Cinemaço | Globo exibe neste domingo (5) o thriller intenso “A Vigilante”, estrelado por Olivia Wilde

Na noite deste domingo, 5 de abril, o Cinemaço da TV Globo exibe o thriller “A Vigilante“, uma produção estadunidense que combina suspense intenso, drama psicológico e um olhar sensível sobre a realidade de mulheres que enfrentam violência doméstica. O filme acompanha a história de Sadie, interpretada por Olivia Wilde (Tron o Legado, O Preço do Amanhã, Eu Queria Ter a Sua Vida), uma mulher que carrega traumas de um relacionamento abusivo e decide lutar não apenas por sua própria liberdade, mas também pela segurança de outras vítimas.

O enredo se concentra na jornada de Sadie, que sofreu agressões físicas e emocionais por parte de seu ex-marido. Determinada a não ser mais vítima, ela treina seu corpo e sua mente com disciplina, preparando-se para confrontar o homem que quase a destruiu. Ao mesmo tempo, Sadie ajuda outras pessoas que sofreram abuso a se libertarem de seus agressores, atuando como uma espécie de vigilante que busca justiça fora dos limites legais. Essa combinação de vingança pessoal e solidariedade cria uma narrativa intensa e envolvente, mostrando tanto o lado sombrio da violência quanto a força necessária para superá-la.

O filme é escrito e dirigido por Sarah Daggar-Nickson (The Light in the Night), que conseguiu equilibrar o suspense com uma abordagem sensível sobre o impacto do abuso doméstico. A diretora constrói a história de forma que o espectador sinta a tensão, o medo e a determinação de Sadie, mas também compreenda sua humanidade e a profundidade do trauma que ela enfrenta. Olivia Wilde entrega uma atuação convincente, transmitindo simultaneamente vulnerabilidade, força e resiliência. Sua interpretação dá vida a uma personagem complexa, que não se define apenas pelo sofrimento, mas também pela coragem e pela vontade de mudar sua própria história.

O elenco de apoio é igualmente sólido, incluindo Morgan Spector, Kyle Catlett, Betsy Aidem, Cheryse Dyllan, Chuck Cooper e Tonye Patano. Spector interpreta o ex-marido de Sadie, cuja presença é ameaçadora e constante, reforçando a tensão do filme. Os outros personagens ajudam a construir a realidade de quem vive sob ameaça, mostrando que o abuso não afeta apenas a vítima direta, mas toda a rede de pessoas ao seu redor. Cada atuação contribui para a sensação de realismo, tornando a experiência mais imersiva e emocionalmente intensa.

O filme estreou no South by Southwest Festival em 10 de março de 2018 e chegou aos cinemas americanos em 29 de março de 2019, distribuído pela Saban Films. Apesar de sua receita modesta, cerca de US$ 83 mil, A Vigilante conquistou atenção da crítica e do público especializado por abordar um tema delicado de forma honesta e corajosa. O longa se diferencia por transformar o thriller tradicional em um estudo sobre trauma, empoderamento e justiça, fugindo de clichês do gênero.

A narrativa também destaca a dificuldade enfrentada por sobreviventes de abuso doméstico. Além do medo e do trauma físico, eles lidam com barreiras legais, falta de apoio social e o desafio emocional de retomar o controle de suas vidas. O filme mostra como a força e a determinação podem se transformar em ações concretas, mesmo quando a sociedade não oferece proteção suficiente. Ao mesmo tempo, Sadie se torna um exemplo de solidariedade, ajudando outros a romperem ciclos de violência.

A cinematografia e a ambientação contribuem para a imersão no universo de Sadie. O uso de luz e sombra, enquadramentos fechados e cenas noturnas transmite a sensação de constante ameaça, enquanto a trilha sonora e a edição de ritmo acelerado aumentam a tensão narrativa. Cada elemento visual e sonoro é pensado para que o público sinta o perigo, a angústia e a determinação da protagonista, transformando a experiência de assistir em algo mais visceral e impactante.

Mortal Kombat 2 | Novo teaser divulgado revela batalhas épicas e retorno dos campeões da Terra

O universo de Mortal Kombat, uma das franquias de jogos de combate mais icônicas do mundo, está prestes a ganhar um novo capítulo nas telonas. Com o lançamento do novo teaser, fãs puderam conferir cenas inéditas repletas de ação, artes marciais e efeitos visuais impressionantes, prometendo tornar Mortal Kombat 2 uma experiência ainda mais eletrizante. Dirigido por Simon McQuoid e roteirizado por Jeremy Slater, o longa estreia nos cinemas brasileiros em 8 de maio de 2026, distribuído pela Warner Bros. Pictures.

Retorno dos campeões da Terra

A sequência retoma a história dos defensores da Terra, incluindo Liu Kang (Ludi Lin – Power Rangers, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), Sonya Blade (Jessica McNamee – Dançando com as Estrelas, The Meg), Kung Lao (Chin Han – The Dark Knight, Skyscraper), e agora inclui Johnny Cage (Karl Urban – Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, The Boys), personagem que não apareceu no primeiro filme devido à sua presença marcante, capaz de desequilibrar a narrativa. Juntos, eles terão de combater Shao Kahn (Joe Taslim – Star Trek: Além da Escuridão, Fast & Furious 6), cujo crescimento de poder ameaça a sobrevivência do planeta. O teaser já mostra que os confrontos serão intensos e estratégicos, com coreografias elaboradas e sequências de tirar o fôlego.

