No “A Tarde é Sua” desta terça (22/07), Edu Guedes fala sobre tumor no pâncreas em conversa emocionante com Sonia Abrão

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Na televisão, ele está sempre sorrindo, ensinando receitas, dividindo momentos leves com o público. Mas, por trás das câmeras, Edu Guedes viveu nos últimos meses uma batalha que mudou completamente sua forma de ver a vida. Nesta terça-feira (22), o apresentador abre o coração em uma entrevista inédita e tocante a Sonia Abrão, no programa “A Tarde é Sua”, da RedeTV!.

Ao lado da companheira, Ana Hickmann, ele compartilha detalhes da cirurgia delicada que enfrentou para remover um tumor no pâncreas — e como, mesmo depois de voltar para casa, a rotina ainda gira em torno de cuidados, adaptações e um novo olhar sobre o que realmente importa. Alguns trechos da conversa foram divulgados pelo portal Splash, do UOL.

“Vim para casa, mas eu falo quatro vezes por dia com o médico. Ele quer saber como estou. Tive que fazer adaptações para comer e não posso comer açúcar ou gordura”, conta Edu, com a serenidade de quem aprendeu a respeitar os próprios limites. Mas o tom calmo não esconde o que foi – e ainda é – um caminho cheio de medo, choro e fé.

“A gente chorou junto antes da cirurgia”

Edu não tenta parecer invulnerável. Muito pelo contrário. Em sua fala, há uma honestidade rara na televisão: o medo é nomeado, a dor é exposta, as lágrimas são assumidas. Ele relembra o momento de se despedir de Ana antes de entrar na sala de cirurgia. “Desde que aconteceu tudo, eu tenho que pensar na minha filha, na Ana, na nossa família… e tenho que pensar positivo. É lógico que dá medo. A gente chorou junto antes de ir para a cirurgia. E quando eu voltei… choramos de novo. Em alguns momentos, choramos de felicidade”, diz, com a voz embargada.

É impossível não se comover com a entrega emocional de Edu. Quem já enfrentou uma internação, quem já recebeu um diagnóstico difícil, sabe o peso das palavras dele. Mas sabe também o quanto elas são necessárias. Porque é nesse lugar – onde o medo e o amor se cruzam – que muitas histórias de superação começam a nascer.

Ana Hickmann: amor, força e cuidado em cada gesto

Ao lado de Edu durante todo o processo, Ana Hickmann também revela como foi acompanhar a luta do companheiro. Não apenas como esposa, mas como uma verdadeira ponte entre o carinho do mundo e o homem que, no hospital, precisava acreditar que tudo iria ficar bem.

“Fui mostrando aos poucos para ele as mensagens que chegavam. Vi que aquilo fazia bem. Falei: ‘Edu, está todo mundo junto com você. Todo mundo orando, mandando muito carinho, então você tem que ficar bom logo’”, conta Ana, em um tom calmo, mas firme.

O gesto dela vai além de palavras bonitas. Ana foi presença, foi coragem, foi âncora. Enquanto o mundo seguia seu curso, ela esteve ali, inteira. Lendo cada mensagem, filtrando a energia boa, oferecendo esperança em pequenas doses – como se soubesse que, às vezes, é isso que impede alguém de desabar por completo.

Mais que uma entrevista: um abraço coletivo

A conversa com Sonia Abrão, que vai ao ar às 15h, é mais do que uma entrevista. É um espaço de acolhimento. Sonia, com sua escuta afetuosa e jeito único de conduzir histórias de vida, permite que Edu e Ana falem sem pressa, sem máscaras. Eles não representam personagens: são gente, são casal, são sobreviventes de uma dor que ainda pulsa, mas que já começa a cicatrizar.

E talvez seja esse o grande presente da entrevista: mostrar que ninguém precisa enfrentar nada sozinho. Que há beleza na vulnerabilidade. Que o amor, quando é de verdade, se manifesta no cuidado com a comida, no silêncio respeitado, no choro compartilhado.

Hoje, Edu segue sua vida com restrições alimentares, adaptações e acompanhamento médico diário. Mas também com mais gratidão. Mais presença. E mais vontade de viver por inteiro.

Ele não fala sobre vitória como um troféu. Fala como quem entendeu que o tempo é valioso demais para ser desperdiçado com pressa, cobrança ou orgulho. “Penso na minha filha, na Ana, na nossa família… e sigo. Pensando positivo. Um dia de cada vez.”

📺 Não perca:
“A Tarde é Sua” com Sonia Abrão
🗓 Terça-feira, 22 de julho
🕒 Às 15h, na RedeTV!
🎙 Entrevista completa com Edu Guedes e Ana Hickmann

Uma comédia de milhões: “Tô Ryca!” agita a “Sessão da Tarde” desta quinta, 24 de julho, na TV Globo

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Foto: Reprodução/ Internet

Tem filme que chega na Sessão da Tarde com cheiro de pipoca estourando e sorriso garantido. E nesta quinta-feira, 24 de julho de 2025, a TV Globo exibe um desses: “Tô Ryca!”, comédia nacional que é puro carisma, crítica social disfarçada de gargalhada e uma protagonista que poderia ser sua vizinha — ou você mesma.

Lançado em 2016, dirigido por Pedro Antonio e estrelado pela multitalentosa Samantha Schmütz, o longa virou queridinho do público ao contar a história de Selminha, uma frentista simples e batalhadora que, do nada, descobre que pode ficar milionária. Mas não sem antes encarar um desafio pra lá de inusitado: gastar R$ 30 milhões em 30 dias, sem acumular nada, sem doar tudo e sem contar para ninguém. O tipo de dilema que parece divertido à primeira vista, mas que, no fundo, diz muito sobre quem somos, o que queremos e até onde estamos dispostos a ir por um sonho. As informações são do Adorocinema.

