Como Treinar o Seu Dragão voa alto nas bilheterias e já ultrapassa US$ 450 milhões no mundo todo

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Se havia alguma dúvida sobre o apelo da amizade entre um jovem viking e um dragão mal-humorado, ela foi enterrada sob uma avalanche de ingressos vendidos. O remake live-action de Como Treinar o Seu Dragão ultrapassou a marca de US$ 454,5 milhões nas bilheteiras mundiais, confirmando que a magia da história original continua mais viva do que nunca — agora com carne, osso e muitos efeitos visuais.

Nos Estados Unidos, o filme já soma US$ 200,5 milhões, depois de conquistar mais US$ 19,4 milhões no último fim de semana. O desempenho mantém o longa firme entre os primeiros colocados do ranking americano — e mostra fôlego de blockbuster em um verão disputadíssimo nos cinemas.

Um voo mais alto do que o esperado

A estreia norte-americana rendeu US$ 83 milhões logo de cara, superando até as previsões mais otimistas, que apostavam entre US$ 70 e US$ 80 milhões. Parte desse impulso veio das sessões antecipadas de quinta-feira, que renderam US$ 8 milhões — e ajudaram a empurrar as expectativas para o alto.

Fora dos EUA, o filme já arrecadou US$ 114 milhões, com destaques para o México (US$ 14 mi), Reino Unido e Irlanda (US$ 11,2 mi) e China, que também marcou US$ 11,2 milhões — um número expressivo para um título ocidental em solo asiático.

O resultado coloca a nova adaptação de Como Treinar o Seu Dragão muito além da linha de segurança dos estúdios — que projetavam entre US$ 175 e 185 milhões para a janela inicial. Ou seja: com pouco tempo de exibição, o longa já ultrapassou sua própria projeção-base.Um clássico com nova pele — mas mesma alma

Dirigido por Dean DeBlois, o mesmo nome por trás da trilogia animada da DreamWorks, o novo Como Treinar o Seu Dragão aposta na nostalgia com responsabilidade: entrega um visual mais realista, sem perder o coração da história.

Mason Thames dá vida ao jovem Soluço, um viking franzino, teimoso e idealista que quer provar seu valor em uma sociedade onde o heroísmo é medido pela força. Ao derrubar um lendário Fúria da Noite, ele encontra o que ninguém esperava: um dragão ferido, assustado — e extremamente parecido com ele. Em vez de acabar com a criatura, ele decide compreendê-la.

Essa escolha muda tudo.

Com Gerard Butler reprisando o papel de Stoico, o pai durão que não sabe lidar com um filho tão diferente, e Nico Parker como a corajosa Astrid, o live-action mergulha em temas como coragem, empatia e quebra de tradições — com peso emocional e momentos épicos.Um herói improvável em tempos de guerra

Soluço não é o guerreiro típico. Ele lidera com sensibilidade, observa antes de atacar e escuta antes de julgar. Em uma era de histórias barulhentas, Como Treinar o Seu Dragão se destaca por valorizar a escuta e a transformação. Quando uma ameaça ancestral surge e coloca dragões e humanos em rota de colisão, é o elo entre um garoto e seu dragão — agora chamado Banguela — que pode impedir a destruição total.A nova era dos dragões está apenas começando?

Com a bilheteira voando mais alto a cada semana e o retorno caloroso do público, fica difícil não imaginar que a DreamWorks e a Universal já estejam de olho em futuras sequências. Afinal, se o primeiro voo foi esse sucesso, quem não gostaria de ver mais capítulos nessa jornada entre céu, fogo e amizade?

F1: O Filme acelera nas bilheterias e já faz história como maior estreia da Apple nos cinemas

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Foto: Reprodução/ Internet

A bandeira verde foi dada, e quem largou na frente foi F1: O Filme. A produção estrelada por Brad Pitt não apenas entrou com força total no circuito internacional, como já está quebrando recordes. Segundo a revista Variety, o longa deve encerrar o fim de semana com um impressionante US$ 60 milhões arrecadados, garantindo o posto de melhor estreia cinematográfica da Apple Studios até agora, tanto nos Estados Unidos quanto no exterior.

Só na sexta-feira (27), o filme já tinha feito US$ 25 milhões em solo americano, superando — com certa folga — os US$ 23,2 milhões conquistados por Assassinos da Lua das Flores, filme de Martin Scorsese que até então era o maior lançamento da Apple nas telonas.

