Domingo Legal de hoje (13): Naldo Benny disputa com Moranguinho no Passa ou Repassa, De Quem é Essa Mansão? e Quem Arrisca Ganha Mais

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Se o seu domingo anda meio sem graça, Celso Portiolli tem a receita certa: misture umas boas risadas, adicione famosos prontos pra levar torta na cara, salpique uns desafios malucos valendo uma bolada e finalize com uma pitada de invasão a mansões luxuosas. Resultado? Um Domingo Legal daqueles que viram assunto até na segunda-feira.

E já anota aí: é neste domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT.

🍰 Passa ou Repassa – torta, grito e pagode

Celso solta o grito de guerra e o jogo começa pegando fogo. De um lado, o time azul com a influenciadora Moranguinho e os sertanejos Danilo & Davi, que prometem não só encarar o quiz, mas também levantar a plateia com seus hits.

Do outro, o time amarelo vem afiado com o cantor Naldo Benny, a atriz Carol Bresolin e o influenciador Marcelo Mesquita. Eles vêm com tudo — e com sede de… torta na cara alheia. Porque no Passa ou Repassa, o conhecimento importa, mas o reflexo salva.

🏰 De Quem é Essa Mansão? – luxo, mistério e zoeira com GPS

Esqueça o “Lar Doce Lar”. Aqui, o trio formado por Celso, Pedro Manso (Fala Silva) e Marlei Cevada (Mileide) entra nas casas mais chiques do Brasil como quem invade o camarim do Oscar: com câmera na mão, bom humor na bagagem e aquele jeitinho maroto de tirar o mistério do ar.

A missão é simples (mentira, não é): descobrir quem é o dono da mansão. A graça? Está em tudo: nos palpites errados, nos detalhes extravagantes e nas reações hilárias do trio mais intrometido (e amado) da televisão.

💰 Quem Arrisca Ganha Mais – vale tudo (menos desistir)

Tem gente que joga pra ganhar e tem gente que joga pra mudar de vida. No Quem Arrisca Ganha Mais, duas duplas encaram provas tensas e decisões que fazem suar as mãos — tudo por um prêmio que pode chegar a 100 mil reais.

Vale apostar alto? Vale. Mas também vale respirar fundo, pensar rápido e torcer pra sorte estar de bom humor.

💥 Até Onde Você Chega? – coragem vale ouro (ou melhor, milhão)

Esse é o quadro que separa os ousados dos muito ousados. Com provas que parecem ter saído de um reality show radical e prêmios que piscam os olhos de qualquer um, os participantes enfrentam o desafio da vida por um lugar ao sol — e até 1 milhão de reais no bolso.

Aqui, não tem roteiro: cada passo pode ser o último… ou o primeiro de uma nova vida.

🌟 Domingo com cara de festa, programa com alma de auditório

O Domingo Legal deste dia 13 não entrega só entretenimento — entrega uma tarde inteira de barulho bom: aquele que mistura família rindo no sofá, torcida gritando com a TV e a clássica pergunta: “será que essa casa é do Neymar?”

Com Celso Portiolli no comando, é certeza: você vai rir, torcer, se surpreender e, quem sabe, se inspirar. Afinal, num programa em que qualquer um pode virar milionário, tudo pode acontecer.

James Gunn comenta como foi deixar a Marvel para reinventar o universo da DC

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James Gunn não é de meias palavras — e agora, em uma entrevista sincera ao podcast Armchair Expert, o diretor que revolucionou a Marvel com Guardiões da Galáxia abriu o jogo sobre a decisão que mexeu com Hollywood: deixar o MCU para assumir o comando da DC Studios.

Esqueça os clichês de rivalidade entre estúdios. Para Gunn, a troca foi um passo natural, quase inevitável. “Não rolou culpa”, ele afirmou. “Louis D’Esposito e Kevin Feige foram incríveis, me ligavam o tempo todo. Saí de um lugar que adoro para outro que também amo.”

Essa visão deixa claro que, no fim das contas, o que pesa para Gunn não são as marcas ou logotipos, mas as pessoas e as histórias que ele quer contar.

Do outro lado da linha: respeito e parceria

Muita gente imagina que sair da Marvel para a DC seria como trocar o time do coração por um rival. Mas Gunn conta que, para ele, foi exatamente o contrário: uma passagem cercada de respeito e carinho. A ligação constante de antigos colegas é a prova de que, na prática, a indústria sabe separar negócios de amizade.

É essa combinação de talento com maturidade profissional que coloca Gunn no centro do novo capítulo da DC — não só como diretor, mas como arquiteto de um universo que quer reconquistar fãs e mostrar que pode ser grandioso sem perder alma.