Uma protagonista que vale mais que o dinheiro

Selma Oléria da Silva, ou Selminha S.O.S., como é chamada por todos, é aquele tipo de personagem que a gente reconhece de longe: vive com pouco, mas sonha alto. Trabalha como frentista, segura a onda da vida com bom humor e já se acostumou a ter mais boletos do que descanso. Quando o destino coloca uma bolada absurda no seu caminho, é natural imaginar que ela vá mergulhar de cabeça em roupas de grife, carros importados e jantares estrelados. E ela mergulha, sim — mas tropeça, ri, se decepciona e, no fim, entende que a conta bancária pode até subir, mas quem ela é de verdade não tem preço.

O que começa como uma corrida maluca para gastar dinheiro vai, aos poucos, se tornando uma jornada sobre identidade, vaidade e pertencimento. Selminha aprende — e ensina — que o que realmente vale a pena a gente não encontra em shopping nem na bolsa de valores.

Elenco do filme

Parte da força de “Tô Ryca!” está na entrega do elenco. Samantha Schmütz (de Vai Que Cola e Zorra Total) está absolutamente à vontade no papel principal, misturando comédia escrachada com momentos de verdade emocional. Ela nos faz rir, claro, mas também nos faz pensar.

Ao lado dela, nomes como Katiuscia Canoro (Zorra Total, A Vila), Marcelo Adnet (Tá no Ar: A TV na TV, Amor de Mãe), Fabiana Karla (Avenida Brasil, Zorra), Marcus Majella (Vai Que Cola, Ferdinando Show) e Anderson Di Rizzi (Amor à Vida, Êta Mundo Bom!) formam um time que dá ritmo, leveza e química ao filme.

E tem também Marília Pêra (Baila Comigo, Pé na Cova), em sua última participação no cinema, interpretando a elegante e divertida Madame Claude. A presença dela é um presente para o público — e o filme, sabiamente, dedica sua memória à atriz que marcou gerações com talento e dignidade.

Riqueza que transborda a tela

Rodado em diversas locações do Rio de Janeiro, o filme tem aquela vibe de cidade grande cheia de contrastes. A Selminha que pega ônibus em Quintino e come coxinha na rua é a mesma que depois desfila de salto alto pela Barra da Tijuca. E o mais bonito é que o filme nunca ri dela — ri com ela. A comédia vem do exagero, do absurdo e das situações inusitadas, mas também da identificação. Todo mundo já quis ter um gostinho da vida dos ricos. E “Tô Ryca!” dá esse gostinho com tempero brasileiro.

Sucesso nos cinemas, carinho do público

Quando foi lançado em 2016, “Tô Ryca!” logo mostrou a que veio: fez mais de 1,1 milhão de espectadores nos cinemas e ganhou uma sequência anos depois. A crítica ficou dividida — alguns acharam raso, outros viram um bom exemplo de comédia popular bem feita. Mas uma coisa é certa: quem assistiu se divertiu, se envolveu e saiu da sessão com alguma coisa pra pensar.

O roteiro até pode lembrar o filme americano “Chuva de Milhões”, de 1985, mas o olhar aqui é 100% brasileiro. A luta de Selminha é a de muita gente: vencer sem perder a si mesma. Rir da tragédia sem se entregar ao cinismo. Seguir em frente com dignidade — mesmo quando a vida coloca um cartão black na sua mão.

Por que assistir — ou rever — “Tô Ryca!”?

Porque é leve, é engraçado, é atual. Porque tem piada com propósito, crítica embalada em glitter e uma protagonista que merece ser vista com atenção e carinho. Porque lembra que a gente pode rir da vida mesmo quando ela parece estar rindo da gente.

Novas temporadas da franquia FBI chegam ao Universal TV em estreia tripla

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Foto: Reprodução/ Internet

Na próxima quinta-feira, 24, os fãs de séries policiais têm um convite irrecusável: uma maratona especial com a estreia simultânea das novas temporadas das três séries da franquia FBI no Universal TV. Prepare-se para uma noite intensa, que começa às 21h30 e só termina perto da meia-noite, repleta de mistérios, investigações perigosas e personagens que enfrentam não só criminosos, mas também seus próprios conflitos.

Essa é uma chance rara de acompanhar, em sequência, os episódios que abrem a sétima temporada de FBI, a quarta de FBI: Internacional e a sexta de FBI: Most Wanted. Cada uma delas traz seu tempero especial — do drama nas ruas de Nova York à tensão de missões internacionais e às caçadas implacáveis aos mais procurados.

Começo eletrizante: a sétima temporada de FBI coloca a equipe frente a um protesto que sai do controle

O ponto de partida da noite é o episódio “Abandonado”, que lança o público direto no meio de uma situação que rapidamente foge do controle. Um protesto pacífico termina em violência e uma morte, e a equipe do FBI é convocada para evitar que a situação piore ainda mais.

Além do suspense pelo crime em si, há um toque pessoal na trama: o agente Jubal Valentine se depara com alguém do seu passado no meio do tumulto, reacendendo velhas lembranças e criando uma tensão que vai muito além do trabalho. É esse equilíbrio entre ação e emoção que mantém a série tão conectada com o público, fazendo da sétima temporada uma das mais aguardadas.

Território estrangeiro e novos líderes: o desafio da quarta temporada de FBI: Internacional

Logo depois, às 22h20, a ação ganha escala global com o episódio “Um líder, não um turista”. A equipe de agentes que atua fora dos Estados Unidos enfrenta novos desafios — não apenas no campo, mas também dentro do próprio time.

A saída do antigo líder deixa um vazio difícil de preencher, e o novo comandante, Wesley Mitchell, chega com personalidade forte e estilo próprio, que inicialmente gera resistência, mas promete conquistar a confiança dos colegas com seu jeito determinado. A temporada reserva muito trabalho de campo, suspense e o impacto real das investigações em diferentes países, mostrando o FBI numa versão globalizada e ainda mais perigosa.

A caçada continua: FBI: Most Wanted retoma histórias de altos riscos com episódios eletrizantes

Para fechar a noite, às 23h10, FBI: Most Wanted retoma a sua missão mais intensa: encontrar e capturar os criminosos que estão sempre um passo à frente da lei. O episódio “Bebedouro” traz a equipe lidando com as consequências da bomba que quase explodiu em Nova York, mostrando que o trabalho deles nunca para — mesmo quando o perigo parece ter sido contido.