O desempenho é ainda mais simbólico por se tratar de um projeto que mescla ficção com o universo real da Fórmula 1, algo nunca antes feito com essa escala. E o mais interessante: parte das cenas foi gravada durante os próprios finais de semana de corrida, em meio ao frenesi de verdade dos paddocks.

Brad Pitt volta à pista com elegância e adrenalina

No filme, Brad Pitt vive um ex-piloto veterano que retorna à Fórmula 1 para ajudar a levantar uma escuderia fictícia chamada APXGP. Seu parceiro nas pistas é o jovem talento vivido por Damson Idris, enquanto nos bastidores o elenco é reforçado por nomes de peso como Kerry Condon (Os Banshees de Inisherin), Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez) e Tobias Menzies (The Crown).

É uma história sobre segundas chances, rivalidades nas curvas e a busca pela velocidade perfeita — mas também uma carta de amor à Fórmula 1, capturando com autenticidade a tensão, o glamour e os bastidores do esporte mais veloz do mundo. E com Pitt ao volante, o carisma se encarrega do resto.

Enquanto isso… M3GAN 2.0 engasga na largada

Do outro lado da pista, M3GAN 2.0 não conseguiu repetir o sucesso do primeiro filme. A aguardada sequência da boneca assassina high-tech, produzida por James Wan, estreou com apenas US$ 10,4 milhões na sexta-feira, e agora projeta um primeiro fim de semana abaixo dos US$ 20 milhões, número considerado decepcionante diante da expectativa criada.

Apesar de ainda contar com fãs da franquia e apelo nas redes sociais, a continuação parece ter sido ofuscada pelo brilho e barulho de F1 — tanto pela presença de Brad Pitt quanto pela força da Fórmula 1 como fenômeno global, especialmente após o sucesso da série Drive to Survive, da Netflix.

Apple Studios acelera no cinema — e o mercado sente o impacto

O desempenho de F1 marca um novo momento para a Apple, que até então vinha apostando majoritariamente em lançamentos híbridos — cinema e streaming — com foco em prestígio. Agora, com uma superprodução voltada para o grande público, o estúdio mostra que também sabe correr no circuito blockbuster e ganhar terreno com velocidade.

E com um calendário cada vez mais competitivo e recheado de grandes estreias, F1: O Filme mostra que o cinema ainda pode ser uma pista em que história, emoção e espetáculo correm lado a lado — e vencem.

Matthew Goode quase foi James Bond — mas sua visão sombria demais afastou os produtores

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Antes de Daniel Craig reinventar James Bond em Cassino Royale (2006), o papel mais cobiçado do cinema britânico passou pelas mãos — ou quase — de outros nomes. Um deles foi Matthew Goode, conhecido por papéis elegantes em produções como Downton Abbey, The Crown e Stoker. Mas, ao que parece, foi justamente essa sofisticação que não o salvou de um pequeno detalhe: ele queria um 007 muito mais perturbado.

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, o ator revelou que chegou a se reunir com a produtora Barbara Broccoli, responsável por conduzir a franquia Bond há décadas. Embora não tenha feito um teste formal, Goode confirmou que entrou na roda de conversas para o novo agente secreto. Só que sua proposta… era bem diferente do que se esperava.

“Ela me perguntou: ‘Qual a sua ideia para o Bond?’”, contou o ator. “E eu respondi: ‘A gente precisa voltar aos livros. Esse cara devia ser um alcoólatra. Um drogado. Ele se odeia. Odeia mulheres. Odeia um monte de gente. Ele está em dor profunda. Mas também é brilhante em matar pessoas.’”

Goode ainda brinca que, naquele momento, Barbara provavelmente já estava pensando no próximo candidato.

Um Bond com mais dor do que glamour

O curioso é que a proposta de Matthew Goode não estava exatamente fora do radar. Ian Fleming, autor dos romances originais de 007, escreveu um Bond muito mais sombrio, introspectivo e moralmente ambíguo do que as versões estilizadas do cinema. Mas talvez Goode tenha levado isso a um grau que, na época, ainda não parecia comercialmente viável — mesmo que Daniel Craig, pouco tempo depois, tenha trilhado um caminho semelhante, com um Bond mais cru, realista e emocionalmente instável.

“O que eu deveria ter dito era: ‘Mas também devíamos fazê-lo incrivelmente charmoso’”, reconheceu Goode com humor. “Acho que faltou um pouco de equilíbrio.”

E se tivesse sido Goode?

Fica a provocação: como teria sido o universo de Cassino Royale — aquele que redefiniu a franquia com mais gravidade, suor e sangue — se Goode tivesse recebido o papel? Com seu olhar afiado e presença contida, ele provavelmente teria entregue um Bond mais cerebral, mais trágico — talvez menos físico, mas mais psicologicamente quebrado.

