Festival global Five Films for Freedom promove mostra gratuita LGBTQIA+ no Brasil e online

Existe algo poderoso quando uma história atravessa fronteiras. É justamente essa a essência do Five Films for Freedom, que chega à sua 12ª edição entre os dias 18 e 29 de março reafirmando o cinema como ferramenta de conexão, empatia e visibilidade. Mais do que uma simples mostra, o projeto se consolidou como um movimento cultural que convida o público a olhar o mundo por diferentes perspectivas — todas atravessadas pela diversidade.

Realizado pelo British Council em parceria com o BFI Flare: London LGBTQIA+ Film Festival, o festival mantém uma proposta simples e, ao mesmo tempo, transformadora: disponibilizar gratuitamente curtas-metragens LGBTQIA+ de diferentes países para espectadores do mundo inteiro. Sem barreiras geográficas, sem custo e com múltiplas formas de acesso, a iniciativa amplia vozes que muitas vezes ainda encontram dificuldades para serem ouvidas.

Neste ano, o Brasil ganha um espaço especial dentro dessa experiência. Além do acesso online, o público poderá viver o festival de forma coletiva em São Paulo. No dia 22 de março, o Auditório do Hotel Nacional Inn Jaraguá recebe o “Cinemão Five Films for Freedom”, uma sessão gratuita que promete ir além da exibição de filmes. É um encontro. Um momento de troca. Um espaço onde diferentes vivências se cruzam através da arte.

A exibição integra o VI Encontro de Organizações de Paradas LGBT+ do Estado de São Paulo, promovido pela Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo. Na prática, isso significa que o cinema se conecta diretamente com o ativismo, fortalecendo debates e ampliando a potência das narrativas apresentadas. Não é apenas sobre assistir — é sobre sentir, discutir e reconhecer histórias que ecoam em muitas realidades.

Desde sua criação, em 2015, o Five Films for Freedom carrega um marco importante: foi o primeiro programa digital global dedicado ao cinema LGBTQIA+. De lá para cá, o crescimento impressiona. Mais de 26 milhões de pessoas já tiveram acesso às obras exibidas pelo festival, incluindo públicos de regiões onde a vivência LGBTQIA+ ainda enfrenta barreiras legais e sociais. Em muitos desses lugares, assistir a esses filmes pode ser, por si só, um ato de resistência.

E talvez esse seja um dos pontos mais bonitos da iniciativa. O festival não apenas exibe histórias — ele cria pontes. Ao reunir produções de países como França, Reino Unido, Estados Unidos, México e Vietnã, a curadoria constrói um mosaico de experiências que mostram como identidade, amor e pertencimento podem se manifestar de formas diferentes, mas igualmente legítimas.

Entre essas narrativas, o Brasil também marca presença com o curta “Theo”, dirigido por Monica Palazzo (Praia do Futuro – equipe de produção) e Jo Galvão (Da Janela – curta). A participação nacional não apenas amplia a representatividade latino-americana, mas também reforça a força das histórias locais dentro de um diálogo global. É o Brasil falando para o mundo — e sendo ouvido.

Outro aspecto que fortalece o alcance do festival é sua acessibilidade. Durante os 12 dias de exibição, os filmes ficam disponíveis online com legendas em 17 idiomas, além de recursos como closed captions. Isso garante que mais pessoas possam acessar o conteúdo, independentemente de idioma ou limitações auditivas. É uma democratização real do acesso à cultura.

Mas o impacto do Five Films for Freedom vai além dos números ou da logística. Ele está nas pequenas transformações que provoca. Está na identificação de quem se vê representado. Está na curiosidade de quem descobre novas realidades. Está, principalmente, na construção de um olhar mais empático sobre o outro.

Em um mundo onde discussões sobre direitos LGBTQIA+ ainda enfrentam avanços e retrocessos, iniciativas como essa ganham ainda mais relevância. O cinema, nesse contexto, deixa de ser apenas entretenimento e passa a ser uma ferramenta de reflexão, questionamento e, muitas vezes, mudança.

A edição de 2026 também dialoga com um cenário maior de colaboração cultural, integrando o calendário do Ano Cultural Brasil/Reino Unido 2025-26. Essa conexão reforça como a arte pode aproximar países e culturas, criando espaços de diálogo que ultrapassam fronteiras políticas e geográficas.

Thriller político “O Mago do Kremlin” explora bastidores do poder russo e ganha novo trailer antes da estreia

O suspense político O Mago do Kremlin acaba de ganhar um novo trailer, ampliando a expectativa para sua chegada aos cinemas brasileiros em 9 de abril. Com distribuição da Imagem Filmes (John Wick; La La Land), o longa propõe um mergulho intenso nos bastidores do poder na Rússia durante um dos períodos mais decisivos da história contemporânea.

Sob direção de Olivier Assayas (Personal Shopper; Acima das Nuvens), o filme constrói uma narrativa que mistura ficção e acontecimentos históricos, tendo como pano de fundo a transição política após o fim da União Soviética. A trama acompanha os jogos de influência, estratégias de comunicação e articulações que ajudaram a moldar uma nova era no país.

No centro da história está Vadim Baranov, vivido por Paul Dano (The Batman; Sangue Negro), um jovem que ascende rapidamente dentro da estrutura de poder ao se tornar estrategista de comunicação do Kremlin. É a partir do olhar dele que o público acompanha os bastidores de decisões e narrativas que impactam diretamente a imagem do governo.