A nova cara da DC começa com um nome só

James Gunn chegou chegando. Com o filme Superman já brilhando nos cinemas, ele não apenas dirige, mas lidera o processo de renovação da DC Studios — um trabalho que mistura coragem para quebrar paradigmas com respeito às raízes do personagem.

E quem acompanha sabe: Gunn não vai entregar só mais um blockbuster. Ele está atrás de um universo que faça sentido, com camadas, conflitos reais e personagens que emocionam.

O que vem depois?

O futuro da DC está nas mãos de alguém que entende que o sucesso não é sobre fazer barulho, mas sobre contar histórias que ecoam. James Gunn já está montando o quebra-cabeça, e, pelo visto, quer mais que sequências espetaculares — quer conexão verdadeira com o público.

E, no meio disso tudo, fica o recado claro: talento, respeito e paixão pelas histórias valem muito mais que qualquer rivalidade histórica.

James Gunn não perde tempo: após estreia de Superman, DCU já se expande para séries inéditas

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Enquanto a poeira das batalhas de Superman ainda assenta nas salas de cinema, James Gunn já está trabalhando para transformar o novo universo da DC em algo muito maior — e não só nas telonas. A grande novidade? O cineasta planeja levar personagens secundários para o centro das atenções com séries exclusivas que prometem aprofundar histórias e mostrar lados nunca antes explorados.

Entre os nomes que ganharão suas próprias produções, estão Jimmy Olsen (interpretado por Skyler Gisondo), o fotógrafo curioso e amigo leal do Homem de Aço, e o enigmático Sr. Incrível (Edi Gathegi), integrante da misteriosa Gangue da Justiça. É uma estratégia ousada que mostra como o DCU sob comando de Gunn não quer mais apenas filmes isolados — quer criar um ecossistema vivo, em que cada peça do quebra-cabeça tem sua importância.

🎥 Do plano de fundo para o palco principal

Jimmy Olsen, até então conhecido como o eterno coadjuvante dos quadrinhos, ganha uma nova chance para se reinventar como um personagem complexo, pronto para assumir um papel maior na narrativa do universo. Já o Sr. Incrível, até aqui uma figura sombria e cheia de nuances, pode ser a ponte entre o público e o lado mais sombrio e questionador dos super-heróis.

Isso mostra que o interesse não está apenas em bombar a bilheteria, mas em contar histórias ricas, cheias de personalidade e relevância, que conversam com o mundo real e seus dilemas.

🦸‍♂️ Superman 2.0: um herói para tempos modernos

O filme Superman com David Corenswet traz um herói que carrega mais dúvidas e humanidade do que nunca. Criado em Smallville, dividido entre sua origem alienígena e a vida humana, Clark Kent é apresentado como um símbolo de esperança que tenta navegar num mundo cada vez mais cético e dividido.

A galeria de personagens traz também rostos conhecidos — Lois Lane (Rachel Brosnahan), Lex Luthor (Nicholas Hoult) — e outros novos que enriquecem a mitologia, preparando o terreno para o crescimento do universo.

🌐 Construindo um universo conectado

Ao apostar em séries para personagens coadjuvantes, James Gunn está criando uma rede de histórias interligadas que pode rivalizar com as maiores franquias da atualidade. A ideia é clara: oferecer múltiplos pontos de entrada para fãs de diferentes gostos, expandindo o universo e aprofundando sua complexidade.

Essa abordagem híbrida entre cinema e streaming não apenas fortalece a narrativa, mas cria uma comunidade de fãs engajada, que pode acompanhar e se aprofundar em cada personagem.

🚀 O futuro da DC começa agora

James Gunn está escrevendo um novo capítulo para a DC que vai muito além dos superpoderes. É uma visão que abraça a diversidade de personagens, temas relevantes e formatos inovadores, e que convida o público a participar de uma aventura maior.

Com as séries de Jimmy Olsen e Sr. Incrível já no radar, os fãs podem se preparar para um universo DC mais vibrante, complexo e interconectado — uma verdadeira revolução na forma de contar histórias de heróis.

Invasão a Londres domina o Cine Maior deste domingo (13) com ação implacável e tensão internacional

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Há filmes que entregam ação. Outros, tensão. E há aqueles que fazem as duas coisas ao mesmo tempo, sem deixar o espectador piscar. Neste domingo, 13 de julho, às 15h, a Record TV leva ao ar no Cine Maior o intenso Invasão a Londres — um thriller que transforma um funeral de Estado em um campo de guerra e mostra que, quando o mundo desmorona, o instinto de sobrevivência é tudo o que resta.

