Super Tela 12/04/2025: Os Suspeitos é o grande destaque da noite na Record!

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Neste sábado, 12 de abril de 2025, o Super Tela da Record traz um suspense psicológico de tirar o fôlego para a tela da sua casa: Os Suspeitos (título original Prisoners), um filme de 2h33min que promete deixar os telespectadores com os nervos à flor da pele. Dirigido por Denis Villeneuve e com roteiro de Aaron Guzikowski, o filme se destaca pela sua trama tensa, repleta de mistérios, dilemas morais e atuações excepcionais.

A história se passa em Boston e começa com Keller Dover (Hugh Jackman), que leva uma vida tranquila com sua esposa Grace (Maria Bello) e seus filhos, Ralph (Dylan Minnette) e Anna (Erin Gerasimovich). No entanto, tudo vira um pesadelo quando Anna e sua amiga Joy (Kyla Drew Simmons) desaparecem misteriosamente enquanto estão em uma visita à casa dos amigos Franklin (Terrence Howard) e Nancy Birch (Viola Davis). Desesperadas, as famílias recorrem à polícia, e o caso é rapidamente entregue ao detetive Loki (Jake Gyllenhaal). Logo, Alex (Paul Dano), um homem com o QI de uma criança, é preso, mas, devido à falta de evidências, ele é liberado após 48 horas. Convencido de que Alex é o responsável pelo desaparecimento das meninas, Keller decide agir por conta própria, sequestrando o suspeito e tentando extrair dele a verdade, independentemente das consequências.

A direção de Villeneuve, conhecida por sua habilidade em criar atmosferas de tensão, é impecável. Cada cena é construída para aumentar o suspense, enquanto o roteiro de Guzikowski explora questões éticas complexas e o limite do que alguém está disposto a fazer quando se encontra em uma situação desesperadora. A atuação de Hugh Jackman como o pai afligido é de tirar o fôlego, com um desempenho que transmite a angústia e o desespero do personagem de forma visceral. Jake Gyllenhaal, como o detetive Loki, também brilha, com uma interpretação mais introspectiva e cheia de nuances.

Além dos dois grandes nomes, o elenco ainda conta com a presença de Viola Davis, que entrega uma performance emocionalmente rica, e Paul Dano, que interpreta o enigmático Alex com uma intensidade única. A química entre os atores e a construção de seus personagens é um dos maiores trunfos do filme, tornando a trama ainda mais envolvente.

Onde posso assistir?

Os Suspeitos está disponível para streaming no MUBI, onde é possível assistir ao filme por meio de uma assinatura. Não perca esta noite de mistério e tensão! Sintonize na Record e acompanhe a exibição de Os Suspeitos, um dos melhores thrillers psicológicos da última década, e prepare-se para um turbilhão de emoções que só um filme como esse pode proporcionar.

Quando chega a 5ª temporada de The Chosen na Netflix? Confira aqui!

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você anda ouvindo falar bastante sobre The Chosen — essa série que vem conquistando um público enorme mundo afora —, já pode anotar na agenda: dia 15 de agosto de 2025 a nova temporada estreia na Netflix. A notícia vem logo depois do lançamento antecipado dos primeiros episódios no Prime Video, que rolou no último domingo, dia 27 de julho.

Mas o que faz essa série ser tão falada e amada? E por que tantas pessoas, mesmo fora do meio religioso, acabam se apaixonando por essa produção? Se você quer entender o motivo desse sucesso e sabe que vale a pena acompanhar, fica comigo que eu te conto tudo sobre essa história cheia de emoção, fé e humanidade.

Uma série que conta a história de Jesus de um jeito muito próximo da gente

Quando pensamos em séries ou filmes sobre a vida de Jesus, geralmente imaginamos produções que focam nos milagres, nas cenas grandiosas e nos momentos mais conhecidos da Bíblia. The Chosen chega para mudar essa visão.

Criada e dirigida por Dallas Jenkins, a série aposta numa narrativa diferente: ela mostra Jesus através do olhar das pessoas que viveram ao lado dele, seus discípulos e quem cruzou seu caminho. Isso cria um retrato mais humano, com personagens que sentem medo, dúvida, alegria e amizade — o que ajuda qualquer um a se conectar, independentemente da crença.

O ator Jonathan Roumie interpreta Jesus com uma leveza e profundidade que trazem à tona essa humanidade tão especial. Junto com um elenco talentoso, eles nos levam para uma Galileia do século I que parece muito real, quase palpável.

O sucesso vem de um sonho coletivo

Uma das coisas mais incríveis sobre essa série é a forma como ela foi feita. Nada daquela produção bilionária de Hollywood. Na verdade, essa série nasceu do apoio de milhares de pessoas comuns — fãs que acreditaram no projeto e ajudaram a financiar tudo via financiamento coletivo na plataforma Angel Studios.

Isso fez com que a série tivesse uma comunidade apaixonada ao redor, pessoas que não só assistem, mas se sentem parte do projeto. E o resultado é um sucesso estrondoso: é o projeto com financiamento coletivo mais bem-sucedido da história da TV e do cinema.

Além do apoio dos fãs, a série também vende produtos, faz parcerias com plataformas como Netflix, Prime Video e canais de TV, além de organizar sessões especiais nos cinemas — tudo para que essa história alcance cada vez mais gente.

Mais de meio bilhão de pessoas já assistiram

Se os números te impressionam, segura essa: até agora, mais de 580 milhões de pessoas em quase 200 países já assistiram a The Chosen. A série está traduzida para cerca de 600 idiomas, garantindo que ninguém fique de fora.

Aqui no Brasil, o SBT ajuda a levar a série para as casas, além das opções digitais, onde fãs de todas as idades acompanham as temporadas e comentam nas redes sociais. A verdade é que, mesmo quem não tem uma ligação religiosa forte, acaba se conectando com a humanidade dos personagens e as histórias que eles vivem.

O que rolou até aqui? Um resumo pra você entrar na história

Se você ainda não assistiu, aqui vai uma rápida passada nos acontecimentos das quatro primeiras temporadas, para você já entrar no clima:

  • Na primeira temporada, Jesus começa a chamar seus primeiros seguidores — pescadores, publicanos, mulheres que encontraram esperança nele. A gente vê de perto os encontros que mudaram tudo.
  • A segunda temporada amplia o grupo e mostra Jesus preparando um dos momentos mais emblemáticos de seu ministério: o Sermão da Montanha.
  • A terceira temporada traz o crescimento da popularidade de Jesus, mas também a resistência que ele enfrenta de autoridades religiosas e políticas. Tem milagres famosos, como a multiplicação dos pães e peixes, e a cena emocionante de Jesus andando sobre as águas.
  • A quarta temporada é marcada pelo peso da missão e as dificuldades crescentes, enquanto Jesus se aproxima de Jerusalém e seus discípulos tentam entender o que está por vir.