Ao seu lado surge a figura de Vladimir Putin, interpretado por Jude Law (O Talentoso Ripley; Sherlock Holmes). O personagem é retratado em um momento crucial de ascensão política, em meio a um cenário instável e repleto de disputas internas. A relação entre Baranov e Putin se torna um dos eixos centrais da narrativa, revelando como a comunicação pode ser determinante na consolidação do poder.

Baseado no romance de Giuliano da Empoli (Os Engenheiros do Caos; O Mago do Kremlin), o longa se apoia em uma construção dramática que busca entender os mecanismos por trás da política moderna. A adaptação foi desenvolvida pelo próprio Assayas em parceria com Emmanuel Carrère (O Reino; De Vidas Alheias), reforçando o tom reflexivo e provocativo da obra.

Durante a divulgação do filme, Paul Dano destacou o impacto imediato que o roteiro teve em sua decisão de integrar o projeto. Segundo o ator, a história se mostra ainda mais atual do que parecia inicialmente, principalmente pela forma como aborda temas ligados à construção de narrativas políticas e à manipulação da informação.

Já Jude Law ressaltou o desafio de interpretar uma figura real e tão controversa quanto Putin. Para o ator, a recriação do período foi fundamental para a construção do personagem, com destaque para o trabalho minucioso das equipes de figurino, maquiagem e direção de arte, que ajudaram a transportar o elenco para a Rússia dos anos 1990.

O elenco conta ainda com nomes de destaque como Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa; Ex Machina), Tom Sturridge (Sandman; On the Road) e Jeffrey Wright (Westworld; The Batman), ampliando o peso dramático da produção.

Antes de sua estreia comercial, o filme foi apresentado no Festival Internacional de Cinema de Veneza, onde concorreu ao Leão de Ouro, reforçando sua relevância dentro do circuito internacional.

Suspense brasileiro “A Mulher Que Chora” ganha trailer e cartaz oficiais antes da estreia nos cinemas

O suspense psicológico A Mulher Que Chora acaba de ganhar cartaz e trailer oficiais. O longa, dirigido por George Walker Torres (Marighella; O Rio do Desejo), chega aos cinemas brasileiros no dia 9 de abril, com distribuição da Olhar Filmes (A Praia do Fim do Mundo; O Alecrim e o Sonho).

Produzido pela Grafo Audiovisual (Alice Júnior; Deserto Particular), o filme mistura drama psicológico e suspense em uma narrativa marcada por mistério, emoções intensas e reflexões sociais. A produção já começou a chamar atenção em festivais internacionais: no Sevilla Indie Film Festival, na Espanha, conquistou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para Julia Stockler (Cidade Pássaro; A Vida Invisível) e também recebeu o Prêmio Bronze de Melhor Filme.

O trailer apresenta uma história construída a partir do olhar de Miguel, interpretado por Zayan Medeiros, um garoto de sete anos que vive em uma antiga casa cercada por três gerações de mulheres. Em meio a conflitos familiares e silêncios dolorosos, o menino passa a criar seu próprio universo para lidar com a solidão e as tensões dentro de casa.

Uma das figuras centrais em sua vida é Carmen, personagem de Samantha Castillo (El Amparo; La Familia). Imigrante venezuelana que deixou o filho em seu país de origem, ela trabalha como empregada doméstica na casa da família e acaba se tornando uma espécie de porto seguro para Miguel. Entre os dois nasce uma relação afetuosa e intensa, marcada por histórias e confidências.

Já Elena, mãe do garoto e interpretada por Julia Stockler, enfrenta um período turbulento após um divórcio recente. Em meio ao trauma e à sensação de perda, ela acaba se distanciando emocionalmente do filho, deixando espaço para que outras figuras ocupem esse papel afetivo.

É durante uma dessas conversas com Carmen que Miguel escuta a história da “mulher que chora”, uma das lendas mais conhecidas do folclore latino-americano. Segundo o conto, uma mulher abandonada pelo marido comete um ato desesperado ao afogar os próprios filhos e, após sua morte, passa a vagar como um espírito atormentado em busca deles.

A história desperta a imaginação do garoto e acaba se transformando em uma verdadeira obsessão. O fascínio aumenta quando Miguel descobre que existe uma velha mulher sem-teto vivendo isolada em uma região de mata próxima à sua casa.

Convencido de que aquela figura misteriosa pode ser a lendária “mulher que chora”, o menino decide explorar a floresta para encontrá-la. Mesmo tomado pelo medo, ele acredita que o espírito precisa de ajuda e que talvez ele seja a única pessoa capaz de ajudá-la.

O filme constrói sua atmosfera de suspense justamente nessa fronteira entre realidade e imaginação. A narrativa mergulha no universo interior de uma criança que tenta compreender o mundo adulto ao seu redor enquanto lida com sentimentos de abandono, curiosidade e fantasia.

Segundo o diretor George Walker Torres, a proposta da obra é apresentar um drama sensível com uma estética marcada por tensão constante. O cineasta explica que a história busca explorar emoções profundas a partir de uma perspectiva infantil, utilizando elementos visuais que ampliam o clima de mistério.

