Vale a pena assistir Amores Materialistas? Uma crítica afiada à superficialidade do amor moderno

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Tem horas que a gente quer ver um filme que fale de amor, mas que não seja aquela historinha batida, cheia de clichês ou romancinho açucarado. E é exatamente essa expectativa que chega junto com Amores Materialistas, lançado em 2025, escrito e dirigido por Celine Song — a mesma mente criativa que nos presenteou com Vidas Passadas em 2023, um filme que mexeu com muita gente.

Com Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal no elenco, a promessa era um mergulho na complexidade dos relacionamentos modernos, ambientado no universo dos encontros luxuosos de Nova York. Mas será que o filme cumpre essa promessa? Vamos conversar sobre isso.

O que é Amores Materialistas?

A história acompanha Lucy Mason, interpretada por Dakota Johnson, uma atriz que não conseguiu decolar na carreira e acabou se tornando uma casamenteira — sim, aquela pessoa que ajuda gente a encontrar par. Mas não é qualquer encontro: Lucy trabalha para a Adore, uma agência que cuida de relacionamentos na alta roda nova-iorquina, cheio de festas chiques e gente com muito dinheiro e, claro, exigências altíssimas.

Lucy é uma mulher que escolheu a solteirice como estilo de vida, com um pensamento direto: ou vai morrer sozinha ou vai se casar com um homem muito rico — sem rodeios, né? O que acontece é que, no meio de tudo isso, ela encontra o ex-namorado John Finch (Chris Evans), um ator que luta para alcançar o sucesso e que trabalha como garçom em casamentos (a ironia não passa despercebida). E aí surge também Harry Castillo (Pedro Pascal), um milionário que se interessa por Lucy, e traz uma dose de charme e questionamentos pessoais para a história.

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Entre encontros, desilusões e vaidades

Logo de cara, o filme mostra essa tensão entre o desejo verdadeiro e a realidade dura do amor hoje em dia — que muitas vezes parece mais um produto para ser vendido e comprado, do que um sentimento genuíno. Lucy, que ajuda outras pessoas a encontrar o “par ideal”, vive sua própria dúvida interna sobre o que realmente quer.

O filme não tem medo de mostrar os bastidores da alta sociedade — as festas, os restaurantes caros, os apartamentos luxuosos. Tudo isso serve como cenário para discutir algo que todo mundo já sentiu: a pressão para se encaixar em padrões, a frustração com os relacionamentos que parecem rasos e o medo de ficar sozinho.

E é aí que entra a história de Sophie, amiga e cliente de Lucy, que acaba num relacionamento abusivo. Essa trama traz um contraponto sério à comédia romântica, mostrando que nem tudo são flores, mesmo quando o cenário é glamouroso.

O que funciona?

Um dos grandes trunfos do filme é o elenco. Dakota Johnson entrega uma Lucy que é ao mesmo tempo forte, insegura e muito humana. Chris Evans tem aquele carisma natural que faz a gente torcer pelo John, mesmo com todas as dificuldades que ele enfrenta. Pedro Pascal aparece como um homem complexo, que apesar do sucesso e do dinheiro, carrega suas próprias inseguranças — como a decisão de fazer uma cirurgia para aumentar a altura, algo que traz uma carga simbólica poderosa sobre aceitação e vaidade.

A fotografia e a ambientação são impecáveis. Nova York aparece como uma personagem por si só — glamourosa, agitada, mas também fria e, em muitos momentos, solitária. Isso ajuda a contar a história de um jeito visual que dá o tom certo para os dilemas da trama.

Além disso, o roteiro tenta trazer à tona um debate importante sobre o amor e o que ele significa para as pessoas na era atual, onde tudo é conectado, exibido e julgado nas redes sociais.

O que deixa a desejar?

Apesar dessas qualidades, o filme tem seus tropeços. A direção de Celine Song, que foi tão elogiada pelo lirismo de Vidas Passadas, aqui parece um pouco presa, com uma estética que deixa os personagens afastados uns dos outros — quase como se eles não conseguissem se tocar de verdade.

O roteiro é autoconsciente, tenta brincar com os clichês da comédia romântica e ironizar a superficialidade do mundo em que os personagens vivem. O problema é que essa ironia às vezes pesa demais e acaba afastando o público, que fica vendo uma sequência de situações um tanto mecânicas e sem aquela emoção verdadeira que a gente espera.

Também faltou mais profundidade para algumas tramas — especialmente a de Sophie, que apesar de trazer um tema importante, não é explorada com a seriedade que merecia.

O que o filme nos faz pensar?

O longa-metragem acaba sendo uma espécie de espelho para os dilemas amorosos que muita gente enfrenta hoje em dia. Entre a busca por um parceiro que preencha todas as caixas da “lista ideal” e o medo de estar sozinho, fica difícil encontrar algo que seja realmente espontâneo e verdadeiro.

Os personagens são pessoas tentando se encontrar num mundo que parece valorizar mais o que você tem do que quem você é — e isso traz uma solidão que se percebe mesmo nas cenas mais cheias.

Por isso, mesmo com suas falhas, o filme tem valor como provocação. Ele nos lembra que o amor não é um pacote perfeito de qualidades, mas sim um sentimento cheio de imperfeições, erros e riscos. Algo que, no fim das contas, vale mais que qualquer status ou aparências.

Para quem Amores Materialistas pode ser uma boa pedida?

Se você gosta de filmes que falam de amor com um pé na realidade, que não têm medo de mostrar as sombras por trás do brilho e que trazem personagens complexos, o filme tem bastante para oferecer.

Também é interessante para quem acompanha o trabalho de Celine Song e quer ver como ela se posiciona diante de um projeto maior e mais comercial, mesmo que isso signifique algumas concessões.

Agora, se você procura uma comédia romântica leve, com aquela química natural entre os personagens e um romance mais tradicional, talvez esse filme não seja o ideal. Apegue-se ao elenco e às boas cenas, mas prepare-se para uma experiência menos emocional e mais cerebral.

No fim das contas…

Amores Materialistas é um filme que mistura charme, questionamentos e uma pitada de desencanto. Ele não é perfeito, mas é honesto em sua tentativa de captar o que é amar num mundo cada vez mais complicado e conectado.

Talvez a maior lição dele seja que, mesmo cercados de luxo e possibilidades, a gente ainda sente falta daquela conexão verdadeira — aquela que não se compra, não se mede e não se encaixa em listas.

Se você topar embarcar nessa reflexão, o filme pode ser um convite bacana para pensar no amor de um jeito diferente. Se não, pelo menos vai poder apreciar um elenco talentoso e belas imagens de Nova York.

E aí, vai encarar?

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (9) na Sessão de Sábado e Supercine da TV Globo

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Neste sábado, 9 de agosto de 2025, a TV Globo apresenta na sua Sessão de Sábado um filme que emociona e inspira: À Procura da Felicidade (2006). Baseado na trajetória real de Chris Gardner, o longa protagonizado por Will Smith e seu filho Jaden Smith é um convite para refletirmos sobre a força do amor, a coragem diante das adversidades e a importância de nunca desistir dos nossos sonhos — mesmo quando tudo parece conspirar contra nós.

Chris Gardner era um homem comum, pai de família, com uma vida que, à primeira vista, parecia tranquila. Porém, quando as dificuldades financeiras começaram a apertar, tudo mudou. Sua esposa, Linda, não aguenta a pressão e decide ir embora, deixando Chris sozinho para cuidar do pequeno Christopher, de apenas cinco anos.

