A Crunchyroll confirmou que Daemons do Reino das Sombraspassa a contar com episódios dublados em português brasileiro a partir desta semana, acompanhando uma estratégia cada vez mais consolidada no mercado global de animes: a oferta simultânea de conteúdos localizados para diferentes territórios. Com isso, o público poderá assistir aos novos episódios semanalmente, sempre aos sábados, já com a opção de dublagem, além da versão legendada que vinha sendo exibida desde a estreia.
A iniciativa reforça o investimento da plataforma no Brasil, considerado um dos mercados mais relevantes para o consumo de produções japonesas fora da Ásia. Nos últimos anos, a demanda por animes dublados cresceu significativamente, impulsionada tanto pela popularização do streaming quanto pela ampliação do acesso à cultura pop japonesa. Ao disponibilizar episódios com dublagem em português praticamente no mesmo ritmo da exibição internacional, a empresa busca atender a um público mais amplo e diversificado, incluindo espectadores que priorizam a experiência no idioma local.
A série é baseada no mangá criado por Hiromu Arakawa, autora consagrada mundialmente por obras de grande impacto no gênero shōnen. Em Daemons do Reino das Sombras, Arakawa constrói uma narrativa que combina fantasia sombria, ação e drama familiar, ambientada em um universo onde certos humanos possuem a habilidade de controlar entidades sobrenaturais conhecidas como Daemons. Essas criaturas surgem sempre em pares e estão diretamente ligadas ao destino de seus invocadores, criando uma dinâmica complexa entre poder, responsabilidade e consequências.
A trama acompanha os irmãos gêmeos Yuru e Asa, separados ainda na infância e criados em contextos completamente distintos. Ao longo do desenvolvimento da história, ambos descobrem habilidades especiais que os conectam a uma antiga profecia, segundo a qual seriam capazes de controlar todos os Daemons existentes. Esse poder, no entanto, carrega implicações profundas e coloca os protagonistas no centro de uma disputa que pode determinar o futuro do mundo. A jornada dos irmãos é marcada por reencontros, conflitos internos e ameaças externas, em uma construção narrativa que equilibra momentos de ação com reflexões sobre identidade e laços familiares.
A adaptação para anime foi anunciada em 2025 e rapidamente passou a figurar entre os lançamentos mais aguardados do ano seguinte. A produção é assinada pelo estúdio Bones Film, conhecido por seu padrão técnico elevado, com direção de Masahiro Andō e roteiro sob responsabilidade de Noboru Takagi. O design de personagens é desenvolvido por Nobuhiro Arai, enquanto a trilha sonora fica a cargo de Kenichiro Suehiro, elementos que contribuem para a construção de uma atmosfera imersiva e alinhada ao tom da obra original.
Exibido inicialmente na televisão japonesa pela Tokyo MX e outras redes, o anime estreou em abril de 2026 com a proposta de desenvolver sua narrativa ao longo de duas temporadas consecutivas. A recepção inicial tem sido positiva, especialmente entre fãs da autora, que reconhecem na adaptação a manutenção de características marcantes de suas obras, como a construção detalhada de personagens e a condução de conflitos com forte carga emocional.
Outro destaque do lançamento é o elenco de dublagem brasileira, que reúne nomes experientes e conhecidos do público. Pedro Crispim assume a voz de Yuru, enquanto Vic Brow interpreta Asa e Yan Gesteira dá vida a Danji. O time ainda conta com Beatriz Rodrigues, Garcia Jr., Hércules Franco, Reginaldo Primo, Fernanda Baronne, Anderson Araújo, Marlene Costa, Miriam Ficher e Helena Palomanes. A escolha de profissionais com histórico em produções populares reforça a preocupação em oferecer uma adaptação de qualidade, capaz de preservar a identidade dos personagens e ampliar a imersão do público brasileiro.
Antes de chegar à televisão, a obra já havia conquistado espaço no mercado editorial japonês. Publicado desde dezembro de 2021 na revista Monthly Shōnen Gangan, o mangá integra o catálogo da Square Enix e foi lançado em um contexto simbólico, celebrando duas décadas de Fullmetal Alchemist. Desde então, a série acumula volumes encadernados e consolida uma base fiel de leitores, o que contribuiu diretamente para a viabilização da adaptação animada.
A Sessão da Tarde desta segunda, 6 de abril, exibe o eletrizante Truque de Mestre: O 2º Ato. Misturando ação, suspense e ilusionismo em larga escala, o longa é uma sequência direta do sucesso lançado em 2013 e promete prender a atenção do público com uma narrativa repleta de truques, conspirações e jogos de poder.
Dirigido por Jon M. Chu, o filme amplia o universo dos famosos “Quatro Cavaleiros” e aposta em uma trama mais ambiciosa, com cenários internacionais e um enredo que envolve tecnologia, espionagem e manipulação de dados.
Qual é a história do filme?
A trama acompanha o grupo de ilusionistas após os eventos do primeiro filme. Agora considerados foragidos, os Cavaleiros continuam atuando nas sombras, sempre um passo à frente das autoridades. Eles contam com a ajuda de Dylan Rhodes, personagem de Mark Ruffalo, um agente do FBI que, secretamente, atua como mentor e protetor da equipe.
O plano inicial do grupo é realizar um grande retorno triunfal, desmascarando práticas ilegais de uma poderosa empresa de tecnologia. No entanto, tudo sai do controle quando eles são capturados por Walter Tressler, interpretado por Daniel Radcliffe. O jovem bilionário força os mágicos a executarem um roubo altamente sofisticado envolvendo um dispositivo capaz de acessar dados pessoais em escala global.
A partir daí, a narrativa se transforma em um jogo de inteligência e sobrevivência, no qual cada personagem precisa usar suas habilidades ao máximo para escapar, enganar seus inimigos e concluir um plano ainda maior do que aparenta.
