Foi divulgado nesta segunda-feira (1º) o primeiro trailer de “O Concorrente”, thriller distópico que chega aos cinemas brasileiros em 6 de novembro. Estrelado por Glen Powell e baseado no livro homônimo de Stephen King, o filme retrata um futuro onde o entretenimento ultrapassou qualquer limite moral: uma competição transmitida ao vivo onde sobreviver significa vencer — e morrer rende ibope.
Um homem comum, uma decisão desesperada
No centro da trama está Ben Richards (Powell), um trabalhador exausto e sem recursos, que vê no programa “O Concorrente” sua última chance de salvar a filha gravemente doente. A proposta é simples e brutal: sobreviver por 30 dias enquanto assassinos profissionais o caçam em rede nacional. Cada dia vivo aumenta o prêmio. A cada novo episódio, o público quer mais sangue.
Ben entra no jogo pelas razões mais humanas, mas logo se transforma em um símbolo: tanto de resistência quanto de espetáculo. E isso o torna perigoso — não só para os caçadores, mas para o próprio sistema que o colocou ali.
Crítica afiada com ritmo de ação
Dirigido por Edgar Wright, o longa entrega cenas eletrizantes embaladas por uma crítica ácida ao culto da violência e ao voyeurismo das massas. Conhecido por seu estilo visual dinâmico e cortes precisos, Wright também assina o roteiro ao lado de Michael Bacall (“Anjos da Lei”), criando uma narrativa que mistura sátira social, tensão constante e doses de humor sombrio.
Elenco de impacto
Além de Powell e Josh Brolin, que interpreta o maquiavélico produtor do programa, o filme reúne nomes como Colman Domingo, William H. Macy, Lee Pace, Emilia Jones, Michael Cera, Daniel Ezra e Jayme Lawson. O conjunto promete entregar personagens ambíguos, intensos e prontos para desafiar as expectativas.
Entre o espetáculo e o colapso
“O Concorrente” não se limita à ação frenética: é também um espelho desconfortável sobre o que consumimos em nome do entretenimento. A cada cena, a pergunta se impõe: o quanto da nossa humanidade estamos dispostos a sacrificar diante das câmeras?
Com estreia marcada para novembro, o filme já nasce como um dos lançamentos mais aguardados da temporada. A distopia imaginada por King, agora reformulada por Wright, pode soar exagerada — ou apenas real demais.
A premiada cineasta Petra Costa está de volta com um novo projeto que promete provocar debates e emoções intensas. Intitulado “Apocalipse nos Trópicos”, o documentário teve seu trailer divulgado pela Netflix e já deixou muita gente em expectativa. A produção investiga as conexões — nem sempre visíveis — entre política, religião e poder no Brasil dos últimos anos.
A narrativa parte da perspectiva pessoal e intimista da própria Petra, seguindo a mesma linha de seu impactante e indicado ao Oscar® “Democracia em Vertigem” (2019). Agora, ela amplia o foco para observar o crescimento da fé evangélica como força política, especialmente a partir das últimas eleições presidenciais, e o modo como isso moldou o cenário institucional do país.
Uma década sob observação — e oração
“Apocalipse nos Trópicos” cobre o período mais turbulento da política brasileira nas últimas décadas, com destaque para os desdobramentos do impeachment de Dilma Rousseff, a ascensão da extrema-direita, o retorno da esquerda ao poder e, principalmente, a consolidação da influência evangélica no Congresso, nas prefeituras e nos palanques.
Através de entrevistas inéditas e acesso privilegiado a figuras centrais do debate nacional — como Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia — Petra traça um retrato que vai muito além da superfície. A obra não busca simplificar ou julgar, mas compreender os caminhos que levaram parte significativa da população a enxergar na religião uma âncora política e moral.
Silas Malafaia, a Bíblia e o Congresso
Um dos destaques do trailer é justamente a presença do televangelista Silas Malafaia, figura polêmica e influente dentro e fora dos templos. Ele não é político eleito, mas tem acesso direto ao poder — e sua voz ecoa em discursos presidenciais, votações legislativas e decisões estratégicas.
Essa relação simbiótica entre púlpito e plenário é um dos pontos centrais da investigação de Petra. Como o discurso da fé moldou a narrativa política nacional? Quais os riscos e limites desse protagonismo religioso? O documentário se propõe a responder — ou pelo menos provocar — essas perguntas.