Elenco reunido e novidades

O filme mantém grande parte do elenco original: Josh Lawson (House of Lies, The Little Death), Mehcad Brooks (Supergirl, True Blood), Lewis Tan (Shang-Chi), Tadanobu Asano (Thor, 47 Ronin), Hiroyuki Sanada (O Último Samurai) e Damon Herriman (Mindhunter, Era uma Vez em Hollywood), que retorna em um papel diferente, garantindo continuidade à trama. Ao mesmo tempo, novos talentos se juntam à saga: Adeline Rudolph (Chilling Adventures of Sabrina, Riverdale) e Tati Gabrielle (The 100, Cursed), prometendo trazer frescor à narrativa.

O desenvolvimento do longa-metragem começou logo após o lançamento do primeiro filme, em abril de 2021. Produtores e roteiristas já discutiam expandir o universo com sequências e projetos derivados, incluindo histórias focadas em personagens como Johnny Cage e Bi-Han / Sub-Zero. A aprovação oficial veio em 2022, e as filmagens começaram em junho de 2023 na Austrália, mais especificamente nos Village Roadshow Studios, em Gold Coast. Apesar da greve da SAG-AFTRA em julho, que interrompeu temporariamente a produção, as gravações foram retomadas em novembro e concluídas no final de janeiro de 2024, com Stephen F. Windon como diretor de fotografia.

O teaser destaca a presença de Johnny Cage, que promete adicionar uma camada de humor e irreverência à narrativa, sem deixar de lado a tensão e a adrenalina das batalhas. McQuoid explicou que Cage é uma figura “gigantesca” que exige cuidado na narrativa, mas que sua entrada agora permitirá explorar novas dinâmicas entre os personagens e adicionar profundidade à história. Além disso, a sequência traz mais protagonismo feminino, com personagens como Kitana (Adeline Rudolph – Riverdale, Chilling Adventures of Sabrina) recebendo destaque e influenciando diretamente os rumos do torneio.

Um filme imprevisível e fiel à essência

Jeremy Slater, roteirista da sequência, afirmou que o longa abraçará a “estranheza” típica da franquia, buscando surpreender o público com combates inesperados e situações que fogem do convencional. Ele garante que o filme irá equilibrar momentos de tensão, ação e surpresa, ao mesmo tempo em que respeita os elementos clássicos que tornaram Mortal Kombat uma referência mundial em jogos de luta.

O reboot da franquia está sendo pensado como uma trilogia. Enquanto o primeiro filme apresentou a origem dos personagens e preparou o terreno para o torneio, Mortal Kombat 2 se passa durante o torneio em si, colocando heróis e vilões frente a frente em confrontos decisivos. O terceiro longa deve explorar os desdobramentos pós-torneio, aprofundando os conflitos e resolvendo tramas abertas, consolidando a saga como uma narrativa contínua e conectada.

O que esperar do filme

O teaser já dá pistas de que a sequência não economizará em ação e efeitos especiais. Além dos confrontos épicos, o longa promete aprofundar as relações entre os personagens, explorar rivalidades históricas e revelar detalhes da ascensão de Shao Kahn. A presença de Johnny Cage deve trazer momentos de leveza e carisma, enquanto a inclusão de mais personagens femininas e vilões estratégicos amplia o dinamismo da história.

Domingo Maior (5) exibe “Planeta dos Macacos: A Guerra”, capítulo final de uma das trilogias mais aclamadas da ficção científica

Na noite de hoje, 5 de abril, a TV Globo apresenta no “Domingo Maior” o filme Planeta dos Macacos: A Guerra, produção que encerra uma das trilogias mais relevantes da ficção científica no cinema recente. Lançado em 2017 e dirigido por Matt Reeves, o longa-metragem combina ação, drama e reflexões sobre sobrevivência em um mundo devastado por conflitos entre humanos e primatas.

A história se passa após os acontecimentos de Planeta dos Macacos: O Confronto e acompanha o líder dos macacos, César, interpretado por Andy Serkis. Depois de um ataque violento que resulta em mortes e destruição entre seu grupo, ele decide seguir em busca de respostas e justiça. A jornada, no entanto, revela-se mais complexa do que uma simples missão de vingança, colocando o personagem diante de dilemas que envolvem liderança, moralidade e o futuro de sua espécie.

Do outro lado do conflito está o coronel McCullough, interpretado por Woody Harrelson. O personagem representa uma força militar endurecida pelas circunstâncias extremas, disposto a levar o confronto às últimas consequências. O encontro entre César e o coronel conduz a narrativa para um embate decisivo, no qual não está em jogo apenas a sobrevivência de grupos isolados, mas o destino de todo o planeta.

O elenco também conta com a participação de Steve Zahn, Amiah Miller e Karin Konoval, que ajudam a compor uma trama marcada por tensão constante e relações que se desenvolvem em meio ao cenário de guerra. A atuação de Andy Serkis segue como um dos grandes destaques, especialmente pela forma como a tecnologia de captura de movimento é utilizada para transmitir emoções complexas por meio do personagem.

A direção de Matt Reeves prioriza uma abordagem mais intimista, explorando o impacto psicológico do conflito sobre os personagens. Ao mesmo tempo, o filme não abre mão de sequências de ação bem elaboradas, que ampliam a sensação de urgência e perigo ao longo da narrativa. O roteiro, escrito em parceria com Mark Bomback, constrói uma história que equilibra espetáculo visual com profundidade temática.

No aspecto técnico, o longa se destaca pelo realismo dos efeitos visuais, responsáveis por dar vida aos macacos com alto nível de detalhamento. A fotografia reforça o tom dramático da obra, utilizando paisagens naturais e ambientes degradados para ilustrar um mundo em colapso. As filmagens aconteceram em Vancouver, no Canadá, contribuindo para a criação de cenários que ampliam a imersão do público.