A fotografia do longa, assinada por Léo Bittencourt (O Rio do Desejo; O Livro dos Prazeres), aposta em jogos de luz e sombra, além de cores menos saturadas, criando uma atmosfera que remete à pintura barroca. Essa escolha visual contribui para reforçar a sensação de opressão e introspecção presente na jornada dos personagens.

Além de Samantha Castillo, Zayan Medeiros e Julia Stockler, o elenco conta ainda com Rosana Stavis (A Mesma Parte de um Homem; Coração de Neon), Regina Vogue (Café com Canela; Para Minha Amada Morta) e Nena Inoue (Curitiba Zero Grau; A Mesma Parte de um Homem).

Com 75 minutos de duração, “A Mulher Que Chora” aposta em uma abordagem intimista para discutir temas como imigração, solidão, abandono e os conflitos emocionais que atravessam diferentes gerações dentro de uma mesma família.

Netflix revela trailer de “BTS: O Reencontro”, documentário sobre o retorno do grupo após o serviço militar

A Netflix divulgou nesta segunda-feira (16) o primeiro trailer de BTS: O Reencontro, documentário que acompanha o aguardado retorno do fenômeno global do K-pop BTS. O longa estreia na plataforma no dia 27 de março e promete mostrar os bastidores do momento em que os sete integrantes voltam a trabalhar juntos após o período de afastamento causado pelo serviço militar obrigatório na Coreia do Sul.

Dirigido pelo cineasta Bao Nguyen (O Freelancer: O Homem por Trás da Foto; A Noite que Mudou o Pop), o filme oferece um olhar íntimo sobre o reencontro do grupo em Los Angeles, nos Estados Unidos. A produção acompanha os integrantes enquanto eles retomam o processo criativo coletivo, refletindo sobre o impacto do tempo separados e sobre as transformações pessoais vividas durante esse período.

Produzido pelas empresas This Machine (Martha; Karol G) e HYBE, o documentário promete acesso raro aos bastidores do grupo enquanto eles se preparam para um dos retornos mais aguardados da música pop mundial. A narrativa combina momentos de descontração, reflexões sobre a carreira e cenas da criação de novas músicas, que darão origem a uma nova fase na trajetória da banda.

Desde sua estreia em 2013, o BTS construiu uma das bases de fãs mais dedicadas do planeta. Conhecido por unir música, performance e mensagens voltadas a temas como saúde mental, juventude e identidade, o grupo se tornou um dos maiores fenômenos culturais da última década. Formado por Jin, Suga, J‑Hope, RM, Jimin, V e Jungkook, o grupo expandiu seu estilo musical ao longo dos anos, transitando entre hip hop, pop e diversos outros gêneros.

A trajetória internacional do BTS ganhou força a partir de 2017, quando o grupo começou a conquistar o mercado global e liderar a expansão da chamada onda coreana no Ocidente. Um dos marcos desse processo foi o sucesso da música Mic Drop, que garantiu ao grupo sua primeira certificação de ouro nos Estados Unidos. Pouco tempo depois, o álbum Love Yourself: Tear alcançou o topo da parada Billboard 200, consolidando o BTS como um dos maiores nomes da indústria musical contemporânea.

Nos anos seguintes, o grupo continuou acumulando recordes. Em 2020, por exemplo, tornou-se o ato mais rápido desde The Beatles a alcançar quatro vezes o primeiro lugar da parada de álbuns dos Estados Unidos em menos de dois anos. No mesmo período, a música Dynamite marcou história ao levar o BTS ao topo da Billboard Hot 100, algo inédito para um artista sul-coreano.

O impacto cultural do grupo vai além das paradas musicais. Ao longo da carreira, os integrantes participaram de campanhas sociais, discursaram na Organização das Nações Unidas e lançaram iniciativas em parceria com a UNICEF para combater a violência entre jovens. A influência global também foi reconhecida pela revista Time, que incluiu o grupo em diversas listas de personalidades mais influentes do mundo.

Apesar do enorme sucesso, a trajetória do BTS passou por uma pausa significativa em 2022, quando os integrantes anunciaram que iriam interromper temporariamente as atividades do grupo para cumprir o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul. O primeiro a se alistar foi Jin, em dezembro daquele ano, seguido pelos demais membros ao longo de 2023.

Todos concluíram o serviço até junho de 2025. Pouco tempo depois, em uma transmissão ao vivo para fãs, os artistas confirmaram que novas músicas estavam sendo preparadas para 2026, alimentando as expectativas de um retorno histórico.

É justamente esse momento que serve como ponto de partida para o documentário. Em “BTS: O Reencontro”, o público acompanha não apenas o processo de criação musical, mas também as reflexões do grupo sobre o passado, os desafios da fama e o futuro da banda.

Sessão da Tarde exibe a comédia brasileira “Tô Ryca 2” nesta terça-feira, 17 de março, na Globo

A Sessão da Tarde desta terça-feira, 17 de março de 2026, aposta em uma comédia nacional para animar o público durante a tarde. A TV Globo exibe o filme Tô Ryca 2, continuação da comédia lançada em 2016 que conquistou o público com seu humor exagerado e a personalidade marcante de Selminha, personagem vivida por Samantha Schmütz (Vai que Cola; Zorra).

Na trama, Selminha já está completamente acostumada com a vida de milionária depois de herdar uma fortuna inesperada de um tio distante. O problema é que o dinheiro acabou mudando bastante sua forma de viver. Ela faz questão de pagar caro em tudo, ostentar luxo por onde passa e demonstrar que agora pertence ao mundo dos muito ricos.

