Tyler Perry coloca Joe na estrada e aposta em humor e afeto em A Viagem de Carro de Joe, nova comédia da Netflix

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A Netflix divulgou esta semana o trailer oficial de “A Viagem de Carro de Joe”, nova comédia escrita, dirigida e protagonizada por Tyler Perry (Madea e o Casamento nas Bahamas, Até a Última Gota, Diário de uma Louca), reforçando mais uma vez a parceria sólida entre o cineasta e a plataforma de streaming. O material apresenta os primeiros visuais do longa, que estreia em 13 de fevereiro de 2026, e já deixa claro que o público pode esperar uma mistura de humor ácido, conflitos familiares e lições de vida embaladas por uma jornada cheia de imprevistos.

O filme marca um passo importante dentro do universo criado por Perry. Pela primeira vez, Joe Simmons, o irmão rabugento e explosivo da icônica Madea, assume o papel principal em uma história própria. Conhecido por suas falas sem filtro e seu temperamento difícil, Joe sempre funcionou como personagem coadjuvante de alívio cômico. Agora, ele ganha profundidade e protagonismo em uma narrativa que explora não apenas suas piadas afiadas, mas também suas contradições e fragilidades.

A trama acompanha Joe quando ele percebe que algo o incomoda profundamente: seu neto, B.J., parece despreparado para a vida adulta. Na visão do avô, o garoto foi protegido demais pelo pai, Brian, e cresceu distante das dificuldades reais do mundo. Fiel à sua personalidade direta e nada diplomática, Joe decide agir por conta própria, acreditando que ninguém melhor do que ele para ensinar ao jovem como a vida realmente funciona.

A solução encontrada é tão simples quanto caótica. Joe propõe uma viagem de carro atravessando o país, com o objetivo oficial de visitar faculdades para B.J., mas com uma missão paralela bem clara: dar ao neto um verdadeiro choque de realidade. Ao longo da estrada, o que era para ser apenas um percurso educativo se transforma em uma aventura imprevisível, marcada por discussões familiares, situações absurdas e encontros inesperados.

O trailer indica que a jornada vai muito além do humor escancarado. Joe tenta ensinar a B.J. lições sobre responsabilidade, identidade e, principalmente, sobre a história negra, sempre do seu jeito ríspido e pouco paciente. Ao mesmo tempo, o jovem passa a enxergar o avô sob uma nova perspectiva, descobrindo que por trás do homem rabugento existe alguém moldado por experiências duras e silêncios acumulados ao longo da vida.

Tyler Perry constrói a narrativa usando a estrada como símbolo de transformação. Enquanto o avô acredita estar moldando o neto, ele próprio é confrontado por suas falhas, sua dificuldade em demonstrar afeto e sua relação conturbada com o filho Brian. A comédia surge justamente desse choque de gerações, visões de mundo e formas diferentes de lidar com amor, medo e expectativas.

Como já se tornou marca registrada de sua carreira, Tyler Perry interpreta múltiplos personagens no filme. Além de viver Joe Simmons, ele retorna ao papel de Brian e ainda deixa no ar a possibilidade de uma aparição especial de Madea, figura central de seu universo cinematográfico. Perry já é conhecido por essa versatilidade em frente às câmeras, algo que se repete em grande parte de sua filmografia (produções anteriores como Madea’s Family Reunion, A Fall from Grace, Um Funeral em Família, Madea’s Witness Protection e A Jazzman’s Blues).

O jovem B.J. é interpretado por Jermaine Harris, conhecido pela série Saturdays. O ator surge como um contraponto natural ao protagonista, trazendo uma atuação mais contida e sensível, que ajuda a equilibrar o humor exagerado de Joe. A relação entre os dois promete ser o coração emocional do filme, conduzindo o espectador entre risadas e momentos de reflexão.

O elenco de apoio conta ainda com Amber Reign Smith, Bethany Anne Lind e Jeremy Gimenez, que aparecem ao longo da viagem em personagens que cruzam o caminho da dupla e ajudam a ampliar os conflitos da narrativa. Esses encontros reforçam o caráter episódico da jornada e contribuem para a sensação de movimento constante, tanto físico quanto emocional.

“A Viagem de Carro de Joe” se insere em uma longa tradição das obras de Tyler Perry, que frequentemente utilizam a comédia como ponto de partida para discutir temas mais profundos, como relações familiares, amadurecimento, legado e pertencimento. Mesmo quando aposta em personagens caricatos, o cineasta costuma construir histórias que dialogam diretamente com experiências reais de seu público.

“Twinless – Um Gêmeo a Menos” chega às plataformas digitais e amplia seu alcance após destaque em Sundance

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Disponível para aluguel e compra nas principais plataformas digitais, Twinless – Um Gêmeo a Menos chega ao público como um daqueles filmes que não se limitam a contar uma história, mas convidam o espectador a sentir, refletir e, muitas vezes, se reconhecer. Estrelado por Dylan O’Brien e James Sweeney, que também assina o roteiro e a direção, o longa se destaca como um drama profundamente humano sobre luto, identidade e a complexidade das relações que nascem em meio à dor.

