que sua caracterização o eleva ao patamar do filme. Não é como se estivéssemos vendo Thor (Marvel), mas um personagem totalmente novo, que dificilmente seria interpretado de maneira tão convincente por um ator desconhecido. Dito isso, afirmo que Furiosa encontrou um inimigo à altura para desenvolver sua história de dor, ação e vingança.

No entanto, devo mencionar algo que me incomodou: a introdução apresentando Furiosa quando criança (brilhantemente interpretada por Alyla Browne) é tão longa e maçante que me questionei várias vezes durante o filme se, em algum momento, realmente veríamos Anya aparecer. Creio que uma introdução de aproximadamente uma hora não cabe aqui, dado que o ritmo do filme é super acelerado, e isso é o que esperamos. Uma duração tão extensa para contar sua fase infantil se torna entediante. Não que eu odeie essa característica, mas no caso dela, não me senti confortável.

O filme não se apoia em easter eggs exagerados, como inúmeras referências ao filme de 2015. Não precisamos disso para aproveitar. Vi o longa ao lado de alguém que há muito tempo não assistia às obras do universo Mad Max e, mesmo assim, se sentiu tranquilo, sem achar que precisava estar familiarizado com os filmes anteriores para entender as referências. Como se trata de um prequel, é comum pensar que alguns elementos da narrativa seriam necessários para nos familiarizarmos com o projeto, mas isso não foi preciso. George Miller trabalha de maneira tão coesa que a satisfação de todos que assistem ao filme é notória.

Quanto ao visual do filme, temos mais do mesmo, mas isso não é algo ruim. O universo de Mad Max nos convence por sua autenticidade, e isso é mantido no filme. Claro, temos várias novidades nas cenas de ação, com técnicas e golpes diferenciados e criativos, mas de uma forma que sentimos que fazem parte do universo e nos mantêm entretidos ao longo de suas 2 horas e 29 minutos. Em determinados momentos, me perguntei se o que estava vendo era efeito prático ou CGI, mas apenas por curiosidade. Nada disso afeta o ritmo do filme; muito pelo contrário, agrega valor e o torna ainda mais grandioso. O filme nos oferece sequências de ação de tirar o fôlego, nos mantendo presos na cadeira de tão empolgante que é.

Talvez este seja um dos filmes mais esperados por muitas pessoas, o que não era o caso para mim, mas com certeza é um dos melhores filmes do ano, e não tenho mais nada a acrescentar.

Gravações de Dwayne Johnson em Moana 2 são finalizadas

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O astro de Hollywood, Dwayne Johnson, mais conhecido pelo seu apelido “The Rock”, anunciou oficialmente o término das gravações de sua parte no filme “Moana 2”. Em uma postagem no Instagram, Johnson compartilhou fotos dos bastidores e refletiu sobre a experiência de reprisar seu papel como o semideus Maui. Veja a seguir a tradução da mensagem emocionada do ator.

“Esse é oficialmente o encerramento (por ora) da parte de Maui para Moana 2. Como você pode ver (nas imagens), eu tive a melhor motivação possível para me ajudar a realizar o trabalho e permanecer forte. Quanto mais eu viajo pela sinuosa estrada da vida, mais percebo que minha maior e mais reconfortante inspiração e alegria é ser amado por minhas filhas. Tenho a sensação de que esta pequena já sabe isso sobre o pai. Obrigado a todos pelo seu incrível apoio”.

A publicação de Johnson rapidamente ganhou destaque entre os fãs e a mídia, com muitos expressando entusiasmo pelo retorno de seu personagem carismático. Além disso, o ator confirmou que seu próximo projeto será a adaptação live-action de “Moana”, já em andamento.

O primeiro filme, “Moana”, lançado em 2016, foi um enorme sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 643,3 milhões mundialmente. A animação também recebeu aclamação da crítica, sendo indicada ao Oscar de Melhor Animação e Melhor Canção Original, com trilha sonora composta por Lin-Manuel Miranda, que trouxe um toque único à produção.

