No The Noite com Danilo Gentili desta quarta (01/04), Ricardo Ventura revela segredos da linguagem corporal e das fake news

Foto: Lourival Ribeiro/SBT

O The Noite com Danilo Gentili traz hoje, quarta-feira, 1º de abril de 2026, uma edição especial que ainda será exibida à meia-noite, no SBT, com foco em comportamento humano e desinformação digital. O convidado da noite é Ricardo Ventura, especialista em linguagem corporal, que mostrará como gestos, expressões faciais, posturas e microreações podem revelar emoções ocultas e intenções que muitas pessoas tentam esconder. A edição também contará com o quadro “Documento Mentira”, que examina o universo das fake news e seu impacto na sociedade.

Durante o Roda Solta, Ventura detalhará técnicas para identificar sinais sutis de desconforto, ansiedade ou tentativa de manipulação em interações do cotidiano. Ele destaca que observações minuciosas, como o movimento dos olhos, a tensão nos ombros ou a inclinação do corpo, podem indicar sentimentos reais e revelar quando alguém está tentando esconder algo. “O corpo transmite informações que escapam à percepção comum. Reconhecer esses sinais é como ler entre as ações de cada pessoa”, explica o especialista.

No Documento Mentira, a conversa se volta para a circulação de informações enganosas nas redes sociais e meios de comunicação. Ventura mostra como imagens, gestos e entonações podem tornar uma mensagem falsa mais convincente, manipulando a percepção do público. Ele alerta para a importância de checar evidências, analisar contextos e manter atenção aos detalhes antes de aceitar ou compartilhar qualquer conteúdo.

Foto: Lourival Ribeiro/SBT

A interação com Danilo Gentili trará momentos de leveza e humor, tornando conceitos complexos acessíveis ao público. Ventura também responderá perguntas enviadas pelos telespectadores, mostrando como a leitura de sinais não verbais pode ser aplicada em entrevistas de trabalho, negociações e relações pessoais, oferecendo ferramentas práticas para o dia a dia.

O especialista ressalta ainda a dimensão ética da observação comportamental. Segundo ele, compreender microexpressões e reações físicas deve servir para aprimorar empatia e comunicação, não para manipulação. “Observar os outros com consciência é uma maneira de construir relações mais genuínas e perceber intenções sem enganos”, afirma Ventura.

Resenha – Cassangel Seguros é o anti-herói que vai conquistar os leitores de quadrinhos

Em um mercado de quadrinhos cada vez mais acostumado a super-heróis perfeitos e protagonistas invencíveis, Cassangel Seguros, HQ de Felipe Tazzo com arte de Nícolas Santos e cores de Andrey Osório, surge como uma proposta original e divertida. A obra, lançada de forma independente, mistura humor e horror de forma natural, criando situações imprevisíveis que prendem o leitor do começo ao fim.

João Geraldo Cassangel, o protagonista, não é o herói clássico. Corretor de seguros, malandro e de sorte duvidosa, ele se envolve em encrencas absurdas, lidando com bruxas, maldições urbanas e assombrações. Mesmo diante do sobrenatural, seu objetivo é simples: escapar da enrascada do jeito que conseguir, sem se preocupar com glórias ou heroísmos. Essa imperfeição o torna humano e divertido, alguém com quem o leitor se identifica, que tropeça, erra e improvisa a cada página.

A narrativa é leve e ágil, priorizando o humor e as situações inusitadas. A história brinca com o clássico arquétipo do anti-herói, lembrando Constantine, mas invertendo a sofisticação e a destreza por atrapalhação e improviso. Cada episódio traz desafios diferentes, seja lidar com vizinhas bruxas ou escapar de prêmios milionários que ameaçam sua vida, sempre com uma boa dose de caos e risadas.

Visualmente, a HQ é um destaque à parte. Nícolas Santos entrega desenhos expressivos, capazes de transitar entre o grotesco e o cômico sem perder a consistência, enquanto Andrey Osório dá vida às páginas com cores vibrantes que reforçam o clima de humor-horror. Os cenários urbanos e sobrenaturais se complementam, criando uma leitura agradável e cheia de detalhes divertidos.

