Saiba qual filme vai passar no Cinemaço deste domingo (10)

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Neste domingo, 10 de agosto, o Cinemaço da TV Globo traz um dos filmes mais icônicos e provocativos da cultura pop dos últimos 30 anos: Clube da Luta. Dirigido pelo aclamado cineasta David Fincher, o longa estreou em 1999 e rapidamente se tornou uma obra cult, reverenciada por sua narrativa ousada, direção estilosa e temas que continuam extremamente atuais. A exibição é uma oportunidade para revisitar um filme que provocou debates intensos sobre o consumismo, a masculinidade, a alienação e a busca por identidade na sociedade moderna.

O filme acompanha a história de um protagonista anônimo — interpretado por Edward Norton — um homem preso em uma rotina sufocante, marcada pela insônia e um vazio existencial. Incapaz de encontrar sentido na vida corporativa e materialista que leva, ele busca alívio frequentando grupos de apoio para diferentes tipos de doenças e traumas, mesmo sem sofrer nenhuma delas.

Esse refúgio emocional é ameaçado quando ele conhece Marla Singer (Helena Bonham Carter), outra impostora nos grupos de apoio, cuja presença o incomoda e o tira do equilíbrio. A vida do protagonista muda radicalmente ao conhecer Tyler Durden (Brad Pitt), um carismático vendedor de sabonetes com uma filosofia de vida anárquica e radical.

Após uma explosão destrutiva em seu apartamento, o protagonista se muda para a casa decadente de Tyler. Os dois, de personalidades opostas, iniciam uma série de brigas informais que rapidamente se transformam no Clube da Luta — um espaço clandestino onde homens frustrados, alienados pela sociedade consumista, encontram uma válvula de escape física e psicológica.

O clube cresce e se espalha pelo país, evoluindo para uma organização chamada “Projeto Destruição”, que visa subverter as estruturas capitalistas que o filme critica ferozmente. Essa transformação revela o potencial perigoso das ideologias extremistas e das revoltas sociais quando não canalizadas com responsabilidade.

Edward Norton entrega uma performance que mistura fragilidade e intensidade, compondo um personagem que é o retrato da alienação contemporânea. Brad Pitt, no papel de Tyler Durden, rouba a cena com seu estilo rebelde e magnetismo, tornando-se um símbolo da insatisfação juvenil e da crítica aos valores da era do consumo.

Helena Bonham Carter como Marla Singer, enigmática e perturbada, acrescenta uma dimensão complexa às relações entre os protagonistas, sendo muito mais do que um interesse romântico comum em filmes de ação.

David Fincher e a direção ousada

A direção de David Fincher é uma das grandes forças por trás do sucesso e do impacto cultural de Clube da Luta. Conhecido por seu estilo visual sombrio e detalhista, Fincher criou uma atmosfera tensa e inquietante que permeia o filme do início ao fim.

Sua escolha de utilizar a violência como metáfora para a revolta contra os valores da geração jovem é clara, mas ele evita o apelo gratuito, preferindo aprofundar a complexidade psicológica dos personagens. Além disso, o tom homoerótico presente no livro original de Chuck Palahniuk é preservado no filme, contribuindo para um olhar subversivo que instiga o espectador.

Polêmica e aclamação: o percurso do filme

Na época do lançamento, o longa-metragem dividiu opiniões. Executivos da 20th Century Fox ficaram apreensivos com o conteúdo e alteraram a campanha de marketing, o que contribuiu para uma bilheteria abaixo das expectativas iniciais. A crítica, por sua vez, mostrou-se polarizada, com alguns enxergando no filme uma glorificação da violência, enquanto outros o reconheceram como uma obra instigante e inteligente.

Porém, com o lançamento em DVD e a popularização via internet, o filme conquistou uma legião de fãs e se consolidou como uma obra cult. Atualmente, é considerado uma das produções mais influentes do final do século XX, inspirando debates acadêmicos, culturais e sociais.

A profundidade do roteiro e a mensagem subjacente

O roteiro, adaptado por Jim Uhls a partir do livro de Chuck Palahniuk, vai além da trama de ação para explorar temas complexos como a identidade fragmentada, a masculinidade tóxica e a crítica ao consumismo desenfreado.

A figura de Tyler Durden funciona como a personificação das ansiedades e desejos reprimidos do protagonista, revelando-se posteriormente como uma manifestação da dissociação psicológica. Esse plot twist é uma das marcas registradas do filme, provocando reflexão sobre o que define o “eu” e até que ponto podemos confiar em nossas percepções.

Impacto cultural e legado

O longa influenciou diversas áreas, desde o cinema até a moda e a música, com frases icônicas como “A primeira regra do Clube da Luta é: você não fala sobre o Clube da Luta” entrando para o vocabulário popular.

Além disso, o filme levantou discussões sobre a saúde mental, o papel do homem na sociedade contemporânea e o perigo das ideologias radicais que podem surgir da insatisfação social.

A sequência em graphic novel e a espera por um retorno

Em 2013, Chuck Palahniuk anunciou uma sequência para seu romance em forma de graphic novel, intitulada Fight Club 2, lançada em 2015. A história continua a explorar os temas originais, aprofundando a jornada dos personagens e as consequências dos eventos do primeiro livro e filme.

Até o momento, não há confirmação de uma adaptação cinematográfica dessa continuação, deixando os fãs na expectativa de um possível retorno do universo de Clube da Luta nas telas.

Uma obra que desafia gerações

Apesar dos mais de 20 anos desde seu lançamento, o filme permanece relevante e instigante para novas gerações. Sua análise sobre a crise de identidade, a busca por propósito e a crítica ao consumismo globalizado continuam a ressoar em tempos de instabilidade social e econômica. A complexidade do filme, aliada à sua estética marcante e narrativa envolvente, faz dele uma obra que merece ser assistida e discutida com atenção.

Domingo Maior exibe Planeta dos Macacos: O Confronto neste domingo (10)

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Neste domingo, 10 de agosto de 2025, o Domingo Maior da TV Globo reserva uma programação imperdível para os fãs de ficção científica e ação, exibindo o aclamado filme Planeta dos Macacos: O Confronto. Dirigido por Matt Reeves e lançado em 2014, o longa-metragem é a sequência direta de A Origem e foi reconhecido pela crítica e pelo público por sua narrativa envolvente, efeitos visuais impressionantes e uma reflexão profunda sobre a convivência entre diferentes espécies e a luta pela sobrevivência.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama se passa dez anos após a humanidade ter sido praticamente dizimada por uma pandemia causada pelo vírus ALZ-113 — uma criação científica que saiu do controle. Essa epidemia não apenas dizimou grande parte da população humana, mas também provocou uma reviravolta evolutiva nos macacos, que, por meio do vírus, adquiriram inteligência e habilidades avançadas.

No novo cenário, os macacos liderados por César, um chimpanzé que se tornou o símbolo da nova ordem símia, vivem numa floresta próxima a São Francisco, construindo uma comunidade estruturada e pacífica. César, interpretado por Andy Serkis, é um líder sábio, que acredita na coexistência e na possibilidade de paz entre humanos e macacos, mesmo após anos de conflito e sofrimento.

Enquanto isso, os humanos sobreviventes tentam restabelecer a vida na cidade destruída. Um grupo liderado por Malcolm (Jason Clarke) busca reativar uma usina hidrelétrica dentro do território dos macacos para recuperar energia e infraestrutura essenciais para a reconstrução.

