The Noite com Danilo Gentili desta sexta (15/08) celebra Elvis Presley em edição especial com sósias e homenagens

0
Foto: Reprodução/ Internet

Poucos artistas atravessaram o tempo e o espaço cultural como Elvis Presley. Décadas após sua morte, o “Rei do Rock” segue sendo uma das figuras mais influentes da música mundial, com fãs espalhados pelos cinco continentes e um legado que ultrapassa gerações. É esse espírito de celebração e memória que move o The Noite The Sucessos desta sexta-feira, 15 de agosto, quando Danilo Gentili e sua equipe relembram uma das edições mais icônicas do programa: o encontro de diversos sósias brasileiros do astro em seu palco.

Com figurinos brilhantes, histórias de vida curiosas e muito bom humor, os convidados que personificam Elvis prometem novamente encantar o público, mostrando que o fascínio pelo cantor continua tão forte quanto nos anos 50 e 60, quando ele abalou a música mundial com seu estilo inconfundível.

Elvis, o mito que não envelhece

Antes de mergulhar no especial, é importante entender o tamanho de Elvis Presley para a cultura popular. Nascido em Tupelo, no Mississippi, em 1935, Elvis revolucionou a música com sua fusão de country, blues e gospel, criando o rock and roll como o conhecemos hoje. Sua voz grave e única, aliada a um carisma arrebatador e uma performance cheia de movimento, conquistaram multidões.

Sucessos como Jailhouse Rock, Can’t Help Falling in Love e Suspicious Minds atravessaram gerações. Mas não foi apenas sua música que marcou época: Elvis também se tornou símbolo de uma era que rompia barreiras comportamentais, levando para os palcos e para o cinema uma imagem ousada, que incomodava conservadores e encantava jovens.

Sua morte precoce, em 1977, aos 42 anos, não apagou o brilho — pelo contrário, imortalizou sua figura. Desde então, fãs ao redor do mundo mantêm viva a memória do ídolo em shows tributo, exposições, festivais e até no hábito curioso de se vestir como ele.

Foto: Reprodução/ Internet

O Brasil e a cultura dos sósias de Elvis

No Brasil, a paixão por Elvis encontrou eco em milhares de admiradores que, ao longo dos anos, se dedicaram a reproduzir não apenas suas músicas, mas também seus trejeitos, penteados, roupas e até mesmo o espírito contestador. Ser “sósia de Elvis” vai além da semelhança física: é encarnar um estilo de vida, carregar o peso de um ícone e, ao mesmo tempo, divertir o público com homenagens que oscilam entre o respeito e a irreverência.

O The Noite conseguiu reunir alguns dos principais representantes dessa cena no país, proporcionando ao público um espetáculo de humor, música e emoção. Cada participante trouxe ao palco não apenas a imagem do Rei do Rock, mas também sua própria história pessoal, marcada pela influência de Elvis.

O palco do The Noite com Danilo Gentili como espaço de memória

Na edição lembrada pelo programa desta sexta, a plateia acompanhou uma verdadeira parada de Elvis Presleys à brasileira. Havia quem homenageasse o jovem rebelde dos anos 50, quem preferisse o astro glamouroso dos anos 70 e até quem trouxesse interpretações mais criativas.

Entre os destaques está Elvis Porteiro, apelidado carinhosamente pelo público do programa por suas participações no quadro Roda Solta. Com seu jeito descontraído, ele mistura humor e devoção ao ídolo, conquistando gargalhadas sem perder o respeito pela figura que interpreta.

Outro convidado especial é Enzo Protta, um adolescente de apenas 14 anos que demonstra maturidade surpreendente ao homenagear o Elvis das décadas de 50 e 60. Com sua juventude, ele mostra que a obra do Rei continua alcançando novas gerações, revelando que a música de Elvis não é apenas memória, mas também futuro.

Já Peter Presley representa a vertente mais institucional da homenagem. Criador do Dia do Elvis Presley e do movimento Rockabilly em São Paulo, ele ajuda a manter viva uma cultura que extrapola os limites do entretenimento e se transforma em movimento cultural.

E, claro, não poderiam faltar as participações de Igor Guimarães e Diguinho Coruja, dois humoristas que mergulharam no clima e também se arriscaram em caracterizações hilárias, reforçando o tom irreverente que é marca registrada do programa.

Megatubarão é destaque na Temperatura Máxima deste domingo (17/08)

0
Foto: Reprodução/ Interneta

A Temperatura Máxima deste domingo, 17 de agosto, promete agitar a telinha com Megatubarão, filme de ação e suspense que mistura aventura, ficção científica e o medo que o oceano profundo pode inspirar. Estrelado por Jason Statham, Li Bingbing e Rainn Wilson, o longa transporta o público para as profundezas do Oceano Pacífico, onde um dos maiores predadores pré-históricos da Terra reaparece, desencadeando uma série de eventos perigosos e emocionantes.

Um inimigo pré-histórico emergindo das profundezas

No filme, segundo a sinopse do AdoroCinema, a tripulação de um submarino científico fica presa nas fendas mais profundas do Pacífico após ser atacada por uma criatura que se acreditava extinta: um Megalodon, tubarão pré-histórico de mais de 20 metros de comprimento. Para salvar a equipe, o oceanógrafo Suyin (Li Bingbing) contrata Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates em águas profundas, que já havia tido um encontro traumático com a criatura.

A trama mistura tensão, ação e elementos de ficção científica, mostrando não apenas o perigo iminente representado pelo Megalodon, mas também os desafios humanos de coragem, estratégia e sobrevivência em um ambiente extremo.