Alguns leitores podem sentir falta de um enredo mais denso ou de suspense mais elaborado, pois a HQ privilegia a diversão e as situações cômicas do protagonista. Ainda assim, esse ritmo leve é justamente o que torna Cassangel Seguros uma leitura prazerosa e fácil de acompanhar, perfeita para quem quer se entreter sem se preocupar com complexidades narrativas.

Cassangel Seguros é uma obra que consegue equilibrar horror e humor de forma orgânica, oferecendo um protagonista memorável e imperfeito. Felipe Tazzo e sua equipe mostram criatividade e personalidade, entregando uma HQ que dialoga com o sobrenatural, mas mantém o cotidiano humano e engraçado do seu personagem.

Segunda temporada de The Fable é confirmada e retoma a história do assassino mais temido do Japão

O mundo de The Fable, mangá de sucesso de Katsuhisa Minami, está prestes a ganhar novos capítulos em sua adaptação para anime. Nesta quinta-feira, 1º de abril, o site oficial da produção anunciou oficialmente a segunda temporada, acompanhada de uma primeira arte promocional que já deixou fãs e críticos empolgados. A notícia confirma que o assassino mais temido do Japão, Akira Satō — ou “Fable” —, retorna à tela para enfrentar novos desafios e dilemas.

A produção mantém o elenco da primeira temporada, garantindo continuidade à construção dos personagens. Kazuyuki Okitsu retorna como Akira Satō, enquanto Miyuki Sawashiro volta a dar voz a Yōko Satō, sua assistente e “irmã” de fachada, que o acompanha na vida normal e o protege de suspeitas. Kana Hanazawa interpreta Misaki Shimizu, e Akio Ohtsuka volta como Takeshi Ebihara, personagem que equilibra tensão e humor na trama.

Na equipe técnica, a estabilidade também é um ponto forte. Ryōsuke Takahashi continua à frente da direção no estúdio Tezuka Productions, com os roteiros assinados por Yūya Takashima e Mayumi Morita. Os designs de personagens são novamente de Kyūma Ōshita e Saki Hasegawa, enquanto Yasuyuki Urakami e Yo Tsuji assumem, respectivamente, a direção de som e a trilha sonora. A continuidade da equipe garante uma coesão estética e narrativa que promete agradar tanto quem já acompanha a série quanto novos espectadores.

O mangá original foi publicado na revista Weekly Young Magazine, da Kodansha, entre novembro de 2014 e novembro de 2019, e reuniu 22 volumes tankōbon. O sucesso da obra levou a sequências: The Fable: The Second Contact, entre julho de 2021 e julho de 2023, e atualmente The Fable: The Third Secret, que começou a ser serializado em março de 2025. Em junho de 2024, o mangá já havia vendido mais de 25 milhões de cópias, consolidando seu lugar entre os títulos mais populares do Japão. Além disso, a obra conquistou o 41º Prêmio de Mangá da Kodansha na categoria Geral, em 2017, reconhecimento que reforça seu valor artístico e cultural.

A história de The Fable mistura ação intensa e drama psicológico de forma singular. Akira Satō é um assassino profissional extremamente habilidoso, temido por mafiosos, políticos e figuras públicas. No entanto, um dia, seu patrocinador impõe uma regra incomum: ele deve viver como um cidadão comum por um ano inteiro, sem matar ninguém, sob a proteção de um clã yakuza em Osaka. Para cumprir essa missão, Akira adota a identidade civil de Akira Satō, enquanto sua assistente Yōko se apresenta como sua irmã. Entre tarefas cotidianas, pequenos empregos e interações sociais, o “Fable” precisa esconder suas habilidades letais e lidar com elementos do submundo que suspeitam de seu passado.

O contraste entre a vida de assassino e a tentativa de normalidade é o que torna a série tão cativante. A cada episódio, o espectador é convidado a refletir sobre moralidade, identidade e adaptação, enquanto acompanha cenas de ação equilibradas por momentos de humor e introspecção. Essa dualidade é um dos pontos que diferencia The Fable de outras obras de ação, tornando-a relevante tanto para fãs de suspense quanto para aqueles que se interessam por dramas humanos complexos.