A trama central gira em torno do delicado equilíbrio entre os dois grupos: os macacos, que defendem seu território e desejam manter a paz, e os humanos, que precisam da energia da barragem para sobreviver, mas carregam o medo e a desconfiança. Malcolm representa o lado conciliador dos humanos, que tenta negociar e construir pontes de entendimento com César. Já Dreyfus (Gary Oldman), o líder humano mais duro, vê nos macacos uma ameaça e prepara seus seguidores para um confronto inevitável.

Por outro lado, dentro da própria comunidade símia, surge uma figura controversa: Koba (Toby Kebbell), um bonobo que sofreu abusos e experimentos cruéis por humanos. Seu ressentimento e sede de vingança fazem dele o antagonista interno, que deseja exterminar todos os humanos, sem espaço para diálogo.

Essa dinâmica cria um cenário complexo, onde o medo, a desconfiança, a esperança e a luta pelo poder se entrelaçam, conduzindo a um conflito que vai além da luta física, envolvendo também questões morais e éticas.

Uma das maiores qualidades do filme é sua construção de personagens multifacetados, que fogem do maniqueísmo tradicional. César, interpretado por Andy Serkis com o uso da tecnologia de captura de movimentos, transcende a mera figura digital para se tornar um personagem cheio de nuances, emoções e dilemas internos.

Jason Clarke, como Malcolm, apresenta um humano idealista, porém realista, que tenta preservar a humanidade em meio ao caos. Gary Oldman traz ao personagem Dreyfus a tensão de alguém que viu a humanidade sucumbir e agora acredita que a única saída é a força bruta.

Toby Kebbell como Koba entrega uma performance visceral, mostrando como traumas passados podem transformar uma criatura em símbolo do ódio e da violência.

O elenco de apoio, incluindo Keri Russell como Ellie e Kodi Smit-McPhee como Alexander, também contribui para dar vida a um elenco diversificado e emocionalmente envolvente.

Uma produção de alto nível e inovações técnicas

A excelência técnica do filme merece destaque especial. A captura de movimentos utilizada para representar os macacos com realismo e expressividade é referência na indústria cinematográfica. Andy Serkis, pioneiro nessa técnica, entrega uma interpretação que torna César um personagem com quem o público facilmente se conecta, graças à sua complexidade emocional e humanidade.

A ambientação do filme combina cenários naturais exuberantes — gravados em locais como a Ilha de Vancouver, no Canadá — com as ruínas urbanas de São Francisco, mostrando um mundo destruído, mas ainda cheio de vida e esperança. Essa combinação cria uma atmosfera densa e crível, reforçada pela fotografia de alta qualidade e efeitos visuais de última geração.

A direção de Matt Reeves equilibra momentos de ação intensa com cenas introspectivas e diálogos que aprofundam a trama, garantindo que o espectador não seja apenas um expectador das batalhas, mas participe emocionalmente da história.

Temas universais e reflexão social

Mais do que um filme de ação e aventura, a obra propõe uma reflexão profunda sobre temas universais, como o medo do diferente, o ciclo da violência e as possibilidades — ou limitações — do perdão e da reconciliação.

A relação entre humanos e macacos no filme é uma metáfora para conflitos reais, sejam eles culturais, raciais ou políticos. A luta pela sobrevivência, o desejo de vingança e o desafio de liderar um grupo sob tensão constante dialogam com questões que permeiam a história da humanidade.

O filme questiona o que nos torna humanos: a capacidade de pensar, sentir e escolher, ou a violência e a destruição que muitas vezes acompanham nossa espécie? E até onde a busca por poder pode nos cegar para as consequências de nossas ações?

Recepção crítica e impacto cultural

Lançado em julho de 2014, o filme rapidamente conquistou o reconhecimento da crítica especializada e do público. No Rotten Tomatoes, site que compila críticas cinematográficas, o longa detém uma aprovação de 91%, com comentários que destacam seu equilíbrio entre efeitos especiais impressionantes e uma narrativa rica em emoção.

No Metacritic, outra plataforma de avaliação, o filme obteve 79 pontos em 100, indicando “revisões geralmente favoráveis”. Os críticos elogiaram especialmente a profundidade dos personagens, o roteiro envolvente e a direção segura de Matt Reeves.

Além do sucesso crítico, o filme foi um fenômeno comercial, arrecadando mais de 700 milhões de dólares em bilheteria global, se tornando um dos maiores sucessos de 2014. Esse sucesso impulsionou a franquia e contribuiu para que fosse continuada com outros filmes que exploram o mesmo universo.

Curiosidades sobre a produção

As filmagens começaram em 2013 e ocorreram em diversos locais para garantir a diversidade visual do cenário pós-apocalíptico. A Ilha de Vancouver, no Canadá, foi escolhida devido à sua semelhança com as florestas norte-americanas, oferecendo o ambiente perfeito para as cenas em meio à natureza.

Já as sequências urbanas foram filmadas em Nova Orleans, especialmente no parque Six Flags abandonado, que forneceu um cenário perfeito para retratar a decadência da civilização humana. Esse parque estava abandonado desde o furacão Katrina em 2005, o que adicionou uma autenticidade única às imagens.

A importância da dublagem e do público brasileiro

No Brasil, Planeta dos Macacos: O Confronto conta com um elenco de dubladores experientes que contribuem para a imersão do público na história. Guilherme Briggs dá voz a César, emprestando emoção e força ao líder dos macacos. Hélio Ribeiro dubla Malcolm, enquanto Luiz Carlos Persy interpreta Koba, dando intensidade ao antagonista símio.

Essa qualidade na dublagem faz com que o público brasileiro possa aproveitar a obra com a mesma intensidade dos espectadores internacionais, tornando a experiência ainda mais rica.

Premonição confirma 7º filme com retorno da roteirista responsável pelo sexto capítulo

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Nesta sexta-feira, 8 de agosto, os fãs de terror foram surpreendidos por um anúncio que já movimenta as redes: a franquia Premonição terá um novo filme, o sétimo da saga. E para os que acompanham a série, a notícia ainda mais animadora é o retorno de Lori Evans Taylor, roteirista de Laços de Sangue, que estará à frente do roteiro desta nova produção. As informações são do Omelete.

Se você cresceu assustado com as mortes mirabolantes e cheias de suspense da série, sabe que isso é um motivo para comemorar. Afinal, Premonição não é um terror comum, daqueles que dependem só de fantasmas ou psicopatas. A protagonista aqui é a própria Morte, uma força invisível e impiedosa que vai atrás daqueles que tentaram enganá-la — e que não vai sossegar até recuperar o que é seu.

Vamos combinar: poucos filmes de terror conseguem ser tão criativos e tensos quanto Premonição. A ideia nasceu de uma história real que inspirou Jeffrey Reddick, o criador da série — uma história sobre uma mãe que teve um pressentimento ruim e avisou a filha para não embarcar num voo, que depois caiu. Dessa semente, nasceu uma narrativa que transforma um medo universal, o da morte, em algo concreto e palpável, mas ao mesmo tempo invisível.

Desde o primeiro filme, lançado em 2000, a franquia vem conquistando o público ao mostrar que não é preciso um assassino de rosto coberto ou uma criatura sobrenatural para causar medo. A Morte aqui é uma força silenciosa, que manipula o ambiente para alcançar quem escapou dela — e faz isso com uma criatividade assustadora.