Essa temporada promete manter o público na ponta da cadeira, com casos que testam a inteligência e coragem dos agentes, além de explorar o lado humano desses profissionais dedicados que enfrentam riscos constantes para manter a segurança de todos.

Uma experiência imersiva que vai além da ação

O que torna essa noite de estreia algo especial não é apenas a quantidade de episódios, mas o modo como cada série constrói sua narrativa. A franquia FBI, criada por Dick Wolf, se destaca por mostrar que por trás das investigações existem pessoas com histórias, dúvidas e emoções.

Ao assistir, o público não apenas acompanha perseguições e revelações — mas também se conecta com personagens que vivem dilemas reais, dentro e fora do trabalho, trazendo um frescor humano que torna as histórias ainda mais cativantes.

Por que acompanhar a franquia FBI?

Seja você fã de séries policiais ou alguém que busca uma narrativa bem construída com personagens complexos, as séries FBI, FBI: Internacional e FBI: Most Wanted oferecem um panorama rico e diversificado do universo das forças especiais.

A combinação de roteiros inteligentes, suspense bem dosado e uma direção que privilegia o realismo faz com que cada episódio seja uma pequena aula de investigação — e também de humanidade.

Memória e Justiça: HBO Max lança trailer do documentário exclusivo “O Assassinato do Ator Rafael Miguel”

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Na noite de 9 de junho de 2019, o Brasil parou diante de uma notícia que ninguém queria acreditar: o jovem ator Rafael Miguel, de apenas 22 anos, foi brutalmente assassinado junto com os seus pais, em um crime marcado pela violência e pelo controle autoritário dentro da família da namorada dele. Agora, quase seis anos depois, a HBO Max lança uma série documental que resgata essa história com todo o cuidado, a sensibilidade e o olhar investigativo que ela merece.

“O Assassinato do Ator Rafael Miguel”, que estreia na plataforma em 31 de julho, não é só mais um programa sobre um crime chocante. É um convite para mergulharmos em uma trama de emoções, relações familiares complexas e, principalmente, uma reflexão urgente sobre os efeitos devastadores do abuso e da violência dentro de casa — algo que muitas vezes fica invisível até que seja tarde demais.

Um jovem talento e uma vida interrompida

Rafael Miguel não era apenas um rosto conhecido da televisão. Ele era um jovem com sonhos, talentos e uma história de vida que inspirava muita gente. Criado na periferia de São Paulo, ele conquistou o público com seu jeito carismático e doce na novela “Chiquititas”, onde interpretou o personagem Paçoca — um papel que marcou a infância de milhares de crianças.

Mas a vida, que tantas vezes reserva surpresas boas, também pode ser cruel. Aos 22 anos, Rafael foi vítima da violência que ainda assola muitas famílias brasileiras. Sua morte não foi um acidente, não foi algo isolado: foi o resultado de um ciclo de controle, agressão e medo que se instalou dentro da casa da família de sua namorada, Isabela Tibcherani.

A face oculta do abuso: quando o lar vira prisão

A série documental da HBO Max vai fundo nesse ponto delicado: como a dinâmica familiar tóxica, marcada pela rigidez e pelo autoritarismo de Paulo Cupertino, pai de Isabela, criou um ambiente de medo e opressão. Paulo não aceitava o namoro da filha com Rafael e usava de violência para tentar controlar a situação.

Essa postura não era apenas uma questão de ciúmes, mas sim de um comportamento abusivo, que dominava a vida da jovem e que acabou levando a uma tragédia irreparável. Ao dar voz a Isabela, a série mostra a vulnerabilidade de uma menina presa em um ambiente onde o amor se confundia com o medo e onde a possibilidade de escolhas era negada.

Justiça tardia, mas necessária

Depois de quase três anos foragido, Paulo Cupertino foi finalmente preso e julgado pelo triplo homicídio. A condenação a 98 anos de prisão não apaga a dor, mas representa um passo fundamental para que a justiça seja feita. A série acompanha os dois dias de julgamento, mostrando os depoimentos, as provas e as emoções de quem acompanhou de perto todo esse processo.

Esse momento é importante porque nos lembra que, por trás das notícias e dos números, existem pessoas que sofrem, que lutam e que esperam por respostas.

Uma produção feita com respeito e empatia

A sensibilidade com que “O Assassinato do Ator Rafael Miguel” foi produzida também merece destaque. A Grifa Filmes, responsável pela série, investiu em entrevistas inéditas e no acesso aos bastidores da investigação para apresentar uma narrativa que respeita as vítimas e o impacto que o crime causou em tantas vidas.

Fernando Dias e Kiko Ribeiro, produtores executivos, e o diretor Mauricio Dias conseguiram equilibrar a rigorosidade jornalística com o cuidado humano, evitando sensacionalismos e focando na verdade, na memória e na reflexão.

Por que essa história importa para todos nós?

Mais do que contar um crime, a série documental coloca em evidência um problema social que precisa ser debatido com urgência: a violência doméstica e os abusos dentro do ambiente familiar. Muitas vezes, o que acontece dentro de casa é invisível para a sociedade, abafado pelo silêncio e pelo medo.

O caso de Rafael Miguel, infelizmente, não é isolado. Através dele, podemos entender como padrões autoritários e abusivos — enraizados em muitos lares — podem causar sofrimento, limitar vidas e, em casos extremos, levar à tragédia.

Assistir à série é um convite para olhar com mais atenção para a realidade de tantas famílias e para refletir sobre como podemos contribuir para um ambiente mais seguro e respeitoso para todos, especialmente para jovens e mulheres.

A memória que transforma

A produção da HBO Max não é apenas uma recordação dolorosa, mas uma forma de preservar a memória de Rafael Miguel e de seus pais, honrando suas vidas e trazendo à tona a necessidade de mudança.

É também um alerta para que a sociedade, as instituições e cada um de nós fiquemos atentos aos sinais do abuso e da violência, para que histórias como essa não se repitam.

Conectando passado e presente

Para os fãs, para a família e para todos que acompanharam a trajetória de Rafael, essa série é uma oportunidade de revisitar momentos que ficaram marcados na história da televisão brasileira e na vida de muitas pessoas. Mas é também um lembrete do quanto ainda há para avançar na luta contra a violência.