Poesia no caos
Como é marca registrada de Petra Costa, “Apocalipse nos Trópicos” não se contenta com a objetividade fria dos fatos. O documentário costura depoimentos, imagens de arquivo, reflexões pessoais e poesia visual para construir um painel emocionalmente potente e esteticamente cuidadoso.
Ao entrelaçar passado e presente, Petra amplia o alcance da análise: mostra como as raízes do presente estão fincadas em décadas de história, desigualdade e fé — e como o Brasil caminha em direção a um futuro incerto, onde democracia e teologia disputam espaço no imaginário popular.
Estreias marcadas
A estreia de “Apocalipse nos Trópicos” será em circuito limitado nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro, a partir de 3 de julho. Já o lançamento global na Netflix acontece em 14 de julho.
Para quem acompanhou o impacto de “Democracia em Vertigem”, o novo documentário promete ser mais do que uma continuação — é uma nova camada de reflexão sobre o país, agora com lentes voltadas para o poder da fé.
Uma história do Brasil que fala ao mundo
Em tempos de polarização, o trabalho de Petra Costa surge como uma tentativa de entender o Brasil sem reduzi-lo a extremos. “Apocalipse nos Trópicos” não é só um retrato do presente — é um convite à escuta, à crítica e à consciência. E como toda grande obra documental, sua mensagem não se encerra nos créditos finais: ela continua reverberando nas conversas, nas redes sociais e, quem sabe, nas urnas.
Quase 20 anos depois de dominar as telonas e virar um ícone cultural, “O Diabo Veste Prada” finalmente vai ganhar uma sequência. A confirmação veio da 20th Century Studios, que divulgou um teaser nas redes oficiais nesta segunda-feira (30), colocando fim a anos de especulações, desejos dos fãs e rumores sobre um possível reencontro entre Miranda Priestly e suas antigas assistentes.
A nova produção já tem até data marcada para chegar aos cinemas: 1º de maio de 2026. Ainda sem elenco oficialmente confirmado, fontes de bastidores indicam que Meryl Streep, Emily Blunt e Anne Hathaway devem sim reprisar seus papéis — o que seria um verdadeiro desfile de nostalgia (e poder).
A trama do novo filme promete inverter os papeis do jogo. De acordo com as primeiras informações divulgadas, Miranda Priestly, a poderosa editora da Runway Magazine que transformou até os suéteres cerúleo em símbolo de opressão fashion, não está mais no topo. Sua carreira começa a entrar em declínio no atual cenário editorial.
Desesperada por manter sua relevância, Miranda precisa buscar ajuda de Emily Charlton (Emily Blunt), agora uma executiva influente em um conglomerado de luxo — uma verdadeira força da nova era do marketing e dos investimentos publicitários. Sim, a antiga assistente de olhar cortante e frases afiadas é quem agora segura as rédeas do mercado que Miranda um dia dominou com um levantar de sobrancelha.
A dinâmica entre elas promete não só reviravoltas, mas também discussões atuais sobre poder feminino, reinvenção profissional, rivalidade e sororidade no mundo corporativo. E, claro, muitos figurinos para deixar qualquer fashionista sem fôlego.
Reencontro à vista?
A expectativa é de que Anne Hathaway também volte ao papel de Andy Sachs, a jornalista que trocou a moda pela integridade — ou será que os anos a fizeram repensar suas escolhas? O que aconteceu com Andy duas décadas depois? Voltará para o universo editorial? Se reconciliará com Miranda ou Emily? São perguntas que alimentam a ansiedade dos fãs desde o anúncio.
Vale lembrar que, mesmo após tanto tempo, as atrizes mantiveram forte ligação com o filme. Em diversas entrevistas recentes, Hathaway e Blunt demonstraram carinho pelos personagens e até reencenaram falas icônicas em premiações e talk shows. Agora, esse revival parece estar mais próximo do que nunca.
Um clássico moderno da cultura pop
Lançado em 2006 sob direção de David Frankel, O Diabo Veste Prada foi um sucesso estrondoso, arrecadando mais de US$ 326 milhões nas bilheteiras mundiais, a partir de um orçamento modesto de US$ 35 milhões. Além de Meryl Streep (que recebeu indicação ao Oscar pelo papel), o elenco incluiu nomes como Stanley Tucci, Adrian Grenier, Tracie Thoms e Rich Sommer.
O longa não apenas encantou o público com seus bastidores da alta moda, mas também provocou debates sobre ética no ambiente de trabalho, machismo disfarçado de perfeccionismo, e o custo da ambição.