A história de “Moana” se passa em um antigo mundo no Pacífico Sul, onde a corajosa adolescente Moana (dublada por Auliʻi Cravalho) embarca em uma épica jornada em busca de uma lendária ilha. Ao longo do caminho, ela une forças com seu herói, o semideus Maui (Dwayne Johnson). Juntos, eles enfrentam criaturas marinhas, exploram mundos submersos e descobrem uma antiga cultura cheia de mistérios.

“Moana 2” promete continuar a mágica jornada de sua protagonista e trazer novas aventuras. Com Dwayne Johnson retornando ao papel de Maui, a expectativa dos fãs é alta para ver como a história se desenrolará. A Disney, conhecida por sua habilidade em criar sequências emocionantes, tem mantido os detalhes do enredo em segredo, aumentando ainda mais a curiosidade e a antecipação do público.

Além disso, a Disney já está trabalhando em uma versão live-action da animação original, com estreia marcada para 27 de novembro. Este projeto é aguardado com grande entusiasmo, considerando o sucesso das adaptações anteriores da Disney e a popularidade contínua de “Moana”. O live-action promete trazer uma nova dimensão à história, combinando tecnologia de ponta com o charme da narrativa original.

Desde seu lançamento, “Moana” tem tido um impacto significativo na cultura pop e na representação das culturas polinésias no cinema. O filme foi elogiado por sua autenticidade cultural e pelo modo como celebrou a herança do Pacífico Sul. A sequência e a adaptação live-action são vistas como oportunidades para continuar essa celebração e explorar novas histórias e personagens dentro desse rico universo cultural.

Crítica – Fúria Primitiva é uma jornada de vingança repleta de ação e suspense

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“Fúria Primitiva” traz uma trama intensa e envolvente, centrada em Bob, um homem cuja vida é virada de cabeça para baixo após a trágica morte de sua família. Desde o primeiro momento, a jornada de vingança de Bob prende a atenção do espectador, criando uma conexão emocional imediata e poderosa.

A narrativa é impulsionada pela busca incansável de Bob pelo assassino de sua mãe, um caminho repleto de cenas de ação eletrizantes e suspense de tirar o fôlego. Cada confronto e reviravolta são cuidadosamente construídos para manter o público na ponta da cadeira, gerando uma tensão constante que permeia todo o filme.

As sequências de luta são coreografadas com precisão e intensidade, destacando a habilidade do diretor em criar cenas de ação visualmente impactantes. O suspense é habilmente dosado, mantendo o espectador em um estado de alerta constante, sem nunca perder o ritmo.

No entanto, apesar de seus méritos em termos de entretenimento e execução técnica, o filme enfrenta dificuldades em se destacar em um gênero saturado de histórias de vingança. A trama, embora bem construída, segue uma fórmula já bastante explorada, sem oferecer elementos distintivos que a elevem acima da média. Faltam surpresas verdadeiramente inovadoras ou um aprofundamento psicológico mais profundo dos personagens que poderiam diferenciar o filme de outros semelhantes.

Ainda assim, o longa-metragem cumpre seu propósito de entreter e satisfazer os fãs de filmes de ação e vingança. A performance convincente do elenco e a direção eficaz garantem uma experiência cinematográfica emocionante, mesmo que não memorável. Para aqueles que buscam uma dose de adrenalina e suspense, o filme entrega exatamente isso, ainda que não deixe uma marca duradoura no panorama do cinema de ação.

Trailer de Deadpool & Wolverine dublado apresenta nova voz de Logan

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Na manhã desta segunda-feira, dia 20 de maio, os fãs do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) foram presenteados com uma grande surpresa: o Marvel Studios lançou a versão dublada do aguardado trailer de “Deadpool & Wolverine”. Este lançamento trouxe uma notícia emocionante e nostálgica para os admiradores da franquia: Luiz Feier Motta será o novo dublador de Logan nos cinemas. Abaixo, confira o trailer:

Motta não é um estranho ao papel, tendo anteriormente emprestado sua voz ao icônico personagem nas animações “X-Men Evolution” e na série “X-Men ’97”. Ele agora assume o posto deixado por Isaac Bardavid, uma lenda da dublagem nacional que foi a voz oficial de Logan até seu falecimento em 2022. Bardavid deixou um legado imenso e seu trabalho continua sendo reverenciado pelos fãs e pela indústria de dublagem no Brasil.