Mas essa vida confortável começa a desmoronar quando surge uma mulher afirmando ser a verdadeira herdeira da fortuna. Interpretada por Evelyn Castro (Tô Ryca; A Vila), a suposta nova Selminha leva a disputa para a Justiça e coloca a protagonista em uma situação completamente inesperada.

Enquanto o caso é analisado, a Justiça decide congelar todos os bens da personagem principal. De uma hora para outra, Selminha perde acesso ao dinheiro e precisa se adaptar a uma realidade totalmente diferente. A única renda disponível passa a ser um salário mínimo mensal, valor liberado para que ela consiga sobreviver até que o processo seja resolvido.

Sem poder manter o antigo padrão de vida, Selminha acaba voltando para a comunidade de Quintino, onde passa a morar com sua melhor amiga Luane, interpretada por Katiuscia Canoro (Zorra Total; Vai que Cola), e Nico, personagem de Anderson Di Rizzi (Amor à Vida; A Dona do Pedaço).

A mudança de cenário acaba trazendo uma boa dose de ironia para a história. Antes de se tornar rica, Selminha tinha uma relação próxima com os moradores da comunidade e até financiava uma associação local para ajudar a população. Agora, sem dinheiro e precisando se virar, ela volta ao lugar de onde saiu e precisa reaprender a viver com muito menos.

Para pagar suas contas e garantir o básico do dia a dia, Selminha passa a trabalhar como empregada doméstica em várias casas. É nesse novo cotidiano que surgem muitas das situações cômicas do filme, já que a personagem precisa lidar com tarefas e desafios completamente distantes da vida luxuosa que estava acostumada a levar.

Enquanto tenta se adaptar à nova rotina, Selminha não desiste de recuperar sua herança. Para isso, conta com o apoio de seu advogado, Dr. César, interpretado por Erom Cordeiro (Órfãos da Terra; Impuros). O personagem acompanha o processo judicial e tenta reunir provas que confirmem a identidade da protagonista. No entanto, ele guarda um segredo que pode acabar mudando completamente os rumos da disputa.

A história também reserva espaço para o relacionamento intenso entre Selminha e Ruben, vivido por Marcello Melo Jr. (Cidade de Deus; Vai na Fé). Entre crises de ciúmes, discussões e reconciliações, o casal vive uma relação cheia de altos e baixos que adiciona ainda mais humor e confusão à narrativa.

A direção do longa é assinada por Pedro Antônio (Tô Ryca; Os Farofeiros), que retorna ao comando da franquia após o primeiro filme. O roteiro é de Fil Braz (Vai que Cola; Os Farofeiros), mantendo o estilo de humor popular e situações absurdas que marcaram a produção original.

Produzido pela Glaz Entretenimento (Os Farofeiros; Vai que Cola – O Filme), o projeto também contou com coprodução da Globo Filmes (Minha Mãe é uma Peça; De Pernas pro Ar) e da Paramount Pictures (Top Gun: Maverick; Sonic – O Filme). As gravações aconteceram em 2018, mas o lançamento oficial nos cinemas brasileiros ocorreu apenas em fevereiro de 2022.

Oscar 2026 consagra “Uma Batalha Após a Outra” como grande vencedor da noite e encerra cerimônia sem estatuetas para o Brasil

A cerimônia do Academy Awards 2026 chegou ao fim com uma noite marcada por grandes vitórias, recordes de indicações e algumas surpresas. Entre os destaques da premiação, o longa “Uma Batalha Após a Outra” se consagrou como o principal vencedor, levando seis estatuetas e consolidando seu domínio em uma edição bastante disputada. Para o Brasil, porém, o resultado foi agridoce: apesar de indicações importantes, nenhum dos representantes do país conseguiu levar o prêmio para casa.

O filme brasileiro O Agente Secreto concorria em quatro categorias, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional. A produção chegou à cerimônia cercada de expectativa e representava uma das maiores presenças brasileiras na premiação nos últimos anos. Ainda assim, acabou superada pelos concorrentes em todas as categorias. Na disputa internacional, o prêmio ficou com Valor Sentimental, que também apareceu em outras categorias importantes da noite.

Outro nome brasileiro que chamou atenção na premiação foi o diretor de fotografia Adolpho Veloso, indicado na categoria de Melhor Fotografia pelo trabalho em Sonhos de Trem. A indicação representou um reconhecimento significativo para o profissional, mas o prêmio acabou indo para Pecadores, que teve um desempenho forte ao longo da cerimônia e terminou a noite com quatro estatuetas.

O grande vencedor da noite

O maior destaque do Oscar deste ano foi, sem dúvida, Uma Batalha Após a Outra. O longa chegou à premiação com 13 indicações e confirmou o favoritismo ao conquistar seis prêmios, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Paul Thomas Anderson e Melhor Roteiro Adaptado. A produção também venceu em categorias técnicas importantes, como Montagem e Direção de Elenco.

O reconhecimento consolidou o filme como uma das obras mais celebradas da temporada de premiações. Além do prêmio principal, o longa também garantiu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Sean Penn, que interpretou um dos personagens mais marcantes da narrativa.

Recordista de indicações

Outro título que dominou a conversa ao longo da temporada foi Pecadores. O filme chegou ao Oscar com impressionantes 16 indicações, um recorde para esta edição. Embora não tenha levado o prêmio principal, terminou a noite com quatro vitórias importantes.

