Estrelado por Leandro Hassum, O Rei da Feira ganha cartaz oficial e trailer com dose de mistério e espiritismo no subúrbio carioca

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Em meio ao burburinho das barracas, ao cheiro de pastel frito e ao vai-e-vem das sacolas cheias, a feira livre do subúrbio do Rio de Janeiro se transforma em um território de tensão, espiritismo e boas risadas em O Rei da Feira, comédia nacional que estreia nos cinemas no dia 4 de setembro. Dirigido por Felipe Joffily, o filme reúne Leandro Hassum e Pedro Wagner em uma trama espirituosa — no sentido literal e figurado — que homenageia o calor humano das relações comunitárias, mesmo quando o assunto é a morte.

A história gira em torno do assassinato de Bode (Pedro Wagner), um feirante carismático que, após acertar um palpite no jogo do bicho, acaba morto em circunstâncias misteriosas. Mas a morte é apenas o começo. Bode volta do além como espírito — com amnésia alcoólica e tudo — e precisa da ajuda de seu melhor amigo Monarca (Leandro Hassum), um segurança de feira com dons mediúnicos que ele preferia ignorar. O que se segue é uma divertida e emocionante jornada entre o plano terreno e o espiritual, costurada com humor popular, afeto e desconfiança.

https://drive.google.com/file/d/1QsW7M_TBJAalUtkqePq7YzgBjywHPMEo/view

Mais do que uma simples comédia policial com elementos sobrenaturais, O Rei da Feira mergulha no universo afetivo e social das feiras de bairro. O cenário não é apenas pano de fundo: é essência da narrativa. Com personagens típicos, relações complexas e aquele olhar atravessado que só vizinho antigo sabe dar, o filme constrói um retrato sensível da vida suburbana — onde os laços de amizade, rivalidade e fé se misturam com a mesma intensidade com que se negociam frutas na banca.

“Esse filme é sobre o que tem de mais precioso nas comunidades: a convivência. Às vezes conflituosa, mas sempre carregada de humanidade”, resume Felipe Joffily. Diretor de sucessos como Muita Calma Nessa Hora e E Aí… Comeu?, Joffily aposta agora em uma abordagem mais emotiva, sem abrir mão da leveza que marca seu trabalho.

Leandro Hassum, conhecido pelo timing cômico certeiro e pela facilidade de emocionar, interpreta um médium às avessas — cético, atrapalhado e profundamente humano. “O Monarca é aquele cara durão por fora, mas cheio de camadas. Ele é o tipo de herói comum que você encontra em qualquer feira de bairro: trabalhador, engraçado e que carrega o peso dos outros nas costas”, comenta o ator.

Pedro Wagner, por sua vez, brilha como o espirituoso e desmemoriado Bode, criando um contraponto cômico-afetivo que sustenta o ritmo do filme. “Bode é um personagem que representa a alma do povo: imperfeito, barulhento, mas cheio de coração”, define Wagner, que tem se destacado por atuações intensas em séries como Irmandade e Cangaço Novo.

O elenco de apoio amplia esse mosaico humano com atuações de Luana Martau, Dani Fontan, Renata Gaspar, Clarissa Pinheiro, Everaldo Pontes, Talita Younan e outros nomes que dão vida a personagens tão suspeitos quanto familiares. A feira se revela um universo próprio, onde todos têm algo a esconder — e muito a oferecer.

Visualmente, o filme aposta em uma estética colorida e realista. A direção de fotografia de Marcelo Brasil valoriza a luz natural e os detalhes das feiras de rua, enquanto a direção de arte de Rafael Ronconi e o figurino assinado por Karla Monteiro constroem uma ambientação rica em texturas, sons e cheiros — quase dá para sentir o aroma do caldo de cana atravessando a tela.

Produzido pela Rubi Produtora, em coprodução com a Paramount Pictures, Wikishows e Calenza Filmes, O Rei da Feira reforça a potência da comédia brasileira em abordar temas densos com leveza e identidade. O espiritismo, tão presente na cultura popular brasileira, é tratado com respeito e naturalidade, integrando-se à rotina dos personagens sem folclore exagerado ou caricatura.