A partir daí, a luta de Chris se torna muito mais do que simplesmente pagar as contas. É uma batalha diária para garantir que o filho não sinta o peso da crise, que continue sonhando, que tenha um teto e comida na mesa, mesmo que, por vezes, o abrigo deles seja um banco de praça ou um banheiro público.

Entre despejos e estações de trem: a realidade dura da falta de moradia

O filme mostra, com um olhar sensível e realista, o que significa ser pai e filho vivendo nas ruas. Chris consegue uma vaga de estágio numa corretora de valores — uma oportunidade que pode mudar o futuro dos dois, mas que não oferece salário e exige dedicação total.

É uma corrida contra o tempo e a sorte, com muitos momentos de tensão, medo e incerteza. Ser despejado, procurar um lugar para dormir, alimentar um filho pequeno e tentar manter a dignidade em meio ao caos: tudo isso é parte da dura rotina retratada no filme.

A atuação que toca fundo

Will Smith dá vida a Chris Gardner com uma intensidade rara, mostrando as várias facetas de um homem que, apesar do cansaço, do medo e das dúvidas, não perde a ternura nem a esperança. Seu filho Jaden, interpretando Christopher Jr., rouba a cena com uma naturalidade tocante, tornando o vínculo entre pai e filho o centro emocional da narrativa.

Essa química entre os dois atores reais se traduz numa relação que vai muito além das telas — é um reflexo do amor incondicional e da força que uma família pode ter, mesmo nas circunstâncias mais adversas.

Uma história que vai além do filme

A trama não é apenas uma biografia dramatizada. É um testemunho vivo da capacidade humana de resistir. Chris Gardner, que hoje é empresário de sucesso, não apenas viu sua história ser levada para as telas, mas também participou da produção, garantindo que a mensagem fosse fiel à sua experiência.

O título, com a palavra “happyness” escrita de forma incorreta, aparece no filme em um desenho feito na creche do filho. Essa imperfeição simboliza que a felicidade não é perfeita, nem linear — é construída dia após dia, com erros, quedas e recomeços.

Por que esse filme ainda emociona tantos anos depois?

Vivemos tempos difíceis, em que a desigualdade e o desemprego afetam muitas famílias. A história de Chris Gardner toca em questões universais: medo do fracasso, desejo de proteger quem amamos, luta por dignidade.

Assistir a esse filme é um convite para se colocar no lugar do outro, para entender que por trás de cada rosto há uma história de esperança e desafio. É também uma lição sobre empatia, sobre o valor da perseverança e da coragem.

Onde e como assistir

Se você quer assistir ou rever À Procura da Felicidade, a Sessão de Sábado é a oportunidade perfeita para isso. Além disso, o filme está disponível em plataformas de streaming como Telecine, para quem é assinante, e pode ser alugado no Prime Video por preços acessíveis.

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Neste sábado, o Supercine convida você para uma aventura divertida e cheia de emoção com o filme Amanhã é Hoje. Se você gosta de histórias que misturam humor, viagens no tempo e aquela boa e velha confusão familiar, essa é a pedida certa para a sua noite.

A gente conhece bem aquelas férias em família que começam cheias de planos, música boa no rádio, e aquela sensação gostosa de liberdade que só o verão traz. Em Amanhã é Hoje, acompanhamos exatamente isso: uma família espanhola curtindo o calor e a rotina de 1991. Mas, claro, nada que envolva adolescentes e discussões fica simples.

Quando Lulu, a filha rebelde, decide fugir com o namorado, uma tempestade fora do comum vira tudo de cabeça para baixo — literalmente. Seus pais, no meio desse furacão, são catapultados para o ano de 2022, um mundo que para eles é praticamente ficção científica.

Imagine só o que é acordar em um mundo onde os telefones são todos inteligentes, todo mundo vive grudado nas redes sociais, e o jeito de se comunicar mudou tanto que parece outro idioma. É esse choque cultural que o filme explora com muito humor e delicadeza.

Os pais de Lulu, perdidos no tempo, precisam lidar com esse presente cheio de tecnologia, regras novas e costumes diferentes. Entre confusões hilárias, mal-entendidos e descobertas, o filme mostra que o tempo muda tudo — menos o amor e a importância da família.

Quem lidera essa aventura são os incríveis Carmen Machi e Javier Gutiérrez, que trazem à tona toda a comédia e o drama de quem está perdido num tempo que não reconhece. Eles dão vida a personagens que são ao mesmo tempo engraçados e humanos, cheios de dúvidas e vontade de se adaptar.

Silvia Abril completa o trio com sua energia contagiante, garantindo momentos leves e divertidos que fazem o espectador rir e se emocionar ao mesmo tempo.

Por que assistir Amanhã é Hoje?

Mais do que uma comédia, o filme é uma conversa sobre o que acontece quando o passado encontra o presente. A tecnologia, as mudanças sociais, as gerações diferentes — tudo isso rende boas piadas, claro, mas também provoca aquele sentimento de que, apesar das transformações, o essencial permanece: a família, a conexão humana, o amor que atravessa qualquer barreira.

Onde ver?

Você pode conferir essa história divertida e emocionante no Supercine na noite de hoje, 9. Para quem prefere streaming, o filme também está disponível no Amazon Prime Video para assinantes, garantindo a você assistir quando e onde quiser.


Vale a pena assistir Drácula – Uma História de Amor Eterno? O filme promete, mas entrega pouco

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Se você, como eu, cresceu ouvindo histórias de vampiros que misturam mistério, medo e um toque sombrio de romance, a notícia de um novo filme do Drácula sempre causa aquele frio na espinha — mas também aquela curiosidade quase irresistível. Em 2025, o diretor francês Luc Besson resolveu revisitar a lendária figura do conde Drácula, trazendo para as telas sua visão de uma história que se propõe ser mais do que um simples filme de terror: é, na intenção, uma “história de amor eterno”.

Porém, para além das expectativas que um clássico pode despertar, a chegada desse novo Drácula trouxe uma mistura de empolgação, decepção e um debate pesado que vai muito além da telona — afinal, o nome de Besson também está envolvido em controvérsias que não podemos ignorar. Então, que tal a gente conversar com calma sobre essa obra que tem dado o que falar? Vou contar tudo: os pontos altos, as falhas, o contexto, o elenco e o que essa adaptação representa — ou não — para a mitologia vampírica.

Luc Besson no comando

Antes de falar sobre o filme, vamos combinar: falar de Luc Besson é falar de uma figura que mexe com paixões, seja por seu estilo marcante, seja pelas polêmicas que o acompanham nos últimos anos.

Besson não é nenhum novato. Ele já dirigiu clássicos cult, como “O Quinto Elemento” e “Nikita”, filmes que marcaram a cultura pop e conquistaram fãs ao redor do mundo com sua estética visual ousada e personagens carismáticos. Mas nos últimos tempos, seu nome também tem sido associado a acusações sérias, especialmente relacionadas a agressões sexuais. E isso pesa — e muito — na forma como o público e a crítica recebem seus trabalhos.

É uma discussão importante: será que dá para separar a obra do artista? Não existe uma resposta única, mas é inegável que a sombra dessas acusações deixa um gostinho amargo e dificulta assistir ao filme sem pensar no que está por trás das câmeras.

Qual é a proposta do filme?

Dito isso, vamos para o que o filme entrega. Logo no início, fica claro que essa não é uma versão tradicional do Drácula. Aqui, o personagem principal, interpretado por Caleb Landry Jones, não é aquele monstro sedento por sangue e medo. Ele é um vampiro melancólico, atormentado, que parece mais um anti-herói romântico do que um vilão assustador.

O filme tenta construir uma narrativa onde Drácula é alguém que sofre, que busca redenção e até amor. Esse tom é refletido no subtítulo escolhido para a produção: Uma História de Amor Eterno.

