Hazbin Hotel | Segunda temporada ganha data de estreia e participação especial de Patrick Stump na San Diego Comic-Con 2025

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Em meio a um dos eventos mais aguardados da cultura pop mundial, a San Diego Comic-Con 2025 foi palco para uma revelação que fez o público vibrar: a segunda temporada de Hazbin Hotel finalmente tem data para chegar ao Prime Video — será no dia 29 de outubro. O anúncio, feito durante o painel oficial da série, veio acompanhado de um clipe inédito, informações de bastidores e uma surpresa especial para os fãs da animação criada por Vivienne Medrano, conhecida como VivziePop.

Patrick Stump entra em cena como Abel, o irmão redimido

Um dos momentos mais comentados do painel foi a confirmação da participação do vocalista da banda Fall Out Boy, Patrick Stump, no elenco da nova temporada. Ele dará voz a Abel, o irmão de Caim e filho de Adão, que será interpretado novamente por Alex Brightman. A notícia pegou o público de surpresa e imediatamente provocou reações empolgadas nas redes sociais. Stump, que já flertou com projetos de animação no passado, traz um novo charme musical à série, unindo ainda mais os mundos da música e da animação adulta.

Helluva Boss também chega ao Prime Video

Além de Hazbin Hotel, o universo infernal de VivziePop se expande ainda mais com o anúncio de que Helluva Boss, série derivada e igualmente querida pelos fãs, também estreará no Prime Video. As duas temporadas do spin-off estarão disponíveis a partir de 10 de setembro, ampliando o acesso do público geral ao trabalho da SpindleHorse Toons. Essa movimentação estratégica da Amazon demonstra a aposta do serviço de streaming no gênero de animação adulta e na potência dos títulos criados de forma independente.

Do YouTube ao streaming global: uma história de sucesso independente

O que começou como um projeto independente, financiado por fãs no Patreon e lançado no YouTube em outubro de 2019, se transformou em um fenômeno global. Hazbin Hotel não apenas sobreviveu ao seu status inicial de “série feita por animadores freelancers”, como conquistou o coração de milhões de espectadores ao redor do mundo. Quando a primeira temporada estreou oficialmente no Prime Video em janeiro de 2024, tornou-se a maior estreia global de uma série animada original da plataforma até aquele momento.

O sucesso não veio à toa. A proposta ousada de reimaginar o Inferno como um cenário musical, misturando comédia ácida, drama existencial e estética gótica vibrante, resultou em algo inédito na televisão. VivziePop, com sua equipe, provou que ainda há espaço para criações autorais, visuais e narrativamente ousadas, em um mercado dominado por fórmulas prontas.

O dilema da redenção: uma trama que toca em feridas reais

No coração de Hazbin Hotel está Charlie Morningstar, a princesa do Inferno, que se recusa a aceitar a lógica do extermínio anual de pecadores. Seu sonho de abrir um hotel onde demônios possam se redimir e buscar uma segunda chance no Céu não é apenas uma metáfora poderosa — é uma crítica direta à forma como nossa sociedade lida com os erros, os desvios e a possibilidade (ou não) de mudança.

Essa mensagem profunda, disfarçada em números musicais cativantes, personagens caricatos e humor sombrio, ressoa com uma audiência jovem-adulta cada vez mais exigente. A segunda temporada promete explorar ainda mais essas tensões morais, ampliando a mitologia da série com novos personagens celestiais, dilemas éticos e confrontos emocionantes.

Mais do que entretenimento, uma comunidade

O painel da Comic-Con 2025 não foi apenas sobre trailers e anúncios. Foi também uma celebração da comunidade de fãs que cresceu em torno do universo de Hazbin Hotel. Muitos deles, aliás, conheceram a série ainda na fase embrionária, quando tudo parecia apenas um sonho ousado postado no YouTube. Hoje, esses mesmos fãs assistem à profissionalização do projeto e ao reconhecimento internacional com um sentimento de pertencimento raro no entretenimento atual.

VivziePop, presente no painel, emocionou-se ao agradecer o apoio contínuo do público. Em suas palavras: “Sem vocês, nada disso existiria. E seguimos criando porque sabemos que vocês acreditam nesse universo tanto quanto a gente.”

Expectativas altas e o futuro do inferno animado

Com a estreia da nova temporada marcada para 29 de outubro, Hazbin Hotel se posiciona como um dos lançamentos mais aguardados do segundo semestre. A escolha da data não é aleatória: coincide com o clima sombrio do Halloween e prepara o terreno para uma temporada ainda mais intensa, tanto em narrativa quanto em estilo visual.

“Terra da Padroeira” deste domingo (27/07) recebe Delley & Dorivan, Caju & Castanha, Luma & Nathi e Micarla

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Neste domingo, dia 27 de julho, a partir das 9h da manhã, o “Terra da Padroeira” convida o público da TV Aparecida para mais uma manhã de celebração à cultura popular brasileira — com muita música, boas histórias e uma surpresa que promete emocionar os fãs. Comandado por Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira, o programa deixará por alguns momentos o seu palco tradicional para colocar o pé na estrada e visitar a casa de uma personalidade bastante conhecida do mundo sertanejo, num novo quadro batizado de “Terra Visita Especial”.

O nome do homenageado ainda é guardado a sete chaves, mas os apresentadores prometem um encontro sincero, afetivo e repleto de revelações. A proposta do quadro é justamente essa: mostrar o lado mais humano dos artistas, longe dos holofotes, revelando seus hábitos, memórias e a relação íntima com suas raízes.

Delley & Dorivan: tradição e paixão pela viola

Entre os convidados que se apresentam ao vivo no palco do programa, está uma dupla que representa a força da música de raiz: Delley & Dorivan. Delley, considerado um dos maiores violeiros do país, já percorreu diferentes formações musicais desde os anos 1980. A parceria atual com Dorivan já dura mais de duas décadas, e juntos acumulam 12 CDs e um DVD, além de sucessos que marcaram gerações, como “Estrada do Amor” e “Aconteceu Comigo”.

A música da dupla se destaca pelo equilíbrio entre o tradicional e o contemporâneo, com letras que falam de amor, saudade e vida simples no campo, tudo acompanhado por arranjos sofisticados na viola caipira. É uma apresentação imperdível para quem aprecia a autenticidade da música sertaneja clássica.

Caju & Castanha: poesia rimada com irreverência

Outro grande momento do programa será a participação de Caju & Castanha, uma das duplas mais emblemáticas da embolada nordestina. Com mais de 40 anos de estrada e 28 álbuns lançados, os irmãos pernambucanos reinventaram a arte de improvisar versos ao som de pandeiro e batidas ritmadas. O carisma e a agilidade mental impressionam até os espectadores menos familiarizados com o estilo.

Caju & Castanha não se restringem à tradição: já embolaram com forró, MPB, ciranda, cordel, rock, e até hip-hop. São artistas completos, que usam o humor e a crítica social para dialogar com diferentes gerações, sem nunca perderem suas raízes. No palco do “Terra da Padroeira”, a promessa é de um show contagiante e cheio de interação com a plateia.

Vozes da nova geração: Luma & Nathi e Micarla

O quadro “Vozes da Terra” é conhecido por revelar novos talentos da música sertaneja e, neste domingo, ele destaca duas apostas femininas de grande talento: Luma & Nathi e Micarla.