Produção e elenco

O longa-metragem, lançado em 2018, é dirigido por Jon Turteltaub e escrito por Dean Georgaris, Jon Hoeber e Erich Hoeber, baseado vagamente no livro Meg: A Novel of Deep Terror, de Steve Alten. Produzido por um consórcio de estúdios que inclui Warner Bros. Pictures e distribuído internacionalmente pela mesma, o filme foi filmado na China e na Nova Zelândia, garantindo cenários subaquáticos impressionantes e cenas de ação de tirar o fôlego.

Além de Jason Statham e Li Bingbing, o elenco conta com Cliff Curtis, Rainn Wilson, Ruby Rose, Page Kennedy, Winston Chao e Jessica McNamee, entre outros. Cada personagem contribui para a tensão da narrativa, seja enfrentando o tubarão ou lidando com conflitos internos e decisões críticas durante o resgate.

O fascínio pelo Megalodon

O que torna o suspense tão intrigante é a própria criatura central da história: o Megalodon, um ancestral pré-histórico do tubarão que poderia atingir mais de 20 metros de comprimento. A ideia de um predador colossal emergindo das profundezas do oceano combina medo e fascínio, explorando o desconhecido que ainda habita os mares. O filme aproveita essa premissa para criar tensão constante, cenas de ação intensas e momentos de pura adrenalina, lembrando clássicos de aventura como Tubarão de Steven Spielberg.

Elenco completo

O filme reúne um elenco de estrelas que traz experiência e carisma para a aventura. Jason Statham, conhecido por papéis em sucessos como Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw e Carga Explosiva, interpreta o mergulhador Jonas Taylor, trazendo sua característica mistura de ação e humor seco. Li Bingbing, estrela de filmes como Resident Evil: Retribution e Transformers: A Era da Extinção, vive a oceanógrafa Suyin, acrescentando profundidade emocional à narrativa. Rainn Wilson, famoso pelo papel icônico como Dwight em The Office, oferece momentos cômicos como Morris, equilibrando tensão e leveza.

Completam o elenco Cliff Curtis (Sunshine, Fear the Walking Dead), Ruby Rose (John Wick 2, Batwoman) e Page Kennedy (Halo 4: Forward Unto Dawn), formando um grupo diversificado que torna a dinâmica do filme ainda mais envolvente.

Cenários que impressionam

Outro destaque do longa é a ambientação. Filmado na China e na Nova Zelândia, o filme aproveita desde os modernos centros urbanos costeiros até as vastas profundezas oceânicas. As sequências subaquáticas, em especial, exigiram efeitos visuais sofisticados para dar vida ao Megalodon e às ameaças do oceano. As paisagens não apenas servem como cenário, mas ajudam a criar atmosfera de suspense e perigo iminente, tornando cada mergulho uma experiência visual única para o público.

Um sucesso que gerou sequência

Diante do sucesso de bilheteria, não demorou para que se planejasse uma sequência. Jason Statham comentou em 2018 que a continuidade dependeria do desempenho do público, afirmando que, em Hollywood, “se dá dinheiro, há sempre apetite para mais”. O autor do livro original, Steve Alten, reforçou que a franquia poderia alcançar bilhões se feita corretamente, elogiando a Warner Bros. e o elenco pela execução do primeiro filme.

A sequência, intitulada originalmente “The Meg 2: The Trench”, entrou em desenvolvimento com o diretor britânico Ben Wheatley confirmado. Segundo comentários de agosto de 2021, a produção promete ser grandiosa, mantendo o espírito de ação e aventura que conquistou o público.

Onde assistir

Para quem quiser mergulhar nessa aventura, há diversas opções de streaming e aluguel digital. HBO Max, por assinatura, oferece a comodidade de assistir ao filme em qualquer dispositivo, garantindo uma experiência imersiva com qualidade de imagem e som. Já o Prime Video disponibiliza Megatubarão para aluguel a partir de R$ 7,90, ideal para quem prefere pagar apenas por uma sessão. Essas opções permitem que o público acompanhe a ação do Megalodon no conforto de casa, com a vantagem de escolher quando e como aproveitar cada cena do suspense subaquático.

The Love School – Escola do Amor deste sábado (16/08) mostra história de homem que perdeu fortuna em busca do prazer

0
Foto: Reprodução/ Internet

O The Love School – Escola do Amor, programa exibido neste sábado, 16 de agosto, pela Record TV, apresenta mais uma edição ao vivo, trazendo uma história de perdas, autodescoberta e lições sobre o verdadeiro significado do amor. Desde sua estreia, o programa, conduzido pelos professores Renato e Cristiane Cardoso, se consolidou como uma referência para quem busca compreender melhor os relacionamentos e a convivência a dois.

Nesta edição, o foco será um homem que gastou quase 10 milhões de reais em busca do prazer e da beleza, mas acabou perdendo sua fortuna e se deparando com o vazio de uma vida guiada apenas pelo hedonismo. O caso promete provocar reflexões sobre escolhas, valores e a importância do amor verdadeiro em nossas vidas.

Foto: Reprodução/ Internet

A busca pelo prazer e as consequências

O convidado deste sábado é um homem que, ao longo da vida, buscou intensamente a felicidade em relacionamentos passageiros e experiências momentâneas. Para ele, o amor parecia sempre distante: ele via beleza nas pessoas, mas não conseguia se conectar de forma profunda, nem construir vínculos duradouros.

Essa busca incessante pelo prazer custou caro. Além do desgaste emocional, houve perdas financeiras significativas: ele acabou falindo sua própria empresa e gastou cerca de 10 milhões de reais em um estilo de vida voltado exclusivamente à satisfação pessoal.

O relato do convidado evidencia como a busca pelo prazer sem propósito pode transformar sonhos em frustrações e conquistas em vazio. É também uma oportunidade de refletir sobre como muitas pessoas confundem beleza, atração e superficialidade com amor verdadeiro.