Com orçamento estimado em cerca de 150 milhões de dólares, o filme alcançou uma arrecadação global superior a 480 milhões, consolidando-se como um sucesso comercial. A recepção da crítica foi majoritariamente positiva, com elogios direcionados à narrativa, às atuações e à forma como a história encerra a trilogia iniciada com Planeta dos Macacos: A Origem. Muitos analistas destacaram o longa como um exemplo de como franquias podem evoluir sem perder consistência.

A obra também mantém conexão com o universo criado por Pierre Boulle, autor do livro que inspirou a franquia original. Mesmo com uma abordagem contemporânea, o filme preserva temas centrais como a relação entre poder e civilização, além de questionar até que ponto a violência pode ser justificada em situações extremas.

Onde assistir?

Para quem quiser assistir ao longa além da exibição na Domingo Maior, o filme Planeta dos Macacos: A Guerra também está disponível em plataformas de streaming por assinatura. Atualmente, é possível encontrá-lo no catálogo do Disney+ e do HBO Max, oferecendo ao público a opção de assistir sob demanda, no horário que preferir e com mais flexibilidade.

Saiba quais são os filmes da Sessão da Tarde (06/04 a 10/04): Globo exibe Truque de Mestre: O 2º Ato e Branca de Neve e o Caçador

Nesta segunda, 6 de abril, a TV Globo exibe na Sessão da Tarde o filme “Truque de Mestre: O 2º Ato”, sequência do sucesso que conquistou o público ao unir ilusionismo, ação e suspense em uma narrativa repleta de reviravoltas. A produção retorna à grade da emissora como uma aposta em entretenimento dinâmico, capaz de prender a atenção do telespectador com truques elaborados e um enredo que desafia a lógica a cada cena.

Na trama, os famosos “Quatro Cavaleiros” voltam à cena após conseguirem despistar as autoridades no primeiro filme. Mesmo sendo considerados foragidos, eles continuam atuando sob a proteção de Dylan Rhodes, personagem interpretado por Mark Ruffalo, que mantém sua identidade dupla e atua como peça-chave nos bastidores das operações do grupo. Dessa vez, no entanto, os ilusionistas se veem diante de um adversário ainda mais perigoso e imprevisível.

O novo antagonista, vivido por Daniel Radcliffe, é um jovem gênio da tecnologia que utiliza conhecimentos avançados para manipular dados pessoais em escala global. A partir dessa premissa, o filme amplia sua abordagem e incorpora discussões atuais sobre privacidade digital e vigilância, sem abrir mão do espetáculo visual que marca a franquia. Forçados a participar de um plano que foge ao controle, os Cavaleiros precisam recorrer a truques ainda mais ousados para virar o jogo.

O elenco mantém nomes de destaque do cinema internacional, como Jesse Eisenberg, que retorna como o confiante Daniel Atlas, Woody Harrelson, no papel do irreverente Merritt McKinney, e Dave Franco, que interpreta o habilidoso Jack Wilder. A principal novidade fica por conta de Lizzy Caplan, que assume o protagonismo feminino com a personagem Lula, trazendo uma energia mais descontraída ao grupo.

Sob a direção de Jon M. Chu, o longa aposta em uma estética moderna e em sequências de ação que exploram diferentes cenários ao redor do mundo. A narrativa se desenvolve em ritmo acelerado, alternando momentos de tensão com cenas coreografadas que reforçam o caráter espetacular da história. A proposta é envolver o público em um jogo constante de ilusão, no qual nada é exatamente o que parece.

Lançado originalmente em 2016, o filme alcançou grande sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 330 milhões de dólares mundialmente, mesmo diante de avaliações divididas da crítica especializada. O desempenho comercial consolidou a força da franquia e demonstrou o interesse do público por histórias que combinam mistério, estratégia e entretenimento visual.

Nesta terça, 7 de abril, a Sessão da Tarde apresenta o filme “Juntos Para Sempre”, uma produção que mistura emoção, fantasia e aventura ao contar uma história sobre lealdade e propósito através do olhar de um cachorro. O longa é a sequência de “Quatro Vidas de um Cachorro” e dá continuidade à jornada de Bailey, um cão que atravessa diferentes existências em busca de cumprir sua missão ao lado dos humanos que ama.

Na trama, Bailey vive uma fase tranquila ao lado de Ethan e sua esposa, Hanna, interpretada por Dennis Quaid e Marg Helgenberger. A rotina pacata, no entanto, é interrompida com a chegada inesperada de Gloria, uma jovem com ambições artísticas que surge trazendo uma revelação que muda completamente o cenário: Hanna tem uma neta, a pequena Clarity. A partir desse ponto, a narrativa se desenvolve em torno da relação entre o cachorro e a menina, criando uma conexão que se tornará central para o desenrolar da história.

Ao perceber que Clarity cresce em um ambiente marcado pela negligência e instabilidade emocional, Bailey entende que sua missão vai além de simplesmente acompanhar seus donos. Ele assume, então, o compromisso de proteger a garota, mesmo que isso signifique enfrentar novas mudanças e recomeçar em outras vidas. Essa premissa conduz o filme por diferentes fases, explorando o vínculo entre humanos e animais de forma sensível e acessível ao público.