As primas Luma e Nathi começaram cantando por brincadeira nas redes sociais, mas logo conquistaram milhares de seguidores com suas harmonias afinadas e carisma espontâneo. Hoje, formam uma dupla promissora, com repertório que vai de modas de viola tradicionais até composições autorais. Seu recente projeto audiovisual, com nove faixas, traz um frescor à cena sertaneja, com destaque para “Superei”, uma música que fala sobre superação emocional e força feminina.

Micarla, natural de Duque de Caxias (RJ), é prova viva de que o sertanejo já extrapolou o eixo Sudeste-Centro-Oeste. Começou a cantar aos 13 anos, passou por barzinhos e eventos locais até alcançar as redes sociais, onde viralizou com covers de clássicos do gênero. Hoje, aos 27, ela já tem um DVD completo com 30 faixas — mesclando composições próprias e regravações — e músicas autorais que conversam diretamente com o público feminino, como “Tome Juízo” e “Amiga Que é Parça”.

Música como elo de fé, memória e identidade

Muito mais do que um programa musical, “Terra da Padroeira” é um espaço de valorização da cultura popular brasileira, em especial a música sertaneja em suas múltiplas vertentes — da raiz à moderna, da embolada à canção autoral.

A cada edição, Kleber Oliveira, Tonho Prado e Menino da Porteira reafirmam seu compromisso em levar ao público um conteúdo afetuoso, familiar e representativo, onde a fé, o humor e a boa música se entrelaçam. A visita especial desta semana promete emocionar, mas também inspirar. É a televisão abrindo as portas para histórias de vida reais, de artistas que carregam a identidade do Brasil em cada verso cantado.

Quando assistir?

O “Terra da Padroeira” vai ao ar neste domingo, 27 de julho, a partir das 9h da manhã, na TV Aparecida. Prepare o café, reúna a família e se permita sentir, cantar e se emocionar com mais uma edição desse encontro que celebra a alma sertaneja do nosso país.

Virginia Cavendish revisita carreira e vida pessoal em conversa com Ronnie Von no “Companhia Certa” deste sábado (26/07)

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No cenário acolhedor do programa “Companhia Certa”, que vai ao ar na madrugada deste sábado (26) para domingo (27), à 0h30, na RedeTV!, o apresentador Ronnie Von recebe uma convidada que carrega nos olhos a força de quem transforma histórias em emoções: Virginia Cavendish. Atriz, diretora, produtora e um dos nomes mais marcantes da dramaturgia brasileira contemporânea, ela entrega ao público uma conversa honesta, cheia de memória afetiva, reflexões profundas e afeto.

Aos 54 anos, Virginia fala com serenidade e brilho nos olhos sobre uma trajetória que começou no teatro, floresceu na televisão e conquistou definitivamente o cinema nacional. Foi em 1999, ao dar vida à encantadora Rosinha na adaptação televisiva de O Auto da Compadecida, que seu rosto se eternizou na memória afetiva de milhões de brasileiros. Mas por trás do sucesso, havia o nervosismo e o medo comum a quem encara grandes desafios.

“Era uma responsabilidade enorme. Eu estava ali com atores consagradíssimos, me sentindo pressionada, querendo muito acertar”, relembra ela com vulnerabilidade, ao comentar os bastidores da produção dirigida por Guel Arraes — diretor com quem também compartilhou uma década de vida conjugal e uma filha, a atriz Luísa Arraes.

Muito além de Rosinha

Virginia não é apenas lembrada por seus papéis doces ou cômicos. Seu repertório artístico inclui uma profunda versatilidade. De Lisbela e o Prisioneiro a séries autorais e produções independentes, a atriz sempre buscou personagens que lhe provocassem inquietações e verdades. “Gosto do desafio. A personagem precisa me dizer alguma coisa, provocar, fazer pensar. Não gosto de ficar no confortável”, confessa, revelando o olhar artístico apurado que a move.

Um amor que virou afeto eterno

Durante a conversa com Ronnie Von, o tom muda suavemente quando o tema envereda pela vida pessoal. Virginia fala com maturidade e generosidade sobre o fim do casamento com Guel Arraes — união que resultou não só em colaborações marcantes na televisão e no cinema, mas também em uma relação familiar de grande afeto.

“Foi um amor muito importante. Não éramos só um casal, éramos uma dupla criativa. Tivemos uma filha linda, fizemos projetos incríveis. A separação foi difícil porque desmonta uma estrutura. Mas o amor virou amizade e respeito. Eu ainda o admiro muito”, diz, com a calma de quem elaborou suas emoções com delicadeza e verdade.

O Brasil que vive em suas histórias

Virginia Cavendish é uma dessas artistas que não perderam o encanto pelo próprio ofício. E isso fica evidente quando fala com paixão sobre o cinema nacional — setor que, segundo ela, precisa ser reconhecido pelo público como um verdadeiro patrimônio emocional.

“A gente precisa olhar para o nosso cinema como olhamos para o futebol. Há tanto talento, tantas histórias lindas e urgentes para contar. Quando um filme brasileiro chega ao Oscar, o país vibra. Mas precisamos vibrar sempre, inclusive com as produções menores, independentes, que resistem com tanta garra”, defende.

Ao longo da entrevista, ela destaca como o Brasil é fértil em narrativas potentes, com um povo que respira cultura mesmo diante das dificuldades. “É no cinema que a gente se vê, se reconhece. É ali que a gente cura feridas ou entende o outro. Por isso, precisamos apoiar cada vez mais nossas produções”, afirma.

Arte como destino

Criada em uma família de artistas, Virginia diz que nunca se imaginou em outro lugar que não fosse no palco ou diante das câmeras. “Para mim, a arte é um modo de viver. Sempre foi. Desde muito cedo, o teatro me salvava de muitas coisas, me dava força, me explicava o mundo”, relembra. Ainda hoje, quando sobe ao palco, sente uma mistura de euforia e medo. “É como se fosse sempre a primeira vez”, confessa, sorrindo.

Hoje, ela também se arrisca na direção e produção, incentivando novos talentos e projetos autorais. “Gosto de estar nos bastidores, de ver a engrenagem funcionando. Há muita potência em contar histórias por outros ângulos também”, destaca.

Um papo necessário e reconfortante

No “Companhia Certa”, Ronnie Von conduz a conversa com elegância e empatia. Ao lado de Virginia, constrói um espaço onde o tempo desacelera e o público se conecta com a essência da convidada. O programa, que vem se consolidando como uma das boas surpresas da programação noturna, aposta em entrevistas mais íntimas, valorizando o percurso de artistas que marcaram — e continuam marcando — gerações.

Para Virginia, aceitar o convite foi uma forma de revisitar a própria caminhada. “A gente se esquece do quanto viveu, do quanto cresceu. Foi bom olhar para trás e perceber que cada escolha, cada dor e cada conquista ajudaram a formar quem eu sou hoje”, conclui.

Um encontro para não perder

A entrevista completa com Virginia Cavendish vai ao ar neste sábado (26), na virada para o domingo (27), à 0h30, na RedeTV!. Uma oportunidade de redescobrir uma artista intensa, generosa e que continua reinventando sua arte — e a si mesma — a cada novo projeto.

Domingo Legal (27/07): Celso Portiolli recebe Renata Banhara, Geisy Arruda e Solange Gomes no “Passa ou Repassa”

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Imagine acordar no domingo, preparar um café reforçado, sentar no sofá com a família e saber que dali pra frente o riso está garantido. Assim tem sido há anos para milhões de brasileiros que escolhem começar o último dia da semana com leveza, brincadeiras e emoção. E neste domingo, 27 de julho de 2025, o Domingo Legal promete manter essa tradição com um programa daqueles que a gente comenta até segunda-feira. As informações são do SBT.