O Retorno | Ralph Fiennes e Juliette Binoche revisitam a Odisseia em drama histórico com estreia marcada no Brasil

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Trinta anos após dividirem os holofotes em O Paciente Inglês (1996), Ralph Fiennes e Juliette Binoche voltam a contracenar no cinema em “O Retorno”, drama histórico dirigido por Uberto Pasolini que chega aos cinemas brasileiros no dia 4 de setembro, com distribuição da O2 Play. Inspirado nos cantos finais da Odisseia, de Homero, o longa propõe uma abordagem realista e profundamente emocional da clássica história do retorno de Ulisses à Ítaca, deixando de lado os elementos mitológicos para mergulhar nas cicatrizes humanas da guerra e do tempo.

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Com estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), em 2024, o filme acompanha o herói Odisseu (nome latino: Ulisses), interpretado por Ralph Fiennes, na etapa mais silenciosa e desafiadora de sua jornada: o reencontro com sua terra, sua esposa e seu filho, após duas décadas de ausência. Longe da grandiosidade das aventuras épicas, o filme foca no impacto psicológico e físico de uma vida consumida por batalhas. Abatido, envelhecido e irreconhecível, Odisseu encontra seu reino em ruínas e sua identidade desfigurada.

Juliette Binoche dá vida a Penélope, figura central da resistência em Ítaca. Durante os vinte anos de ausência do marido, ela mantém a esperança viva enquanto lida com pretendentes ambiciosos que, além de desejarem sua mão, disputam o trono. A atuação de Binoche, que recebeu o Oscar por O Paciente Inglês e é reconhecida por filmes como A Liberdade é Azul e Camille Claudel 1915, imprime à personagem uma força silenciosa e obstinada. Já o jovem Charlie Plummer (Lean on Pete, Todo Dia) interpreta Telêmaco, o filho do casal, que agora é alvo de conspirações daqueles que almejam o poder na ausência do pai.

O roteiro, escrito por John Collee (Hotel Mumbai, Master and Commander) em parceria com Edward Bond, opta por uma leitura mais sóbria e humanista da lenda grega. Ao retirar figuras mitológicas e divinas da narrativa, a obra revela uma Ítaca marcada por conflitos políticos, desconfiança e desintegração familiar. Odisseu não é mais um herói infalível, mas um homem ferido, com memórias traumáticas, lidando com o estranhamento de retornar a um lar que já não reconhece.

A proposta estética de Pasolini — também responsável por Nowhere Special — investe em planos contemplativos e no uso de paisagens áridas e silenciosas como metáfora do estado emocional de seus personagens. Em vez de cenas de ação, há tensão contida e diálogos pontuados por silêncios que dizem muito. A construção narrativa reflete a opção do diretor por um cinema que valoriza a interioridade dos personagens e os conflitos morais do pós-guerra.

Sony Pictures divulga trailer de Depois da Caçada, estrelado por Julia Roberts, Ayo Edebiri e Andrew Garfield 

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A Sony Pictures divulgou na manhã desta quarta-feira, 16 de julho, o trailer oficial de “Depois da Caçada”, novo filme do aclamado diretor Luca Guadagnino, conhecido por obras como “Me Chame Pelo Seu Nome” e “Rivais”. O longa, produzido pela Amazon MGM Studios e distribuído no Brasil pela Sony, chega em breve às salas de cinema, prometendo um drama intenso sobre segredos, poder e dilemas morais. Abaixo, confira o vídeo:

No centro da narrativa está Julia Roberts (“Erin Brockovich”, “Closer – Perto Demais”, “Álbum de Família”), que interpreta uma professora universitária cuja história pessoal obscura corre o risco de ser exposta quando uma estudante faz uma acusação delicada contra outro docente. O roteiro, assinado por Nora Garrett, explora as tensões invisíveis que permeiam ambientes acadêmicos e as consequências profundas de decisões controversas.

O elenco também inclui Andrew Garfield, indicado ao Oscar por “Tick, Tick… Boom!” e reconhecido por trabalhos em “Silêncio” e “Até o Último Homem”, que vive o professor acusado, personagem central na trama de disputas e dúvidas. A jovem aluna que desencadeia os acontecimentos é interpretada por Ayo Edebiri, destaque na série “O Urso” e nas produções “Fingindo que Sou Amiga” e “Cães de Caça”. Complementando o elenco, Chloë Sevigny (“Zodíaco”, “Garotos Não Choram”, “Os Últimos Dias de Disco”) e Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”, “Boardwalk Empire”, “Trama Fantasma”) também têm papéis importantes. Stuhlbarg retoma sua parceria com Guadagnino, que rendeu grandes resultados no passado.