🕊️ Um luto que vira caos

A morte do primeiro-ministro britânico reúne os líderes mais poderosos do planeta no coração de Londres. Tudo deveria correr dentro do protocolo: discursos, homenagens, segurança máxima. Mas o que se vê a seguir é o completo colapso de uma cidade — e de uma rotina internacional — sob um ataque terrorista coordenado com precisão cirúrgica.

De repente, a capital inglesa se transforma num labirinto de destruição. E é nesse cenário que o agente secreto Mike Banning, vivido por Gerard Butler (300, Invasão à Casa Branca), precisa entrar em ação. Sua missão é uma só: proteger o presidente dos Estados Unidos, Benjamin Asher (Aaron Eckhart, O Cavaleiro das Trevas), custe o que custar.

👣 Um homem contra o impossível

Mike Banning não é um super-herói. Ele sangra, se cansa, erra. Mas também é movido por uma lealdade que não se negocia. Com a cidade sitiada, drones vigiando os céus e atiradores em cada esquina, ele se torna o único escudo entre o presidente e a morte certa. Ao mesmo tempo, nos bastidores do poder, o vice-presidente Trumbull, interpretado com a autoridade serena de Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Invictus), tenta ganhar tempo — e salvar o pouco que restou de controle político.

🎬 Realismo que invade a tela

Dirigido por Babak Najafi (Força de Ataque), o longa não aposta em pirotecnias exageradas. Aqui, a câmera corre junto com os personagens, quase como se o espectador estivesse no meio da confusão, tentando escapar também. Cada explosão parece suar, cada perseguição tem peso. O resultado é uma ação que grita — mas com credibilidade.

E o roteiro, assinado pela dupla Katrin Benedikt e Creighton Rothenberger, vai além da adrenalina: ele cutuca as estruturas de poder, o medo do terror moderno e as consequências de decisões que acontecem longe dos olhos do público, mas que podem mudar o rumo de um país em segundos.

🎭 Elenco que sustenta a tensão com alma

  • Gerard Butler brilha como o agente Banning, num papel físico e emocionalmente desgastante — e por isso tão humano.
  • Aaron Eckhart traz ao presidente Asher não só presença, mas vulnerabilidade. É um líder que também teme, que hesita, que sente.
  • E Morgan Freeman é, como sempre, um espetáculo à parte. Seu olhar diz mais do que muitos discursos — e seu personagem sustenta a narrativa nos bastidores com inteligência e firmeza.

🌍 Londres como você nunca viu

As ruas de Londres, sempre tão cheias de história, viram cenário de combate. Palácios, pontes e monumentos desabam em cenas que impressionam não apenas pelos efeitos visuais, mas pelo realismo com que são retratadas. Tudo soa possível — e isso é o mais assustador.

📌 Vale a pena assistir?

Vale. Porque além de ser um prato cheio para os fãs de ação, Invasão a Londres também nos lembra que coragem não nasce da certeza, mas da urgência. Que heróis nem sempre vestem capas — às vezes, vestem coletes, suam, correm, vacilam… mas não desistem.

Por trás das explosões: os segredos e curiosidades

🎬 Uma Londres recriada… longe de Londres

Apesar de se passar quase inteiramente na capital britânica, boa parte de Invasão a Londres não foi filmada no Reino Unido. Por razões orçamentárias e logísticas, muitas cenas foram gravadas em Sofia, na Bulgária, onde cenários londrinos foram cuidadosamente recriados. Até ruas inteiras foram digitalmente adaptadas para simular locais reais como Westminster e a Ponte de Londres — um feito que mescla cenografia tradicional e efeitos digitais com precisão.

🎥 Um funeral, duas agendas — e cenas separadas

Embora os personagens de Gerard Butler (Mike Banning) e Morgan Freeman (Vice-presidente Trumbull) pareçam interagir diretamente, os dois atores nunca estiveram juntos no set. A produção precisou se adaptar às agendas apertadas de ambos e filmou as cenas em momentos distintos, combinando os planos na montagem final com o uso de dublês e composição digital.

Para o espectador, é imperceptível. Para os realizadores, foi uma verdadeira dança de bastidores.

🏃 Butler correu de verdade… e com sotaque disfarçado

A cena de abertura, em que Mike Banning atravessa correndo Kensington Gardens, foi gravada em locação real, com câmeras móveis e pouco uso de figurantes contratados, o que deu à sequência um realismo quase documental.

E um detalhe curioso: mesmo sendo escocês, Butler passou por um processo intenso de redução de sotaque para manter o tom americano do personagem. O curioso é que, em algumas cenas ao lado do ator Bryan Larkin, também escocês, o sotaque original escapa discretamente — uma espécie de “deslize afetivo” entre conterrâneos.

