A Globo exibe nesta segunda, 11 de maio, o filme Mais Que Vencedores na Sessão da Tarde, trazendo para a programação da tarde uma história que mistura esporte, drama e uma forte mensagem de superação pessoal. Lançado originalmente em 2019 com o título Overcomer, o longa faz parte do cinema cristão norte-americano e aposta em uma narrativa mais emocional, centrada em escolhas, identidade e persistência diante das dificuldades.

O filme acompanha John Harrison, interpretado por Alex Kendrick, um treinador de basquete que vê sua vida mudar quando a escola onde trabalha começa a perder alunos e famílias deixam a cidade por conta de problemas econômicos. Sem opções, ele acaba sendo direcionado a uma nova função inesperada: treinar corrida de longa distância. É nesse cenário que ele conhece Hannah Scott, vivida por Aryn Wright-Thompson, uma adolescente com asma que, apesar das limitações físicas, tenta encontrar seu espaço no esporte e na própria vida.

A relação entre os dois se desenvolve de forma gradual, indo muito além do ambiente esportivo. O que começa como um desafio técnico dentro das pistas de corrida acaba se tornando uma jornada de autoconhecimento, onde tanto treinador quanto atleta passam a lidar com suas próprias inseguranças e questionamentos. O filme aposta justamente nessa conexão humana para construir sua narrativa, sem depender de grandes reviravoltas ou ação intensa.

O elenco ainda conta com Shari Rigby, Priscilla Shirer, Cameron Arnett e Jack Sterner, que ajudam a reforçar o lado familiar e comunitário da história, um dos elementos mais presentes na produção. Cada personagem contribui de alguma forma para o desenvolvimento emocional dos protagonistas, criando um ambiente mais intimista e focado em relações humanas.

Dirigido por Alex Kendrick, o filme foi produzido com orçamento de aproximadamente US$ 5 milhões e conseguiu uma arrecadação em torno de US$ 38 milhões, resultado considerado positivo dentro do circuito de cinema cristão. A produção se destaca por apostar em uma abordagem simples, mas direta, focada em valores como fé, resiliência e propósito.

Na terça, 11 de maio, o filme A Redenção a coloca os espectadores dentro de uma grande emergência industrial, quando um acidente em uma refinaria desencadeia uma sequência de explosões e incêndios que se espalham rapidamente e colocam uma cidade inteira em risco.

Originalmente lançado como Lie Huo Ying Xiong (The Bravest), o filme é uma produção chinesa de 2019 dirigida por Tony Chan e baseada no livro de não ficção Zuishen De Shui Shi Leishui, do autor Bao’erji Yuanye. A história tem como ponto de partida o vazamento de óleo no porto de Xingang, evento real que inspirou a construção de um drama sobre coragem, perdas e decisões tomadas sob extrema pressão.

A narrativa acompanha uma equipe de bombeiros que é acionada após a explosão de um oleoduto na cidade de Dalian, na China. O que começa como uma ocorrência grave rapidamente se transforma em uma crise de grandes proporções, com incêndios se espalhando pela região e explosões que dificultam qualquer tentativa de controle imediato. No centro da história estão profissionais que precisam agir em condições extremas, enquanto o tempo se torna o maior inimigo.

O elenco conta com Huang Xiaoming, Yang Zi, Jiang Du e Zhuo Tan, que interpretam bombeiros e personagens diretamente envolvidos na tragédia. A direção de Tony Chan aposta em uma abordagem mais intensa, focada na tensão constante e no impacto humano por trás das operações de resgate.

Além do aspecto dramático, o filme também se destacou na China como um dos títulos lançados durante as comemorações do 70º aniversário da República Popular da China. Lançado em 2019, ele teve forte desempenho nas bilheteiras, arrecadando mais de 1,7 bilhão de yuans, cerca de 244 milhões de dólares, o que reforça seu alcance no mercado local.

A Sessão da Tarde de quarta, 13 de maio, o filme Estrelas Além do Tempo, uma produção baseada em fatos reais que resgata um capítulo importante, e por muito tempo pouco falado, da corrida espacial. O longa mostra como três matemáticas negras tiveram papel decisivo em projetos da NASA, mesmo enfrentando um ambiente marcado por racismo e desigualdade de gênero.

Lançado originalmente como Hidden Figures, o filme é um drama biográfico de 2016 dirigido por Theodore Melfi e inspirado no livro de Margot Lee Shetterly. A história acompanha Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, três mulheres que ajudaram a calcular trajetórias fundamentais para missões espaciais dos Estados Unidos, em um período em que a presença feminina e negra em áreas científicas era constantemente subestimada.

A trama se desenvolve no auge da corrida espacial, quando a NASA intensificava seus esforços para competir com a União Soviética. É nesse cenário que as protagonistas, interpretadas por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe, precisam provar diariamente sua competência em um ambiente hostil, onde talento muitas vezes não era suficiente para garantir reconhecimento.