Com depoimentos emocionados, reconstituições e análises, “O Assassinato do Ator Rafael Miguel” cria uma ponte entre passado e presente, entre a dor e a esperança por justiça e transformação.

Um convite para o diálogo e a conscientização

Em tempos em que o debate sobre violência doméstica ganha mais espaço na mídia e na sociedade, obras como essa cumprem um papel fundamental. Elas ajudam a dar visibilidade ao que, muitas vezes, está oculto, estimulam o diálogo e incentivam a busca por soluções.

“Caçadores do Fim do Mundo” | Diamond Films divulga trailer da aventura pós apocalíptica estrelada por Dave Bautista e Samuel L. Jackson

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No coração de um planeta devastado, onde o sol não é mais apenas fonte de vida, mas também de destruição, nasce uma história sobre a busca pela humanidade em meio ao caos. É esse cenário que dá o tom a “Caçadores do Fim do Mundo” (Afterburn), a nova aventura pós-apocalíptica que estreia nos cinemas brasileiros no dia 28 de agosto.

Mais do que um filme de ação, essa produção nos convida a refletir sobre o que realmente importa quando tudo ao redor parece ruir. No centro dessa narrativa está Jake, um ex-militar vivido por Dave Bautista, um homem marcado pelo passado e por cicatrizes invisíveis que só quem sobrevive entende.

Sobrevivência e redenção em cada passo

Jake não é um herói tradicional. Ele é a representação da resistência, da luta diária que muitos carregam silenciosamente. Vivendo em um mundo onde a lei foi substituída pela brutalidade, ele usa suas habilidades para encontrar artefatos — pequenos fragmentos do que a humanidade já foi, verdadeiros tesouros em um cenário esquecido.

Quando Valentine, papel de Samuel L. Jackson, entra em cena com a missão de recuperar uma obra de arte icônica, Jake se vê diante do desafio mais complexo da sua trajetória. Não é apenas uma caçada por objetos valiosos; é uma busca por sentido, por memória, por aquilo que não pode se perder mesmo diante do apocalipse.

Uma parceria forjada na adversidade

A interação entre Bautista e Jackson traz à tela uma dinâmica de tensão e cumplicidade, que revela as nuances humanas por trás da dureza do mundo pós-tempestade solar. São dois homens que, apesar das diferenças, compartilham o peso de sobreviver em um futuro incerto — e, talvez, a esperança de recomeçar.

Com a direção de J.J. Perry, especialista em coreografar cenas de tirar o fôlego, o filme equilibra ação eletrizante e emoção profunda, um convite para o público sentir cada passo dessa jornada árdua.

Vozes que ecoam no silêncio da destruição

Além dos protagonistas, o elenco conta com nomes que carregam histórias e personagens memoráveis, como Olga Kurylenko e Kristofer Hivju. Juntos, eles compõem um mosaico de personagens que refletem a diversidade e complexidade da luta pela sobrevivência

Uma obra que fala ao coração

“Caçadores do Fim do Mundo” é mais que uma aventura; é um olhar sensível sobre o que significa ser humano em um mundo que perdeu sua referência. É uma história que fala de perdas, de resiliência, de escolhas difíceis — e de um fio tênue de esperança que pode mudar tudo.

O trailer, já disponível em versões legendada e dublada, dá um gostinho dessa experiência, com imagens poderosas e sequências que prendem o espectador do primeiro ao último segundo.

No dia 28 de agosto, a Diamond Films convida o público brasileiro a embarcar nessa viagem intensa e emocionante. Um convite para olhar o apocalipse não só como destruição, mas também como um momento de reflexão sobre a força que existe em cada um de nós para enfrentar o desconhecido e buscar a luz mesmo quando tudo parece perdido.

Pssica | Netflix revela trailer da minissérie impactante dirigida por Quico e Fernando Meirelles

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Foto: Rodrigo Maltchique/Netflix

No dia 20 de agosto, a Netflix abre as comportas de um Brasil raramente visto nas grandes telas com a estreia de “Pssica”, minissérie brasileira que promete arrepiar a pele e mexer com o coração. Com apenas quatro episódios, a produção é pequena no formato, mas gigante na ambição estética, social e narrativa.

Dirigida por Quico Meirelles e com um episódio assinado pelo pai, Fernando Meirelles (de “Cidade de Deus”), “Pssica” traz um retrato brutal, sensível e surpreendentemente poético da Amazônia que vive fora dos cartões-postais. A produção é baseada na obra homônima do escritor paraense Edyr Augusto, um cronista da violência, da beleza e das contradições do Norte brasileiro.

Uma maldição sobre os rios

A palavra que dá nome à série — pssica — carrega o peso de uma lenda. No imaginário popular amazônico, trata-se de uma maldição, um mal invisível que assombra quem tenta escapar de seu destino. E é justamente esse fio místico que costura as três histórias centrais da série.

Janalice (vivida por Domithila Cattete) é uma jovem raptada por uma rede de tráfico humano e lançada à própria sorte. Preá (interpretado com intensidade por Lucas Galvino) é um rapaz criado à margem da lei que, entre remos e balas, herda o comando de uma gangue de criminosos ribeirinhos — os “ratos d’água”. Já Mariangel (Marleyda Soto), que carrega as dores da guerra em seu olhar, atravessa os rios em busca de vingança pela chacina de sua família.

Esses três destinos se entrelaçam como as correntezas da própria Amazônia, num enredo que mistura denúncia social, realismo fantástico e thriller emocional.

Um Brasil que raramente vemos

Filmada em Belém e nos arredores da Amazônia Atlântica, “Pssica” impressiona não apenas pelo roteiro potente, mas pela escolha de locações autênticas e por sua equipe majoritariamente nortista. A série não tenta pasteurizar o Norte, mas sim ouvi-lo, habitá-lo e senti-lo em sua complexidade.

A fotografia exalta a beleza crua da região — rios de lama, palafitas, florestas cortadas por barcos barulhentos, becos molhados por chuvas tropicais. Mas há, também, uma paleta de cores emocionais: o vermelho da vingança, o azul dos sonhos interrompidos e o verde profundo de um Brasil esquecido.