🎧 A voz de Morgan Freeman foi parar no Waze

Como parte da campanha de lançamento do filme, a produtora fez um acordo inusitado: Morgan Freeman virou narrador oficial do Waze por um tempo, guiando motoristas com a mesma voz calma e autoritária que usa para comandar crises internacionais nos filmes. A ideia era promover o filme de maneira criativa — e funcionou: fãs adoraram receber ordens de direção de alguém com tanto peso dramático.

💣 Efeitos que custaram suor (e quase dois anos)

As cenas de destruição urbana — explosões em tempo real, helicópteros caindo e prédios colapsando — exigiram um trabalho minucioso de pós-produção que levou mais de 18 meses para ser finalizado. Os efeitos foram criados em camadas: primeiro os planos reais, depois maquetes digitais, e por fim os elementos gráficos que simulam destruição, fumaça e impacto.

Segundo técnicos da equipe, o maior desafio foi manter o realismo em cenas que não podiam ser filmadas com explosivos reais em ambientes urbanos.

🎭 Treinamento militar para não parecer “Hollywood demais”

A produção contou com consultores táticos militares para orientar o elenco principal. Gerard Butler, inclusive, passou semanas aprendendo protocolos reais de combate e proteção de autoridades para interpretar Banning com mais credibilidade. A ideia era fugir dos clichês de ação exagerada e trazer uma abordagem mais realista, baseada em como verdadeiros agentes de segurança se comportam em situações extremas.

Super Tela exibe Sicário: Dia do Soldado neste sábado (12) com drama, tensão e dilemas morais na fronteira

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Às vezes, a guerra mais brutal não é aquela feita com tanques ou exércitos — mas sim aquela que acontece nos bastidores, em silêncio, com ordens que jamais serão assumidas publicamente. É nesse território sombrio que Sicário: Dia do Soldado mergulha. O filme será exibido pela Super Tela neste sábado, 12 de julho, às 22h30, na Record TV, e promete uma noite de tirar o fôlego.

A produção é a continuação do aclamado Sicário (2015), mas aqui a história caminha por conta própria — com personagens que já perderam quase tudo, tentando manter o pouco de humanidade que ainda lhes resta.

Um plano secreto, uma escolha impossível

Na trama, Matt Graver, um agente da CIA vivido por Josh Brolin (Vingadores: Guerra Infinita, Deadpool 2), recebe uma missão delicada do alto escalão do governo americano: criar um conflito interno entre cartéis mexicanos. A justificativa? Após um atentado nos EUA, os cartéis agora são vistos como terroristas — e isso abre margem para operações clandestinas sem limites éticos ou legais.

Para executar a missão, ele convoca um rosto conhecido: Alejandro Gillick, interpretado de forma intensa por Benicio Del Toro (Traffic, Os Suspeitos). Sicário, ex-advogado, homem de poucas palavras e muitos fantasmas, Alejandro aceita a tarefa. Mas o plano é mais cruel do que parece: sequestrar a filha de um chefão do tráfico para provocar o caos entre os rivais.

Entre a missão e a consciência

A jovem sequestrada, Isabel Reyes, é interpretada por Isabela Merced (Dora e a Cidade Perdida, Sweet Girl). Aos poucos, o filme revela que ela não é apenas um alvo estratégico — é uma adolescente com medos, sonhos e humanidade, exposta ao pior da guerra adulta. Quando tudo sai do controle e a operação é abandonada pelo próprio governo, Alejandro se vê sozinho, com a menina ao seu lado, tendo que decidir se ainda consegue salvar algo — ou alguém — do desastre que ajudou a criar.

Entre explosões, perseguições no deserto e alianças frágeis, o que mais pesa é o silêncio entre os dois: um homem forjado na dor e uma garota arrancada de sua vida por uma lógica que ela nem compreende. O vínculo improvável que se constrói entre eles é o verdadeiro centro emocional do filme.

Tensão, crítica e cinema de verdade

Com direção do italiano Stefano Sollima (Suburra, Gomorra) e roteiro do consagrado Taylor Sheridan (A Qualquer Custo, Yellowstone), o longa vai além do gênero. Ele expõe, com brutalidade e sobriedade, os efeitos colaterais das decisões tomadas em gabinetes distantes. A fotografia árida e realista, a trilha sonora que pulsa como um batimento de ansiedade, e os silêncios que dizem mais do que os diálogos fazem de Sicário: Dia do Soldado um filme que faz pensar — e sentir.

Por que vale assistir?

Porque nem todo filme de ação precisa ser só explosão. Sicário: Dia do Soldado é sobre escolhas difíceis, fronteiras borradas entre certo e errado, e pessoas que carregam o peso de decisões que jamais serão aplaudidas.