Dirigido por Gail Mancuso, o longa aposta em uma abordagem emocional, focada em temas como família, cuidado e redenção. A narrativa intercala momentos de leveza com passagens mais dramáticas, especialmente ao abordar as dificuldades enfrentadas por Clarity ao longo de seu crescimento. A presença constante de Bailey funciona como um fio condutor, reforçando a ideia de amor incondicional que atravessa o tempo.

O filme é baseado na obra literária de W. Bruce Cameron, que também participa do roteiro, garantindo fidelidade ao tom da história original. A adaptação mantém o espírito do livro ao explorar a perspectiva do animal como protagonista, recurso que aproxima o público da narrativa e amplia o impacto emocional das cenas.

No elenco, além de Dennis Quaid e Marg Helgenberger, destacam-se nomes como Betty Gilpin, Kathryn Prescott e Henry Lau. A versão brasileira conta ainda com um time de dubladores conhecidos, incluindo Melise Maia e outros profissionais que contribuem para dar vida aos personagens com naturalidade e emoção.

Lançado originalmente em 2019, “Juntos Para Sempre” teve desempenho sólido nas bilheterias, arrecadando cerca de 78 milhões de dólares mundialmente, frente a um orçamento de aproximadamente 16 milhões. O resultado reforça o apelo do gênero entre o público, especialmente entre famílias que buscam histórias com mensagens positivas e tocantes.

Já na terça, a Globo exibe a comédia brasileira “Cabras da Peste”, uma produção que aposta no humor regional e na química entre seus protagonistas para contar uma história leve, irreverente e cheia de confusões.

A trama acompanha a inusitada parceria entre dois policiais completamente diferentes: de um lado, um agente do interior do Ceará, determinado e simples; do outro, um investigador da capital, mais experiente, mas igualmente atrapalhado. Vividos por Edmilson Filho e Matheus Nachtergaele, respectivamente, os personagens acabam cruzando caminhos durante uma investigação que foge completamente dos padrões tradicionais.

Tudo começa com o desaparecimento de Celestina, uma cabra considerada mascote e símbolo afetivo para a pequena cidade. O que poderia parecer um caso simples rapidamente se transforma em uma missão caótica, colocando os dois policiais frente a frente com criminosos perigosos e situações cada vez mais absurdas. A busca pelo animal se torna o fio condutor de uma narrativa que mistura ação, comédia e crítica social.

Ao longo da jornada, a dupla precisa superar suas diferenças para lidar com os desafios que surgem pelo caminho. Entre perseguições, desencontros e diálogos bem-humorados, o filme constrói uma dinâmica baseada no contraste entre os personagens, explorando tanto o choque cultural quanto a cumplicidade que surge gradualmente entre eles.

Dirigido por Vitor Brandt, o longa valoriza elementos da cultura nordestina, utilizando cenários, sotaques e situações típicas como parte essencial da narrativa. Essa ambientação contribui para dar autenticidade à história, além de reforçar a identidade do cinema nacional dentro de um gênero amplamente popular.

Nesta quinta, 9 de abril, a Sessão da Tarde exibe “2 Corações”, um drama romântico inspirado em fatos reais que aposta na conexão entre diferentes histórias para emocionar o público. A produção apresenta duas narrativas que, à primeira vista, parecem independentes, mas que revelam ao longo do tempo uma ligação surpreendente.

O longa acompanha, de um lado, a trajetória de um jovem universitário que se apaixona intensamente por uma colega de classe, construindo um relacionamento marcado por sonhos, descobertas e planos para o futuro. Esse núcleo é conduzido por Jacob Elordi e Tiera Skovbye, que interpretam um casal envolvido em uma relação delicada e cheia de expectativas.

Paralelamente, o filme apresenta a história de um exilado cubano que encontra o amor ao se relacionar com uma comissária de bordo. Vividos por Adan Canto e Radha Mitchell, os personagens enfrentam desafios distintos, marcados por questões culturais, emocionais e pelas circunstâncias da vida adulta. A narrativa alterna entre essas duas linhas temporais, construindo gradualmente o elo que une os casais.

Dirigido por Lance Hool, o filme se destaca por explorar o impacto das escolhas e dos encontros ao longo da vida. A proposta é mostrar como histórias aparentemente distantes podem se cruzar de maneira inesperada, criando uma rede de conexões que ultrapassa o tempo e o espaço. A condução narrativa aposta em um tom sensível, com foco nos sentimentos e nas experiências dos personagens.

Baseado em acontecimentos reais, o longa se inspira nas histórias de Leslie e Jorge Bacardi e também de Christopher Gregory, que funciona como narrador da trama. Essa abordagem reforça o caráter emocional do filme, trazendo uma camada adicional de significado às situações apresentadas e aproximando o público dos acontecimentos retratados.

Para fechar a semana, na sexta, 10 de abril, a Globo leva à Sessão da Tarde o filme “Branca de Neve e o Caçador”, uma releitura mais sombria e épica do clássico conto dos Irmãos Grimm. Lançado em 2012, o longa aposta em uma abordagem diferente da história tradicional, combinando elementos de fantasia, ação e drama em uma narrativa marcada por conflitos intensos e personagens complexos.

A trama tem início com a ascensão da temida Rainha Ravenna, interpretada por Charlize Theron, que conquista o trono após enganar um rei viúvo e assumir o controle do reino com seus poderes sombrios. Obcecada por juventude e beleza, ela mantém Branca de Neve presa em uma masmorra durante anos, temendo que a jovem se torne uma ameaça ao seu reinado. Quando finalmente consegue escapar, a protagonista passa a ser o principal alvo da vilã.

