No Supercine, TV Globo exibe “Baywatch: S.O.S. Malibu” neste sábado (19/07)

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Neste sábado, 19 de julho de 2025, o Supercine, na TV Globo, traz para as telinhas “Baywatch: S.O.S. Malibu” (2017), uma produção que une ação, aventura e comédia para revisitar a clássica equipe de salva-vidas da ensolarada Emerald Bay. Sob a liderança do destemido tenente Mitch Buchannon, vivido com carisma por Dwayne Johnson, o filme apresenta um elenco de peso, incluindo Zac Efron, Priyanka Chopra e Alexandra Daddario, que renovam a icônica série dos anos 1990 para conquistar uma nova geração. Com efeitos visuais modernos e sequências eletrizantes, o longa traz uma experiência cinematográfica vibrante e envolvente.

Ambientado em uma das praias mais famosas da Califórnia, “Baywatch” acompanha Mitch Buchannon e sua equipe diante do desafio de treinar dois novos recrutas, entre eles Matt Brody (Zac Efron), um ex-nadador olímpico com atitude rebelde que precisa provar seu valor. O que parecia ser apenas mais um verão de rotina na baía se transforma em uma corrida contra o tempo quando a circulação de uma droga sintética, conhecida como flakka, ameaça a segurança local. Entre resgates arriscados e investigações minuciosas, a equipe enfrenta uma conspiração que pode colocar em risco a tranquilidade de Emerald Bay.

Sob a direção de Seth Gordon, reconhecido por títulos como “Quero Matar Meu Chefe” e “Golpe Duplo”, o filme mantém um ritmo acelerado, com cenas de ação meticulosamente coreografadas que valorizam o cenário praiano. A produção investiu em efeitos especiais realistas e sequências aquáticas impressionantes, destacando especialmente a performance física de Dwayne Johnson, cuja presença reforça o apelo popular da obra.

No Brasil, a dublagem conta com nomes renomados, como Guilherme Briggs, que empresta sua voz ao tenente Mitch Buchannon, e Sérgio Cantú, na interpretação de Matt Brody. Além deles, Priscila Amorim, Flávia Fontenelle e João Capelli compõem o time que assegura a qualidade e a identificação do público brasileiro, transmitindo com precisão o humor e a emoção do filme.

Orçamento e produção

As filmagens principais de Baywatch: S.O.S. Malibu tiveram início em 22 de fevereiro de 2016, com locações na Flórida e em Savannah, Geórgia. O projeto contou com um orçamento estimado entre US$ 65 e 69 milhões, destinado à incorporação de efeitos visuais avançados, ambientações realistas e sequências de ação sofisticadas, visando modernizar a narrativa da série clássica para o público contemporâneo.

Desempenho comercial e avaliação crítica

O filme foi lançado nos Estados Unidos em 25 de maio de 2017, sob distribuição da Paramount Pictures. Mundialmente, Baywatch arrecadou aproximadamente US$ 177,9 milhões, dos quais US$ 58,1 milhões correspondem ao mercado norte-americano e canadense, enquanto os demais US$ 119,8 milhões foram obtidos em mercados internacionais. Apesar do desempenho financeiro expressivo, a produção recebeu críticas predominantemente desfavoráveis, sendo apontada pela imprensa especializada por seu humor considerado exagerado, enredo pouco desenvolvido e personagens superficiais. Contudo, o elenco foi reconhecido pela entrega carismática. No âmbito das premiações, o longa foi indicado a cinco categorias na 38ª edição do Framboesa de Ouro, incluindo a de Pior Filme.

Onde assistir além da TV aberta

Para quem prefere assistir em plataformas digitais, “Baywatch: S.O.S. Malibu” está disponível no Telecine (serviço por assinatura) e no Prime Video, onde pode ser alugado a partir de R$ 6,90, garantindo flexibilidade para acompanhar a aventura do jeito que desejar.