O papel do The Love School

No programa, Renato e Cristiane Cardoso trazem conselhos claros e práticos para ajudar não apenas o convidado, mas também o público, a compreender o que realmente importa em um relacionamento. A dupla orienta sobre como identificar relacionamentos saudáveis, valorizar o companheirismo e manter a autoestima, mesmo diante de adversidades emocionais ou financeiras.

A experiência do homem que perdeu sua fortuna é utilizada como exemplo de aprendizado: nem sempre dinheiro, poder ou prazeres momentâneos trazem satisfação duradoura. O programa reforça que o amor exige conhecimento próprio, paciência e maturidade, e que é essencial saber diferenciar o que é passageiro do que realmente agrega valor à vida.

Aprendendo com os erros

Renato e Cristiane enfatizam que cada história de vida é uma oportunidade de aprendizado. No caso deste convidado, o desapego financeiro e o fracasso profissional servem como alertas sobre a necessidade de equilíbrio entre prazer, responsabilidade e afeto genuíno.

A conversa no programa ajuda o público a perceber que a beleza e a atração física são passageiras, e que construir relacionamentos sólidos depende de empatia, comprometimento e respeito mútuo. É uma reflexão importante para solteiros e comprometidos, mostrando que o amor verdadeiro vai muito além do superficial.

Um programa que transforma vidas

Desde sua estreia em 2011, o The Love School já ajudou milhares de pessoas a entender melhor seus relacionamentos, lidar com conflitos e melhorar a convivência com parceiros e familiares. Com histórias reais, orientação prática e exemplos inspiradores, o programa se tornou referência em educação afetiva na televisão brasileira.

No Supercine de sábado (16/08), Globo exibe o filme Alice & Só

0
Foto: Reprodução/ Internet

O Supercine deste sábado, 16 de agosto de 2025, promete entreter o público com uma história que une música, amizade e autodescoberta: o filme Alice & Só, dirigido por Daniel Lieff, leva os espectadores para uma viagem inesquecível pelas estradas do Brasil e do Paraguai. A produção mistura elementos de comédia, romance e aventura, mostrando o caminho de dois jovens em busca de seus sonhos.

Protagonizado por Bruna Linzmeyer e Johnny Massaro, o longa conta a trajetória de Alice e Sócrates — ou “Só” —, melhores amigos que decidem embarcar em uma road trip para participar do maior festival de covers do mundo. Ao longo do percurso, eles enfrentam desafios, descobrem segredos sobre si mesmos e aprendem que a verdadeira música está não apenas nos palcos, mas também nas experiências compartilhadas.

Foto: Reprodução/ Internet

Uma amizade que move montanhas

Alice é apaixonada por música e vive sonhando em transformar sua paixão em carreira. Só, seu melhor amigo e parceiro de banda, compartilha dessa mesma vontade, mas carrega também suas próprias inseguranças. Juntos, eles decidem pegar a estrada e levar sua arte para além dos limites da cidade onde vivem.

A viagem, no entanto, não é apenas sobre destino: é sobre a jornada e o crescimento pessoal. Acompanhados de Tinho (Felipe Camargo), um ex-roqueiro que oferece orientação e provoca reflexões inesperadas, Alice e Só passam por situações cômicas, desentendimentos e momentos de ternura que reforçam a força de sua amizade.

Uma aventura musical pelas estradas do Brasil e Paraguai

Alice & Só leva o público para cenários reais, capturando a essência das cidades por onde passam. As gravações aconteceram em 2016 em pontos icônicos do Paraguai, como o centro comercial de Cidade do Leste, o estacionamento do shopping Paris e o centro de Presidente Franco, além de Foz do Iguaçu, incluindo as impressionantes Cataratas do Iguaçu e a BR-277.

Essa ambientação reforça a autenticidade da road trip, permitindo que o público acompanhe a dupla em cenários que mesclam urbanidade e natureza, enquanto vivem momentos de superação e diversão. A paisagem se torna quase um terceiro personagem, refletindo as mudanças e descobertas que ocorrem na jornada dos protagonistas.

Um elenco que se destaca

O filme traz um elenco diversificado, com nomes que se destacam tanto no cinema quanto na televisão brasileira: Bruna Linzmeyer como Alice, jovem sonhadora e determinada, que representa a força da paixão pela música. Johnny Massaro como Sócrates, o amigo leal, com talento musical e grande coração, que aprende a lidar com inseguranças durante a viagem. Felipe Camargo como Tinho, o mentor e ex-roqueiro que guia a dupla por situações inesperadas. Nanda Costa como Catalina, adicionando charme e complexidade à narrativa. Completa o elenco nomes como Eduardo Sterblitch, Guilherme Weber, Guta Stresser, Stephan Nercessian e Javier Enciso, garantindo diversidade de personagens e interação que alterna humor e emoção.

Da escrita à tela

O roteiro, assinado por Álvaro Campos e Matheus Souza, captura a essência de uma aventura juvenil com o tempero da comédia romântica, sem deixar de lado o drama leve que acompanha todo processo de amadurecimento. Originalmente intitulado Partiu Paraguai e depois Bamo Nessa, o filme evoluiu para Alice & Só, reforçando o vínculo entre os dois protagonistas e o caráter musical da história.

A produção da Coqueirão Pictures, em parceria com a 20th Century Fox, marca a estreia de Daniel Lieff como diretor de cinema, consolidando um olhar sensível para narrativas que misturam música, viagem e descoberta pessoal.

Música como linguagem universal

Um dos elementos mais fortes do filme é a música. Alice e Só não estão apenas viajando por diversão; eles buscam a realização de um sonho artístico. Cada cena em que a banda toca, cada festival de cover em que participam, é uma celebração da música como forma de expressão e conexão humana.