E o que esperar da 5ª temporada?

Agora que a gente já está por dentro do que aconteceu, vem a grande novidade: a quinta temporada vai seguir aprofundando essas histórias, mostrando os desafios, o crescimento da fé dos discípulos e as dificuldades que continuam a surgir.

Já se sabe também que a próxima, sexta temporada, terá um formato especial: toda a narrativa vai acontecer em um único dia, focando na crucificação de Jesus. E uma curiosidade que o próprio Dallas Jenkins compartilhou é que essa ideia veio de uma série que muita gente conhece: The Walking Dead. Ou seja, prepare-se para algo intenso, muito bem construído.

Por que vale tanto a pena assistir?

Se você nunca se interessou por histórias bíblicas, talvez se surpreenda com The Chosen. Ela não é só uma série religiosa — é um drama humano que fala de amizade, esperança, luta e transformação.

A qualidade da produção, o cuidado nos detalhes, a fotografia, os cenários e a trilha sonora deixam tudo mais vivo e envolvente. E, claro, as histórias dos personagens, que passam por dúvidas e descobertas como a gente.

Além disso, para quem curte se aprofundar, a série tem um monte de conteúdo extra, como estudos bíblicos, livros e até quadrinhos. Tudo pensado para quem quer ir além da tela.

Hora de se preparar para a maratona

Se você já ficou curioso, que tal começar a assistir as temporadas anteriores? Na Netflix e no Prime Video estão todas disponíveis, e no app da Angel Studios também.

Junte a família, os amigos, prepare aquele lugar gostoso e se permita viver essa história que já tocou milhões de pessoas no mundo inteiro.

A trama também conquistou as telonas brasileiras e emocionou milhões

Se tem uma coisa que o Brasil sabe fazer bem, é se apaixonar por histórias que tocam o coração — e The Chosen chegou aqui justamente para isso. A série criada por Dallas Jenkins, que conta a vida de Jesus Cristo sob um olhar muito humano, não só ganhou milhares de fãs nas telas de casa, mas também fez barulho grande nas salas de cinema do país.

Imagine a experiência de assistir a episódios que a gente geralmente vê no sofá, só que agora em uma tela gigante, rodeado de gente que vibra e se emociona junto com você. Isso é o que The Chosen proporcionou quando levou suas temporadas para as telonas brasileiras — um momento de conexão, fé e muita emoção compartilhada.

O Brasil ama The Chosen — e os números provam isso

Não é só conversa: o Brasil virou um dos maiores fãs da série no mundo. Em 2024, as redes sociais brasileiras da produção cresceram 140%, ultrapassando a marca de 4 milhões de seguidores — um montão de gente comentando, compartilhando e vivendo essa história.

Além disso, pesquisas mostram que mais da metade dos brasileiros já ouviram falar de The Chosen — isso é mais do que qualquer outro país fora os Estados Unidos. E não para por aí: as sessões nos cinemas são puro sucesso. Só as duas últimas temporadas juntas venderam mais de 1 milhão de ingressos — números que a gente normalmente vê em blockbusters hollywoodianos.

Um exemplo? O primeiro episódio da terceira temporada ficou só uma semana em cerca de 100 salas e vendeu 120 mil ingressos, dez vezes mais do que o esperado. Já a quarta temporada chegou com tudo, em cerca de 700 salas, e vendeu um milhão de ingressos, liderando a bilheteria nacional na estreia. As informações são do Ingresso.com.

“Sabadou com Virgínia” deste sábado (26) recebe Lauana Prado, Pepita e Bianca Rinaldi

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Foto: Reprodução/ Internet

A noite de sábado promete ser daquelas que aquecem o coração e arrancam boas risadas. O “Sabadou com Virgínia”, atração do SBT comandada pela influenciadora e apresentadora Virgínia Fonseca, vai ao ar neste 26 de julho de 2025, a partir das 22h15, com um elenco feminino de peso. O sofá mais animado da televisão recebe Lauana Prado, Pepita e Bianca Rinaldi, três mulheres com trajetórias marcantes, talento de sobra e histórias que inspiram. As informações são do SBT.

Com a presença contagiante de Lucas Guedez e Margareth Serrão, que não deixam o clima cair um segundo sequer, o programa também traz de volta os já populares quadros “Se Beber, Não Fale” e “Sabadou Tem Que Beijar”, que nesta edição ganha um toque especial com a participação de Ariana e seu pai, Gonçalo.

Mas, além da diversão garantida, o que realmente faz deste episódio um dos mais emocionantes da temporada é a entrega sincera das convidadas. Em um bate-papo leve, acolhedor e por vezes comovente, Lauana, Pepita e Bianca revelam o lado humano por trás dos palcos, dos holofotes e dos aplausos.

Lauana Prado: a noiva que nasceu para brilhar

Sentada confortavelmente no sofá da atração, a cantora Lauana Prado não esconde a alegria de estar vivendo uma nova fase na vida pessoal. “É verdade, estou noiva. Começou como brincadeira e agora estou aqui, me achando”, revela, com aquele sorriso típico de quem está apaixonada pela vida.

Mas antes do reconhecimento nacional, dos shows lotados e dos sucessos nas rádios, existe uma história de luta, coragem e reinvenção. Natural de Goiânia, Lauana relembra o início da jornada. “Minha mãe se separou do meu pai e foi morar em Araguaína, no Tocantins. Foi lá que tudo começou. Eu me interessava por música, pegava os instrumentos de um professor do bairro, violão, teclado… E ia me virando”, recorda.

A paixão pela música foi crescendo junto com as dificuldades. Em busca de estabilidade, Lauana se mudou para o Maranhão para cursar faculdade e começou a cantar profissionalmente para sobreviver. “Foram sete anos ali, trabalhando com música, me virando como dava.”

De volta a Goiânia, ela participou de reality shows — entre eles, Mulheres que Brilham, do próprio SBT, que venceu em 2015. “Aquilo foi um divisor de águas. Comecei a compor para outros artistas e aí veio o ‘Cobaia’, minha primeira grande virada.”

Hoje, consolidada como uma das grandes vozes femininas do sertanejo, Lauana celebra mais uma conquista: a gravação de seu projeto Transcende no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Com feats de peso, ela destaca especialmente um: “Gravar com o Nando Reis foi um sonho. Ele é uma das minhas maiores referências. Eu cresci ouvindo Nando. É muito especial ver isso se concretizando.”

Pepita: a potência de viver com coragem

Quem também emociona e provoca reflexão no “Sabadou com Virgínia” é Pepita, artista carioca que fez história ao se tornar a primeira mulher trans a engravidar de forma midiática no país. Com a mesma honestidade que leva para suas músicas, ela fala da pausa na carreira e de como a maternidade mudou tudo.

