Arquivo A desta quinta (24/07) traz um olhar aprofundado sobre os avanços e impactos da inteligência artificial

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Nesta quinta-feira, 24 de julho de 2025, às 21h, o programa Arquivo A, da TV Aparecida, convida o público para uma viagem ao fascinante universo da inteligência artificial (IA). Com reportagem assinada pelo jornalista Leandro Oliveira, a produção oferece uma análise detalhada sobre a evolução desta tecnologia que vem transformando nosso cotidiano, expondo suas múltiplas aplicações, desafios éticos e o debate atual sobre a relação entre a inteligência humana e a artificial.

A inteligência artificial, que até pouco tempo parecia ficção científica, já é uma realidade presente em nossas vidas — muitas vezes de forma sutil e silenciosa. Por trás dos assistentes virtuais que respondem perguntas, dos sistemas que recomendam filmes e músicas, e das máquinas que auxiliam médicos em diagnósticos, está a força de uma tecnologia em constante aprimoramento, que desafia não apenas a engenharia, mas também a filosofia, a ética e a forma como enxergamos o próprio ser humano.

A história e a evolução da inteligência artificial

O episódio começa com uma contextualização histórica da inteligência artificial, resgatando as origens da ideia de máquinas pensantes que remontam à antiguidade, passando por conceitos fundamentais da ciência da computação e inteligência cognitiva.

A reportagem destaca o ano de 2010 como um marco para o desenvolvimento da IA, quando algoritmos de aprendizado de máquina e redes neurais começaram a mostrar resultados expressivos e aplicações práticas. Antes disso, a IA era mais um campo teórico, cercado de expectativas e desafios técnicos.

Desde então, a inteligência artificial se aprimorou rapidamente, impulsionada pelo aumento da capacidade computacional, a disponibilidade de grandes volumes de dados (o chamado Big Data) e avanços em algoritmos que permitiram às máquinas “aprenderem” por conta própria, reconhecendo padrões e tomando decisões com um nível de autonomia antes inimaginável.

As múltiplas faces da inteligência artificial no cotidiano

Um dos grandes destaques da reportagem é mostrar que a inteligência artificial está longe de ser uma tecnologia restrita a laboratórios ou grandes empresas de tecnologia. Ela está inserida em diversas áreas da sociedade, muitas vezes de forma invisível, mas fundamental.

Inclusão e acessibilidade

No campo da inclusão social, a IA tem sido uma ferramenta poderosa para derrubar barreiras. Tecnologias de reconhecimento de voz e imagem ajudam pessoas com deficiência visual ou auditiva a acessar informação e se comunicar com mais facilidade. Sistemas de tradução automática aproximam culturas e idiomas, enquanto softwares adaptativos oferecem apoio personalizado para alunos com dificuldades de aprendizagem.

Educação

Na educação, a inteligência artificial permite a criação de ambientes de ensino mais dinâmicos e personalizados. Plataformas inteligentes adaptam o conteúdo de acordo com o ritmo e estilo de aprendizado de cada aluno, oferecendo feedback em tempo real e possibilitando um acompanhamento mais eficaz dos professores.

Saúde

Na área da saúde, a IA é um aliado essencial no diagnóstico precoce de doenças, na análise de imagens médicas e na pesquisa de novos medicamentos. Ferramentas inteligentes auxiliam médicos a interpretar exames complexos, identificar padrões e prever riscos, aumentando a precisão dos tratamentos e salvando vidas.

Segurança

A segurança pública também tem se beneficiado da inteligência artificial, com sistemas que analisam grandes volumes de dados para identificar comportamentos suspeitos e prevenir crimes. Câmeras inteligentes, reconhecimento facial e análise preditiva ajudam as autoridades a agir de forma mais rápida e eficaz.

Evangelização e vida cotidiana

Outro ponto curioso abordado pela reportagem é a forma como a inteligência artificial tem sido incorporada em práticas de evangelização e na rotina religiosa. Chatbots e aplicativos baseados em IA facilitam o acesso a conteúdos espirituais, promovem diálogos e auxiliam comunidades a manterem contato, especialmente em tempos de isolamento social.

O olhar do Vaticano: “Antiqua et Nova” e a ética da inteligência artificial

Em janeiro de 2025, o Vaticano lançou a nota pastoral “Antiqua et Nova”, um documento que estabelece princípios para a convivência harmoniosa entre a inteligência artificial e a inteligência humana. A reportagem explica que a iniciativa é um convite à reflexão ética sobre o uso da tecnologia, reforçando a importância do respeito à dignidade humana e à promoção do bem comum.

O documento discute questões fundamentais como a privacidade, a responsabilidade pelos atos das máquinas, o impacto no trabalho humano e a necessidade de transparência e controle sobre os sistemas de IA. Para o Vaticano, a tecnologia deve ser uma ferramenta a serviço da humanidade, não um fim em si mesma.

Os riscos e desafios da inteligência artificial

Apesar dos avanços e benefícios, a reportagem destaca que a inteligência artificial também traz consigo riscos e desafios que precisam ser enfrentados com seriedade.

Entre os principais perigos estão a automação que pode levar à perda de empregos, a possibilidade de viés e discriminação embutidos nos algoritmos, o uso da IA para vigilância excessiva e a manipulação da informação.

Por isso, a Recod.AI, iniciativa do Instituto de Computação da Unicamp, surge como uma luz no fim do túnel. Com o objetivo de garantir o uso responsável da tecnologia, a Recod.AI atua em parceria com o Ministério Público, prestando suporte técnico em investigações que envolvem o uso da inteligência artificial.

A reportagem detalha como o grupo trabalha para criar normas, desenvolver ferramentas de auditoria de algoritmos e promover a conscientização pública sobre os impactos da IA, defendendo uma aplicação ética, transparente e segura.

Reflexões para o futuro: tecnologia e humanidade caminhando juntas

Ao longo do episódio, o jornalista Leandro Oliveira conduz o público a refletir sobre o futuro da inteligência artificial e sua relação intrínseca com a inteligência humana.

A reportagem levanta questões importantes, como: de que forma a IA pode potencializar o desenvolvimento humano? Como podemos garantir que o avanço tecnológico respeite valores éticos e sociais? E, acima de tudo, como manter o equilíbrio entre automação e humanidade?

Esses temas ressoam em todas as áreas da sociedade e são essenciais para construirmos um futuro onde tecnologia e ser humano coexistam de maneira harmoniosa e produtiva.

Por que assistir o Arquivo A desta quinta?

Com uma linguagem acessível, o programa Arquivo A traz uma cobertura completa, que combina informação técnica, entrevistas com especialistas e exemplos práticos, tornando o assunto inteligível para todos os públicos.

“Fada Madrinha” na “Sessão da Tarde” desta sexta (25/07): comédia encantadora para toda a família

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Nesta sexta-feira, 25 de julho, a TV Globo traz na Sessão da Tarde um filme capaz de encantar públicos de todas as idades: “Fada Madrinha” (Godmothered), uma comédia de fantasia leve, divertida e cheia de coração, que resgata o espírito dos clássicos contos de fada, mas com uma abordagem moderna e cheia de humor.

Dirigido por Sharon Maguire, famosa pelo sucesso de O Diário de Bridget Jones, e estrelado por Jillian Bell e Isla Fisher, o longa foi lançado originalmente em 2020 pela Walt Disney Pictures, tornando-se rapidamente uma opção querida para quem busca entretenimento com alma e boas mensagens.