Além disso, o longa mostra como a música pode unir diferentes gerações e culturas. A presença de Tinho reforça essa ponte entre passado e presente do rock, inspirando os jovens protagonistas a manterem sua paixão viva, mesmo diante de desafios e incertezas.

Uma história de autodescoberta e amadurecimento

Alice & Só vai além da comédia e romance tradicionais. Ao longo da road trip, os personagens enfrentam dilemas pessoais, aprendem sobre confiança, superação e a importância de se apoiar em amigos. O filme ressalta que nem sempre o sucesso vem de forma imediata, mas que cada passo dado em direção ao sonho é uma vitória.

O espectador é convidado a refletir sobre suas próprias escolhas e motivações, tornando a história de Alice e Só uma experiência emocional e inspiradora, capaz de entreter e ao mesmo tempo tocar o coração.

Você Bem Melhor deste sábado (16/08) conta a emocionante história de Arthur e o caminho até o diagnóstico raro

0

O programa Você Bem Melhor, exibido pela TV Aparecida neste sábado, 16 de agosto de 2025, às 16h, promete emocionar os telespectadores ao contar a história de Arthur, um menino cuja infância foi marcada por desafios inesperados. Sob a condução do doutor Rodrigo Gurgel, a atração vai mostrar a luta de uma família em busca de respostas sobre a saúde e o desenvolvimento do filho.

Ainda nos primeiros anos de vida, os pais de Arthur notaram que algo não parecia caminhar como esperado. Movimentos simples, como correr e pular, demoravam mais para surgir. O menino, que nasceu em plena pandemia, também apresentava uma fala enrolada, dificultando a comunicação. No começo, os pais acreditaram que essa lentidão estivesse relacionada ao isolamento social, que reduziu estímulos e convivência. Mas, com o tempo, a preocupação cresceu.

Na escola, os professores reforçaram essa percepção, levantando a hipótese de que Arthur pudesse estar dentro do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Foi o ponto de partida para uma investigação mais aprofundada.

Terapias, dúvidas e uma espera difícil

Com orientação médica, Arthur iniciou acompanhamento fonoaudiológico. Sua irmã, que também passou por tratamento semelhante, teve alta rapidamente. Já ele, não apresentava evolução no mesmo ritmo, o que aumentava a ansiedade da família.

A rotina passou a ser preenchida por consultas, terapias e exames. Cada ida ao consultório trazia esperança, mas também insegurança. Os pais conviviam com a difícil realidade de não ter respostas rápidas e de precisar lidar com a comparação natural em relação ao desenvolvimento de outras crianças.

A busca por respostas

Foi então que um neuropediatra decidiu investigar além do óbvio. Entre diversos exames realizados, estava o Exoma, um teste genético complexo que leva meses para revelar resultados. Durante quase um ano, a família viveu a angústia da espera, equilibrando fé, paciência e resiliência.

O diagnóstico, finalmente alcançado, trouxe não apenas clareza sobre a condição de Arthur, mas também novas perspectivas de cuidado e acolhimento. É esse processo de descoberta e aprendizado que será detalhado no programa, em uma conversa sensível conduzida por Rodrigo Gurgel, com a presença dos pais do menino.

Um relato que acolhe outras famílias

A história de Arthur não é isolada. Muitos pais enfrentam jornadas semelhantes, repletas de dúvidas, idas a médicos e incertezas sobre o futuro. Ao compartilhar sua experiência no Você Bem Melhor, a família abre espaço para um diálogo necessário sobre desenvolvimento infantil, saúde mental e a importância do diagnóstico precoce.

Tyane Aline transforma sua história de superação em inspiração no Retratos Femininos deste sábado (16/08)

0

Na correria das ruas estreitas do Brás, em São Paulo, onde lojistas disputam olhares e consumidores se perdem entre vitrines coloridas e preços tentadores, há um rosto que se tornou sinônimo de confiança e credibilidade. Esse rosto é o de Tyane Aline, a mulher que fez do comércio popular um palco de oportunidades e que, neste sábado, 16 de agosto, às 13h, terá sua história contada no programa Retratos Femininos, da TV Aparecida, apresentado por Abiane Souza.

Mais do que divulgar lojas, Tyane construiu uma ponte entre pequenos empresários e clientes de todo o país. Com uma linguagem simples, próxima e envolvente, ela transformou a divulgação em arte e hoje é considerada a maior divulgadora do Brás. Mas o que nem todos sabem é que, por trás dos números expressivos — mais de dois milhões de seguidores em suas redes sociais —, existe uma mulher que enfrentou dores profundas, desafiou preconceitos e aprendeu a se reinventar.

Do anonimato ao destaque no Brás

A trajetória de Tyane poderia ser confundida com a de tantas outras mulheres batalhadoras que frequentam o Brás. No entanto, o que a diferenciou foi a maneira como olhou para aquele espaço. Em vez de apenas consumir, ela decidiu contar histórias: das costureiras que trabalham madrugada adentro, dos lojistas que apostam tudo em uma coleção, das famílias que dependem das vendas para sobreviver.

Com o tempo, seu talento para comunicar atraiu olhares de comerciantes que buscavam maior visibilidade. Tyane começou divulgando pequenas lojas, muitas vezes sem estrutura para publicidade. Aos poucos, seu carisma e sua forma genuína de apresentar os produtos se espalharam como boca a boca digital. O Brás, que já era conhecido como um dos maiores polos comerciais da América Latina, passou a ter em Tyane uma embaixadora.