7 curiosidades que você (provavelmente) não sabia

Josh Brolin de chinelo — e por um bom motivo

Quem prestar atenção vai perceber um detalhe inusitado: o agente da CIA Matt Graver, vivido por Josh Brolin, passa boa parte do filme usando… chinelos. A escolha não foi acidental. O diretor Stefano Sollima queria que Graver parecesse um homem acostumado com o poder informal e letal — alguém que resolve conflitos internacionais como se estivesse em casa. Os chinelos viraram um símbolo silencioso da frieza do personagem.

Benicio Del Toro recusou dublês nas cenas com arma

O icônico “gun twirl” — quando Alejandro gira a pistola de forma quase coreografada — não foi feito por dublês nem reforçado com efeitos visuais. Foi o próprio Benicio Del Toro quem aprendeu e executou os movimentos no set. A ideia era manter a autenticidade do personagem, mostrando um homem que domina suas ferramentas de forma silenciosa, quase ritualística.

Isabela Merced enfrentou o calor, a areia — e muitas lágrimas

A jovem atriz Isabela Merced, que interpreta Isabel Reyes, fez grande parte das cenas de ação por conta própria. Durante uma sequência intensa em que sua personagem se esconde debaixo de um carro, a atriz revelou que ficou tão abalada emocionalmente que passou horas chorando mesmo depois do “corta”. Segundo ela, o set exigia entrega total — física e psicológica.

A abertura quase foi censurada

A cena de abertura, que mostra um atentado a bomba em um supermercado, gerou debate nos bastidores. Alguns executivos temiam que o início fosse “forte demais” para o público. O diretor, no entanto, defendeu a sequência até o fim, afirmando que era essencial para estabelecer o tom sombrio e geopolítico da história. E estava certo: a introdução virou uma das cenas mais lembradas do longa.

Realismo tático como prioridade

Para garantir que as cenas de combate e operação tática soassem reais, a produção contratou consultores militares que orientaram os atores em cada detalhe: desde como carregar uma arma até como se mover em formações defensivas. O resultado é um filme em que cada movimento parece pensado — porque foi.

Pesquisa de campo na fronteira

Antes de filmar, a equipe fez uma longa imersão nas cidades de El Paso (EUA) e Ciudad Juárez (México), onde observaram o funcionamento real do tráfico humano e de drogas na fronteira. A pesquisa foi crucial para compor as cenas com base em práticas reais dos “coyotes” — atravessadores que levam imigrantes por rotas clandestinas.

Mais de 11 meses só para uma sequência

A sequência de ataque no supermercado — com explosões, fumaça, pessoas correndo e efeitos sonoros impactantes — levou quase um ano de trabalho em pós-produção. Foram mais de 350 dias apenas para finalizar a cena com os efeitos visuais, que misturam ação real, CGI e elementos digitais invisíveis aos olhos, mas essenciais para criar o caos perfeito.

Marvel libera novo trailer de Quarteto Fantástico com cenas inéditas e clima de recomeço para o MCU

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Na última sexta-feira, 11 de julho, a Marvel Studios não apenas lançou um novo trailer de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos — ela cravou, com todas as letras, que a Fase 6 do MCU será inaugurada com ambição, reverência e coragem. O vídeo, recheado de cenas inéditas, revelou detalhes até então guardados a sete chaves e, mais do que isso, deu sinais claros de que o novo Quarteto não está aqui para repetir fórmulas. Está aqui para reescrever o jogo. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

E a aposta é alta: Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach formam o novo núcleo emocional da Marvel. Só que, dessa vez, não são apenas super-heróis. São família. São pioneiros. São o ponto de partida de uma nova fase que promete desafiar o passado e provocar o futuro.

Quarteto reinventado: mais do que poderes, vínculos

Em um mercado saturado por equipes de heróis padronizadas, o novo Quarteto Fantástico se posiciona como algo raro: uma história de intimidade em meio ao caos cósmico. Pedro Pascal surge como um Reed Richards menos distante e mais quebrado, dividido entre genialidade e culpa. Vanessa Kirby traz à Sue Storm uma presença densa, mais contida, mas com tensão emocional clara: ela não é coadjuvante de ninguém — e o trailer deixa isso bem claro.

Enquanto isso, Joseph Quinn encarna Johnny Storm com carisma e sarcasmo na medida certa, equilibrando juventude e arrogância. Já Ebon Moss-Bachrach entrega um Ben Grimm (o Coisa) com alma de poeta trágico, visivelmente desconfortável com sua aparência, mas ainda mais tocante em sua lealdade. É, possivelmente, o Coisa mais humano já visto no cinema.