Uma fada madrinha diferente

Ao contrário do que muitos esperam das tradicionais histórias de contos de fadas, Fada Madrinha não mostra uma protagonista perfeita e toda poderosa. Eleanor (Jillian Bell) é uma fada madrinha em treinamento, cheia de dúvidas e incertezas, preocupada com a possível extinção de sua profissão diante de um mundo cada vez mais cético e racional.

O filme começa com Eleanor encontrando uma carta de socorro escrita por uma menina de 10 anos chamada Mackenzie. Movida pela esperança e pelo instinto protetor, ela decide ir atrás da jovem para ajudá-la — mas descobre que a garota, na verdade, já é uma mulher adulta de 40 anos, viúva e com uma vida muito diferente da que ela imaginava.

Essa premissa simples e encantadora é o fio condutor para uma narrativa que fala sobre sonhos, decepções, família e a eterna busca por um pouco de magia em nossas vidas cotidianas.

O elenco e suas personagens

Jillian Bell, conhecida por seus papéis cômicos em filmes como 22 Jump Street e séries como Workaholics, traz para Eleanor uma mistura perfeita de ingenuidade, energia e vulnerabilidade. Sua interpretação rende momentos hilários, mas também surpreende na profundidade emocional que transmite, fazendo com que o público torça por sua fada madrinha inexperiente.

Isla Fisher, por sua vez, interpreta Mackenzie, a mulher que abandonou os sonhos de infância para viver uma realidade dura, marcada pela perda do marido. Fisher constrói uma personagem complexa, que transita entre a descrença e a vontade de se reaproximar da esperança, criando um contraste interessante com a energia positiva de Eleanor.

Além delas, o elenco conta com nomes respeitados, como Jane Curtin (no papel de Moira, uma fada madrinha experiente e cética), June Squibb, e Mary Elizabeth Ellis, que ajudam a construir um universo fantasioso, mas cheio de humor e ironia.

A direção e roteiro: humor que fala ao coração

Sob o comando de Sharon Maguire, Fada Madrinha consegue equilibrar perfeitamente momentos cômicos com passagens emocionantes. O roteiro, assinado por Kari Granlund e Melissa Stack, brinca com as convenções dos contos de fada tradicionais — as fadas são mais atrapalhadas que mágicas, os finais felizes são complicados e a magia nem sempre resolve tudo como se espera.

A história é uma reflexão sutil sobre a dificuldade de manter a fé em algo intangível, como esperança ou sonhos, em uma era dominada pela tecnologia e pragmatismo. Isso fica claro na trajetória de Mackenzie, que abandonou suas fantasias de menina para encarar uma vida adulta cheia de responsabilidades e perdas.

Ao mesmo tempo, o filme não perde o tom otimista e leve, celebrando a ideia de que, mesmo que as coisas não sejam perfeitas, a magia está na maneira como escolhemos encarar a vida.

Produção, lançamento e recepção

Produzido pela Walt Disney Pictures em parceria com a Secret Machine Entertainment, as filmagens de Fada Madrinha aconteceram em Boston, começando em janeiro de 2020, pouco antes da pandemia mudar os rumos do cinema mundial.

Lançado diretamente no streaming pela Disney+ em dezembro de 2020, o filme conquistou um público fiel, especialmente entre famílias e fãs de comédias fantasiosas. No site Rotten Tomatoes, obteve 70% de críticas positivas, com muitos elogiando seu humor inteligente e abordagem contemporânea dos contos de fada.

Apesar de algumas críticas apontarem a falta de “magia verdadeira” comparada a clássicos do gênero, o consenso geral é que o filme tem uma autenticidade cativante e uma mensagem sincera sobre esperança e recomeço.

Dublagem brasileira: um cuidado especial

Para a versão brasileira exibida na Sessão da Tarde, a dublagem foi realizada com vozes de artistas renomados, como Patrícia Scalvi, Priscilla Concepcion e Sylvia Salustti, que garantem a qualidade e o charme do filme para o público local. A adaptação dos diálogos mantém o humor e a leveza, respeitando a essência dos personagens e tornando a experiência ainda mais agradável para as crianças e adultos que assistem em família.

“SuperPop” desta quarta (23/07) recebe Popó Freitas para uma conversa exclusiva com Luciana Gimenez

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Na vida, alguns enfrentam batalhas. Outros, constroem uma carreira inteira dentro delas. Nesta quarta-feira (23), o SuperPop, programa comandado por Luciana Gimenez na RedeTV!, abre espaço para uma conversa intensa, ao vivo, com um dos maiores nomes do esporte brasileiro: Acelino “Popó” Freitas. Um homem que aprendeu desde cedo que vencer exige muito mais do que força — exige resiliência.

No quadro “Palavra-Chave”, Popó vai revisitar momentos decisivos da sua trajetória. Mas, mais do que falar sobre vitórias, a noite promete revelar o ser humano por trás dos títulos. Um filho da periferia de Salvador que sonhou alto, caiu, se reergueu e transformou a dor em potência.

O menino da Cidade Nova

Antes de ser chamado de “Mão de Pedra”, Popó era apenas o Acelino da Cidade Nova, bairro simples de Salvador. Filho de Babinha, um ex-pugilista, e de Dona Zuleica, cozinheira conhecida pela melhor feijoada da vizinhança, ele cresceu em um casebre de menos de 7 metros quadrados — onde panos serviam de paredes e o futuro parecia estreito como o espaço onde dormia com os irmãos.

Foi alfabetizado por uma vizinha, Neuraci, e encontrou no boxe, aos 14 anos, um caminho improvável para mudar de vida. Seu irmão Luís Cláudio foi o primeiro a ver o talento escondido naquele garoto franzino. E assim, entre socos no saco de pancadas improvisado e lutas de rua que logo ganhariam regras e ringues, nascia o Popó que o Brasil aplaudiria de pé anos depois.

Um campeão forjado na dor e no foco

A carreira de Popó não foi feita de sorte. Foi feita de disciplina. De acordar cedo. De resistir à fome, à dúvida, aos comentários de quem dizia que o menino do bairro nunca daria em nada.

Com o tempo, vieram os cinturões, os aplausos, a fama. Tetracampeão mundial de boxe. Títulos conquistados nas quatro maiores organizações do mundo (WBO, WBA, WBC e IBF). Um cartel de 41 vitórias em 43 lutas, 34 delas por nocaute. Uma lenda viva do esporte brasileiro.

Mas por trás de cada soco bem dado, existia um peso ainda maior: o de segurar as pontas na vida pessoal.

Quando a luta não é só no ringue

A entrevista no SuperPop também vai abordar os momentos em que Popó sentiu o chão fugir. O fim de seu primeiro casamento com Eliana Guimarães foi um desses. A turbulência emocional refletiu diretamente na sua performance esportiva — e culminou em sua primeira derrota no boxe. Um baque que doeu mais do que qualquer gancho de direita.

Foi justamente nesse momento que ele entendeu: ou cuidava da vida fora dos ringues, ou o Popó dos ringues deixaria de existir. A reconciliação com a família e a própria história o colocou de novo nos trilhos. E o levou a mais uma vitória — dessa vez, mais interna do que pública.

Hoje, ele vive um novo capítulo ao lado de Emilene Juarez, nutricionista e influenciadora digital. Juntos, compartilham a rotina, os treinos e a criação dos filhos. Popó é pai de seis — Rafael, Igor, Iago, Gustavo, Juan e o caçula, Popozinho.