“Conheci o livro há alguns anos e percebi que a leitura me apresentou temas urgentes e uma realidade que precisa ser discutida. Estou realizada ao saber que agora vamos lançar essa minissérie para que mais pessoas conheçam essas histórias”, conta Andrea Barata Ribeiro, uma das produtoras da série.

Potência nos bastidores

Além da direção de Quico e Fernando Meirelles, o time criativo de “Pssica” é liderado por nomes de peso como Bráulio Mantovani (indicado ao Oscar por “Cidade de Deus”), Fernando Garrido e Stephanie Degreas, responsáveis pelo roteiro. A produção é da O2 Filmes, com coprodução de Cristina Abi.

No elenco, um sopro de diversidade e novidade: Ademara, Ana Luiza Rios, Bruno Goya, Claudio Jaborandy, David Santos, Felipe Rocha, Gabriel Knoxx, Luca Dan, Maycon Douglas, Ricardo Teodoro, Sandro Guerra, Sendí Baré, Welket Bungué e Wesley Guimarães.

A presença de atores amazônidas e nordestinos em papéis centrais reforça o compromisso da obra com a representatividade regional e a autenticidade da narrativa.

A violência como legado, o afeto como resistência

“Pssica” é um grito silencioso vindo dos confins da floresta. Uma história sobre violência estrutural, tráfico humano, desigualdade, mas também sobre afeto, fé popular, sobrevivência e a busca por uma segunda chance.

Não há romantização dos traumas, mas há espaço para a emoção. As escolhas dos personagens, muitas vezes extremas, são retratadas com empatia. “A série fala daquilo que te molda quando tudo ao redor parece querer te destruir. Mas também mostra que há resistência nos corpos que sangram, nos olhos que choram, nas mãos que não se rendem”, comenta Quico Meirelles.

Por que assistir?

“Pssica” não é só mais uma série brasileira — é uma produção que ousa sair do eixo, que respira o Norte com sua linguagem própria e entrega drama, ação, poesia e denúncia em doses equilibradas. É um convite a ver o Brasil com outros olhos — mais abertos, mais atentos, mais humanos.

Se há uma “maldição” que paira sobre os personagens, talvez seja a mesma que atravessa grande parte dos brasileiros: o peso de nascer e viver à margem. Mas “Pssica” também mostra que existe beleza em cada tentativa de quebrar esse destino.

“Ne Zha 2”: A animação que desafiou Hollywood chega ao Brasil como fenômeno bilionário do cinema chinês

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Um garoto indomável, forjado por raios divinos e pelas dores do destino, está prestes a desembarcar nos cinemas brasileiros. Mas ele carrega mais do que uma lenda ancestral da mitologia chinesa. Carrega um símbolo: o de uma nova era para a animação mundial — uma era em que a força criativa rompe as amarras do eixo Hollywood, e onde o bilionário sucesso de bilheteria deixa de ser privilégio exclusivo do Ocidente.

Estamos falando de “Ne Zha 2: O Renascimento da Alma”, superprodução chinesa que estreia no Brasil na segunda semana de setembro. A animação, sequência direta de “Ne Zha” (2019), causou verdadeiro abalo sísmico na indústria cinematográfica: ultrapassou os US$ 2 bilhões em bilheteria global, desbancou “Inside Out 2” como a animação mais lucrativa da história e tornou-se o primeiro filme de língua não inglesa a atingir tal marca.

No 16º Show de Inverno, evento anual realizado em Campos do Jordão, a distribuidora responsável pela estreia nacional celebrou a chegada do título como um “sinal dos tempos”: o mundo está sedento por novas vozes, por novas estéticas, por histórias que ultrapassem as narrativas ocidentais convencionais. E, acima de tudo, está pronto para abraçar protagonistas como Ne Zha.

O poder de uma história enraizada

O sucesso de “Ne Zha 2” não se explica apenas pelos números astronômicos. Ele se sustenta sobre pilares culturais sólidos. O filme, assim como seu antecessor, é inspirado em um dos textos mais antigos e reverenciados da mitologia chinesa: o romance épico “Fengshen Yanyi”, ou “Investidura dos Deuses”, do século XVI.

A história gira em torno do jovem Ne Zha, filho de um comandante humano, que ressurge após ter sido desintegrado em batalha contra forças celestiais. Com seu corpo reconstruído graças ao sacrifício de um sábio taoísta e a um misterioso Lótus Sagrado, Ne Zha renasce ao lado do antigo rival Ao Bing — filho do temido Rei Dragão do Leste. Unidos pelo destino e pela dor, os dois se veem no centro de uma nova batalha entre deuses, monstros e homens.

Por trás dos efeitos visuais espetaculares e batalhas de tirar o fôlego, há temas universais: paternidade, culpa, destino e livre-arbítrio. “Ne Zha 2” emociona não só pelos olhos, mas pelo coração — e isso o torna acessível a qualquer plateia, em qualquer canto do mundo.

Um feito sem precedentes: da China para o mundo

Com um orçamento estimado em US$ 80 milhões, o filme — dirigido e roteirizado por Jiaozi — se pagou em apenas dois dias de exibição na China. Em sua 11ª jornada nas salas chinesas, o longa ultrapassou a arrecadação de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015) em solo norte-americano, tornando-se a maior bilheteria de todos os tempos em um único território.

E não parou por aí. Três semanas após a estreia no Ano-Novo Chinês de 2025, o longa alcançou a impressionante marca de US$ 1,7 bilhão, superando “Inside Out 2”. Em junho, passou a integrar o seleto grupo dos seis filmes mais rentáveis da história, ao cruzar a fronteira dos US$ 2 bilhões.

Esse resultado coloca a China em uma nova posição estratégica na cadeia global do entretenimento — não mais como mercado consumidor, mas como potência produtora e exportadora de conteúdo cultural.