A produção ganhou projeção internacional ao estrear na Competição Dramática dos Estados Unidos do Festival de Sundance de 2025, em 23 de janeiro. A recepção calorosa culminou na conquista do Prêmio do Público, um reconhecimento que costuma indicar quando um filme consegue estabelecer uma conexão emocional genuína com quem o assiste. Agora, fora do circuito de festivais, Twinless chega oficialmente às lojas digitais brasileiras, podendo ser assistido via Apple TV, Amazon Prime Video, Claro TV+, Google Play, Microsoft Films & TV (Xbox) e Vivo Play, com valores a partir de R$ 29,90.

Um encontro marcado pela ausência

A trama acompanha Dennis (James Sweeney) e Roman (Dylan O’Brien), dois homens que se conhecem em um grupo de apoio voltado a pessoas que perderam seus irmãos gêmeos. A escolha desse ponto de partida não é casual. Perder um irmão já é, por si só, uma experiência devastadora; perder um gêmeo, alguém com quem se compartilha uma ligação quase simbiótica, traz à tona questões ainda mais profundas sobre identidade e pertencimento.

Dennis e Roman chegam ao grupo carregando dores diferentes, mas igualmente intensas. Ambos tentam entender como seguir vivendo após a perda de alguém que, em muitos aspectos, funcionava como um reflexo de si mesmos. O filme não romantiza esse processo. Pelo contrário, mostra o luto como algo confuso, desconfortável e, muitas vezes, contraditório. Há dias de silêncio absoluto, outros de raiva, outros ainda de uma tentativa quase desesperada de preencher o vazio deixado pela ausência.

É nesse contexto que nasce uma amizade improvável, construída aos poucos, entre conversas hesitantes, momentos de identificação e situações em que a proximidade emocional ultrapassa o que seria considerado “adequado” por padrões externos. Twinless não se preocupa em oferecer respostas fáceis; prefere explorar as zonas cinzentas das relações humanas, onde afeto, dependência e projeção emocional se misturam.

James Sweeney e um olhar autoral sobre o luto

O fato de James Sweeney acumular as funções de roteirista, diretor e ator imprime ao filme um caráter extremamente pessoal. Seu texto evita diálogos expositivos e aposta em situações cotidianas, muitas vezes silenciosas, para comunicar o que os personagens sentem. Dennis não é um protagonista tradicional: ele erra, se contradiz, se fecha e, em alguns momentos, afasta aqueles que tentam se aproximar. Essa imperfeição é justamente o que torna o personagem tão real.

Na direção, Sweeney opta por uma abordagem contida, deixando que as emoções emerjam naturalmente, sem trilhas sonoras excessivamente manipuladoras ou grandes discursos explicativos. O resultado é um filme que confia no espectador e respeita seu tempo de assimilação, permitindo que cada um interprete as atitudes e escolhas dos personagens a partir de suas próprias vivências.

Dylan O’Brien em um papel que desafia expectativas

Para Dylan O’Brien, Twinless – Um Gêmeo a Menos representa um dos trabalhos mais ousados e maduros de sua carreira. Conhecido por papéis em produções de grande apelo popular, o ator se distancia aqui de qualquer imagem heroica ou idealizada. Roman é vulnerável, intenso e, por vezes, desconcertante. O’Brien constrói o personagem com uma entrega emocional que surpreende, explorando fragilidades que raramente têm espaço em narrativas mais convencionais.

A participação do ator no filme foi anunciada em fevereiro de 2024 e rapidamente gerou curiosidade, especialmente pelo teor intimista da história. Após a estreia no Sundance, Twinless acabou envolvido em uma polêmica quando clipes e GIFs de cenas íntimas — incluindo momentos de sexo gay protagonizados pelo personagem de O’Brien — vazaram nas redes sociais, como X e Tumblr. O material foi retirado do ar após denúncias de violação de direitos autorais, e o filme acabou sendo temporariamente removido da plataforma online do festival, o que provocou forte reação negativa entre participantes que assistiam remotamente.

Embora controverso, o episódio acabou evidenciando um dos méritos do longa: sua disposição em tratar a intimidade e a sexualidade de forma honesta, sem filtros moralistas ou concessões fáceis ao olhar conservador. Em Twinless, essas cenas não existem para chocar, mas para aprofundar a compreensão emocional dos personagens.

Um elenco que amplia o impacto emocional

Além da dupla central, o filme conta com um elenco de apoio que contribui de maneira significativa para a construção do universo emocional da narrativa. Em maio de 2024, Aisling Franciosi e Lauren Graham foram confirmadas no projeto, adicionando camadas importantes à história. Já em agosto, novos nomes se juntaram à produção, como Tasha Smith, Chris Perfetti, François Arnaud, Susan Park e Cree Cicchino.

Os personagens secundários, especialmente os membros do grupo de apoio, funcionam como espelhos alternativos do luto. Cada um representa uma forma diferente de lidar com a perda, reforçando a ideia de que não existe um único caminho para seguir em frente — e que, muitas vezes, seguir em frente não significa “superar”, mas aprender a conviver com a ausência.