O elenco também conta com Kevin Costner como o diretor da Space Task Group, Kirsten Dunst como uma das supervisoras da NASA e Mahershala Ali em um dos papéis ligados à vida pessoal de Katherine Johnson. A combinação de nomes reforça o equilíbrio entre o drama humano e o contexto histórico da produção.

O filme destaca não apenas a importância científica do trabalho dessas mulheres, mas também os obstáculos sociais que elas enfrentavam dentro da própria instituição. Situações de segregação racial, barreiras profissionais e a constante necessidade de provar capacidade fazem parte do cotidiano retratado na narrativa, que avança com forte carga emocional sem perder o foco na trajetória de superação.

Dirigido por Theodore Melfi, Estrelas Além do Tempo teve orçamento estimado em US$ 25 milhões e arrecadou mais de US$ 230 milhões mundialmente, se tornando um dos dramas biográficos de maior sucesso da década. O impacto do filme também foi ampliado pelo reconhecimento do público e da crítica, especialmente pela forma como humaniza figuras históricas muitas vezes esquecidas nos registros oficiais.

A Globo exibe nesta quinta, 14 de maio, o filme Amigos Para Sempre na Sessão da Tarde, trazendo uma história sensível que mistura drama familiar, lembranças do passado e a relação especial entre um homem e um animal. A produção aposta em uma narrativa leve, mas emocional, centrada em memórias que ajudam a reconstruir a própria identidade.

O filme acompanha Michael Kingley, um ex-empresário bem-sucedido que agora vive a aposentadoria e se dedica à família, especialmente à neta. Em determinado momento, ele começa a revisitar lembranças marcantes da infância e decide compartilhar com a menina uma história que mudou sua vida para sempre.

Nesse mergulho no passado, Michael relembra quando ainda era criança e viveu em uma região costeira isolada do sul da Austrália. Lá, ele resgata um pelicano órfão chamado Sr. Percival, dando início a uma amizade improvável que acaba marcando toda a sua trajetória. A convivência entre os dois se transforma em uma experiência de aprendizado sobre cuidado, liberdade e conexão com a natureza.

A história é baseada no romance Storm Boy, de Colin Thiele, publicado originalmente em 1964 e já adaptado anteriormente para o cinema em 1976. Nesta versão mais recente, dirigida por Shawn Seet, o filme busca atualizar a narrativa sem perder o tom clássico e contemplativo da obra original.

O elenco conta com Geoffrey Rush, que interpreta a versão mais velha de Michael Kingley, e Jai Courtney, que também participa da produção em um dos papéis ligados ao passado do protagonista. A atuação foca menos na ação e mais na construção emocional do personagem ao longo dos anos.

As filmagens foram realizadas na região do Coorong e em Adelaide, na Austrália, reforçando o cenário natural que é essencial para a atmosfera do filme. O ambiente isolado da costa ajuda a construir o tom introspectivo da história, que depende muito da relação entre o homem e a natureza para funcionar.

A emissora exibe nesta sexta, 15 de maio, o filme Minha Vida em Marte, uma comédia romântica brasileira que mistura humor, situações do cotidiano e reflexões sobre relacionamentos de longa duração. A trama acompanha uma mulher em meio a uma fase de desgaste no casamento e às mudanças emocionais que surgem quando a rotina começa a pesar mais do que o amor.

O filme mostra a vida de Fernanda, interpretada por Mônica Martelli, que é casada com Tom, vivido por Marcos Palmeira, e mãe da pequena Joana. Depois de anos juntos, o relacionamento começa a enfrentar uma crise marcada por desgastes, discussões e a sensação de que a convivência virou mais difícil do que leve. É nesse cenário que Fernanda passa a questionar se ainda faz sentido continuar no casamento ou seguir um novo caminho.

Durante esse processo, ela encontra apoio em Aníbal, seu sócio e melhor amigo, interpretado por Paulo Gustavo, que se torna peça fundamental nessa fase de dúvidas e decisões. A relação entre os dois traz leveza para a história, ao mesmo tempo em que ajuda a personagem principal a encarar questões pessoais com mais clareza, mesmo em meio ao caos emocional.

O elenco também conta com Fiorella Mattheis e outros nomes que ajudam a compor o universo ao redor da protagonista, reforçando o tom leve e cotidiano da narrativa. A direção é de Susana Garcia, que conduz a história com foco no equilíbrio entre humor e drama, explorando situações que fazem parte da vida adulta de forma mais direta e próxima do público.

Minha Vida em Marte é uma continuação de Os Homens São de Marte… e É pra lá que Eu Vou, sucesso anterior protagonizado por Mônica Martelli. Assim como o primeiro filme, a sequência também nasceu de uma peça de teatro escrita pela própria atriz, o que ajuda a manter o tom mais pessoal e confessional da narrativa.

Lançado em 2018, o filme teve uma recepção mista da crítica, mas foi um grande sucesso de público nos cinemas brasileiros. Com mais de 5 milhões de espectadores, a produção ultrapassou a marca de R$ 80 milhões em bilheteria, se consolidando como um dos filmes nacionais mais vistos do período recente.

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