A ascensão do Fengshen Universe

“Ne Zha 2” é mais do que uma continuação: é parte de um ambicioso projeto da Enlight Pictures, estúdio que criou o chamado Fengshen Universe — uma espécie de “MCU da mitologia chinesa”. Ao lado de “Ne Zha” (2019) e “Jiang Ziya” (2020), o novo filme expande a mitologia taoísta em uma narrativa cinematográfica com potencial de franquia global.

Em entrevista à imprensa internacional, Jiaozi afirmou que “o universo Fengshen é um convite à reconciliação entre o ancestral e o moderno, entre a tecnologia e a espiritualidade, entre o Oriente e o mundo”. A ideia é seguir investindo em continuações, spin-offs e até séries animadas com base nessa mitologia riquíssima.

Um mercado em transformação

Segundo relatório da Mordor Intelligence, o setor global de animação e efeitos visuais movimenta hoje cerca de US$ 179 bilhões, com previsão de atingir US$ 311 bilhões até 2029. Esse crescimento exponencial é puxado por novas demandas de público, por plataformas de streaming e pela sofisticação de estúdios fora dos tradicionais polos americanos e japoneses.

“Ne Zha 2” chega ao Brasil nesse contexto: como um sinal de que o cinema mundial está em transição. O sucesso da animação reitera que o futuro não está mais centralizado em um único território — ele é plural, polifônico, e disposto a ouvir todas as vozes. Do Brasil à China, do México à Coreia do Sul, do Egito à França.

Um filme para além das telas

Mais do que um blockbuster, “Ne Zha 2” carrega um espírito transformador. Para o público chinês, representa orgulho nacional. Para o público internacional, representa a descoberta de uma nova forma de sonhar.

E para o cinema, como arte e indústria, simboliza uma nova chance de se reinventar. Porque quando uma animação bilionária que fala mandarim, evoca dragões e medita sobre o destino da alma humana conquista o mundo, uma coisa fica clara: estamos prontos para olhar além dos nossos próprios mitos. E talvez, como Ne Zha, estejamos todos prontos para renascer.

TurmaTube ganha vida: série live-action “A Primeira Aventura” marca nova fase do universo criado por Viih Tube

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Imagina só trocar os desenhos animados por rostos reais, a tela fria por uma floresta viva, e dar à infância o palco que ela merece. Esse é o espírito por trás de “TurmaTube – A Primeira Aventura”, nova série live-action inspirada na animação criada por Viih Tube, que conquistou as famílias brasileiras com histórias doces, visuais cativantes e um compromisso inabalável com valores como empatia, diversidade e respeito.

Agora, os animaizinhos da TurmaTube — antes saltitantes nas telas em forma de desenhos — ganham carne, osso e muita personalidade em um projeto ousado, sensível e cheio de vida, gravado em pleno mato, entre árvores, barracas e risadas de verdade. É nesse cenário que o universo idealizado por Viih cresce, amadurece e, ao mesmo tempo, mantém sua essência: ser feito por e para crianças, sem perder a conexão com o coração dos adultos.

Do YouTube à floresta: o poder de sonhar grande

A história da TurmaTube começa com uma ideia aparentemente simples: criar uma animação infantil que conversasse com as emoções dos pequenos. Mas Viih Tube — influenciadora, atriz, empresária e mãe — sabia que queria mais. Não bastava entreter, era preciso ensinar com carinho, acolher sem julgamento e celebrar as diferenças com naturalidade.

Depois do sucesso da animação lançada em 2023, que rapidamente virou febre entre crianças de 2 a 4 anos, a criadora deu o próximo passo. Agora, com um público um pouco mais crescido — crianças de 5 a 7 anos — nasce a primeira série live-action da TurmaTube, um projeto que coloca crianças reais no centro da narrativa, vivendo aventuras que misturam fantasia, música e descobertas emocionais.

“Sempre sonhei com algo que fosse além do desenho. Queria ver essas crianças vivendo aquilo de verdade, correndo na floresta, se sujando, se abraçando. Queria que o público se visse nelas”, diz Viih, emocionada nos bastidores da gravação.

Criança brincando é criança aprendendo

Gravada em Sapucaí-Mirim, no interior de Minas Gerais, dentro da tradicional colônia NR Acampamentos, a série traz como cenário a própria natureza — e isso muda tudo. Não há efeitos especiais grandiosos ou cenários artificiais: aqui, o mato é real, o vento bagunça o cabelo, e as experiências acontecem com cheiro de terra molhada.

É nesse espaço que o grupo de amigos formado por Mari Yumi (Lara), Lorena Candido (Valentina), Theo Radicchi (Ruan), Diego Laumar (Nino), Vitinho Lima (Tião), Helena Vilhena (Nina) e Davi Damin (Hugo) vai se conhecendo, criando laços, enfrentando medos e celebrando conquistas pequenas — mas profundamente significativas.

Entre uma brincadeira e outra, a série planta sementes importantes: o cuidado com o outro, o respeito ao tempo de cada um, a escuta atenta e a beleza do coletivo. E faz isso de forma leve, com música, cor e simplicidade.

No centro dessa dinâmica está a Prô Júlia, interpretada pela própria Viih Tube, uma figura adulta que não controla, mas acompanha. “Ela é como aquela professora que a gente lembra com carinho, que não gritava, que olhava no olho. A Prô Júlia está lá, mas quem resolve os conflitos são as crianças”, explica Viih

Representatividade que nasce da convivência

Em um país tão plural como o Brasil, ver uma série infantil com elenco diverso, sem estereótipos ou caricaturas, ainda é raro — mas absolutamente necessário. Em TurmaTube – A Primeira Aventura, as diferenças de origem, tom de pele, personalidade e modos de pensar não são discutidas, são vividas. Estão ali, presentes e integradas, como devem ser na vida real.

As crianças se expressam com liberdade, sem filtros adultos, e constroem uma convivência que valoriza as singularidades sem forçar lições de moral. Cada personagem tem sua maneira de lidar com o mundo — e é isso que faz da série um espaço tão rico e acolhedor.

“As crianças entendem muito mais do que a gente imagina. Elas não precisam de discursos longos sobre inclusão, elas precisam ver isso na prática. E foi isso que a gente fez”, conta Clara Ramos, diretora geral do projeto.