Uma jornada sobre coragem, amizade e esperança! Monarcas: O Conto das Borboletas encanta e chega aos cinemas brasileiros

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A partir desta quinta-feira, 22 de janeiro, o público brasileiro poderá conferir nos cinemas a animação “Monarcas: O Conto das Borboletas”, um filme que transforma uma aventura aparentemente simples em uma história profunda sobre superação, empatia e pertencimento. Pensado para o público infanto-juvenil, o longa consegue ultrapassar essa barreira etária ao construir uma narrativa sensível, capaz de emocionar crianças, jovens e adultos.

Dirigido por Jean-François Pouliot e Sophie Roy, o filme acompanha a trajetória de Patrick, uma borboleta-monarca que nasce com apenas uma asa. Em uma comunidade onde a grande migração anual representa um rito fundamental de sobrevivência e identidade, Patrick cresce sendo visto como frágil e incapaz de completar o percurso. Ainda assim, movido por um forte desejo de provar que pode ir além das limitações impostas pelos outros — e por si mesmo —, ele decide embarcar nessa jornada desafiadora.

Ao seu lado estão Marty, seu amigo leal e bem-humorado, e Jennifer, uma borboleta determinada e curiosa, que acredita no potencial de Patrick desde o início. Juntos, eles atravessam paisagens deslumbrantes, enfrentam predadores naturais, lidam com os impactos da ação humana sobre o meio ambiente e descobrem que a verdadeira força não está apenas nas asas, mas também na união e na confiança mútua.

Apesar do tom leve e acessível, “Monarcas: O Conto das Borboletas” se destaca por tratar de temas importantes de forma delicada e simbólica. A condição de Patrick funciona como uma metáfora clara sobre deficiência, diferenças e exclusão social, convidando o espectador a refletir sobre como julgamentos precipitados podem limitar sonhos. Sem recorrer a lições explícitas, o filme constrói sua mensagem por meio das atitudes dos personagens e das escolhas que fazem ao longo da jornada.

Visualmente, a animação aposta em um estilo colorido e acolhedor, valorizando a natureza como um espaço de beleza, mas também de desafios. Os cenários acompanham a transformação emocional dos personagens, reforçando a ideia de crescimento e amadurecimento ao longo do caminho. A trilha sonora e o ritmo narrativo contribuem para manter o envolvimento do público, equilibrando momentos de aventura, humor e emoção.

Outro ponto forte é a dublagem brasileira, que adiciona proximidade e carisma à experiência. O elenco reúne Francisco Junior, Lene Bastos, Rafael Quelle, Mari Guedes, Raíssa B, Destez, Douglas Guedes, Andressa Bodê, Marli Bortoletto e Ricardo Teles, cujas interpretações ajudam a dar vida e personalidade aos personagens, ampliando a identificação do público nacional com a história.

O lançamento de Monarcas acontece de forma abrangente, com exibição em salas de cinema de todo o país. O filme entra em cartaz em grandes redes como Cinemark, Kinoplex, UCI, Cineflix, Cinesystem, Moviecom, Centerplex e Playcine, além de diversos circuitos regionais. Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Fortaleza, Maceió, Aracaju, Goiânia, Cuiabá, Manaus, Belém, Porto Alegre, Campinas e Ribeirão Preto já contam com sessões confirmadas, garantindo amplo acesso ao público.

Yoshi atende ao chamado e leva Mario a uma aventura cósmica no novo trailer de “Super Mario Galaxy: O Filme”

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A jornada de Mario pelos cinemas está longe de terminar. A Universal Pictures divulgou um novo trailer e um cartaz inédito de “Super Mario Galaxy: O Filme”, continuação direta do fenômeno “Super Mario Bros: O Filme” (2023), que levou mais de 6,6 milhões de espectadores aos cinemas brasileiros. Produzida pela Illumination em parceria com a Nintendo, a animação estreia no Brasil no dia 1º de abril, prometendo elevar a aventura a uma escala ainda maior, agora atravessando os limites do Reino dos Cogumelos e alcançando o espaço.

Desde as primeiras imagens, o novo material deixa claro que a sequência aposta em uma narrativa mais ambiciosa. A história se afasta do conflito restrito a um único reino e passa a explorar ameaças que colocam toda a galáxia em perigo. O tom segue leve e bem-humorado, fiel à identidade da franquia, mas com um senso de urgência e grandiosidade que amplia o impacto da experiência cinematográfica.

O grande destaque do trailer é a introdução de Yoshi, personagem clássico dos jogos da Nintendo e figura querida por diferentes gerações. Sua chegada ao universo cinematográfico marca um momento simbólico para os fãs, já que o personagem passa a integrar ativamente a narrativa, deixando de ser apenas uma referência para se tornar parte essencial da nova missão enfrentada por Mario e seus aliados.

A direção permanece nas mãos de Aaron Horvath e Michael Jelenic (Teen Titans Go! – O Filme, Uma Aventura Lego 2), que retornam para dar continuidade ao estilo visual e narrativo que consagrou o primeiro longa. A dupla investe novamente em um ritmo acelerado, equilibrando ação, comédia física e momentos de emoção, mantendo a história acessível tanto para crianças quanto para adultos.