Uma fé que também nocauteia o medo

Apesar do perfil explosivo dentro do ringue, Popó é um homem sereno fora dele. De fala direta, mas coração aberto. Encontra conforto e equilíbrio em sua fé — é evangélico, frequentador da Igreja Batista Caminho das Árvores, em Salvador. Lá, segundo ele, aprendeu que não existe glória que supere a humildade.

E é essa mesma humildade que o faz retornar ao bairro onde cresceu, sempre que pode. Não apenas para visitar, mas para transformar. Lá, construiu um ginásio de treinamento, onde jovens da periferia podem encontrar no esporte uma rota alternativa ao abandono.

Uma história que virou série, livro, podcast

Em 2019, Popó teve sua vida contada na série “Irmãos Freitas”, exibida pelo canal Space e posteriormente em plataformas como HBO Max e Amazon Prime Video. A produção, dirigida por Sergio Machado e Aly Muritiba, mostra um Popó mais íntimo: o filho, o irmão, o amigo — o homem que lutou dentro e fora das cordas.

A sua trajetória também foi narrada com profundidade no livro “Com as Próprias Mãos”, do jornalista Wagner Sarmento, com prefácio de Galvão Bueno. Já na internet, Popó mostra sua versão mais descontraída e afiada no “PopodCast”, programa em que entrevista celebridades, analisa lutas e comenta bastidores do mundo esportivo — com direito a tretas, provocações e bom humor.

Realities, aprendizados e novas lutas

Popó também se aventurou no universo dos realities. Participou do Power Couple Brasil, ao lado de Emilene, e do Dancing Brasil, ambos da Record. Mesmo não indo longe nas competições, conquistou o público com carisma e sinceridade.

Mais do que vencer, Popó sempre parece disposto a aprender — seja em uma luta, numa eliminação ou num tropeço pessoal.

O SuperPop como palco da verdade

No programa desta quarta, a dinâmica “Palavra-Chave” vai puxar da memória de Popó tudo aquilo que não está nos vídeos das lutas ou nas manchetes esportivas. São histórias da infância, dos treinos, da família, dos medos e da fé. Histórias que constroem quem ele é — e que, em muitos casos, ainda permanecem desconhecidas do grande público.

Luciana Gimenez conduz o quadro com leveza, mas também com profundidade, buscando no olhar do lutador aquele brilho que não vem das medalhas, mas da superação.

Um ídolo com os pés no chão (e as mãos de pedra)

Aos 48 anos, Popó sabe que seu tempo nos ringues já passou. Mas sua história continua viva, pulsando, inspirando. Ele se tornou o que muitos atletas jamais conseguem ser: alguém que transcende o próprio esporte.

Não importa se o palco é um ginásio, um podcast, um livro ou um programa de televisão. Onde estiver, Popó carrega consigo a essência de quem nunca deixou de lutar — por si mesmo, pela família, por seus valores e por um futuro melhor para quem vem depois.

Metal Slug Tactics estreia no mobile com exclusividade no Crunchyroll Game Vault

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Se você cresceu nos fliperamas dos anos 90 ou passou horas em consoles enfrentando hordas inimigas em “Metal Slug”, sabe que aquela experiência tinha um sabor único: explosões estilizadas, personagens carismáticos, e um humor que tornava a guerra quase cartunesca. Agora, imagine pegar toda essa essência e embarcar numa jornada totalmente diferente — uma que exige mais cérebro do que reflexo.

Foi exatamente essa a aposta da Leikir Studio, em parceria com a Dotemu, ao desenvolver “Metal Slug Tactics”. Lançado oficialmente em 5 de novembro de 2024, o jogo chegou para PC, consoles da atual e antiga geração, e mais recentemente, no dia 23 de julho, para dispositivos móveis através do Crunchyroll Game Vault, com legendas em português do Brasil.

Reinvenção com respeito e ousadia

“Metal Slug Tactics” não é só um spin-off. É um recomeço. E, ao mesmo tempo, um abraço caloroso na memória dos fãs. Aquele jogo frenético, side-scrolling, cheio de granadas, tanques e soldados bufões, agora se transforma em um desafio meticuloso de estratégia por turnos. Para muitos, pode soar como um risco. Mas para quem mergulha, revela-se uma proposta surpreendentemente coesa e viciante.

Ao invés do clássico correr e atirar, o jogador agora gerencia um esquadrão tático em batalhas em grid isométrico. Marco, Tarma, Fio e Eri retornam, não como caricaturas pixeladas de ação, mas como peças-chave de um tabuleiro de guerra onde cada passo conta. É como se o caos tivesse ganhado ordem — sem perder a graça.

A lógica substitui o gatilho

A essência do jogo se sustenta em batalhas baseadas em turnos, com dois pontos de ação por personagem: um para se mover, outro para atacar ou ativar habilidades. Parece simples? Não se engane. A cada nova missão, o jogo cobra do jogador inteligência, percepção de cenário e domínio das possibilidades.

É necessário considerar cobertura, sinergia entre personagens, posicionamento no terreno e o momento certo para acionar habilidades especiais. Tudo isso em meio a emboscadas, tanques ocasionais e chefes que exigem estratégia pura.

Essa mudança não apenas ressignifica a franquia, como também a aproxima de um novo público. Quem nunca jogou Metal Slug, mas ama jogos como “XCOM” ou “Into the Breach”, vai se sentir em casa.

Um roguelike com coração

“Metal Slug Tactics” também abraça com firmeza a estrutura roguelike. Isso significa que o fracasso é parte do caminho — e não um fim. Ao ser derrotado, você volta ao posto avançado, mas leva consigo aprendizados, upgrades e novas estratégias.

Esse ciclo de tentativa e erro não frustra; pelo contrário, incentiva. A cada retorno ao campo de batalha, há uma sensação clara de progresso. E isso se intensifica com o leque de missões variadas, mapas proceduralmente gerados e possibilidade de montar combinações distintas de esquadrão. Em outras palavras: cada partida é única.

Um projeto feito com paixão

O que faz um remake ou spin-off funcionar? A resposta talvez esteja no cuidado. E “Metal Slug Tactics” exala esse cuidado em cada canto.

A Dotemu, conhecida por resgatar clássicos com respeito, como “Wonder Boy: The Dragon’s Trap” e “Streets of Rage 4”, foi fundamental na mediação com a SNK. A gigante japonesa, detentora da franquia original, liberou total acesso ao seu acervo. Embora os assets antigos não pudessem ser usados diretamente (pela mudança de perspectiva), o espírito da série foi mantido.

A arte em pixel é uma carta de amor ao passado, só que refinada. Os ambientes continuam cartunescos e exagerados, mas com um frescor visual que mostra como o antigo e o novo podem coexistir. Os personagens têm animações expressivas, os tiros têm peso, e os detalhes — como explosões, diálogos e trilha sonora — remetem à velha guarda sem parecer antiquados.

O projeto, desenvolvido em Paris desde 2019, passou por um longo processo de polimento. A equipe da Leikir Studio buscou uma fórmula que equilibrasse desafio e acessibilidade, e isso se reflete nas opções de dificuldade, design intuitivo e curva de aprendizado generosa.

Metal Slug em qualquer lugar

Uma das decisões mais acertadas foi tornar o jogo acessível também em dispositivos móveis, através do Crunchyroll Game Vault. A iniciativa da plataforma de streaming de animes surpreendeu positivamente: ao abrir espaço para jogos premium entre os benefícios dos assinantes Mega Fan, a Crunchyroll criou uma ponte entre os fãs de cultura pop e o universo gamer.