A primeira temporada do anime, exibida entre abril e setembro de 2024, foi bem recebida pela crítica e pelo público, consolidando a série no universo do entretenimento japonês. Antes disso, a franquia já havia sido adaptada para live-action, com filmes lançados em 2019 e 2021, ambos com boa aceitação. Agora, com a segunda temporada confirmada, o público aguarda com expectativa a continuidade da história de Akira e Yōko, e a exploração de novos conflitos que prometem testar a habilidade do assassino em viver como cidadão comum.

A Queda 2 | Lionsgate confirma estreia do thriller de sobrevivência em agosto com aventura na Tailândia

A Lionsgate confirmou que A Queda 2 chegará aos cinemas em 7 de agosto de 2026, dando continuidade à história iniciada no thriller de sobrevivência lançado em 2022. A sequência promete ampliar a tensão e o suspense, acompanhando a protagonista Jax em uma nova aventura de risco extremo no Monte Kwan, na Tailândia, onde terá de enfrentar desafios físicos e psicológicos ainda mais intensos para sobreviver.

O longa é dirigido pela dupla Michael e Peter Spierig (responsáveis por “Jogos Mortais: Jigsaw” e “O Predestinado”), com roteiro assinado por Scott Mann (diretor do filme original) e Jonathan Frank, que reforçam o vínculo da sequência com a história original e ampliam a exploração dos limites físicos e psicológicos dos personagens.

No segundo filme, Jax (interpretada por Harriet Slater, de Outlander: Sangue do Meu Sangue) ainda lida com o trauma da morte da irmã Hunter. Para enfrentar a dor, ela se une a Luce (personagem de Arsema Thomas, de Queen Charlotte: A Bridgerton Story), amiga próxima de Hunter. Elas decidem encarar a famosa caminhada de prancha sobre o Monte Kwan, na Tailândia (locação da produção principal, concluída no início de 2026), mas um deslizamento de rochas deixa as duas presas em uma prancha instável a 910 metros de altura, forçando Jax a confrontar seus medos e buscar uma saída.

O filme original, lançado em 12 de agosto de 2022 nos Estados Unidos, contava a história de Becky Connor (Grace Caroline Currey) e Shiloh Hunter (Virginia Gardner), que escalam uma torre de rádio de 600 metros de altura no deserto (produção realizada em locação e com efeitos práticos). Durante a escalada, o noivo de Becky, Dan Connor (Mason Gooding), morre em um acidente, e quase um ano depois Becky ainda enfrenta os efeitos psicológicos do trauma. Hunter a convida para escalar a torre B67 desativada, para espalhar as cinzas de Dan, e ambas ficam presas no topo da estrutura, que apresenta sinais de degradação.

A narrativa do primeiro filme combinava tensão física e psicológica, explorando o medo da altura, isolamento e a falta de recursos para se comunicar. As personagens tentam utilizar celulares e drones para chamar ajuda, mas enfrentam obstáculos como bloqueadores de sinal e acidentes inesperados. O desfecho mostra Becky usando a inteligência e criatividade para garantir a comunicação com seu pai (Jeffrey Dean Morgan), que chega com equipes de resgate. O filme teve orçamento de US$ 3 milhões e arrecadou US$ 16,4 milhões mundialmente, sendo reconhecido pela atmosfera intensa, direção de Scott Mann e performances das protagonistas.

A sequência amplia o escopo geográfico e emocional da narrativa. Ao ambientar a história no Monte Kwan, a produção aproveita paisagens naturais que intensificam a sensação de perigo (filmagens principais na Tailândia). O desafio para Jax e Luce não é apenas físico, mas também psicológico, explorando a dinâmica entre trauma, coragem e sobrevivência. Segundo relatos de bastidores, o elenco passou por treinamento para escalada e cenas de risco, garantindo verossimilhança nas sequências de perigo extremo.

A escolha de Michael e Peter Spierig como diretores traz um olhar renovado ao universo da franquia. Conhecidos por explorar tensão e suspense de maneira meticulosa, eles prometem manter a urgência e a pressão psicológica, características que tornaram o filme original marcante. O roteiro de Scott Mann e Jonathan Frank preserva elementos de sobrevivência e criatividade diante do perigo, ao mesmo tempo em que aprofunda a relação entre os personagens centrais.