Na trama, após salvarem o Reino dos Cogumelos, Mario e seus amigos se veem diante de uma ameaça de origem cósmica capaz de destruir múltiplos mundos. Para enfrentar esse novo perigo, o grupo precisa deixar sua zona de conforto e embarcar em uma jornada intergaláctica repleta de desafios, alianças inesperadas e descobertas que colocam à prova a coragem dos heróis.

O roteiro é assinado por Matthew Fogel (Minions: A Origem de Gru), que retorna para aprofundar os laços entre os personagens e explorar novas camadas emocionais dentro da aventura. A trilha sonora fica novamente a cargo de Brian Tyler (Velozes e Furiosos 7, Vingadores: Era de Ultron), responsável por dar peso épico às cenas de ação e criar uma ponte emocional com temas clássicos da franquia.

No elenco de vozes, os protagonistas retornam com força total. Chris Pratt (Guardiões da Galáxia, Jurassic World) volta a interpretar Mario, enquanto Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha, Duna: Parte Dois) reprisa o papel da Princesa Peach, agora ainda mais ativa na linha de frente da missão. Charlie Day (Quero Matar Meu Chefe, Philadelphia) retorna como Luigi, trazendo humor e sensibilidade, e Jack Black (Escola de Rock, Kung Fu Panda) reassume o papel de Bowser, reforçando o carisma do vilão. Keegan-Michael Key (Corra!, A Festa da Salsicha) e Kevin Michael Richardson (Hotel Transilvânia, Invencível) completam o time principal.

A produção segue sob o comando de Chris Meledandri (Meu Malvado Favorito, Minions) e Shigeru Miyamoto, criador de Mario e uma das figuras mais influentes da história dos videogames. A parceria entre Illumination e Nintendo continua sendo um dos pilares do sucesso da adaptação cinematográfica, garantindo fidelidade ao espírito dos jogos sem abrir mão de uma linguagem acessível ao grande público.

Visualmente, “Super Mario Galaxy: O Filme” aposta em cenários ainda mais variados e ousados, com planetas de gravidade própria, estruturas flutuantes e paisagens coloridas que remetem diretamente aos jogos da série Galaxy. A animação eleva o nível de detalhamento e movimento, reforçando o compromisso da produção com uma experiência pensada especialmente para a tela grande.

K-drama “Shining” revela primeiro pôster e confirma estreia para março com Park Jinyoung e Kim Min-ju no elenco

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Os fãs de dramas coreanos já podem marcar no calendário. O k-drama “Shining” acaba de divulgar seu primeiro pôster oficial e confirmou a data de estreia para 6 de março, dando início a uma das produções mais comentadas da temporada. A série chama atenção desde o anúncio por reunir dois nomes muito populares entre o público jovem: Park Jinyoung, integrante do GOT7 e ator em ascensão, e Kim Min-ju, ex-integrante do IZ*ONE, que vem consolidando sua carreira na atuação.

Com uma proposta que mistura drama emocional, amadurecimento pessoal e relações humanas complexas, “Shining” promete ir além do romance tradicional, apostando em personagens marcados por conflitos internos e escolhas difíceis. O primeiro pôster divulgado já dá pistas do tom da narrativa, apostando em uma estética delicada, introspectiva e carregada de simbolismo, algo que costuma agradar tanto o público coreano quanto os fãs internacionais de k-dramas.

Embora muitos detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos sob sigilo, “Shining” se apresenta como um drama centrado em personagens que carregam feridas emocionais e buscam um novo sentido para suas vidas. A produção deve explorar temas como identidade, sonhos interrompidos, relações familiares e a dificuldade de se manter fiel a si mesmo em meio às pressões sociais.

O título da série sugere essa dualidade entre luz e escuridão, indicando que o brilho dos personagens não surge da perfeição, mas da capacidade de enfrentar os próprios medos e fragilidades. A expectativa é que o roteiro trabalhe essas questões de forma sensível, sem recorrer a soluções fáceis ou conflitos artificiais.

Em “Shining”, Park Jinyoung interpreta Yeon Tae Seo, um dos protagonistas da história. Conhecido inicialmente como idol do GOT7, Jinyoung vem construindo uma carreira sólida como ator, com atuações elogiadas em produções recentes. Seu histórico em papéis mais contidos e emocionalmente densos faz dele uma escolha natural para um drama que promete mergulhar no psicológico de seus personagens.

Yeon Tae Seo deve ser retratado como alguém em processo de transformação, lidando com expectativas externas e dilemas pessoais que o colocam em conflito constante. A presença de Jinyoung no papel principal aumenta consideravelmente a expectativa em torno da série, especialmente entre fãs que acompanham sua evolução artística fora dos palcos.