A ideia até tem seu charme e poderia funcionar muito bem se o roteiro fosse mais sólido e as emoções fossem realmente transmitidas para o espectador. Mas, infelizmente, a execução não acompanha essa ambição.

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Roteiro fraco e personagens apagados

Um dos principais problemas da produção é justamente o roteiro, que não consegue sustentar a proposta de forma convincente. A trama é confusa, cheia de buracos e algumas escolhas parecem até contraditórias.

Os personagens clássicos da história, como Mina, Jonathan Harker e Van Helsing, aparecem de forma muito superficial, praticamente como meros figurantes. Zoë Bleu, que vive Elisabeta/Mina, tem pouco espaço para desenvolver sua personagem, e o mesmo acontece com o Jonathan, que mal é mencionado.

Já Van Helsing, interpretado por Christoph Waltz, é um padre caçador de vampiros que poderia ser o contraponto ideal para Drácula. Porém, sua presença não é tão marcante quanto se espera, e a relação entre ele e o vampiro nunca ganha a complexidade ou a tensão necessárias.

Quebra de regras e falta de coerência

Se você é fã do universo vampírico, provavelmente já sabe que há regras básicas que não podem ser violadas — ou pelo menos, não sem uma boa justificativa. Uma das mais famosas é a vulnerabilidade dos vampiros à luz do sol.

Em Uma História de Amor Eterno, essa regra é ignorada várias vezes. Em uma cena, o sol pode matar Drácula, e em outra, ele simplesmente caminha tranquilamente à luz do dia, sem nenhum dano aparente. Isso não só irrita o espectador que entende o universo, mas também enfraquece a credibilidade da história.

As atuações: O que salva no meio do caos

Apesar das falhas, o elenco tenta entregar o melhor possível. Caleb Landry Jones traz para Drácula uma interpretação interessante, mostrando um vampiro mais vulnerável e humano, o que rende algumas cenas que funcionam emocionalmente.

Christoph Waltz, mesmo com um personagem limitado pelo roteiro, mantém sua presença imponente. Zoë Bleu tem potencial, mas o roteiro não lhe dá espaço para brilhar.

No geral, as atuações são um dos poucos pontos positivos da produção, mostrando que, quando há talento, mesmo uma história fraca pode ser parcialmente resgatada.

O legado de Drácula e as dificuldades de reinvenção

Adaptar uma obra clássica é sempre um desafio. Drácula, em particular, é uma história que já ganhou centenas de versões no cinema, teatro, televisão e literatura. Cada nova tentativa precisa encontrar um jeito de respeitar a fonte e, ao mesmo tempo, trazer algo novo.

Muitos diretores conseguiram isso, fazendo do vampiro não só um símbolo do horror, mas também uma figura complexa, cheia de camadas e mistérios. Alguns exploraram o romance, outros o terror, e alguns, o psicológico.

Vale a pena assistir?

Se você é fã de filmes de terror e vampiros, pode valer a pena assistir a Drácula – Uma História de Amor Eterno só para formar sua própria opinião e experimentar essa visão alternativa do personagem.

Mas vá preparado: não espere o horror gótico clássico, nem um romance arrebatador. O filme exige paciência e, talvez, um olhar indulgente.

Se quiser um bom filme de Drácula, pode ser melhor recorrer a outras versões mais tradicionais ou inovadoras — mas que consigam equilibrar roteiro, personagens e atmosfera.

Robin fica de fora! James Gunn esclarece rumores sobre The Batman: Parte 2

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Se você é fã do Batman, sabe que o universo do herói é tão rico e cheio de possibilidades que, vez ou outra, aparece uma notícia ou rumor capaz de mexer com a cabeça da galera. Nesta última sexta, 8, um desses rumores tomou conta das redes e sites especializados: segundo um jornalista respeitado, o personagem Robin, o famoso parceiro do Batman, estaria confirmado em The Batman: Parte 2, o tão aguardado segundo filme da franquia que tem Robert Pattinson como protagonista.

Mas, como em quase todo universo de heróis, nem tudo é o que parece — e quem veio dar um basta nessa especulação foi ninguém menos que James Gunn, o diretor de sucesso por trás de “Guardiões da Galáxia” e “Esquadrão Suicida”. Em sua conta no Threads, ele foi enfático: “Não acreditem nas bobagens que estão rolando por aí”.

O que isso quer dizer para os fãs? Por que essa negativa de Gunn é importante? E o que podemos esperar do próximo capítulo da saga do Batman? Vamos conversar sobre tudo isso.

O rumor que virou notícia e a resposta direta de James Gunn

A notícia veio do jornalista Jeff Sneider, conhecido por apurar detalhes quentes do mundo do cinema. Ele afirmou que David Zaslav, presidente da Warner Bros., teria mandado um e-mail para os acionistas onde mencionava, entre outras novidades, a presença do Robin em The Batman: Parte 2. A informação caiu como uma bomba na internet e despertou um misto de entusiasmo e expectativa.

É fácil entender: Robin é um dos personagens mais queridos da mitologia do Batman. Sua presença promete mais ação, mais dinâmica na tela e, claro, uma nova camada para o herói.

Porém, o que parecia certo rapidamente encontrou um muro. James Gunn, que é uma das vozes mais respeitadas da indústria, foi categórico e pediu para que os fãs não se deixem levar por informações não oficiais. “Não acreditem nas bobagens que estão rolando por aí”, escreveu, colocando um ponto final — ou quase isso — nas especulações.

Esse tipo de posicionamento não é apenas importante para cortar um rumor falso. Ele ajuda a preservar o clima de mistério que cerca uma produção tão grande, além de manter a credibilidade da narrativa que a equipe criativa quer construir.

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Por que a ausência do Robin não é um bicho de sete cabeças?

É compreensível que muitos fãs fiquem desapontados ao saber que Robin não estará no próximo filme. Afinal, o personagem é um dos símbolos mais fortes da franquia, sendo o parceiro fiel do Batman e trazendo um contraponto emocional e narrativo para o herói.

Mas aqui entra um ponto crucial: o The Batman de Matt Reeves não é uma história qualquer. É uma reinterpretação profunda, sombria e realista do personagem. No filme de 2022, vimos um Bruce Wayne jovem, ainda aprendendo a ser o vigilante de Gotham, com uma pegada que privilegia o suspense e o aspecto detetivesco do personagem.

Robin, por sua vez, costuma ser associado a uma energia juvenil, esperança e, em alguns casos, a um tom mais leve — tudo que o atual universo não parece querer explorar imediatamente. Incluir Robin cedo demais poderia quebrar a atmosfera tensa e carregada que Reeves está construindo.

O que o primeiro filme nos apresentou?

Para entender melhor o contexto, vale a pena relembrar o primeiro filme, que já quebrou vários paradigmas do gênero. Robert Pattinson assumiu o manto de Batman em uma performance que explora a vulnerabilidade e as contradições do personagem.

O enredo mostra Bruce Wayne em seu segundo ano combatendo o crime, focado em um mistério envolvendo o Charada, um serial killer que ataca a elite corrupta de Gotham. Ao lado do tenente James Gordon, e com a participação de figuras marcantes como Selina Kyle (Mulher-Gato) e Pinguim, o filme apresenta uma Gotham sombria, onde a linha entre o certo e o errado está borrada.

O que o futuro reserva para o universo do Batman?

Com a confirmação do retorno de Matt Reeves e Robert Pattinson para o longa-metragem, as expectativas são altíssimas. O desafio é manter a qualidade e profundidade do primeiro filme, ao mesmo tempo em que se introduzem novos elementos para expandir esse universo.