O lançamento de “A Queda 2” ocorre em um período de crescente interesse por thrillers de sobrevivência, gênero que combina ação, suspense e drama psicológico. A expectativa é que a sequência mantenha a intensidade do original, oferecendo tensão constante, cenários vertiginosos e desafios plausíveis, além de explorar a evolução emocional das personagens. Harriet Slater e Arsema Thomas prometem performances que equilibram vulnerabilidade e determinação, acrescentando camadas à narrativa.

No SuperPop desta quarta (01/04), Cariúcha recebe Ana Paula Almeida, Nizam Hayek, Luan Max, Vanessa Furstenberger e Felipe Adam

O SuperPop desta quarta-feira, 1º de abril de 2026, exibido às 22h45 na RedeTV!, coloca em pauta histórias de superação, transformação e reinvenção. Apresentado por Cariúcha, o programa recebe Ana Paula Almeida, ex-paquita Pituxita; o empresário e influenciador Nizam Hayek; os músicos MC Trans e Luan Max; o missionário Cleiton Lima; a atleta e nutricionista Vanessa Furstenberger; e Felipe Adam, conhecido por seu visual inspirado no boneco Ken. Cada convidado traz relatos de mudanças marcantes em suas trajetórias, seja no campo pessoal, profissional ou artístico, mostrando diferentes formas de recomeço.

Ana Paula Almeida abre o programa relembrando sua atuação como paquita Pituxita nos anos 1980 e 1990. Ela detalha a convivência com Xuxa e comenta como os anos como assistente de palco ainda influenciam sua vida profissional e escolhas atuais. Mais que nostalgia, Ana Paula aponta a disciplina e os desafios de trabalhar em um ambiente de alta visibilidade e como essas experiências moldaram sua carreira.

O empresário e influenciador Nizam Hayek apresenta uma narrativa diferente, centrada na exposição e nos desafios de manter relevância em realities de TV. Nizam detalha momentos de visibilidade e explica decisões que o levaram a mudar de rumo em diversas fases de sua trajetória, oferecendo uma visão concreta dos bastidores da fama e das estratégias pessoais necessárias para se reinventar.

Na área musical, MC Trans e Luan Max compartilham experiências de transformação artística. MC Trans mantém sua identidade musical, enquanto Luan Max descreve a transição do gospel para outros gêneros, detalhando o impacto dessa mudança na carreira e na vida pessoal. A dupla evidencia que escolhas artísticas envolvem riscos calculados, planejamento e adaptação constante.

O missionário Cleiton Lima traz ao programa um relato profundo sobre identidade e fé. Ele detalha a transição de mulher trans para homem, abordando os desafios sociais, familiares e espirituais enfrentados. Cleiton mostra como sua experiência pessoal se tornou referência em sua atuação missionária, contribuindo para debates sobre inclusão, respeito e reconhecimento de gênero.

Vanessa Furstenberger, por sua vez, apresenta um caso de reinvenção profissional. Após uma transformação física, Vanessa encontrou novas oportunidades como nutricionista, personal trainer e atleta. Ela descreve como a mudança estética abriu espaço para crescimento profissional e fortalecimento de sua atuação no esporte e na saúde, conectando escolhas pessoais a resultados concretos.

Felipe Adam revisita sua fase marcada por escolhas visuais inspiradas no boneco Ken. Ele explica os motivos que o levaram a abandonar esse estilo e reflete sobre como mudanças de imagem muitas vezes refletem transformações internas, oferecendo uma perspectiva sobre identidade e autodescoberta.

Além das participações em estúdio, o programa traz uma reportagem externa sobre o concurso Garota da Laje, projeto que revelou Cariúcha ao público em 2009 e continua ativo. A matéria detalha critérios de seleção e como o concurso ajuda a revelar talentos de áreas periféricas, reforçando o tema de oportunidades e recomeços reais.

