A Tela Quente desta segunda-feira (29) exibe Medo Profundo: O Segundo Ataque, filme de terror e sobrevivência lançado em 2019. Produção dos Estados Unidos e do Reino Unido, o longa foi dirigido por Johannes Roberts, que também escreveu o roteiro ao lado de Ernest Riera. Embora seja a continuação de 47 Metros para Baixo, a história é independente e apresenta personagens inéditos.

A trama acompanha Mia, Sasha, Alexa e Nicole, quatro adolescentes que decidem explorar uma antiga cidade maia escondida sob o mar. O passeio muda completamente quando elas descobrem que as ruínas servem de habitat para tubarões-brancos. Perdidas em um labirinto de túneis e cavernas, as jovens precisam encontrar uma saída antes que o oxigênio dos cilindros acabe.

Diferentemente do primeiro filme, que se passava em mar aberto, a sequência concentra quase toda a ação dentro de construções submersas. A mudança de cenário altera completamente a dinâmica da história. Os corredores estreitos dificultam a fuga, a visibilidade é limitada e qualquer erro pode deixar o grupo sem alternativa para escapar.

O elenco reúne Sophie Nélisse, conhecida por A Menina que Roubava Livros, Corinne Foxx, Brianne Tju e Sistine Stallone. O filme também conta com John Corbett, Nia Long e Davi Santos em papéis coadjuvantes.

Grande parte das filmagens aconteceu em tanques especiais construídos para cenas subaquáticas. A produção utilizou os estúdios Pinewood Indomina, na República Dominicana, o Underwater Studio, em Basildon, e os estúdios Pinewood, no Reino Unido. A escolha por cenários físicos deu aos atores mais liberdade para gravar sequências dentro d’água e reduziu a dependência de efeitos digitais em boa parte das cenas.

Com orçamento estimado em US$ 12 milhões, Medo Profundo: O Segundo Ataque arrecadou cerca de US$ 47,6 milhões nas bilheterias mundiais. A recepção da crítica foi dividida, mas o desempenho comercial confirmou o interesse do público por histórias de sobrevivência ambientadas no fundo do mar.

Quem não assistiu ao primeiro longa não precisa se preocupar. Apesar do título, a sequência funciona como uma história independente, sem ligação direta com os acontecimentos do filme de 2017. A única conexão entre as duas produções é a proposta de colocar personagens comuns diante de situações extremas envolvendo tubarões.

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