Persistência como marca registrada

O caminho, no entanto, não foi livre de tropeços. Tyane enfrentou momentos de dúvida, resistência e até desconfiança. Muitos não acreditavam que a divulgação digital pudesse transformar negócios tradicionais. Outros, simplesmente, não levavam a sério o trabalho de uma mulher que, com celular em mãos, circulava pelas ruas do bairro entrevistando vendedores e mostrando peças de roupas.

Ela seguiu em frente. A cada dificuldade, encontrava um jeito de reinventar suas estratégias. Investiu tempo, energia e, principalmente, emoção. A confiança que construiu com os lojistas fez com que seu trabalho se consolidasse. Hoje, ela é referência em marketing digital para o comércio popular, inspirando outras mulheres a enxergarem oportunidades no universo das redes sociais.

Luta pessoal contra a compulsão alimentar

Mas o programa vai além do lado profissional. Ao caminhar pelas ruas do Brás ao lado da apresentadora Abiane Souza, Tyane também abre seu coração para falar sobre batalhas mais íntimas — aquelas que não aparecem nos bastidores de suas lives ou nos posts que alcançam milhares de curtidas.

Durante anos, Tyane enfrentou a obesidade e a compulsão alimentar. Uma luta silenciosa, muitas vezes invisível para quem acompanhava apenas seu sucesso. Foram momentos de insegurança, baixa autoestima e enfrentamento diário com padrões de beleza impostos pela sociedade.

Com coragem, ela buscou ajuda e iniciou um processo de transformação que foi muito além da perda de peso. Aprendeu a cuidar do corpo, mas também da mente. O resultado é visível não apenas em sua saúde, mas na forma como transmite hoje uma mensagem de amor próprio e superação.

Tyane Aline é, sobretudo, um retrato de persistência. Sua história mostra que é possível transformar vulnerabilidades em força e obstáculos em degraus. Mais do que números nas redes sociais, ela representa esperança para quem acredita que é possível recomeçar, seja na vida pessoal ou profissional.

Saiba como está Julius Clark (J.T.), participante do programa Quilos Mortais da Record TV

0

Quando apareceu no reality Quilos Mortais, exibido na última sexta-feira, 15 de agosto, Julius Clark, conhecido como J.T., emocionou o público com uma das histórias mais duras e impactantes já exibidas no programa. Pesando 404 quilos e convivendo com um linfedema de 45 kg em uma das pernas, ele parecia sem esperanças — desacreditado até por médicos, que diziam que dificilmente viveria até os 30 anos. Mas, contra todos os prognósticos, ele mudou o rumo da sua própria história.

Hoje, anos após sua passagem pela TV, J.T. é símbolo de superação, disciplina e resiliência. O rapaz que um dia esteve preso ao próprio corpo agora desfruta de uma vida mais leve, com saúde, autonomia e até um novo amor.

Do fundo do poço ao recomeço

A vida de J.T. começou marcada por traumas. Abandonado pelos pais ainda criança — ambos dependentes químicos —, ele cresceu enfrentando rejeição, solidão e insegurança. A comida se tornou refúgio. Aos 22 anos, desenvolveu linfedema, condição que provoca acúmulo de líquidos e inchaço, agravando ainda mais sua mobilidade.

No auge do problema, além do sofrimento físico, veio o emocional: J.T. entrou em depressão profunda, perdeu a namorada e chegou a se isolar completamente do convívio social. Foi nesse contexto que decidiu se entregar à orientação do Dr. Nowzaradan, médico que comanda o Quilos Mortais.

A jornada no reality

No programa, o público acompanhou sua luta contra a compulsão alimentar e as dificuldades com o tratamento. J.T. enfrentou altos e baixos: perdeu peso rapidamente nos primeiros meses, mas também teve recaídas e chegou a faltar às sessões de fisioterapia.

Ainda assim, conseguiu resultados impressionantes: após dieta rigorosa e cirurgia bariátrica, reduziu 180 quilos em menos de um ano, saindo dos 404 kg para 227 kg. Sua transformação chamou atenção porque, mesmo começando em estado crítico, alcançou números próximos ao peso inicial de outros participantes.

O “depois” de J.T.: conquistas após as câmeras

O reality terminou, mas sua batalha não. Fora da TV, J.T. continuou em acompanhamento médico e enfrentando a depressão, fator que muitas vezes o fazia recorrer à comida como válvula de escape. Determinado a seguir mudando, manteve a dieta, a fisioterapia e as consultas com psicólogos.

Em 2023, veio um dos maiores marcos da sua vida: a tão aguardada cirurgia para retirada do linfedema, após 15 anos de espera. Só essa operação eliminou 45 kg extras, sendo 36 kg de massa e 9 kg de líquidos.

Pouco antes da cirurgia, seu peso já havia caído para cerca de 160 kg. Depois do procedimento, a balança marcou aproximadamente 125 kg — uma redução de quase 270 kg desde o início da jornada.

Novo corpo, nova autoestima

Embora J.T. mantenha discrição em suas redes sociais, as poucas fotos que compartilha impressionam pela mudança. Seu rosto, antes arredondado e inchado, agora revela contornos mais definidos, maxilar marcado e feições rejuvenescidas.

Se antes dependia de ajuda até para se levantar, hoje o ex-participante caminha com muito mais autonomia, retomando atividades simples que antes pareciam impossíveis. “Eu sempre sonhei em viver sem dor, sem carregar esse peso todo. Hoje eu posso dizer que realizei esse sonho”, escreveu em uma de suas postagens após a cirurgia.

Vida amorosa e novos horizontes

A transformação não foi apenas física. Em fevereiro de 2024, J.T. assumiu publicamente um relacionamento com Emily Mahan, marcando uma nova fase também no campo afetivo. Nas redes, compartilhou registros sorrindo ao lado da parceira, transmitindo a imagem de alguém que finalmente encontrou equilíbrio entre corpo, mente e coração.