A versão mobile de “Metal Slug Tactics” mantém a fidelidade visual e funcional da experiência dos consoles. Com comandos bem adaptados, boa fluidez e legendas em português, é possível encarar uma missão entre um episódio e outro do seu anime favorito — e ainda sentir que a experiência continua sendo completa.

Para os nostálgicos… e para quem nunca ouviu falar

O grande trunfo de “Metal Slug Tactics” é que ele não exige um passado com a franquia para ser compreendido. Claro, quem conhece os personagens desde os tempos do Neo Geo vai se emocionar ao ver Fio lançar uma granada com aquele mesmo estilo animado de décadas atrás. Mas quem está chegando agora, encontrará um jogo robusto, desafiador e divertido, independente de vínculos afetivos.

Ao equilibrar homenagem e inovação, o jogo se posiciona como uma nova referência entre os títulos táticos. Em vez de simplesmente repetir fórmulas, ele mostra como é possível evoluir — e, quem sabe, reiniciar uma franquia inteira por novos caminhos.

Um desafio que vale a pena

“Metal Slug Tactics” é, acima de tudo, um jogo que respeita a inteligência do jogador. Ele não entrega vitórias fáceis, mas também não pune de forma desleal. Cada combate vencido dá uma sensação autêntica de conquista. Cada combinação bem pensada entre personagens abre novas possibilidades. E cada nova tentativa é uma chance de fazer melhor.

No fim das contas, ele não substitui o clássico Metal Slug. Nem pretende. Mas cria algo paralelo — e igualmente especial.

Disponível para:
🖥️ Microsoft Windows
🎮 Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X/S
📱 Crunchyroll Game Vault (mobile, para assinantes Mega Fan)

Henry Freitas leva sua “terapia musical” para a Beira Mar de Fortaleza em ação da Skol nesta quarta-feira (23)

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Quem passa pela orla de Fortaleza nesta quarta-feira (23) pode se preparar para um encontro inesperado, vibrante e gratuito com um dos nomes mais promissores da música popular nordestina: Henry Freitas. O cantor, músico e compositor pernambucano será a atração surpresa da Skol, que promove um grande esquenta para o Fortal com um trio elétrico especial na Beira Mar, a partir das 17h.

A ação celebra o retorno da Skol ao Fortal – um dos maiores festivais de música do Brasil – e promete unir o pôr do sol, o calor cearense e uma multidão animada sob o comando de um artista que vem ganhando os holofotes do país.

Uma trajetória que começou cedo

Aos 27 anos, Henry Freitas já carrega uma bagagem musical digna de veteranos. Nascido em Recife (PE), mas criado no interior da Paraíba, ele sempre teve a música como companheira de vida. Desde pequeno, vivia cercado por instrumentos, ritmos e melodias que pulsavam nas feiras, festas e rádios locais. Ainda adolescente, fez parte de bandas da região, onde aprendeu os primeiros acordes da estrada artística.

Mas foi em 2017, no vizinho Rio Grande do Norte, que o sonho virou projeto profissional. Henry lançou seu trabalho solo e, desde então, tem trilhado um caminho de crescimento consistente no cenário nacional, sem pressa, mas com presença.

O poder da “Terapia do Henry”

Hoje, não é exagero dizer que Henry Freitas se tornou uma sensação. Dono de um carisma espontâneo, o cantor conquistou empresários, público e crítica com uma performance completa: ele canta, toca, interage, emociona. E é exatamente esse conjunto que ele batizou carinhosamente de “Terapia do Henry” – uma experiência ao vivo que mistura forró, sofrência, alegria e superação emocional.

Seu repertório vai de regravações que embalam multidões até canções autorais que já são hinos nos paredões e playlists Brasil afora. Entre elas, estão sucessos como “Me Bloqueia”, “Mantenha Distância”, “Eu Nem Lembro”, “Me Evita Mais”, “B.O Pro Coração”, “Novinha Bandida” e o estouro mais recente: “Tem Café”, que alcançou o Top 10 do Spotify Brasil, chegando à 9ª posição.

Uma vibe redonda como a Skol

A escolha de Henry como rosto e voz da ação surpresa da Skol é mais do que acertada: ele representa exatamente a leveza, a alegria e o espírito de curtição que a marca busca celebrar. O evento na Beira Mar será ao ar livre e gratuito, aberto a todos que quiserem viver um fim de tarde inesquecível ao som de muito forró, arrocha e música feita para dançar e sentir.

“O Henry tem essa energia contagiante que é a cara do verão nordestino. Essa parceria com a Skol celebra não só a música, mas a rua, o povo, a alegria do reencontro”, destaca a produção da ação.

Fortal começa com o pé direito

O show desta quarta-feira marca oficialmente o início da temporada do Fortal, um dos eventos mais aguardados do calendário nacional. Com trios elétricos, grandes artistas e um público fiel que lota a capital cearense todos os anos, o festival se consolida como um verdadeiro carnaval fora de época – e Henry Freitas chega para aquecer os corações logo na véspera.

Para os fãs, a apresentação na Beira Mar é um convite a cantar junto, registrar momentos únicos e se entregar ao ritmo de uma nova geração da música nordestina.

De Pernambuco para o Brasil

A história de Henry é também a de muitos jovens talentos do Nordeste que transformam a arte em ponte entre o interior e os grandes palcos. Seu sucesso não foi moldado em estúdios caros, mas sim nas vivências do sertão, nas madrugadas em banda, nas pequenas festas que exigiam fôlego e amor.

Hoje, com milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais e uma agenda lotada de shows, Henry se firma como representante de uma nova cena musical: mais autêntica, mais conectada com as dores e delícias do cotidiano brasileiro.

Conexão com o público é sua marca

Para além dos números e rankings, o que mais impressiona em Henry é a conexão que ele constrói com o público. Não à toa, seus shows têm sido descritos como momentos de cura coletiva. Entre um refrão e outro, há espaço para desabafo, riso, abraço, dança e memória afetiva.

“Cada música que eu faço ou canto tem um pedaço de mim, mas também tem um pedaço de quem ouve”, disse o artista em recente entrevista. “É isso que me move: saber que estou fazendo parte da história de alguém.”

Cine Pipoca exibe neste domingo, no Samsung TV Plus, os filmes “Por Amor”, “As Coisas Impossíveis do Amor” e “Pegando Fogo”

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Nem sempre os melhores filmes são os que nos fazem rir. Às vezes, são justamente aqueles que nos colocam diante da nossa própria vulnerabilidade, que nos lembram das perdas que atravessamos e nos fazem ver o quanto somos capazes de resistir, mesmo quando tudo parece ruir. É nesse espírito que o canal Cine Pipoca, disponível gratuitamente no Samsung TV Plus, apresenta neste domingo (27), a partir das 16h15, o especial “A Dor Ensina o Caminho” – uma programação que convida o espectador a mergulhar em três histórias potentes, sensíveis e profundamente humanas.

A seleção de filmes não só emociona como oferece um raro espaço de contemplação em tempos apressados. São tramas que lidam com a dor do luto, o peso da culpa, a fragilidade das relações familiares e, sobretudo, a capacidade do ser humano de amar – mesmo (ou especialmente) quando tudo parece desmoronar.