Expectativas nas alturas
Ainda que o roteiro completo da sequência esteja em sigilo, a simples promessa de ver Miranda, Emily e Andy novamente no mesmo universo é o suficiente para causar burburinho nas redes sociais. O teaser divulgado já acumula milhões de visualizações e comentários entusiasmados de fãs de todas as idades.
A moda mudou. O mundo editorial mudou. Mas Miranda Priestly? Essa provavelmente não mudou nada — ou será que sim? A resposta começa a ser revelada em 1º de maio de 2026, quando “O Diabo Veste Prada 2” estreia nos cinemas.
Depois de conquistar Hollywood e emocionar plateias ao redor do mundo, “Anora”, o grande vencedor do Oscar 2025, tem data marcada para chegar ao streaming. A partir de 23 de julho, o longa estará disponível no Prime Video, sem custo adicional para os assinantes. Basta abrir o aplicativo e dar play. Nenhuma compra, nenhum aluguel, só uma história potente esperando para ser vivida — ou revivida — em casa.
Aclamado pela crítica e pelo público, o filme levou cinco estatuetas da Academia: Melhor Filme, Melhor Direção (Sean Baker), Melhor Atriz (Mikey Madison), Melhor Roteiro Original e Melhor Edição. Com sua estética crua, ritmo envolvente e narrativa surpreendentemente delicada, Anora é mais que um filme — é uma experiência humana.
Uma fábula moderna com os dois pés na realidade
Dirigido e roteirizado por Sean Baker (conhecido por obras como The Florida Project), o filme nos leva ao coração do Brooklyn, Nova York, para contar a história de Anora, interpretada com brilho pela atriz Mikey Madison. Jovem, perspicaz e trabalhadora do sexo, ela vê sua rotina ganhar contornos de conto de fadas moderno ao se envolver com Ivan (Mark Eydelshteyn), um herdeiro russo que cruza seu caminho numa noite comum — e com quem ela se casa impulsivamente.
Mas o que começa como um romance improvável logo mergulha em conflito e ironia quando os poderosos pais de Ivan tomam conhecimento da união. A partir daí, a relação entre os dois é colocada à prova em uma sucessão de decisões difíceis, encontros desconfortáveis e descobertas emocionais.
“Será que o amor sobrevive quando o mundo inteiro está contra você?” — essa parece ser a pergunta que paira ao longo de cada cena, ao passo que Anora, entre ingenuidade e pragmatismo, tenta encontrar um espaço para existir sem abrir mão de si mesma.
De Hollywood ao Brasil: Mikey Madison e Fernanda Torres
Durante a temporada de premiações, a protagonista Mikey Madison emocionou plateias com sua entrega visceral e, ao subir ao palco do Oscar para receber sua estatueta, tornou-se um dos rostos mais lembrados da cerimônia. Em entrevista recente, Madison revelou que conheceu a atriz Fernanda Torres após a cerimônia, e que se encantou com o trabalho da brasileira: “Ela é uma força. Uma mulher que entende a comédia, o drama, o tempo certo das coisas. Me senti inspirada conversando com ela.”
O encontro inesperado entre duas gerações de atrizes — de lados opostos do continente — simboliza bem a forma como Anora atravessa barreiras e encontra ressonância universal. A história de uma mulher em busca de dignidade e afeto, em meio a desigualdades, expectativas e julgamentos, poderia se passar no Brooklyn, em São Paulo ou em Moscou.
Uma estreia imperdível
Se você perdeu Anora nas telonas, o streaming te dá agora uma segunda chance. E, para quem já assistiu, talvez seja a hora de reviver a trama com mais calma, reparando nas sutilezas, nos silêncios e nos olhares que fizeram do filme um dos mais premiados do ano.
Julho chegou e, com ele, a promessa de histórias que arrebatam, que fazem pensar, suspirar, se emocionar — ou simplesmente esquecer do mundo por duas horas escuras e acolhedoras dentro de uma sala de cinema. Nesta quinta-feira, dia 3 de julho, as estreias misturam o épico com o íntimo, o selvagem com o sensível, a ação eletrizante com o silêncio cortante dos dramas familiares.
De dinossauros que podem salvar vidas humanas a mães que precisam aprender a deixar seus filhos voarem, passando por descobertas afetivas à beira do mar e sonhos embalados por arte e juventude em uma Paris dos anos 80, os filmes da semana desenham um retrato multifacetado da vida — real ou imaginada, mas sempre pulsante.
L to R: Jonathan Bailey as paleontologist Dr. Henry Loomis and Scarlett Johansson as skilled covert operations expert Zora Bennett in JURASSIC WORLD REBIRTH, directed by Gareth Edwards.