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De acordo com a sinopse divulgada oficialmente, a protagonista se encontra em uma encruzilhada emocional e moral quando uma estudante (Ayo Edebiri) acusa um professor (Andrew Garfield) de conduta questionável, desencadeando uma série de eventos que ameaçam expor um segredo obscuro do passado da própria professora. A trama, escrita por Nora Garrett, explora as tensões e ambiguidades que emergem nesse confronto, revelando como verdades ocultas podem transformar vidas e relações.

A trilha sonora é assinada pela premiada dupla Trent Reznor e Atticus Ross, vencedores do Oscar por “A Rede Social” e “Soul”, e responsáveis por criar atmosferas sonoras impactantes em trabalhos anteriores do diretor, como “Rivais” e “Queer”. O trailer destaca a estética cuidadosa e o tom sombrio característicos de Guadagnino, apresentando uma narrativa marcada por olhares carregados, diálogos tensos e um clima de suspense psicológico que convida à reflexão sobre os limites da verdade e da confiança.

Embora a data de estreia ainda não tenha sido confirmada, o longa já figura como uma das produções mais aguardadas da temporada, especialmente para o público que aprecia dramas complexos e atuações sólidas.

A Colheita, novo filme de Athina Rachel Tsangari, estreia com exclusividade na MUBI em 8 de agosto

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Em um tempo fora do tempo, em uma aldeia sem nome, o solo começa a ceder — não pelas forças da natureza, mas pelas rachaduras invisíveis do progresso. É nesse cenário simbólico e profundamente sensorial que se desenrola “A Colheita”, novo filme da cineasta grega Athina Rachel Tsangari, que estreia com exclusividade na plataforma MUBI no próximo dia 8 de agosto.

Inspirado no romance homônimo de Jim Crace, finalista do Prêmio Booker, o longa marca mais um passo ousado na carreira da diretora de obras como Chevalier e Attenberg, nomes fundamentais da chamada “nova onda grega”. Com sua assinatura estilística inconfundível, Tsangari constrói aqui uma espécie de elegia fílmica sobre o fim de um modo de vida — e o nascimento violento de outro.

O fim de uma aldeia, o começo de um novo tempo

Estrelado por Caleb Landry-Jones (Três Anúncios para um Crime, Dogman) e Harry Melling (O Gambito da Rainha, A Balada de Buster Scruggs), o filme se passa ao longo de sete dias intensos em uma comunidade agrária isolada, prestes a ser engolida pela presença de forasteiros e pela chegada do mundo exterior.

Landry-Jones interpreta Walter Thirsk, um camponês introspectivo que observa com inquietação o esfacelamento de tudo o que conhecia. Ao seu lado está Charles Kent (Melling), senhor das terras e amigo de infância de Walter, igualmente perdido diante do que está por vir. A aldeia, que até então funcionava como um microcosmo de ordem e interdependência, se vê desestabilizada por três tipos de recém-chegados: um cartógrafo, um mensageiro da companhia e migrantes de outra região, todos portadores de uma nova realidade — mais dura, mais impessoal e, sobretudo, inevitável.

Uma fábula sobre a violência do progresso

Com um elenco afinado e potente, que inclui ainda Rosy McEwen (Blue Jean), Arinzé Kene, Thalissa Teixeira e Frank Dillane, A Colheita não se prende a uma época específica — e é justamente aí que reside sua força. O filme parece acontecer em um tempo cíclico, onde as mudanças que assolam os personagens poderiam muito bem ecoar os deslocamentos sociais contemporâneos.

A belíssima e inquietante direção de fotografia é assinada por Sean Price Williams, que transforma o campo em um lugar de beleza onírica e ameaça constante. Já a produção leva a chancela de Rebecca O’Brien, conhecida colaboradora de Ken Loach e responsável por títulos como Eu, Daniel Blake e Você Nunca Esteve Realmente Aqui — reforçando o compromisso do projeto com um cinema politicamente atento e emocionalmente denso.