“Parei de fazer show e cantar por causa da maternidade. Queria viver esse momento, queria estar inteira para meu filho”, compartilha. Foi o companheiro, Caíque, quem a encorajou a retomar a música. “Ele disse: ‘Acho que pessoas como você têm uma história pra contar’. E eu comecei a entender.”

A fala de Pepita vai além da experiência pessoal. Ela escancara as feridas sociais que enfrenta diariamente por ser quem é: uma mulher trans, artista e mãe no Brasil. “Ser uma travesti num país que mais me mata, mas também me consome pro sexo, é louco e surreal. E tá tudo bem se você não entender isso. Eu só quero continuar viva para ver meu filho chegar aos 18 anos.”

Com o lançamento do álbum Viva, ela se reafirma como uma voz potente de representatividade e resistência. Cada canção é uma celebração da sobrevivência e da dignidade.

Bianca Rinaldi: leveza, humor e muita história pra contar

Veterana da televisão e do teatro, Bianca Rinaldi mostra que seu talento vai muito além das novelas e das lembranças como Paquita. No sofá de Virgínia, ela diverte os convidados ao ensinar movimentos de ginástica para Lucas Guedez — e não deixa ninguém parado!

Mas, entre uma brincadeira e outra, Bianca também revisita sua trajetória. “Desde a primeira vez que conheci aquele ser iluminado (Xuxa), me apaixonei. Fui Paquita por cinco anos. Foi uma época de muito aprendizado. Eu era muito nova, tudo era intenso”, relembra com carinho.

Atualmente, ela está em cartaz com a peça Casa, Comida e Alma Lavada, um espetáculo cômico que fala sobre casamento, convivência e os pequenos atritos da vida a dois. “A gente põe no palco coisas do dia a dia mesmo. Coisas simples, mas que todo casal entende: toalha em cima da cama, escova de dente no lugar errado, feijão demais… (risos)”, brinca. “Mas, por trás disso, a gente fala sobre a importância do diálogo, de lavar a alma juntos. E o público se identifica demais.”

O espetáculo encerra temporada em São Paulo e agora parte para uma turnê nacional — mais uma oportunidade para o público rir e se enxergar no cotidiano retratado no palco.

Quadros interativos, beijos e emoção em família

Como de costume, o programa aposta na espontaneidade dos quadros para aproximar os convidados do público. No hilário “Se Beber, Não Fale”, ninguém escapa dos desafios e revelações sob efeito de bebidas misteriosas — sempre com bom humor e sem perder o tom.

Mas a noite também ganha um toque de emoção com o retorno do “Sabadou Tem Que Beijar”, que nesta edição apresenta a tocante participação de Ariana e seu pai, Gonçalo. Em um momento sincero e carinhoso, os dois mostram que a conexão familiar pode se fortalecer mesmo diante das diferenças — um retrato raro e sensível na TV aberta.

O poder do feminino na TV de sábado à noite

Em meio ao entretenimento leve e bem produzido, o “Sabadou com Virgínia” deste sábado entrega algo ainda maior: um painel de vozes femininas potentes, diversas e transformadoras.

Lauana Prado representa a artista que venceu obstáculos e fez do amor próprio um motor criativo. Pepita, com sua fala cortante e doce ao mesmo tempo, escancara verdades que a sociedade ainda insiste em ignorar. E Bianca Rinaldi nos lembra que é possível reinventar-se a cada fase da vida — com humor, afeto e inteligência.

A presença das três, juntas, em um mesmo programa, diz muito sobre o atual momento da televisão brasileira: a busca por narrativas reais, plurais, que emocionam e provocam.

Comandado por Virgínia Fonseca, que já se firmou como um dos grandes nomes do entretenimento jovem e popular do país, o Sabadou se consolida como uma plataforma onde o riso e a emoção coexistem com naturalidade.

Uma noite para se inspirar, rir e refletir

Em tempos de polarizações, superficialidades e discursos prontos, o “Sabadou com Virgínia” mostra que o entretenimento pode ser leve e, ao mesmo tempo, profundo. Ao abrir espaço para histórias de superação, diversidade, maternidade, amores e recomeços, o programa não apenas entretém: ele acolhe.

Vale a pena assistir Amores Materialistas? Uma crítica afiada à superficialidade do amor moderno

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Foto: Reprodução/ Internet

Tem horas que a gente quer ver um filme que fale de amor, mas que não seja aquela historinha batida, cheia de clichês ou romancinho açucarado. E é exatamente essa expectativa que chega junto com Amores Materialistas, lançado em 2025, escrito e dirigido por Celine Song — a mesma mente criativa que nos presenteou com Vidas Passadas em 2023, um filme que mexeu com muita gente.

Com Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal no elenco, a promessa era um mergulho na complexidade dos relacionamentos modernos, ambientado no universo dos encontros luxuosos de Nova York. Mas será que o filme cumpre essa promessa? Vamos conversar sobre isso.

O que é Amores Materialistas?

A história acompanha Lucy Mason, interpretada por Dakota Johnson, uma atriz que não conseguiu decolar na carreira e acabou se tornando uma casamenteira — sim, aquela pessoa que ajuda gente a encontrar par. Mas não é qualquer encontro: Lucy trabalha para a Adore, uma agência que cuida de relacionamentos na alta roda nova-iorquina, cheio de festas chiques e gente com muito dinheiro e, claro, exigências altíssimas.

Lucy é uma mulher que escolheu a solteirice como estilo de vida, com um pensamento direto: ou vai morrer sozinha ou vai se casar com um homem muito rico — sem rodeios, né? O que acontece é que, no meio de tudo isso, ela encontra o ex-namorado John Finch (Chris Evans), um ator que luta para alcançar o sucesso e que trabalha como garçom em casamentos (a ironia não passa despercebida). E aí surge também Harry Castillo (Pedro Pascal), um milionário que se interessa por Lucy, e traz uma dose de charme e questionamentos pessoais para a história.

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Entre encontros, desilusões e vaidades

Logo de cara, o filme mostra essa tensão entre o desejo verdadeiro e a realidade dura do amor hoje em dia — que muitas vezes parece mais um produto para ser vendido e comprado, do que um sentimento genuíno. Lucy, que ajuda outras pessoas a encontrar o “par ideal”, vive sua própria dúvida interna sobre o que realmente quer.

O filme não tem medo de mostrar os bastidores da alta sociedade — as festas, os restaurantes caros, os apartamentos luxuosos. Tudo isso serve como cenário para discutir algo que todo mundo já sentiu: a pressão para se encaixar em padrões, a frustração com os relacionamentos que parecem rasos e o medo de ficar sozinho.