Manual de Assassinato para Boas Garotas | Netflix confirma data de lançamento da 2ª temporada com novos mistérios de Pip Fitz-Amobi

Foto: Reprodução/ Netflix

A Netflix revelou que a tão aguardada segunda temporada da série britânica Manual de Assassinato para Boas Garotas chega às telas no próximo dia 27 de maio, trazendo de volta Emma Myers no papel da detetive adolescente Pip Fitz-Amobi. Baseada no romance Good Girl, Bad Blood, de Holly Jackson, a produção promete aprofundar o universo de suspense e investigação que conquistou fãs ao redor do mundo na primeira temporada.

Criada por Poppy Cogan, a série rapidamente se consolidou como uma das apostas mais consistentes da plataforma no segmento teen, graças à combinação de mistério, tensão e personagens complexos. O enredo gira em torno de Pip, uma jovem de 17 anos determinada e obstinada, que se recusa a aceitar injustiças mesmo diante de perigos claros. Na primeira temporada, a adolescente conseguiu resolver o caso do assassinato de Andie Bell, que havia condenado injustamente Sal Singh (interpretado por Zain Iqbal), mas as consequências de suas ações mostraram que investigar o passado nunca é algo sem risco.

A segunda temporada retoma a vida de Pip logo após a resolução do caso de Andie. Apesar de ter obtido justiça para Sal, a jovem enfrenta um dilema ético: a notoriedade que conquistou e os efeitos de suas escolhas a colocam sob constante pressão. Determinada a evitar novos problemas, Pip promete se afastar de investigações, mas o destino parece ter outros planos. Com a chegada do julgamento de Max Hastings (Henry Ashton), o desaparecimento repentino de Jamie Reynolds (India Lillie Davies), testemunha crucial do caso, força Pip a voltar ao centro do enredo. A jovem, então, se vê obrigada a embarcar em uma busca frenética pela verdade, questionando conceitos de justiça e enfrentando perigos inesperados.

O enredo da segunda temporada se aprofunda no psicológico de Pip, mostrando que ser uma investigadora não é apenas uma questão de descobrir fatos, mas também lidar com o peso emocional de suas decisões. “Cada investigação deixa marcas. A Pip precisa aprender a equilibrar sua necessidade de justiça com sua própria segurança e sanidade”, comentou uma fonte ligada à produção, destacando que a nova temporada será mais madura e complexa, sem perder o dinamismo que caracterizou os episódios iniciais.

Além de Emma Myers, o elenco mantém nomes já conhecidos, como Zain Iqbal e Asha Banks, garantindo continuidade e química entre os personagens. A parceria de Pip com Ravi Singh (irmão de Sal) permanece como ponto central da trama, mostrando não apenas o lado investigativo, mas também explorando temas como confiança, amizade e a luta contra o preconceito. O retorno da série reforça a importância de personagens femininas protagonistas em narrativas de suspense, especialmente em contextos juvenis, onde a busca por identidade e autonomia se mistura com dilemas morais e sociais.

A adaptação da obra literária de Holly Jackson é reconhecida por sua fidelidade ao romance, mas também por expandir elementos que tornam a narrativa mais envolvente na tela. O suspense não é apenas sobre descobrir “quem cometeu o crime”, mas sobre explorar como eventos passados moldam comportamentos, relações e escolhas. Cada episódio é estruturado de maneira a manter o espectador preso, misturando reviravoltas inesperadas, pistas falsas e tensões emocionais que desafiam a percepção de justiça.

Crítica – Super Mario Galaxy é um filme que revive a nostalgia e encanta fãs da Nintendo

Foto: Reprodução/ Internet

Para quem cresceu explorando mundos imaginários da Nintendo, Super Mario Galaxy não é apenas um jogo clássico; é memória afetiva. O filme inspirado no título do Wii, lançado em 2007, consegue transportar os espectadores de volta à infância, revivendo a sensação de surpresa ao descobrir novos planetas, de emoção ao coletar estrelas e da magia silenciosa que o jogo sempre carregou.

Ao invés de tentar ser o “melhor filme do ano” ou uma obra-prima do cinema, o longa se concentra em um objetivo mais simples e ao mesmo tempo mais complexo: emocionar quem cresceu com Mario. Cada referência, cada detalhe visual e cada easter egg parece pensado para os fãs que conhecem a franquia de cor – uma verdadeira carta de amor ao universo Nintendo.