Três filmes, três jornadas emocionantes

Cada um dos títulos escolhidos para compor o especial representa uma forma diferente de viver e transformar a dor. Não há fórmulas fáceis nem finais previsíveis. O que une os três longas é o olhar delicado sobre pessoas partidas, mas ainda inteiras o suficiente para seguir.

Por Amor – Quando dois mundos quebrados se encontram

Estrelado por Ashton Kutcher e Michelle Pfeiffer, Por Amor (título original: Personal Effects) é mais do que uma história de luto. É um filme sobre os acasos que aproximam pessoas em ruínas. Kutcher interpreta um jovem devastado pela perda da irmã assassinada. Ele carrega nos olhos uma raiva silenciosa e uma tristeza que não encontra palavras.

Ao conhecer uma mulher mais velha, interpretada com imensa sensibilidade por Pfeiffer, que também vive o luto pela morte do marido, ele descobre que o afeto pode surgir dos escombros. Ambos estão marcados, mas se reconhecem na dor. O filme, dirigido por David Hollander, é um retrato sutil sobre como o amor pode nascer não da completude, mas da vulnerabilidade compartilhada.

As Coisas Impossíveis do Amor – O peso invisível da culpa

Em As Coisas Impossíveis do Amor (The Other Woman), Natalie Portman entrega uma de suas atuações mais emocionantes. No papel de Emilia, uma jovem advogada que perde a filha recém-nascida e se vê isolada entre o luto, o casamento em crise e a tentativa de construir um vínculo com o enteado, o filme revela a complexidade da maternidade, da dor silenciosa e da pressão social sobre as mulheres que não seguem o “roteiro ideal”.

Dirigido por Don Roos, o longa evita os clichês do melodrama e mergulha fundo na psique de sua protagonista. É sobre o que não se diz, sobre os olhares julgadores, sobre a expectativa de superação instantânea. E, principalmente, sobre o longo e solitário processo de perdoar a si mesma.

Pegando Fogo – Um recomeço temperado pela redenção

Para encerrar a seleção, Pegando Fogo (Burnt) traz Bradley Cooper em um papel que combina intensidade, caos e transformação. Ele interpreta Adam Jones, um chef genial e egocêntrico que perdeu tudo por causa do próprio temperamento destrutivo. Tentando reerguer sua carreira e sua vida pessoal, ele enfrenta antigos fantasmas e aprende, a duras penas, que talento sem humildade é um prato frio demais para se digerir.

O filme, dirigido por John Wells, equilibra a tensão das cozinhas de alto nível com o drama existencial de um homem que precisa reaprender a viver. Mais do que uma história de superação profissional, é um estudo sobre redenção e a necessidade de se deixar ajudar – mesmo quando o orgulho insiste em cozinhar tudo sozinho.

Um domingo para se emocionar – e refletir

O especial “A Dor Ensina o Caminho” não é feito apenas para os fãs de drama. É uma curadoria pensada para quem busca sentido, para quem reconhece na arte um espelho possível da vida real. Assistir a esses filmes em sequência não é apenas maratonar – é atravessar uma experiência que nos convida a olhar para dentro.

O Samsung TV Plus, plataforma gratuita de canais por streaming disponível em smart TVs da marca, tem se destacado justamente por oferecer conteúdos variados e com fácil acesso. O canal Cine Pipoca, onde a programação especial será exibida, é uma dessas boas surpresas: uma janela gratuita para grandes histórias.

Samsung TV Plus e o compromisso com narrativas que importam

Enquanto muitos serviços de streaming apostam em volume e algoritmos, o Samsung TV Plus mostra que a curadoria ainda importa. A plataforma oferece dezenas de canais temáticos com programação 24h, e o Cine Pipoca é um dos que mais chama atenção por sua combinação de clássicos e estreias discretas, que muitas vezes passaram batido nas salas de cinema.

A proposta do canal é clara: aproximar o público de filmes que contam boas histórias, que emocionam, provocam e divertem. E o especial do dia 27 é um exemplo de como a televisão gratuita pode, sim, oferecer conteúdo de qualidade – desde que exista atenção aos detalhes e respeito pela inteligência emocional do espectador.

Entre perdas e recomeços: o que aprendemos com esses filmes

Mais do que entretenimento, os três longas reunidos neste domingo têm algo em comum: todos tratam da reconstrução de algo que foi perdido. Um ente querido, uma carreira, uma confiança, uma identidade. São narrativas que colocam seus protagonistas em rota de colisão com o passado, mas não para que eles se destruam – e sim para que aprendam a construir um novo presente, ainda que torto, ainda que imperfeito.

É impossível não se identificar. Afinal, todos nós já perdemos algo. Todos nós, em algum momento, tentamos seguir adiante com o coração em frangalhos. E é por isso que filmes assim importam. Porque, mesmo em suas ficções, eles nos dizem: você não está sozinho

Onde assistir

📺 Canal: Cine Pipoca – disponível no Samsung TV Plus (acesso gratuito em Smart TVs Samsung)

🗓️ Data: Domingo, 27 de julho

🕓 Horário: A partir das 16h15

Magia do mundo bruxo ganha vida com a nova coleção Harry Potter da Riachuelo e FANLAB

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Em 31 de julho, fãs de Harry Potter celebram o aniversário do bruxo mais querido da história da literatura e do cinema. Este ano, essa data ganha um significado especial com o lançamento da nova coleção inspirada no universo mágico da saga, idealizada pela Riachuelo em parceria com a FANLAB — marca de cultura pop da gigante do varejo. Além das peças licenciadas, o projeto traz de volta o Store in Store, espaços temáticos que prometem encantar os fãs com cenografias imersivas em lojas selecionadas, levando a magia para dentro do cotidiano e aproximando ainda mais esse universo fascinante do público brasileiro.

Harry Potter: mais que uma saga, um fenômeno cultural

Desde sua criação nos anos 1990 pela autora J.K. Rowling, Harry Potter transcendeu as páginas dos livros para se transformar em um fenômeno global, moldando a cultura pop de diversas gerações. O universo mágico criado por Rowling inspira histórias, produtos, parques temáticos, eventos e, claro, fãs apaixonados que mantêm viva a chama do bruxo que conquistou o mundo.

No Brasil, a saga encontrou terreno fértil para se tornar um marco cultural, com comunidades engajadas, eventos temáticos e uma base crescente de seguidores nas redes sociais. A cada aniversário do personagem, a magia parece se renovar, conectando jovens, adultos e famílias em uma experiência coletiva de nostalgia, encantamento e pertencimento.

É neste contexto que a Riachuelo e a FANLAB atuam, entendendo que não vendem apenas produtos, mas proporcionam experiências que tocam o emocional dos fãs e ampliam a relação afetiva com o universo Harry Potter.

O que a nova coleção traz de especial?

A coleção Harry Potter que estreia em julho na Riachuelo vai muito além do tradicional merchandising. Ela oferece uma curadoria pensada para englobar os diferentes públicos da saga — de crianças a adultos, de fãs casuais a colecionadores dedicados.

Entre as peças, estão camisetas estampadas que homenageiam personagens icônicos e as quatro casas de Hogwarts — Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa — símbolos que carregam histórias, valores e identificação para cada fã. Além disso, a linha inclui pijamas temáticos, moletons, tricôs e uma seleção especial de itens de moda casa, que trazem conforto aliado à magia da estética do mundo bruxo.