Do brilho ao abismo: o retorno sombrio de Robert Downey Jr. como Doutor Destino

Mas o grande trunfo — e talvez o maior risco criativo da Marvel até agora — é a reentrada de Robert Downey Jr. no MCU, desta vez como Victor Von Doom, o icônico e complexo Doutor Destino. O trailer entrega apenas flashes do personagem, envolto em sombras e silêncios — mas o impacto é imediato. Ao escalar Downey Jr., a Marvel não apenas inverte expectativas, como quebra o ciclo de nostalgia fácil: o herói mais amado agora é a ameaça central. E isso, por si só, muda tudo.

Tom e estética: ficção científica com alma vintage

Visualmente, Primeiros Passos é um aceno claro à ficção científica da Era de Ouro: retrô sem ser kitsch, colorido sem ser cartunesco. Há elementos que remetem à estética de “2001: Uma Odisseia no Espaço” e “Perdidos no Espaço”, mas com o peso emocional que o MCU vinha tentando resgatar desde Vingadores: Ultimato.

O trailer também insinua que a história será mais pé no chão do que os fãs imaginavam — com foco nos dilemas familiares, nas escolhas morais de Reed e no nascimento dos conflitos internos da equipe. Nada de vilões surgindo do nada ou raios coloridos em prédios genéricos. Aqui, o confronto começa dentro do lar.

O início de tudo — e o fim de uma era

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos chega aos cinemas brasileiros em 24 de julho de 2025 com a missão de dar início à Fase 6 do MCU — que culminará com Vingadores: Doomsday (2026) e Guerras Secretas (2027). A escalação de peso e o tom ousado sugerem que o filme será mais do que uma introdução: será a espinha dorsal da narrativa que levará o universo Marvel a seu clímax mais arriscado.

E mais do que efeitos especiais ou combates grandiosos, o que o novo trailer entrega é uma promessa de profundidade emocional — algo que muitos fãs vinham cobrando há anos. Se a Marvel cumprir o que insinua, Quarteto Fantástico pode não só resgatar o prestígio perdido do estúdio, mas também marcar o início de uma nova era — onde a ciência, o afeto e o conflito existencial dividem espaço com o heroísmo.

Nathan Fillion entra de vez no universo DC e confirma participação em “Lanterns”, série sombria da HBO

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Depois de dar as caras como Guy Gardner no recém-lançado Superman — primeiro filme oficial do novo DCU — o ator Nathan Fillion acaba de confirmar que vai reprisar o papel na aguardada série “Lanterns”, produção original da HBO e Max prevista para chegar às telas em 2026.

Desta vez, o universo dos Lanternas Verdes ganha um tom bem diferente do que o público está acostumado. Esqueça o espetáculo espacial: Lanterns mergulha no suspense investigativo, com os holofotes voltados para a Terra — mais precisamente, para o interior dos Estados Unidos, onde um assassinato misterioso desafia até os membros mais experientes da Tropa.

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Um crime, dois Lanternas e um legado em jogo

A trama da série gira em torno do jovem John Stewart (vivido por Aaron Pierre) e do veterano Hal Jordan (Kyle Chandler, de Friday Night Lights), forçados a trabalhar juntos diante de um caso que ameaça os alicerces da própria Tropa dos Lanternas Verdes. Há quem diga que a vítima do crime seja justamente um dos membros da força policial intergaláctica — e que esse evento servirá como rito de passagem para Stewart, que só então receberá o lendário anel verde que transforma vontade em poder.

No meio dessa dupla improvável, surge Guy Gardner. Com seu humor ácido, seu ego inflado e seu estilo nada ortodoxo, o personagem de Fillion promete ser uma espécie de carta embaralhada no baralho — alguém que tanto pode ajudar quanto atrapalhar, dependendo do dia (ou do planeta).

Um elenco de peso e um vilão lendário

O elenco da série também impressiona. Além de Fillion, Pierre e Chandler, Lanterns contará com Garrett Dillahunt (Onde os Fracos Não Têm Vez), Kelly Macdonald (Boardwalk Empire) e Ulrich Thomsen, escalado como Sinestro, figura central da mitologia dos Lanternas e ex-mestre de Hal Jordan, que aqui deve assumir um papel de antagonista silencioso — mas perigosamente calculado.

Com esse time, a HBO sinaliza que Lanterns não será apenas mais uma série de super-heróis. A proposta é mergulhar em tons mais densos, com estética realista e ritmo de thriller, apostando em diálogos afiados, dilemas morais e uma investigação que pode ter consequências galácticas.

DCU se consolida entre cinema e streaming

A participação de Nathan Fillion tanto no cinema quanto na televisão não é coincidência. Sob o comando de James Gunn e Peter Safran, o novo Universo DC quer integrar de fato suas produções, criando conexões orgânicas entre filmes e séries — algo que seu “concorrente” Marvel ensaiou, mas nem sempre conseguiu executar com coesão.