Feito por fãs, para fãs

Um dos maiores acertos da produção é a percepção de que ela não foi criada apenas para o público, mas por pessoas que também são fãs. Essa conexão se traduz em detalhes sutis, desde a fidelidade ao design dos planetas até gestos e trejeitos dos personagens. É impossível não sentir que quem está por trás das câmeras entende, de forma genuína, o que significa crescer com Mario e sua galáxia.

Essa proximidade cria uma experiência quase pessoal: assistir ao filme é sentir que você está de volta ao universo que acompanhou durante horas no console, com a mesma empolgação e curiosidade. É uma sensação rara, que poucos filmes conseguem transmitir, especialmente adaptações de jogos.

O longa mantém o tom leve e divertido, característico da franquia, mas não perde a oportunidade de explorar momentos de tensão e desafio. As sequências de ação são vibrantes, e a narrativa consegue alternar humor, aventura e emoção de forma natural. Para os fãs, cada cena é um convite a reviver a experiência do jogo, enquanto para os novatos, funciona como uma introdução acessível e envolvente ao universo de Mario.

Pequenas falhas não comprometem a experiência

Nem tudo é perfeito. Algumas cenas podem parecer repetitivas ou simplificadas, principalmente para quem conhece profundamente o jogo. Porém, essas pequenas falhas são secundárias diante do que o filme realmente entrega: uma homenagem sincera à franquia e às memórias dos fãs. O foco não está na complexidade narrativa, mas no cuidado com cada detalhe que fez o jogo inesquecível.

Um filme que respeita a emoção

O verdadeiro poder de Super Mario Galaxy está em sua capacidade de despertar emoções. Quem jogou o título original sente cada referência, cada trilha sonora e cada sequência de exploração reverberando na memória afetiva. A obra não apenas entretém, mas reconecta o público com momentos que marcaram sua infância, tornando a experiência cinematográfica profundamente pessoal e memorável.

Um convite para novas gerações

Apesar de ser um filme claramente voltado para quem cresceu com Mario, ele também funciona como porta de entrada para uma nova geração. A narrativa clara, os personagens carismáticos e os visuais vibrantes tornam a obra compreensível e encantadora mesmo para quem nunca jogou. É uma prova de que nostalgia pode ser compartilhada e reinventada sem perder a essência.

No fim das contas, Super Mario Galaxy não pretende ser um marco do cinema. Ele cumpre outra missão: celebrar a infância, a franquia e os fãs que carregam essas lembranças no coração. É um filme que combina aventura, emoção e respeito pelo material original, oferecendo uma experiência genuinamente envolvente e afetiva.

Segunda temporada de “Além do Direito” é confirmada – O que esperar do k-drama que conquistou fãs na Netflix?

Foto: Reprodução/ Internet

Boas notícias para os fãs de “Além do Direito“: a série sul-coreana que conquistou o público na Netflix está oficialmente em produção da segunda temporada. A confirmação veio da produtora SLL ao veículo sul-coreano Naver, mas detalhes como elenco e datas de gravação ainda são um mistério. Ou seja, é hora de segurar a ansiedade e começar a teorizar.

O dorama acompanha a história de Kang Hyo Min (Jung Chae-Yeon), uma jovem advogada recém-formada, idealista e cheia de energia, que entra em um grande escritório de advocacia e precisa se adaptar rapidamente ao exigente mundo jurídico. Seu mentor é Yoon Seok Hoon (Lee Jin Wook), brilhante, frio e admirado por todos, mas com aquele ar impossível de decifrar. O contraste entre os dois dá o tom da série: tensão, aprendizado, e, claro, aquela química que deixa os fãs de coração batendo mais forte.

Não é à toa que o último episódio deixou o público cheio de perguntas — principalmente sobre o futuro do possível romance entre Hyo Min e Seok Hoon. Os fãs ficaram em polvorosa pedindo uma continuação, e a notícia da segunda temporada parece ter chegado na hora certa.