O que faz a franquia ser diferente?

O charme — ou melhor, o terror — da série está nas suas sequências de mortes. Elas não são só acidentes, mas uma espécie de dominó de eventos, em que um pequeno detalhe desencadeia uma reação em cadeia até a fatalidade acontecer. E o mais impressionante é que essas cenas são tão bem planejadas que fazem o público prender a respiração e pensar: “como isso vai acontecer?”.

A franquia também ganhou fama por seu roteiro que mistura suspense com uma dose de drama — afinal, não é só matar os personagens, mas mostrar suas emoções, seus medos, seus laços com outras pessoas. No sexto filme, essa humanização ficou ainda mais evidente, com Lori Evans Taylor colocando seu toque especial para fazer a história ser mais do que uma série de sustos: uma experiência emocional.

O que podemos esperar do novo filme?

Embora ainda não saibamos quem vai dirigir ou quais atores vão entrar para o elenco, a volta de Lori Evans Taylor é uma ótima notícia para quem quer ver um roteiro bem trabalhado, que respeite a tradição da franquia e que ao mesmo tempo traga frescor para o público atual.

Com a evolução dos efeitos especiais e a experiência acumulada em seis filmes, dá para imaginar que Premonição 7 terá cenas ainda mais elaboradas e assustadoras. E é provável que a narrativa explore novas formas de abordar a inevitabilidade da morte, trazendo personagens mais complexos e talvez até algumas surpresas para quem acompanha a saga.

Uma franquia que vai além dos filmes

Pouca gente sabe, mas a franquia também ganhou histórias em quadrinhos e livros, que ampliaram o universo da série. Entre 2005 e 2006, foram lançadas novelizações que aprofundaram a trama dos filmes, e em 2006 e 2007 vieram HQs que exploraram outros personagens e cenários.

Isso mostra que o interesse pelo tema é forte e duradouro — afinal, o medo da morte é algo que acompanha a humanidade desde sempre, e ver essa força invisível personificada em histórias tão criativas é um convite para refletir, mesmo quando estamos nos assustando no escuro.

E a bilheteria, deu lucro?

Quando pensamos em franquias de terror que marcaram gerações, Premonição ocupa um lugar especial. Desde o seu lançamento em 2000, essa série vem conquistando fãs ao redor do mundo, não só pelo seu enredo único, mas também pelo sucesso que faz nas bilheterias, prova de que o medo é um sentimento universal — e que o público continua ávido por histórias que mexem com ele de forma inteligente.

A franquia já acumulou cerca de 667 milhões de dólares em bilheteria global, um número impressionante para filmes que, apesar de terem orçamentos modestos quando comparados a grandes blockbusters, conquistaram espaço cativo na preferência dos fãs de terror. Só nos Estados Unidos, quando ajustada a inflação até 2011, a história figura entre as dez maiores franquias de terror, com quase 350 milhões arrecadados.

Cada filme conseguiu, de alguma forma, manter a chama acesa e ampliar o interesse do público. O primeiro filme, que começou tudo, custou 23 milhões de dólares e arrecadou mais de 112 milhões no mundo todo. Foi como uma prova de que aquela ideia diferente — a morte como uma força invisível e inevitável — tinha um apelo que ia muito além do esperado.

Depois vieram as continuações, cada uma trazendo sua dose de suspense e sequências criativas que fizeram os espectadores prenderem a respiração no cinema. O segundo filme, lançado em 2003, bateu quase 91 milhões, e o terceiro, em 2006, chegou a quase 119 milhões de dólares — sinais claros de que a franquia estava conquistando mais fãs a cada lançamento.

O quarto filme, lançado em 2009, trouxe o maior salto, com uma bilheteria mundial superior a 186 milhões, confirmando que Premonição tinha se tornado uma marca consolidada no gênero. Já o quinto filme, apesar de uma leve queda na bilheteria doméstica, continuou forte no mercado internacional, acumulando quase 158 milhões.

E então, em 2025, Laços de Sangue bateu seu próprio recorde, arrecadando 187 milhões de dólares globalmente, mostrando que o interesse pela franquia segue vivo e pulsante, mesmo depois de mais de 20 anos.

Por que a gente se importa tanto?

Talvez você se pergunte por que essa franquia toca tantas pessoas, mesmo depois de tantos anos e vários filmes. A resposta está no medo universal que ela explora — e na nossa própria relação com a vida e a morte.

Quem nunca teve um pressentimento, uma sensação estranha de que algo ruim ia acontecer? Quem nunca tentou fugir de uma situação perigosa, mesmo que por um triz? Esses sentimentos são universais, e a franquia transforma isso em um suspense que faz sentido.

Além disso, ao humanizar seus personagens — mostrando seus dramas, suas esperanças e seus erros —, o público acaba se vendo neles. E isso torna cada morte na tela muito mais impactante.

O que está por vir?

Ainda há muitas perguntas no ar: qual será o desastre que desencadeará o sétimo filme? Como a morte vai caçar os sobreviventes dessa vez? Que surpresas o roteiro de Lori Evans Taylor preparou?

E claro, quem serão os novos rostos que vão tentar driblar o destino?

The Love School – Escola do Amor deste sábado (9) mostra a emocionante história de Caio e sua luta para encontrar a felicidade no amor

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Neste sábado, 9 de agosto, o programa The Love School – Escola do Amor, apresentado pelo casal Renato e Cristiane Cardoso, traz um tema profundamente humano e inspirador: a trajetória de Caio, um jovem que nasceu com uma síndrome rara e enfrentou dificuldades não apenas físicas, mas também emocionais, para acreditar que poderia ser feliz no amor.

O episódio mergulha na história real de uma vida marcada por desafios desde a infância, passando pela solidão da adolescência, até a construção da autoestima e a redescoberta do amor — principalmente o amor próprio, fundamental para qualquer relação saudável.

A história de Caio: uma luta além do físico

Caio nasceu com uma condição médica rara que exigiu diversas cirurgias ainda na infância. Esses procedimentos não foram apenas um desafio físico; marcaram também sua vida emocional. Desde muito cedo, ele percebeu que olhares e comentários das pessoas ao redor não eram comuns ou simplesmente curiosos — muitas vezes, eram julgamentos.

Na escola, no convívio social, ele sentia-se diferente e isolado. Os olhares atentos e, por vezes, incompreensivos, deixavam marcas invisíveis que crescemos dentro do peito. Para Caio, ser “normal” parecia algo distante e inalcançável. A insegurança tomou conta de sua autoestima, criando um muro difícil de derrubar.

Adolescência: o tempo das frustrações e da solidão

A adolescência, período naturalmente intenso em emoções e descobertas, tornou-se para Caio um momento de ainda mais sofrimento. Enquanto seus colegas viviam os primeiros flertes, as paqueras e os primeiros amores, ele se sentia excluído desse universo.

Ele via os outros meninos ganhando a atenção das garotas, trocando olhares, sorrisos e contatos, e, no seu mundo interno, crescia a frustração e o medo. “Era impossível ele ser feliz no amor”, como destacam Renato e Cristiane no programa, parecia uma sentença definitiva para o jovem.

Esse sentimento de rejeição não era apenas sobre o que os outros pensavam, mas também sobre o que Caio acreditava ser verdade para si mesmo. A insegurança criava barreiras, não só para viver um relacionamento amoroso, mas para se permitir sonhar com isso.