Ao lado dele, Kim Min-ju interpreta Mo Eun A, outra personagem central da trama. Após o fim das atividades do IZ*ONE, Min-ju vem se dedicando cada vez mais à atuação, escolhendo projetos que lhe permitam mostrar versatilidade e amadurecimento artístico. Em “Shining”, ela deve viver uma personagem marcada por sensibilidade e força emocional, alguém que enfrenta desafios internos enquanto tenta manter uma aparência de estabilidade.

A parceria entre Park Jinyoung e Kim Min-ju é um dos grandes atrativos da série. A química entre os protagonistas é apontada como um dos pontos fortes da produção, prometendo momentos intensos e carregados de emoção, seja em cenas mais intimistas ou em conflitos mais diretos.

Além do casal principal, “Shining” conta com um elenco de apoio que contribui para enriquecer a trama. Shin Jae Ha, Park Se Hyun e outros nomes importantes aparecem em papéis de destaque, formando uma rede de personagens que influenciam diretamente as escolhas e o desenvolvimento dos protagonistas. A presença desses atores sugere uma narrativa mais ampla, que não se limita apenas ao arco romântico, mas constrói um universo emocional mais complexo.

A direção da série fica por conta de Kim Yoon Jin, conhecido por seu olhar cuidadoso para histórias centradas em personagens e relações humanas. Já o roteiro é assinado por Lee Sook Yun, que promete uma abordagem delicada e bem estruturada, focada na evolução emocional dos personagens ao longo dos episódios.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta sexta, 30 de janeiro, na TV Globo

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A Sessão da Tarde desta sexta-feira, 30 de janeiro de 2026, promete levar o público a um universo de fantasia, música e despedidas marcantes. A TV Globo exibe “Descendentes 3”, terceiro e último filme da franquia da Disney que conquistou uma geração ao revisitar os clássicos contos de fadas sob uma nova perspectiva: a dos filhos dos vilões mais famosos do cinema.

Lançado em 2019, o longa encerra a trilogia com uma história mais madura, sem perder o tom leve e colorido que consagrou a saga. Entre números musicais vibrantes e conflitos emocionais, o filme fala sobre escolhas, pertencimento e a coragem de mudar o próprio destino.

Na trama, Mal, Evie, Carlos e Jay retornam à Ilha Proibida com um objetivo nobre: oferecer a outros jovens descendentes de vilões a oportunidade de viver em Auradon, um reino que simboliza recomeço e inclusão. A ideia é ampliar pontes entre dois mundos que sempre viveram separados pelo medo e pelo preconceito.

Mas o plano não sai como esperado. Quando a barreira mágica que isola a Ilha Proibida é danificada, o equilíbrio entre os reinos fica ameaçado. O perigo obriga os protagonistas a enfrentarem desafios ainda maiores do que nos filmes anteriores, colocando à prova amizades, lealdades e decisões que podem mudar o futuro de todos.

Ao longo da narrativa, o filme se aprofunda principalmente nos conflitos de Mal, que precisa lidar com o peso de suas origens e com as responsabilidades que assumiu. O tom da história reflete o amadurecimento dos personagens e do próprio público que acompanhou a franquia desde o início.

O anúncio de “Descendentes 3” aconteceu em fevereiro de 2018, quando o Disney Channel confirmou que a história teria um capítulo final. A direção ficou novamente sob o comando de Kenny Ortega, conhecido por seu trabalho em High School Musical, enquanto o roteiro foi assinado por Sara Parriott e Josann McGibbon, responsáveis por manter a identidade jovem e musical da franquia.

As gravações ocorreram no Canadá, entre maio e julho de 2018, e desde o início o projeto foi tratado como uma despedida definitiva dos personagens. Isso se reflete no tom mais emocional do filme, que aposta em grandes momentos visuais e em uma narrativa pensada para fechar ciclos.

O filme reúne novamente o elenco que se tornou sinônimo da franquia. Dove Cameron, conhecida também por Schmigadoon! e Agents of S.H.I.E.L.D., retorna como Mal, protagonista da história. Sofia Carson, de produções como Continência ao Amor e Pretty Little Liars: The Perfectionists, vive Evie, enquanto Booboo Stewart, lembrado por A Saga Crepúsculo e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, interpreta Jay.

Cameron Boyce, que atuou em Jessie e Gente Grande, retorna como Carlos, em uma participação que ganhou ainda mais significado após sua morte em 2019. Mitchell Hope, de Let It Snow, completa o grupo central como Ben, o rei de Auradon.

O longa também traz de volta China Anne McClain, conhecida por A Casa da Raven e Black Lightning, no papel de Uma, além de Sarah Jeffery, vista em Charmed, como Audrey, e Anna Cathcart, de Para Todos os Garotos que Já Amei, como Dizzy.

A música segue como um dos grandes pilares de Descendentes 3. As canções ajudam a conduzir a narrativa, reforçam os conflitos emocionais e transformam momentos decisivos em grandes espetáculos visuais. As coreografias elaboradas e o figurino vibrante contribuem para o clima de fantasia que conquistou o público ao longo dos anos.

O filme também carrega uma carga emocional especial por marcar a despedida definitiva da franquia e a última participação de Cameron Boyce na saga, tornando cada cena ainda mais significativa para fãs e elenco.