Com uma combinação eficiente de humor, ação e suspense, o longa-metragem atualiza com sucesso o legado da franquia para os tempos atuais. É uma excelente opção para quem busca entretenimento leve, dinâmico e cheio de adrenalina, capaz de prender a atenção do público de todas as idades e proporcionar momentos descontraídos para o fim de semana.

“Globo Repórter” desta sexta (18) estreia série especial sobre o centro do Brasil: Uma jornada por raízes, paisagens e recomeços

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Nesta sexta-feira, 18 de julho, o Globo Repórter dá início a uma das mais ambiciosas travessias já feitas pelo programa: uma jornada documental e afetiva pelo centro do Brasil, em três episódios especiais que percorrem 2.300 quilômetros de estradas, trilhas e rios, passando por Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás e Tocantins.

No comando da série está Chico Regueira, jornalista que estreia na atração com uma proposta que vai além da geografia. “Mais do que registrar paisagens, queremos entender o que pulsa por trás delas. O Brasil do meio é também o Brasil profundo — onde as histórias resistem, se transformam e surpreendem”, diz Chico, com a empolgação de quem vive, na prática, a reportagem como experiência de vida.

Um novo olhar sobre o Vale do Jequitinhonha

A expedição começa no Vale do Jequitinhonha, região mineira marcada por um passado de privação, mas que hoje floresce por meio da arte e da ancestralidade. No distrito de Santana do Araçuaí, o barro — antes símbolo de sobrevivência — tornou-se instrumento de expressão, cultura e autonomia.

É ali que Chico conhece o legado da ceramista Dona Izabel, cujas bonecas foram reconhecidas como patrimônio cultural pela Unesco. Mais do que objetos, suas criações contam histórias e abriram caminhos. O repórter encontra Augusto Ribeiro, artista que começou moldando barro e hoje exibe diplomas e passagens aéreas — conquistas que, até poucos anos atrás, pareciam inatingíveis para sua família. “Foi com as bonecas que eu paguei minha faculdade. E foi por elas que a gente voou pela primeira vez. A arte abriu janelas onde só havia paredes”, resume Augusto.

Entre o subsolo e o brilho da superfície

Em Araçuaí, a equipe desce às entranhas da terra para mostrar a exploração do lítio, mineral estratégico que transformou a região no chamado Vale do Lítio — um território de grandes promessas e contradições. A reportagem acompanha o trabalho de Audrey e Adler, pai e filho que dedicaram suas vidas à mineração e que agora veem o futuro bater à porta de forma inédita.

Subindo a serra, em Diamantina, o brilho das pedras dá lugar à sutileza do ofício. Com mãos firmes e olhos treinados, Seu Toninho, lapidador há mais de seis décadas, ensina o que aprendeu com o tempo: que valor nem sempre é o que reluz, mas o que permanece. “A pedra mais rara é a paciência. E essa a gente só aprende vivendo”, diz ele, sentado em sua bancada na joalheria mais antiga em funcionamento no país.

Voando sobre o invisível, navegando pela memória

Na segunda parte do episódio, o programa alça voo sobre a Serra do Espinhaço, única cordilheira do Brasil, e faz um pouso histórico no Pico do Itambé. De lá, a câmera revela cânions, quedas-d’água, matas nativas e rios escondidos — belezas silenciosas que também são alvo da pressão econômica e ambiental. Ao mostrar o território do alto, a reportagem lembra que preservar não é luxo: é urgência.

Em seguida, a equipe navega pelas águas tranquilas da Serra da Lapinha, área remota da Serra do Cipó, onde o tempo parece correr em outro ritmo. O barqueiro Luciano ensina a técnica de “varejar”, conduzindo a embarcação com uma longa vara — gesto que herdou do pai e que espera passar adiante. “A gente aprendeu a escutar a água. Ela mostra o caminho”, diz ele, com naturalidade poética.

O episódio ainda visita uma vila isolada que guarda um tesouro linguístico: o lapinhô, um dialeto local preservado por poucas famílias. Uma educadora da comunidade criou um dicionário artesanal com as palavras e expressões do povoado, na tentativa de manter viva uma identidade que resiste no silêncio das montanhas.