Um Lobo Entre os Cisnes estreia nos cinemas em 24 de julho e revela a beleza da dança como instrumento de transformação

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Nem sempre o caminho do balé começa entre espelhos e sapatilhas. Às vezes, ele nasce nas esquinas de um bairro popular, entre passos de hip hop, rodas de amigos e bailes sob o viaduto. É exatamente essa jornada improvável — e profundamente humana — que o filme “Um Lobo Entre os Cisnes” coloca em cena a partir do dia 24 de julho, com estreia nos cinemas pela Sessão Vitrine Petrobras.

Estrelado por Matheus Abreu (Pureza) e o consagrado ator argentino Darío Grandinetti (Fale com Ela, Relatos Selvagens), o longa é inspirado na trajetória real do bailarino Thiago Soares, nascido e criado em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, e que se tornou um dos maiores nomes da dança mundial. Dirigido por Marcos Schechtman e Helena Varvaki, o filme é, acima de tudo, uma homenagem à coragem de sonhar alto — mesmo quando tudo ao redor parece dizer o contrário.

Quando o balé encontra a periferia

No coração da história está Thiago, um jovem apaixonado por dança de rua que brilha nos bailes do Viaduto de Madureira com seu grupo de hip hop. Criado pela tia, ele nunca imaginou que poderia ocupar os palcos do Theatro Municipal, muito menos os salões do Royal Ballet de Londres. Mas tudo muda quando seu professor de dança urbana, Julio (vivido por Alan Rocha), enxerga em seu talento algo maior e o incentiva a tentar uma bolsa em uma escola profissional de balé.

Entre o medo de decepcionar os amigos e o desejo de construir algo novo, Thiago mergulha nesse novo universo em segredo. A disciplina rígida, os olhares tortos e os próprios preconceitos internos fazem parte do desafio. Mas é nesse novo cenário que ele conhece Dino Carrera (Darío Grandinetti), um coreógrafo cubano exigente, que vê no jovem algo raro: força e sensibilidade.

A relação entre os dois começa difícil — cheia de choques, cobranças e resistência. Mas o tempo e a dedicação transformam o conflito em parceria. O professor se torna mentor, amigo, quase família. E é nesse afeto que Thiago encontra a confiança para dar o salto definitivo.

Entre Paris e Rio, entre dor e beleza

Com locações deslumbrantes no Rio de Janeiro e em Paris — como a histórica Ópera Garnier, o bairro boêmio de Montmartre e o imponente Theatro Municipal — o filme mistura lirismo e realidade com uma fotografia que traduz em imagem o movimento interno do protagonista. O roteiro é de Camila Agustini (Manas) e a produção criativa leva a assinatura do aclamado roteirista Guillermo Arriaga (Babel, 21 Gramas, Amores Perros), conhecido por construir histórias emocionais e profundamente humanas.

Premiado e aplaudido por onde passa

Antes mesmo de chegar ao circuito comercial, Um Lobo Entre os Cisnes já emocionou plateias em festivais importantes. No 34º Cine Ceará, levou os prêmios de Melhor Ator (Matheus Abreu), Melhor Ator Coadjuvante (Darío Grandinetti) e Melhor Direção de Arte (Dina Salem Levy). Também representou o Brasil no 27º Festival de Cinema Brasileiro de Paris, reforçando o alcance internacional da produção.

Além de Abreu e Grandinetti, o elenco traz nomes como Margarida Vila-Nova, Giullia Serradas, Igor da Silva Fernandes, Elvira Helena e participação especial de Augusto Madeira.

SBT exibe A Fortaleza nesta sexta (18) na Tela de Sucessos com Bruce Willis, Jesse Metcalfe e Chad Michael Murray

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Nesta sexta-feira, 18 de julho, o SBT exibe na Tela de Sucessos o filme “A Fortaleza” (The Fortress), thriller de ação protagonizado por Bruce Willis, Jesse Metcalfe e Chad Michael Murray. A produção vai ao ar no final da noite e promete uma narrativa intensa, marcada por embates explosivos, acerto de contas e o reencontro conturbado entre pai e filho.

Com direção de James Cullen Bressack, o longa mergulha o espectador em uma base militar secreta que serve como abrigo para ex-agentes de inteligência aposentados. O que era para ser um lugar seguro, rapidamente se transforma em um campo de batalha, quando criminosos armados invadem o local em busca de vingança. No centro da trama estão Robert, vivido por Bruce Willis, e seu filho Paul (Jesse Metcalfe), forçados a trabalhar juntos sob pressão, cercados por um inimigo implacável. As informações são do AdoroCinema.