Apesar de Robin não aparecer neste momento, isso não significa que ele não possa surgir em outras fases. Além do filme, a Warner Bros. está desenvolvendo duas séries spin-off para o Max, que prometem explorar diferentes personagens e histórias dentro desse mesmo universo sombrio.

Por que rumores como esse ganham tanta força?

No mundo do entretenimento, os rumores são inevitáveis — e muitas vezes, essenciais para manter o burburinho em torno de um projeto. Porém, o problema é quando esses boatos ganham vida própria e começam a criar expectativas irreais.

Fãs, jornalistas, insiders e até o público geral acabam se empolgando e reproduzindo notícias sem confirmação, o que pode gerar frustrações caso as informações não se concretizem.

É por isso que declarações oficiais e posicionamentos diretos de figuras como James Gunn são tão importantes. Eles trazem um contraponto necessário e ajudam a alinhar as expectativas.

Como a Warner Bros. tem conduzido o universo DC?

Nos últimos anos, o universo cinematográfico da DC passou por altos e baixos. Diferente da Marvel, que seguiu uma linha bastante linear e planejada, a DC experimentou mudanças de diretores, roteiros e até de atores, o que gerou insegurança entre os fãs.

Contudo, com The Batman, Reeves conseguiu dar um sopro de esperança. Sua visão autoral e madura agradou não só os fãs de quadrinhos, mas também o público geral e a crítica.

O que os fãs podem esperar?

Para os fãs do Batman, a mensagem é clara: paciência e confiança. O segundo longa-metragem promete ser uma sequência à altura do primeiro filme, com uma narrativa rica, personagens bem desenvolvidos e, claro, aquele clima de suspense que conquistou a todos.

Enquanto isso, vale a pena revisitar o filme de 2022, explorar as histórias em quadrinhos e ficar ligado nas novidades oficiais. Quando o Robin (ou qualquer outro personagem) aparecer, será num momento pensado para causar impacto, e não por pressa.

Vale a pena assistir Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda? A comédia que une gerações com humor

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Mais de duas décadas após o lançamento de Sexta-Feira Muito Louca (2003), um filme que marcou toda uma geração, a Disney resolveu apostar numa sequência que, ao mesmo tempo, resgata a nostalgia e se reinventa para conquistar públicos novos e antigos. Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda chegou aos cinemas em 2025, com Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan de volta aos papéis que as consagraram como mãe e filha, Tess e Anna Coleman.

Mas será que essa continuação consegue manter o frescor e a diversão do original? Será que o clássico “troca de corpos” ainda funciona, mais de 20 anos depois? A resposta, felizmente, é um sonoro “sim” — mas com algumas surpresas a mais que fazem desse filme uma experiência não só engraçada, mas também tocante e atual.

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Reencontro com personagens que marcaram época

Para quem cresceu assistindo Sexta-Feira Muito Louca, a mera ideia de ver Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan juntas novamente já é motivo de emoção. A dupla tem uma química inegável, que ultrapassa a tela, e voltou a brilhar sob a direção da talentosa Nisha Ganatra, conhecida por seu trabalho que mistura comédia e sensibilidade em filmes como The High Note.

No novo filme, Anna Coleman não é mais aquela adolescente atrapalhada que troca de corpo com a mãe. Agora, ela é uma produtora musical e mãe de Harper, uma garota que está no meio das turbulências da pré-adolescência. Já Tess, que continua sua trajetória marcante, é avó e mantém aquela personalidade forte, com um tempero de sabedoria que só a idade traz.

O filme não só revive essas personagens, mas também acrescenta novas camadas. Ver a evolução delas é um dos pontos altos, porque mostra como as relações familiares mudam e se adaptam com o tempo, sem perder o afeto que as une.

A trama que mistura gerações e conflitos reais

A história de Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda se passa 22 anos após os acontecimentos do primeiro filme. Anna agora tem uma filha, Harper, que está passando pelas descobertas e conflitos típicos da idade. Ao mesmo tempo, Anna está prestes a se casar com Eric, pai de Lily, uma nova personagem britânica que será a futura meia-irmã de Harper.

Esse cenário cria um terreno fértil para atritos típicos de famílias modernas e reconstituídas: as meninas não se dão bem, a mãe de uma teme ser deixada para trás, enquanto a outra deseja voltar para Londres. Essas tensões familiares são muito reais e atuais, mostrando que comédia não precisa ser rasa para funcionar — muito pelo contrário.

O ponto alto é quando, durante a despedida de solteira de Anna, um terremoto sobrenatural faz com que Tess, Anna, Harper e Lily troquem de corpos entre si. Isso reativa a velha fórmula de “se colocar no lugar do outro”, mas com um toque muito mais complexo e divertido, envolvendo duas gerações e duas adolescentes lidando com suas próprias inseguranças.

Humor com coração e toques de emoção

Ao contrário do que muitos poderiam temer, o filme não se limita a repetir as piadas do passado. O roteiro de Jordan Weiss investe em situações cômicas — claro! —, mas também fala sobre temas profundos como envelhecimento, maternidade, luto e aceitação.

Por exemplo, há cenas em que Tess, no corpo da filha, se atrapalha com redes sociais e tenta acompanhar a vida digital da geração mais nova, causando situações hilárias e muito atuais. Por outro lado, Anna, no corpo da filha Harper, precisa encarar a responsabilidade de ser mãe e produtora, além de lidar com o novo contexto familiar.

Esse equilíbrio entre humor e emoção é a grande sacada do filme. Não é só rir pelo riso — é rir com propósito, se emocionar e, de quebra, refletir sobre a importância de escutar o outro, mesmo quando as diferenças parecem intransponíveis.

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Novos rostos que brilham e dão fôlego à trama

Além da volta dos personagens originais, o filme apresenta um elenco jovem e talentoso que acrescenta frescor à narrativa.

Julia Butters, que chamou a atenção em Era Uma Vez em… Hollywood, interpreta Harper, a filha de Anna. Ela consegue transmitir o conflito típico da pré-adolescência, a mistura de sarcasmo, insegurança e sabedoria precoce, trazendo uma nova camada para o enredo.

Sophia Hammons dá vida à Lily, a garota britânica que também enfrenta seus próprios dilemas e tem uma relação difícil com Harper. Manny Jacinto, conhecido por seu carisma, interpreta Eric, o pai de Lily e futuro marido de Anna, trazendo um charme despretensioso ao papel.

Esse mix gera uma dinâmica de família moderna, que é parte do que torna o filme tão atual e relevante para o público de hoje.

Produção caprichada que valoriza os detalhes

As filmagens aconteceram entre junho e agosto de 2024, em locações que variam entre Los Angeles e outros cenários que ajudam a construir o universo do filme. A direção de arte é um capítulo à parte, com espaços que refletem as personalidades das personagens: a casa de Tess é elegante, controlada, com toques clássicos; já o lar de Anna é mais descontraído, moderno e desorganizado, cheio de vida.

O figurino acompanha essa ideia, diferenciando gerações e estilos com sutileza. É possível sentir o cuidado da produção para que cada detalhe conte algo sobre as personagens, mesmo sem precisar de diálogo.

Outro destaque é a trilha sonora, que mistura canções atuais com músicas que remetem aos anos 2000, criando uma ponte afetiva entre passado e presente. A banda fictícia Pink Slip, que apareceu no filme original, ganha uma nova versão da música “Take Me Away”, que funciona como um elo emocional entre as gerações.

O que o filme traz de novo para o gênero?

Embora a fórmula de troca de corpos seja um clássico das comédias de fantasia, o novo longa-metragem consegue se destacar porque trata a situação como uma oportunidade para explorar questões complexas, sem perder a leveza.