Para quem quer mais do que roupa, a coleção oferece acessórios exclusivos: capas das casas, bolsas com inscrições que remetem aos feitiços e à escrita mágica, garrafas personalizadas, canecas e bonés, tornando possível carregar um pouco do encanto no dia a dia.

Essa diversidade de produtos revela o cuidado da Riachuelo e FANLAB em atender às expectativas de um público exigente, que valoriza a qualidade, o design e a autenticidade da marca oficial Harry Potter.

Store in Store: mergulhando na magia

O projeto Store in Store, que volta a acontecer pelo segundo ano consecutivo, é uma das grandes apostas para transformar a experiência de compra em uma verdadeira viagem ao universo de Hogwarts.

Em lojas selecionadas, os fãs poderão entrar em ambientes temáticos que recriam locais emblemáticos da saga, com cenografias cuidadosamente elaboradas para encantar e envolver o público. Esses espaços são muito mais do que pontos de venda; são verdadeiros pontos de encontro para fãs que desejam vivenciar a magia.

Em 2023, o projeto Store in Store foi reconhecido com o prêmio da Warner Bros Discovery na categoria “Melhor execução de varejo”, evidenciando o alto padrão e o impacto positivo da iniciativa.

Onde encontrar a magia?

A cenografia das lojas temáticas estará disponível em locais estratégicos, abrangendo as principais regiões do país para alcançar um público diverso.

No dia 22 de julho, o Shopping Tietê Plaza, em São Paulo, inaugura o Expresso de Hogwarts, com uma réplica da famosa locomotiva que transporta os alunos para a escola de magia e bruxaria. No dia seguinte, o Shopping Aricanduva, também em São Paulo, reabre o Salão Comunal, espaço que promete despertar memórias afetivas e encantar os visitantes com sua atmosfera acolhedora.

Em Sorocaba, no Esplanada Shopping, o dia 24 marca a chegada do Beco Diagonal, local mágico conhecido por suas lojas e peculiaridades — uma das passagens mais icônicas para o mundo bruxo.

No dia 26 de julho, o Palladium Shopping em Curitiba recebe a Plataforma 9¾, espaço que se destaca pela novidade em seu visual e promete ser um ponto de visita obrigatório para os fãs da saga no sul do país. Já em Belo Horizonte, o Minas Shopping inaugura sua versão da mesma plataforma no dia 30 de julho.

Esses corners temáticos estarão disponíveis até janeiro de 2026, garantindo uma experiência contínua e renovada para os visitantes ao longo de seis meses.

O poder das experiências para marcas e fãs

A estratégia de criar espaços temáticos e coleções oficiais vai muito além da simples comercialização. É uma forma de criar conexão, fidelizar clientes e fortalecer a relação emocional entre marcas e consumidores.

Para a Riachuelo e a FANLAB, que já possuem expertise em cultura pop, o universo Harry Potter representa uma oportunidade única de ampliar seu alcance e se posicionar como referência na oferta de produtos e experiências ligadas à cultura geek e pop.

Por outro lado, para os fãs, essas iniciativas trazem a possibilidade de vivenciar o universo mágico de forma tangível, participar de eventos temáticos e colecionar itens que reforçam sua identidade enquanto parte da comunidade global de seguidores da saga.

O cenário do varejo e cultura pop

A aposta em coleções licenciadas e experiências imersivas tem se mostrado uma tendência consolidada no varejo, principalmente no segmento jovem e geek. Consumidores buscam cada vez mais experiências que dialoguem com seus interesses pessoais e proporcionem momentos memoráveis.

Além disso, a cultura pop, especialmente franquias como Harry Potter, Marvel, Star Wars e outras, tem se consolidado como um dos principais motores de engajamento para marcas que desejam se conectar com públicos diversos.

Nesse sentido, a Riachuelo e a FANLAB atuam de forma estratégica ao investir em coleções que aliem moda, cultura e entretenimento, criando um diferencial competitivo importante no mercado brasileiro.

O que esperar para os próximos meses?

Com duração até janeiro de 2026, a coleção e as lojas temáticas terão ações especiais ao longo do período para manter o interesse e o encantamento dos consumidores.

Eventos, promoções, lançamentos de produtos exclusivos e até mesmo experiências interativas estão previstos para reforçar o vínculo dos fãs com a marca e com o universo Harry Potter.

Assim, a magia continuará presente não apenas no vestuário e acessórios, mas em toda a experiência de compra e relacionamento com a marca.

Para fãs de todas as idades

Um dos grandes méritos dessa coleção e dos espaços temáticos é a capacidade de reunir públicos de diferentes faixas etárias e perfis. Crianças encantadas pelo mundo mágico, jovens que cresceram lendo os livros, adultos que compartilham memórias afetivas e colecionadores ávidos encontram ali motivos para celebrar.

A experiência se torna, portanto, uma oportunidade para famílias se conectarem, para amigos compartilharem interesses comuns e para fãs expressarem sua paixão pelo universo Harry Potter de maneira autêntica.

Marcos e Belutti levam seus maiores sucessos à Suhai Music Hall em show emocionante no dia 25 de outubro

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No dia 25 de outubro, os fãs de sertanejo têm um encontro marcado na Suhai Music Hall, em São Paulo. Marcos & Belutti, uma das duplas mais queridas do cenário nacional, sobem ao palco para um show que promete emocionar e celebrar uma trajetória marcada por grandes sucessos e conexões profundas com o público.

Com mais de 15 anos de estrada, a dupla construiu um legado sólido, repleto de canções que fizeram parte da vida de milhões. Hits como “Domingo de Manhã”, “Aquele 1%” e “Insubstituível” são exemplos do repertório que emociona diferentes gerações, revelando a força do trabalho e o carinho que Marcos & Belutti dedicam aos seus fãs.

Números que refletem paixão e dedicação

Mais do que os títulos e prêmios, a verdadeira medida do sucesso da dupla está na relação com o público. São mais de 2 bilhões de visualizações nos vídeos oficiais, 1 bilhão de streamings nas plataformas digitais e uma base fiel de mais de 15 milhões de seguidores nas redes sociais — números que atestam a proximidade e a admiração recíproca entre artistas e fãs.

Essa presença marcante mostra que Marcos & Belutti vão além das músicas: eles acompanham, celebram e emocionam a vida de muita gente, dia após dia.

O espetáculo preparado para encantar

A apresentação na Suhai Music Hall foi cuidadosamente pensada para oferecer um espetáculo à altura da carreira da dupla. O palco será o cenário ideal para reviver grandes sucessos e também apresentar novidades que reforçam a identidade única da dupla.

Com capacidade para receber o público com conforto, a casa oferece acessibilidade e estrutura completa, como ar-condicionado, para garantir que todos desfrutem da noite sem preocupações.

O show começa às 22h, mas as portas abrem duas horas antes, dando tempo para que o público se acomode e aproveite cada momento.

Informações importantes para o público

O evento é exclusivo para maiores de 16 anos, sendo que os jovens nessa faixa etária devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais para entrar. Essa medida reforça o compromisso com a segurança e o bem-estar do público.

Os ingressos já estão disponíveis para compra online no site Ticket Store, com pagamento facilitado via cartão de crédito, débito ou PIX. A pré-venda exclusiva para clientes Suhai Seguradora começa no dia 28 de julho, a partir das 12h, seguida da venda geral no mesmo dia e horário.

Diversidade de opções para todos os gostos

Os fãs poderão escolher entre diferentes setores, que variam desde áreas VIPs mais exclusivas até plateias com preços acessíveis, contemplando tanto ingressos inteiros quanto meia-entrada. Essa variedade permite que o público encontre o espaço ideal para curtir a noite conforme sua preferência e orçamento.