Sob o comando carismático de Celso Portiolli, que há anos virou sinônimo de diversão nas manhãs de domingo, a atração vai ao ar ao vivo a partir das 11h15 no SBT com um cardápio recheado de quadros icônicos, convidados pra lá de inusitados e provas que transitam entre o absurdo e o hilário.

Uma surpresa chamada “Trocando as Bolas”

Sabe aquele plano de passar um dia relaxando em um hotel luxuoso, com direito a roupão felpudo, massagem e taça de espumante? Pois é exatamente isso que Narcisa Tamborindeguy e a influenciadora Jaquelline Grohalski (vencedora de A Fazenda 15) acham que vão encontrar. Mas, claro, elas esqueceram que estão no Domingo Legal — e aqui, as surpresas nunca são o que parecem.

No quadro “Trocando as Bolas”, elas são levadas direto para o campo, trocando o luxo pela lida rural. O choque é instantâneo: Narcisa, toda produzida, se vê diante de cercas para consertar, montes de esterco de cavalo para limpar e galinhas correndo em volta. Jaquelline, mais acostumada com provas de resistência em reality shows, também não escapa da comédia da situação.

A graça está exatamente aí: em ver duas personalidades conhecidas pela vaidade e irreverência mergulharem em um cenário onde a única regra é se sujar — e dar boas risadas de si mesmas.

Passa ou Repassa: torta, disputa e gargalhada

Nada mais clássico do que o “Passa ou Repassa”, e neste domingo o quadro vem mais afiado do que nunca. De um lado, o time azul formado pelos irmãos João Gabriel e João Pedro, queridinhos do TikTok com seus vídeos de humor familiar, e o espontâneo e divertido Mateus Pires, conhecido nas redes pelo jeito “gente como a gente” e piadas que viralizam.

Do outro lado, o time amarelo traz uma seleção de mulheres que não têm medo de encarar desafios: Renata Banhara, figura carismática da TV brasileira, a polêmica e sincera Geisy Arruda, e a icônica Solange Gomes, que promete não deixar torta na cara passar batido.

Como sempre, o público pode esperar de tudo: respostas absurdas, provas relâmpago, quedas hilárias e muita torta voando. É o tipo de competição em que o verdadeiro prêmio é arrancar risadas da plateia — e do próprio Celso, que se diverte como se fosse o primeiro programa da carreira.

Bitelo entra em cena: quando o imprevisível acontece

E se você já está rindo, prepare-se: Bitelo, o personagem gigante do Domingo Legal, também marca presença no palco com um desafio ao vivo que ninguém sabe como vai terminar. Pode ser levantamento de objetos estranhos, provas de força, equilíbrio ou algo completamente maluco.

O que se sabe é que, quando Bitelo aparece, o clima muda. O auditório vai ao delírio, os participantes entram no modo “missão impossível” e o estúdio vira uma arena de gritos, torcida e, claro, tombos.

Quem Arrisca Ganha Mais: tensão, coragem e até R$ 100 mil

Se o riso toma conta em boa parte do programa, também há espaço para a emoção pura. No “Quem Arrisca Ganha Mais”, duas duplas sobem ao palco com um objetivo claro: levar até R$ 100 mil reais pra casa. Mas como o nome já diz, é preciso arriscar.

A cada pergunta respondida, as duplas acumulam valores. Mas a cada rodada, surge o dilema: seguir adiante e arriscar tudo — ou parar e garantir o que já conquistaram? É nessa corda bamba que surgem os momentos mais tensos do programa, com o público inteiro prendendo a respiração junto com os participantes.

E é impossível não se emocionar quando vemos que o dinheiro não é só prêmio, mas uma chance real de mudar a vida. Pagar uma dívida, reformar a casa, ajudar a família. O Domingo Legal sabe dosar diversão e esperança como poucos.

Até Onde Você Chega? Um sonho em cada resposta

E se a ideia é emoção, então o quadro “Até Onde Você Chega?” é feito sob medida. Com uma proposta semelhante a um game show de sobrevivência, os participantes enfrentam uma escalada de perguntas e decisões, sempre podendo desistir com o que ganharam ou arriscar tudo por mais.

O diferencial está no ritmo emocional da jornada. Cada participante carrega uma história de luta e superação, o que faz com que cada decisão tenha peso. Quando alguém diz “vou até o fim”, não é só jogo — é a vida pulsando ali, diante das câmeras.

A cada rodada, cresce a tensão, a torcida e o coração na boca. Vai parar? Vai seguir? Vai ganhar? Vai perder tudo? É aquele tipo de quadro que faz o público levantar do sofá e gritar com a televisão.

📺 Anote aí: neste domingo, 27 de julho, o Domingo Legal vai ao ar a partir das 11h15, no SBT, com tudo isso e muito mais. Prepare o coração, o estômago (porque tem risada que dói) e aproveite uma manhã com a leveza que só o domingo pode trazer.

Websérie “O Que Não Falamos” estreia com sucesso no YouTube e traz drama, música e segredos de uma girlband dos anos 2000

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A produtora Bera Play, reconhecida por suas séries de sucesso como Estranho Jeito de Amar e Entre Nós, lançou na última quinta-feira, 17 de julho, a tão aguardada websérie O Que Não Falamos. Com uma narrativa envolvente e inspirada pelas lendárias girlbands Rouge e Spice Girls, a série já conquistou o público ao alcançar a marca de 40 mil visualizações em apenas um episódio, reafirmando o poder da dramaturgia digital e o fascínio por histórias que mesclam música, emoção e segredos. As informações são do Sessão Cinéfila.

Uma trama que revisita o auge das girlbands com um olhar contemporâneo

O Que Não Falamos acompanha o reencontro da fictícia girlband Moulin, um grupo formado por cinco mulheres que fez sucesso no início dos anos 2000 e, após uma década afastada dos holofotes, decide voltar a se reunir. No entanto, o retorno não é apenas uma celebração do passado: ele traz à tona traumas, conflitos e sentimentos que foram mantidos em silêncio por muito tempo.

A série não apenas presta homenagem às girlbands que marcaram época, mas também aborda temas atuais, como os desafios enfrentados por mulheres em espaços de poder, a pressão da indústria da música e a importância da autenticidade e do apoio mútuo. É uma produção que dialoga com as novas gerações, ao mesmo tempo em que desperta a nostalgia daqueles que viveram a febre dos anos 2000.

Personagens complexas e um romance secreto que muda tudo

No coração da narrativa está o relacionamento oculto entre Luciana, interpretada pela talentosa Gabi Dallacosta, e Fabiana, papel de Maria Fernanda. O romance entre as duas integrantes da Moulin é um dos principais motores da trama, trazendo à tona questões sobre amor, sigilo e aceitação. Durante anos, o relacionamento foi mantido longe do público, um segredo que cria tensão tanto dentro do grupo quanto entre os fãs.

Esse arco emocional não só oferece profundidade à história, mas também contribui para um debate importante sobre representatividade LGBTQ+ na mídia. A websérie, com sensibilidade e naturalidade, mostra os impactos do segredo em cada personagem, revelando medos, angústias e a busca por liberdade para serem quem realmente são.