🦖 Jurassic World: Recomeço
Quando a cura da humanidade repousa nos ombros de gigantes extintos
Esqueça o zoológico jurássico ou a ideia de dinossauros domesticados. O novo capítulo da franquia, “Jurassic World: Recomeço”, não é sobre controle — é sobre sobrevivência. E reverência. Cinco anos após o colapso causado pelos experimentos da humanidade, os poucos dinossauros restantes vivem isolados em pontos equatoriais do planeta, onde o clima imita os tempos pré-históricos.
É nesse cenário que um grupo de cientistas e aventureiros embarca em uma missão que parece impossível: coletar DNA das três criaturas mais colossais dos tempos antigos — do céu, do mar e da terra. Mas o que está em jogo vai além da biotecnologia: a missão pode ser a última esperança da medicina moderna de curar doenças incuráveis.
Com Scarlett Johansson, Jonathan Bailey e Mahershala Ali nos papéis principais, e direção do visionário Gareth Edwards (Godzilla, Rogue One), o filme mistura ação de alto nível com uma pergunta sutil, mas poderosa: será que merecemos essa segunda chance com a natureza?
Prepare o coração e a pipoca: essa jornada selvagem também é uma expedição moral.
🌊 Hot Milk
Quando o cuidado vira prisão — e o amor precisa aprender a soltar
Sofia acompanha sua mãe Rose numa viagem quase mística ao sul da Espanha, em busca de uma cura para uma doença rara que os médicos ainda não conseguiram explicar. A rotina entre exames, clínicas alternativas e esperas dolorosas começa a asfixiar a jovem. Até que ela conhece uma garota misteriosa que a convida para experimentar o mundo fora da sombra da doença, fora da sombra da mãe.
Hot Milk, da diretora e roteirista Rebecca Lenkiewicz, não é um filme sobre diagnósticos, mas sobre fronteiras emocionais. É sobre onde termina o cuidado e começa o controle. Sobre o corpo — e tudo que ele pode carregar além da carne: pressões, desejos, ausências.
Emma Mackey (de Sex Education) entrega uma performance delicada e feroz como Sofia, ao lado da sempre brilhante Fiona Shaw (de Killing Eve), numa narrativa que aquece devagar, como leite no fogão, até quase ferver.
🧩 Pedaço de Mim
Um amor tão grande que precisa aprender a se diminuir
Imagine uma casa silenciosa, um pequeno apartamento onde tudo gira em torno de uma única relação: Mona, mãe solo, e seu filho adulto Joël, que vive com deficiência. Eles se entendem no olhar, no ritmo, na rotina. Até que algo escapa: o amor.
Joël está apaixonado por Océane, colega de trabalho. E ela está grávida. Mas Mona não sabe. E talvez não esteja pronta para saber.
Em Pedaço de Mim, a diretora Anne-Sophie Bailly conduz com ternura e honestidade brutal um drama que toca fundo em qualquer mãe, filho ou cuidador. É um filme sobre a coragem de soltar a mão de quem amamos, mesmo que essa mão ainda precise da nossa.
Com diálogos mínimos, mas expressões que dizem tudo, o longa é um lembrete de que nem todo sacrifício é saudável — e que todo amor maduro é, antes de tudo, amor por si mesmo.
🎭 Jovens Amantes
Paixão, teatro e os sonhos que só se têm aos vinte anos
Paris, final da década de 80. Um grupo de jovens apaixonados por teatro tenta entrar na prestigiada escola criada por Patrice Chéreau e Pierre Romans no lendário Théâtre des Amandiers, em Nanterre. Eles têm 20 anos, desejos à flor da pele, e um mundo inteiro prestes a se abrir — ou desmoronar.
Jovens Amantes é sobre a euforia da juventude, os primeiros palcos, os primeiros amores, as primeiras tragédias. Mas também é sobre uma geração marcada pela arte, pela ousadia e pela sensibilidade em tempos conturbados.
A câmera observa com delicadeza os momentos em que tudo parece eterno — até que não é mais. É nostalgia sem clichê. É juventude sem filtro. E é uma carta de amor ao teatro como modo de vida.
🍿 Entre dinossauros e dilemas, o que você vai ver primeiro?
Nesta semana, os cinemas não oferecem apenas histórias — oferecem experiências. Filmes que nos tiram do lugar comum, que nos lembram que o mundo pode ser tão vasto quanto um desfiladeiro jurássico ou tão íntimo quanto o silêncio entre mãe e filha.