“No Céu da Pátria Nesse Instante” | Documentário de Sandra Kogut sobre a tensão da democracia brasileira lança pôster oficial

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Em 8 de janeiro de 2023, o Brasil viveu um daqueles dias que entram para a história e para a memória coletiva, um momento que marcou o país e o mundo: a invasão do Congresso Nacional, do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal — os símbolos máximos da democracia nacional — por uma multidão movida por raiva, desinformação e polarização extrema. Um episódio tão tenso que colocou em xeque os pilares da convivência democrática e expôs as fissuras de um Brasil dividido.

É justamente esse capítulo intenso e doloroso que a cineasta Sandra Kogut escolheu filmar, com a sensibilidade de quem entende que a história não se limita a fatos frios, mas se constrói em emoções, medos e nuances humanas. No Céu da Pátria Nesse Instante, seu mais recente documentário, não apenas narra o que aconteceu, mas revela as camadas de tensão, incerteza e angústia que permearam aquele período.

Um mergulho na tensão e no medo do presente

O filme acompanha diversos personagens, de diferentes pontos do espectro político brasileiro, durante os meses turbulentos que antecederam e envolveram o episódio do dia 8 de janeiro. A narrativa foge do registro tradicional para explorar o ambiente emocional — aquele medo difuso, a ansiedade crescente e as “realidades paralelas” criadas por fake news que tornaram o momento ainda mais explosivo.

Para Sandra Kogut, o filme é “também sobre todo o medo e tensão que estavam contidos naquele momento”. É um convite a olhar para o Brasil não apenas como um cenário político, mas como um país de gente real, com dúvidas, paixões e fragilidades.

Esse olhar empático transforma a obra em um documento vivo, capaz de ajudar o público a compreender o presente para refletir sobre o futuro.

O poder do documentário para dar sentido à confusão

Num mundo saturado por informações imediatas e muitas vezes conflitantes, documentários como esse cumprem uma função essencial: desacelerar o olhar, abrir espaço para a escuta e o entendimento.

No Céu da Pátria Nesse Instante não é apenas um registro do que aconteceu — é um esforço para decifrar o caos, mostrando que, por trás de atos extremos, existem pessoas com histórias, medos e motivações complexas.

Esse processo de humanização é fundamental para evitar simplificações perigosas que alimentam ainda mais a polarização. Ao dar voz a diferentes lados, o filme constrói uma narrativa rica, que resiste à tentação de transformar tudo em preto e branco.

Um legado para o futuro

A diretora lembra que sabia da importância do momento para o Brasil, e da necessidade de um registro que pudesse ser revisitado por gerações futuras.

“Era um momento sério, que a gente ia querer olhar de novo com o tempo, para tentar entender, explicar para os nossos filhos”, afirma Kogut, ressaltando o papel do cinema como uma ferramenta para a memória histórica e a educação.

Essa consciência do valor histórico e educativo do documentário reforça seu impacto, tornando-o uma peça chave na reflexão sobre a democracia brasileira contemporânea.

Um filme que cruzou fronteiras

No Céu da Pátria Nesse Instante foi recebido com reconhecimento internacional, ganhando espaço em festivais renomados como o Festival de Málaga, Dok.fest München, Festival du Cinéma Brésilien de Paris, IDFA em Amsterdã — o maior festival de documentários do mundo — e o Festival de Cinema de Jeonju, na Coreia do Sul, entre outros.

O interesse global pelo filme demonstra como os temas de polarização, crise democrática e desinformação têm ressonância mundial, e como o Brasil virou um espelho para questões que desafiam democracias em todo o planeta.

No Brasil, a obra foi premiada no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, conquistando o Troféu de Melhor Montagem e o Prêmio Especial do Júri — merecidos reconhecimentos à qualidade artística e à relevância do tema.

Produção colaborativa que reflete o compromisso cultural

O documentário conta com o apoio do ProAC, por meio da Política Nacional Aldir Blanc, e foi produzido pela Ocean Films em parceria com Marola Filmes, Kiwi Filmes, GloboNews, Globo Filmes e Canal Brasil. A distribuição fica por conta da O2 Play e Lira Filmes.

Essa rede de colaboração mostra a força do audiovisual brasileiro e o interesse conjunto em dar voz a histórias que ajudam a entender a complexidade do país.

Por que esse filme importa — hoje e sempre

Em tempos em que o espaço para o diálogo é estreito, e as fake news ameaçam corroer a confiança nas instituições, entender a raiz dos conflitos é essencial.

No Céu da Pátria Nesse Instante surge como um convite a esse entendimento. Ao acompanhar os acontecimentos de perto, com humanidade e profundidade, o filme reforça a importância da democracia — não como uma abstração, mas como algo que impacta diretamente a vida das pessoas.

É uma obra que provoca reflexões, que inquieta, que emociona, e que, acima de tudo, chama à responsabilidade coletiva.

O pôster oficial: uma imagem que fala por si

A arte do pôster, que retrata a invasão ao Congresso Nacional, é emblemática e potente. Ela sintetiza a gravidade do episódio e serve como um chamado à vigilância e à preservação dos valores democráticos.

Assistir para lembrar e agir

Mais do que um filme para ser visto, No Céu da Pátria Nesse Instante é um convite para o debate, para a conscientização e para a defesa da democracia.

Ao levar o espectador a revisitar um momento crucial com sensibilidade e coragem, Sandra Kogut entrega uma obra que ficará viva na memória coletiva — um instrumento para que jamais esqueçamos o preço da liberdade e o cuidado que ela exige.

Antes mesmo da estreia da 2ª temporada, “Wandinha” é renovada para a 3ª — e prova que o gótico nunca sai de moda

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Foto: Reprodução/ Internet

Diga o que quiser sobre tendências passageiras da cultura pop. Pode falar dos hits que explodem num dia e evaporam no outro, das séries que lotam as timelines e desaparecem na semana seguinte. Mas há algo em Wandinha que escapou disso tudo — como se ela, com seu olhar gelado e passos calculados, tivesse atravessado a bagunça ruidosa do streaming e nos lembrado de algo essencial: o estranho, quando é verdadeiro, toca fundo.

Essa é, talvez, a melhor explicação para o anúncio inesperado (ou não tanto assim) feito pela Netflix: Wandinha foi renovada para sua terceira temporada antes mesmo da estreia da segunda, marcada para os dias 6 de agosto e 3 de setembro de 2025, em duas partes.

E quer saber? Essa renovação precoce nem soa como aposta — soa como consequência. Porque o fenômeno Wandinha não é hype. É identidade.

Uma garota sombria e um espelho invertido da cultura pop

Lá em 2022, quando a primeira temporada estreou, poucos previam que uma adolescente gótica, que raramente sorri, se tornaria uma das figuras mais reconhecíveis e queridas do entretenimento mundial.

Mas bastaram algumas semanas — e um punhado de frases afiadas — para que a personagem, vivida por Jenna Ortega, invadisse nossas telas, nossos feeds, nossas playlists, nosso guarda-roupa.

Sim, estamos falando de uma série que acumula mais de 1 bilhão de horas assistidas em menos de um mês, que liderou por semanas os rankings globais da Netflix, que superou até Stranger Things e Bridgerton. Mas mais do que um sucesso numérico, Wandinha se tornou um símbolo cultural. Um desses momentos em que a arte encontra o espírito do tempo — e o traduz em preto e branco (com um toque de sangue).