Vivida por Kristen Stewart, Branca de Neve surge nesta versão como uma figura mais forte e determinada, distante da imagem passiva dos contos clássicos. Ao fugir, ela se aventura por uma floresta perigosa e desconhecida, onde precisa lutar pela própria sobrevivência enquanto reúne forças para enfrentar a Rainha.

Para capturá-la, Ravenna contrata Eric, um caçador habilidoso interpretado por Chris Hemsworth. No entanto, ao longo da jornada, ele passa a questionar suas próprias motivações e decide ajudar Branca de Neve em sua missão. A relação entre os dois se desenvolve em meio a batalhas, perigos e descobertas, criando uma aliança fundamental para a resistência contra o regime tirânico.

A narrativa ganha ainda mais força com a presença de aliados inesperados, como os misteriosos seres da floresta e os icônicos sete anões, que contribuem para a construção de um universo rico em detalhes e simbolismos. A jornada da protagonista se transforma, então, em uma verdadeira cruzada contra a opressão, marcada por enfrentamentos grandiosos e momentos de superação.

Dirigido por Rupert Sanders, o filme se destaca pelo visual elaborado e pela trama sombria, que se afasta do tom infantil geralmente associado à história original. A produção investe em efeitos visuais e figurinos detalhados, elementos que renderam ao longa duas indicações ao Oscar, incluindo Melhor Figurino e Melhores Efeitos Visuais.

Com desempenho expressivo nas bilheterias, “Branca de Neve e o Caçador” arrecadou quase 400 milhões de dólares mundialmente, consolidando-se como uma das adaptações mais bem-sucedidas do conto no cinema moderno. O sucesso também reforçou o interesse do público por releituras mais maduras de histórias clássicas, tendência que se intensificou nos anos seguintes.

Super Mario Galaxy | Sequência impulsiona bilheteria global com US$ 372 milhões e garante maior estreia do ano nos Estados Unidos

A nova investida da Universal Pictures em parceria com a Nintendo começou com força nas bilheterias. A animação Super Mario Galaxy: O Filme alcançou US$ 372,5 milhões em arrecadação global nos primeiros dias em cartaz, consolidando a maior estreia doméstica de 2026 nos Estados Unidos e reforçando o apelo duradouro da franquia.

Somente no mercado norte-americano, o longa somou US$ 130 milhões durante o fim de semana tradicional. Ao considerar o período estendido de cinco dias, a receita doméstica chegou a US$ 190 milhões, superando com ampla vantagem os US$ 80,5 milhões de Devoradores de Estrelas, que liderava o ranking até então. No circuito internacional, a animação manteve o ritmo elevado ao arrecadar US$ 182,4 milhões em 78 países, demonstrando forte adesão do público fora dos Estados Unidos.

Apesar do desempenho expressivo, os números iniciais ficaram ligeiramente abaixo do registrado por Super Mario Bros.: O Filme, que havia alcançado US$ 204 milhões no mesmo período de cinco dias e encerrou sua trajetória com mais de US$ 1,3 bilhão mundialmente. Ainda assim, o novo filme confirma a consistência comercial da franquia e amplia seu alcance global.

O filme conta qual história?

Inspirado no clássico jogo lançado em 2007, Super Mario Galaxy: O Filme leva Mario e seus aliados para uma aventura em escala interplanetária. A narrativa expande o universo apresentado anteriormente, transportando os personagens para diferentes galáxias enquanto enfrentam novos desafios e ameaças.

A trama combina elementos de ação e comédia com uma estrutura voltada para o público familiar. Ao mesmo tempo, incorpora referências diretas ao jogo original, o que reforça a conexão com fãs da franquia. A jornada se desenvolve em torno da luta para conter os planos de Bowser, que retorna com ambições ainda maiores, agora em um cenário cósmico.

Quem dubla as vozes?

O elenco de dublagem mantém os nomes que contribuíram para o sucesso do primeiro filme, reforçando a continuidade da narrativa. Chris Pratt (Guardiões da Galáxia, Jurassic World) retorna como Mario, enquanto Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha, A Bruxa) volta a interpretar a Princesa Peach.

Charlie Day (It’s Always Sunny in Philadelphia) reprisa o papel de Luigi, e Jack Black (Escola de Rock, Jumanji) retorna como Bowser, personagem que segue como principal antagonista da história. Completam o elenco Keegan-Michael Key (Key & Peele) como Toad e Kevin Michael Richardson (Teen Titans) como Kamek.

A manutenção do elenco original tem sido apontada como um dos fatores que contribuem para a identificação do público com a sequência, além de garantir continuidade no tom e na dinâmica dos personagens.

Dirigido por Aaron Horvath e Michael Jelenic, com roteiro de Matthew Fogel, o filme é fruto de uma colaboração consolidada entre a Illumination e a Nintendo. A estratégia de lançamento global, com datas próximas em mercados-chave como Brasil, Estados Unidos e Japão, contribuiu diretamente para o impacto inicial nas bilheterias.

A produção aposta em uma expansão visual significativa, explorando cenários espaciais e novas possibilidades narrativas dentro do universo Mario. Essa ampliação do escopo busca não apenas atrair o público que acompanhou o primeiro filme, mas também renovar o interesse da franquia para novas audiências.

O Drama | Com Zendaya e Robert Pattinson, comédia romântica estreia com US$ 28 milhões e se torna um dos maiores lançamentos da A24

A comédia romântica de humor ácido O Drama estreou com desempenho expressivo nas bilheterias e já figura entre os maiores lançamentos da A24. O longa arrecadou US$ 28 milhões globalmente em seu primeiro fim de semana, sendo US$ 14,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 13,6 milhões no circuito internacional. O resultado iguala o orçamento de produção e indica um caminho acelerado rumo à lucratividade.