Então, escolha seu refúgio. Sua emoção. Seu grito ou sua lágrima. E vá. O cinema ainda é um dos poucos lugares onde a gente pode viver outra vida sem sair da nossa.
Nos encontramos na poltrona 12 da fileira do meio. 🌌
Se você é daqueles que vibra com susto na medida certa e ama reviver aquele clima nostálgico das franquias clássicas de terror, vai adorar essa: Premonição 6: Laços de Sangue já está disponível para assistir direto do seu sofá, no streaming ou no aluguel digital. E o melhor? Sem enrolação, anúncios ou precisar de assinatura. É só escolher, dar play e deixar o frio na espinha rolar à vontade — quantas vezes quiser, quando quiser.
A saga, que está completando 25 anos, voltou com tudo. Não é exagero dizer que este capítulo é o mais bombado de todos: já faturou mais de R$ 257 milhões no mundo e conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes — uma baita prova de que a franquia não perdeu a mão! Quem assina a direção são Zach Lipovsky e Adam B. Stein, que trouxeram uma história cheia de suspense e aquele mistério que a gente não consegue largar.
A protagonista Stefani (a ótima Kaitlyn Santa Juana) começa a ser atormentada por pesadelos sobre tragédias que ainda vão acontecer. Ela volta pra casa, busca a avó Iris (vivida por Gabrielle Rose e Brec Bassinger), que guarda um passado muito mais sombrio do que se imagina — e uma conexão perigosa com a própria Morte. A grande sacada do filme? A avó descobriu um jeito de burlar a Morte, ganhando tempo extra de vida — mas o preço disso é alto, envolve outras vidas. Agora, Stefani precisa entender essa maldição e tentar quebrar esse ciclo cruel antes que tudo desabe. Dá aquele frio na barriga só de pensar, né?
E tem mais um momento bem especial pra quem acompanha a franquia: essa é a última aparição do Bludworth, o personagem que virou símbolo da série — e que sempre apareceu para dar aquelas dicas macabras sobre o destino dos personagens. O ator Tony Todd, que deu vida a Bludworth, enfrentava uma doença grave durante as filmagens e infelizmente faleceu em 2024. Essa última participação dele é uma homenagem emocionante para quem é fã de carteirinha.
Pra quem curte conteúdo exclusivo, a Amazon Prime Video preparou uma surpresa que é um prato cheio: a Explore Page, uma mini página só do filme, com curiosidades, detalhes dos personagens, depoimentos dos atores e até 10 minutos de preview pra deixar aquele gostinho de “quero mais”.
Ou seja, se você já era fã, essa é a hora de se jogar. Se nunca viu nenhum dos filmes, agora não tem desculpa para perder: assista onde quiser, como quiser, e sem frescura. Pode ser no Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play ou Microsoft, pagando só uma vez, sem aquela burocracia de assinatura mensal. E pra quem escolher a Claro TV+, tem ainda o bônus O Legado de Bludworth — um conteúdo extra lindo que celebra a carreira do ator Tony Todd.
Então, bora preparar a pipoca, apagar as luzes e se preparar para uma maratona que vai mexer com sua mente e seu coração? Premonição 6: Laços de Sangue tá aí, pronta pra deixar sua noite mais intensa — só depende de você dar play.
THE FAST AND THE FURIOUS (2001) RACER X, STREET WARS (ALT) VIN DIESEL, PAUL WALKER FATF 018 MOVIESTORE COLLECTION LTD Credit: Moviestore Collection/face to face - Editorial use only -fot. Face to Face/REPORTER
Algumas histórias simplesmente se recusam a terminar. E quando o assunto é Velozes e Furiosos, essa frase nunca fez tanto sentido.
No último sábado (28), durante um evento em Los Angeles, Vin Diesel emocionou os fãs ao confirmar uma notícia que parecia impossível: Paul Walker, o eterno Brian O’Conner, estará de volta em Velozes e Furiosos 11. Sim, mais de uma década após sua trágica morte em 2013, o personagem que ajudou a transformar a franquia em um fenômeno global vai reaparecer — e não será apenas como uma lembrança.
“É algo que fazemos com muito cuidado, com muito amor. Não é uma jogada. É uma homenagem. Uma forma de manter viva a alma da família”, afirmou Diesel, visivelmente tocado.