O impacto de sua história

A trajetória de J.T. mostra como o Quilos Mortais vai além da TV: muitas vezes funciona como ponto de virada para pessoas que já não acreditavam em si mesmas. Ao expor sua dor, ele inspirou milhares de telespectadores que enfrentam desafios parecidos — seja o sobrepeso, seja a luta contra a depressão. Hoje, J.T. é exemplo de que, com perseverança, apoio profissional e vontade de mudar, é possível reescrever a própria história.

Globo Repórter faz retrato emocionante da vida no campo e do universo boiadeiro nesta sexta (15)

0
Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta sexta-feira, 15 de agosto de 2025, o Globo Repórter convida o público para um passeio especial pelo coração do Brasil. A edição mergulha no universo rural, mostrando como o campo continua sendo um espaço de tradição, trabalho duro e também de celebrações que moldaram a identidade nacional.

A coprodução com a EPTV, afiliada da Globo, revela a rotina de peões e peoas, mas vai além: explora como a vida no interior é atravessada por música, moda, gastronomia e valores que permanecem vivos mesmo em meio à modernização. As reportagens, assinadas por Dirceu Martins e Paulo Gonçalves, resgatam histórias de gente que vive de forma simples, mas com orgulho de manter suas raízes firmes na terra.

O retrato de um Brasil que resiste no campo

Quem nasce e cresce no interior carrega marcas que vão além do sotaque ou do “r” puxado. É o modo de viver, a forma de olhar a natureza, o cuidado com os animais e a hospitalidade que transformam o caipira em um guardião de tradições.

Um exemplo é José Maria, o “Seu Zelão”, de 73 anos. Morador do interior paulista, ele ainda se orgulha de acordar ao som do galo e do mugido das vacas. No sítio, cuida de 60 cabeças de gado e 28 vacas leiteiras, cada uma batizada com um nome carinhoso.

“Sou caipira do pé rachado mesmo. Nomeio as vacas não só por carinho, mas porque ajuda na organização da ordenha. Mesmo com as máquinas, eu não abro mão desse cuidado”, diz Zelão, sorrindo. Casado há 54 anos com Dona Lúcia, que aprendeu a fazer queijo aos 12 anos, ele resume o sentimento de muitos que vivem no campo: “Eu gosto da cidade, mas meu lugar é aqui”.

Rodeios: tradição, turismo e identidade

Se a roça guarda silêncio e trabalho, as festas de peão traduzem a celebração coletiva da cultura sertaneja. Em 2025, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos completa 70 anos, consolidada como o maior evento do gênero no país. Mas ela não está sozinha: o Brasil soma mais de 1.100 festas anuais, das quais 180 fazem parte do Circuito Mundial de Rodeios.

Esses eventos movimentam milhões de reais, lotam hotéis e restaurantes, geram empregos temporários e atraem turistas de todas as regiões. Muito além das montarias, o rodeio é um espaço onde música, moda e fé se misturam, reforçando laços de pertencimento.

E se por muito tempo o protagonismo era apenas masculino, hoje as mulheres conquistaram espaço. A reportagem destaca Ana Claudia Garcia, pioneira como madrinheira – profissional responsável por acompanhar peões e garantir o bem-estar dos animais.

“Ser madrinheira é mais do que estar na arena. É cuidar, orientar e zelar pela segurança de todos. É uma responsabilidade enorme, mas eu amo o que faço”, afirma Ana Claudia, com brilho nos olhos.

Moda sertaneja: entre tradição e reinvenção

Quem vê as arquibancadas lotadas em Barretos ou em qualquer festa de rodeio percebe de imediato: a moda sertaneja virou um fenômeno cultural e de mercado. Botas de couro, chapéus, calças jeans e camisas bordadas deixaram de ser apenas trajes de trabalho para se transformarem em estilo urbano, conquistando jovens em grandes cidades.

Segundo o repórter Dirceu Martins, o setor se reinventa com criatividade: “É incrível ver como as botas, as calças e até os chapéus ganham novas cores, brilhos e bordados. A moda sertaneja virou uma linguagem de identidade, que une tradição e modernidade”.

Hoje, estilistas especializados estudam tendências e criam peças que transitam entre a arena e a passarela, mantendo viva a estética cowboy enquanto ampliam sua influência na moda nacional.

Foto: Reprodução/ Internet

A música como memória e emoção

Nenhuma história do campo estaria completa sem falar da música. No interior de São Paulo, a Orquestra de Viola de Piracicaba preserva há duas décadas a sonoridade raiz, mantendo viva a tradição da viola, instrumento que simboliza a alma caipira.

Com melodias que falam de amor, saudade e trabalho, a viola conecta gerações. “A música caipira é um retrato de quem somos. Ela guarda a vida da família, a lida com a terra, a fé e também a dor”, comenta um dos músicos da orquestra, emocionado.

O programa mostra ensaios e apresentações que revelam como a música ainda é capaz de reunir famílias inteiras, seja em pequenas festas de bairro ou em palcos consagrados dos rodeios.

Peão raiz x peão moderno

Outra abordagem do programa é a convivência entre o peão tradicional e o contemporâneo. Enquanto os mais antigos seguem valorizando práticas manuais, os mais jovens buscam tecnologias para otimizar a lida no campo.

No entanto, há algo que não muda: a paixão pelos animais e pela arena. “Eu também sou do interior, de Marília, e me sinto um repórter caipira. Ao visitar propriedades rurais, o que mais me impressionou foi a receptividade das pessoas. É um povo que adora prosear e abrir as portas de casa”, conta o jornalista Paulo Gonçalves, emocionado com as gravações.

O impacto econômico e cultural

As festas de peão e a vida rural vão muito além da estética. São motores da economia local, movimentam cadeias produtivas e ainda funcionam como um espaço de preservação cultural.