Com esses números, a produção ocupa a terceira posição entre as maiores aberturas da A24, atrás apenas de Marty Supreme e Guerra Civil. O desempenho reforça a capacidade do estúdio de ampliar sua presença no mercado global sem abrir mão de propostas autorais.

Dirigido por Kristoffer Borgli, o filme acompanha um casal prestes a se casar que enfrenta uma crise inesperada às vésperas da cerimônia. A trama se desenvolve a partir de revelações pessoais que alteram a dinâmica do relacionamento, explorando tensões emocionais e fragilidades que colocam em xeque a estabilidade da união.

A narrativa se afasta do modelo tradicional das comédias românticas ao adotar um tom mais ácido e introspectivo. Em vez de apostar em situações leves e previsíveis, o roteiro constrói um retrato mais direto das relações contemporâneas, destacando inseguranças, conflitos e contradições.

O protagonismo fica por conta de Zendaya (Euphoria, Duna) e Robert Pattinson (The Batman, Crepúsculo), cuja química em cena tem sido apontada como um dos principais pontos fortes da produção. As atuações equilibram momentos de tensão e vulnerabilidade, contribuindo para a construção de personagens complexos.

O elenco conta ainda com Mamoudou Athie (Jurassic World: Dominion, Arquivo 81) e Alana Haim (Licorice Pizza), que ampliam o desenvolvimento da narrativa ao integrar novos conflitos e perspectivas à história central.

Nos bastidores, o projeto foi desenvolvido em parceria com a produtora Square Peg, liderada por Ari Aster (Hereditário, Midsommar) e Lars Knudsen, conhecidos por projetos de forte identidade autoral. As filmagens ocorreram entre outubro e dezembro de 2024, com locações no Reino Unido e nos Estados Unidos, incluindo a cidade de Boston.

O desempenho inicial do longa indica uma resposta positiva do público a narrativas que fogem do padrão das grandes produções comerciais. A combinação entre elenco de destaque, direção autoral e proposta diferenciada contribui para o alcance do filme em um mercado altamente competitivo.

A expectativa é de que o longa mantenha estabilidade nas bilheterias nas próximas semanas, impulsionado pelo boca a boca e pela recepção favorável. Caso o ritmo se confirme, a produção deve se consolidar como um dos principais sucessos recentes da A24, reforçando a presença do estúdio no cenário global.

Emergência Radioativa impulsiona revisão de pensões e expõe lacunas históricas na reparação às vítimas do Césio-137 em Goiás

A recente atualização das pensões destinadas às vítimas do acidente com o Césio-137, em Goiânia, não ocorreu por acaso. A medida aprovada pela Assembleia Legislativa de Goiás surge em um momento de forte mobilização pública, impulsionada pela repercussão da minissérie Emergência Radioativa. A produção reacendeu discussões sobre responsabilidade do Estado, memória histórica e a situação atual de sobreviventes que ainda convivem com os impactos da tragédia.

O projeto eleva de forma significativa os valores pagos mensalmente. Pessoas que tiveram contato direto com o material radioativo passam a receber R$ 3.242, enquanto os demais beneficiários terão pensões de R$ 1.621. A proposta segue agora para sanção do governador Ronaldo Caiado.

A decisão representa um avanço após anos sem reajustes, período em que o valor pago perdeu poder de compra e se tornou alvo constante de críticas por parte de associações de vítimas.

Como aconteceu o acidente

O episódio que marcou a história de Goiânia teve início em setembro de 1987, em um cenário de abandono e negligência. Dois catadores de recicláveis entraram nas instalações desativadas de um antigo instituto de radioterapia em busca de materiais para revenda. No local, encontraram uma cápsula metálica pesada, aparentemente valiosa.

O objeto continha cloreto de césio, uma substância altamente radioativa. Ao ser aberto, liberou um pó azul brilhante que despertou curiosidade entre as pessoas que tiveram contato com ele. O material foi manuseado e compartilhado sem qualquer noção do risco envolvido.

A contaminação se espalhou rapidamente. Em poucas horas, começaram a surgir sintomas como náuseas, vômitos, tonturas e diarreia. A demora na identificação da causa contribuiu para ampliar o número de pessoas expostas.

Nas semanas seguintes, quatro mortes foram registradas diretamente. Com o passar dos anos, o número de vítimas fatais associadas à radiação aumentou, ultrapassando a centena segundo entidades que acompanham o caso. Centenas de pessoas ficaram com sequelas permanentes.

Impactos que ultrapassam gerações

Além das consequências imediatas, o acidente deixou marcas profundas e duradouras. Famílias inteiras foram afetadas não apenas fisicamente, mas também socialmente. Sobreviventes enfrentaram preconceito, dificuldades para trabalhar e isolamento.

Bairros inteiros foram interditados. Casas precisaram ser demolidas e toneladas de resíduos contaminados foram retiradas. O episódio se tornou o maior acidente radiológico do mundo fora de uma usina nuclear, evidenciando falhas graves na gestão de materiais perigosos.

Até hoje, vítimas relatam dificuldades para acessar tratamentos especializados e comprovar os efeitos tardios da exposição à radiação. A atualização das pensões, embora relevante, é vista como apenas uma parte de uma reparação ainda incompleta.

O que mostra a série

A minissérie Emergência Radioativa, lançada pela Netflix, reconstrói o acidente a partir de diferentes perspectivas. A narrativa acompanha desde a descoberta do material até a mobilização de médicos, físicos e autoridades para conter a contaminação.