Últimos momentos de Bruce Willis nas telas

Mais do que um filme de ação convencional, A Fortaleza também carrega um peso emocional extra. Lançado pouco antes do afastamento de Bruce Willis das telas por problemas de saúde relacionados à afasia, o longa representa um de seus últimos grandes papéis no cinema. Com sua presença marcante e carisma inconfundível, o ator entrega uma performance que emociona não apenas pela ação, mas pela consciência de que se trata de uma despedida silenciosa de um ícone do gênero.

Ação, vínculos e feridas abertas

O roteiro, assinado por Alan Horsnail, mescla tiroteios e tensão crescente com dilemas familiares não resolvidos. Entre uma explosão e outra, o filme encontra espaço para refletir sobre paternidade, lealdade e reconciliação. O vilão da vez é Balzary, interpretado com intensidade por Chad Michael Murray, que lidera a ofensiva com motivações pessoais, revelando segredos do passado que colocam em risco não apenas a vida dos protagonistas, mas tudo o que ainda restava de sua relação.

O elenco ainda conta com participações de Kelly Greyson (Kate), Ser’Darius Blain (Ulysses), Shannen Doherty (Dobbs), Sean Kanan (Vlad), além de uma aparição do próprio diretor, James Cullen Bressack, como motorista de um dos antagonistas.

Também disponível no streaming

Para quem prefere acompanhar filmes no próprio ritmo, A Fortaleza também pode ser assistido via streaming. O longa está disponível por assinatura no Amazon Prime Video, oferecendo uma alternativa para os fãs de ação e para quem deseja rever um dos últimos trabalhos inéditos de Bruce Willis.

Lily-Rose Depp negocia papel em Werwulf, novo terror de Robert Eggers ambientado na Inglaterra medieval

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A atriz Lily-Rose Depp está em negociações para integrar o elenco de “Werwulf”, novo filme de terror de época dirigido por Robert Eggers. A informação foi divulgada com exclusividade pela Variety e confirma que o cineasta por trás de obras como A Bruxa e O Farol volta a apostar em uma narrativa sombria e atmosférica, desta vez ambientada na Inglaterra do século XIII. O longa tem estreia marcada para o Natal de 2026, com distribuição pela 20th Century Studios.

Após colaborar com Eggers em “Nosferatu”, previsto para 2025, Lily-Rose pode agora estrelar mais uma incursão pelo horror sob a batuta do diretor. O projeto também marca o reencontro entre Eggers e Aaron Taylor-Johnson, confirmado no elenco de Werwulf. O roteiro será coescrito com Sjón, poeta islandês que contribuiu para a profundidade mitológica de O Homem do Norte, outro trabalho marcante do diretor.

A delicadeza e a densidade de uma nova protagonista do terror

Filha de Johnny Depp e da cantora francesa Vanessa Paradis, Lily-Rose tem se esforçado para construir uma carreira autoral longe das convenções do estrelato familiar. Ao longo dos últimos anos, ela escolheu papéis que exigem entrega emocional, coragem artística e uma estética menos convencional — atributos que a têm aproximado do cinema de gênero.

Em 2023, a atriz protagonizou “The Idol”, da HBO, interpretando Jocelyn, uma popstar em crise, emocionalmente abalada e pressionada pela indústria e pelos próprios traumas. A série, apesar da recepção dividida, serviu como vitrine para o talento de Lily-Rose, revelando uma atriz disposta a se expor e a explorar camadas densas de suas personagens.

Já no aguardado “Nosferatu”, ela vive Ellen, a jovem que se torna o centro da obsessão do vampiro interpretado por Bill Skarsgård. Com direção também de Eggers, o remake do clássico alemão de 1922 apresenta um olhar mais psicológico e sensível sobre a personagem — uma oportunidade que Lily-Rose agarrou com intensidade, segundo relatos de bastidores.

Terror histórico, poesia sombria e um novo arquétipo feminino

Werwulf promete unir o rigor estético característico de Eggers com elementos sobrenaturais profundamente enraizados no imaginário europeu medieval. A ambientação no século XIII — um período onde o medo se confundia com fé, e a ignorância gerava monstros — oferece o cenário ideal para que a narrativa explore lendas sobre licantropia, paranoia coletiva e violência ritualizada.