Super Tela exibe “Mate ou Morra”: Adrenalina invade a tela da Record TV neste sábado (19)

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 19 de julho de 2025, a Super Tela mergulha os espectadores em uma experiência de tirar o fôlego com “Mate ou Morra”, uma mistura explosiva de ação, ficção científica e suspense existencial. Dirigido por Joe Carnahan, o longa norte-americano transforma a luta pela sobrevivência em um quebra-cabeça de alta voltagem — onde a próxima chance pode ser a última.

Viver, morrer e tentar de novo

No centro da trama está Roy Pulver, interpretado com intensidade visceral por Frank Grillo. Ex-militar endurecido por batalhas internas e perdas silenciosas, Roy acorda todos os dias apenas para ser morto de novo, preso em um misterioso loop temporal que parece não ter saída.

Mas não se engane: o filme vai além da pancadaria. A repetição forçada desse dia o obriga a enfrentar não só os assassinos profissionais que o caçam sem trégua, mas também os próprios fantasmas que ele tentou esquecer. Cada morte não é apenas um fim — é uma pista, uma chance de tentar entender o porquê de tudo aquilo estar acontecendo.

Heróis imperfeitos, vilões carismáticos

O elenco reúne nomes de peso e figuras improváveis. Mel Gibson dá vida ao Coronel Clive Ventor, um antagonista que transita entre a frieza calculista e um carisma inquietante. Naomi Watts interpreta Jemma Wells, uma cientista envolvida em um projeto sombrio que pode ser a chave para o loop — e para o passado de Roy. Já Michelle Yeoh surge como Dai Feng, uma mentora de poucas palavras e ações precisas, trazendo gravidade e serenidade às sequências de maior intensidade.

Além deles, o filme surpreende com participações como Annabelle Wallis, Ken Jeong, Will Sasso e até Rob Gronkowski, que mostram que até em um cenário caótico há espaço para humor, ironia e uma boa dose de estilo.

Um videogame emocional em forma de filme

“Mate ou Morra” é visualmente dinâmico e tem ritmo de jogo de ação: cortes rápidos, ângulos ousados e lutas cronometradas. Mas o que dá peso à narrativa é justamente o coração por trás do caos. Roy, entre mortes e fugas, descobre que salvar a si mesmo pode significar salvar o mundo — ou, pelo menos, as pessoas que ainda ama.

Sob a direção enérgica de Carnahan, o filme questiona até que ponto somos reféns de nossas escolhas e se é possível reescrever o próprio destino, mesmo que a cada tentativa o preço pareça mais alto.

Para assistir e reassistir

Se você perder a exibição na Record TV, não se preocupe. “Mate ou Morra” também está disponível em outras plataformas: pode ser alugado no Prime Video, assistido por streaming no Telecine, ou encontrado no catálogo da Netflix. Um prato cheio para quem gosta de ação com cérebro — e alma.

“O Comando” é atração do Cine Aventura na Record TV deste sábado (19): Ação explosiva com drama psicológico e redenção!

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 19 de julho, às 15h, a Record TV exibe no Cine Aventura o eletrizante “O Comando” (The Commando), um thriller que vai além das balas e perseguições para tocar em questões profundas como culpa, trauma psicológico e os limites da justiça. Dirigido por Asif Akbar e estrelado por Michael Jai White, o filme entrega não apenas ação de tirar o fôlego, mas também um retrato contundente da fragilidade humana por trás do uniforme.

Uma missão, um erro, um abismo

James Baker (Michael Jai White) é um agente de elite da DEA acostumado a enfrentar o perigo, mas tudo muda quando uma operação contra um cartel mexicano termina em tragédia. No tiroteio, Baker acidentalmente mata três reféns inocentes: uma mãe e suas duas filhas. O que era para ser mais uma missão bem-sucedida se transforma em um pesadelo que o agente não consegue esquecer. Diagnosticado com transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), ele é afastado das operações e enviado para casa — mas os verdadeiros combates ainda estão por vir.