“Deadpool & Wolverine” marca o primeiro filme do anti-herói Deadpool desde a aquisição da Fox pela Disney, o que significa que o longa se integra oficialmente à cronologia do MCU. Sob a direção de Shawn Levy, conhecido por seu trabalho em “Projeto Adam”, o filme promete uma combinação única de ação, humor e emoção.

Além dos protagonistas Ryan Reynolds, como Deadpool, e Hugh Jackman, retornando ao papel de Wolverine, o elenco do filme conta com nomes de peso. Emma Corrin, conhecida por sua interpretação de Lady Diana em “The Crown”, Morena Baccarin, Jennifer Garner e Rob Delaney são algumas das estrelas confirmadas.

A expectativa para “Deadpool & Wolverine” é enorme. A estreia está marcada para o dia 26 de julho, e com a combinação de personagens queridos, um elenco estelar e a promessa de integrar a narrativa ao MCU, o filme tem tudo para ser um dos grandes sucessos do ano. O retorno de Jackman como Wolverine ao lado do irreverente Deadpool de Reynolds é um evento cinematográfico que os fãs aguardam com ansiedade. Este filme não apenas celebra o legado dos personagens, mas também abre novas possibilidades para o futuro do MCU.

Com a integração de “Deadpool & Wolverine” ao MCU, os fãs podem esperar um novo nível de interação entre os personagens que adoram. O filme promete trazer não apenas batalhas épicas e cenas de ação de tirar o fôlego, mas também o humor característico de Deadpool, que conquistou uma base de fãs leal ao longo dos anos.

A introdução de Luiz Feier Motta como a nova voz de Logan adiciona uma camada adicional de emoção para os fãs brasileiros. A escolha de Motta respeita a tradição de excelência na dublagem brasileira, ao mesmo tempo em que honra o legado de Isaac Bardavid. A transição promete ser suave, dado o histórico de Motta com o personagem.

Steve Carell será protagonista de nova comédia da HBO

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A emissora estadunidense HBO, em parceria com a Warner Bros., está prestes a lançar uma nova série de comédia que promete cativar o público com risadas e emoções intensas. Com um pedido inicial de dez episódios, o projeto, ainda sem título revelado, será protagonizado por Steve Carell, conhecido por seu papel icônico como o personagem inesquecível Michael Scott na série “The Office“.

A série será escrita por Bill Lawrence, o aclamado criador de “Ted Lasso”, e Matt Tarses, reconhecido por seu trabalho em “The Goldbergs”. Descrita como uma comédia colegial, a produção seguirá o tradicional formato de trinta minutos por episódio. Amy Gravitt, vice-presidente executiva de programação de comédia da HBO, expressou seu entusiasmo sobre a série: “A união de Steve Carell e Bill Lawrence promete trazer grandes risadas, calor humano e charme. Estamos empolgados de ser a casa dessa parceria”.

Steve Carell, que conquistou fama mundial como o desajeitado e hilário Michael Scott em “The Office”, está de volta ao gênero que alavancou sua carreira. “The Office”, que explorava o cotidiano de uma empresa de papel na Pensilvânia, tornou-se um marco na televisão, oferecendo um olhar cômico e sincero sobre o ambiente de trabalho. A série foi fundamental para estabelecer Carell como um dos nomes mais queridos e respeitados da comédia.