Cada montaria, cada canção e cada peça de roupa carregam símbolos de identidade que se perpetuam de geração em geração. O turismo sertanejo cresce, e com ele surgem oportunidades para pequenos produtores, artesãos e comerciantes.

Histórias que emocionam

Mais do que estatísticas, o Globo Repórter dá voz a histórias humanas. Dona Lúcia, com seus queijos artesanais, representa mulheres que transformam saberes tradicionais em fonte de renda e orgulho comunitário. Zelão, com seu gado nomeado, mostra como o afeto também está no trabalho.

No campo, o lazer também é valorizado: almoços de domingo, modas de viola ao entardecer, festas juninas e rodas de conversa reforçam a ideia de comunidade. Como resume Seu Zelão: “A roça ensina a ter paciência e respeito. Cada dia é uma lição”.

Educação no campo e futuro das tradições

Outro ponto abordado é a educação rural. Escolas e projetos comunitários buscam integrar ensino formal e valorização cultural. Crianças aprendem matemática e português, mas também participam da ordenha, cuidam da horta e vivenciam a rotina do campo – fortalecendo um vínculo com suas origens e incentivando práticas sustentáveis.

Mesmo diante da urbanização, a cultura sertaneja mostra capacidade de se reinventar. Os jovens incorporam tecnologia, mas continuam participando das festas, cantando modas de viola e vestindo com orgulho o chapéu de cowboy.

Sabadou com Virginia deste sábado (16) recebe Diego e Daniele Hypólito, Pixote e Mayana Neiva

0

Neste sábado, 16 de agosto, o Sabadou com Virginia promete uma noite marcada por emoção, inspiração e talento. Virginia Fonseca recebe no palco nomes que atravessam gerações e histórias de vida: o grupo Pixote, os ex-ginastas Diego e Daniele Hypólito, a atriz e cantora Mayana Neiva, além da apresentadora Margareth Serrão e do inseparável Lucas Guedez. O encontro mistura memórias afetivas, desafios pessoais e manifestações artísticas que mostram como o talento e a resiliência podem transformar vidas.

Daniele Hypólito e Diego Hypólito são exemplos de dedicação e força de vontade. Desde a infância, ambos encontraram na ginástica artística uma forma de expressar sonhos e emoções. Daniele relembra que tudo começou em casa, de maneira lúdica e simples: “O braço do sofá era o salto, o colchão dos meus pais era o solo, e eu usava o meio-fio como trave. Sempre amei ginástica e comecei brincando.” A paixão pela modalidade se tornou profissional, mas não sem sacrifícios.

Diego, irmão mais velho, destaca a importância da mãe na formação de ambos: “O meu maior exemplo, depois de Deus, é a Dona Geni. Ela abriu mão de muitas coisas para nos incentivar e nos dar a chance de seguir nossos sonhos.” Ele lembra, emocionado, da fase difícil em que a família enfrentou dificuldades financeiras: “No Rio de Janeiro, passamos meses sem luz e sem comida suficiente. Só não fomos despejados porque morávamos em um prédio do Flamengo. Foi uma época muito dura, mas que nos ensinou a valorizar cada conquista.”

Um episódio simples, mas marcante, revela a força de vontade de Diego: “Lembro de um dia em que derramei uma lata de leite condensado no fogão antes do treino. Aquele instante me fez prometer que mudaria a realidade da minha família. Hoje, meus maiores louros não são medalhas, mas saber que consegui dar orgulho e segurança aos meus pais.”

Além da superação pessoal, os irmãos falam sobre o papel da ginástica em transformar vidas. Daniele observa: “A ginástica nos ensinou disciplina, paciência e resiliência. Cada queda, cada treino exaustivo, cada medalha tem uma história que vai muito além do esporte.” Para Diego, compartilhar essas experiências é fundamental: “Embora as pessoas nos vejam como campeões, nossa vida foi marcada por dificuldades e superações que todos podem enfrentar e vencer.”

Pixote: a música que conecta gerações

O grupo Pixote também marca presença no programa, trazendo a alegria e a energia do pagode. Dodô, vocalista do grupo, recorda os primeiros passos na música: “Cantava no coral da igreja, mas o pagode sempre foi minha paixão. Meu tio me levava para rodas de samba quando eu era pequeno, e já cantava junto.” O início da carreira profissional foi precoce, aos 14 anos, e rapidamente o grupo conquistou reconhecimento: “Em 1995 gravamos a primeira música, ‘Brilho de Cristal’. A partir daí, tudo aconteceu muito rápido, mas sempre com muito trabalho e dedicação.”

O impacto do Pixote vai além da música. O grupo se tornou referência para jovens que buscam inspiração na cultura popular, mostrando que talento e esforço podem gerar reconhecimento. Dodô reforça: “Nosso objetivo é levar alegria e mensagens positivas. A música tem esse poder de transformar ambientes e vidas.” A presença no Sabadou com Virginia permite que o público conheça não apenas o artista, mas o ser humano por trás do palco, com histórias de superação, amizade e perseverança.

Mayana Neiva: a arte como expressão de identidade

Mayana Neiva traz uma perspectiva diferente ao programa, unindo teatro, música e raízes culturais. A atriz e cantora compartilha como a infância influenciou sua trajetória: “Meu pai chegava em casa e eu pintava bigodes nele. Minha mãe era dentista, vestia branco e salto, e eu vestia junto. Era minha forma de brincar, de me relacionar com o mundo e de expressar criatividade.”