Uma família em perigo e um passado que retorna

Enquanto tenta reconstruir sua vida com a esposa Lisa (Aris Mejía) e as filhas adolescentes, Baker enfrenta alucinações, insônia e crises existenciais. A situação ganha um novo contorno quando suas filhas descobrem, escondido dentro da casa, US$ 3 milhões em dinheiro vivo. O dinheiro pertence ao criminoso Johnny (Mickey Rourke), antigo dono da residência e ex-parceiro de um xerife corrupto, que agora quer tudo de volta — e não se importa com quem esteja no caminho.

Quando o lar se torna campo de batalha

A tensão explode quando Baker percebe que o sistema, mais uma vez, não está ao seu lado. Um mandado de prisão sem assinatura e ameaças veladas escancaram que a justiça pode ser manipulada. Isolado, desacreditado e ainda lidando com os traumas da guerra, ele precisa tomar uma decisão difícil: recuar ou proteger sua família com tudo o que tem — mesmo que isso o leve a ultrapassar seus próprios limites.

Muito além do gênero

“O Comando” oferece o que os fãs de ação esperam — confrontos, adrenalina, emboscadas —, mas também reserva espaço para uma reflexão delicada sobre as marcas invisíveis que a violência deixa na alma. Michael Jai White interpreta Baker com intensidade emocional e vulnerabilidade raramente vistas em protagonistas do gênero, criando um personagem que é tão humano quanto heróico.

Kevin James se reinventa em Família à Prova de Balas: Ação, comédia e um pai disposto a tudo pela família

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Foto: David Scott Holloway

Quando pensamos em Kevin James, a imagem que vem à mente é a de um comediante capaz de arrancar gargalhadas com seu jeito simples e carismático. Mas no seu novo filme, Família à Prova de Balas (“Guns Up”), que estreia no Brasil em 31 de julho, James vai além. Ele mostra que é possível misturar ação eletrizante com o humor que lhe é tão natural — e ainda contar uma história de amor e proteção familiar que toca fundo no coração. Abaixo, confira o trailer do filme:

Um pai comum, um herói improvável

No centro da trama está Raymond ‘Ray’ Hayes, um ex-policial que, como muitos pais, só quer construir um futuro tranquilo para sua esposa e filhos. Ray quer deixar para trás os dias turbulentos da força policial e investir em um negócio familiar, buscando aquela estabilidade que todo pai sonha para os seus. Mas o passado insiste em persegui-lo — e quando ele se vê marcado pela máfia, a luta para proteger quem ama ganha um novo sentido.

É nesse conflito entre o desejo de paz e a necessidade de ação que Kevin James brilha. Ele não interpreta apenas o homem que dá socos e tiros, mas aquele que enfrenta medos, dúvidas e o peso da responsabilidade que todos os pais conhecem tão bem.

Risadas no meio do caos

Se o filme fosse só ação, talvez faltasse algo. Mas Família à Prova de Balas entende que a vida real é uma mistura: às vezes, a gente se vê diante do inesperado — e a melhor arma é um sorriso ou uma piada certeira. Kevin James usa seu talento para aliviar a tensão, mostrando que até nos momentos mais complicados, o humor é um refúgio, uma forma de manter a humanidade intacta.

O elenco, com nomes como Christina Ricci e Luis Guzmán, dá suporte a essa mistura, trazendo personagens que ajudam a construir um mundo onde perigo e afeto andam lado a lado.

No fim das contas, Família à Prova de Balas é uma homenagem àqueles que correm riscos diários para garantir segurança e amor dentro de casa. É um lembrete de que, por trás de cada pai, mãe ou responsável, existe uma força imensa — uma vontade de proteger que não mede esforços.

Esse filme chega para nos lembrar que, mesmo quando o mundo lá fora parece louco e caótico, dentro de casa podemos encontrar a coragem para continuar, a inspiração para lutar, e o motivo para nunca desistir.

Na telona, uma experiência para todos

Com estreia marcada para o dia 31 de julho e distribuição da Diamond Films, o longa promete não só divertir como também conectar o público com uma história universal e verdadeira — aquela que fala do amor, da luta e da resiliência da família.