E é aí que entra a história de Sophie, amiga e cliente de Lucy, que acaba num relacionamento abusivo. Essa trama traz um contraponto sério à comédia romântica, mostrando que nem tudo são flores, mesmo quando o cenário é glamouroso.

O que funciona?

Um dos grandes trunfos do filme é o elenco. Dakota Johnson entrega uma Lucy que é ao mesmo tempo forte, insegura e muito humana. Chris Evans tem aquele carisma natural que faz a gente torcer pelo John, mesmo com todas as dificuldades que ele enfrenta. Pedro Pascal aparece como um homem complexo, que apesar do sucesso e do dinheiro, carrega suas próprias inseguranças — como a decisão de fazer uma cirurgia para aumentar a altura, algo que traz uma carga simbólica poderosa sobre aceitação e vaidade.

A fotografia e a ambientação são impecáveis. Nova York aparece como uma personagem por si só — glamourosa, agitada, mas também fria e, em muitos momentos, solitária. Isso ajuda a contar a história de um jeito visual que dá o tom certo para os dilemas da trama.

Além disso, o roteiro tenta trazer à tona um debate importante sobre o amor e o que ele significa para as pessoas na era atual, onde tudo é conectado, exibido e julgado nas redes sociais.

O que deixa a desejar?

Apesar dessas qualidades, o filme tem seus tropeços. A direção de Celine Song, que foi tão elogiada pelo lirismo de Vidas Passadas, aqui parece um pouco presa, com uma estética que deixa os personagens afastados uns dos outros — quase como se eles não conseguissem se tocar de verdade.

O roteiro é autoconsciente, tenta brincar com os clichês da comédia romântica e ironizar a superficialidade do mundo em que os personagens vivem. O problema é que essa ironia às vezes pesa demais e acaba afastando o público, que fica vendo uma sequência de situações um tanto mecânicas e sem aquela emoção verdadeira que a gente espera.

Também faltou mais profundidade para algumas tramas — especialmente a de Sophie, que apesar de trazer um tema importante, não é explorada com a seriedade que merecia.

O que o filme nos faz pensar?

O longa-metragem acaba sendo uma espécie de espelho para os dilemas amorosos que muita gente enfrenta hoje em dia. Entre a busca por um parceiro que preencha todas as caixas da “lista ideal” e o medo de estar sozinho, fica difícil encontrar algo que seja realmente espontâneo e verdadeiro.

Os personagens são pessoas tentando se encontrar num mundo que parece valorizar mais o que você tem do que quem você é — e isso traz uma solidão que se percebe mesmo nas cenas mais cheias.

Por isso, mesmo com suas falhas, o filme tem valor como provocação. Ele nos lembra que o amor não é um pacote perfeito de qualidades, mas sim um sentimento cheio de imperfeições, erros e riscos. Algo que, no fim das contas, vale mais que qualquer status ou aparências.

Para quem Amores Materialistas pode ser uma boa pedida?

Se você gosta de filmes que falam de amor com um pé na realidade, que não têm medo de mostrar as sombras por trás do brilho e que trazem personagens complexos, o filme tem bastante para oferecer.

Também é interessante para quem acompanha o trabalho de Celine Song e quer ver como ela se posiciona diante de um projeto maior e mais comercial, mesmo que isso signifique algumas concessões.

Agora, se você procura uma comédia romântica leve, com aquela química natural entre os personagens e um romance mais tradicional, talvez esse filme não seja o ideal. Apegue-se ao elenco e às boas cenas, mas prepare-se para uma experiência menos emocional e mais cerebral.

No fim das contas…

Amores Materialistas é um filme que mistura charme, questionamentos e uma pitada de desencanto. Ele não é perfeito, mas é honesto em sua tentativa de captar o que é amar num mundo cada vez mais complicado e conectado.

Talvez a maior lição dele seja que, mesmo cercados de luxo e possibilidades, a gente ainda sente falta daquela conexão verdadeira — aquela que não se compra, não se mede e não se encaixa em listas.

Se você topar embarcar nessa reflexão, o filme pode ser um convite bacana para pensar no amor de um jeito diferente. Se não, pelo menos vai poder apreciar um elenco talentoso e belas imagens de Nova York.

E aí, vai encarar?

No Quilos Mortais desta sexta (15/08), Julius enfrenta traumas de infância e luta contra a compulsão alimentar

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Nesta sexta-feira, 15 de agosto, às 22h45, o público da Record conhecerá uma das histórias mais emocionantes e desafiadoras já exibidas em Quilos Mortais. O episódio acompanha a trajetória de Julius, conhecido como J.T., um homem de 32 anos que carrega não apenas 404 quilos no corpo, mas também um passado marcado por abandono, dor e compulsão alimentar.

Desde a infância, Julius percebeu que o mundo poderia ser cruel. Seus pais, viciados em drogas, não conseguiram oferecer o cuidado e o afeto que ele precisava. Esse vazio foi sendo preenchido, aos poucos, pela comida. Comer se tornou seu refúgio, uma forma de escapar e, ao mesmo tempo, uma prisão invisível.

O sobrepeso, que começou na infância, evoluiu de forma alarmante. Aos 22 anos, ele foi diagnosticado com linfedema — um inchaço crônico e doloroso causado por problemas no sistema linfático — que atingiu proporções tão graves que os médicos previram que ele não viveria além dos 30 anos. Hoje, aos 32, J.T. sabe que cada dia é uma luta contra o tempo.

O peso de um passado difícil

A relação de Julius com a comida nunca foi apenas sobre fome. Cada refeição representava uma tentativa de preencher lacunas emocionais deixadas pela negligência familiar. Quando criança, ele não encontrava conforto nas palavras ou nos gestos de afeto, mas sim em pratos fartos que proporcionavam um alívio momentâneo.

Com o passar dos anos, esse hábito se transformou em dependência. Comer deixou de ser uma necessidade biológica e virou compulsão, levando-o a um peso que limitou drasticamente sua vida. Atividades simples, como se levantar da cama ou tomar banho sozinho, se tornaram desafios diários.

O linfedema agravou ainda mais a situação. A dor constante, a dificuldade de locomoção e o risco crescente de infecções faziam J.T. sentir-se preso ao próprio corpo. Cada dia parecia uma batalha perdida.

Um pedido de socorro

Ao perceber que estava à beira do colapso físico, Julius decidiu buscar ajuda. Entrou em contato com o renomado cirurgião Dr. Nowzaradan, conhecido por sua franqueza e por aceitar apenas pacientes realmente comprometidos com a mudança.

O tratamento começou com uma meta clara: perder peso suficiente para viabilizar uma cirurgia bariátrica e, posteriormente, a remoção do linfedema. No início, os resultados apareceram — J.T. perdeu cerca de 57 quilos. No entanto, manter a disciplina mostrou-se um desafio imenso.