Murilo Huff é o convidado especial do Domingo Legal (1ª) em programa recheado de atrações

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O mês de fevereiro começa em clima de festa na televisão brasileira, e o Domingo Legal promete entregar uma edição especial para o público do SBT. Neste domingo, 1º de fevereiro, o programa comandado por Celso Portiolli recebe o cantor Murilo Huff, um dos principais nomes do sertanejo atual, em uma participação que reúne música de sucesso, desafios inusitados e muita descontração.

Conhecido por sua trajetória marcada por letras românticas e melodias que rapidamente conquistaram o público, Murilo Huff sobe ao palco do Domingo Legal para apresentar alguns dos maiores hits de sua carreira. O musical promete ser um dos pontos altos da atração, com canções que embalam histórias de amor, superação e desilusões, temas que ajudaram a consolidar o cantor entre os mais ouvidos do país.

Entre as músicas escolhidas estão “Uma Ex”, “Anestesiado”, “Mentes Tão Bem” e o sucesso “Deixa Eu”, faixa que recentemente alcançou o Top 8 do Spotify Brasil e permaneceu por várias semanas entre as dez canções mais tocadas da plataforma. O bom desempenho nas paradas reforça o momento especial vivido pelo artista, que segue ampliando sua base de fãs e consolidando seu espaço no cenário musical nacional.

O musical ganha ainda mais força com a participação especial da dupla Paulo & Nathan, que divide o palco com Murilo na interpretação da música “Camisa de Força”. O encontro promete agradar em cheio os fãs do sertanejo contemporâneo, trazendo sintonia, emoção e uma performance cheia de energia para o público de casa.

Além de mostrar seu talento musical, Murilo Huff também se permite viver um lado mais descontraído durante o programa. A convite de Celso Portiolli, o cantor aceita participar, pela primeira vez, do divertido quadro “Cardápio Surpresa”, um dos mais populares do Domingo Legal. No desafio, os convidados precisam provar pratos nada convencionais, preparados especialmente para surpreender — e, muitas vezes, arrancar caretas e gargalhadas.

Os pratos exóticos são assinados pela chef Andréia Pimentel, conhecida por sua criatividade e por testar os limites dos participantes do quadro. Entre sabores inesperados e combinações improváveis, Murilo encara o desafio com bom humor, rendendo momentos espontâneos e divertidos que prometem conquistar o público e se tornar assunto nas redes sociais.

A participação do cantor reforça a proposta do Domingo Legal de reunir entretenimento para toda a família, misturando música, humor, desafios e interação com os convidados. Ao longo dos anos, o programa se consolidou como uma das principais atrações dominicais da televisão brasileira, mantendo uma fórmula que equilibra diversão leve e conteúdos capazes de agradar diferentes faixas etárias.

Celso Portiolli, à frente da atração, conduz o programa com seu estilo carismático e próximo do público, criando um ambiente descontraído que permite aos convidados se sentirem à vontade para mostrar diferentes lados de suas personalidades. No caso de Murilo Huff, essa combinação entre talento musical e espontaneidade promete render uma participação memorável.

Além de Skinwalker retorna com olhar mais humano e investigações ainda mais profundas sobre mistérios que desafiam a ciência

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Desde 2020, o Rancho Skinwalker se consolidou como um dos lugares mais intrigantes do planeta quando o assunto são fenômenos aéreos não identificados e eventos fora dos padrões conhecidos da ciência. Sob a liderança do astrofísico e engenheiro Dr. Travis Taylor, figura já familiar ao público por O Segredo do Rancho Skinwalker, o local deixou de ser apenas alvo de lendas para se tornar um campo permanente de investigação científica. Agora, essa busca por respostas ganha novos contornos com a chegada da terceira temporada de Além de Skinwalker (Beyond Skinwalker Ranch), que estreia nesta sexta-feira.

Diferente das temporadas anteriores, a nova fase da série decide ir além dos limites do rancho localizado em Utah. A proposta é ampliar o mapa das investigações e verificar se os fenômenos registrados ali também se manifestam em outros pontos dos Estados Unidos. A equipe passa a visitar regiões marcadas por relatos recorrentes de atividades anômalas, como aparições de orbes luminosos, alterações eletromagnéticas e avistamentos frequentes de objetos voadores não identificados.

O time de investigadores reúne especialistas de diferentes áreas. Além de Travis Taylor, a produção conta com o ex-agente da CIA Andrew Bustamante e o jornalista investigativo Paul Beban, premiado por seu trabalho de apuração em temas sensíveis e de difícil comprovação. Juntos, eles buscam evidências que sustentem a hipótese de que os eventos observados em Skinwalker não são isolados, mas parte de um fenômeno mais amplo e repetido em diferentes regiões do país.

Ao longo da terceira temporada, novas tecnologias passam a ser utilizadas para coleta e análise de dados, permitindo registros mais precisos e comparações entre os locais investigados. A série também incorpora o relato do autor Chris Bledsoe, conhecido por afirmar ter vivido um encontro direto com óvnis. Seu testemunho serve como ponto de partida para experimentos e análises que tentam cruzar experiências humanas com dados científicos.