Além de Luciana e Fabiana, o elenco conta com Francis Helena Cozta no papel de Paloma, Gabriella Cristina como Amanda, e a ex-BBB Leidy Elin interpretando Karine. Cada uma das personagens carrega suas próprias bagagens emocionais, conflitos pessoais e sonhos, criando um mosaico rico e multifacetado de histórias.

Produção e lançamento: inovação e interação com o público

O lançamento de O Que Não Falamos é parte de uma estratégia inovadora da Bera Play, que tem se destacado no cenário digital brasileiro por criar conteúdos que exploram narrativas contemporâneas com qualidade cinematográfica. Os episódios são lançados semanalmente, sempre às quintas-feiras às 20h, no canal oficial da produtora no YouTube, o que cria uma rotina de engajamento e expectativa entre os espectadores.

Essa periodicidade ajuda a construir uma comunidade de fãs que se conecta com a série não apenas pelo conteúdo, mas também por debates e interações nas redes sociais. A produtora estimula o diálogo aberto sobre os temas abordados, criando espaços para discussões sobre diversidade, empoderamento feminino e os bastidores da indústria musical.

Música que é protagonista: EP exclusivo da banda fictícia Moulin

A música tem papel fundamental em O Que Não Falamos, não só como elemento narrativo, mas também como produto cultural. A banda Moulin ganhou vida fora da tela com o lançamento de um EP exclusivo, contendo faixas autorais que refletem o universo das personagens e a atmosfera dos anos 2000.

Disponível nas principais plataformas digitais de áudio, o EP amplia a experiência dos fãs, que podem ouvir e se conectar com as músicas apresentadas na série. Essa integração entre audiovisual e música digital representa uma tendência crescente no mercado de entretenimento, que aposta em projetos multiplataformas para fortalecer a relação com o público.

Repercussão e expectativas para a continuação da série

Desde a estreia, O Que Não Falamos tem recebido críticas positivas pelo roteiro bem construído, atuações convincentes e produção cuidadosa. A websérie combina elementos de drama, mistério e música de forma harmoniosa, capturando a atenção de diferentes públicos, desde fãs de música pop até espectadores que buscam histórias humanas e representativas.

A presença de atrizes já reconhecidas pelo público, como Gabi Dallacosta e Leidy Elin, contribui para a visibilidade da série e amplia seu alcance. Além disso, a abordagem do romance entre Luciana e Fabiana tem sido muito elogiada por trazer um olhar sensível e realista sobre a comunidade LGBTQ+, tema ainda pouco explorado com profundidade em produções digitais brasileiras.

Os próximos episódios prometem aprofundar os conflitos, revelar segredos guardados há anos e mostrar a transformação das personagens à medida que confrontam seus passados e tentam reconstruir suas vidas pessoais e profissionais.

O impacto da websérie no cenário digital brasileiro

A chegada de O Que Não Falamos ao YouTube reforça o potencial das plataformas digitais como espaços para a criação e difusão de conteúdo audiovisual de qualidade. Com produção independente e distribuição direta ao público, a websérie demonstra que é possível aliar criatividade, relevância social e entretenimento em um formato acessível.

Além disso, o projeto reafirma a importância da representatividade e da diversidade nas narrativas brasileiras, trazendo para o centro da cena personagens complexas que fogem de estereótipos e dialogam com as múltiplas realidades do país.

O sucesso inicial da série também indica uma tendência de fortalecimento da cultura pop nacional no ambiente digital, que tem se tornado cada vez mais rico e plural, com projetos que valorizam a identidade brasileira e incentivam o diálogo sobre temas contemporâneos.

Onde assistir e o que esperar

Os episódios de O Que Não Falamos são disponibilizados toda quinta-feira, às 20h, no canal oficial da Bera Play no YouTube, onde o público pode acompanhar a trama desde o começo e interagir com a produtora e os fãs.

Além da trama envolvente e das músicas que embalam a história, a série convida o público a refletir sobre a importância de enfrentar o que não foi dito, seja na vida pessoal ou coletiva. É um convite para olhar para o passado com coragem, transformar dores em aprendizado e celebrar a força das mulheres que, juntas, desafiam o silêncio.

Gen V | Trailer da 2ª temporada do spin-off de The Boys é revelado na San Diego Comic-Con

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Durante a San Diego Comic-Con 2025, que aconteceu na sexta-feira, 25 de julho, fãs de cultura pop foram presenteados com a estreia do trailer da segunda temporada de Gen V. A série, que rapidamente conquistou uma legião de admiradores desde seu lançamento em setembro de 2023 na Amazon Prime Video, promete elevar ainda mais o nível da trama e aprofundar o universo dos jovens super-heróis da Universidade Godolkin. O retorno desses personagens vem carregado de tensão, conspirações e uma luta aberta contra a poderosa Vought International. Abaixo, confira o vídeo apresentado durante o evento:

Gen V nasceu como um spin-off da série de sucesso The Boys, criada por Eric Kripke, Craig Rosenberg e Evan Goldberg. Diferentemente da série original, que foca nos heróis já estabelecidos e suas relações com o poder, Gen V aborda a primeira geração de super-heróis jovens, que crescem e se formam dentro do sistema da Vought. A série é inspirada no arco “We Gotta Go Now” das histórias em quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, trazendo uma abordagem crua, repleta de críticas sociais e dilemas morais.

Na Universidade Godolkin, onde a Vought treina esses jovens para se tornarem os próximos super-heróis do planeta, a competição é intensa e o ambiente, hostil. A segunda temporada parece trazer um ponto de virada decisivo, com os estudantes finalmente percebendo que não são apenas peças de um jogo corporativo, mas protagonistas de suas próprias histórias — e, dessa vez, preparados para enfrentar a empresa que os controla.

O destaque permanece na personagem Marie Moreau, interpretada pela talentosa Jaz Sinclair. Marie possui um poder impressionante e inquietante: ela controla seu próprio sangue, transformando-o em armas e ferramentas. Seu desejo de se juntar aos Sete, a elite de super-heróis da Vought, é o que a motiva a atravessar inúmeras adversidades. No entanto, a jornada de Marie está longe de ser simples, pois escândalos e desafios éticos emergem no campus, exigindo que ela e seus colegas tomem decisões que podem mudar tudo.

Outro personagem que conquista espaço no enredo é Andre Anderson, vivido por Chance Perdomo. Como um veterano e um dos mais populares alunos da universidade, Andre domina a manipulação de metal e mantém uma forte amizade com Luke Riordan, interpretado por Patrick Schwarzenegger, que detém o poder do fogo e é um dos alunos mais influentes. Essa dinâmica entre os personagens traz camadas importantes de amizade, rivalidade e lealdade para a série.

Emma Meyer, carinhosamente chamada de Grilinha (Lizze Broadway), adiciona uma leveza especial à narrativa. Seu poder de encolher seu corpo a tamanhos minúsculos a torna uma aliada valiosa para Marie, além de representar o espírito de resistência e coragem mesmo nas situações mais complicadas. Já Cate Dunlap (Maddie Phillips), com suas habilidades psíquicas, introduz uma dimensão de popularidade e relacionamento interpessoal, especialmente por seu romance com Luke, o que traz uma carga emocional à trama.

Entre os personagens mais complexos está Jordan Li, interpretado por London Thor e Derek Luh, que tem o poder de mudar de sexo, com habilidades diferentes em cada forma: invulnerabilidade na forma masculina e rajadas de energia na feminina. Essa dualidade vai além da ação, abrindo discussões essenciais sobre identidade de gênero e aceitação, temas urgentes no cenário atual.