The Love School: amor próprio como ponto de virada

O programa tem como missão mostrar que a felicidade no amor começa dentro de cada pessoa, no relacionamento que temos conosco mesmos. Renato e Cristiane, especialistas em relacionamentos, acompanham a trajetória de Caio e oferecem reflexões que tocam fundo em qualquer um que já tenha sentido medo de amar.

Ao longo do episódio, os apresentadores destacam como a transformação de Caio começou quando ele entendeu que sua felicidade não depende do olhar alheio, mas da forma como ele se enxerga e se aceita.

Esse processo, que não é fácil nem rápido, envolve reconhecer o próprio valor, superar traumas e inseguranças e aprender a se amar para só depois se abrir para o amor do outro.

Histórias que inspiram e conectam

O relato de Caio não é único — há muitas pessoas que, por diversas razões, carregam feridas emocionais que dificultam viver relações saudáveis e felizes. O programa vai além do entretenimento, trazendo esperança e ensinamentos reais para quem acompanha.

Renato e Cristiane ressaltam que o amor não é um conto de fadas, mas uma construção diária, que exige coragem para enfrentar os próprios medos e limitações. Eles reforçam que todos merecem ser amados, e que a verdadeira transformação acontece quando a pessoa encontra em si mesma esse amor.

Um convite à reflexão

O episódio que vai ao ar neste sábado também é um convite para que cada espectador reflita sobre seus próprios bloqueios e crenças limitantes no amor. Quantas vezes nos sabotamos por medo de não sermos suficientes? Quantas vezes deixamos que a opinião dos outros nos defina?

A história de Caio inspira a superar esses obstáculos e a buscar a felicidade que está ao alcance de todos — começando pela autoaceitação.

O papel da família e da sociedade

Além da jornada pessoal de Caio, o programa aborda a importância do apoio familiar e social para quem enfrenta desafios semelhantes. A forma como somos tratados na infância e na adolescência pode influenciar profundamente nossa autoestima e capacidade de amar.

Renato e Cristiane destacam que o olhar acolhedor, o incentivo e o diálogo aberto são ferramentas essenciais para ajudar quem está em processo de reconstrução emocional.

O que esperar do programa?

Para quem acompanha o The Love School, este episódio promete ser um dos mais tocantes e reflexivos do ano. A combinação da narrativa verdadeira de Caio com as orientações sensíveis dos apresentadores cria um espaço seguro para o público se identificar, se emocionar e, principalmente, se fortalecer.

Os temas de autoconhecimento, resiliência e esperança são tratados com leveza e profundidade, fazendo do programa uma fonte de apoio para pessoas que buscam crescer em suas vidas afetivas.

Por que assistir?

Além de ser uma história inspiradora, o programa oferece ferramentas práticas e mensagens positivas que podem ajudar qualquer pessoa a superar inseguranças e acreditar na possibilidade do amor verdadeiro. A cada sábado, o programa se firma como uma referência para quem deseja entender mais sobre relacionamentos, seja amorosos, familiares ou pessoais, com um olhar empático e realista.

Cine Aventura de sábado (9) exibe 57 Segundos, suspense estrelado por Morgan Freeman e Josh Hutcherson

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Neste sábado, 9 de agosto, o Cine Aventura da Record TV traz um filme que mistura suspense, ficção científica e uma baita reflexão sobre tecnologia, ética e o poder de mudar o que já passou. É 57 Segundos, uma história que pode parecer fantasia, mas que toca em temas muito reais, principalmente para quem já sentiu na pele o peso das decisões erradas do mundo moderno.

Quem é Franklin e por que a gente vai torcer por ele?

Franklin Fausti (Josh Hutcherson) é um cara comum, um blogueiro de tecnologia que se recusa a aceitar o que está errado. A dor de perder a irmã gêmea por culpa de um remédio que causou vício e acabou com a vida dela virou o motor da sua luta contra uma grande empresa farmacêutica, comandada pelo poderoso e implacável Sig Thorensen (Greg Germann).

A busca por justiça faz Franklin topar uma entrevista com Anton Burrell (Morgan Freeman), um gênio da tecnologia que está prestes a apresentar uma invenção que parece saída de um filme futurista: o Tri-Band 5, um aparelho de pulso capaz de tratar doenças sérias como diabetes e pressão alta — e até ajudar a curar vícios — tudo isso sem remédios.

Mas a coisa complica quando um ataque durante a apresentação quase acaba com a vida de Burrell — e Franklin é quem salva o dia. Em agradecimento, Anton entrega a Franklin um anel misterioso com um poder inacreditável: voltar 57 segundos no tempo.

E aí, o que você faria se tivesse esse poder?

No começo, Franklin até usa o anel para coisas meio bobas, como ganhar em jogos ou tentar melhorar seu relacionamento com Jala (Lovie Simone), sua colega de trabalho. Mas não demora para ele perceber que esse presente pode ser usado para algo maior — derrubar de vez Thorensen e acabar com a corrupção que destruiu a vida da irmã dele.

A partir daí, o filme vira uma corrida intensa, com Franklin entrando na empresa do vilão, descobrindo provas secretas de que eles sabiam dos danos do remédio Zonastin, e espalhando a verdade para o mundo. Claro que isso não sai barato — Thorensen não vai aceitar perder fácil e tenta escapar da justiça de um jeito dramático, envolvendo até um avião em apuros.

Personagens que mexem com a gente

Josh Hutcherson traz uma energia verdadeira para o papel de Franklin. Dá pra sentir a raiva, a dor e a coragem desse cara que não se cala. Já Morgan Freeman, como Burrell, é aquele sábio que a gente admira — calmo, firme, cheio de ideias e, ao mesmo tempo, preocupado com as consequências do que criou.

O antagonista Sig Thorensen, interpretado por Greg Germann, representa aquele tipo de empresário que, infelizmente, a gente sabe que existe por aí: que prefere o lucro a qualquer custo, mesmo que isso signifique colocar vidas em risco.

E tem ainda a Jala, que traz o lado humano, a preocupação com quem a gente gosta, mesmo quando tudo parece conspirar contra.

Muito mais que um filme de ficção científica

O que chama atenção em 57 Segundos não é só a ideia de voltar no tempo — essa é só a desculpa para discutir coisas muito mais profundas. O filme questiona: vale a pena mexer no passado para tentar consertar o presente? Quais os riscos de um poder assim?

Além disso, toca em uma questão que está longe de ser ficção: os efeitos negativos e os vícios causados por remédios que deveriam ajudar, mas acabam destruindo vidas. É um olhar duro sobre uma indústria que, às vezes, não dá o devido valor às pessoas.

Por trás das câmeras

Filmado em Lafayette, na Louisiana, o longa contou com a participação direta de Morgan Freeman no roteiro, o que ajudou a dar mais profundidade para a história. Mesmo não tendo recebido críticas muito positivas no geral, o filme conquistou quem gosta de histórias com uma pegada de suspense e discussões importantes.

Como e onde assistir?

Além de ser exibido neste sábado na Record TV, quem quiser pode procurar 57 Segundos nas principais plataformas digitais, como Google Play, Apple iTunes, Amazon Prime Video e outras. É uma ótima pedida para quem curte um filme que faz pensar, sem perder a emoção.

Vale a pena?