O charme de “Além do Direito” vai além do romance ou das intrigas do escritório. Cada caso apresentado é um espelho das falhas e dilemas do sistema judicial, desafiando Hyo Min a questionar não só a lei, mas também suas próprias convicções sobre justiça e moralidade. Ela pode ser desajeitada socialmente, mas é firme e segura de seu talento, mostrando que inteligência e integridade caminham juntas — mesmo em um ambiente competitivo e muitas vezes implacável.

Enquanto Hyo Min cresce, Yoon Seok Hoon mostra o outro lado da moeda: é brilhante, estratégico e, às vezes, assustadoramente frio. A dinâmica entre eles é mais do que química romântica: é um jogo de inteligência, ética e paciência. Essa tensão é o que faz a série se destacar entre outros dramas jurídicos e prende o público do início ao fim. Criada por Kim Jae-Hong e Mi-Hyun Park, os 12 episódios da primeira temporada estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming, e valem cada minuto.

Inteligência Humana | Vale a pena assistir o novo thriller de espionagem sul-coreano na Netflix?

O cinema sul-coreano voltou a chamar atenção do público internacional com Inteligência Humana, novo thriller de espionagem de Ryoo Seung-wan, conhecido por obras como Fuga de Mogadíscio (2021) e Em Berlim (2013). Lançado globalmente na Netflix em 31 de março, o filme chegou com promessa de blockbuster de ação e orçamento astronômico. Mas a pergunta que paira no ar é: será que o longa realmente sustenta as expectativas?

O enredo acompanha Cho (Zo In-sung), agente sul-coreano em missão nas frias ruas de Vladivostok, tentando recrutar Chae Sun-hwa (Shin Sae-kyeong), uma jovem norte-coreana vulnerável. A situação se complica com a chegada de Park Gun (Park Jeong-min), agente norte-coreano cujo envolvimento é motivado tanto pelo dever quanto por questões pessoais: Sun-hwa é sua ex-namorada. O filme aposta em uma trama intrincada de espionagem, rivalidade política e romance mal resolvido, em meio a um submundo russo que se torna cenário de perseguições e confrontos.

Se, de um lado, Inteligência Humana impressiona pela execução técnica – fotografia gelada de Vladivostok, trilha sonora pulsante, coreografias de ação bem ensaiadas –, por outro, peca na narrativa. O roteiro tenta equilibrar política, romance e ação, mas em diversos momentos se perde em subtramas que pouco acrescentam à história principal. O espectador é constantemente puxado para múltiplas direções, o que compromete a fluidez do filme e diminui o impacto emocional de algumas reviravoltas.

A escolha de Ryoo por Vladivostok é inteligente do ponto de vista simbólico, conectando o filme com sua obra anterior e reforçando a continuidade temática. No entanto, o longa parece depender demais do reconhecimento prévio do público com o universo do diretor, tornando certas referências internas inacessíveis a quem chega pela primeira vez. É um filme que exige atenção e certo conhecimento de geopolitica coreana – não exatamente o tipo de blockbuster que qualquer espectador consegue absorver com facilidade.

O desempenho do elenco é um ponto alto. Zo In-sung entrega um Cho convincente, mesclando firmeza e vulnerabilidade; Shin Sae-kyeong dá profundidade a Sun-hwa, transmitindo uma tensão que poderia ter sido melhor explorada; Park Jeong-min se destaca ao humanizar o antagonista, lembrando que em espionagem as linhas entre certo e errado são tênues. No entanto, alguns personagens secundários são subdesenvolvidos, servindo mais como peças de cenário do que como figuras que realmente enriquecem o enredo.

É impossível ignorar o efeito visual do filme. Vladivostok é capturada como um personagem frio e isolado, refletindo a atmosfera paranoica da espionagem. Mas, mesmo com a técnica impecável, algumas cenas de ação exageram na violência gratuita, sem o peso narrativo que poderia justificá-las. A sensação que fica é de estilo sobre substância: um filme que parece mais preocupado em impressionar do que em contar uma história coesa.