Quem faz parte do elenco?
Jesse Eisenberg retorna como Daniel Atlas, o líder confiante e estrategista do grupo. Ao seu lado, Woody Harrelson interpreta o mentalista Merritt McKinney, responsável por boa parte do humor e das manipulações psicológicas da equipe. Já Dave Franco vive Jack Wilder, especialista em truques de ilusionismo e infiltração.
A principal novidade é Lizzy Caplan, que assume o papel de Lula, substituindo a personagem feminina do primeiro filme. Sua atuação traz uma energia irreverente e imprevisível, adicionando novas camadas ao grupo.
O elenco ainda conta com Morgan Freeman, que retorna como Thaddeus Bradley, e Michael Caine, como Arthur Tressler, além da participação de Jay Chou, ampliando o alcance internacional da produção.
O desenvolvimento da sequência começou logo após o sucesso comercial do primeiro filme. Inicialmente, havia planos para que o diretor original retornasse, mas o projeto acabou sendo assumido por Jon M. Chu, que trouxe um estilo mais ágil e visualmente estilizado.
As filmagens ocorreram em diferentes partes do mundo, incluindo Europa, Estados Unidos e Ásia, reforçando a proposta de uma narrativa global. Essa escolha contribui para a grandiosidade do filme e ajuda a expandir o universo dos personagens.
Uma curiosidade marcante envolvendo o longa aconteceu durante sua exibição na CinemaCon de 2016, quando a sessão foi interrompida após a identificação de um objeto suspeito na sala. Apesar do susto, tudo foi resolvido sem maiores problemas, mas o episódio chamou atenção na época.
Outra mudança importante nos bastidores foi a ausência de Isla Fisher, que não participou da sequência devido à gravidez. A entrada de Lizzy Caplan acabou sendo uma solução criativa que trouxe frescor à história.
Sucesso de bilheteria mesmo com críticas divididas
Mesmo recebendo avaliações mistas da crítica especializada, o filme se destacou nas bilheterias. Com um orçamento estimado em cerca de 90 milhões de dólares, a produção arrecadou mais de 330 milhões ao redor do mundo, consolidando a força da franquia.
O sucesso pode ser atribuído ao apelo popular da proposta, que combina mágica, ação e reviravoltas constantes. O público se conecta facilmente com a ideia de acompanhar golpes elaborados e truques que desafiam a lógica, criando uma experiência envolvente do início ao fim.
Um dos personagens mais emblemáticos do cinema de ação está prestes a ganhar um novo capítulo — ou melhor, um novo começo. A franquia Rambo será expandida com “John Rambo”, longa-metragem que propõe revisitar o passado do protagonista e apresentar ao público uma versão ainda desconhecida do soldado que se tornaria um ícone das telonas.
Desta vez, Sylvester Stallone, responsável por eternizar o personagem ao longo de décadas, não estará em frente às câmeras. O astro assume a função de produtor-executivo, participando diretamente da construção criativa do projeto. A produção tem estreia prevista para 2027 nos cinemas brasileiros, com distribuição da Imagem Filmes.
Qual é a proposta do filme?
Ao invés de continuar os eventos já conhecidos da saga, “John Rambo” aposta em uma abordagem de origem. O longa se passa antes dos acontecimentos de Rambo: Programado para Matar e pretende explorar a fase inicial da vida do personagem, muito antes de ele se tornar o veterano marcado pela guerra que o público conhece.
A narrativa deve acompanhar sua entrada no exército e os primeiros contatos com o conflito no Vietnã, contexto que seria determinante para moldar sua personalidade. Mais do que cenas de combate, o foco estará na transformação psicológica do jovem Rambo, abordando temas como medo, sobrevivência e a perda gradual da inocência.
A proposta é apresentar uma história mais intimista, sem abrir mão da intensidade característica da franquia, mas com um olhar voltado para a construção emocional do protagonista.
Quem será o novo rosto de Rambo?
A missão de interpretar o jovem John Rambo ficará com Noah Centineo, nome que ganhou projeção internacional nos últimos anos e agora encara um de seus maiores desafios na carreira. Conhecido por papéis mais leves, o ator passa a integrar um universo mais denso e físico, exigindo uma entrega completamente diferente.
A escolha indica uma tentativa clara de renovação. Ao escalar um ator associado a uma geração mais recente, a produção busca aproximar o personagem de novos públicos, ao mesmo tempo em que mantém a essência que conquistou fãs ao redor do mundo.
Direção aposta em realismo e intensidade
O comando do longa está nas mãos de Jalmari Helander, cineasta que chamou atenção com Sisu. Conhecido por seu estilo direto e visceral, ele deve imprimir ao filme uma abordagem mais crua, priorizando a sensação de perigo constante e a brutalidade dos cenários de guerra.
Segundo o próprio diretor, a ideia é construir um retrato mais humano de Rambo, mostrando não apenas suas habilidades, mas também suas fragilidades. A intenção é que o público acompanhe de perto o processo de transformação do personagem, entendendo como suas experiências moldaram sua visão de mundo.
Como o filme se conecta à franquia clássica?
Mesmo com uma nova abordagem, “John Rambo” não se desconecta do legado da saga. Pelo contrário: o filme pretende funcionar como uma peça complementar, aprofundando elementos que foram apenas sugeridos nos títulos anteriores.
A presença de Stallone na produção reforça esse vínculo, garantindo que o projeto respeite a essência do personagem. Ao mesmo tempo, o prequel abre espaço para novas interpretações e caminhos narrativos, ampliando o universo da franquia sem depender diretamente de continuações.
Por que revisitar Rambo agora?