No fim das contas, o papel ficou com Daniel Craig, que justamente trouxe à franquia um agente mais denso e emocionalmente afetado. Só que com um detalhe essencial: charme frio e magnetismo inegável, elementos que equilibraram a dor e a brutalidade do personagem.

Enquanto isso, Matthew Goode segue construindo uma carreira sólida, se destacando em projetos com mais nuance e menos tiroteios — embora, após essa revelação, muitos fãs estejam se perguntando o que perdemos naquela conversa com Barbara Broccoli.

Quem sabe, em algum universo paralelo, o 007 de Goode esteja vagando por aí, mais amargo, mais ferido — e igualmente letal.

Low Life promete ação, trapaças e caçadores de tesouro na nova aposta coreana do Disney+

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Imagine uma Coreia do Sul nos anos 1970, em plena ebulição, onde o sonho de uma vida melhor passa por becos escuros, apostas arriscadas e… um navio naufragado repleto de riquezas escondidas no fundo do mar. É nesse cenário — entre a esperança e a desilusão — que se desenrola Low Life, nova série sul-coreana que chega ao Disney+ no dia 16 de julho, com três episódios de estreia.

A série gira em torno de dois vigaristas de pequeno porte: um tio experiente, calejado pela vida, e um sobrinho que ainda acredita que pode mudar o destino da família. Os dois vivem de trambiques até que um boato antigo sobre um tesouro perdido no litoral sul-coreano reacende aquela velha faísca de ambição. Afinal, quem nunca sonhou com o golpe perfeito?

O que começa como um plano arriscado logo se transforma numa guerra velada, onde entram em cena mafiosos, empresários poderosos e todo tipo de oportunista farejando ouro. Nada é simples — e todo mundo esconde algo.

Uma história sobre sobrevivência… com alma e cinismo

Low Life pode até falar sobre tesouros, mas no fundo é sobre escolhas. Sobre até onde alguém está disposto a ir para deixar de ser invisível. Oh Gwanseok (vivido por Ryu Seung-ryong, de Em Movimento) sabe que já passou do ponto de retorno. Não quer redenção — quer resultado. Já seu sobrinho, Oh Heedong (Yang Se-jong, de Doona!), ainda acredita em certo romantismo: se der certo, vão sair limpos, vão começar de novo, vão ter paz. Mas o mundo que eles encaram não joga limpo.

No caminho, surge Yang Jungsook (Im Soo-jung, de Melancholia), uma mulher de negócios que nunca entra em uma disputa sem a intenção de ganhar — e que, aos poucos, muda todas as regras do jogo.

Sem heróis. Só sobreviventes.

Esqueça os mocinhos clássicos. Aqui, ninguém é completamente bom, nem totalmente mau. Todos vivem de pequenos desvios, grandes silêncios e uma vontade quase desesperada de escapar do destino que herdaram. É um retrato amargo, mas profundamente humano — e com uma fotografia que evoca o clima suado, esfumaçado e tenso das grandes histórias de crime noir.

Low Life foi criada e dirigida por Kang Yun-seong, o mesmo por trás de The Outlaws e Big Bet, duas produções que já mostraram como o diretor sabe contar histórias de homens perigosos à beira do abismo. Agora, ele troca o cenário urbano por mares revoltos, mas mantém a essência: gente quebrada tentando se reconstruir… nem que seja em cima de escombros.

Quando e como assistir?

A série tem 11 episódios, com lançamentos semanais a partir do dia 16 de julho, sempre às quartas-feiras, no Disney+. O final — duplo, para ninguém desgrudar da tela — chega no dia 13 de agosto.

Quem embarcar em Low Life não vai encontrar redenção fácil, mas vai esbarrar em personagens que respiram verdade. Gente que erra, mente, ama e tenta, do jeito que dá, sobreviver.

E no meio de tudo isso, uma pergunta persiste: e se o maior tesouro nem estiver debaixo d’água?

Superman pode dar as caras em Supergirl antes do esperado — e foi o próprio James Gunn quem deixou escapar

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Nem sempre é preciso uma confirmação oficial para deixar os fãs em alerta máximo. Às vezes, uma frase meio solta, um comentário aparentemente despretensioso… e pronto: o hype está formado. Foi mais ou menos isso que aconteceu quando James Gunn, arquiteto do novo universo cinematográfico da DC, deixou escapar um detalhe curioso durante uma entrevista recente.