Entre elas está o Oscar de Melhor Ator para Michael B. Jordan, cuja performance foi amplamente elogiada pela crítica ao longo do ano. O filme também venceu em categorias como Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora, consolidando seu peso artístico e técnico dentro da premiação.

Vitórias importantes em outras categorias

Entre os demais destaques da noite, o filme Frankenstein conquistou três prêmios, incluindo Melhor Figurino, Melhor Design de Produção e Melhor Maquiagem e Penteado. A produção chamou atenção pelo cuidado estético e pela recriação visual do clássico personagem da literatura.

Na categoria de animação, o prêmio ficou com Guerreiras do K-Pop, que também levou a estatueta de Melhor Canção Original com a música “Golden”. A vitória reforça a crescente presença de produções animadas que dialogam diretamente com a cultura pop global.

Já na disputa por efeitos visuais, o grande vencedor foi Avatar: Fogo e Cinzas, que impressionou a Academia com seu espetáculo técnico e visual.

Interpretações consagradas

Nas categorias de atuação, além da vitória de Michael B. Jordan, o prêmio de Melhor Atriz ficou com Jessie Buckley por sua performance em Hamnet. A atriz entregou uma atuação intensa e emocional que foi considerada uma das mais marcantes da temporada.

Entre as atrizes coadjuvantes, quem levou a estatueta foi Amy Madigan por A Hora do Mal. A vitória foi considerada uma das surpresas da noite, já que a disputa incluía nomes bastante comentados ao longo da campanha do Oscar.

Destaques técnicos e outras categorias

A cerimônia também premiou produções em diversas áreas técnicas e artísticas. O filme F1: O Filme levou o prêmio de Melhor Som, enquanto o documentário vencedor foi Um Zé Ninguém Contra Putin, que chamou atenção pela abordagem política e pelo impacto de seu tema.

Entre os curtas-metragens, os vencedores incluíram “The Girl Who Cried Pearls” na categoria de animação, “Quartos Vazios” no documentário e “Os Cantores”, que dividiu a vitória com “Two People Exchanging Saliva” na categoria de curta de ficção.

Resenha – “O Amor Come Espaguete” é um romance saboroso que transforma a Itália em palco de encontros e sentimentos inesperados

Alguns romances conseguem transportar o leitor para outro lugar com tanta facilidade que a leitura passa a funcionar quase como uma pequena viagem. É exatamente essa sensação que surge ao abrir as páginas de O Amor Come Espaguete, uma história que combina romance, humor e identidade secreta em meio ao cenário vibrante da Itália. O livro aposta em um clima leve e envolvente, daqueles que fazem o leitor avançar capítulo após capítulo sem perceber o tempo passar.

A narrativa encontra grande parte de sua força na forma como utiliza o cenário italiano. As ruas estreitas, os cafés movimentados, os restaurantes cheios de vida e as paisagens que parecem saídas de um cartão-postal ajudam a construir uma atmosfera calorosa. A Itália não aparece apenas como pano de fundo. Ela influencia o ritmo da história, os encontros entre os personagens e até o clima emocional de muitas cenas. Há uma sensação constante de movimento, como se cada esquina escondesse uma nova surpresa.

No centro dessa história está Ottavia, uma protagonista que foge de certos estereótipos comuns ao romance contemporâneo. Ela é inteligente, observadora e acostumada a resolver problemas longe dos holofotes. Sua vida profissional sempre funcionou melhor nos bastidores, organizando situações e mantendo tudo sob controle sem chamar muita atenção. Porém, quando uma situação inesperada a coloca no meio de uma farsa que precisa ser sustentada, Ottavia é obrigada a assumir um papel que nunca imaginou ocupar.

Esse deslocamento cria um interessante arco de transformação para a personagem. Ao longo da história, ela passa a lidar com situações que exigem improviso, coragem e até um certo talento para esconder a verdade. A cada novo capítulo, a personagem se vê envolvida em uma rede de pequenas mentiras que acabam gerando momentos divertidos, mas também carregados de tensão. O leitor acompanha esse processo com curiosidade, sempre esperando o momento em que tudo pode sair do controle.

Do outro lado da trama está Dominic, um CEO que parece ter sua vida perfeitamente organizada. Ele é metódico, reservado e acostumado a manter distância emocional das pessoas ao seu redor. A primeira impressão é a de alguém que construiu uma espécie de armadura profissional, na qual sentimentos e impulsos não têm muito espaço. Esse perfil mais contido contrasta diretamente com a espontaneidade de Ottavia.

É justamente dessa diferença que nasce a química entre os dois personagens. O encontro entre alguém que vive improvisando e outro que precisa manter tudo sob controle cria situações interessantes. Os diálogos carregam uma mistura de ironia, curiosidade e tensão que mantém o leitor atento ao desenvolvimento da relação. Aos poucos, pequenas rachaduras começam a surgir na postura rígida de Dominic, revelando camadas que inicialmente estavam escondidas.

O romance se desenvolve de forma gradual, sem pressa em chegar às conclusões mais óbvias. Em vez de apostar apenas em grandes reviravoltas, o livro encontra força nos detalhes. Olhares demorados, conversas aparentemente simples e momentos compartilhados em restaurantes ou cafés ajudam a construir a proximidade entre os personagens. Esses instantes funcionam quase como pausas na narrativa, permitindo que o leitor observe a evolução da relação com mais cuidado.