Se você gosta de filmes que juntam ação, drama e uma pitada de ficção científica com um fundo de realidade, 57 Segundos é para você. A trama mexe com a gente porque fala sobre pessoas que, apesar de todas as dificuldades, não desistem de lutar pelo que é certo — mesmo quando o poder parece inalcançável.

E mais do que isso: o filme deixa um convite para a gente refletir sobre os limites da tecnologia e o quanto a ética deve estar sempre à frente dos avanços.

E no fim das contas…

Depois de toda essa jornada, Franklin toma uma decisão corajosa: destruir o anel. Para ele, um poder tão grande não pode estar nas mãos de ninguém — nem mesmo da melhor das intenções. Essa escolha final nos lembra que, às vezes, a maior sabedoria está em aceitar que algumas coisas devem ser vividas no tempo certo, sem atalhos.

É De Casa deste sábado (09) comemora 10 anos com Susana Vieira, Luís Miranda e homenagem a Arlindo Cruz

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Neste sábado, 9 de agosto, o programa matinal É De Casa marcará uma data muito especial: uma década de sucesso e conexão com o público brasileiro. Para celebrar os 10 anos no ar, a produção preparou uma edição especial que promete emocionar, divertir e inspirar os telespectadores, reunindo convidados ilustres, reencontros emocionantes e conteúdos que destacam o papel do programa como um verdadeiro ponto de encontro da cultura, informação e histórias de vida.

Durante esses 10 anos, o programa se firmou como um espaço de convivência para toda a família, trazendo desde dicas de bem-estar e saúde até receitas, entretenimento e relatos que mostram o cotidiano e os desafios do brasileiro. Para comemorar esse marco, o programa contará com a participação de nomes que carregam uma relação especial com a atração, como os atores Susana Vieira e Luís Miranda. Além disso, o cantor Dudu Nobre animará a celebração com um musical em homenagem ao sambista Arlindo Cruz, reforçando a tradição musical e o afeto presente na programação.

Mais do que uma festa, a edição especial será um momento para relembrar e valorizar as histórias que o É De Casa ajudou a transformar ao longo dos anos. Um exemplo é Fernanda Gheling, que foi destaque no quadro ‘Belezas da Terra’ durante a pandemia. À época, Fernanda, que havia deixado a carreira de modelo para se dedicar à fazenda da família, encontrou no programa uma nova inspiração para abraçar a vida rural com confiança e entusiasmo. Hoje, mãe e líder no agronegócio familiar, ela simboliza como o programa contribui para empoderar e transformar vidas, conectando pessoas às suas raízes e sonhos.

A comemoração também será marcada por dicas valiosas e conteúdos especiais. O quadro ‘Viva o Verde’, apresentado por Murilo Soares, especialista em jardinagem que colabora com o programa desde 2016, ensinará como cultivar rosas em vasos, trazendo conhecimento prático e estimulando o contato com a natureza no dia a dia. Esse momento reforça o compromisso do programa com a qualidade de vida e o bem-estar dos telespectadores.

Na culinária, a já tradicional disputa do ‘Duelo de Receitas’ promete aquecer o paladar. Thiago Oliveira mostrará suas habilidades preparando um churrasco com cortes nobres como ancho, picanha e linguiça toscana, enquanto Talitha Morete apresentará uma torta salgada de frango feita com pão de forma, prato que remete às memórias afetivas de muitas famílias brasileiras. Essa diversidade gastronômica evidencia a pluralidade cultural e a importância do alimento como elemento de conexão.

Além das celebrações, o programa também reservará um momento para homenagear o Dia dos Pais com uma história que emocionará o público. Orlete, do Espírito Santo, adotou Rodrigo quando ele tinha apenas cinco meses. Décadas depois, diante de um grave problema de saúde, o filho adotivo foi o único doador compatível para salvar a vida da mãe, revelando a profundidade do amor e da solidariedade que ultrapassam os laços biológicos.

Com um conteúdo equilibrado entre informação, entretenimento e emoção, o É De Casa segue firme como uma referência da televisão brasileira, que acolhe, aproxima e valoriza os brasileiros em sua diversidade e singularidade. Esta edição especial dos 10 anos será uma celebração de tudo aquilo que o programa representa: um verdadeiro lar na tela, onde histórias reais são contadas e celebradas.

Globo Repórter revela a beleza e diversidade da República Dominicana nesta sexta (08)

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Na noite desta sexta, 8 de agosto, o Globo Repórter convidará o público a conhecer a República Dominicana para além dos tradicionais cartões-postais. Durante 15 dias de imersão, a equipe da emissora explorará um país rico em contrastes, beleza natural, história e cultura, revelando um retrato profundo e sensível dessa nação caribenha. Com imagens deslumbrantes e depoimentos emocionados, a reportagem conduzida pela repórter Dulcineia Novaes mostrará que a República Dominicana será muito mais do que praias paradisíacas e resorts de luxo.

A jornada começará em Cayo Arena, uma pequena ilha conhecida como Cayo Paraíso, situada na costa noroeste, perto de Punta Rucia. Ali, águas cristalinas e corais coloridos formarão um cenário quase surreal, onde o tempo parecerá desacelerar. Um dos momentos mais marcantes da reportagem será a observação das baleias-jubarte na Baía de Samaná, um espetáculo natural que emocionará por sua grandiosidade e delicadeza. Essas majestosas criaturas percorrerão milhares de quilômetros desde as águas geladas do Canadá e Estados Unidos para dar à luz nas águas quentes da República Dominicana. A repórter compartilhará sua experiência: “Estar tão perto dessas gigantes gentis será um presente da natureza, uma conexão que tocará a alma e deixará uma marca inesquecível.”

Mas o encanto do país não se restringirá a suas paisagens. O verdadeiro coração da República Dominicana pulsará em seu povo, um povo acolhedor, alegre e resiliente. A equipe do programa percorrerá comunidades locais, acompanhará a rotina dos dominicanos e capturará histórias que mesclarão desafios e esperança. Em meio a músicas, danças e festividades populares, o país se revelará cheio de vida e autenticidade. “Mais do que mostrar cenários, quereremos apresentar a República Dominicana real, feita por gente que receberá o visitante com sorriso e abraço abertos”, destacará Dulcineia.

No sudoeste, o Lago Enriquillo surpreenderá por sua natureza singular. Com uma extensão quase equivalente à Baía de Guanabara, esse lago salgado apresentará uma salinidade maior que a dos oceanos, criando um ambiente hostil para muitas espécies, mas perfeito para os crocodilos-americanos que nadarão livremente em suas águas. As paisagens áridas, combinadas com montanhas que cercarão o lago, formarão um cenário de contraste e beleza impressionante. A região também guardará histórias e lendas locais, que enriquecerão o tecido cultural dominicano.

Na capital, Santo Domingo, a história ganhará vida nas ruas de pedra do bairro colonial, considerado o primeiro núcleo urbano europeu das Américas. Por entre fortalezas centenárias e casarões que testemunharam séculos de conquistas e transformações, o Globo Repórter mostrará a relevância histórica da cidade. Além disso, Dulcineia explorará a produção artesanal dos famosos charutos dominicanos, símbolo de orgulho e tradição, onde o trabalho manual e o saber passado de geração em geração manterão viva essa atividade que impulsionará a economia local.