Por trás das câmeras: um time que acredita no afeto

Além da direção sensível de Clara, o projeto reúne nomes como Plinio Scambora (diretor e diretor de fotografia), Raquel Tejada (direção de arte), Fernanda Melo (figurinos), Ricardo Feliciano (montagem) e uma produção assinada por Viih Tube ao lado de Tomás Darcyl, Ricardo Costianovsky e Clara Ramos. Um time experiente que entendeu desde o início que o maior efeito especial da série seria algo simples, porém raro: a verdade nos olhos de uma criança.

Toda a equipe técnica trabalhou com foco no conforto, segurança e bem-estar dos pequenos atores, respeitando seus ritmos e suas emoções. Nada era forçado: se alguém estava triste, a gravação parava. Se a cena virava brincadeira, melhor ainda. Foi dessa liberdade que nasceram os momentos mais bonitos.

Viih Tube: de fenômeno digital à construtora de futuros possíveis

Com apenas 24 anos, Viih Tube tem uma trajetória que impressiona. De youtuber adolescente a influenciadora de milhões, ela se reinventou diversas vezes — como atriz, escritora, empresária e agora como produtora de conteúdo infantil. Mas talvez seu maior mérito esteja em entender o valor da infância como território sagrado.

Depois de sua participação no BBB 21, Viih decidiu usar sua visibilidade para falar de temas mais profundos — como saúde mental, redes sociais e, agora, infância com propósito. Com a TurmaTube, ela não entrega apenas um produto: entrega uma experiência feita com escuta, sensibilidade e intenção.

“Quero que as crianças cresçam com afeto, com referências positivas, com personagens que se parecem com elas. E quero que os pais saibam que existe conteúdo em que podem confiar”, diz Viih.

Redragon e Baly apostam no universo mobile com o lançamento do jogo gratuito “Dragondash”

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Em tempos em que jogar virou mais que um hobby — tornou-se cultura, mercado e comunidade —, a Redragon e a Baly resolveram dar um passo ousado, mas natural: transformar uma simples lata de energético em um portal para um novo universo de aventura. O resultado dessa ideia? “Dragondash”, jogo mobile gratuito lançado nesta semana e que já começa a despertar o interesse de quem vive conectado à energia do mundo gamer.

Disponível para Android e iOS, o game é uma colaboração entre a Redragon, uma das marcas de periféricos gamers mais queridas do Brasil, e a Baly, líder nacional no mercado de energéticos. Com desenvolvimento assinado pela Vneta Games Inc — mesma criadora de “Flunkey Farm” —, o título já ultrapassa a marca de 500 downloads na Play Store, e tudo indica que essa corrida mal começou.

Draquinho na pista: jogabilidade simples, carisma explosivo

A premissa do jogo é simples e viciante: o jogador assume o controle de Draquinho, o mascote oficial da Redragon, em uma corrida cheia de obstáculos, pulos, desvios e… latinhas de Baly Energy Drink. A cada 200 latinhas coletadas, uma nova skin do personagem é desbloqueada, criando um ciclo de recompensa que fala diretamente ao espírito competitivo e explorador dos gamers.

Mas o jogo vai além do entretenimento. Ele foi pensado para estreitar laços com a comunidade gamer, aproveitando o apelo dos dispositivos móveis e oferecendo uma experiência leve, divertida e gratuita. E o detalhe mais criativo da estratégia está na embalagem: o game pode ser acessado por QR Code estampado na lata do Baly Gamer Redragon, o energético lançado especialmente para a colaboração entre as duas marcas.

Um game na lata: marketing que joga junto

Quem vê o lançamento como apenas mais uma ação de marketing pode estar perdendo de vista algo maior. Segundo Michelle Uemura, gerente de branding e marketing da Redragon, a ideia é mais profunda: reforçar identidade, criar vínculos e entregar valor emocional aos consumidores.

“A Redragon e a Baly são líderes de vendas em seus ramos, sendo referência no mercado. O lançamento do Dragondash é uma forma de celebrar essa parceria de sucesso e de proporcionar uma experiência divertida para os nossos consumidores”, afirma Michelle.

O mascote Draquinho, antes presente apenas em embalagens e produtos, agora ganha vida própria no ambiente mobile. “A ideia do Dragondash surgiu como forma de ampliar a presença do nosso mascote em diferentes universos. Queríamos oferecer uma experiência divertida que conectasse os fãs do energético e da Redragon em um ambiente que já faz parte do nosso dia a dia, o mobile”, explica Michelle.

Entre latas e telas: uma jogada de aproximação

A proposta de unir a linguagem lúdica dos jogos com a presença consolidada das marcas entre os jovens é uma das tendências mais interessantes da atualidade. Grandes empresas têm buscado novas formas de se conectar com o público, e iniciativas como o Dragondash apontam para um futuro onde entretenimento e branding caminham juntos — e literalmente correm lado a lado.

Nesse cenário, a Baly leva vantagem por já ter presença consolidada em festas, eventos e academias. Agora, ela entra com força total em um universo onde o consumo é digital, e a fidelização passa por interações criativas. O QR Code na lata é mais do que uma ponte para o jogo: é um convite direto ao consumidor para mergulhar em um universo onde o produto deixa de ser apenas uma bebida e passa a ser experiência.

Comunidade em construção: pequenos passos, grandes conexões

Mesmo com números ainda tímidos, como os 500 downloads iniciais, a aposta é de longo prazo. O game não se propõe a competir com gigantes do mobile, mas a criar reconhecimento e estreitar vínculos com quem já é fã — ou pode vir a ser. Ao dar protagonismo ao mascote, a Redragon amplia sua narrativa, e a Baly passa a habitar um novo tipo de consumo, mais simbólico e interativo.

É o tipo de movimento que não se mede apenas por métricas frias de cliques ou tempo de tela, mas por engajamento afetivo. Quando o consumidor se vê jogando com um personagem que já conhece, coletando latinhas que ele mesmo bebe, a relação entre marca e público se transforma.

Mais do que um jogo: o início de um novo capítulo

O Dragondash não é apenas um game. É um gesto. Uma forma de dizer: “Ei, a gente te entende, gamer. E estamos aqui, lado a lado, com diversão e energia.”