Outro personagem que não pode ser deixado de lado é Sam Riordan (Asa Germann), irmão de Luke, dotado de força sobre-humana e invulnerabilidade. Inicialmente confinado em um centro de controle da Vought, sua história traz o peso das tensões familiares e a luta contra um sistema que busca controlar cada passo dos jovens heróis.

Indira Shetty (Shelley Conn), a reitora da Universidade e ex-terapeuta, é um personagem-chave no equilíbrio da narrativa. Mesmo sem poderes, sua influência é grande, funcionando como uma espécie de guia e, às vezes, antagonista para os estudantes. Sua moral ambígua adiciona um tom de mistério e conflito à história.

A série não foge de temas essenciais como a ética na utilização dos poderes, a pressão social para se encaixar e vencer, além das tensões envolvendo identidade e diversidade. Personagens como Jordan Li são um marco para o debate sobre gênero e fluidez sexual, inseridos de forma natural e poderosa no enredo, refletindo a diversidade da audiência atual.

O relacionamento entre os personagens é outro ponto alto. Amizades, rivalidades, amores e traições se entrelaçam em meio a batalhas épicas e escândalos que vão muito além do universo acadêmico. Isso traz humanidade para figuras que, apesar de superpoderosas, enfrentam dilemas e sentimentos que muitos jovens reconhecem em si mesmos.

Além de tudo isso, Gen V se conecta diretamente com o universo maior de The Boys. Situada entre a terceira e quarta temporada da série principal, a produção expande a mitologia, aprofundando aspectos do controle corporativo da Vought e as consequências disso para as novas gerações. A série animada The Boys Presents: Diabolical também compõe esse universo, criando um ecossistema rico e coeso para os fãs explorarem.

A segunda temporada promete um ritmo ainda mais intenso, com reviravoltas que vão desafiar os personagens em suas crenças e lealdades. O trailer já mostra uma resistência crescente contra a Vought, que parece determinada a manter seu poder a qualquer custo. Novas alianças surgirão, antigos segredos serão revelados e a linha entre o herói e o vilão ficará cada vez mais tênue.

Para quem busca uma história que mistura ação, crítica social, personagens complexos e um olhar afiado sobre temas atuais, Gen V é uma aposta certeira. A série ultrapassa o mero entretenimento, tornando-se um retrato da juventude em busca de identidade, propósito e liberdade num mundo que tenta moldá-la à sua própria imagem.

Quando a nova temporada estreia?

A segunda temporada de Gen V está marcada para estrear no Prime Video no dia 17 de setembro de 2025, trazendo de volta o universo intenso e cheio de reviravoltas da Universidade Godolkin. Com a promessa de aprofundar ainda mais os conflitos entre os jovens super-heróis e a poderosa Vought International, essa nova fase promete surpreender e envolver os fãs com muita ação, drama e uma crítica social afiada.

“Predador: Terras Selvagens” ganha pôster inédito na Comic-Con 2025 e promete reinventar a franquia com protagonista inesperado

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Durante o aguardado painel da saga “Predador” na San Diego Comic-Con 2025, os fãs foram presenteados com mais do que apenas nostalgia: um pôster inédito e impactante de Predador: Terras Selvagens (título original Predator: Badlands) marcou o anúncio oficial do longa que promete reinventar completamente o universo dos icônicos caçadores alienígenas. A estreia está programada para 6 de novembro nos cinemas brasileiros e, segundo os criadores, o projeto representa uma virada de chave para a franquia — em tom, narrativa e protagonismo.

Dirigido por Dan Trachtenberg, conhecido por revitalizar a série com o elogiado Prey (2022), o novo filme aposta em uma perspectiva inédita: em vez de acompanhar a humanidade sendo ameaçada, o foco será no próprio Predador — ou melhor, em um jovem da espécie Yautja que se recusa a seguir o caminho tradicional da caça. O longa mergulha profundamente na mitologia da raça, propõe uma ambientação fora da Terra e constrói uma jornada de redenção em meio a um cenário selvagem e hostil.

Um Predador em crise: o novo protagonista

Ao centro da trama está Dek, um jovem Predador renegado interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi. Rejeitado pelo próprio clã por não corresponder ao ideal guerreiro de sua sociedade, Dek é forçado a sobreviver sozinho no planeta natal dos Yautja. Essa inversão de perspectiva já demonstra o grau de ousadia da produção: em vez de vilão, o caçador se torna figura trágica, heróica e, acima de tudo, profundamente humana.

É durante sua jornada errante que Dek encontra Thia, uma andróide da corporação Weyland-Yutani — nome conhecido por fãs do universo Alien, com o qual Predador compartilha conexões. Thia, vivida por Elle Fanning, está em missão de reconhecimento, mas acaba presa no planeta após um acidente orbital. Unidos pela necessidade de sobrevivência, os dois formam uma aliança inesperada. Não apenas para escapar dos perigos locais, mas para enfrentar dilemas existenciais — sobre pertencimento, propósito e transformação.

Thia: androide, sobrevivente, protagonista

Elle Fanning traz à personagem Thia um ar de complexidade emocional rara em figuras robóticas da ficção científica. Longe de ser apenas uma máquina de combate, Thia carrega memórias fragmentadas de humanos que a programaram e sente, de forma quase espiritual, a necessidade de entender o que é empatia. Ela não luta por sobrevivência apenas — luta por significado.

A relação entre Thia e Dek é o cerne emocional do filme. Juntos, eles atravessam territórios devastados, enfrentam bestas colossais e desvendam ruínas de uma civilização ancestral. Mas, acima de tudo, é a cumplicidade entre eles que carrega a narrativa. O filme não se resume a batalhas espetaculares, mas a silenciosas trocas de olhares, rituais simbólicos e sacrifícios mútuos — ingredientes que conferem profundidade rara à franquia.

Um mergulho inédito na cultura Yautja

Diferente dos filmes anteriores, que mostravam os Predadores apenas como inimigos enigmáticos, Terras Selvagens dedica-se a explorar a fundo a civilização dos Yautja. A equipe de produção contratou especialistas em linguística para criar um sistema completo de linguagem — oral e escrita — exclusivo da espécie. Esse cuidado com o detalhe se reflete em diálogos inteiros realizados em Yautja, com legendas em tela, reforçando a ambientação alienígena.

Os trajes e adereços foram desenvolvidos pelo Studio Gillis, responsável por boa parte dos efeitos práticos de Prey. A face de Dek, por sua vez, foi recriada digitalmente com técnicas de captura de performance, permitindo que suas expressões transmitam nuance emocional sem perder a brutalidade visual característica do personagem.

Influências cinematográficas e ambições autorais

Durante o painel da Comic-Con, Dan Trachtenberg compartilhou suas influências para o novo filme — e surpreendeu ao citar nomes fora do campo da ficção científica convencional. Entre as inspirações, estão os quadros épicos e violentos de Frank Frazetta, a espiritualidade melancólica de Terrence Malick, o silêncio simbólico de Shadow of the Colossus e os westerns solitários de Clint Eastwood.

Essa combinação de referências se reflete na estética do longa, que mistura cenários desérticos com luz difusa, ruínas góticas com vegetação alienígena e um design de som minimalista, que valoriza o silêncio tanto quanto a explosão. O diretor deixou claro: Predador: Terras Selvagens não quer apenas ser mais um filme da saga — quer ser arte, reflexão e revolução dentro do gênero.