Caso seja confirmada no elenco, Lily-Rose poderá interpretar uma personagem feminina que transita entre o real e o simbólico, como já fez em papéis anteriores. Seu olhar introspectivo, somado à sua presença etérea e ao domínio do silêncio dramático, pode torná-la peça central de um filme que parece mais interessado em provocar inquietação do que em sustos fáceis.

Samara Weaving retorna em Casamento Sangrento 2, que estreia no Brasil em abril de 2026

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A 20th Century Studios confirmou: “Casamento Sangrento 2” (título oficial ainda provisório) tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 9 de abril de 2026. A aguardada continuação do aclamado terror de 2019 traz de volta Samara Weaving no papel de Grace Le Domas, em uma trama que promete expandir o universo sangrento e satírico do primeiro longa.

Sob direção da dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, do coletivo Radio Silence, a produção resgata os elementos que consagraram o original: tensão crescente, humor ácido e reviravoltas chocantes. Com roteiro assinado por Guy Busick e Ryan Murphy — sim, o mesmo criador de American Horror Story — a sequência promete levar a mitologia da franquia a novos patamares.

Grace está de volta — e nada será como antes

Depois de escapar com vida (e fúria) da família Le Domas, Grace agora se vê diante de uma nova caçada, cujos detalhes seguem sob sigilo. A personagem que se tornou símbolo de resistência no terror contemporâneo volta com feridas abertas — físicas e emocionais — e pode ter se tornado alvo de forças ainda mais sombrias ligadas à seita da família.

Com um roteiro que deve explorar as origens do pacto demoníaco por trás do jogo de caça, Casamento Sangrento 2 se posiciona não apenas como uma continuação, mas como uma ampliação do universo criado no primeiro filme. Fontes ligadas à produção indicam que o tom será mais sombrio e psicológico, sem abrir mão da violência gráfica estilizada que marcou a obra original.

Elenco de peso e novas camadas de horror

Além do retorno de Samara Weaving (A Babá, Três Anúncios Para um Crime), o filme contará com Kathryn Newton (Freaky – No Corpo de um Assassino, The Society), Sarah Michelle Gellar (Buffy: A Caça-Vampiros, Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado), Shawn Hatosy (Southland, Animal Kingdom), Néstor Carbonell (Lost, Bates Motel), Kevin Durand (The Strain, Legião), Olivia Cheng (Warrior, Marco Polo), Josh Lucas (Ford vs Ferrari, Poseidon), e ninguém menos que David Cronenberg (A Mosca, Crimes of the Future) e Elijah Wood (O Senhor dos Anéis, Maniac) — dois nomes reverenciados no cinema de gênero, agora atuando lado a lado em um projeto que promete ser tão imprevisível quanto brutal.

A presença de Cronenberg, mestre do horror corporal, levanta especulações sobre a abordagem estética e simbólica do novo capítulo. Elijah Wood, por sua vez, reforça a tendência de atores consagrados que migram para produções de gênero com propostas ousadas e inteligentes.

Do cult ao fenômeno: o legado de Casamento Sangrento

Lançado em 2019, Casamento Sangrento foi um dos maiores acertos do terror moderno ao unir crítica social, ironia afiada e uma protagonista marcante. A combinação de narrativa ágil, direção inventiva e uma estética visual refinada transformou o longa em um sucesso cult instantâneo. Agora, sete anos depois, a sequência surge como uma resposta ao apetite do público por histórias com personalidade e sangue pulsante.

A nova produção da 20th Century Studios busca não apenas atender às expectativas, mas superá-las, ampliando as discussões e a tensão de forma mais ambiciosa. A julgar pelo histórico da equipe criativa e do elenco, há todos os ingredientes para que Casamento Sangrento 2 entre para a lista das continuações de terror que realmente valem a pena.

O Mapa Que Me Leva Até Você: romance com Madelyn Cline e KJ Apa ganha trailer e data de estreia no Prime Video

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Em tempos de incertezas, o desejo por histórias que tocam o coração e celebram a busca por conexão humana ganha força — e é exatamente nessa sintonia que chega O Mapa Que Me Leva Até Você, novo romance do Prime Video, com estreia marcada para 30 de agosto.

A plataforma divulgou, na última terça-feira (15), o trailer oficial do filme, que adapta o best-seller homônimo de J.P. Monninger, um dos romances mais elogiados da última década por seu retrato intimista sobre juventude, escolhas e encontros que mudam tudo.