A perda da namorada abalou profundamente sua motivação. Em meio à dor emocional, ele começou a faltar às sessões de fisioterapia e a relaxar nos cuidados indicados pelo médico. Essa instabilidade levou o Dr. Nowzaradan a dar um ultimato: ou Julius levava o tratamento a sério, ou perderia a chance de mudar sua vida.

Apoio da família

Nesse momento crítico, o primo de J.T. se tornou peça fundamental. Ele acompanhou as consultas, auxiliou nos cuidados diários e incentivou Julius a persistir, mesmo nos dias em que tudo parecia desmoronar.

Aos poucos, o protagonista retomou o foco. Seguiu a dieta prescrita, participou das sessões de fisioterapia e manteve o compromisso com o programa de emagrecimento. Sua dedicação foi recompensada: atingiu o peso necessário para ser aprovado na cirurgia bariátrica.

O grande passo: cirurgias e novas conquistas

A cirurgia bariátrica marcou uma virada na vida de J.T. Não apenas reduziu o tamanho do estômago, mas abriu portas para um novo estilo de vida. Com a perda de peso constante, ele pôde se submeter à cirurgia de remoção do linfedema — um procedimento arriscado, mas essencial para recuperar a mobilidade e aliviar a dor crônica.

No episódio especial Onde Eles Estão Agora?, Julius revelou ter perdido mais 68 quilos após as cirurgias, alcançando 169 kg. Embora ainda acima do ideal, essa conquista representa uma transformação radical para alguém que anos antes era considerado a segunda pessoa mais pesada a participar do programa.

Mais que uma mudança física

A trajetória de Julius em Quilos Mortais vai além de números na balança. Sua história evidencia a importância do suporte emocional, da persistência diante das recaídas e da coragem de enfrentar verdades difíceis. Perder peso não foi apenas uma questão estética — para J.T., significou a chance de viver plenamente. E, embora o caminho ainda seja longo, cada passo representa uma vitória contra o passado que quase o destruiu.

Êta Mundo Melhor | Resumo da novela de segunda (08/09) – Sabiá captura Ernesto diante da multidão

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No capítulo da novela Êta Mundo Melhor da próxima segunda-feira, 8 de setembro de 2025, Sabiá corre pelas ruas atrás de Ernesto, que tenta escapar, mas acaba encurralado por uma multidão atônita. O confronto termina quando o capanga o captura, sob o olhar desconfiado de todos. Ao mesmo tempo, Tamires mostra sua fúria ao ameaçar Francine e Mirtes, deixando o clima ainda mais tenso.

Enquanto isso, Sônia finalmente confessa sua paixão por Lauro, mas a revelação provoca um impasse: Tobias exige que o médico desfaça a confusão e se afaste dela. Já no mundo da música, Tales e Lúcio anunciam em tom de celebração que Dita será a nova rainha do rádio e embarcará em turnê, embora a cantora sofra ao pensar que precisará deixar Joaquim para trás.

Olga, determinada, assegura a Araújo e Celso que terá habilidade para enganar Asdrúbal, revelando um plano que pode mudar os rumos do jogo. Em outro ponto, Celso apresenta a Candinho o casal interessado em adotar Samir. Logo em seguida, Zulma anuncia a decisão oficial: o menino terá novos pais. Desesperado, Samir procura apoio em Candinho, suplicando para não ser entregue à adoção.

O que vai rolar nos próximos capítulos de Êta Mundo Melhor?

Candinho consegue acalmar Samir e o convence a dar uma chance para Aderbal e Marilda, que logo recebem o menino em casa e o apresentam a seu novo quarto. Apesar do esforço para conquistar sua confiança, Jasmin e as crianças sentem saudade dele, enquanto Candinho permanece inquieto, temendo que algo esteja errado. O tempo prova sua desconfiança: sozinhos, Aderbal e Marilda comemoram por terem enganado o garoto.

Enquanto isso, Estela encontra apoio em Celso para lidar com suas angústias, mas Zulma, tomada pela raiva, jura vingança contra ele. Do outro lado, Asdrúbal começa a desconfiar das intenções de Olga, e Medeia descobre que Zé dos Porcos viajou a São Paulo em busca de Candinho.

No hospital, Sabiá vigia Ernesto, que precisa passar a noite internado. Estela revela a Celso que aquele homem é seu amor do passado, e a tensão aumenta quando Ernesto consegue fugir. Desesperada, Estela teme o pior. Porém, Candinho e Policarpo interceptam o bandido: o policial derruba Ernesto, e Sabiá o captura novamente, levando-o direto à delegacia. De lá, o criminoso liga para Tamires pedindo um advogado.

Em paralelo, outros destinos se cruzam: Dita se aconselha com Candinho sobre a turnê e decide que só aceitará viajar se puder levar Joaquim consigo. Lauro reafirma a Sônia que só a vê como amiga, mas ela insiste em beijá-lo, provocando sua irritação. Olímpia também o confronta, deixando o médico dividido. Já Zé dos Porcos se envolve em confusão após dançar com Francine e acaba expulso do dancing, indo se refugiar com Maria Divina, que foge do sítio para proteger suas galinhas e se esconde com elas em uma gruta.

Pacificador | Saiba a data de lançamento do 2º episódio da 2ª temporada na HBO Max

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Foto: Reprodução/ Internet

Os fãs de Pacificador já podem marcar na agenda: o segundo episódio da segunda temporada, intitulado “A Man Is Only As Good As His Bird“, estreia na quinta-feira, 28 de agosto, às 22h, exclusivamente no HBO Max. Depois de uma primeira temporada que conquistou público e crítica com sua mistura de ação, humor ácido e sátira ao universo dos super-heróis, a nova temporada promete expandir a história de Chris Smith, mais conhecido como Peacemaker, em um cenário totalmente novo dentro do Universo DC (DCU).

A segunda temporada estreou no dia 21 de agosto de 2025, e seguirá com um episódio por semana até 9 de outubro, totalizando oito episódios. Enquanto a primeira temporada funcionava como um spin-off do filme O Esquadrão Suicida (2021) e estava ambientada no Universo Estendido DC (DCEU), a nova temporada faz parte do soft reboot do universo DC, conectando os eventos ao recente filme Superman (2025). A mudança de cenário e contexto oferece aos roteiristas a oportunidade de explorar novas tramas, inimigos e dilemas morais para o mercenário mais controverso do DCU.

Chris Smith, o Peacemaker, continua sendo um personagem complexo e cheio de nuances. Mercenário chauvinista e anti-herói, ele equilibra atitudes impensadas com momentos de vulnerabilidade que revelam seu lado humano. A série, comandada por James Gunn, não apenas mantém o humor ácido característico da primeira temporada, mas também aprofunda questões sobre moralidade, redenção e os efeitos de um passado turbulento.