A Cordilheira Central, no coração do país, revelará um outro lado da República Dominicana. Conhecida como a “Suíça Caribenha”, a região de Constanza e Jarabacoa encantará pelo clima fresco e pelas paisagens que remeterão às montanhas europeias. Produção agrícola pujante, com morangos gigantes e outras frutas, se unirá a oportunidades para o turismo de aventura, com cachoeiras, trilhas e rafting. Esse trecho do país, pouco explorado pelo turismo convencional, se destacará como um segredo precioso, convidando a uma experiência mais genuína e próxima da natureza.

Outro tesouro dominicano apresentado pela reportagem serão as reservas de âmbar, consideradas umas das maiores do mundo. Este material fossilizado, conhecido como “ouro líquido”, preservará insetos, flores e pequenos animais pré-históricos com impressionante perfeição, despertando o interesse tanto da ciência quanto da arte. Nas minas e ateliês visitados, o âmbar ganhará forma em joias e objetos que carregarão consigo séculos de história, conectando o presente às eras passadas.

Além das belezas naturais e do patrimônio histórico, o programa mostrará a exuberância da natureza selvagem dominicana. Áreas preservadas com corredeiras, desfiladeiros e blocos de pedra que parecerão flutuar em águas transparentes oferecerão o cenário ideal para esportes radicais e contato íntimo com a fauna e flora locais. Essas regiões, ainda pouco acessadas pelo turismo de massa, serão um convite para aventuras e descobertas, reforçando o compromisso do país com a preservação ambiental.

E, claro, o roteiro não estará completo sem as praias de luxo que atrairão turistas do mundo inteiro. Resorts sofisticados, campos de golfe de padrão internacional e uma infraestrutura turística moderna farão da República Dominicana um destino cobiçado para férias exclusivas e celebrações especiais. Celebridades frequentemente escolherão essas praias para relaxar e desfrutar momentos inesquecíveis, movimentando a economia local e consolidando a imagem do país no cenário turístico global.

Ao final da viagem, Dulcineia Novaes compartilhará sua impressão sobre a experiência: “A República Dominicana me ensinará que é possível conviver com diversidade e harmonia. Aqui, o luxo se misturará à simplicidade, a natureza se revelará em seus múltiplos aspectos e a história estará presente em cada canto. O que mais me marcará será a generosidade e a alegria do povo, que mesmo diante das dificuldades manterá viva a esperança e o amor pela sua terra.”

O programa de hoje prometerá levar o telespectador a uma viagem inesquecível, mostrando um país vibrante e cheio de vida, onde cada canto guardará histórias, belezas e emoções. Uma verdadeira celebração à República Dominicana, um destino que surpreenderá e conquistará pelo olhar humano e sensível.

Saiba qual filme vai passar no Cinema em Casa deste sábado (09)

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Neste sábado, 9 de agosto de 2025, o SBT traz para o público em sua sessão Cinema em Casa o filme Esquadrão Tigre, uma produção chinesa que mistura ação, comédia e guerra em uma trama ambientada no turbulento cenário da Segunda Guerra Mundial. Com direção e roteiro de Ding Sheng, o longa traz ninguém menos que Jackie Chan no papel principal, estrelando como Ma Yuan, um ferroviário que lidera um grupo de combatentes da liberdade em uma missão para sabotar a ocupação japonesa na China.

O longa-metragem foi lançado originalmente em 2016 e rapidamente chamou a atenção pela combinação inusitada de gêneros. O filme não é apenas uma obra de ação — cheia de cenas de luta coreografadas e sequências de tensão — mas também um exemplo de comédia, com o típico humor físico e carismático de Jackie Chan, conhecido por seu estilo único que mistura acrobacias e comicidade.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a história se passa em dezembro de 1941, no auge da Segunda Guerra Mundial, quando o Japão expandia sua ocupação para o Sudeste Asiático, incluindo partes da China. A ferrovia que liga Tianjin a Nanjing, importante rota estratégica, é tomada pelas forças japonesas e fortemente vigiada para garantir o transporte militar. É neste contexto que surge Ma Yuan, um trabalhador ferroviário comum, que decide lutar contra a invasão. Com seu conhecimento profundo das rotas ferroviárias, ele forma um grupo de combatentes chamado “Tigres da Ferrovia”, que luta para sabotar os planos do inimigo usando táticas criativas e improvisadas.

O enredo

Ao contrário dos tradicionais filmes de guerra que se apoiam em batalhas grandiosas e exércitos organizados, Esquadrão Tigre mostra uma resistência mais simples, porém corajosa, de pessoas comuns. Sem armas poderosas nem treinamento militar, Ma Yuan e seu grupo usam o que têm à mão: martelos, pás, tábuas soltas nos trilhos e até trens desviados. Essa abordagem gera cenas tensas, mas também divertidas, pois mostra como a inteligência e a coragem podem fazer a diferença mesmo diante de uma força militar muito maior.

O ponto alto do filme é a missão de explodir uma ponte ferroviária fortemente guardada, um ato de sabotagem que pode mudar o curso da guerra naquela região. A tensão cresce conforme os Tigres enfrentam dificuldades, tiros errados e reforços japoneses, e mesmo desorganizados, o grupo protagoniza momentos de heroísmo, camaradagem e sacrifício.

Jackie Chan

Para quem conhece o trabalho de Jackie Chan, a escolha do ator para o papel de Ma Yuan é certeira. Chan é famoso mundialmente por seus papéis em filmes que misturam artes marciais, ação e comédia — como nas franquias A Hora do Rush e Police Story. Aqui, ele traz seu carisma e sua habilidade de luta para um contexto histórico, tornando Ma Yuan um personagem que é ao mesmo tempo heróico e acessível.

Além de atuar, Jackie Chan também contribuiu para tornar o filme uma experiência mais leve em meio ao drama da guerra, graças às sequências cômicas que aliviam a tensão sem tirar a seriedade da causa defendida pelos personagens. O filme também conta com a participação de Jaycee Chan, filho de Jackie, que interpreta Rui Ge, adicionando um toque familiar ao elenco.

Elenco e personagens que complementam a trama

O elenco de Esquadrão Tigre é diverso e composto por talentos do cinema chinês, como Huang Zitao, Wang Kai, Darren Wang e Xu Fan. Cada personagem tem seu momento de destaque, representando diferentes perfis dentro da resistência: desde os mais impulsivos até os estrategistas mais cuidadosos. A participação especial de Andy Lau, renomado ator e cantor asiático, como Professor, também enriquece a produção, trazendo um personagem misterioso e com uma aura de sabedoria que ajuda o grupo.

Curiosidades do filme

Com um orçamento estimado em 50 milhões de dólares, o filme teve cenas ferroviárias filmadas com trens a vapor em Diaobingshan, proporcionando uma ambientação realista e visualmente impressionante. A direção de Ding Sheng — conhecido por seu trabalho em filmes de ação — equilibra bem o ritmo entre cenas explosivas e momentos mais leves, garantindo que o filme não perca a atenção do espectador.

Além disso, Esquadrão Tigre foi distribuído internacionalmente pela Well Go Entertainment, alcançando públicos em territórios de língua inglesa, como América do Norte, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia, o que mostra o apelo global da história.

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Recepção crítica e comercial

Nas bilheterias chinesas, o filme teve um desempenho sólido, arrecadando aproximadamente 215 milhões de yuans (cerca de 30 milhões de dólares) em seu fim de semana de estreia, e somando ao redor de 697 milhões de yuans durante toda sua exibição local. Esses números mostram que a combinação de ação e comédia, aliada ao apelo patriótico da história, conquistou o público na China.