A gastronomia também tem um papel curioso dentro da história. A presença constante de pratos italianos, especialmente massas e vinhos, ajuda a reforçar o clima acolhedor da narrativa. Muitas das conversas importantes acontecem à mesa, em momentos que misturam sabor, intimidade e descobertas pessoais. O próprio título do livro funciona como uma espécie de convite para esse universo em que comida e sentimentos acabam se cruzando com frequência.

Mesmo com tantos pontos positivos, o livro não escapa completamente de alguns elementos tradicionais do gênero. Certos caminhos da trama podem parecer previsíveis para leitores que já estão acostumados a romances contemporâneos. Algumas situações seguem estruturas narrativas bastante conhecidas, especialmente quando se trata de segredos que inevitavelmente acabam sendo revelados.

Ainda assim, o charme da história consegue compensar essa familiaridade. A autora demonstra habilidade ao construir um ambiente que convida o leitor a permanecer ali por mais tempo. Existe uma sensação constante de conforto ao acompanhar a trajetória de Ottavia e Dominic, como se o livro oferecesse uma pausa agradável na rotina.

Outro aspecto interessante é a forma como os personagens vão revelando suas vulnerabilidades ao longo da narrativa. O que começa como um encontro marcado por circunstâncias improváveis acaba se transformando em algo mais profundo. A relação evolui à medida que ambos percebem que suas certezas sobre a própria vida talvez não sejam tão sólidas quanto imaginavam.

Ottavia descobre que pode ocupar espaços que antes pareciam impossíveis para ela. Dominic, por sua vez, começa a perceber que viver apenas dentro de regras rígidas talvez não seja suficiente para construir relações verdadeiras. Esse equilíbrio entre transformação pessoal e romance ajuda a dar mais consistência à história.

No fim das contas, O Amor Come Espaguete se mostra uma leitura que aposta mais na experiência do que na surpresa. Não se trata de um livro que tenta reinventar o romance contemporâneo, mas de uma história que entende bem o tipo de emoção que quer provocar no leitor. Há leveza, humor, tensão romântica e uma ambientação capaz de despertar vontade de viajar.

Para quem procura um romance que combine escapismo, paisagens encantadoras e personagens que se aproximam aos poucos, a obra oferece exatamente esse tipo de jornada. A leitura deixa uma sensação agradável de ter acompanhado uma história calorosa, cheia de pequenos momentos que fazem diferença.

Domingo Maior exibe o épico naval “Mestre dos Mares: O Lado Mais Distante do Mundo” na noite deste domingo (15) na TV Globo

Neste domingo, 15 de março de 2026, a TV Globo leva para a tela da Domingo Maior uma aventura marítima intensa e cheia de personalidade: o épico Mestre dos Mares: O Lado Mais Distante do Mundo. Lançado em 2003, o longa mergulha o público em uma narrativa ambientada no início do século XIX, período em que os oceanos eram palco de disputas políticas e militares que mudavam o rumo das nações. Em meio ao barulho dos canhões, à disciplina rígida da marinha e às incertezas de uma viagem sem garantias de retorno, o filme constrói uma história que mistura estratégia, sobrevivência e companheirismo.

Dirigido por Peter Weir, o longa acompanha a jornada do capitão Jack Aubrey, vivido por Russell Crowe, comandante da fragata HMS Surprise. Aubrey é um oficial da Marinha Real Britânica conhecido por sua confiança inabalável e pelo respeito que inspira em sua tripulação. Ao seu lado está o médico e naturalista Stephen Maturin, interpretado por Paul Bettany, um homem de espírito curioso, apaixonado pela ciência e pelas descobertas do mundo natural. A relação entre os dois é construída com delicadeza ao longo da trama: apesar de possuírem temperamentos e prioridades muito diferentes, existe entre eles uma amizade sólida, marcada por admiração mútua e longas conversas acompanhadas por música.

A história começa em 1805, durante as turbulentas Guerras Napoleônicas, quando a fragata britânica recebe a missão de localizar e capturar o Acheron, um poderoso navio francês que ameaça embarcações britânicas no Atlântico e no Pacífico. A tarefa parece quase impossível. O Acheron é maior, mais rápido e mais bem armado, o que transforma a perseguição em um jogo de resistência e inteligência no meio do oceano.

Logo no início da jornada, o HMS Surprise é surpreendido por um ataque devastador do navio francês próximo à costa brasileira. A emboscada deixa a embarcação seriamente danificada e vários homens feridos. Qualquer comandante prudente poderia optar por voltar ao porto mais próximo para reparar o navio, mas Aubrey enxerga a situação de outra forma. Convencido de que ainda há chance de alcançar o inimigo, ele ordena que os reparos sejam feitos no próprio mar e decide continuar a perseguição.

Essa decisão coloca toda a tripulação à prova. Dias se transformam em semanas enquanto o navio segue avançando lentamente pelo oceano. Os marinheiros enfrentam fome, exaustão e um clima crescente de tensão. O isolamento no mar aberto faz com que pequenas situações ganhem proporções maiores. A superstição, tão comum entre navegadores da época, começa a se espalhar entre os homens, criando desconfiança e medo. Um jovem aspirante chamado Hollom passa a ser visto como um símbolo de azar, alguém cuja presença estaria atraindo problemas para o navio. A pressão psicológica que surge dessa crença coletiva acaba levando a um desfecho trágico, revelando o peso emocional que recaía sobre aqueles que viviam meses confinados em uma embarcação.