Enquanto o filme O Esquadrão Suicida introduziu o personagem para o público, a primeira temporada da série detalhou seu cotidiano pós-missões e o impacto de suas escolhas, tanto na equipe quanto na vida pessoal. Agora, a segunda temporada apresenta Chris enfrentando os desdobramentos do universo DC renovado, interagindo com novos personagens e lidando com ameaças que testam seu limite físico e emocional.

O elenco da segunda temporada mantém nomes já conhecidos pelos fãs e acrescenta novos talentos ao universo da série. John Cena retorna como o personagem-título, trazendo novamente sua combinação de presença física imponente e timing cômico impecável.

Ao lado de Cena estão Danielle Brooks, Freddie Stroma, Jennifer Holland, Steve Agee, Robert Patrick, Frank Grillo, Sol Rodríguez, David Denman, Tim Meadows e Michael Rooker. Cada um desses atores contribui para a dinâmica única do grupo, que combina humor, tensão e camaradagem em situações que muitas vezes escapam do convencional.

Além disso, Masa Yamaguchi interpreta o comandante japonês Tetsuo Harada, e Lauren Grimson dá vida à personagem Hazel, trazendo novas camadas ao conflito central da série. O elenco de apoio, incluindo Denny Bernard, Laura Brogan Browne e Aswan Reid, reforça a diversidade de personagens e oferece interações que variam entre o cômico, o dramático e o imprevisível.

Bastidores e produção: desafios e retomada

A produção da segunda temporada enfrentou uma série de desafios antes de se concretizar. Encomendada em fevereiro de 2022, a temporada teve suas filmagens inicialmente previstas para 2023. No entanto, com a nomeação de James Gunn como co-CEO da DC Studios, ele precisou ajustar seu foco para o filme Superman, adiando temporariamente as gravações de Pacificador.

Ao mesmo tempo, a série spin-off Waller foi priorizada, mas também sofreu atrasos devido às disputas trabalhistas de Hollywood em 2023. Somente em março de 2024, Gunn confirmou que a segunda temporada de Pacificador viria primeiro, e as filmagens começaram logo em seguida, ocorrendo em paralelo com algumas cenas de Superman no Trilith Studios, em Atlanta, Geórgia. A fotografia principal se estendeu de junho a novembro de 2024, com equipe técnica dedicada a recriar a estética da série, equilibrando humor, ação e a atmosfera de suspense que tornou a primeira temporada tão popular.

A direção de fotografia ficou a cargo de Mark Wareham, enquanto o design de produção foi liderado por Esther Rosenberg e a direção de arte por Meiko Wong. O figurino e a maquiagem, supervisionados por Tracey Rose Sparke e Natalie Stanfield, ajudaram a transportar os espectadores para o universo da DC, mantendo a consistência visual e histórica necessária para a série.

Roteiro e showrunner: a visão de James Gunn

James Gunn, conhecido por seu trabalho em franquias de super-heróis e filmes de ação com humor ácido, continua sendo o showrunner e roteirista de todos os episódios da temporada. Sua assinatura é evidente em cada cena, mesclando ação, sátira e crítica social de forma orgânica. A série combina sequências de luta coreografadas, diálogos espirituosos e momentos de introspecção, permitindo que o público conheça a complexidade do protagonista e dos personagens secundários.

O planejamento de Gunn de escrever e dirigir todos os episódios garante coerência narrativa e um ritmo consistente, mantendo o equilíbrio entre comédia, drama e ação que os fãs esperam. Ele também conseguiu integrar a história ao DCU, estabelecendo conexões sutis com os eventos de Superman (2025), sem perder a identidade irreverente de Chris Smith.

Cronograma de lançamento: episódios semanais

A segunda temporada da série terá oito episódios, com lançamento semanal no HBO Max, estratégia que permite aos fãs digerirem cada capítulo com expectativa e comentários semanais. A estreia do primeiro episódio em 21 de agosto recebeu críticas positivas, com muitos avaliadores destacando que a série supera a primeira temporada, mantendo o humor ácido, mas aprofundando o desenvolvimento dos personagens e a complexidade de Chris Smith.

Crítica e recepção

Até agora, a segunda temporada vem recebendo críticas majoritariamente positivas. Analistas destacam a atuação de John Cena como um dos pontos altos, assim como a química do elenco em geral. Os comentários elogiam a capacidade da série de equilibrar ação intensa, humor ácido e drama humano, mantendo o público engajado e entretido.

O que esperar do segundo episódio

O episódio “A Man Is Only As Good As His Bird” promete explorar novas missões e desafios para Chris Smith. Espera-se que haja combinações de cenas de ação com humor característico, diálogos inesperados e, claro, momentos que desafiam a moralidade e a ética do protagonista. Fãs podem esperar também que personagens secundários ganhem mais destaque, revelando nuances de suas personalidades e expandindo a dinâmica do grupo.

Resumo da novela Cruel Istambul de terça (21/10) – Cemre e Nedim vivem momento de ternura enquanto Seniz prepara armadilha

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No capítulo da novela Cruel Istambul que vai ao ar nesta terça-feira, 21 de outubro, Cemre e Nedim se aproximam ainda mais, fortalecendo o laço de confiança e carinho que nasce entre eles. Unidos pela dor e pela esperança, compartilham confidências e emoções que os tornam cada vez mais cúmplices. Agah, dominado pela frustração e pelo remorso, visita o túmulo do irmão para desabafar sua dor e refletir sobre tudo o que aconteceu, tentando encontrar algum sentido em meio às perdas.

Enquanto isso, na mansão, Neriman humilha Seher ao relembrar a fuga de Cemre, reabrindo feridas antigas e ampliando o sofrimento da mãe. Cenk busca amparo junto ao pai e recebe de Agah palavras de incentivo, que o motivam a repensar suas atitudes. Ceren, profundamente abalada com a situação de Seher, enfrenta um turbilhão de sentimentos — entre a culpa e a vontade de reparar seus erros.

Damla revela a Civan seus sentimentos e intenções, intensificando o clima de tensão e desejo que paira sobre a família. À noite, sob o som das ondas, Cemre canta para Nedim na praia, num instante de pura ternura e conexão. No entanto, sem imaginar o que se aproxima, ela mal percebe que Seniz já prepara uma nova armadilha — um plano cruel que pode destruir sua paz e mudar o rumo de todos.

Saiba o que vem por aí nos próximos capítulos de Cruel Istambul

Cemre decide abrir seu coração a Nedim, compartilhando lembranças dolorosas e revelações sobre o passado conturbado de seu pai. Emocionado, Nedim se sente abalado com tudo o que ouve, e Cemre passa a se culpar por envolvê-lo em tamanha dor. Enquanto isso, Neriman revela a Ceren que toda a fortuna da família pertence ao sobrinho de Agah, notícia que desperta ambição e acirra as disputas dentro da casa.