Fillion, que já trabalhou com Gunn em diversos projetos e é conhecido por equilibrar drama e humor com naturalidade, parece ter encontrado em Guy Gardner um personagem feito sob medida. E, ao que tudo indica, o Lanterna de cabelo esculpido e temperamento difícil ainda terá muito espaço nessa nova fase da DC.

E quando estreia?

Ainda sem data exata, “Lanterns” tem previsão de lançamento para meados de 2026, exclusivamente na HBO e na plataforma Max. Até lá, os fãs podem revisitar o primeiro vislumbre do novo DCU em Superman — e ficar de olho nos detalhes que plantam as sementes do que promete ser um dos projetos mais ousados da nova era da DC.

O Canto do Amor Eterno: Um romance que tenta domar o tempo, mas desafia o leitor a pensar

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Com o romance O canto do amor eterno, o escritor Proença investe numa trama que atravessa o século XX e o início do XXI brasileiro, unindo reencarnação, vingança e misticismo ao pano de fundo da história nacional. A obra acompanha Elka e Paulo, casal que se reencontra em diferentes vidas, refletindo as transformações sociais e políticas do país.

A proposta é ambiciosa: cruzar o destino pessoal dos protagonistas com marcos como a República Velha, a ditadura Vargas, o AI-5 e a polarização política atual. No entanto, a repetição do ciclo amoroso entre as encarnações de Elka e Paulo pode gerar uma sensação de repetição que limita o desenvolvimento da narrativa.

Personagens como Cazã, o cruel Cavaleiro Tártaro, e Vivi, o desertor que simboliza resistência, funcionam como arquétipos que personificam os conflitos históricos. Embora a alegoria seja eficaz para dar dimensão simbólica ao enredo, corre o risco de simplificar conflitos complexos e reduzir nuances importantes da realidade brasileira.

Outro aspecto que chama atenção é a construção do amor como missão redentora, que, embora romântica, pode soar como uma fórmula desgastada de sofrimento e sacrifício. O romance carece de um questionamento mais profundo sobre o amor e suas possibilidades, deixando de explorar outras perspectivas ou formas de superação.

O canto do amor eterno se revela, assim, uma leitura que atrai aqueles que acreditam no poder do amor e da memória para atravessar tempos difíceis. Mas também um convite à reflexão: até que ponto o amor que atravessa gerações liberta ou aprisiona seus protagonistas? Entre poesia e drama, Proença desafia o leitor a ponderar sobre esse dilema.

“Superman” tem cenas pós-créditos? Sim — e aqui está o que você precisa saber

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Em 10 de julho, as salas de cinema brasileiras receberam uma nova encarnação do Homem de Aço, que não só revive a lenda de Clark Kent, mas inaugura uma nova era para o Universo DC — o tão aguardado DCU idealizado por James Gunn e Peter Safran. Este reboot não se limita a recontar uma história já conhecida; ele reimagina o herói, colocando-o em um contexto fresco, com personagens renovados e uma atmosfera que mescla drama, ação e até humor.

Mas, afinal, será que o novo “Superman” reserva surpresas para os fãs que ficam até o final dos créditos? A resposta é sim — e não são cenas quaisquer. O filme traz duas cenas pós-créditos que, embora não revelem grandes spoilers ou futuros eventos grandiosos do DCU, funcionam como pequenos acenos para o público, oferecendo momentos que equilibram poesia, leveza e até um toque de humor.

A primeira cena pós-créditos

Logo após a última cena, quando a maioria já começa a se levantar, a tela volta a se iluminar com uma sequência que captura o silêncio e a imensidão do espaço. O homem de aço surge, não em plena ação, mas ao lado de seu inseparável amigo e aliado canino: Krypto. Os dois estão na superfície da Lua — um lugar que, apesar de sua aridez e distância, simboliza o refúgio e a reflexão.

Eles olham juntos para a Terra, pequena e vibrante à distância, um lembrete da responsabilidade que o herói carrega e do amor pelo planeta que defende. Não há diálogos, apenas a contemplação do universo. Essa imagem fala de algo muito maior que batalhas e vilões: fala da solidão e do peso de ser um símbolo de esperança, da necessidade de reencontrar força nas pequenas coisas e nas conexões profundas.

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A segunda cena pós-créditos

Logo após esse instante mais introspectivo, a segunda cena pinta um quadro completamente diferente. Aqui, o tom é leve, quase descontraído — uma pausa para o riso depois da tensão da luta final.

Superman está ao lado do Sr. Incrível — personagem interpretado por Edi Gathegi que, embora possa parecer uma referência a outros universos, neste novo DCU adiciona um toque de humor e humanidade à mitologia dos heróis. Eles observam, lado a lado, uma gigantesca rachadura que corta um prédio — uma cicatriz deixada pela batalha.