A aposta em histórias de origem tem se tornado cada vez mais comum na indústria cinematográfica. Esse tipo de narrativa permite revisitar personagens consagrados sob novas perspectivas, oferecendo ao público conteúdos inéditos sem ignorar o passado.
No caso de Rambo, essa estratégia parece especialmente relevante. O personagem sempre carregou uma carga emocional ligada aos impactos da guerra, e explorar suas origens pode trazer uma leitura mais profunda sobre suas motivações e traumas.
Além disso, o contexto atual do cinema, marcado pela disputa com plataformas digitais, tem incentivado o retorno de franquias conhecidas como forma de atrair o público de volta às salas
O fenômeno adolescente que marcou o fim dos anos 2000 está de volta às telonas brasileiras. O longa Lua Nova, segundo capítulo da franquia iniciada por Crepúsculo, retorna em uma reexibição comemorativa que já movimenta o público antes mesmo da estreia. A pré-venda de ingressos foi aberta em todo o país, reforçando o apelo duradouro da saga baseada nos livros de Stephenie Meyer.
A nova temporada de exibições começa no dia 16 de abril, com distribuição da Paris Filmes. O relançamento chega embalado pelo desempenho expressivo da reexibição do primeiro filme, que levou multidões às salas recentemente, provando que o interesse pela história permanece vivo mesmo após mais de uma década.
Qual é a história de “Lua Nova”?
Em “Lua Nova”, acompanhamos novamente Bella Swan, agora enfrentando um de seus momentos mais delicados. Ao completar 18 anos, ela se depara com o medo de envelhecer enquanto seu namorado, o vampiro Edward Cullen, permanece com aparência jovem para sempre. Esse conflito emocional se intensifica após um incidente em sua festa de aniversário, quando um pequeno corte quase provoca um ataque fatal dentro da família Cullen.
O episódio leva Edward a tomar uma decisão dolorosa: ele decide deixar Bella, acreditando que sua presença representa um risco constante à vida dela. A separação mergulha a protagonista em uma profunda depressão, marcada por meses de isolamento e sofrimento silencioso.
Tentando reconstruir sua vida, Bella se aproxima de Jacob Black, um amigo que se torna essencial para sua recuperação emocional. A relação entre os dois cresce rapidamente, trazendo novos sentimentos e abrindo espaço para um triângulo amoroso que se tornaria um dos elementos mais icônicos da saga.
A trama ganha ainda mais intensidade quando Bella descobre que Jacob pertence a uma antiga linhagem de lobisomens, inimigos naturais dos vampiros. Essa revelação amplia o universo da história e introduz um novo eixo de conflito, colocando Bella no centro de uma disputa entre duas forças sobrenaturais.
Ao mesmo tempo, surge a ameaça de Victoria, uma vampira em busca de vingança. Esse perigo constante mantém Bella exposta a riscos, levando-a a tomar decisões impulsivas — incluindo se colocar em situações perigosas apenas para sentir a “presença” de Edward, que passa a aparecer como uma espécie de ilusão em sua mente.
O que acontece no final do filme?
O clímax da narrativa leva os personagens até a Itália, onde vivem os Volturi, uma poderosa organização que governa o mundo dos vampiros. Após um erro de comunicação, Edward acredita que Bella morreu e decide provocar sua própria morte ao se expor ao sol em público.
A sequência se desenrola durante um festival tradicional, em uma corrida contra o tempo para impedir a tragédia. Bella consegue chegar a tempo e revela estar viva, salvando Edward em um dos momentos mais emocionantes do filme.
No entanto, a situação atrai a atenção dos Volturi, que passam a considerar Bella uma ameaça por conhecer o segredo dos vampiros. A tensão só é amenizada quando surge a possibilidade de sua transformação, abrindo caminho para os eventos dos próximos capítulos.
Quanto “Lua Nova” arrecadou nas bilheterias?
Além do sucesso entre os fãs, “Lua Nova” também foi um fenômeno comercial. Em seu lançamento original, o filme quebrou recordes importantes, incluindo o de maior arrecadação em sessões de meia-noite nos Estados Unidos, consolidando a força da franquia no mercado internacional.
No primeiro dia em cartaz, a produção superou grandes blockbusters da época ao alcançar números impressionantes de bilheteria. O desempenho se repetiu no Brasil, onde o longa estreou em primeiro lugar e permaneceu no topo por várias semanas consecutivas, atraindo milhões de espectadores.
Globalmente, “Lua Nova” ultrapassou a marca de 700 milhões de dólares em arrecadação, tornando-se um dos maiores sucessos comerciais de sua geração e ampliando ainda mais o alcance da saga.
Por que o filme continua fazendo sucesso?
O retorno de “Lua Nova” aos cinemas não acontece por acaso. A saga “Crepúsculo” construiu uma base de fãs extremamente fiel, que cresceu acompanhando os personagens e mantém uma forte conexão emocional com a história.
Além disso, o filme aborda temas universais como amor, perda, amadurecimento e pertencimento — elementos que continuam relevantes para novas gerações. A combinação entre romance intenso e fantasia sobrenatural ajudou a consolidar a franquia como um marco cultural.
Na noite deste domingo, 5 de abril, o Cinemaço da TV Globo exibe o thriller “A Vigilante“, uma produção estadunidense que combina suspense intenso, drama psicológico e um olhar sensível sobre a realidade de mulheres que enfrentam violência doméstica. O filme acompanha a história de Sadie, interpretada por Olivia Wilde (Tron o Legado, O Preço do Amanhã, Eu Queria Ter a Sua Vida), uma mulher que carrega traumas de um relacionamento abusivo e decide lutar não apenas por sua própria liberdade, mas também pela segurança de outras vítimas.