A anti-heroína que todos queriam, mas ninguém esperava

Há algo de profundamente libertador em assistir alguém como Wandinha ocupar o centro da narrativa. Ela não está interessada em ser boazinha. Não quer se apaixonar. Não precisa da aprovação de ninguém. E ainda assim (ou por causa disso), ela se conecta com milhões.

É como se, ao recusarmos os sorrisos forçados, a empatia automática e os finais felizes enlatados, estivéssemos abrindo espaço para uma verdade mais crua, mais autêntica. Wandinha é essa verdade. Ela é o incômodo necessário. A contradição viva. O silêncio eloquente.

E nesse silêncio, muita gente se viu. Gente que sempre se sentiu “demais” — ou “de menos”. Gente que aprendeu a sobreviver nas margens. Gente que nunca foi convidada pro baile da escola, mas que dançou sozinha no quarto até tarde da noite.


O DNA sombrio da série: Burton, Elfman e uma estética que é personagem

Parte do fascínio de Wandinha vem da sua atmosfera — que não é só visual, é sensorial. Quando os créditos sobem, a gente sente que respirou o mesmo ar gelado da Escola Nunca Mais. Que caminhou pelas florestas da Romênia. Que ouviu os estalos dos corredores antigos e o ranger de portões enferrujados.

O toque de Tim Burton, que dirigiu os quatro primeiros episódios e assinou a produção, é mais do que reconhecível — é visceral. A estética gótica, os enquadramentos excêntricos, o humor desconcertante… tudo remete àquele universo burtoniano que brinca com o macabro como quem serve chá.

A trilha sonora, claro, fica por conta de Danny Elfman. E ela não só embala, como assombra. A música de Wandinha é quase um feitiço — daquelas melodias que você ouve e já sente a temperatura cair uns três graus.

Enid, Thornhill, Tio Chico: por que o elenco também é uma dança de opostos

Se Wandinha é o núcleo, o elenco ao redor dela é a órbita. E cada personagem contribui com camadas que enriquecem o universo da série.

Temos Enid, a colega de quarto colorida e expansiva, interpretada com doçura por Emma Myers. O contraste entre as duas — o preto-e-branco versus o arco-íris — gera uma das dinâmicas mais cativantes da série. É quase como se fossem duas metades de uma mesma inquietação adolescente.

Christina Ricci, que viveu Wandinha nos anos 90, retorna agora como a misteriosa professora Thornhill. É mais do que uma participação especial: é uma ponte entre gerações. Um aceno afetuoso aos fãs mais antigos, sem depender da nostalgia fácil.

No papel de Tio Chico, Fred Armisen rouba a cena com uma mistura deliciosa de esquisitice e afeto. Catherine Zeta-Jones como Morticia e Luis Guzmán como Gomez reimaginam o casal icônico com uma latinidade calorosa e um humor sinistro, mas sempre apaixonado.

E não dá para esquecer dos estudantes da Escola Nunca Mais: Xavier, Bianca, Tyler… todos habitando um mundo onde o estranho é norma, e a normalidade, uma aberração.

Segunda temporada: o que esperar de Wandinha versão 2025?

A nova temporada já nasce com a responsabilidade de manter (ou superar) o padrão altíssimo da anterior. Mas ao que tudo indica, não faltam planos ambiciosos.

A segunda temporada será dividida em duas partes. Uma estreia no dia 6 de agosto, a outra, no 3 de setembro. A estratégia visa prolongar o envolvimento do público e, claro, gerar mais teorias, fanarts e especulações.

Nas palavras dos criadores Al Gough e Miles Millar, a nova leva de episódios mergulhará ainda mais fundo nos segredos da Escola Nunca Mais, nas catacumbas da família Addams, e nos conflitos internos de Wandinha. Mais mistério, menos romance — como a própria Jenna Ortega já havia sugerido.

E por falar nela…

Jenna Ortega: a atriz que virou ícone — e que carrega Wandinha com a alma

A escolha de Jenna Ortega para o papel principal pode ter parecido ousada num primeiro momento. Mas hoje, soa como destino.

Com sua entrega milimétrica, seu olhar penetrante e sua postura que mistura vulnerabilidade e dureza, Jenna construiu uma Wandinha tridimensional. Não é uma caricatura. É uma adolescente complexa, com feridas, intuições e um senso de justiça próprio.

O fato de a atriz ter feito questão de participar ativamente da construção da personagem — inclusive coreografando a icônica dança do episódio 4 — diz muito sobre sua conexão com o papel.

Jenna não está apenas interpretando Wandinha. Ela é Wandinha. E o mundo, ao que tudo indica, está feliz com isso.

Terceira temporada confirmada: o que ainda pode ser contado?

A Netflix anunciou a renovação da série para a 3ª temporada mesmo antes de a segunda ir ao ar. É o tipo de decisão rara — e reveladora. Porque não se trata apenas de audiência. É uma aposta na longevidade de um universo narrativo que ainda tem muito a oferecer.

O que vem por aí? Ninguém sabe ao certo. Mas as pistas apontam para mais segredos da família Addams, novos vilões sobrenaturais e dilemas emocionais que vão testar os limites de Wandinha — inclusive os dela consigo mesma.

Fala-se em novos parentes, em novos professores, em mais lendas sinistras escondidas nas sombras da Escola Nunca Mais. E, claro, em mais sarcasmo, mais silêncio e mais frases cortantes que nos farão rir sem culpa.

Muito além do entretenimento: o impacto cultural de Wandinha

Você pode ver Wandinha como uma série de mistério adolescente. Ou como uma sátira gótica. Ou até como uma homenagem a Tim Burton. Mas o que talvez a torne tão especial é que ela também é um sinal dos tempos.

Em um mundo em que ser diferente ainda é motivo de exclusão, Wandinha representa a coragem de ser quem se é — mesmo que isso assuste os outros. Ou talvez, justamente por isso.

Ela virou figurinha de WhatsApp. Tema de festa. Look de Halloween. Letra de música indie. Página de diário. Referência fashion. Inspiração para quem achava que não pertencia.

E tudo isso sem nunca forçar a barra. Sem lição de moral. Sem discurso pronto. Só sendo… ela mesma.

A força do estranho — e por que precisamos disso agora

Vivemos numa época de ruído constante, onde tudo parece urgência, polidez ensaiada e sorrisos de filtro. E então surge Wandinha: quieta, firme, afiada.

Ela nos lembra que o silêncio também fala. Que o estranho pode ser belo. Que não precisamos nos encaixar em nada para merecer estar aqui.

Talvez por isso, essa série tenha se tornado um fenômeno global. Não porque agrada a todos. Mas porque acolhe quem nunca se sentiu agradado por ninguém.

Enquanto a nova temporada não chega…

Reveja aquela cena da dança. Repare nos detalhes da Escola Nunca Mais. Ouça a trilha sonora num dia nublado. Vista preto com mais convicção. Escreva uma carta com sarcasmo afetuoso. Ou apenas sinta-se à vontade na sua própria esquisitice.

Porque Wandinha não é só uma série que assistimos. É um lugar simbólico para onde fugimos quando o mundo parece idiota demais. É um lembrete de que somos muitos — e estamos acordando.

E agora que sabemos que ela volta para uma terceira temporada, podemos respirar aliviados.

Mesmo que Wandinha não o faça.

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