Sob a direção do sueco Lasse Hallström, cineasta de dramas memoráveis como Querido John e Chocolate, o longa acompanha a trajetória de Heather, interpretada com delicadeza por Madelyn Cline (Outer Banks, Entre Facas e Segredos). Prestes a iniciar uma vida meticulosamente planejada, Heather embarca em uma última aventura pela Europa ao lado das melhores amigas — um rito de passagem antes de mergulhar no mundo adulto.

Mas o destino, como o próprio título sugere, guarda surpresas. Durante a viagem, ela conhece Jack, vivido por KJ Apa (Riverdale), um jovem misterioso e cativante, cuja presença vira sua bússola emocional. O que começa como um encontro casual se transforma em uma jornada de autoconhecimento e entrega, em que cada parada no mapa representa uma chance de repensar o rumo da própria vida.

O filme também conta com Madison Thompson, Sofia Wylie, Orlando Norman e Josh Lucas, compondo um elenco que reforça as nuances de afeto, amizade e descoberta presentes na narrativa. Ambientado em paisagens pitorescas da Europa, o longa combina visuais encantadores com emoções contidas, tocando em temas como liberdade, pertencimento e o medo silencioso de fazer escolhas irreversíveis.

Mais do que um romance, O Mapa Que Me Leva Até Você é uma história sobre o tempo — o que vivemos, o que deixamos para trás e o que ainda estamos dispostos a encontrar. Com trilha sonora sensível e direção voltada ao detalhe emocional, o filme propõe uma reflexão delicada: e se o amor for menos sobre destino e mais sobre coragem?

Com estreia global agendada para 30 de agosto no Prime Video, o longa promete conquistar tanto os fãs de histórias românticas quanto aqueles que buscam algo mais profundo: um lembrete de que, às vezes, é preciso se perder para encontrar o que realmente importa.

Patrulha das Fronteiras desta quarta (16) revela falhas em inspeção por raio-x e problemas com passaportes nos aeroportos brasileiros

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Nesta quarta-feira, 16 de julho, o programa Patrulha das Fronteiras, exibido pela Record TV, traz uma reportagem impactante que expõe as fragilidades na fiscalização dos aeroportos do Brasil — os verdadeiros portões de entrada e saída do país. Com imagens inéditas e depoimentos reais, a reportagem denuncia falhas em equipamentos de raio-x e irregularidades na checagem de passaportes que podem comprometer a segurança nacional.

O raio-x, tecnologia fundamental para a inspeção de bagagens, deveria ser uma barreira intransponível para armas, drogas e mercadorias ilegais. No entanto, a reportagem mostra que, em vários terminais, esses equipamentos estão longe de funcionar perfeitamente. Muitos sofrem com a falta de manutenção adequada e apresentam imagens com qualidade ruim, o que dificulta a identificação de itens suspeitos. Soma-se a isso a pressão por conta do fluxo intenso de passageiros, o que gera sobrecarga para os agentes e aumenta a chance de erros.

Os operadores que manuseiam essas máquinas, peça-chave nesse sistema, revelam a falta de treinamento específico e o cansaço provocado por jornadas longas. “Você precisa estar 100% atento o tempo todo, mas nem sempre isso é possível com a carga que recebemos”, relata um agente, que pediu para não ser identificado.

Outro ponto sensível levantado pela reportagem são os passaportes falsificados, adulterados ou roubados que ainda conseguem passar despercebidos pelos sistemas de fiscalização. A integração falha entre órgãos nacionais e internacionais, somada a protocolos defasados, abre brechas para que criminosos utilizem documentos irregulares para entrar ou sair do país. O impacto disso vai muito além da segurança pública — a reputação do Brasil no turismo e nos negócios internacionais sofre.

Em contrapartida, o programa destaca os esforços das autoridades para superar esses desafios. Investimentos em tecnologia de última geração, como scanners de alta definição e sistemas automáticos de reconhecimento facial, têm sido implementados em aeroportos estratégicos. Além disso, parcerias ampliadas entre a Polícia Federal, a Receita e órgãos internacionais buscam agilizar e aprimorar a troca de informações.

Não perca, nesta quarta-feira (16), às 22h45, na Record, uma jornada esclarecedora que vai além dos radares e scanners, mostrando o lado humano por trás da vigilância que mantém o país seguro.

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