Ghosts of Hiroshima: James Cameron leva às telas a inacreditável história de um homem que sobreviveu a duas bombas atômicas

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema, por vezes, se transforma em ponte entre o passado e o presente — uma ponte feita de lembranças, traumas e a difícil arte de não esquecer. É justamente nesse território sensível que se insere O Último Trem de Hiroshima, novo projeto dirigido por James Cameron (Titanic, Avatar), que teve seu primeiro trailer divulgado esta semana e já provoca emoção e expectativa. As informações são do Variety.

Inspirado no livro Ghosts of Hiroshima, do pesquisador Charles Pellegrino (The Ghosts of Vesuvius), o filme narra a história real de Tsutomu Yamaguchi, o homem que sobreviveu às duas maiores tragédias nucleares da humanidade — Hiroshima e Nagasaki — em um intervalo de apenas três dias.

Entre o horror e a esperança

Na madrugada de 6 de agosto de 1945, Yamaguchi estava em Hiroshima a trabalho quando a primeira bomba caiu. Ferido e desorientado, conseguiu embarcar em um trem de volta para sua cidade natal — Nagasaki — na esperança de reencontrar a família. Três dias depois, sobreviveu ao segundo ataque atômico. Mais do que uma ironia do destino, sua jornada se tornou símbolo da resiliência humana diante da destruição total.

A produção pretende explorar não apenas os fatos históricos, mas também o impacto emocional, social e espiritual dessa experiência. O filme propõe uma narrativa íntima e empática, guiada pela pergunta: o que resta do ser humano depois do fim?

James retorna ao cinema com propósito

Conhecido por transformar tragédias em epopeias sensíveis, Cameron retoma seu lugar como contador de histórias humanas. “Este não é um filme de guerra. É um filme sobre humanidade, memória e sobrevivência. E é também um lembrete urgente do que o ser humano é capaz de fazer — e de suportar”, afirmou o diretor em nota à imprensa.

A parceria com Pellegrino, que também trabalhou nos bastidores de Titanic e é profundo conhecedor de catástrofes históricas, garante o compromisso com a veracidade e a profundidade dos relatos. O longa será lançado em 2025, coincidindo com os 80 anos dos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki.

Memória viva em cada frame

O trailer já revela um recorte visual impactante, marcado por silêncio, fumaça, sombras humanas gravadas nas paredes. A fotografia aposta na sobriedade, no olhar contemplativo. Mais do que mostrar a explosão, o filme quer mostrar o depois — o que acontece com as vidas interrompidas, com as famílias devastadas, com os que sobrevivem e precisam reaprender a viver.

Segundo fontes ligadas à produção, o filme também contará com depoimentos reais e arquivos históricos inéditos. Cameron pretende dar voz não só a Yamaguchi, mas a uma geração que viu o mundo acabar e ainda assim lutou para reconstruí-lo.

Legado, não espetáculo

Embora envolva efeitos visuais de última geração, o foco não está na grandiosidade tecnológica — mas na dimensão humana do trauma. O filme resgata o horror não como espetáculo, mas como advertência. O diretor espera que o público reflita sobre os perigos da guerra, do esquecimento e da desumanização.

A expectativa é que O Último Trem de Hiroshima percorra festivais internacionais e dispute prêmios importantes, mas seu impacto vai além dos troféus. “Queremos que esse filme seja visto por estudantes, professores, líderes políticos e por qualquer pessoa que acredite que a paz é um esforço coletivo de memória”, disse um dos produtores.

F1: O Filme ultrapassa 1 milhão de espectadores no Brasil e conquista as bilheteiras com velocidade máxima

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Foto: Reprodução/ Internet

Quando as luzes se apagam na sala de cinema e o rugido dos motores preenche o espaço, o espectador não está apenas assistindo a um filme — ele está sendo transportado diretamente para o centro de uma corrida de Fórmula 1. Com essa proposta visceral e ambiciosa, F1: O Filme não só chegou aos cinemas brasileiros, mas cruzou a linha de chegada como um dos maiores sucessos do ano. Em menos de um mês, o longa ultrapassou a marca de R$ 27,9 milhões em bilheteria no país, com mais de 1,1 milhão de pessoas já impactadas pela experiência.