A produção destaca personagens inspirados em figuras reais e evidencia a falta de preparo das instituições diante da crise. Ao mesmo tempo, valoriza o trabalho de profissionais que atuaram na linha de frente para evitar um cenário ainda mais grave.

Com criação de Gustavo Lipsztein e direção de Fernando Coimbra, a obra conta com atuações de Johnny Massaro, Paulo Gorgulho, Leandra Leal e Tuca Andrada.

O sucesso da série foi expressivo. Com milhões de visualizações e presença no ranking dos conteúdos mais assistidos em diversos países, a produção ampliou o alcance da história e levou o tema a públicos que desconheciam o caso.

Pressão pública e resposta política

A repercussão da série contribuiu para recolocar o tema na agenda política. Parlamentares passaram a ser pressionados por entidades e pela sociedade a revisar políticas de assistência às vítimas.

A aprovação do reajuste das pensões é resultado direto desse movimento. Para especialistas, o episódio demonstra como a memória coletiva, quando reativada, pode influenciar decisões institucionais.

Ainda assim, há consenso de que a medida não encerra o debate. Organizações que representam os atingidos defendem a ampliação de políticas públicas, incluindo acompanhamento médico contínuo, suporte psicológico e reconhecimento de novos casos.

Em Família com Eliana | Rafa Kalimann, Nattan e Silvero Pereira marcam presença em edição decisiva neste domingo (5)

A edição deste domingo, 5 de abril de 2026, do “Em Família com Eliana“, exibido pela TV Globo, concentra uma das etapas mais importantes da atual temporada ao reunir, no mesmo palco, as famílias vencedoras das semanas anteriores. O programa comandado por Eliana transforma a disputa musical em um confronto direto entre participantes já testados diante do público, com apenas uma vaga disponível para a semifinal.

A dinâmica desta edição elimina a margem de erro. Retornam à competição a família Amaro, de Campina Grande, a família Carneiro, do Rio de Janeiro, e a família Uchôa, de Fortaleza. Cada grupo traz uma identidade musical consolidada desde suas primeiras apresentações. Amaro e Uchôa seguem apostando no forró como linguagem principal, explorando arranjos e interpretações ligadas à tradição nordestina, enquanto os Carneiro mantêm um repertório que combina elementos do gospel com a música popular brasileira, criando uma proposta distinta dentro da disputa.

A avaliação das apresentações fica sob responsabilidade de Nattan, Rafa Kalimann e Silvero Pereira, convidados desta edição. A presença dos três amplia o alcance do programa ao reunir perfis com trajetórias distintas na música, televisão e artes cênicas. Durante a participação, Nattan e Rafa abordam aspectos recentes da vida pessoal, incluindo o nascimento da filha do casal, Zuza Helena, ocorrido no início deste ano, além de relembrarem o início da relação em 2024. O programa também incorpora familiares dos convidados ao estúdio, movimento que reforça a proposta central da atração de aproximar histórias pessoais do entretenimento televisivo.

No campo musical, Nattan assume protagonismo ao longo da edição com apresentações que dialogam diretamente com o público. Parte dessas performances ocorre em interação com Silvero Pereira, criando momentos que cruzam universos artísticos distintos dentro do mesmo espaço. Essas inserções não interrompem a competição, mas funcionam como extensão do ritmo do programa, mantendo a continuidade entre disputa e espetáculo.

Fora do estúdio, a produção investe em uma pauta externa ao acompanhar Sorocaba, em sua propriedade no interior de São Paulo. A visita conduzida por Eliana apresenta aspectos da rotina do artista longe dos palcos, incluindo atividades ligadas à fazenda e momentos de convivência. O material gravado também serve de base para um conteúdo derivado, ampliando a presença do programa em outras plataformas e formatos.

Cine Maior de hoje (05/04) destaca “O Estrangeiro” com trama intensa de vingança e bastidores políticos

A Record TV leva ao ar neste domingo, 5 de abril, mais uma edição do Cine Maior apostando em uma narrativa marcada por tensão crescente e conflitos delicados. O destaque da vez é “O Estrangeiro”, nome pelo qual ficou conhecido no Brasil o longa The Foreigner, produção que mistura drama pessoal com uma teia de interesses políticos e ações extremas.

O filme, dirigido por Martin Campbell, chegou ao circuito internacional em 2017, iniciando sua trajetória com uma première em Pequim. Em seguida, foi lançado em diferentes países ao longo dos meses seguintes, incluindo Estados Unidos, Reino Unido e, posteriormente, o Brasil, onde estreou em janeiro de 2018. A obra tem como base o romance The Chinaman, escrito por Stephen Leather no início da década de 1990.

Qual é a história do filme?

A narrativa acompanha Ngoc Minh Quan, interpretado por Jackie Chan, um homem que tenta reconstruir a vida após um passado ligado a conflitos militares. Estabelecido em Londres, ele administra um restaurante e mantém uma rotina discreta ao lado da filha. Esse cotidiano é interrompido de forma brutal quando um atentado tira a vida da jovem.

Sem respostas concretas por parte das autoridades, Quan decide seguir um caminho próprio. Movido pela dor e pela necessidade de justiça, ele passa a investigar os responsáveis pelo ataque, enfrentando obstáculos e desconfiança. Essa jornada o leva até Liam Hennessy, personagem de Pierce Brosnan, uma figura política influente que carrega um passado ligado ao Exército Republicano Irlandês.