Além de seu trabalho em “The Office”, Carell também brilhou em diversas produções cinematográficas e televisivas, solidificando sua posição como um dos principais atores do entretenimento contemporâneo. Seu retorno à televisão, especialmente sob a direção de criadores talentosos como Lawrence e Tarses, tem gerado grande expectativa tanto entre fãs quanto críticos.

A nova série da HBO, embora ainda envolta em mistério quanto ao título e detalhes específicos da trama, promete oferecer uma perspectiva fresca e envolvente ao gênero colegial. Com a combinação do humor característico de Steve Carell e a maestria narrativa de Bill Lawrence e Matt Tarses, a expectativa é que o programa traga não apenas risadas, mas também momentos tocantes e personagens memoráveis.

Onde posso assistir a série The Office?

Para os fãs ansiosos para revisitar as hilárias e memoráveis aventuras de Michael Scott e sua peculiar equipe da Dunder Mifflin, há boas notícias: “The Office” está disponível em várias plataformas de streaming. Os episódios dessa icônica série de comédia podem ser assistidos no Netflix, Prime Video, Paramount+ e HBO Max. Além de proporcionar inúmeras gargalhadas, “The Office” oferece uma visão satírica do ambiente de trabalho e das relações interpessoais, tornando-se um clássico adorado por muitos. Com um elenco talentoso liderado por Steve Carell, a série conquistou um lugar especial no coração dos espectadores ao redor do mundo.

Vitrine Filmes apresenta trailer do filme 13 Sentimentos

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Nesta segunda-feira, 20 de maio, a Vitrine Filmes divulgou o aguardado trailer oficial de “13 Sentimentos”, o mais recente filme do aclamado diretor Daniel Ribeiro, conhecido por seu sucesso anterior “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”. Este novo romance promete emocionar o público com uma história profunda e sensível, explorando as complexidades do amor e da amizade. Abaixo, confira o vídeo:

“13 Sentimentos” centra-se em João, interpretado por Artur Volpi, conhecido por seu papel em “Segunda Chamada”. João é um jovem cineasta que, após o término de um relacionamento de 10 anos, enfrenta os desafios emocionais da separação. Apesar do rompimento, ele mantém uma amizade próxima com seu ex-namorado. Em meio a essa fase turbulenta, João conhece Vitor, vivido por Michel Joelsas, famoso por “Que Horas Ela Volta?”. O encontro com Vitor desperta uma paixão à primeira vista, iniciando uma nova jornada de autodescoberta e amor.

Daniel Ribeiro, além de dirigir, também assina o roteiro de “13 Sentimentos”. O filme é inspirado em sua própria vida, especialmente no término de seu relacionamento com o também diretor Rafael Gomes, de “45 Dias Sem Você”. Essa inclusão de elementos autobiográficos confere ao filme uma profundidade emocional única, permitindo ao público uma conexão mais intensa com a história e seus personagens.

“13 Sentimentos” é a segunda parte de uma trilogia dedicada aos diferentes aspectos dos relacionamentos. O primeiro filme, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho” (2014), conquistou sucesso internacional e está disponível na Netflix e no Telecine. O terceiro e último filme da trilogia, intitulado “Amanda e Caio”, ainda não tem data de estreia definida, mas pretende abordar o relacionamento entre dois jovens transgêneros, interpretados por Alice Marcone e Gabriel Lodi.

Com “13 Sentimentos”, Daniel Ribeiro continua a explorar as nuances do amor e da amizade, oferecendo uma narrativa rica e autêntica que reflete suas próprias experiências pessoais e profissionais. Este novo filme tem tudo para se tornar mais um marco na cinematografia LGBTQIA+, destacando-se pela sua sinceridade e riqueza emocional.

Os fãs de Daniel Ribeiro e do cinema LGBTQIA+ poderão conferir “13 Sentimentos” nas telonas a partir do dia 13 de junho. Este lançamento marca o retorno de Ribeiro à direção de longas-metragens após uma década, trazendo consigo uma obra que promete tocar profundamente o coração do público e consolidar ainda mais sua posição como um dos principais cineastas brasileiros da atualidade.

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