🕯️ Um adeus que ficou em aberto
Paul Walker faleceu em um acidente de carro em novembro de 2013, no auge das gravações de Velozes 7. O choque abalou profundamente o elenco, os fãs e o cinema mundial. O filme, finalizado com ajuda de efeitos digitais e dos irmãos do ator, terminou com uma das cenas mais emocionantes da história da franquia: a despedida silenciosa e simbólica entre Brian e Dom, ao som de “See You Again”.
Naquele momento, parecia ser o fim. Mas, como a própria saga insiste em repetir, família é pra sempre. E pelo visto, Brian também.
🔁 O retorno do personagem: como será?
Vin Diesel não deu detalhes técnicos sobre como o retorno será feito. CGI? Cenas de arquivo? Um ator com semelhança e reconstrução digital facial? Nada foi confirmado. O que ele garantiu é que será feito com “respeito absoluto” à memória de Paul e ao que ele representa para o legado da franquia.
A ideia, segundo Diesel, é usar a presença de Brian como uma âncora emocional, uma espécie de elo entre o passado e o futuro. Não se trata de reviver o herói como protagonista de ação desenfreada, mas de reafirmar que a ausência física não anula o impacto de quem foi — e ainda é — parte essencial da família Velozes.
🏁 De volta às ruas de L.A.
Outro ponto interessante revelado por Diesel: o 11º filme deve marcar um retorno às origens. A história será ambientada em Los Angeles, onde tudo começou, e terá como base a cultura de carros de rua — aquele universo de adrenalina, rachas noturnos e laços forjados entre motores e música alta.
Esse resgate do espírito dos primeiros filmes parece proposital. É quase como se a franquia estivesse dando uma volta completa: da grandiosidade das explosões em submarinos ao calor do asfalto da Califórnia. Como se dissesse: antes do espaço, antes dos tanques, tudo o que precisávamos era um carro, uma missão — e um parceiro de confiança no banco do passageiro.
👨👩👧 Elenco, legado e emoção
Desde Velozes 10, novos nomes como Brie Larson, Daniela Melchior, Alan Ritchson e Rita Moreno se juntaram ao time, renovando as energias da franquia. Mas os rostos familiares seguem presentes: Michelle Rodriguez, Charlize Theron, Tyrese Gibson, Jordana Brewster, Sung Kang e o próprio Diesel continuam firmes no volante.
A direção de Velozes 10 – Parte 2 é de Louis Leterrier, e embora esse capítulo final ainda não tenha data confirmada, Velozes 11 já tem previsão de estreia: abril de 2027.
💭 Brian vive — e sempre viverá
A confirmação do retorno de Paul Walker não é apenas uma notícia de cinema. É uma lembrança do poder que o entretenimento tem de eternizar quem amamos. Brian O’Conner nunca deixou de fazer parte da franquia, mesmo que sua presença fosse apenas sentida, e não vista. Agora, ele volta para lembrar ao público — e ao elenco — que algumas despedidas não são definitivas.
Talvez essa seja a verdadeira mensagem de Velozes e Furiosos. Mais do que carros tunados, perseguições impossíveis ou explosões em câmera lenta, o que realmente nos prende a essa história é o que existe entre as cenas: a amizade, a lealdade e a certeza de que família, mesmo quando distante, nunca está realmente longe.
Os morcegos estão voando baixo na DC. Em meio ao clima de expectativa que envolve “The Batman – Parte II”, o diretor criativo do estúdio, James Gunn, finalmente quebrou o silêncio sobre o novo roteiro da sequência comandada por Matt Reeves — mas com um detalhe curioso: ele ainda não leu o texto.
Durante uma entrevista descontraída ao site ComicBook, Gunn, sempre sincero e sem firulas, foi direto: “Eu ainda não li”, confessou. “Estou muito animado para ler e espero conseguir fazer isso no avião para Londres… mas talvez eu durma no processo.”
E não, ele não quis dizer que o roteiro é chato. Pelo contrário. Gunn elogiou o trabalho de Matt Reeves e do co-roteirista Mattson Tomlin, dizendo estar empolgado com o que ouviu sobre o argumento, mesmo sem ter mergulhado nas páginas ainda.
🖋️ O que sabemos sobre The Batman – Parte II?
Pouco. Quase nada, pra ser sincero. Desde o lançamento de The Batman em 2022 — o filme sombrio, detetivesco e elogiado que marcou o início de uma nova abordagem para o Homem-Morcego — a sequência vem sendo mantida sob sigilo absoluto.
Sabemos apenas que Robert Pattinson volta ao papel do vigilante de Gotham e que Reeves continua no comando, preservando o tom noir e psicológico do original. Além disso, Mattson Tomlin, que já colaborou com Reeves não oficialmente no primeiro filme, agora assina o roteiro oficialmente desde o início.