Determinada a seguir sozinha, Cemre consegue emprego em um hotel, tentando se reerguer e construir um futuro independente. Ao mesmo tempo, Damla manipula a imprensa para favorecer seus próprios interesses, e Seher faz um apelo público pelo retorno da filha, expondo ainda mais o drama familiar. Agindo em segredo, Cenk se aproxima de Cemre, tentando ajudá-la sem o conhecimento de Seniz, enquanto Nedim insiste para que ela volte à mansão — o que coloca o casal entre o amor e o dever.

A tensão aumenta quando Cemre passa a temer ser localizada pelas autoridades. Agah acusa Civan de ter colaborado na fuga da jovem, provocando uma grave crise entre os dois. Durante os depoimentos à polícia, Ceren mente e responsabiliza Seher pelo suposto sequestro, o que aprofunda o sofrimento da mãe. Damla, por sua vez, tenta amenizar o escândalo ao defender Civan diante da família.

O clima de incerteza atinge o auge quando Nedim é reconhecido pelo dono do hotel onde estão hospedados, obrigando Cemre a agir rapidamente para evitar que sejam denunciados. Em meio à confusão, Nedim é roubado, o que agrava a vulnerabilidade do casal e os deixa sem recursos. Enquanto isso, Ceren, tomada pelo arrependimento por suas mentiras, entra em colapso emocional e se recusa a se alimentar, dominada pela culpa e pela sensação de que sua família está desmoronando.

“The Rookie” revela teaser impactante na SDCC 2025 e prepara terreno para sua temporada mais sombria

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Foto: Reprodução/ Internet

Durante o painel da série The Rookie na San Diego Comic-Con 2025, realizado neste sábado (26), fãs de todo o mundo foram surpreendidos com a exibição do teaser da oitava temporada, que estreia ainda este ano nos Estados Unidos. E pelo que foi mostrado, os próximos episódios prometem misturar ação internacional, romance e suspense policial com a intensidade que só The Rookie sabe entregar.

Com Nathan Fillion de volta ao papel de John Nolan, o recruta mais velho da história do LAPD, a série chega ao seu oitavo ano reafirmando sua força como uma das produções policiais mais queridas da atualidade. O teaser deixou claro que a nova temporada apostará em arcos mais sombrios e ousados, além de expandir seus cenários para fora dos Estados Unidos — com direito a gravações em Praga e uma perseguição a um serial killer que fugiu da cadeia.

Romance e adrenalina: o que revela o teaser da 8ª temporada

O trailer inédito começa em ritmo acelerado, com uma montagem de cenas de ação intensa, tiroteios, explosões e confrontos físicos, tudo intercalado com momentos de cumplicidade entre Lucy Chen (Melissa O’Neil) e John Nolan (Nathan Fillion). O relacionamento dos dois, que vem se desenhando lentamente ao longo das últimas temporadas, parece finalmente ocupar o centro da narrativa.

Mas o clima logo muda. O grande antagonista da temporada promete ser Jason Wyler (Steve Kazee), um serial killer que aparentemente conseguiu fugir da prisão. A caçada ao criminoso se tornará o fio condutor da trama nos primeiros episódios.

No teaser, vemos Monica (personagem ainda não confirmada no elenco regular) em um corredor branco, sozinha, quando um homem armado aparece atrás dela. A imagem escurece abruptamente, e ouvimos o som seco de um tiro — encerrando o vídeo com um gancho eletrizante que provocou suspiros e murmúrios entre os fãs presentes no painel.

A nova fase de The Rookie: internacionalização e amadurecimento

Gravado parcialmente em Praga, na República Tcheca, o primeiro episódio da oitava temporada traz um cenário inédito na trajetória da série. A aposta em locações internacionais demonstra o crescimento narrativo da trama, que agora deixa o solo californiano para envolver seu protagonista em missões mais complexas, com alcance global.

Segundo os produtores, a escolha por Praga não foi apenas estética: “Queríamos testar Nolan em um ambiente completamente diferente. Ele já enfrentou gangues, corrupção interna e terrorismo doméstico. Agora, vai precisar lidar com ameaças fora da sua zona de conforto — e isso o levará ao limite”, comentou Alexi Hawley, criador da série.

A força de Nathan Fillion e um elenco que amadurece junto com a série

Desde sua estreia em 2018, The Rookie tem como centro o carisma e a versatilidade de Nathan Fillion, conhecido por seus papéis em Castle e Firefly. Como o recruta John Nolan, ele equilibra com maestria o humor sarcástico e a carga dramática de alguém que decidiu mudar de vida aos 45 anos, largando tudo para seguir um propósito.

Ao longo das temporadas, Fillion ajudou a transformar Nolan de um novato inseguro em um oficial experiente, agora mentor de novos recrutas e envolvido em missões cada vez mais arriscadas.

O elenco, que conta com nomes como Alyssa Diaz, Richard T. Jones, Melissa O’Neil, Eric Winter, Mekia Cox e Shawn Ashmore, também evoluiu de maneira orgânica. As relações interpessoais — dentro e fora do departamento — ganharam camadas emocionais, tornando-se parte essencial do apelo da série.


Representatividade e histórias reais: o DNA de The Rookie

Um dos grandes trunfos de The Rookie é o fato de ser inspirada em uma história real. O personagem de John Nolan é baseado em William “Bill” Norcross, que aos 44 anos decidiu se tornar policial em Los Angeles. Norcross, que ainda trabalha no LAPD, atua como produtor executivo da série, garantindo que a narrativa mantenha uma conexão autêntica com a realidade.

Essa conexão se reflete nos episódios, que frequentemente abordam temas sociais urgentes, como racismo sistêmico, brutalidade policial, saúde mental, questões LGBTQIA+ e desigualdade social. A série não tem medo de provocar o espectador — e isso a distingue de outros dramas policiais mais genéricos.

Em declarações recentes, o showrunner Alexi Hawley reafirmou esse compromisso: “Nosso objetivo é entreter, mas também provocar reflexão. Nolan não é o herói tradicional. Ele é falho, aprende com os erros e está sempre buscando entender o mundo à sua volta.”

O legado de sete temporadas bem construídas

Lançada em 16 de outubro de 2018, The Rookie encontrou sua base de fãs rapidamente, com uma combinação eficiente de casos da semana e arcos contínuos. A primeira temporada apresentou Nolan como o “peixe fora d’água”, cercado por instrutores rígidos e parceiros céticos.

Nas temporadas seguintes, vimos Nolan enfrentar traições internas, quase perder a carreira após ser incriminado por corrupção e construir uma reputação sólida dentro da corporação. Ao mesmo tempo, desenvolveu relações afetivas complexas com colegas e superiores — e recentemente com Lucy Chen, que se tornou uma das favoritas do público.