O episódio de estreia, “Montanha Misteriosa”, leva a equipe ao norte da Califórnia, onde Andy e Paul investigam o Monte Shasta, um dos locais mais cercados por relatos de fenômenos incomuns e considerado por muitos um poderoso centro de energia. Associado a histórias antigas e observações recentes, o local surpreende os investigadores, que percebem que diversas lendas populares possuem base em acontecimentos documentados. A partir dessa descoberta, Além de Skinwalker reforça sua proposta central: questionar os limites entre mito, ciência e realidade, em uma busca contínua por respostas ainda desconhecidas.

Temperatura Máxima deste domingo, 8 de fevereiro, leva adrenalina ao limite com “Missão Resgate”, estrelado por Liam Neeson

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O domingo, 8 de fevereiro de 2026, promete ganhar contornos bem mais intensos na Temperatura Máxima, da TV Globo. A emissora exibe “Missão Resgate” (The Ice Road), um filme que mistura ação, suspense e drama humano em um cenário onde o frio não perdoa e o tempo é o maior inimigo. Estrelado por Liam Neeson, o longa transforma o gelo do norte do Canadá em palco para uma história de coragem, sacrifício e decisões que podem custar vidas.

A história começa com um desastre que muda tudo. Uma mina de diamantes localizada em uma região isolada do Canadá desmorona, deixando vários trabalhadores presos a centenas de metros abaixo da superfície. Com os sistemas de ventilação comprometidos, o oxigênio passa a se esgotar rapidamente. Cada minuto conta, e a chance de sobrevivência diminui a cada nova hora.

Diante da situação, surge uma única alternativa: transportar equipamentos pesados até o local do acidente por meio das chamadas estradas de gelo, caminhos formados sobre lagos e mares congelados durante o inverno. São rotas perigosas, instáveis e imprevisíveis, onde o peso excessivo pode romper o gelo a qualquer momento. É uma missão que poucos aceitariam — e que muitos consideram impossível.

É nesse contexto que entra Mike McCann, personagem vivido por Liam Neeson. Ele é um caminhoneiro experiente, daqueles moldados pela estrada, pelo silêncio e pelo cansaço de quem já viu de tudo. McCann não é apresentado como um herói invencível, mas como alguém que carrega suas próprias dores e limitações. Ainda assim, quando percebe que vidas estão em jogo, ele decide seguir em frente.

Ao liderar a missão de resgate, McCann precisa enfrentar não só o gelo fino sob as rodas do caminhão, mas também a pressão psicológica de saber que qualquer erro pode ser fatal. O filme encontra força justamente nesses momentos mais humanos, quando o personagem demonstra medo, hesitação e, ao mesmo tempo, um forte senso de responsabilidade.

O elenco de apoio ajuda a reforçar essa sensação de tensão constante. Laurence Fishburne interpreta Jim Goldenrod, um líder pragmático e experiente, que tenta manter o controle mesmo quando tudo parece prestes a desmoronar. Sua presença traz equilíbrio e autoridade à narrativa, funcionando como um contraponto ao personagem de Neeson.

Benjamin Walker vive Tom Varnay, um engenheiro ligado à mina, cuja participação adiciona camadas de conflito e surpresa à trama. Já Amber Midthunder, no papel de Tantoo, traz uma carga emocional importante à história, ajudando a humanizar ainda mais a missão e suas consequências. Os personagens secundários não são meros figurantes: cada um carrega motivações próprias, medos e escolhas difíceis.

Na direção, Jonathan Hensleigh aposta em uma condução direta, sem excessos. O foco está na sensação de perigo iminente, construída por meio de cenas longas nas estradas congeladas, rangidos do gelo e caminhões avançando lentamente sobre superfícies que podem se partir a qualquer instante. O frio é quase um personagem à parte, sempre presente, hostil e silencioso.

A fotografia contribui para essa atmosfera ao explorar paisagens amplas e geladas, transmitindo isolamento e vulnerabilidade. Não há glamour no cenário: tudo é cinza, branco e azul, reforçando a ideia de que os personagens estão sozinhos contra a natureza.

Lançado originalmente em 2021, Missão Resgate teve uma trajetória marcante no streaming antes de chegar à TV aberta. Nos Estados Unidos, a Netflix adquiriu os direitos de exibição, lançando o filme na plataforma em junho daquele ano. O resultado foi imediato: o longa se tornou o título mais assistido do serviço em seu fim de semana de estreia, mostrando a força do gênero e do nome de Liam Neeson junto ao público.

Em outros países, o filme seguiu caminhos diferentes. No Brasil, chegou aos cinemas e às plataformas digitais por meio da Imagem Filmes e California Filmes, enquanto no Reino Unido ficou disponível no Amazon Prime Video. Em Portugal, a exibição ocorreu através da Cinemas NOS.

Para quem não conseguir acompanhar a exibição na Temperatura Máxima, há outras opções. O filme está disponível no Globoplay e no Telecine, para assinantes. Também pode ser alugado no Prime Video, em alta definição, a partir de R$ 14,90, permitindo que o público escolha o melhor momento para encarar essa jornada gelada.