O enredo se concentra na jornada de Sadie, que sofreu agressões físicas e emocionais por parte de seu ex-marido. Determinada a não ser mais vítima, ela treina seu corpo e sua mente com disciplina, preparando-se para confrontar o homem que quase a destruiu. Ao mesmo tempo, Sadie ajuda outras pessoas que sofreram abuso a se libertarem de seus agressores, atuando como uma espécie de vigilante que busca justiça fora dos limites legais. Essa combinação de vingança pessoal e solidariedade cria uma narrativa intensa e envolvente, mostrando tanto o lado sombrio da violência quanto a força necessária para superá-la.
O filme é escrito e dirigido por Sarah Daggar-Nickson (The Light in the Night), que conseguiu equilibrar o suspense com uma abordagem sensível sobre o impacto do abuso doméstico. A diretora constrói a história de forma que o espectador sinta a tensão, o medo e a determinação de Sadie, mas também compreenda sua humanidade e a profundidade do trauma que ela enfrenta. Olivia Wilde entrega uma atuação convincente, transmitindo simultaneamente vulnerabilidade, força e resiliência. Sua interpretação dá vida a uma personagem complexa, que não se define apenas pelo sofrimento, mas também pela coragem e pela vontade de mudar sua própria história.
O elenco de apoio é igualmente sólido, incluindo Morgan Spector, Kyle Catlett, Betsy Aidem, Cheryse Dyllan, Chuck Cooper e Tonye Patano. Spector interpreta o ex-marido de Sadie, cuja presença é ameaçadora e constante, reforçando a tensão do filme. Os outros personagens ajudam a construir a realidade de quem vive sob ameaça, mostrando que o abuso não afeta apenas a vítima direta, mas toda a rede de pessoas ao seu redor. Cada atuação contribui para a sensação de realismo, tornando a experiência mais imersiva e emocionalmente intensa.
O filme estreou no South by Southwest Festival em 10 de março de 2018 e chegou aos cinemas americanos em 29 de março de 2019, distribuído pela Saban Films. Apesar de sua receita modesta, cerca de US$ 83 mil, A Vigilante conquistou atenção da crítica e do público especializado por abordar um tema delicado de forma honesta e corajosa. O longa se diferencia por transformar o thriller tradicional em um estudo sobre trauma, empoderamento e justiça, fugindo de clichês do gênero.
A narrativa também destaca a dificuldade enfrentada por sobreviventes de abuso doméstico. Além do medo e do trauma físico, eles lidam com barreiras legais, falta de apoio social e o desafio emocional de retomar o controle de suas vidas. O filme mostra como a força e a determinação podem se transformar em ações concretas, mesmo quando a sociedade não oferece proteção suficiente. Ao mesmo tempo, Sadie se torna um exemplo de solidariedade, ajudando outros a romperem ciclos de violência.
A cinematografia e a ambientação contribuem para a imersão no universo de Sadie. O uso de luz e sombra, enquadramentos fechados e cenas noturnas transmite a sensação de constante ameaça, enquanto a trilha sonora e a edição de ritmo acelerado aumentam a tensão narrativa. Cada elemento visual e sonoro é pensado para que o público sinta o perigo, a angústia e a determinação da protagonista, transformando a experiência de assistir em algo mais visceral e impactante.
O universo de Mortal Kombat, uma das franquias de jogos de combate mais icônicas do mundo, está prestes a ganhar um novo capítulo nas telonas. Com o lançamento do novo teaser, fãs puderam conferir cenas inéditas repletas de ação, artes marciais e efeitos visuais impressionantes, prometendo tornar Mortal Kombat 2 uma experiência ainda mais eletrizante. Dirigido por Simon McQuoid e roteirizado por Jeremy Slater, o longa estreia nos cinemas brasileiros em 8 de maio de 2026, distribuído pela Warner Bros. Pictures.
— Mortal Kombat World (@Vitaly778513683) April 5, 2026
Retorno dos campeões da Terra
A sequência retoma a história dos defensores da Terra, incluindo Liu Kang (Ludi Lin – Power Rangers, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), Sonya Blade (Jessica McNamee – Dançando com as Estrelas, The Meg), Kung Lao (Chin Han – The Dark Knight, Skyscraper), e agora inclui Johnny Cage (Karl Urban – Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, The Boys), personagem que não apareceu no primeiro filme devido à sua presença marcante, capaz de desequilibrar a narrativa. Juntos, eles terão de combater Shao Kahn (Joe Taslim – Star Trek: Além da Escuridão, Fast & Furious 6), cujo crescimento de poder ameaça a sobrevivência do planeta. O teaser já mostra que os confrontos serão intensos e estratégicos, com coreografias elaboradas e sequências de tirar o fôlego.
Elenco reunido e novidades
O filme mantém grande parte do elenco original: Josh Lawson (House of Lies, The Little Death), Mehcad Brooks (Supergirl, True Blood), Lewis Tan (Shang-Chi), Tadanobu Asano (Thor, 47 Ronin), Hiroyuki Sanada (O Último Samurai) e Damon Herriman (Mindhunter, Era uma Vez em Hollywood), que retorna em um papel diferente, garantindo continuidade à trama. Ao mesmo tempo, novos talentos se juntam à saga: Adeline Rudolph (Chilling Adventures of Sabrina, Riverdale) e Tati Gabrielle (The 100, Cursed), prometendo trazer frescor à narrativa.
O desenvolvimento do longa-metragem começou logo após o lançamento do primeiro filme, em abril de 2021. Produtores e roteiristas já discutiam expandir o universo com sequências e projetos derivados, incluindo histórias focadas em personagens como Johnny Cage e Bi-Han / Sub-Zero. A aprovação oficial veio em 2022, e as filmagens começaram em junho de 2023 na Austrália, mais especificamente nos Village Roadshow Studios, em Gold Coast. Apesar da greve da SAG-AFTRA em julho, que interrompeu temporariamente a produção, as gravações foram retomadas em novembro e concluídas no final de janeiro de 2024, com Stephen F. Windon como diretor de fotografia.