Ele fala sobre envelhecer, sobre como o amor familiar se transforma e precisa ser constantemente reaprendido. Também mostra que a comunicação entre gerações é cheia de ruídos e mal-entendidos — mas que o diálogo e a empatia podem ressignificar tudo.

Por isso, o filme não é só para quem é fã da franquia ou da Disney, mas para qualquer pessoa que já tenha enfrentado conflitos familiares, dúvidas sobre seu papel na vida ou simplesmente goste de rir com histórias que emocionam.

Nostalgia com respeito e frescor

Um ponto que merece ser destacado é como o filme lida com a nostalgia. Ele não cai no fan service exagerado, que muitas vezes atrapalha sequências. As referências ao original estão lá, sim — a banda Pink Slip, os personagens clássicos, algumas piadas internas — mas sempre com equilíbrio.

Isso permite que o filme seja acessível para quem nunca viu Sexta-Feira Muito Louca e também para os fãs de longa data, que vão se divertir e se emocionar sem se sentir presos a um roteiro datado.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan provam que a química entre elas é atemporal, assim como o carisma. O retorno de ambas aos seus papéis é, mais do que um resgate, uma celebração do que essas personagens representam para várias gerações.

Para quem é esse filme?

Se você é fã do gênero comédia familiar, de histórias que misturam fantasia e emoção, ou apenas procura uma produção leve e divertida para assistir com a família, o filme é uma excelente escolha.

Ele conversa tanto com o público mais velho, que vai se identificar com as nuances da relação entre mãe e filha, quanto com os mais jovens, que encontrarão personagens com as quais se reconhecem — sem falar nas situações engraçadas que só uma troca de corpos pode proporcionar.

Além disso, o filme traz uma mensagem importante: não importa a idade, sempre é possível aprender com o outro, se reconectar e crescer. É uma celebração do afeto familiar e da aceitação das diferenças.

Pedro Pascal finaliza gravações como Senhor Fantástico em Vingadores: Doomsday

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As filmagens de Vingadores: Doomsday começaram em abril de 2025, no renomado Pinewood Studios, localizado na Inglaterra, e continuam a se expandir para locações deslumbrantes como o Bahrein e o Windsor Great Park. Este projeto grandioso representa um dos maiores desafios já enfrentados pela Marvel Studios, tanto em escala quanto em complexidade narrativa.

Recentemente, uma notícia que empolgou os fãs ao redor do mundo foi confirmada: Pedro Pascal, o talentoso ator que interpreta Reed Richards — o icônico Senhor Fantástico — já concluiu todas as suas cenas no set. Isso indica que as sequências envolvendo o Quarteto Fantástico, um dos grupos mais esperados pelos fãs, estão praticamente finalizadas, mesmo que as filmagens devam continuar até agosto para garantir que cada detalhe esteja perfeito. As informações são do Deadline.

Mas Doomsday vai muito além da simples reunião de personagens. Trata-se de um marco histórico na indústria do entretenimento, abrindo as portas para uma nova era no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), repleta de surpresas, emoção e desafios inéditos.

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O impacto do MCU e o que Doomsday representa

Desde que os Vingadores se uniram pela primeira vez em 2012, a Marvel revolucionou a forma de contar histórias de super-heróis no cinema. A combinação de ação espetacular com dramas pessoais profundos conquistou uma legião de fãs. Filmes como Infinity War e Endgame não foram apenas sucessos comerciais, mas fenômenos culturais que influenciaram gerações.

Agora, o próximo filme dos Vingadores chega para fechar a chamada “Saga do Multiverso”, um arco narrativo que tem sido construído cuidadosamente nas últimas fases do MCU, explorando realidades paralelas, universos alternativos e as complexidades que surgem quando essas dimensões se cruzam.

A particularidade de Doomsday está em sua escala épica. Este filme não reúne apenas os Vingadores tradicionais, mas também incorpora o Quarteto Fantástico, os X-Men originais, os Novos Vingadores — também conhecidos como Thunderbolts — e os heróis de Wakanda. Essa mistura inédita de universos cria uma teia de relações e conflitos complexos, algo que nunca foi visto na história do cinema de super-heróis.

Elenco confirmado do filme

Chris Hemsworth retorna como Thor, trazendo seu carisma e força ao papel do Deus do Trovão. Vanessa Kirby faz sua estreia como a Mulher Invisível, personagem fundamental do Quarteto Fantástico, cuja habilidade de se tornar invisível e gerar campos de força adiciona uma nova dimensão à equipe.

Pedro Pascal, conhecido por papéis marcantes em séries como The Mandalorian e Narcos, empresta sua versatilidade para o papel de Reed Richards, o brilhante cientista cuja elasticidade desafia as leis da física e da imaginação.

Um dos grandes choques para os fãs foi a confirmação da participação de Robert Downey Jr., que não retorna como Tony Stark — seu personagem histórico —, mas assume o papel do enigmático e temido Doutor Destino, um dos vilões mais complexos e carismáticos dos quadrinhos da Marvel. A expectativa é alta para ver como Downey irá dar vida a esse personagem tão multifacetado.

Além disso, o elenco traz de volta nomes lendários como Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente. Essa escolha consolida a integração dos X-Men ao MCU, uma notícia que vem sendo aguardada ansiosamente por fãs de longa data.

Completam o time estrelas como Florence Pugh, Simu Liu, Tenoch Huerta Mejía, Anthony Mackie, Sebastian Stan, James Marsden e Rebecca Romijn, criando uma mistura de rostos familiares e novos talentos que enriquecem ainda mais o universo de Doomsday.

Desafios, mudanças e bastidores

A jornada para o filme não foi isenta de percalços. Inicialmente, a Marvel Studios planejava encerrar a Fase Seis com dois filmes: The Kang Dynasty e Secret Wars. Contudo, um imprevisto envolvendo o ator Jonathan Majors, que interpretaria o vilão Kang, levou a uma reestruturação da narrativa.

Com os irmãos Russo — que já haviam comandado os épicos Infinity War e Endgame — retornando à direção, o projeto foi renomeado para Doomsday. Essa mudança trouxe uma nova perspectiva e frescor para o roteiro, que ficou a cargo de Stephen McFeely e Michael Waldron, ambos roteiristas renomados com trabalhos que exploram tanto ação quanto profundidade emocional.

Os irmãos Russo também adotaram um método de trabalho flexível, muitas vezes gravando cenas mesmo sem o roteiro finalizado. Essa abordagem permite que a narrativa evolua organicamente, incorporando ideias dos atores e da equipe técnica, enriquecendo o filme com nuances inesperadas e momentos genuinamente emocionantes.

Por trás das câmeras, profissionais de destaque contribuem para o resultado visual impressionante. Newton Thomas Sigel, diretor de fotografia conhecido por seu trabalho em filmes com forte apelo visual, e Gavin Bocquet, designer de produção responsável por criar ambientes memoráveis, garantem que cada cenário e cada tomada sejam uma experiência visual única para o público.

Entenda a sinopse do filme

O enredo de Doomsday se passa 14 meses após os eventos de Thunderbolts (2025). A história acompanha uma aliança sem precedentes entre Vingadores, heróis de Wakanda, o Quarteto Fantástico, Novos Vingadores e X-Men, todos unindo forças para enfrentar uma ameaça global — e multiversal — encarnada pelo Doutor Destino.

Este desafio exige que heróis de realidades distintas deixem suas diferenças e conflitos de lado para proteger não só o planeta Terra, mas todo o multiverso, um conceito que expande o escopo da narrativa para além do tradicional. Essa dinâmica promete cenas carregadas de emoção, tensão e momentos épicos de ação.