Stranger Things ganha álbum especial da Panini para marcar o encerramento da saga

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A Panini acertou em cheio ao lançar o novo álbum de figurinhas de Stranger Things, celebrando não apenas uma das séries mais populares da história da Netflix, mas também o encerramento de uma era que marcou toda uma geração de fãs. Com a quinta e última temporada já exibida e amplamente comentada, o álbum chega como um verdadeiro objeto de memória afetiva, convidando o público a revisitar Hawkins, seus mistérios e personagens inesquecíveis, agora com a história devidamente concluída.

Muito além de um simples produto colecionável, o álbum de Stranger Things funciona como uma cápsula do tempo. São 48 páginas cuidadosamente pensadas para relembrar os momentos mais marcantes da série, desde o surgimento do Mundo Invertido até a batalha final contra Vecna. Para quem acompanhou a saga desde 2016, folhear o álbum é como reviver cada susto, cada amizade fortalecida em meio ao caos e cada sacrifício feito ao longo do caminho. Já para quem chegou mais tarde, trata-se de um resumo visual poderoso de tudo o que transformou a série em um fenômeno cultural global.

O grande destaque do álbum está na sua proposta visual caprichada. Ao todo, são 200 cromos, incluindo versões metalizadas e figurinhas que brilham no escuro, um detalhe que conversa diretamente com o clima sombrio e sobrenatural da série. Esses cromos especiais elevam a experiência do colecionador e tornam a busca por completar o álbum ainda mais empolgante. É o tipo de detalhe que faz qualquer membro do Hellfire Club aprovar com entusiasmo.

Outro item que chama atenção é a lata exclusiva lançada pela Panini, recheada de cards e figurinhas especiais. Além de funcional para guardar a coleção, ela se transforma em um item de exibição, perfeito para fãs que gostam de mostrar seu amor pela série na estante ou no quarto. Esse cuidado com o acabamento e com os itens extras reforça o quanto Stranger Things transcendeu a tela e se consolidou como uma marca forte dentro da cultura pop.

O lançamento do álbum acontece em um momento simbólico: após a exibição completa da quinta temporada, que encerrou oficialmente a história criada pelos irmãos Duffer. Dividida em três partes, a temporada final estreou entre novembro e dezembro de 2025, culminando em um episódio derradeiro de duas horas exibido na noite de 31 de dezembro. No Brasil, cada parte foi lançada às 22h, respeitando o horário de Brasília, o que transformou cada estreia em um verdadeiro evento para os fãs.

Produzida pelos irmãos Duffer em parceria com Shawn Levy e Dan Cohen, a temporada final manteve o alto padrão de qualidade que sempre acompanhou a série. O elenco principal retornou em peso, com nomes como Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin e Sadie Sink, além de outros personagens que se tornaram queridos pelo público ao longo dos anos. A adição de Linda Hamilton ao elenco principal trouxe ainda mais peso e simbolismo, conectando Stranger Things a uma tradição clássica da ficção científica.

A recepção da última temporada foi extremamente positiva. A crítica destacou o tom mais maduro, a carga emocional elevada e a forma respeitosa com que a série se despediu de seus personagens. Em termos de audiência, os números impressionam: segundo dados do instituto Nielsen, Stranger Things alcançou 8,46 bilhões de minutos assistidos em apenas uma semana, consolidando-se como a produção mais vista da Netflix naquele período. Esses números confirmam o que já era evidente: a série se tornou um fenômeno global, capaz de mobilizar diferentes gerações.

Narrativamente, a temporada final se passa no outono de 1987 e apresenta uma Hawkins profundamente marcada pelas Fendas abertas ao final da temporada anterior. A cidade entra em quarentena militar, enquanto o grupo de amigos se une com um único objetivo: encontrar e derrotar Vecna de uma vez por todas. O vilão, no entanto, desaparece, tornando a ameaça ainda mais angustiante. Onze, mais uma vez, precisa se esconder, enquanto o peso do passado e o medo do desconhecido se intensificam com a aproximação do aniversário do desaparecimento de Will.

Esse clima de despedida, perigo iminente e união final é muito bem traduzido no álbum de figurinhas. Cada página parece pensada para reforçar a ideia de jornada, crescimento e encerramento. Não é apenas sobre monstros ou cenas de ação, mas sobre amizade, amadurecimento e o fim inevitável da infância. Ao completar o álbum, o fã não está apenas colando figurinhas, mas fechando um ciclo emocional que começou anos atrás.

O novo álbum da Panini prova que Stranger Things continua viva mesmo após o seu final oficial. Ele funciona como uma homenagem à série e, principalmente, aos fãs que acompanharam cada temporada com entusiasmo. Em tempos de consumo rápido e histórias descartáveis, esse tipo de lançamento reforça a importância de celebrar narrativas que deixam marca. Para quem cresceu com Eleven, Mike, Dustin, Lucas, Will e Max, o álbum é mais do que colecionável: é uma lembrança física de uma história que ajudou a definir uma geração.

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