Enquanto Aubrey se dedica inteiramente à missão militar, Stephen Maturin observa o mundo ao redor com um olhar diferente. Além de médico responsável pela saúde da tripulação, ele é um estudioso da natureza e mantém um grande interesse pelas espécies animais e vegetais que encontra pelo caminho. Durante a viagem, surge a possibilidade de explorar as Ilhas Galápagos, um arquipélago ainda pouco conhecido pela ciência na época. Para Maturin, o local representa uma oportunidade única de catalogar criaturas e plantas que talvez nunca tenham sido registradas.

O entusiasmo do médico contrasta com a obsessão do capitão pela perseguição ao navio francês. Quando finalmente chegam às ilhas, os planos de exploração são interrompidos pela descoberta de sobreviventes de um baleeiro britânico destruído pelo Acheron. A revelação reacende o senso de dever de Aubrey e faz com que ele retome imediatamente a busca pelo inimigo, frustrando profundamente o amigo cientista.

A viagem continua marcada por obstáculos. Em determinado momento, um acidente durante uma caçada deixa Maturin gravemente ferido. O médico precisa enfrentar uma situação extrema: realizar uma cirurgia em si mesmo usando apenas um espelho e os instrumentos disponíveis a bordo. A cena, carregada de tensão, mostra a determinação do personagem e reforça o espírito de sobrevivência que permeia toda a história.

Mesmo depois de tantas dificuldades, Aubrey começa a perceber que capturar o Acheron exigirá mais do que força ou velocidade. Será preciso criatividade. A solução surge de forma inesperada quando Maturin observa um inseto capaz de se camuflar perfeitamente no ambiente ao seu redor. Inspirado pela habilidade do pequeno animal, o capitão tem uma ideia ousada: transformar o HMS Surprise em uma armadilha.

O navio britânico passa a se disfarçar como um simples baleeiro, diminuindo sua aparência ameaçadora e escondendo seus canhões. A estratégia funciona. Convencido de que encontrou uma presa indefesa, o Acheron se aproxima sem suspeitar da emboscada. Quando o momento certo chega, o disfarce é abandonado e o Surprise revela sua verdadeira força, iniciando uma batalha feroz em pleno mar.

O confronto final é intenso e caótico. Canhões disparam, mastros se quebram e os homens lutam corpo a corpo sobre o convés das embarcações. Após um combate brutal, os britânicos conseguem dominar o navio francês. O triunfo parece definitivo, mas um detalhe inesperado sugere que a história pode não ter terminado, deixando no ar a sensação de que o oceano ainda guarda muitas surpresas.

Produzido com um orçamento estimado em cerca de 150 milhões de dólares, Master and Commander: The Far Side of the World impressionou pela atenção minuciosa aos detalhes históricos. Réplicas completas de navios foram construídas para as filmagens, muitas delas utilizadas em gigantescos tanques de água no Baja Studios, no México. Algumas sequências também foram gravadas em mar aberto, o que contribuiu para a sensação de realismo que atravessa toda a narrativa.

O resultado chamou a atenção da crítica e do público. O longa arrecadou mais de 211 milhões de dólares nas bilheterias mundiais e recebeu dez indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Na cerimônia, levou duas estatuetas importantes: Melhor Fotografia e Melhor Edição de Som. Peter Weir também foi premiado como Melhor Diretor no BAFTA Awards, reconhecimento que reforçou o impacto do filme dentro do gênero de aventura histórica.

Sessão de Sábado exibe “O Último Mestre do Ar” – Aventura inspirada em “Avatar” leva fantasia e batalha entre nações para a programação da Globo

A TV Globo apresenta neste sábado, 14 de março, na Sessão de Sábado, o filme O Último Mestre do Ar, produção de fantasia e aventura lançada em 2010 e inspirada na popular animação Avatar: The Last Airbender. O longa transporta para o cinema um universo marcado por guerras, poderes elementais e a jornada de um jovem destinado a mudar o rumo da história.

A trama se passa em um mundo dividido entre quatro grandes nações, cada uma conectada a um elemento da natureza. Os Nômades do Ar, a Tribo da Água, o Reino da Terra e a poderosa Nação do Fogo viveram por muito tempo em harmonia. Esse equilíbrio era mantido por uma figura especial conhecida como Avatar, a única pessoa capaz de dominar os quatro elementos e servir como ponte entre os povos e o mundo espiritual.

Tudo muda quando a Nação do Fogo decide expandir seu domínio e inicia uma guerra que se estende por décadas. Com o desaparecimento do Avatar, o mundo mergulha em um longo período de conflito e instabilidade. Sem ninguém capaz de equilibrar as forças entre as nações, a destruição se espalha e a esperança parece cada vez mais distante.

A história começa a ganhar novos rumos quando dois irmãos da Tribo da Água do Sul fazem uma descoberta inesperada no meio do gelo. Katara, interpretada por Nicola Peltz, e seu irmão Sokka, vivido por Jackson Rathbone, acabam libertando um garoto que estava preso dentro de um iceberg há mais de um século. O menino é Aang, um jovem nômade do ar que carrega um destino muito maior do que ele imagina.