Para os fãs, ver personagens que antes pertenciam a universos separados interagindo e trabalhando juntos é um sonho que finalmente se torna realidade, abrindo possibilidades criativas quase ilimitadas para a Marvel.

O futuro do MCU começa agora

Com estreia marcada para 18 de dezembro de 2026, o longa-metragem é aguardado como um dos maiores lançamentos do cinema mundial. Mas o que acontece após esse filme já está sendo planejado: a sequência, intitulada Avengers: Secret Wars, prevista para dezembro de 2027, promete aprofundar ainda mais os mistérios do multiverso e as consequências dos eventos que irão impactar profundamente o universo Marvel.

Essa nova fase da Marvel aposta em narrativas mais densas, personagens complexos e uma maior diversidade, refletindo o público global cada vez mais atento e exigente. O MCU caminha para histórias que combinam ação e emoção, com personagens cheios de camadas e dilemas reais, tornando a experiência mais humana e acessível.

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (9) no Cine Aventura e Super Tela da Record TV

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Foto: Reprodução/ Internet

O Cine Aventura deste sábado, 9 de agosto, promete prender a atenção do público com um longa que mistura adrenalina, mistério e uma boa dose de reflexão. A Record TV exibe o filme 57 Segundos, produção norte-americana de 2023 que une elementos de suspense e ficção científica em uma trama marcada por reviravoltas e dilemas éticos.

Dirigido por Rusty Cundieff e escrito em parceria com Macon Blair, o longa é inspirado no conto Fallen Angel, do autor britânico E.C. Tubb. No elenco, dois nomes de peso se destacam: Josh Hutcherson, conhecido pelo público por sua participação na franquia Jogos Vorazes, e Morgan Freeman, consagrado como um dos atores mais respeitados de Hollywood. Juntos, eles conduzem uma história que questiona até onde alguém pode ir quando recebe a chance de manipular o tempo — ainda que por menos de um minuto.

O peso da perda como motor da ação

O protagonista, Franklin Fausti (Josh Hutcherson), é um blogueiro especializado em tecnologia. Sua vida, porém, é marcada por uma tragédia pessoal: a morte de sua irmã gêmea, Natalie, causada pelo vício em um medicamento chamado Zonastin. A droga, fabricada pela empresa do bilionário Sig Thorensen (Greg Germann), foi vendida como um analgésico de última geração, mas gerou dependência e destruiu inúmeras vidas.

Com um sentimento de justiça misturado à dor, Franklin decide expor as práticas ilegais da farmacêutica. Determinado, ele se infiltra no mundo corporativo em busca de provas contra Thorensen. É nessa trajetória que seu caminho cruza com o de Anton Burrell (Morgan Freeman), um magnata da tecnologia prestes a apresentar ao mundo o Tri-Band 5, um dispositivo capaz de tratar doenças crônicas e vícios sem a necessidade de medicamentos tradicionais.

O encontro que muda o destino

Franklin consegue marcar uma entrevista exclusiva com Burrell para falar sobre sua inovação tecnológica. No entanto, o momento é interrompido por um ataque armado. Em um ato de coragem, Franklin interfere e impede que Burrell seja ferido, ganhando a gratidão do empresário.

Após o tumulto, Franklin encontra um anel deixado para trás por Burrell. O que inicialmente parece apenas uma joia peculiar revela-se algo extraordinário: o objeto permite que seu portador volte 57 segundos no tempo. Pode parecer pouco, mas essa janela temporal abre um leque quase infinito de possibilidades — e tentações.

Entre a vantagem pessoal e a missão maior

No início, Franklin não resiste a usar o anel para fins mais triviais. Ele aproveita o dom para ajustar conversas, impressionar pessoas, ganhar pequenas apostas e tentar se aproximar de sua colega Jala (Lovie Simone), por quem sente atração. Mas a lembrança da morte da irmã e a necessidade de fazer justiça logo reassumem o controle de suas ações.

Com inteligência e paciência, ele passa a usar o poder do anel como ferramenta estratégica. Cada volta de 57 segundos se transforma em uma chance de obter informações, evitar armadilhas e avançar em sua investigação contra Thorensen. Ao lado de seu amigo Andy, Franklin consegue reunir provas comprometedores, incluindo documentos que mostram que a empresa sabia dos riscos letais do Zonastin.

A escalada do perigo

As descobertas de Franklin não ficam sem resposta. Thorensen, percebendo que está prestes a ser exposto, decide agir. Ele manda sequestrar Franklin, levando-o para um avião particular na tentativa de fugir das autoridades. No entanto, a perseguição policial provoca uma pane no voo, que termina em um acidente.

O desfecho é trágico para Thorensen, que não sobrevive, enquanto Franklin escapa com vida. A vitória contra o vilão, porém, deixa um gosto agridoce: ele percebe que, apesar de ter feito justiça, o poder do anel ainda representa um perigo real.

Super Tela apresenta o filme O Dia do Atentado

Neste sábado, 9 de agosto, a Record TV traz para sua Super Tela um filme que não só emociona, mas também resgata a força da solidariedade em meio à tragédia. O Dia do Atentado (Patriots Day, título original) é uma produção que combina drama e ação para contar a história do atentado que paralisou Boston em 15 de abril de 2013, durante a tradicional Maratona da cidade.

Mais do que um filme de suspense, a obra dirigida por Peter Berg presta uma homenagem às pessoas que, em meio ao caos, mostraram coragem, humanidade e resiliência — desde os policiais e agentes do FBI até os socorristas, médicos e cidadãos comuns que correram para ajudar as vítimas.

A tragédia que abalou Boston

O cenário é uma manhã ensolarada de primavera, quando milhares de corredores e espectadores se reúnem para celebrar a corrida mais famosa dos Estados Unidos. A Maratona de Boston é uma festa esportiva que reúne atletas profissionais e amadores em um espírito de superação e comunidade.

De repente, duas explosões quase simultâneas abalam a linha de chegada, espalhando pânico, destruição e deixando dezenas de feridos, muitos em estado grave. O filme começa justamente nesse momento, acompanhando o sargento Tommy Saunders (Mark Wahlberg), que está escalado para reforçar a segurança do evento.

A partir desse instante, a narrativa se desenvolve como uma corrida contra o tempo para identificar e capturar os responsáveis pelo atentado, enquanto a cidade vive o choque e a dor da perda.

Retrato humano do heroísmo

O que torna O Dia do Atentado tão impactante é o foco no lado humano da tragédia. Em vez de apenas mostrar cenas de ação e suspense, o filme mergulha nas histórias individuais que revelam a profundidade do sofrimento, mas também a força e o espírito de união que emergiram do desastre.

Tommy Saunders, personagem inspirado em policiais reais, simboliza o esforço daqueles que arriscaram a própria vida para proteger os outros. Ao lado dele, a enfermeira Carol Saunders (Michelle Monaghan) representa o lado da esperança e da cura, dedicando-se incansavelmente aos feridos.

As relações entre os personagens são apresentadas com sensibilidade, mostrando como o medo, a dor e a incerteza deram lugar à solidariedade e ao compromisso coletivo.

Uma investigação intensa

Paralelamente aos esforços de resgate, o filme acompanha a investigação liderada pelo agente especial do FBI Richard Deslauries (Kevin Bacon) e o comissário da polícia de Boston Ed Davis (John Goodman). Eles coordenam uma das maiores operações policiais da história recente dos EUA para capturar os terroristas.

A caçada policial é tensa e cheia de reviravoltas, culminando em um cerco dramático à cidade e em um confronto armado que testará a coragem e a determinação dos envolvidos.