Do ponto de vista jornalístico, o longa levanta reflexões sobre as nuances da espionagem, a política entre as Coreias e o custo humano dessas operações secretas. Mas essas questões muitas vezes ficam em segundo plano diante do espetáculo visual e das tensões forçadas. Ryoo Seung-wan mostra domínio da forma, mas parece menos interessado em aprofundar o conteúdo – algo que pode decepcionar espectadores que buscam mais do que adrenalina e belos enquadramentos.

Então, vale a pena assistir Inteligência Humana? Sim, se você busca ação intensa, tensão constante e um thriller visualmente impressionante. Mas é preciso assistir com consciência crítica: o filme funciona melhor como vitrine técnica do que como narrativa memorável. Aqueles que esperam profundidade emocional ou política podem se frustrar. Em resumo, Inteligência Humana é um espetáculo ambicioso, mas não completamente equilibrado – uma obra que impressiona pelos recursos e pela coreografia, mas tropeça na construção narrativa e na densidade de personagens.

Subversive Memories | Jogo brasileiro de terror da Southward Studio revisita memórias da ditadura militar

Foto: Reprodução/ Internet

O universo dos games brasileiros recebe um título que promete não apenas desafiar os reflexos dos jogadores, mas também provocar reflexão histórica e emocional. Subversive Memories, desenvolvido pelo Southward Studio, é um jogo de terror de sobrevivência ambientado durante a ditadura militar (1964–1985) que combina tensão, mistério e narrativa profunda. O lançamento oficial está marcado para o dia 8 de abril, exclusivamente para PC via Steam.

O jogo coloca o jogador na pele de Renata, uma mulher marcada por um vazio existencial que a persegue desde a infância. Ao longo da história, Renata precisa confrontar os mistérios de seu passado, enfrentando perigos e segredos que dialogam com as experiências de milhares de brasileiros que viveram sob o regime militar. Embora a narrativa seja fictícia, ela se inspira em relatos reais de perseguição, censura e desaparecimentos, criando um cenário que mistura horror psicológico com crítica social.

Com gráficos retro 3D, Subversive Memories remete aos clássicos do terror de sobrevivência dos anos 90, como Resident Evil e Silent Hill. A escolha estética não é apenas visual: contribui para a sensação de tensão, isolamento e insegurança, características fundamentais do gênero. O jogador precisa gerenciar recursos limitados, como munição e suprimentos, tornando cada decisão crucial para sobreviver e desvendar os segredos que cercam Renata.

O Southward Studio disponibilizou códigos de review para jornalistas, influenciadores e jogadores interessados em testar o título antes do lançamento. A solicitação de chaves exige o preenchimento de um formulário online, mas a equipe alerta que a disponibilidade é limitada e o envio pode levar alguns dias. Essa iniciativa busca aproximar o público do processo de desenvolvimento e criar expectativa em torno do jogo, ao mesmo tempo em que garante que as experiências iniciais respeitem a narrativa e a complexidade da obra.

O trailer oficial de Subversive Memories já está disponível e oferece um primeiro vislumbre da atmosfera intensa que o jogo propõe. Corredores escuros, portas trancadas, sons inquietantes e enigmas complexos compõem a experiência, reforçando a sensação de suspense psicológico. Além disso, os assets oficiais, incluindo capturas de tela e artes conceituais, foram disponibilizados para imprensa e parceiros, permitindo que todos acompanhem de perto o desenvolvimento e a estética única do jogo.

Um dos aspectos mais elogiados do projeto é sua capacidade de unir entretenimento e reflexão. Ao colocar o jogador frente a escolhas estratégicas e situações de tensão, Subversive Memories faz mais do que assustar: provoca empatia e compreensão sobre os efeitos de um regime opressor. Cada decisão dentro do jogo, cada quebra-cabeça resolvido e cada documento encontrado ajuda a reconstruir não apenas a história de Renata, mas também a memória coletiva de um período marcado por silêncio e violência.

Para os interessados em apoiar o jogo, é possível adicioná-lo à lista de desejos na Steam. Essa ação garante que o jogador receba notificações sobre o lançamento, atualizações e futuras expansões, permitindo acompanhar de perto a trajetória do título e se envolver com a comunidade que se forma ao redor da obra.

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