O teaser destaca a presença de Johnny Cage, que promete adicionar uma camada de humor e irreverência à narrativa, sem deixar de lado a tensão e a adrenalina das batalhas. McQuoid explicou que Cage é uma figura “gigantesca” que exige cuidado na narrativa, mas que sua entrada agora permitirá explorar novas dinâmicas entre os personagens e adicionar profundidade à história. Além disso, a sequência traz mais protagonismo feminino, com personagens como Kitana (Adeline Rudolph – Riverdale, Chilling Adventures of Sabrina) recebendo destaque e influenciando diretamente os rumos do torneio.
Um filme imprevisível e fiel à essência
Jeremy Slater, roteirista da sequência, afirmou que o longa abraçará a “estranheza” típica da franquia, buscando surpreender o público com combates inesperados e situações que fogem do convencional. Ele garante que o filme irá equilibrar momentos de tensão, ação e surpresa, ao mesmo tempo em que respeita os elementos clássicos que tornaram Mortal Kombat uma referência mundial em jogos de luta.
O reboot da franquia está sendo pensado como uma trilogia. Enquanto o primeiro filme apresentou a origem dos personagens e preparou o terreno para o torneio, Mortal Kombat 2 se passa durante o torneio em si, colocando heróis e vilões frente a frente em confrontos decisivos. O terceiro longa deve explorar os desdobramentos pós-torneio, aprofundando os conflitos e resolvendo tramas abertas, consolidando a saga como uma narrativa contínua e conectada.
O que esperar do filme
O teaser já dá pistas de que a sequência não economizará em ação e efeitos especiais. Além dos confrontos épicos, o longa promete aprofundar as relações entre os personagens, explorar rivalidades históricas e revelar detalhes da ascensão de Shao Kahn. A presença de Johnny Cage deve trazer momentos de leveza e carisma, enquanto a inclusão de mais personagens femininas e vilões estratégicos amplia o dinamismo da história.
Na noite de hoje, 5 de abril, a TV Globo apresenta no “Domingo Maior” o filme Planeta dos Macacos: A Guerra, produção que encerra uma das trilogias mais relevantes da ficção científica no cinema recente. Lançado em 2017 e dirigido por Matt Reeves, o longa-metragem combina ação, drama e reflexões sobre sobrevivência em um mundo devastado por conflitos entre humanos e primatas.
A história se passa após os acontecimentos de Planeta dos Macacos: O Confronto e acompanha o líder dos macacos, César, interpretado por Andy Serkis. Depois de um ataque violento que resulta em mortes e destruição entre seu grupo, ele decide seguir em busca de respostas e justiça. A jornada, no entanto, revela-se mais complexa do que uma simples missão de vingança, colocando o personagem diante de dilemas que envolvem liderança, moralidade e o futuro de sua espécie.
Do outro lado do conflito está o coronel McCullough, interpretado por Woody Harrelson. O personagem representa uma força militar endurecida pelas circunstâncias extremas, disposto a levar o confronto às últimas consequências. O encontro entre César e o coronel conduz a narrativa para um embate decisivo, no qual não está em jogo apenas a sobrevivência de grupos isolados, mas o destino de todo o planeta.
O elenco também conta com a participação de Steve Zahn, Amiah Miller e Karin Konoval, que ajudam a compor uma trama marcada por tensão constante e relações que se desenvolvem em meio ao cenário de guerra. A atuação de Andy Serkis segue como um dos grandes destaques, especialmente pela forma como a tecnologia de captura de movimento é utilizada para transmitir emoções complexas por meio do personagem.
A direção de Matt Reeves prioriza uma abordagem mais intimista, explorando o impacto psicológico do conflito sobre os personagens. Ao mesmo tempo, o filme não abre mão de sequências de ação bem elaboradas, que ampliam a sensação de urgência e perigo ao longo da narrativa. O roteiro, escrito em parceria com Mark Bomback, constrói uma história que equilibra espetáculo visual com profundidade temática.
No aspecto técnico, o longa se destaca pelo realismo dos efeitos visuais, responsáveis por dar vida aos macacos com alto nível de detalhamento. A fotografia reforça o tom dramático da obra, utilizando paisagens naturais e ambientes degradados para ilustrar um mundo em colapso. As filmagens aconteceram em Vancouver, no Canadá, contribuindo para a criação de cenários que ampliam a imersão do público.
Com orçamento estimado em cerca de 150 milhões de dólares, o filme alcançou uma arrecadação global superior a 480 milhões, consolidando-se como um sucesso comercial. A recepção da crítica foi majoritariamente positiva, com elogios direcionados à narrativa, às atuações e à forma como a história encerra a trilogia iniciada com Planeta dos Macacos: A Origem. Muitos analistas destacaram o longa como um exemplo de como franquias podem evoluir sem perder consistência.
A obra também mantém conexão com o universo criado por Pierre Boulle, autor do livro que inspirou a franquia original. Mesmo com uma abordagem contemporânea, o filme preserva temas centrais como a relação entre poder e civilização, além de questionar até que ponto a violência pode ser justificada em situações extremas.
Onde assistir?
Para quem quiser assistir ao longa além da exibição na Domingo Maior, o filme Planeta dos Macacos: A Guerra também está disponível em plataformas de streaming por assinatura. Atualmente, é possível encontrá-lo no catálogo do Disney+ e do HBO Max, oferecendo ao público a opção de assistir sob demanda, no horário que preferir e com mais flexibilidade.