Ao mostrar o lado investigativo, o filme destaca o profissionalismo e a colaboração entre diferentes forças de segurança, evidenciando a complexidade e urgência do caso.

Equilíbrio entre ação e emoção

Dirigido por Peter Berg, conhecido por sua capacidade de equilibrar sequências de ação intensas com histórias humanas — como em O Grande Herói e Horizonte Profundo —, O Dia do Atentado não decepciona nesse aspecto.

As cenas de perseguição e combate são realizadas com realismo e tensão, mas sempre preservando o respeito às vítimas e evitando sensacionalismo. Isso faz com que o filme seja emocionante sem perder a profundidade necessária para refletir sobre o impacto da tragédia.

Recepção e reconhecimento

Lançado em 2016, o filme recebeu elogios tanto da crítica quanto do público. No site Rotten Tomatoes, alcançou 81% de aprovação, enquanto o Metacritic registrou uma média de 69 pontos, indicando avaliações positivas.

Além disso, conquistou a nota máxima “A+” do CinemaScore, o que confirma sua capacidade de emocionar e envolver o espectador. O longa também foi incluído em listas de melhores filmes do ano por instituições respeitadas, como o National Board of Review, o que reforça sua relevância artística e social.

Uma narrativa de resiliência e esperança

Mais do que a violência do atentado, o que permanece no filme é a mensagem de esperança. A trama mostra como, mesmo diante de uma ameaça brutal, a comunidade de Boston — policiais, agentes federais, profissionais de saúde e cidadãos — se uniu para enfrentar o terror, proteger uns aos outros e seguir em frente. No desfecho, depoimentos reais das vítimas e sobreviventes ressaltam essa força coletiva, inspirando o público a valorizar a solidariedade em momentos difíceis.

Um elenco que dá vida à história

Além de Mark Wahlberg, que entrega uma performance marcada por intensidade e empatia, o filme conta com um elenco forte e experiente. Kevin Bacon e John Goodman compõem a liderança da investigação com sobriedade, enquanto J.K. Simmons encarna um policial cuja bravura foi fundamental. Michelle Monaghan, como a enfermeira Carol, traz um olhar de compaixão que equilibra o tom do filme, conectando o espectador às emoções mais íntimas das vítimas.

Domingo Legal recebe Raça Negra e traz Geraldo Luís, Dani Brandi e Marco Pagetti para falar sobre o retorno do Aqui Agora, e os quadros Quem Arrisca Ganha Mais e Até Onde Você Chega?

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Foto: Reprodução/ Internet

O próximo Domingo Legal, que vai ao ar pelo SBT na manhã deste domingo, 10 de agosto, promete mais do que simples entretenimento: será uma manhã de pura nostalgia, gargalhadas e emoção. Sob o comando vibrante e acolhedor de Celso Portiolli, a atração vai abrir espaço para encontros marcantes, desafios divertidos e um show especial que promete tocar fundo na memória afetiva do público. O grande destaque fica por conta da presença de um dos grupos mais amados e atemporais do Brasil: o Raça Negra, que sobe ao palco para relembrar clássicos e reforçar por que se tornou um verdadeiro patrimônio da música nacional.

Com mais de 40 anos de carreira, o Raça Negra é sinônimo de romantismo, samba e pagode com identidade própria. Liderado pelo carismático Luiz Carlos, o grupo atravessou gerações embalando histórias de amor, paixões de verão e encontros inesquecíveis. Músicas como Cheia de Manias, Cigana e É Tarde Demais se tornaram trilha sonora de casamentos, festas de família e até daqueles momentos solitários em que a música parece conversar diretamente com a alma. No palco do SBT, o repertório será uma verdadeira viagem no tempo, capaz de emocionar quem viveu os anos 90 e 2000 e conquistar também os mais jovens, que reconhecem o valor e o peso dessas canções no cenário musical brasileiro. A atmosfera será de baile romântico, daqueles que fazem a gente cantar sem perceber, sorrir sem razão aparente e, por alguns minutos, esquecer do relógio.

Mas o domingo não será feito apenas de música. O quadro Passa ou Repassa, um clássico da televisão brasileira, promete arrancar gargalhadas com desafios inusitados e, claro, as famosas tortas na cara que continuam sendo as verdadeiras estrelas da competição. Desta vez, o time azul contará com o ator Joaquim Lopes, a jornalista Fernanda Gentil e o influenciador Lucas Guedez, enquanto o time amarelo será formado pelo ator Oscar Magrini, a atriz Helga Nemeczyk e o ilusionista Pyong Lee. Entre risadas, improvisos e pequenas provocações amistosas, a disputa vai mostrar que, mesmo quando a competitividade aparece, o que vale é a diversão e o clima leve que une gerações em frente à TV.

Outro momento especial será a participação dos apresentadores Geraldo Luís, Dani Brandi e Marco Pagetti para falar sobre o retorno do lendário telejornal Aqui Agora. Ícone dos anos 90, o programa se destacou pela linguagem direta, popular e próxima das pessoas, registrando o dia a dia do Brasil de forma única. Agora, de cara nova, retorna à programação do SBT com o desafio de reconectar-se ao público sem perder a essência. No palco, Celso Portiolli conduz uma conversa descontraída que mistura nostalgia e expectativas para essa nova fase, mostrando como a TV aberta segue encontrando formas de se reinventar.

E como todo bom domingo no SBT, não vai faltar adrenalina. O quadro Quem Arrisca Ganha Mais colocará duas duplas frente a frente na disputa por até R$ 100 mil, em um jogo que exige raciocínio rápido, coragem e uma boa dose de sorte. Cada decisão tomada pode aproximar do prêmio ou custar tudo, e a cada rodada a tensão aumenta, envolvendo tanto a plateia presente quanto os telespectadores que torcem de casa. Na sequência, o Até Onde Você Chega? continua sua busca pelo próximo milionário, levando ao palco pessoas comuns que enfrentam perguntas e desafios que podem transformar completamente suas vidas. A cada acerto, cresce a expectativa; a cada dúvida, o coração dispara, e o público vibra junto.

No Viver Sertanejo de domingo (10), Daniel recebe sua família e Seu José Camilo em homenagem ao Dia dos Pais

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Neste domingo, 10 de agosto, o programa Viver Sertanejo traz uma edição especial dedicada ao Dia dos Pais, mostrando um lado intimista e acolhedor do cantor e apresentador Daniel. Conhecido por sua voz marcante e por sua longa trajetória na música sertaneja, Daniel abriu as portas de sua casa para receber o público em um café da manhã familiar, onde compartilhou histórias, memórias e canções carregadas de emoção e significado.

Com sua esposa Aline e suas três filhas — Lara, Luiza e Olívia — Daniel proporcionou um momento genuíno de afeto e conexão, revelando uma faceta pouco vista do artista: a do pai presente, dedicado e orgulhoso da família que construiu. O episódio convida os espectadores a acompanharem uma manhã simples, mas repleta de amor, música e tradições que atravessam gerações.

A experiência começa logo na cozinha da casa, onde Daniel assume o papel de chef do café da manhã. Entre aromas de café fresco, pães e quitutes caseiros, o cantor revela que gosta de cuidar desse momento para a família. “Eu sou quem prepara o café todas as manhãs, deixo bilhetinhos carinhosos na mesa para as meninas e acordo elas para a escola. Depois que a gente vira pai, a gente fica mais babão”, confessa com um sorriso afetuoso, arrancando risadas das filhas.