Ao apostar em uma estratégia que mistura produto físico, universo mobile e storytelling, Redragon e Baly não apenas acompanham uma tendência de mercado — elas ajudam a escrevê-la. E, se depender da energia de Draquinho e da comunidade que começa a se formar ao seu redor, essa corrida está apenas no começo.

Para baixar o jogo:
📱 Dragondash está disponível gratuitamente nas lojas Google Play e App Store. Para acessar direto, basta escanear o QR Code nas latas do energético Baly Gamer Redragon.

Jogue. Corra. Colete. E divirta-se.

“A História de Mahalia Jackson” é destaque emocionante da “Sessão da Tarde” desta quarta (23/07)

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Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, a Sessão da Tarde reserva um daqueles filmes que não apenas ocupam a tela — eles a transcendem. A História de Mahalia Jackson é mais que um drama biográfico. É um convite à alma. Um retrato poderoso de uma mulher que usou sua voz para muito além da música, se tornando símbolo de fé, resistência e esperança em meio à dura realidade da segregação racial nos Estados Unidos.

Estrelado pela multipremiada cantora Ledisi, vencedora do GRAMMY, o filme não só emociona pela música, mas também pela força de sua protagonista. Mahalia Jackson não cantava apenas com a garganta — cantava com a alma, com cicatrizes e com sonhos.

Uma infância entre a dor e o destino

Nascida em Nova Orleans, Mahalia Jackson cresceu em uma América ainda profundamente marcada pela escravidão e racismo institucional. Órfã de mãe ainda criança, ela foi criada por sua tia Mahala (ou “Tia Duke”, como era chamada), uma mulher rígida, amarga e muitas vezes violenta. O filme mergulha nessa relação delicada, dando ao público um retrato honesto das dores que moldaram o coração e o canto de Mahalia.

Mas o que poderia ter sido o fim de muitos, foi o combustível dela. As feridas da infância não a destruíram — elas temperaram sua fé, fortaleceram sua identidade e inspiraram sua missão. A dor, para Mahalia, se transformava em hino. E a igreja foi o palco onde ela começou a espalhar sua luz.

Muito além da música: ativismo, fé e coragem

Ao longo da vida, Mahalia não se contentou em ser apenas uma cantora. Em tempos em que mulheres negras eram silenciadas, ela fez o contrário: cantou mais alto. Em um país dividido, sua música uniu. Sua amizade com o Dr. Martin Luther King Jr. não foi apenas simbólica. Ela esteve ao lado dele em alguns dos momentos mais cruciais do movimento pelos direitos civis nos EUA.

Na Marcha sobre Washington, em 1963, foi Mahalia quem, com sua voz, preparou o palco espiritual para o célebre discurso “I Have a Dream”. Sua fé não era só religiosa, era uma fé social, política e profundamente transformadora.

O filme retrata de forma emocionante essa jornada ao lado do líder ativista, com destaque para a atuação comovente de Columbus Short como Dr. King. A relação dos dois era construída sobre confiança, cumplicidade e esperança. Ela não era apenas uma voz de fundo. Era protagonista na luta pela dignidade do povo negro.


Ledisi: quando a intérprete se torna Mahalia

Se há uma escolha que eleva ainda mais o filme, é a escalação de Ledisi como Mahalia. A cantora não apenas interpreta — ela incorpora a essência da artista. Ledisi já havia vivido Mahalia no filme Selma (2014), mas aqui ela entrega uma performance completa, íntima, poderosa e comovente. É impossível não se emocionar quando sua voz toma conta da tela e atinge o coração do espectador.

Não é só atuação. É verdade. E talvez por isso ela tenha sido indicada ao NAACP Image Awards como Melhor Desempenho Inovador — uma indicação mais que justa. Quando canta “Precious Lord”, por exemplo, é impossível não sentir um arrepio que atravessa gerações.

Denise Dowse: um legado por trás das câmeras

A direção é de Denise Dowse, atriz veterana que aqui faz sua estreia e também seu último trabalho como diretora antes de falecer, em 2022. Há algo profundamente sensível na maneira como Dowse conduz a narrativa. Ela não dramatiza a dor gratuita, mas nos oferece momentos de humanidade, doçura e fé, mesmo nas situações mais amargas.

A diretora tem a sabedoria de dar espaço para que a música seja personagem principal. Em vez de interromper com discursos expositivos, ela permite que os hinos falem por si. E como falam! Cada performance é uma oração, um ato de resistência.

Do gospel às telas: um filme que ecoa esperança

Com participações de peso como Keith David, Janet Hubert, Corbin Bleu e Vanessa Williams, o filme também acerta ao retratar uma época complexa e dolorosa sem perder a poesia. A reconstituição de época, os figurinos e o cuidado com os diálogos nos transportam para uma América onde cantar era, para muitos, a única forma de sobreviver e afirmar sua existência.

Mahalia Jackson quebrou barreiras — não apenas musicais, mas raciais e espirituais. Ela abriu caminho para artistas como Aretha Franklin, Whitney Houston, e tantas outras vozes negras femininas que continuam a inspirar o mundo.

O que torna Mahalia eterna

Mais do que uma biografia, A História de Mahalia Jackson é um testemunho. Uma lembrança de que arte é instrumento de cura e que fé, quando aliada à coragem, pode mudar a história.

Mahalia Jackson faleceu em 1972, mas sua voz ainda ecoa. Ecoa em igrejas, em movimentos sociais, em playlists, e agora, nesta quarta-feira, na tela da TV Globo. Em tempos difíceis, revisitar sua trajetória é também um ato de reconexão com o que há de mais puro na humanidade: a capacidade de lutar por amor, justiça e dignidade com a força de uma canção.

Por que você não pode perder

Se você procura uma história que emociona, que inspira e que te faz levantar da poltrona acreditando em algo maior, A História de Mahalia Jackson é o filme certo. Ele toca, sim, em feridas — mas também oferece cura. E talvez seja exatamente disso que o mundo precise agora: lembrar que, mesmo diante do caos, ainda existem vozes como a de Mahalia que cantam esperança.

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