Por outro lado, a recepção crítica foi mista, com uma avaliação no Rotten Tomatoes em torno de 38% de aprovação, indicando que, embora o filme tenha seus méritos, a crítica apontou falta de foco e mudanças bruscas de tom. Mesmo assim, muitos fãs de Jackie Chan consideram Esquadrão Tigre uma homenagem ao estilo clássico do ator, com sequências de ação criativas e momentos engraçados que remetem aos seus trabalhos mais icônicos.

Por que assistir ao Esquadrão Tigre no Cinema em Casa?

Em tempos em que as plataformas de streaming dominam a forma como consumimos cinema, uma sessão de filme na TV aberta como o Cinema em Casa do SBT é uma oportunidade para redescobrir obras que talvez passaram despercebidas. Esquadrão Tigre é uma dessas produções que, apesar de não ser um blockbuster global, oferece uma experiência divertida e emocionante para quem gosta de filmes de ação com uma pitada de humor.

Além disso, o filme traz uma perspectiva histórica pouco explorada no cinema ocidental — a resistência chinesa durante a ocupação japonesa — e mostra como o cinema pode ser um veículo para contar histórias de coragem e luta por liberdade, mesmo que através do entretenimento.

Vale a pena assistir A Hora do Mal? Um suspense aterrorizante que vai prender você do início ao fim!

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O cinema de terror tem se reinventado nos últimos anos, resgatando elementos clássicos do gênero e, ao mesmo tempo, inovando em linguagem, narrativa e impacto emocional. Dentro desse movimento, A Hora do Mal, dirigido por Zach Cregger, tem chamado atenção de crítica e público por sua ousadia e refinamento técnico. Nos primeiros dias de lançamento, o longa alcançou a impressionante nota de 100% no Rotten Tomatoes — um feito raro, especialmente para um filme de terror lançado na última década.

Mas o que torna esse filme tão especial? Será que ele realmente entrega tudo o que promete? Para responder a essas perguntas, vamos analisar os elementos que fazem de A Hora do Mal um destaque no cinema atual, discutindo sua trama, direção, atuações, estética, e, claro, os temas sociais que ele aborda com sensibilidade e profundidade.

No centro da narrativa está o desaparecimento inexplicável de 17 crianças da mesma turma, tudo na mesma noite — um acontecimento que mergulha uma comunidade inteira em choque, desespero e uma busca frenética por respostas. Acompanhamos a história sob o ponto de vista de Justine Gandy (interpretada brilhantemente por Julia Garner), professora dedicada da turma que desapareceu, cuja dor, frustração e determinação guiam o espectador ao longo do filme.

Este enredo funciona em múltiplos níveis: é um thriller misterioso, um filme de terror com elementos psicológicos e até mesmo um drama social que investiga o lado sombrio de ambientes que parecem, à primeira vista, seguros e acolhedores — como a escola e a comunidade ao redor.

Não se trata apenas de um susto fácil ou de uma sequência rápida de cenas sangrentas. Pelo contrário, a narrativa de “A Hora do Mal” é construída com precisão cirúrgica, oferecendo uma experiência imersiva que mantém o público atento e emocionalmente envolvido.

Para um diretor em seu segundo longa, Zach Cregger apresenta uma maturidade e domínio estético que impressionam. Depois do sucesso do aclamado Barbarian (2022), Cregger não apenas confirma seu talento, mas mostra uma evolução clara. A confiança do diretor é perceptível em cada quadro do filme, refletindo uma linguagem visual viva, articulada e cheia de nuances.

Um dos grandes trunfos de Cregger é seu controle sobre o ritmo narrativo. Ele conduz o espectador por uma verdadeira montanha-russa emocional, sabendo exatamente quando acelerar o suspense, quando dar uma pausa para respirar, e quando revelar uma reviravolta que muda completamente a percepção da trama. Essa capacidade de manipular o tempo e o tom mantém o público sempre tenso, envolvido e ávido por mais.

Além disso, a direção de arte, os movimentos de câmera e a mise-en-scène são todos pensados para criar uma experiência visual pulsante, quase coreografada, que mistura elementos de horror e beleza. As cenas de ação, por exemplo, são impressionantes, com uma fluidez que revela a versatilidade de Cregger, que claramente possui um grande filme de ação no horizonte, mesmo que seu foco atual seja o terror.

Elenco que entrega performances memoráveis

Julia Garner, no papel de Justine Gandy, é a âncora emocional do filme. Sua interpretação traz profundidade à personagem, equilibrando vulnerabilidade, força e uma determinação visceral. É impossível não se conectar com Justine, sentir sua angústia e torcer por sua sobrevivência e justiça.

Ao seu lado, o elenco reúne nomes consagrados como Josh Brolin, Alden Ehrenreich e Austin Abrams, todos em papéis que enriquecem a trama com nuances e complexidade. Cada ator traz autenticidade, evitando clichês e garantindo que mesmo os personagens secundários tenham vida própria e motivos claros para suas ações.

Trilha sonora

Outro destaque essencial no filme é a trilha sonora. Longe de ser apenas um pano de fundo, a música atua como uma força ativa que amplifica a tensão e o desconforto que permeiam o filme. A trilha hipnótica e intensa parece quase uma entidade viva que acompanha a narrativa, aumentando o impacto emocional das cenas, seja na calma antes da tempestade ou nas explosões de terror e violência. Essa sinergia entre imagem e som é parte fundamental do sucesso do longa, fazendo com que o espectador não apenas veja, mas sinta o horror na pele.

Contrastes e críticas sociais

O terror do filme não está restrito a monstros ou sustos fáceis. Como em seu filme anterior, “Barbarian”, Zach Cregger explora de maneira incisiva contrastes sociais e visuais.

A ambientação em um subúrbio de classe média alta cria um cenário aparentemente seguro, perfeito, onde o mal, contudo, se esconde atrás de portas fechadas e sorrisos amigáveis. Essa dualidade — entre a aparência de normalidade e a brutalidade oculta — é uma crítica social perturbadora, que questiona a banalização da violência em ambientes que deveriam ser protetores, especialmente no contexto escolar e juvenil.

Ao trazer à tona essas questões, o filme faz uma reflexão importante sobre o medo coletivo, as falhas do sistema e as sombras que todos preferem ignorar.

Uma estética que impressiona

Visualmente, o filme é um espetáculo. A fotografia pulsante, os enquadramentos ousados e os movimentos de câmera dinâmicos criam uma linguagem cinematográfica energética e vibrante, rara em filmes do gênero.

Há cenas quase coreografadas, em que o horror e a beleza se misturam de forma visceral, criando uma sensação de estranhamento que potencializa a experiência sensorial do público. Em um gênero onde a estética muitas vezes é deixada em segundo plano para privilegiar o choque imediato, o longa-metragem surpreende pelo cuidado e refinamento visual.

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Elementos de humor na medida certa

Embora o terror predomine, o filme apresenta momentos pontuais de humor, que surgem naturalmente, sem parecer forçados ou deslocados. Esse equilíbrio ajuda a quebrar a tensão em pontos estratégicos, tornando a experiência menos exaustiva e mais dinâmica.

O humor funciona como um respiro para o público, permitindo que ele se prepare para os próximos sustos ou reviravoltas, sem perder o clima opressivo que sustenta a narrativa.