Ah, e claro: o filme está confirmado. Mas data de estreia? Vilão principal? Aparições surpresa? Zero confirmação até agora. O suspense está servindo mais do que um Charada em crise existencial.
🧠 DC Studios em modo dual: universo principal vs. selo paralelo
Vale lembrar que esse novo Batman não faz parte do novo universo unificado que James Gunn e Peter Safran estão montando para a DC. Em outras palavras, essa versão do herói está dentro do que a DC chama de DC Elseworlds — um selo reservado para histórias que acontecem fora da linha do tempo principal, como Coringa: Folie à Deux.
Enquanto Gunn prepara seu Superman (cujo título já mudou para apenas Superman, e começa a ser filmado este ano), ele também tem o desafio de manter a casa em ordem — ou pelo menos com os morcegos organizados nos seus respectivos sótãos.
🛫 Leitura em trânsito?
Seja no voo para Londres ou no assento do trem criativo da DC, Gunn parece pronto para se encantar com a nova jornada do Cavaleiro das Trevas — quando, claro, o sono permitir.
Mas se até o chefão da DC ainda está no escuro sobre o roteiro, que chance temos nós, reles mortais nerds, de saber o que vem por aí? Talvez nenhuma. Mas isso faz parte do charme.
Até lá, seguimos com a bat-sinal aceso. E quem sabe, da próxima vez, a notícia seja: “James Gunn leu, adorou, e agora temos um vislumbre do que esperar.”
Afinal, como diria Alfred: “Algumas sequências só precisam ser esperadas.”
Em 2010, A Rede Social chegou aos cinemas como um soco elegante e preciso, revelando ao mundo os bastidores turbulentos da criação do Facebook. Era o retrato de uma geração que trocou dormitórios por escritórios, amizades por ações, e emoções por algoritmos. Agora, quase 15 anos depois, Aaron Sorkin está pronto para retomar essa história — mas com um olhar muito mais crítico, ácido e, talvez, necessário.
Segundo o Deadline, o roteirista vencedor do Oscar assumirá também a direção de A Rede Social: Parte II, em parceria com a Sony Pictures. Mas atenção: apesar do nome provisório, não se trata de uma sequência tradicional, daquelas que apenas atualizam o status dos personagens. O novo filme será uma “continuação” — um salto narrativo e moral — inspirado nos impactos reais que o Facebook provocou no mundo.
De startup genial a gigante polêmico
Lembra de quando o Facebook parecia só um site azul onde reencontrávamos amigos do ensino médio? Pois é. O mundo virou outra coisa — e a rede social também. Nos últimos anos, o Facebook passou a ser associado a escândalos envolvendo manipulação de dados, influência em eleições, colapso de privacidade, crises de saúde mental e até violência política.
O novo roteiro de Sorkin tem como ponto de partida as revelações bombásticas da série de reportagens The Facebook Files, publicada pelo Wall Street Journal em 2021. Os artigos trouxeram à tona documentos internos e relatos de ex-funcionários que mostravam como a empresa sabia, com precisão cirúrgica, dos efeitos nocivos de suas próprias práticas — e ainda assim, optava por não agir.
Sorkin, que por anos hesitou em escrever uma continuação por não encontrar “o momento certo”, revelou em entrevistas passadas que os eventos de 6 de janeiro de 2021 (a invasão do Capitólio nos EUA) foram um estopim criativo. Embora o novo filme não seja sobre esse episódio específico, ele deve abordar o clima de tensão e desinformação que envolveu as eleições americanas de 2020 — e o papel central das redes sociais nesse processo.
Não é apenas sobre Zuckerberg — é sobre todos nós
Se no primeiro filme vimos Jesse Eisenberg construir um império digital em meio a traições, egos e processos judiciais, o novo capítulo promete um foco menos biográfico e mais sistêmico. Segundo fontes ligadas à produção, a história vai explorar o efeito da rede social sobre adolescentes e pré-adolescentes, a proliferação de discursos de ódio e os impactos do Facebook em comunidades fora dos EUA — especialmente em países onde a plataforma se tornou praticamente sinônimo de internet.
É uma mudança de escopo e de tom. Agora, o protagonista parece ser o próprio mundo, à mercê de algoritmos que decidem o que vemos, sentimos e até votamos.