Conforme a história avança, a busca por culpados revela uma rede complexa de relações, onde interesses políticos, disputas internas e estratégias ocultas se cruzam. O protagonista se vê diante de uma realidade em que a verdade não é facilmente acessível e cada informação descoberta abre novas possibilidades e riscos.

Quem faz parte do elenco?

Além da atuação central de Jackie Chan e Pierce Brosnan, o filme reúne um elenco que reforça o clima dramático da trama. Charlie Murphy (Peaky Blinders, Love/Hate, Happy Valley), Orla Brady (Fringe, Into the Badlands, Star Trek: Picard), Liu Tao (Nirvana in Fire, Ode to Joy, The Legend of Mi Yue) e Katie Leung (Harry Potter, The Nest, Arcane) compõem personagens que transitam entre o universo político, familiar e investigativo da história.

Produção e bastidores

O desenvolvimento do projeto começou a ganhar força a partir de 2015, quando Jackie Chan foi confirmado como protagonista. As gravações ocorreram no ano seguinte, utilizando locações reais em Londres, o que contribui para a ambientação mais crua e urbana do filme.

Com orçamento estimado em US$ 35 milhões, a produção alcançou resultados expressivos nas bilheterias mundiais, ultrapassando a marca de US$ 145 milhões. A condução de Martin Campbell equilibra momentos de ação com uma abordagem mais contida, explorando o lado emocional do protagonista sem deixar de lado a intensidade das sequências.

Temperatura Máxima | Globo exibe “Fúria em Alto-Mar” com ação submarina e tensão geopolítica neste domingo (05)

Na Temperatura Máxima deste domingo, 5 de abril de 2026, a TV Globo exibe o longa-metragem “Fúria em Alto-Mar”, título nacional de Hunter Killer, produção que mergulha em uma crise internacional com desdobramentos que colocam potências mundiais em alerta.

Dirigido por Donovan Marsh, o longa chegou aos cinemas em 2018, com estreia nos Estados Unidos em outubro daquele ano. A produção enfrentou um caminho longo até sua conclusão, passando por diferentes versões de roteiro e mudanças na direção antes de finalmente ser lançada ao público.

Qual é a história do filme?

A trama se inicia com o desaparecimento de um submarino em águas russas, o que leva a Marinha dos Estados Unidos a iniciar uma missão de investigação. O comando da operação fica nas mãos de Joe Glass, personagem de Gerard Butler, que lidera uma tripulação experiente em uma jornada marcada por riscos constantes.

Durante a missão, a equipe descobre que o desaparecimento está ligado a um golpe militar em andamento na Rússia. O presidente do país foi sequestrado por um general insurgente, criando um cenário de instabilidade que pode desencadear um conflito internacional. Diante disso, a missão muda de rumo e passa a envolver o resgate do líder russo, em uma operação conjunta com forças especiais.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, decisões estratégicas são tomadas para evitar que a situação evolua para uma guerra. O almirante Charles Donnegan, interpretado por Gary Oldman, acompanha cada movimento com cautela, sabendo que qualquer erro pode ter consequências graves.

Quem faz parte do elenco?

Além de Gerard Butler (300, Invasão à Casa Branca, Tempestade: Planeta em Fúria) e Gary Oldman (O Destino de uma Nação, Trilogia Batman – O Cavaleiro das Trevas, Drácula de Bram Stoker), o elenco conta com Common (John Wick 2: Um Novo Dia para Matar, Esquadrão Suicida, Selma: Uma Luta pela Igualdade), que integra a equipe de comando militar, e Michael Nyqvist (Missão: Impossível – Protocolo Fantasma, John Wick: De Volta ao Jogo, Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres), em uma de suas últimas atuações no cinema.

Também participam Linda Cardellini (Green Book: O Guia, Vingadores: Era de Ultron, Scooby-Doo) ligada ao Conselho de Segurança Nacional, e Toby Stephens (007 – Um Novo Dia para Morrer, Perdidos no Espaço, Black Sails), responsável por liderar a equipe envolvida diretamente na operação de resgate.

Como foi a produção do filme?

A produção enfrentou um processo longo até sair do papel. O projeto passou por diferentes fases de desenvolvimento e contou, em momentos distintos, com nomes como Phillip Noyce e Antoine Fuqua ligados à direção, antes da definição final.

As filmagens começaram em 2016, com locações no Reino Unido e na Bulgária. Os cenários internos do submarino foram construídos com base em referências reais, com adaptações para facilitar a movimentação de câmeras e intensificar as cenas. Estruturas móveis ajudaram a simular o movimento das embarcações, enquanto tanques de grande porte foram utilizados nas sequências subaquáticas.

Como foi a recepção?

Lançado em 2018, o filme teve desempenho discreto nas bilheterias e dividiu opiniões entre críticos. Parte das avaliações destacou a previsibilidade da narrativa, enquanto outra parcela valorizou o ritmo e as sequências de ação.

Entre o público, a recepção foi mais positiva, principalmente entre quem aprecia histórias militares e missões de resgate. A ambientação em um submarino e o clima de tensão constante ajudam a sustentar o interesse ao longo da trama.

Onde assistir?

Além da exibição na Temperatura Máxima, na TV Globo, o público também pode conferir “Fúria em Alto-Mar” em plataformas digitais. O longa está disponível no catálogo do Telecine e do Adrenalina Pura, ambos por meio de assinatura. Para quem prefere aluguel ou compra, o filme pode ser encontrado no Prime Video, com opção em alta definição e valores a partir de R$ 29,90, oferecendo flexibilidade para assistir no momento mais conveniente.

notícias em destaque