Essa rotina simples, porém repleta de afeto, traduz a intimidade e o comprometimento de Daniel com o papel paterno. Para ele, a paternidade não é apenas um título, mas uma experiência transformadora que modifica a forma como se vê o mundo e valoriza o que realmente importa.

Entre uma mordida e outra, Daniel se volta para suas filhas e começa a contar histórias da infância, especialmente aquelas ligadas à sua relação com o pai, Seu José Camilo. Ele compartilha lembranças vivas das viagens de caminhão por Brotas, onde aprendeu técnicas vocais valiosas com o avô. “O vô, quando tinha oportunidade, me levava em viagens curtas e me ensinava a técnica de primeira e segunda voz. Ele dizia: ‘puxa uma moda aí’, e quando eu errava, ele me orientava a ‘tampa o ouvido do meu lado, pra você se adaptar à sua voz’. E não é que funcionava?”, relembra com a voz carregada de emoção.

Esse ensinamento passado de geração para geração é, para Daniel, um símbolo da continuidade do legado musical e afetivo em sua família. O carinho e o respeito por essas raízes são evidentes quando ele convida o pai para uma apresentação emocionante de “Jeitão de Caboclo”, interpretada em dupla, que reverbera as tradições sertanejas e o amor familiar.

O programa também reserva momentos musicais especiais que misturam vozes e gerações. Daniel divide vocais com a filha mais velha, Lara, interpretando “Tantinho”, canção que ganha uma nova vida ao ser cantada com essa cumplicidade familiar. Em seguida, Daniel, Seu José Camilo e Lara formam um trio emocionante para a música “Campeão de Pialo”, que traz no ritmo a força do sertão e a celebração da família.

Não fica de fora a participação das filhas Luiza e Lara em um dueto cheio de doçura, cantando “Meninas Grandes”, que reflete a conexão e o carinho entre irmãs. Para fechar as apresentações, Daniel se apresenta solo com “Tempo”, uma canção que dedica à família, refletindo sobre o valor do tempo compartilhado e a importância de cada momento vivido juntos.

Essas interpretações não são apenas demonstrações de talento; são verdadeiros diálogos afetivos que reforçam os laços entre os integrantes da família e mostram ao público que a música sertaneja é, acima de tudo, uma expressão de vida, amor e história.

O episódio especial do programa também oferece flashes de edições anteriores, nas quais artistas renomados do meio sertanejo compartilharam suas experiências pessoais sobre a relação com seus pais. Figuras como César Menotti & Fabiano, Cezar & Paulinho e a dupla Chitãozinho & Xororó trouxeram depoimentos emocionados que reforçam a importância do afeto e da presença paterna na formação de suas trajetórias.

Essas histórias, relembradas ao longo do programa, criam um mosaico rico em sensibilidade e humanidade, mostrando que a música, para esses artistas, é mais que um ofício — é também um meio de honrar as raízes familiares e os ensinamentos recebidos.

Em tempos em que a correria do dia a dia muitas vezes distancia pais e filhos, o episódio especial do Viver Sertanejo com Daniel é um convite para desacelerar, olhar para dentro de casa e celebrar os pequenos momentos que fazem toda a diferença. O programa lembra que o Dia dos Pais não precisa ser marcado por grandes eventos ou presentes caros, mas por presença, afeto e dedicação.

Daniel, com seu jeito carinhoso e espontâneo, mostra que é possível ser um artista consagrado e, ao mesmo tempo, um pai presente que valoriza as tradições familiares e a conexão emocional com seus filhos.

Além das canções e histórias, o público poderá acompanhar cenas que mostram a rotina real da família, com brincadeiras, conversas descontraídas e momentos de cumplicidade. É um retrato de uma família comum, com desafios e alegrias, mas que se mantém unida pelo amor e pela música.

Confira como está Bethany, participante do programa Quilos Mortais da Record TV

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Nesta sexta-feira, 8 de agosto, o reality Quilos Mortais voltou a emocionar o público com a história de Bethany, uma mulher de 42 anos que carrega não apenas o peso físico de 276 quilos, mas também uma bagagem emocional profunda, repleta de dores, medos e desafios que vão muito além da balança.

Psicóloga por formação, a moça conhece o funcionamento da mente humana, mas sua própria mente se tornou um território difícil de conquistar. Sua trajetória nos ensina que conhecimento teórico nem sempre é sinônimo de aceitação ou cura. O que vemos no programa é a luta real de uma pessoa que, mesmo sabendo o que deve ser feito, precisa encontrar dentro de si forças que muitas vezes parecem invisíveis.

O peso da vida que não se mede na balança

Mãe dedicada, Bethany vive a difícil realidade de ter limitações físicas que a impedem de estar presente em pequenos momentos do dia a dia com suas duas filhas, Isabella e Zowie. Aquelas brincadeiras no parque, os passeios e até mesmo a simples rotina de casa transformam-se em obstáculos gigantes. A culpa de não conseguir estar sempre ao lado delas é um sentimento que a acompanha silenciosamente, fazendo com que sua dor seja sentida não só em seu corpo, mas em seu coração.

Isabella, aos 18 anos, precisou amadurecer cedo para ajudar a mãe e segurar as pontas de uma família onde a saúde emocional e física de Bethany estava no centro das atenções. Já o marido, mesmo diante dos desafios, mostra-se um apoio firme, dividindo o peso da rotina e o fardo das preocupações que rondam a casa.

Feridas invisíveis: a sombra que acompanha o excesso de peso

Desde criança, a mulher carregava marcas que o tempo não apaga: rejeição, conflitos familiares, e uma constante sensação de não pertencimento. Na adolescência, essas dores ganharam uma nova dimensão com um relacionamento abusivo, que deixou cicatrizes profundas em sua autoestima.

Para ela, a comida virou mais que sustento — tornou-se um refúgio, um alento para crises de ansiedade e pânico que a afastavam do mundo. Nesse cenário, a luta contra o excesso de peso ganhou um significado que ultrapassa a estética: era uma batalha pela própria sobrevivência emocional.

O paradoxo da terapeuta que se resiste a si mesma

Bethany é um exemplo vivo do quanto a luta contra a obesidade envolve também batalhas internas. Mesmo compreendendo o valor da terapia, ela se via imersa em medos e resistências que dificultavam a própria cura.

A cirurgia bariátrica surgiu para ela como um sonho de transformação rápida, uma esperança de solução definitiva. No entanto, o programa mostra que não basta perder quilos; é necessário encarar as emoções escondidas por trás desse peso, algo que Bethany precisou aprender com muita paciência e apoio.

A virada e os desafios do processo

Com a ajuda do Dr. Nowzaradan, a mulher deu seus primeiros passos na mudança: perdeu mais de 50 quilos e realizou a cirurgia bariátrica. Mas a caminhada estava longe de ser fácil. O retorno dos quilos revelou que o trabalho emocional é tão essencial quanto o físico — e que a persistência é fundamental.

Bethany hoje: renascimento e esperança

Após a cirurgia bariátrica, a participante do reality enfrentou um novo capítulo de sua luta. Embora a operação tenha sido um marco importante, o processo de transformação não se encerrou ali. A perda inicial de peso trouxe esperança, mas também revelou que os desafios emocionais continuavam muito presentes. Mesmo sendo psicóloga, Bethany teve dificuldades para manter o acompanhamento psicológico, e isso impactou diretamente sua capacidade de sustentar as mudanças no corpo.

A importância da empatia e do cuidado integral

A história da moça é um convite à reflexão sobre a complexidade da obesidade e a necessidade de um olhar que vá além do físico. Ela mostra que o processo de cura é delicado, envolve emoções, traumas, e, acima de tudo, o direito de cada pessoa de ser acolhida com empatia.

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