Aaron Sorkin na direção: um novo olhar sobre a mesma fera
Dessa vez, David Fincher — responsável pela estética fria e cortante do primeiro filme — fica de fora. Aaron Sorkin, que desde então dirigiu títulos como Os 7 de Chicago e A Grande Jogada, assume as rédeas também por trás das câmeras. E com isso, a expectativa é de um filme mais carregado de política, dilemas éticos e críticas sociais afiadas.
Sorkin nunca escreveu apenas sobre tecnologia — ele escreve sobre poder, sobre as falhas humanas por trás das grandes ideias. E se o primeiro filme nos mostrou o gênio, agora parece a hora de encarar o monstro.
E o elenco? Velhos conhecidos ou novos rostos?
Ainda não há confirmação oficial de quem retorna. Jesse Eisenberg, Andrew Garfield, Justin Timberlake e Armie Hammer marcaram presença no original, mas o novo foco da narrativa pode abrir espaço para novos nomes, novos rostos e novos protagonistas. Afinal, esta não é mais apenas a história de Zuckerberg — é sobre os efeitos colaterais de seu legado.
A nova era exige um novo roteiro
Se antes o Facebook era a promessa de um mundo mais conectado, hoje ele é símbolo das contradições digitais: aproxima e afasta, informa e manipula, acolhe e adoece. Aaron Sorkin parece entender que a continuação de A Rede Social não precisa apenas mostrar o que aconteceu — mas questionar o que estamos nos tornando.
Charlize Theron está prestes a lançar um feitiço sobre os cinéfilos. No último sábado (28), durante a pré-estreia de The Old Guard 2, a atriz sul-africana revelou à Variety que interpretará Circe, a icônica feiticeira da mitologia grega, em A Odisseia, próximo longa-metragem de Christopher Nolan.
Com o habitual sorriso enigmático no rosto, Theron confirmou que ainda não gravou suas cenas, mas que mergulhou de cabeça na preparação para a personagem. “Ela é um daqueles papéis que você não interpreta apenas com o corpo, mas com a alma. Circe é poder, dor, ironia, medo… tudo ao mesmo tempo”, disse a atriz.
Uma deusa, uma ilha, e o poder de transformar
Para quem não se lembra da história, A Odisseia é uma epopeia clássica que narra a árdua jornada de Odisseu (ou Ulisses), tentando voltar para casa após a guerra de Troia. No meio do caminho, ele encontra Circe, uma deusa que vive isolada numa ilha e que tem o péssimo hábito de transformar homens em porcos — literalmente.
Mas a Circe de Charlize Theron promete ir além do clichê da vilã mitológica. Com o olhar certeiro de Nolan por trás das câmeras, a personagem deve ganhar densidade, camadas e humanidade. Charlize, que já nos presenteou com mulheres fortes e multifacetadas em Mad Max: Estrada da Fúria e Monster, parece ter nas mãos mais uma chance de brilhar — dessa vez com aura divina e olhar fatal.
Nolan, de volta ao épico — com deuses e monstros
A Odisseia marca o retorno de Christopher Nolan ao cinema grandioso e existencial. Conhecido por levar o público a viagens que desafiam o tempo (A Origem, TENET), o espaço (Interestelar) e a própria história (Oppenheimer), o cineasta agora mira um território novo — e milenar: a mitologia grega.
Mas não espere uma adaptação literal dos versos de Homero. Nolan promete mergulhar na alma dos personagens, especialmente na do herói Odisseu, interpretado por Robert Pattinson, e no caos emocional que a guerra e a saudade impõem ao guerreiro. O elenco ainda traz Mia Goth, Jon Bernthal, John Leguizamo e outros nomes de peso.
A equipe técnica que acompanha Nolan também retorna: Hoyte Van Hoytema assina a fotografia (como em Oppenheimer, Dunkirk e Interestelar), enquanto Ludwig Göransson, vencedor do Oscar de trilha sonora por Oppenheimer, compõe mais uma trilha que promete estremecer salas de cinema ao redor do mundo.
Uma história de retorno, reinvenção e sobrevivência
Mais do que uma jornada física, A Odisseia é um mergulho na identidade. Quem é você depois de anos de guerra? Quem você se torna ao enfrentar monstros — e si mesmo? É nesse território que o filme parece querer pisar: entre os mitos e as feridas, entre o herói e o homem perdido.
Charlize Theron entra nesse quebra-cabeça como Circe, não apenas uma deusa isolada, mas um espelho de Odisseu: ambos guardam cicatrizes, ambos controlam os outros como forma de defesa. E, talvez, ambos estejam cansados de serem lendas.