O que diz a crítica?

O reconhecimento da crítica não é por acaso. Além da nota perfeita no Rotten Tomatoes, baseada em 191 avaliações, o filme mantém uma alta avaliação em outras plataformas, com média de 96% de aprovação.

Os críticos destacam não só a qualidade técnica e a originalidade da trama, mas também a profundidade dos personagens e a habilidade do diretor em construir um suspense que não depende apenas de clichês ou violência gratuita.

A Hora do Mal tem sido apontado como um dos filmes de terror mais promissores desta década, colocado lado a lado com “His House” — outro título que elevou o gênero a outro patamar.

Por que vale a pena assistir?

Para os fãs de terror que buscam mais do que sustos fáceis, A Hora do Mal é um prato cheio. O filme oferece uma experiência completa: terror psicológico, suspense, drama humano, crítica social e uma direção que não deixa nada ao acaso.

Além disso, o elenco forte e a produção caprichada garantem que o filme permaneça na memória do espectador muito depois dos créditos finais. Se você procura um filme que desafia expectativas, que cria um clima de inquietação constante e que entrega reviravoltas inteligentes, este é o título perfeito para sua próxima sessão.

Cláudio Lins abre o coração em entrevista exclusiva ao Ronnie Von no Companhia Certa neste sábado (09)

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Neste sábado, 9 de agosto, a partir da madrugada para domingo, às 0h30, o programa Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von na RedeTV!, exibe uma entrevista exclusiva com o ator e cantor Cláudio Lins. Em meio à temporada do espetáculo teatral “Chatô e os Diários Associados – 100 anos de uma Paixão”, em cartaz em São Paulo, o artista conversa abertamente sobre sua trajetória, os desafios de forjar sua própria identidade artística e as nuances de crescer dentro de uma família marcada por grandes nomes da música e da dramaturgia brasileiras.

Filho do renomado cantor Ivan Lins e da talentosa atriz Lucinha Lins, Cláudio Werner Vianna Lins nasceu no Rio de Janeiro em 30 de novembro de 1972. Desde a infância, a arte esteve presente de forma intensa em sua vida, influenciando e moldando seu universo. O ambiente familiar, permeado por música e teatro, o inspirou a seguir seus próprios passos nesse caminho.

Com apenas 11 anos, Cláudio já subia aos palcos no musical infantil “Sapatinho de Cristal”, dirigido por Cláudio Tovar, referência na área. No ano seguinte, protagonizou a montagem de “Verde que te quero ver”, mostrando cedo o seu talento e comprometimento com a arte. Paralelamente, desenvolveu uma sólida formação musical, estudando piano e teoria musical durante a infância e adolescência, o que fortaleceu sua versatilidade.

Na juventude, ele formou várias bandas, destacando-se “Pacatatucotianão”, grupo que representou sua busca por uma voz própria, distante das sombras do prestígio familiar. Ao longo dos anos, Cláudio percebeu que seu maior desafio não seria a falta de talento, mas justamente a necessidade de se desvencilhar das comparações com seus pais para se afirmar como um artista singular.

Uma carreira multifacetada entre teatro, música e televisão

A trajetória artística de Cláudio Lins é marcada pela diversidade e pela qualidade de seus trabalhos. Com uma base sólida adquirida no tradicional teatro O Tablado, no Rio de Janeiro, ele participou de montagens de grande importância, trabalhando com diretores consagrados, entre eles Bernardo Jablonski, Aderbal Freire Filho, Cláudio Tovar, Diogo Vilela e Cláudio Botelho.

Sua bagagem no teatro é vasta e inclui produções que marcaram o cenário cultural brasileiro. Entre as peças mais emblemáticas estão “Ópera do Malandro”, onde pôde explorar seu lado mais dramático e musical; “Elis, A Musical”, homenagem à inesquecível Elis Regina; “Rock in Rio – O Musical”, que celebrou um dos maiores festivais de música do país; e “Garota de Ipanema: O Amor é Bossa”, que dialoga com a identidade cultural do Brasil através da bossa nova.

Além do palco, Cláudio também conquistou espaço na televisão. Participou de novelas e minisséries de grande repercussão, como “História de Amor” (1995), “Chiquinha Gonzaga” (1999), “Sabor da Paixão” (2002/03) e “Babilônia” (2015). Destacou-se ainda em produções do SBT, onde protagonizou novelas populares, como “Esmeralda” e “Amor e Revolução”, ampliando sua visibilidade nacional.

No universo musical, Cláudio lançou dois CDs solo: “Um” (1999), que recebeu críticas positivas pela originalidade e qualidade das composições, e “Cara” (2009), um álbum que reuniu músicas autorais e colaborações importantes. Além disso, compôs trilhas sonoras para peças teatrais e teve suas canções gravadas por intérpretes renomadas, como sua mãe Lucinha Lins e a cantora Maria Rita.

Enfrentando os desafios da herança e do reconhecimento pessoal

Apesar da sólida bagagem artística e do prestígio que acompanha seu sobrenome, Cláudio Lins é enfático ao destacar a importância de construir uma carreira independente. Na entrevista para o Companhia Certa, ele reflete com sinceridade sobre as dificuldades que enfrentou para se afirmar e se libertar das inevitáveis comparações com seus pais.

Ele relata que, desde o início, sentiu a necessidade de conquistar seu espaço por mérito próprio, buscando desenvolver uma voz e um estilo próprios, tanto na atuação quanto na música. Segundo Cláudio, essa caminhada exige resiliência e coragem, pois as expectativas do público e da crítica muitas vezes criam um peso a mais para filhos de artistas famosos.

Ainda assim, ele valoriza a herança artística, que o enriqueceu culturalmente e o inspirou a buscar excelência em tudo o que faz. Para Cláudio, o equilíbrio entre respeitar as raízes e traçar o próprio caminho é o segredo para uma trajetória sólida e satisfatória.

Vida pessoal: família como alicerce e inspiração

Além da intensa vida artística, Lins valoriza profundamente a família. Casado com a empresária Alexandra di Calafiori desde 2005, ele é pai de Mariano, nascido em 2012. Em suas palavras, a família é seu porto seguro e uma fonte constante de inspiração e equilíbrio.

Cláudio acredita que, para manter uma carreira de décadas e superar os desafios do meio artístico, é fundamental ter uma base sólida e momentos de desconexão para recarregar as energias. A presença da esposa e do filho é, para ele, o que lhe proporciona essa estabilidade emocional.

“Chatô e os Diários Associados – 100 anos de uma Paixão”: um projeto que celebra a história do Brasil

No momento, Cláudio está focado no espetáculo “Chatô e os Diários Associados – 100 anos de uma Paixão”, que está em cartaz em São Paulo. O musical celebra a vida e a trajetória de Assis Chateaubriand, um dos maiores e mais controversos nomes da imprensa brasileira, fundador dos Diários Associados, um dos maiores conglomerados de comunicação do país.

A peça é um espetáculo que reúne música, drama e história, explorando a influência de Chateaubriand na cultura, na política e na mídia nacional. O trabalho tem sido elogiado pela crítica especializada e tem conquistado o público pela qualidade artística e pelo enredo envolvente. Para Cláudio, fazer parte deste projeto é uma oportunidade única de dialogar com a história do Brasil e de contribuir para a valorização da memória cultural e jornalística do país.

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