Com um olhar crítico, o Homem de Aço comenta: “Tá torto.” O Sr. Incrível, meticuloso e perfeccionista, reage com irritação e um pouco de humor seco. Essa troca revela que, mesmo entre seres poderosos, há espaço para pequenas frustrações cotidianas, lembrando o público que heróis também lidam com imperfeições — sejam elas físicas ou emocionais.

Por que essas cenas importam?

Embora nenhum dos dois momentos entregue pistas claras sobre futuros filmes, equipes ou vilões, eles funcionam como janelas para o mundo que James está construindo. A primeira nos convida a sentir a profundidade do personagem, sua vulnerabilidade e vínculo com o planeta Terra; a segunda, a enxergar os heróis como indivíduos capazes de rir e interagir de forma leve, quebrando a seriedade típica dos blockbusters.

Além disso, ao incluir Krypto e o Sr. Incrível, o filme amplia o universo de personagens que poderão ganhar mais destaque, preparando o terreno para futuras histórias que misturam ação, drama e humor — uma combinação que pode renovar o gênero.

Vale a pena esperar?

Sem dúvida. Se você gosta de cinema de super-herói que mistura emoção, diversão e pequenos detalhes que enriquecem a experiência, ficar até o final vale cada minuto. É como se, depois de horas imerso no mundo intenso do Superman, o espectador ganhasse dois presentes: um instante de silêncio para refletir e um momento para sorrir.

Esquadrão da Moda deste sábado (12) transforma a vida de Angela, professora que superou perdas e reencontra sua autoestima

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 12 de julho, o Esquadrão da Moda traz ao ar uma história que vai muito além da mudança de visual. No centro do episódio está Angela, uma professora da periferia de São Paulo que, depois de uma vida inteira dedicada aos outros, ganha a chance de se reconectar com a mulher que ficou esquecida entre as exigências do dia a dia.

Uma mulher que sempre cuidou — e que agora é cuidada

Aos 48 anos, Angela tem uma rotina marcada por doações silenciosas. Entre as paredes de uma creche no Itaim Paulista, cuida de dezenas de crianças com o mesmo zelo com que criou seus dois filhos. Viúva desde a pandemia, passou por perdas profundas, mas nunca deixou de ser o alicerce da família.

Só que, nesse processo, sua vaidade — antes vibrante e cheia de personalidade — foi sendo deixada de lado. As roupas passaram a ser o que dava para usar. Um incêndio ainda reduziu seu guarda-roupa ao essencial. O espelho parou de mostrar o que ela era. E Angela, aos poucos, parou de se olhar.

Um gesto do filho, um recado do céu

O que ela não esperava era ser surpreendida por um presente fora do comum: um passeio de helicóptero por São Paulo, dado pelo próprio filho. O que era para ser apenas uma experiência emocionante virou um divisor de águas. Lá do alto, ela vê uma cena inusitada: Dudu Bertholini e Renata Kuerten, de braços abertos, segurando uma placa com seu nome.

Era o chamado que Angela precisava. Um convite simbólico para resgatar tudo o que ficou suspenso no tempo — e que ainda pulsa dentro dela.

Mais do que estilo: identidade

Angela nunca teve medo de ousar — pelo contrário, sempre gostou de maquiagem forte, cores intensas e peças que transmitissem sua alegria. Mas o acesso a isso foi se tornando mais raro, e o que ela vestia já não dizia mais nada sobre ela.

O desafio do Esquadrão? Traduzir, em roupas, a mulher forte, sensível e cheia de personalidade que todos conhecem — menos ela mesma. Ao lado do cabeleireiro Rodrigo Cintra, ela revisita antigos dilemas: por anos, alisou o cabelo para se adaptar. Agora, quer se libertar. Pela primeira vez, a escolha é só dela.

Maquiagem que desperta memórias

Na sala de transformação com Fabi Gomes, a maquiagem não é apenas um retoque. É uma forma de lembrar quem ela é. O delineado que ela quer aprender não tem a ver com moda — tem a ver com marcar presença, voltar a ocupar espaço, a dizer: “Eu estou aqui”.

Um reflexo que finalmente acolhe

Ao final da jornada, Angela não enxerga apenas uma nova imagem. Ela se reencontra com uma versão de si mesma que foi deixada em silêncio. O programa entrega mais do que um novo estilo. Entrega autonomia, escuta e pertencimento.

O episódio de hoje é sobre escolhas que foram adiadas, mas não esquecidas. E sobre o poder de alguém estender a mão e dizer: agora é a sua vez.

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