Bastidores: produção técnica e efeitos visuais

As filmagens aconteceram entre agosto e outubro de 2024, nas paisagens remotas da Nova Zelândia. Sob o codinome Backpack, a produção mobilizou locações naturais exuberantes, cavernas vulcânicas e desertos de sal que, com o uso de VFX, foram transformados em superfícies alienígenas.

Na pós-produção, estúdios como Wētā FX, ILM, Framestore e Rising Sun Pictures contribuíram para dar vida ao mundo de Dek e Thia. Todos os cenários foram amplificados digitalmente, e criaturas exóticas foram inseridas para enriquecer o ecossistema do planeta. O resultado promete ser um espetáculo visual de grande escala, com equilíbrio entre efeitos práticos e digitais.

Universo compartilhado e sementes de crossover

A presença da corporação Weyland-Yutani no roteiro não é mero fan service. Segundo os roteiristas, há planos de expandir o universo Predador em alinhamento com Alien, talvez até mesmo pavimentando o caminho para um crossover mais estruturado no futuro. A ligação entre Thia e a tecnologia humana da franquia Alien é explícita, mas há também sutis menções a eventos ocorridos em outros títulos do mesmo universo — o que pode deixar os fãs atentos em alerta.

Críticas iniciais e expectativas

Críticos especializados e insiders que assistiram a trechos exclusivos do longa durante a convenção destacaram o tom maduro da produção. Muitos apontaram que Predador: Terras Selvagens pode fazer pelo universo Yautja o que Rogue One fez por Star Wars: expandir o mito, dar profundidade emocional e humanizar figuras antes vistas apenas como antagonistas.

A aposta em um protagonista não humano, o afastamento da fórmula clássica de ação e o mergulho no lore da franquia são riscos calculados — e, segundo as primeiras reações, altamente promissores.

“Um Maluco no Golfe 2” estreia na Netflix e traz Adam Sandler de volta às tacadas em comédia nostálgica e atualizada

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Foto: Reprodução/ Internet

Quase três décadas após o lançamento do original, a aguardada sequência “Um Maluco no Golfe 2” já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix, prometendo resgatar o humor irreverente e o carisma que consagraram Adam Sandler como ícone da comédia nos anos 1990. Agora mais maduro — mas nem por isso menos impulsivo — Happy Gilmore retorna aos campos de golfe em uma nova aventura que mistura nostalgia, redenção e muito nonsense.

Dirigido por Kyle Newacheck (conhecido pela série Workaholics e pela comédia Mistério no Mediterrâneo), o longa conta com roteiro assinado por Tim Herlihy e pelo próprio Sandler, mantendo a identidade cômica que tornou o primeiro filme um clássico cult. A sequência traz ainda um elenco de peso com o retorno de Julie Bowen e Christopher McDonald, além das participações especiais de Ben Stiller e do astro da música Bad Bunny.

Happy Gilmore, agora pai e em crise

Na nova trama, encontramos Happy Gilmore em um momento de reavaliação da vida. O tempo passou, os holofotes se apagaram e os campos de golfe deixaram de ser palco de glórias para se tornarem lembranças empoeiradas. Longe da fama, ele agora enfrenta desafios bem mais pessoais: a sua filha, Vienna, sonha em estudar balé em uma escola renomada — mas o custo da mensalidade está fora do alcance.

Para ajudar a filha a realizar esse sonho, Happy decide fazer o impensável: voltar ao competitivo universo do golfe profissional. O problema? Ele está mais velho, fora de forma e desacreditado por todos, inclusive por si mesmo. O retorno exige mais do que força física — é preciso resgatar a paixão, reinventar-se e encarar uma geração de novos atletas com estilos e estratégias bem diferentes das suas.

O roteiro equilibra momentos hilários com toques emocionais, especialmente nas cenas entre pai e filha. O sarcasmo característico de Sandler está lá, assim como os acessos de fúria no gramado, as confusões com autoridades do esporte e, claro, os embates com seu eterno rival Shooter McGavin, interpretado com maestria (e um toque extra de decadência) por Christopher McDonald.

O retorno dos personagens icônicos (e das loucuras)

A sequência aposta no retorno de rostos conhecidos do universo Happy Gilmore. Julie Bowen, que interpretou Virginia Venit no original, também está de volta, agora como uma figura mais experiente na administração do circuito de golfe — e que tenta, entre tapas e beijos, ajudar Happy a lidar com sua impulsividade.

Ben Stiller, que interpretou secretamente o vilão Hal L. no primeiro filme, também faz uma aparição para delírio dos fãs mais atentos. Já a grande surpresa é a participação de Bad Bunny, que interpreta um jovem golfista latino de personalidade excêntrica e estilo ousado, que serve como o novo “anti-Happy” nos campos e nas redes sociais.

Apesar do clima nostálgico, Um Maluco no Golfe 2 evita cair na armadilha de ser apenas uma repetição do primeiro filme. Há piadas atualizadas, críticas sutis ao mundo esportivo moderno, e até algumas provocações sobre redes sociais, cultura do cancelamento e marketing esportivo. Tudo isso sem perder o ritmo cômico ou a leveza que caracteriza a franquia.

Relembrando o clássico de 1996

Lançado em 1996, Happy Gilmore marcou uma virada na carreira de Adam Sandler. Na trama original, ele vivia um jogador de hóquei fracassado que, ao tentar salvar a casa da avó das garras do fisco, descobre ter um dom inusitado para o golfe — mais especificamente, para mandar a bola longe com uma força descomunal. Treinado por Chubbs Peterson (Carl Weathers), ele entra no circuito profissional com modos nada ortodoxos: roupas cafonas, explosões de raiva e zero etiqueta no campo.

Apesar das críticas divididas na época — o filme mantém até hoje uma média de 60% no Rotten Tomatoes — o público abraçou o personagem e transformou a comédia em sucesso comercial. Com uma bilheteria global de mais de US$ 41 milhões, o longa se consolidou como um dos pilares da carreira de Sandler e gerou uma base de fãs fiel ao longo das décadas.

O filme também introduziu personagens que virariam cults com o tempo, como Shooter McGavin, o rival mimado e vaidoso de Happy, e o enfermeiro sádico interpretado por Ben Stiller, além da inesquecível participação de Bob Barker em uma briga épica com o protagonista.

Humor, redenção e família

Se o primeiro filme era sobre um jovem desajustado tentando provar seu valor, Um Maluco no Golfe 2 é sobre alguém que já teve tudo e precisa reconectar-se com o que realmente importa. O humor continua escrachado — com direito a piadas físicas, xingamentos e situações surreais — mas há também uma camada emocional mais evidente. A relação entre Happy e sua filha serve de coração para a narrativa, equilibrando os absurdos com sentimentos reais.

A direção de Newacheck imprime ritmo acelerado, cortes rápidos e uma fotografia vibrante. Há até referências visuais ao clássico original, com closes exagerados, trilhas sonoras retrô e até uma recriação da lendária tacada final de Happy no primeiro filme.

Vale a pena assistir?