O realismo como protagonista

Diferente de tudo que o gênero já viu, o longa dirigido por Joseph Kosinski (de Top Gun: Maverick) aposta em uma imersão radical: atores como Brad Pitt e Damson Idris gravaram cenas dentro de carros reais da Fórmula 1, nos próprios circuitos do campeonato mundial de 2024.

Não há truque de computação gráfica capaz de simular o que foi captado ali. O público sente o calor, o tremor, a tensão da largada. “É quase como se o cinema tivesse descoberto uma nova maneira de nos colocar dentro da ação”, diz o crítico esportivo e cineasta Lucas Pina, em entrevista exclusiva. “Você não vê a corrida — você participa.”

Brad Pitt no papel mais acelerado da carreira

O astro vencedor do Oscar interpreta Sonny Hayes, um ex-piloto que deixou a Fórmula 1 no auge e retorna ao mundo das corridas em um momento de crise pessoal e profissional. Sua missão: ajudar a salvar uma equipe à beira do colapso, treinando e convivendo com um jovem talento cheio de garra e ambição.

A química entre Pitt e Idris (que vive Joshua Pierce) é um dos pontos altos do filme, e remete ao clássico embate entre experiência e juventude, algo muito presente no universo do automobilismo. Já Javier Bardem, no papel de Ruben Cervantes, entrega a intensidade de um homem que aposta tudo na última cartada.

O toque de Hamilton: autenticidade com assinatura campeã

Se a autenticidade é a alma do filme, muito disso se deve ao envolvimento direto de Lewis Hamilton, heptacampeão mundial da Fórmula 1 e produtor do projeto. Ele foi responsável por garantir que todos os detalhes — dos capacetes aos diálogos dos boxes — refletissem a realidade do paddock.

O próprio diretor conta que tudo começou com um simples e-mail: “Eu escrevi para o Lewis dizendo que queria fazer o filme de corrida mais autêntico já feito. Ele não hesitou em topar”, lembra Kosinski.

Trilha sonora que acelera o coração

E como se não bastasse a adrenalina visual, a trilha sonora do filme tem a assinatura do lendário Hans Zimmer, responsável por transformar motores em música e curvas em emoção. “A música não apenas acompanha a cena — ela a conduz”, afirmou o compositor em material de divulgação. A batida das faixas se funde com o som dos pneus queimando, resultando numa das trilhas mais intensas do cinema recente.

Cultura pop e legado da Fórmula 1

O sucesso de F1: O Filme também marca um ponto de virada cultural: é a primeira vez que o automobilismo é retratado com tamanha profundidade, qualidade e impacto cinematográfico. Não é à toa que o filme já é apontado como um divisor de águas no gênero esportivo.

Em exibição nos cinemas

Com distribuição em todo o Brasil, F1: O Filme segue em cartaz nas principais redes de cinema. Para quem busca uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego, essa é uma sessão obrigatória — e, preferencialmente, na maior tela possível.

Arquivo A desta quinta (17) investiga quem são os “Novos Católicos” em edição especial

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Na próxima quinta-feira (17/7), às 21h, a TV Aparecida exibe um episódio especial do Arquivo A com o tema “Novos Católicos”. A reportagem, conduzida pelo jornalista Eduardo Gois, se aprofunda em um movimento silencioso, mas significativo: o de brasileiros que, em meio aos desafios da vida moderna, têm redescoberto a fé católica — seja por herança familiar, seja por um reencontro espiritual.

Católicos ainda são maioria no Brasil — mas o perfil está mudando

De acordo com dados do Censo Demográfico de 2022, o catolicismo ainda representa 56,7% da população brasileira. Isso significa que, apesar da crescente diversidade religiosa no país, a fé católica permanece como a predominante em 5.300 dos 5.570 municípios.