Nesta segunda, 6 de abril, a TV Globo exibe na Sessão da Tarde o filme “Truque de Mestre: O 2º Ato”, sequência do sucesso que conquistou o público ao unir ilusionismo, ação e suspense em uma narrativa repleta de reviravoltas. A produção retorna à grade da emissora como uma aposta em entretenimento dinâmico, capaz de prender a atenção do telespectador com truques elaborados e um enredo que desafia a lógica a cada cena.
Na trama, os famosos “Quatro Cavaleiros” voltam à cena após conseguirem despistar as autoridades no primeiro filme. Mesmo sendo considerados foragidos, eles continuam atuando sob a proteção de Dylan Rhodes, personagem interpretado por Mark Ruffalo, que mantém sua identidade dupla e atua como peça-chave nos bastidores das operações do grupo. Dessa vez, no entanto, os ilusionistas se veem diante de um adversário ainda mais perigoso e imprevisível.
O novo antagonista, vivido por Daniel Radcliffe, é um jovem gênio da tecnologia que utiliza conhecimentos avançados para manipular dados pessoais em escala global. A partir dessa premissa, o filme amplia sua abordagem e incorpora discussões atuais sobre privacidade digital e vigilância, sem abrir mão do espetáculo visual que marca a franquia. Forçados a participar de um plano que foge ao controle, os Cavaleiros precisam recorrer a truques ainda mais ousados para virar o jogo.
O elenco mantém nomes de destaque do cinema internacional, como Jesse Eisenberg, que retorna como o confiante Daniel Atlas, Woody Harrelson, no papel do irreverente Merritt McKinney, e Dave Franco, que interpreta o habilidoso Jack Wilder. A principal novidade fica por conta de Lizzy Caplan, que assume o protagonismo feminino com a personagem Lula, trazendo uma energia mais descontraída ao grupo.
Sob a direção de Jon M. Chu, o longa aposta em uma estética moderna e em sequências de ação que exploram diferentes cenários ao redor do mundo. A narrativa se desenvolve em ritmo acelerado, alternando momentos de tensão com cenas coreografadas que reforçam o caráter espetacular da história. A proposta é envolver o público em um jogo constante de ilusão, no qual nada é exatamente o que parece.
Lançado originalmente em 2016, o filme alcançou grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 330 milhões de dólares mundialmente, mesmo diante de avaliações divididas da crítica especializada. O desempenho comercial consolidou a força da franquia e demonstrou o interesse do público por histórias que combinam mistério, estratégia e entretenimento visual.
Nesta terça, 7 de abril, a Sessão da Tarde apresenta o filme “Juntos Para Sempre”, uma produção que mistura emoção, fantasia e aventura ao contar uma história sobre lealdade e propósito através do olhar de um cachorro. O longa é a sequência de “Quatro Vidas de um Cachorro” e dá continuidade à jornada de Bailey, um cão que atravessa diferentes existências em busca de cumprir sua missão ao lado dos humanos que ama.
Na trama, Bailey vive uma fase tranquila ao lado de Ethan e sua esposa, Hanna, interpretada por Dennis Quaid e Marg Helgenberger. A rotina pacata, no entanto, é interrompida com a chegada inesperada de Gloria, uma jovem com ambições artísticas que surge trazendo uma revelação que muda completamente o cenário: Hanna tem uma neta, a pequena Clarity. A partir desse ponto, a narrativa se desenvolve em torno da relação entre o cachorro e a menina, criando uma conexão que se tornará central para o desenrolar da história.
Ao perceber que Clarity cresce em um ambiente marcado pela negligência e instabilidade emocional, Bailey entende que sua missão vai além de simplesmente acompanhar seus donos. Ele assume, então, o compromisso de proteger a garota, mesmo que isso signifique enfrentar novas mudanças e recomeçar em outras vidas. Essa premissa conduz o filme por diferentes fases, explorando o vínculo entre humanos e animais de forma sensível e acessível ao público.
Dirigido por Gail Mancuso, o longa aposta em uma abordagem emocional, focada em temas como família, cuidado e redenção. A narrativa intercala momentos de leveza com passagens mais dramáticas, especialmente ao abordar as dificuldades enfrentadas por Clarity ao longo de seu crescimento. A presença constante de Bailey funciona como um fio condutor, reforçando a ideia de amor incondicional que atravessa o tempo.
O filme é baseado na obra literária de W. Bruce Cameron, que também participa do roteiro, garantindo fidelidade ao tom da história original. A adaptação mantém o espírito do livro ao explorar a perspectiva do animal como protagonista, recurso que aproxima o público da narrativa e amplia o impacto emocional das cenas.
No elenco, além de Dennis Quaid e Marg Helgenberger, destacam-se nomes como Betty Gilpin, Kathryn Prescott e Henry Lau. A versão brasileira conta ainda com um time de dubladores conhecidos, incluindo Melise Maia e outros profissionais que contribuem para dar vida aos personagens com naturalidade e emoção.
Lançado originalmente em 2019, “Juntos Para Sempre” teve desempenho sólido nas bilheterias, arrecadando cerca de 78 milhões de dólares mundialmente, frente a um orçamento de aproximadamente 16 milhões. O resultado reforça o apelo do gênero entre o público, especialmente entre famílias que buscam histórias com mensagens positivas e tocantes.
Já na terça, a Globo exibe a comédia brasileira “Cabras da Peste”, uma produção que aposta no humor regional e na química entre seus protagonistas para contar uma história leve, irreverente e cheia de confusões.
A trama acompanha a inusitada parceria entre dois policiais completamente diferentes: de um lado, um agente do interior do Ceará, determinado e simples; do outro, um investigador da capital, mais experiente, mas igualmente atrapalhado. Vividos por Edmilson Filho e Matheus Nachtergaele, respectivamente, os personagens acabam cruzando caminhos durante uma investigação que foge completamente dos padrões tradicionais.