Sim — principalmente para quem cresceu assistindo aos filmes de Adam Sandler nos anos 90 e 2000. Um Maluco no Golfe 2 não é apenas uma continuação, mas também uma celebração ao estilo único de comédia que o ator ajudou a popularizar. É despretensioso, nostálgico, e acima de tudo, divertido. Os novos personagens somam, os antigos brilham, e a trama oferece uma mensagem tocante sobre família, envelhecimento e superação sem perder o humor ácido.

“Outlander” | Última temporada ganha trailer completo e promete encerramento emocionante

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É chegada a hora de se despedir de Claire e Jamie Fraser. O canal Starz lançou o trailer completo da oitava e última temporada de Outlander, prometendo uma conclusão emocionante que mescla amor, destino e as inevitáveis batalhas da história. A estreia está prevista para início de 2026, e embora a data exata ainda não tenha sido divulgada, o clima de despedida paira no ar, convidando fãs antigos e novos a se prepararem para encerrar essa jornada junto aos personagens que marcaram uma década de narrativas épicas. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

Desde que fez sua estreia em 9 de agosto de 2014, Outlander se consolidou como uma produção híbrida de romance, drama e viagem no tempo, adaptando os premiados livros de Diana Gabaldon. Criada para a TV por Ronald D. Moore e produzida pela parceria entre a Sony Pictures Television e a Left Bank Pictures, a série acompanhou os Fraser através de capítulos complexos da história, alternando entre cenários do século XVIII e da era contemporânea, com altos investimentos em figurino, cenografia e fidelidade histórica. O trailer divulgado retoma todos esses elementos, intensificando a expectativa para o capítulo final da saga.

Logo nos primeiros segundos, somos transportados para um campo enevoado, onde Claire caminha sozinha, seus pensamentos narrados como monólogo interior. A voz dela ecoa sobre escolhas irrevogáveis, o peso de decisões passadas e o amor que sobrevive mesmo quando tudo ao redor desmorona. Jamie surge em seguida, montado a cavalo em meio a tropas, o semblante carregado por rugas que contam uma vida inteira de cuidado, saudade e batalhas. A ambientação sugere que os últimos episódios terão um clima soturno, ainda que repleto de humanidade e esperança.

O trailer intercala cenas da família Fraser em momentos distintos no tempo. Vemos Jovem Ian ao lado de Claire e Jamie, agora adultos, e William Ransom em uniforme britânico, seu rosto misturando orgulho e conflito. A dualidade temporal se acentua ao mostrar Brianna e Roger nos anos 80, lidando com o nascimento de sua filha, diagnosticada com um problema cardíaco, o que os obriga a viajar para o futuro em busca de atendimento médico. Esse choque entre passado e presente reforça o tema central da série: os laços que unem gerações, não importando o século.

A narrativa de Outlander sempre foi construída sobre múltiplas camadas de drama e romance. Claire é médica, mulher moderna jogada em pleno século XVIII; Jamie é guerreiro selvagem e apaixonado, mas também homem de honra e cultura. Esse contraste funciona como base para explorar questões como poder, escolha, identidade e resistência. O trailer sugere que a temporada final vai mergulhar profundamente nos dilemas sociais e emocionais desses personagens, sem economizar em retratos de guerra, sofrimento ou redenção.

A temporada final, dividida em dez episódios, foi estrategicamente planejada em duas partes pela equipe de produção. Segundo Ronald D. Moore, isso permite que a história receba o fechamento que merece, cuidando de cada arco com atenção aos detalhes e ao crescimento dos personagens. Isso inclui a reconstrução do Fraser’s Ridge após a morte de Malva Christie e as cicatrizes deixadas por esse crime. Claire, acusada injustamente de assassinato, chegou a ser presa; embora tenha sido libertada quando Tom Christie admitiu sua culpa, a experiência deixou marcas profundas em sua relação com a comunidade que ajudou a construir.

Paralelamente, a série explora a Guerra da Independência Americana como pano de fundo inevitável. Jamie, agora colono nos treze estados, é convocado para lutar na Batalha de Saratoga, um dos confrontos mais decisivos da revolução. Sua lealdade à causa rebelde contrastará com sua conexão com personagens que o cercam, como William. A temporada promete tratar dessa escolha como dilema moral: lutar por uma nação emergente enquanto enfrenta o custo emocional e familiar de uma guerra.

Do lado de Brianna e Roger, o emocional também se aprofunda. A chegada de uma filha com um problema cardiovascular desencadeia um dilema impossível: continuar no século XVIII ou sacrificar tudo para buscar tratamento no futuro. A viagem aos anos 80 proporciona alívio médico, mas expõe os MacKenzies ao preconceito moderno. Brianna, formada em engenharia, enfrenta o machismo disfarçado do ambiente corporativo e a pressão de equilibrar carreira e maternidade. Roger, escritor e historiador, tenta construir uma nova vida enquanto carrega o peso de viver fora do tempo que ama.

A força de Outlander sempre esteve na química entre Caitriona Balfe e Sam Heughan. Suas performances carregam autenticidade emocional, mostrando um casal que se ama profundamente, mesmo quando partidos pela distância ou pela guerra. O trailer reforça isso ao mostrar olhares intensos, abraços demorados e momentos que condensam muitos anos de vivências. Esses pequenos gestos silenciosos — uma mão no ombro, um sorriso melancólico — sintetizam a jornada de amor que atravessa séculos.

Visualmente, o trailer impressiona. Paisagens da Escócia e da América colonial se misturam em planos amplos e panorâmicos. A produção não abre mão dos figurinos ricos, da iluminação planejada para transmitir nostalgia e tensão, e da direção de arte que transforma cada cena numa pintura viva sobre o tempo. A trilha sonora, em especial, retoma arranjos folk da cultura celta misturados à tensão épica, remetendo à tradição musical da série.

No Brasil, a série encontrou visibilidade também na TV aberta, tendo sido exibida pela Band entre setembro e dezembro de 2023. Apesar da transmissão ter sido interrompida por questões contratuais, a série recebeu reprise em 2024, e conquistou público fiel nas madrugadas. Hoje, muitos fãs acompanham por streaming, o que reforça a popularidade e o valor cultural da produção em território nacional.

A trajetória de Outlander refletiu uma mudança na maneira como enxergamos dramas televisivos. Ao longo das temporadas, conquistou reconhecimento do público e da crítica por suas tramas complexas, protagonistas femininas fortes e a capacidade de misturar romance, política e história de forma envolvente. A série recebeu diversos prêmios e se tornou um case de sucesso internacional, contribuindo para o fortalecimento da Starz como canal de referência em narrativa original.

A expectativa em torno da última temporada é gigantesca. Fãs criaram teorias sobre o destino dos Frasers, novos maratonistas revisitam cada temporada com entusiasmo e as redes sociais se enchem de lembranças, memes e homenagens. A pergunta mais repetida entre admiradores é: será que Claire e Jamie encontrarão um final pacífico juntos? A própria autora Diana Gabaldon já falou que o último livro da saga ainda não foi publicado, o que deixa espaço para a série seguir um caminho próprio — talvez mais emocional, talvez mais simbólico — ao encerrar a história.

Por ora, as informações confirmadas apontam para uma temporada intensa, emocional, com batalhas épicas e momentos íntimos. O trailer mostrou que, mesmo diante da guerra e do tempo implacável, o coração humano continua resistindo. Claire e Jamie não são apenas sobreviventes do tempo ou da revolução; são defensores de uma ideia: de que o amor, a verdade e a coragem podem transcender qualquer era.