A sétima temporada, exibida nos Estados Unidos entre janeiro e abril de 2025, foi marcada por uma série de episódios sombrios e uma conclusão tensa, com a introdução do vilão Jason Wyler e um ataque coordenado contra membros da força policial. Essa trama deixou o terreno fértil para o início explosivo da oitava temporada.

Quando e onde assistir?

A oitava temporada de The Rookie ainda não tem data oficial de estreia confirmada no Brasil, mas deverá chegar ao catálogo do Universal+, que já disponibiliza todas as sete primeiras temporadas completas.

Nos Estados Unidos, a série permanece como carro-chefe da emissora ABC, com previsão de retorno entre setembro e outubro de 2025. Com o sucesso do teaser na SDCC e a promessa de episódios gravados em locações internacionais, a expectativa dos fãs é de que esta seja uma das temporadas mais impactantes da série até agora

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (11) na Sessão da tarde e Tela Quente da TV Globo

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta segunda, 11 de agosto, a TV Globo traz para a Sessão da Tarde um filme que revolucionou o universo dos contos de fadas nas telas: Branca de Neve e o Caçador. Lançado em 2012, este longa mescla fantasia, aventura e drama em uma versão mais sombria e cheia de ação da clássica história da princesa aprisionada pela madrasta má. Com um elenco estrelado e uma produção visual impressionante, o filme promete prender a atenção dos telespectadores.

Diferente das adaptações tradicionais, que focam na inocência e na doçura da heroína, este filme aposta em uma narrativa mais pesada e épica, ambientada em um reino tomado pela tirania. A Rainha Ravenna, interpretada por Charlize Theron, é uma vilã cruel e obcecada pela beleza, que governa com punho de ferro. Enquanto isso, Branca de Neve, vivida por Kristen Stewart, luta para recuperar sua liberdade e justiça, acompanhada pelo misterioso Caçador Eric, papel de Chris Hemsworth.

O elenco principal dá vida a personagens marcantes, cada um trazendo camadas e nuances que fogem do clichê. Charlize Theron encarna a vilania com elegância e intensidade, tornando a Rainha Ravenna uma antagonista inesquecível. Kristen Stewart apresenta uma Branca de Neve que cresce em coragem e determinação ao longo do filme, enquanto Chris Hemsworth equilibra força e humanidade em seu papel como o caçador que vira aliado.

A riqueza visual da produção é um dos destaques do filme, com locações no Reino Unido que criam uma atmosfera envolvente e misteriosa. A praia de Marloes Sands, no País de Gales, é cenário de algumas das sequências mais impactantes, reforçadas por efeitos especiais que deram ao filme duas indicações ao Oscar nas categorias de efeitos visuais e figurino. A estética sombria e o tom épico conferem uma identidade única à obra.

Interessante notar que o longa-metragem concorreu com outra adaptação do mesmo conto lançada no mesmo ano, Espelho, Espelho Meu, que optou por um tom mais cômico e leve. Enquanto uma buscava impressionar com batalhas e drama, a outra investia no humor e na leveza. Essa disputa acirrou o interesse do público e fez com que ambas as versões ganhassem destaque por motivos diferentes.

O impacto cultural do filme ultrapassa a telona, inspirando outras produções e fomentando debates sobre como os contos de fadas podem ser atualizados para refletir valores modernos, como a força feminina e a complexidade moral. A Rainha Ravenna, em especial, se tornou um exemplo emblemático de vilã que é, ao mesmo tempo, poderosa e trágica. Para quem deseja uma experiência de cinema cheia de emoção, ação e fantasia, a exibição na Sessão da Tarde é uma ótima oportunidade.

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Tela Quente apresenta Bad Boys para Sempre: A ação continua com Mike e Marcus em nova missão explosiva!

Nesta segunda, a Tela Quente traz para o público o eletrizante terceiro capítulo da franquia Bad Boys: Bad Boys para Sempre (2020). Com Will Smith e Martin Lawrence retomando os papéis icônicos dos detetives Mike Lowrey e Marcus Burnett, o filme promete muita adrenalina, humor e ação de alta octanagem para quem gosta de um bom thriller policial.

Depois de quase duas décadas desde o último filme da série — Bad Boys II (2003) — Mike e Marcus voltam às telonas para encarar novos desafios que testam não só suas habilidades como policiais, mas também a força da amizade que os une. Mike, sempre audacioso e apaixonado por seu trabalho (e seu carro veloz), mantém o estilo de vida arriscado, enquanto Marcus, agora mais focado na família, começa a questionar o ritmo intenso de suas missões.

No entanto, quando Mike se torna alvo de uma ameaça mortal, os dois precisam deixar as diferenças de lado para caçar o agressor, um inimigo implacável com um passado obscuro e ligado diretamente a um segredo do passado de Mike. A caçada é ainda mais complicada quando a mãe do antagonista, interpretada pela atriz Kate del Castillo, surge como uma força poderosa e implacável, determinada a ver Mike fora do caminho.

Além de Will Smith e Martin Lawrence, o filme conta com a presença de Vanessa Hudgens, Joe Pantoliano, Alexander Ludwig, Kate del Castillo e Jacob Scipio, entre outros. Essa combinação traz novos personagens que renovam a narrativa, enquanto mantém a química e o carisma da dupla principal que conquistou fãs ao longo dos anos.

Dirigido pela dupla Bilall Fallah e Adil El Arbi, conhecidos pelo ritmo dinâmico e cenas de ação bem coreografadas, Bad Boys para Sempre consegue unir o tom clássico da franquia com uma abordagem mais moderna, com sequências impressionantes que elevam o nível das perseguições, tiroteios e explosões.

Desde o lançamento do primeiro Bad Boys em 1995, a série se tornou sinônimo de ação com humor, protagonizada por dois detetives com personalidades contrastantes. O terceiro filme soube atualizar a fórmula, abordando temas como envelhecimento, família e legado, sem perder a diversão característica.

O filme estreou no início de 2020 com grande sucesso de público e crítica, arrecadando mais de 426 milhões de dólares mundialmente — um recorde para a franquia e para um lançamento de janeiro. Sua popularidade garantiu planos para uma continuação, com um quarto filme já em desenvolvimento.

Bad Boys para Sempre acompanha Mike e Marcus em uma missão que vai muito além das ruas de Miami. Ao se tornarem alvo de um perigoso cartel ligado ao passado obscuro de Mike, os detetives enfrentam não só uma série de confrontos violentos, mas também dilemas pessoais. Entre explosões, perseguições e reviravoltas, eles terão que contar com a ajuda de aliados antigos e novos para salvar suas vidas e cumprir a missão.

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