Tudo começa com o desaparecimento de Celestina, uma cabra considerada mascote e símbolo afetivo para a pequena cidade. O que poderia parecer um caso simples rapidamente se transforma em uma missão caótica, colocando os dois policiais frente a frente com criminosos perigosos e situações cada vez mais absurdas. A busca pelo animal se torna o fio condutor de uma narrativa que mistura ação, comédia e crítica social.
Ao longo da jornada, a dupla precisa superar suas diferenças para lidar com os desafios que surgem pelo caminho. Entre perseguições, desencontros e diálogos bem-humorados, o filme constrói uma dinâmica baseada no contraste entre os personagens, explorando tanto o choque cultural quanto a cumplicidade que surge gradualmente entre eles.
Dirigido por Vitor Brandt, o longa valoriza elementos da cultura nordestina, utilizando cenários, sotaques e situações típicas como parte essencial da narrativa. Essa ambientação contribui para dar autenticidade à história, além de reforçar a identidade do cinema nacional dentro de um gênero amplamente popular.
Nesta quinta, 9 de abril, a Sessão da Tarde exibe “2 Corações”, um drama romântico inspirado em fatos reais que aposta na conexão entre diferentes histórias para emocionar o público. A produção apresenta duas narrativas que, à primeira vista, parecem independentes, mas que revelam ao longo do tempo uma ligação surpreendente.
O longa acompanha, de um lado, a trajetória de um jovem universitário que se apaixona intensamente por uma colega de classe, construindo um relacionamento marcado por sonhos, descobertas e planos para o futuro. Esse núcleo é conduzido por Jacob Elordi e Tiera Skovbye, que interpretam um casal envolvido em uma relação delicada e cheia de expectativas.
Paralelamente, o filme apresenta a história de um exilado cubano que encontra o amor ao se relacionar com uma comissária de bordo. Vividos por Adan Canto e Radha Mitchell, os personagens enfrentam desafios distintos, marcados por questões culturais, emocionais e pelas circunstâncias da vida adulta. A narrativa alterna entre essas duas linhas temporais, construindo gradualmente o elo que une os casais.
Dirigido por Lance Hool, o filme se destaca por explorar o impacto das escolhas e dos encontros ao longo da vida. A proposta é mostrar como histórias aparentemente distantes podem se cruzar de maneira inesperada, criando uma rede de conexões que ultrapassa o tempo e o espaço. A condução narrativa aposta em um tom sensível, com foco nos sentimentos e nas experiências dos personagens.
Baseado em acontecimentos reais, o longa se inspira nas histórias de Leslie e Jorge Bacardi e também de Christopher Gregory, que funciona como narrador da trama. Essa abordagem reforça o caráter emocional do filme, trazendo uma camada adicional de significado às situações apresentadas e aproximando o público dos acontecimentos retratados.
Para fechar a semana, na sexta, 10 de abril, a Globo leva à Sessão da Tarde o filme “Branca de Neve e o Caçador”, uma releitura mais sombria e épica do clássico conto dos Irmãos Grimm. Lançado em 2012, o longa aposta em uma abordagem diferente da história tradicional, combinando elementos de fantasia, ação e drama em uma narrativa marcada por conflitos intensos e personagens complexos.
A trama tem início com a ascensão da temida Rainha Ravenna, interpretada por Charlize Theron, que conquista o trono após enganar um rei viúvo e assumir o controle do reino com seus poderes sombrios. Obcecada por juventude e beleza, ela mantém Branca de Neve presa em uma masmorra durante anos, temendo que a jovem se torne uma ameaça ao seu reinado. Quando finalmente consegue escapar, a protagonista passa a ser o principal alvo da vilã.
Vivida por Kristen Stewart, Branca de Neve surge nesta versão como uma figura mais forte e determinada, distante da imagem passiva dos contos clássicos. Ao fugir, ela se aventura por uma floresta perigosa e desconhecida, onde precisa lutar pela própria sobrevivência enquanto reúne forças para enfrentar a Rainha.
Para capturá-la, Ravenna contrata Eric, um caçador habilidoso interpretado por Chris Hemsworth. No entanto, ao longo da jornada, ele passa a questionar suas próprias motivações e decide ajudar Branca de Neve em sua missão. A relação entre os dois se desenvolve em meio a batalhas, perigos e descobertas, criando uma aliança fundamental para a resistência contra o regime tirânico.
A narrativa ganha ainda mais força com a presença de aliados inesperados, como os misteriosos seres da floresta e os icônicos sete anões, que contribuem para a construção de um universo rico em detalhes e simbolismos. A jornada da protagonista se transforma, então, em uma verdadeira cruzada contra a opressão, marcada por enfrentamentos grandiosos e momentos de superação.
Dirigido por Rupert Sanders, o filme se destaca pelo visual elaborado e pela trama sombria, que se afasta do tom infantil geralmente associado à história original. A produção investe em efeitos visuais e figurinos detalhados, elementos que renderam ao longa duas indicações ao Oscar, incluindo Melhor Figurino e Melhores Efeitos Visuais.
Com desempenho expressivo nas bilheterias, “Branca de Neve e o Caçador” arrecadou quase 400 milhões de dólares mundialmente, consolidando-se como uma das adaptações mais bem-sucedidas do conto no cinema moderno. O sucesso também reforçou o interesse do público por releituras mais maduras de histórias clássicas, tendência que se intensificou nos anos seguintes.
A nova investida da Universal Pictures em parceria com a Nintendo começou com força nas bilheterias. A animação Super Mario Galaxy: O Filme alcançou US$ 372,5 milhões em arrecadação global nos primeiros dias em cartaz, consolidando a maior estreia doméstica de 2026 nos Estados Unidos e reforçando o apelo duradouro da franquia.