Logo eles descobrem que Aang é o Avatar desaparecido. Após acordar em um mundo completamente diferente daquele que conhecia, o garoto precisa lidar com a responsabilidade de restaurar o equilíbrio entre as nações. No entanto, dominar os quatro elementos e assumir essa missão não será simples, especialmente em um cenário dominado pela guerra.

Enquanto tenta compreender seus poderes e seu papel nesse novo mundo, Aang passa a ser perseguido por Príncipe Zuko, jovem herdeiro da Nação do Fogo. Exilado por seu próprio pai, o temido Senhor do Fogo, Zuko acredita que capturar o Avatar é a única forma de recuperar sua honra. Ao lado de seu tio Iroh, ele percorre diferentes territórios em busca do garoto.

Durante a jornada, Aang encontra aliados, enfrenta inimigos e começa a entender melhor o poder que carrega. Ao lado de Katara e Sokka, ele percorre cidades dominadas pela Nação do Fogo, descobre novos mestres e aprende que seu papel vai muito além de dominar os elementos. Ele precisa inspirar esperança em um mundo que já se acostumou com a guerra.

O filme foi dirigido por M. Night Shyamalan, cineasta conhecido por obras como O Sexto Sentido e Fragmentado. A produção foi realizada em parceria entre Paramount Pictures e Nickelodeon Movies, levando para as telas uma adaptação da primeira temporada da animação criada por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko.

Quando chegou aos cinemas, o longa contou com um orçamento estimado em cerca de 150 milhões de dólares e arrecadou mais de 300 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar do resultado comercial significativo, o projeto acabou recebendo críticas negativas e os planos de transformar a história em uma trilogia foram abandonados.

Advogado Fantasma | Novo k-drama com Yoo Yeon-seok ganha trailer e aposta em histórias de espíritos que buscam justiça

O universo dos dramas coreanos acaba de ganhar mais uma produção que promete chamar atenção do público. O k-drama Advogado Fantasma (Phantom Lawyer) divulgou um novo trailer oficial e começa a apresentar melhor sua proposta: unir o tradicional drama jurídico com uma dose de fantasia sobrenatural.

A série é protagonizada por Yoo Yeon-seok, ator conhecido por trabalhos marcantes em produções como Hospital Playlist e Quando o Telefone Toca. No novo projeto, ele interpreta Shin I-rang, um advogado que acaba descobrindo uma habilidade incomum: ele consegue ver fantasmas — e, em algumas situações, até permitir que esses espíritos se manifestem através de seu próprio corpo.

A história começa quando I-rang se muda para um antigo escritório que, no passado, pertenceu a um xamã. O que parecia ser apenas um novo começo profissional rapidamente se transforma em algo muito mais estranho. Logo ele passa a receber “clientes” bastante peculiares: pessoas que já morreram, mas que ainda carregam questões não resolvidas no mundo dos vivos.

Esses espíritos procuram o advogado em busca de algo que não conseguiram alcançar em vida: justiça. Alguns querem revelar a verdade sobre acontecimentos do passado, enquanto outros desejam simplesmente encerrar histórias que ficaram abertas. Diante dessa situação improvável, I-rang decide usar o direito de uma forma nada convencional — ajudando aqueles que já partiram.

Nessa jornada ele acaba cruzando o caminho de Han Na-hyun, interpretada por Esom (Taxi Driver). Diferente de I-rang, Na-hyun é uma advogada extremamente respeitada, conhecida por sua reputação impecável nos tribunais. Durante anos, ela construiu uma carreira marcada por vitórias e confiança absoluta em sua lógica e racionalidade.

Mas essa imagem começa a mudar quando ela perde um caso importante, algo que abala profundamente sua segurança profissional. É justamente nesse momento que ela conhece I-rang — e, inicialmente, não acredita em nada do que ele diz sobre fantasmas.

No entanto, conforme situações estranhas passam a acontecer ao redor deles, Na-hyun começa a perceber que talvez exista algo além da lógica tradicional da lei. Aos poucos, ela acaba se envolvendo nos casos incomuns do advogado e passa a ajudá-lo a resolver conflitos que misturam questões legais com histórias do passado.

Como em todo bom drama jurídico, também existe um antagonista poderoso. O principal adversário da dupla é Yang Do-kyung, personagem vivido por Kim Kyung-nam, conhecido por sua participação em O Rei: Monarca Eterno.

Do-kyung é um jovem e ambicioso CEO de um grande escritório de advocacia que representa clientes ricos e extremamente influentes. Quando os casos investigados por I-rang e Na-hyun começam a atingir figuras importantes da elite, ele passa a enxergar os dois como uma ameaça direta aos interesses de seus clientes — e decide fazer de tudo para derrubá-los.

O drama aposta em uma narrativa que combina investigação, suspense e elementos sobrenaturais, explorando não apenas disputas legais, mas também histórias humanas carregadas de emoção. Cada caso apresentado na série traz um espírito com algo a resolver, o que permite abordar temas como arrependimento, injustiça e redenção.

A produção é dirigida por Shin Jung-hoon e tem roteiro assinado por Kim Ga-young e Kang Cheol-gyu. O projeto é desenvolvido pelos estúdios Studio S e Mongjakso, com filmagens iniciadas no começo de 2025. A série já está disponível no catálogo da Netflix.

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