À medida que nos aproximamos de 2026, Outlander se prepara para oferecer uma conclusão à altura de sua própria ambição. Será o fim de uma era na televisão, mas também uma celebração do que faz as histórias permanecerem: personagens que amamos, dilemas que reverberam, e a certeza de que algumas histórias existem para nos lembrar que somos feitos de tempo — e de escolhas.

“The Boys” | Última temporada tem trailer revelado na Comic-Con 2025 e antecipa desfecho brutal, sangrento e inesquecível

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Com o mundo de cabeça para baixo, uma sociedade dividida entre fascínio e medo, e super-heróis que mais parecem vilões de guerra, The Boys se prepara para sua despedida. A quinta e última temporada da série acaba de ganhar um trailer exclusivo revelado durante a San Diego Comic-Con 2025, deixando os fãs em polvorosa com a promessa de um encerramento épico, brutal e carregado de emoções extremas. O vídeo foi exibido com exclusividade durante o painel da série, que reuniu o elenco principal — incluindo Karl Urban, Jack Quaid, Erin Moriarty e Antony Starr — ao lado do criador Eric Kripke. Em tom direto, Kripke anunciou: “Estamos indo com tudo. Sem freios. Sem piedade. Essa é a guerra final entre os humanos e os Supers.” As informações são do Omelete.

A prévia começa com uma imagem desoladora: Homelander, ou Capitão Pátria, caminha lentamente por um espaço abandonado, seus passos ecoando como se cada batida fosse um presságio do que está por vir. A câmera passeia por casas vazias e destruídas, onde personagens como Frenchie, Hughie e Leitinho tentam se esconder do mundo em colapso. Logo em seguida, Billy Butcher aparece. Ele está abatido, envelhecido, visivelmente doente, mas sua determinação ainda pulsa forte. Ele reúne os Rapazes, sua equipe de justiceiros, para uma última missão que pode custar a vida de todos. Ainda assim, todos sabem que recuar já não é mais uma opção.

Em contraste com o desespero dos Rapazes, o trailer mostra Homelander sendo ovacionado em um grande auditório, rodeado por aplausos e adoração. A imagem do super-herói é tratada como uma figura divina, mesmo quando sua tirania se torna cada vez mais evidente. A manipulação da opinião pública e o culto à personalidade estão em seu ápice. Em meio a esse frenesi, uma participação inusitada chama atenção: o ator e produtor Seth Rogen aparece brevemente em uma cena cômica, antes que o tom do vídeo volte à sua brutalidade habitual. Explosões, perseguições, mutilações e combates sanguinários dominam a tela, prenunciando o caos absoluto.

Um dos momentos mais comentados da prévia é o retorno de Soldier Boy, personagem interpretado por Jensen Ackles. Visto anteriormente como morto, ele reaparece congelado em uma câmara de contenção. Homelander o observa através do vidro, em um confronto silencioso entre dois símbolos do nacionalismo distorcido que a série tanto critica. A tensão entre eles promete ser um dos pontos altos da temporada. Outro elemento crucial é o papel de Ryan, o filho de Homelander. Em uma breve, porém impactante aparição, o garoto surge com um olhar frio e calculista, sugerindo que o conflito final poderá ser também uma tragédia familiar de proporções devastadoras.

Saiba mais sobre a série

Desde sua estreia em 26 de julho de 2019 na Prime Video, a série americana deixou claro que não seria apenas mais uma série sobre super-heróis. Criada por Eric Kripke e baseada nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, a produção se posicionou como uma crítica direta ao culto dos superpoderosos, à indústria do entretenimento e à manipulação midiática. Em pouco tempo, a série se tornou um fenômeno global, reverberando muito além do nicho nerd, alcançando públicos diversos em busca de narrativas que refletissem o cinismo, a complexidade e os dilemas da sociedade contemporânea.

A trama gira em torno de dois grupos centrais: os Sete, super-heróis idolatrados e controlados pela megacorporação Vought International, e os Rapazes, vigilantes liderados por Billy Butcher que lutam para expor os abusos cometidos pelos Supers. Enquanto os Sete representam o poder corrompido e a fachada de perfeição vendida à sociedade, os Rapazes encarnam o caos moral de quem tenta fazer justiça num mundo que já perdeu seu eixo. Entre eles, surgem figuras como Hughie Campbell, jovem traumatizado que vê sua namorada ser morta por um super em alta velocidade, e Annie January, a Luz-Estrela, heroína idealista que descobre aos poucos as podridões do sistema que a acolheu.

Com o passar das temporadas, The Boys aprofundou ainda mais suas críticas sociais, abordando temas como o militarismo, o uso político da religião, a espetacularização da violência e o uso de fake news para manipular massas. A série foi pioneira ao representar o surgimento de um fascismo velado dentro de uma estética pop, explorando como o entretenimento pode ser usado como arma ideológica. A performance de Antony Starr como Homelander se tornou símbolo desse discurso: um homem com poderes divinos, mas emocionalmente instável, sedento por controle e reconhecimento.

Agora, com a quinta temporada, Eric Kripke promete amarrar todas as pontas soltas e entregar um final coerente com o tom subversivo da série. Durante o painel, ele revelou que a temporada final terá uma abordagem ainda mais sombria, sem perder a ação e a sátira que sempre marcaram a obra. “Billy Butcher está morrendo. Ryan está em uma encruzilhada moral. Luz-Estrela quer salvar algo que talvez não possa mais ser salvo. E Homelander… bem, ele se tornou tudo aquilo que temíamos desde o começo”, afirmou o criador.

Os atores também expressaram sua emoção com o fim da jornada. Karl Urban declarou que interpretar Billy Butcher foi o papel mais intenso de sua carreira. “Esse personagem me levou a lugares sombrios, mas também humanos. Ele não é um herói. Nem um vilão. É alguém quebrado tentando sobreviver.” Já Antony Starr destacou que Homelander redefiniu seu olhar sobre o arquétipo do herói. “Ele me ensinou o quanto o poder sem limites pode ser aterrorizante. E o mais assustador é que ele é adorado por isso.”

Para os fãs, a promessa é de uma temporada com batalhas impactantes, mortes marcantes e reviravoltas que podem mudar o rumo da série até o último minuto. O retorno completo de Soldier Boy pode abrir novas frentes de conflito, especialmente se ele formar uma aliança temporária com os Rapazes. Ryan, o garoto superpoderoso, pode ser tanto a salvação quanto a ruína de todos. Vought International, por sua vez, tenta restaurar sua imagem com novos projetos de marketing e produtos derivados, mesmo que isso signifique sacrificar antigos membros dos Sete.

A expectativa em torno da estreia é altíssima. A quinta temporada está prevista para chegar ao Prime Video em outubro de 2025, com oito episódios de aproximadamente uma hora cada. A classificação indicativa segue restrita para maiores de 18 anos, e a série promete não suavizar seu conteúdo. A trilha sonora do trailer ainda não foi oficialmente divulgada, mas fãs identificaram o uso de uma versão sombria da clássica “Hallelujah”, o que reforça o tom melancólico da temporada final.

Mesmo com o encerramento da trama principal, o universo de The Boys não se encerra totalmente. Eric Kripke confirmou que novos spin-offs estão em desenvolvimento, dando continuidade ao legado da série com personagens inéditos e novas perspectivas. Entre os derivados já lançados, Gen V se destacou ao expandir o universo para o ambiente universitário, explorando como os jovens são moldados pela lógica de poder e celebridade dos Supers.

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