Somente no mercado norte-americano, o longa somou US$ 130 milhões durante o fim de semana tradicional. Ao considerar o período estendido de cinco dias, a receita doméstica chegou a US$ 190 milhões, superando com ampla vantagem os US$ 80,5 milhões de Devoradores de Estrelas, que liderava o ranking até então. No circuito internacional, a animação manteve o ritmo elevado ao arrecadar US$ 182,4 milhões em 78 países, demonstrando forte adesão do público fora dos Estados Unidos.
Apesar do desempenho expressivo, os números iniciais ficaram ligeiramente abaixo do registrado por Super Mario Bros.: O Filme, que havia alcançado US$ 204 milhões no mesmo período de cinco dias e encerrou sua trajetória com mais de US$ 1,3 bilhão mundialmente. Ainda assim, o novo filme confirma a consistência comercial da franquia e amplia seu alcance global.
O filme conta qual história?
Inspirado no clássico jogo lançado em 2007, Super Mario Galaxy: O Filme leva Mario e seus aliados para uma aventura em escala interplanetária. A narrativa expande o universo apresentado anteriormente, transportando os personagens para diferentes galáxias enquanto enfrentam novos desafios e ameaças.
A trama combina elementos de ação e comédia com uma estrutura voltada para o público familiar. Ao mesmo tempo, incorpora referências diretas ao jogo original, o que reforça a conexão com fãs da franquia. A jornada se desenvolve em torno da luta para conter os planos de Bowser, que retorna com ambições ainda maiores, agora em um cenário cósmico.
Quem dubla as vozes?
O elenco de dublagem mantém os nomes que contribuíram para o sucesso do primeiro filme, reforçando a continuidade da narrativa. Chris Pratt (Guardiões da Galáxia, Jurassic World) retorna como Mario, enquanto Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha, A Bruxa) volta a interpretar a Princesa Peach.
Charlie Day (It’s Always Sunny in Philadelphia) reprisa o papel de Luigi, e Jack Black (Escola de Rock, Jumanji) retorna como Bowser, personagem que segue como principal antagonista da história. Completam o elenco Keegan-Michael Key (Key & Peele) como Toad e Kevin Michael Richardson (Teen Titans) como Kamek.
A manutenção do elenco original tem sido apontada como um dos fatores que contribuem para a identificação do público com a sequência, além de garantir continuidade no tom e na dinâmica dos personagens.
Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, com roteiro de Matthew Fogel, o filme é fruto de uma colaboração consolidada entre a Illumination e a Nintendo. A estratégia de lançamento global, com datas próximas em mercados-chave como Brasil, Estados Unidos e Japão, contribuiu diretamente para o impacto inicial nas bilheterias.
A produção aposta em uma expansão visual significativa, explorando cenários espaciais e novas possibilidades narrativas dentro do universo Mario. Essa ampliação do escopo busca não apenas atrair o público que acompanhou o primeiro filme, mas também renovar o interesse da franquia para novas audiências.
A comédia romântica de humor ácido O Drama estreou com desempenho expressivo nas bilheterias e já figura entre os maiores lançamentos da A24. O longa arrecadou US$ 28 milhões globalmente em seu primeiro fim de semana, sendo US$ 14,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 13,6 milhões no circuito internacional. O resultado iguala o orçamento de produção e indica um caminho acelerado rumo à lucratividade.
Com esses números, a produção ocupa a terceira posição entre as maiores aberturas da A24, atrás apenas de Marty Supreme e Guerra Civil. O desempenho reforça a capacidade do estúdio de ampliar sua presença no mercado global sem abrir mão de propostas autorais.
Dirigido por Kristoffer Borgli, o filme acompanha um casal prestes a se casar que enfrenta uma crise inesperada às vésperas da cerimônia. A trama se desenvolve a partir de revelações pessoais que alteram a dinâmica do relacionamento, explorando tensões emocionais e fragilidades que colocam em xeque a estabilidade da união.
A narrativa se afasta do modelo tradicional das comédias românticas ao adotar um tom mais ácido e introspectivo. Em vez de apostar em situações leves e previsíveis, o roteiro constrói um retrato mais direto das relações contemporâneas, destacando inseguranças, conflitos e contradições.
O protagonismo fica por conta de Zendaya (Euphoria, Duna) e Robert Pattinson (The Batman, Crepúsculo), cuja química em cena tem sido apontada como um dos principais pontos fortes da produção. As atuações equilibram momentos de tensão e vulnerabilidade, contribuindo para a construção de personagens complexos.
O elenco conta ainda com Mamoudou Athie (Jurassic World: Dominion, Arquivo 81) e Alana Haim (Licorice Pizza), que ampliam o desenvolvimento da narrativa ao integrar novos conflitos e perspectivas à história central.
Nos bastidores, o projeto foi desenvolvido em parceria com a produtora Square Peg, liderada por Ari Aster (Hereditário, Midsommar) e Lars Knudsen, conhecidos por projetos de forte identidade autoral. As filmagens ocorreram entre outubro e dezembro de 2024, com locações no Reino Unido e nos Estados Unidos, incluindo a cidade de Boston.
O desempenho inicial do longa indica uma resposta positiva do público a narrativas que fogem do padrão das grandes produções comerciais. A combinação entre elenco de destaque, direção autoral e proposta diferenciada contribui para o alcance do filme em um mercado altamente competitivo.
A expectativa é de que o longa mantenha estabilidade nas bilheterias nas próximas semanas, impulsionado pelo boca a boca e pela recepção favorável. Caso o ritmo se confirme, a produção deve se consolidar como um dos principais sucessos recentes da A24, reforçando a presença do estúdio no cenário global.