O programa mostra, no entanto, que esses números agora representam um mosaico mais complexo. Há aqueles que nasceram em lares católicos e mantêm a fé ativa; outros que se afastaram e retornaram em momentos de crise; e ainda os que descobriram a doutrina por meio de gestos concretos de amor ao próximo.

Fé que transforma vidas: testemunhos que inspiram

A reportagem mergulha em depoimentos comoventes que revelam como a fé católica tem sido redescoberta de forma autêntica por brasileiros de diferentes realidades. Entre eles, jovens que trocaram a indiferença espiritual pelo engajamento em comunidades, adultos que encontraram no Evangelho uma resposta para traumas pessoais e pessoas que se aproximaram da Igreja por meio de ações sociais, missões ou projetos de acolhimento.

“Ser católico hoje vai além da missa de domingo”, destaca um dos entrevistados. “É viver o Evangelho todos os dias — na família, no trabalho, nas pequenas atitudes.”

Catolicismo no cotidiano: uma vivência para além do templo

O programa reforça que o catolicismo continua sendo uma força viva no país, mas que se manifesta de forma cada vez mais plural. Evangelização digital, movimentos jovens, voluntariado, projetos sociais e missionários: a reportagem mostra como os “novos católicos” vivem a fé na prática, com compaixão, diálogo e presença ativa nas comunidades.

Bambi: The Reckoning ganha prévia assustadora e transforma clássico em slasher brutal

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Um dos personagens mais sensíveis da história da animação agora ganha contornos sombrios e assustadores. Em Bambi: The Reckoning, o clássico cervo da floresta retorna às telas de forma irreconhecível, reimaginado como uma força implacável de vingança e destruição. A nova produção de terror dos criadores de Ursinho Pooh: Sangue e Mel (2023) estreia nos cinemas dos Estados Unidos no próximo dia 25 de julho e faz parte do controverso universo que transforma figuras da infância em protagonistas de histórias sangrentas.

Nova prévia antecipa o clima de tensão e horror

Divulgado nesta quarta-feira (16), o novo trecho do filme reforça o tom de suspense que a produção pretende entregar. No vídeo, uma mulher observa atentamente o lado de fora de uma janela, enquanto uma criança folheia desenhos que remetem à figura de um cervo. Aos poucos, o ambiente vai sendo tomado por uma atmosfera estranha — até que mãe e filho testemunham algo perturbador, encerrando a cena em um silêncio carregado de tensão.

Essa introdução prepara o terreno para a história de Xana (Roxanne McKee, de Game of Thrones) e Benji (Tom Mulheron, de The Last Kingdom), mãe e filho que sofrem um acidente de carro em uma floresta remota. Feridos e desorientados, os dois acabam se tornando alvos de uma criatura misteriosa e violenta — uma nova e terrível versão de Bambi.

Da delicadeza ao pesadelo: a reinvenção de um clássico

Muito distante do tom lírico do longa original de 1942, Bambi: The Reckoning resgata a dor da perda — mas agora sob o olhar de um filme slasher, repleto de cenas gráficas e estética angustiante. A figura do cervo, marcada pela orfandade na infância de muitas gerações, é convertida em símbolo de fúria, agindo como uma máquina de matar movida por instinto e trauma.

A produção integra o chamado Twisted Childhood Universe, iniciativa da Jagged Edge Productions em parceria com a ITN Studios. O mesmo universo já trouxe à tona Ursinho Pooh: Sangue e Mel e prepara outros títulos como Peter Pan’s Neverland Nightmare e Pinocchio: Unstrung — todos com o objetivo de revisitar a cultura pop infantil por meio da linguagem do horror contemporâneo.

Criação, direção e proposta estética

O longa é dirigido por Dan Allen (Unhinged), com roteiro de Rhys Warrington (It Came from Below), que apostam em uma abordagem intensa e visualmente agressiva. Com locações em florestas densas e iluminação dramática, a proposta é criar uma experiência claustrofóbica para o espectador. A direção de arte aposta em elementos naturais distorcidos e criaturas animalescas que flertam com o surreal, mas sem abrir mão da brutalidade física típica do gênero slasher.