Durante a pandemia, Mayana encontrou no isolamento uma oportunidade de aprofundar sua arte: “Resolvi gravar um disco inspirado nas sonoridades do sertão nordestino e latino-americanas. Foi um mergulho nas minhas raízes, uma forma de resgatar tradições e mostrar ao público algo autêntico e sensível.” O álbum é resultado de pesquisa, experimentação e vivência, trazendo canções que refletem identidade, memória e emoção.

Mayana destaca que a arte também é uma forma de dialogar com as emoções humanas: “Cada canção é uma história, cada performance é um encontro com o público. Quero que as pessoas sintam e se conectem com a mensagem, entendendo que a cultura e a tradição podem ser fonte de força e inspiração.”

Margareth Serrão e Lucas Guedez: a condução do entretenimento

Ao lado de Virginia Fonseca, Margareth Serrão e Lucas Guedez garantem a leveza e o dinamismo do programa. Margareth, conhecida por sua sensibilidade em entrevistas, atua como ponte entre o público e os convidados, destacando histórias de superação e curiosidades que muitas vezes ficam fora dos holofotes. Lucas, por sua vez, acrescenta humor e interação, equilibrando emoção e descontração.

O entrosamento da equipe contribui para uma experiência mais próxima e humana para os espectadores: “Nosso objetivo é mostrar que por trás de cada história, de cada talento, existe um ser humano com desafios, sonhos e conquistas. Queremos que o público se emocione, mas também se divirta e se inspire”, explica Virginia Fonseca.

Histórias que emocionam e inspiram

Uma das marcas do programa é a capacidade de emocionar o público. Ao ouvir relatos de Diego e Daniele, de Dodô e do grupo Pixote, e de Mayana Neiva, é possível perceber que a superação e a dedicação têm formas múltiplas: seja no esporte, na música ou na arte. Cada trajetória traz aprendizados que vão além do palco, mostrando a importância da resiliência, do apoio familiar e da fé nos próprios sonhos.

Daniele reforça: “Cada desafio que enfrentamos nos ensinou a valorizar cada conquista. Não existe vitória sem esforço, e compartilhar isso é uma forma de inspirar outras pessoas.” Diego completa: “Queremos mostrar que mesmo vindo de situações difíceis, é possível construir algo grande, reinventar-se e seguir em frente com propósito.”

Diversão e entretenimento garantidos

Apesar da profundidade das histórias, o programa mantém seu tom descontraído e divertido. Quadros como Sabadou Tem Que Beijar e Se Beber Não Fale garantem momentos de leveza, risadas e interação com o público. A combinação de emoção e entretenimento torna o Sabadou com Virginia um programa completo, capaz de conquistar diferentes perfis de espectadores.

A música ao vivo do Pixote e a performance de Mayana Neiva criam um ambiente envolvente, no qual público e artistas compartilham energia e alegria. Diego e Daniele também participam de brincadeiras e atividades lúdicas, mostrando que a vida de campeões pode ser leve e divertida, mesmo diante dos desafios.

Bake Off Brasil deste sábado (16) homenageia o abraço de vó em edição cheia de emoção e criatividade

0
Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 16 de agosto, o Bake Off Brasil traz uma edição emocionante que combina técnica, criatividade e afeto. O tema da vez é uma homenagem aos laços mais doces da vida: o abraço de vó, traduzido em bolos que misturam sabor, memória afetiva e delicadeza na decoração. Mais do que testar habilidades na cozinha, o episódio desafia os confeiteiros a transformar lembranças em verdadeiras obras comestíveis, mostrando que a confeitaria é, acima de tudo, uma forma de contar histórias e celebrar emoções.

Na prova criativa, os participantes têm três horas para criar um bolo que homenageie suas avós, trazendo elementos tradicionais e toques de criatividade pessoal. A apresentadora Nadja Haddad detalha: “O bolo deve ter no mínimo 20cm de diâmetro e 10cm de altura, com ao menos um recheio inspirado em uma receita de vó.” A chef confeiteira Beca Milano reforça que a decoração é tão importante quanto o sabor: “A missão de vocês hoje é transformar um doce de vó em um bolo delicioso. Além dos sabores, a decoração é essencial, porque é através dela que vocês vão contar suas histórias.” O chef jurado Giuseppe Gerundino complementa, destacando a importância do equilíbrio: “É fundamental construir o sabor com atenção, usando especiarias que criem contraste e realcem os demais ingredientes.” Para tornar o desafio ainda mais especial, cada participante recebe um presente que promete inspirar e emocionar, tornando o trabalho mais pessoal e afetivo.

O segundo desafio do dia coloca à prova a precisão e o domínio técnico dos confeiteiros, que deverão reproduzir uma árvore de madeleines composta por um tronco de chocolate meio amargo e uma copa formada por 40 madeleines banhadas em chocolate branco e tingidas de rosa. As raspas de laranja e a água de flor de laranjeira garantem aromas delicados, enquanto flores de açúcar finalizadas com corante em pó completam a apresentação, tornando a criação visualmente impressionante. Durante a execução, os jurados compartilham dicas preciosas sobre a temperagem do chocolate, passo essencial para que o resultado final tenha brilho e acabamento impecáveis.

O episódio combina criatividade, memória afetiva e habilidade manual, proporcionando momentos de emoção e surpresa para o público. Na prova criativa, cada bolo se torna uma homenagem que mistura ternura e sabor; na técnica, a precisão e a delicadeza são levadas ao limite, exigindo foco e domínio das técnicas mais refinadas da confeitaria. A edição evidencia que cada detalhe — do sabor ao recheio, da textura à decoração — é capaz de transformar uma sobremesa em uma experiência sensorial completa, que vai muito além do paladar. O Bake Off Brasil deste sábado mostra, mais uma vez, que confeitar é uma forma de tocar corações, resgatar memórias e celebrar os laços afetivos que tornam a vida mais doce.

almanaque recomenda