Entre a crítica e o fascínio do público

Assim como outras produções do mesmo universo, Bambi: The Reckoning tem dividido opiniões. Enquanto parte do público celebra a ousadia de subverter ícones infantis e inseri-los em narrativas de terror, críticos mais tradicionais questionam os limites do revisionismo cultural e os riscos da exploração comercial da nostalgia.

Ainda assim, o filme chega com forte apelo entre os fãs do cinema de horror alternativo, especialmente os que apreciam a estética trash, o gore e os elementos caricatos de produções B. Há também uma leitura mais simbólica: a infância ferida pelo abandono e pela perda pode, aqui, se transformar em força selvagem — ainda que essa força venha acompanhada de sangue.

Lançamento e expectativa

A estreia nos Estados Unidos está confirmada para o dia 25 de julho, em salas selecionadas. Ainda não há confirmação oficial sobre o lançamento no Brasil, mas é possível que o longa chegue via plataformas digitais, como ocorreu com títulos anteriores do mesmo universo.

Em Fortaleza, Shopping Iguatemi Bosque recebe Bob Esponja – A Experiência pela primeira vez

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Um abacaxi no fundo do mar agora também tem endereço em Fortaleza. Pela primeira vez na capital cearense, Bob Esponja – A Experiência convida o público a mergulhar — literalmente — no mundo encantado da Fenda do Biquíni. A mostra interativa ocupa o piso L1 do Shopping Iguatemi Bosque até o dia 24 de agosto e transforma as férias em um passeio repleto de cor, memória afetiva e descoberta para toda a família.

Entre conchas, hambúrgueres de siri e muita nostalgia

Quem passar pelo espaço vai se deparar com ambientes cenográficos que parecem saídos diretamente da tela da televisão. Do restaurante Siri Cascudo à casa de Patrick Estrela, da autoescola da exigente Sra. Puff ao guarda-roupa excêntrico de Bob Esponja, a exposição transporta o visitante para dentro da série que marcou gerações.

Com mais de mil metros quadrados de área, a experiência vai além da contemplação. O público pode tocar, explorar e interagir com cada cenário. Há também figurinos originais usados em musicais e até peças desfiladas pela grife Moschino em Milão, além de roteiros autografados por Wendel Bezerra — voz oficial de Bob Esponja no Brasil.

A origem de tudo: do laboratório à TV

Entre as surpresas da exposição está a versão digital da HQ educativa “The Intertidal Zone”, criada por Stephen Hillenburg antes mesmo do nascimento oficial do personagem. O material, raramente visto pelo público, revela como o criador misturou sua formação em biologia marinha com sua paixão pela animação para dar vida a uma das esponjas mais famosas do mundo.

E sim, a famigerada fórmula secreta do hambúrguer de siri também está lá. Mas, como era de se esperar, continua envolta em mistério.

Sucesso nacional chega ao Ceará com estrutura inédita

Depois de passar por São Paulo e Recife, onde conquistou multidões, a maior mostra imersiva já feita sobre Bob Esponja estreia em Fortaleza com toda sua estrutura original. Desenvolvida pela YDreams Global em parceria com a Paramount, a exposição propõe uma leitura contemporânea e artística do universo do personagem, misturando humor, tecnologia e cultura pop.

Para os organizadores, trazer o projeto ao Nordeste é também uma forma de democratizar o acesso a grandes experiências interativas, tornando a arte e a diversão acessíveis a diferentes públicos.

Diversão para todas as idades — e sentidos

Com classificação livre e uma ambientação pensada para encantar crianças, jovens e adultos, “Bob Esponja – A Experiência” é mais do que uma simples homenagem a um ícone da TV. É uma celebração sensorial, onde o tato, a visão e a imaginação caminham juntos. É também um espaço de encontro entre pais e filhos, onde histórias se cruzam e lembranças ganham novas formas.

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