Em conversa com o jornalista Brandon Davis, Gunn comentou que o novo Superman pode aparecer novamente em “menos de dois anos”. Mas logo se corrigiu: “Na verdade, antes disso.”

Foi o suficiente para colocar um nome no centro das apostas: Supergirl. Afinal, o longa estrelado pela prima kryptoniana de Clark Kent será o próximo grande capítulo da nova fase da DC Films. E agora, tudo indica que o Azulão pode não só dar uma passada pelo espaço — como pode também ajudar a moldar essa nova heroína em seu próprio caminho.

Um reencontro de órbitas kryptonianas

Com estreia prevista para 2026, Supergirl é descrito como um épico de ficção científica e vingança. Esqueça a versão solar e ingênua da prima do Superman — o que vem aí é uma heroína com traumas profundos, marcada pela dor e forjada em um ambiente hostil, longe da Terra.

Baseado na aclamada HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada por Bilquis Evely, o filme acompanha Kara Zor-El vagando pelo cosmos ao lado de Ruthye, uma garotinha que perdeu o pai assassinado por um vilão chamado Krem. A missão das duas: justiça — ou algo mais parecido com vingança.

E não será uma jornada solitária: segundo rumores, Krypto, o fiel supercão, também deve integrar a missão, trazendo alívio cômico, fofura e lealdade — três coisas que o universo da DC sempre pode usar mais.

“Duas infâncias. Dois mundos. Dois destinos.”

James Gunn, como sempre, foi direto ao ponto ao explicar por que essa história é tão importante para o futuro da DC: “Vamos ver a diferença entre o Superman, que cresceu amado por pais humanos na Terra, e a Supergirl, que passou os primeiros 14 anos de vida presa num fragmento de Krypton, vendo gente morrer de formas horríveis. Ela não teve a mesma sorte. Ela é mais dura, mais desconfiada, mais bruta.”

Esse contraste de origens e vivências promete ser o coração emocional do filme — e pode abrir caminho para que Clark Kent, agora interpretado por David Corenswet, sirva de espelho, contraponto ou até guia para a Supergirl. Um reencontro de órbitas kryptonianas, cada uma carregando seus próprios fantasmas e esperanças.

A construção cuidadosa de um novo universo

Desde que assumiu o comando criativo da DC Studios, James Gunn deixou claro que quer construir um universo interligado, mas com alma. Nada de apenas conectar filmes por obrigação. A ideia é criar pontes orgânicas, encontros que façam sentido emocional e narrativamente.

E a possível aparição do Superman em Supergirl pode ser exatamente isso: não uma ponta vazia, mas um gesto de acolhimento, uma linha de empatia, um momento que ajude Kara a encontrar sua identidade no meio do caos galáctico — e que, claro, fortaleça os laços entre os dois maiores sobreviventes de Krypton.


O novo DCU está ganhando forma — mais rápido do que esperávamos

Com Superman estreando em julho de 2025 e Supergirl já em fase avançada de desenvolvimento, tudo indica que o novo universo da DC não vai demorar a engrenar. E a estratégia parece clara: começar pelas figuras centrais, dar tempo para cada uma brilhar, mas também mostrar como elas se conectam — em espírito, valores e coração.

Se James Gunn conseguir equilibrar ação, emoção e coerência entre essas histórias, o novo DCU pode, enfim, se tornar o universo que os fãs esperam há tanto tempo.


🌍 Superman chega aos cinemas em julho de 2025.
🚀 Supergirl: Woman of Tomorrow está prevista para 2026.
🐶 E se Krypto realmente aparecer, o universo DC pode até não estar salvo… mas com certeza ficará mais fofo.

Fim do jogo: terceira e última temporada de Round 6 já está disponível na Netflix

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Chegou o momento que os fãs estavam esperando (e temendo): Round 6, um dos maiores fenômenos da história da Netflix, chega oficialmente ao fim com o lançamento de sua terceira e última temporada. Os seis episódios finais já estão disponíveis no catálogo do streaming, todos lançados de uma vez para aquela maratona inevitável — e intensa.

Criada por Hwang Dong-hyuk, a série sul-coreana conquistou o mundo desde sua estreia em 2021 com uma crítica social afiada, jogos mortais esteticamente impecáveis e personagens que nos destruíram emocionalmente a cada episódio. Agora, a despedida promete ser tão impactante quanto a estreia — ou até mais.

Gi-hun de volta ao jogo (e mais determinado do que nunca)

Na nova temporada, Gi-hun (vivido por Lee Jung-jae) está longe de ser o mesmo homem que sobreviveu à carnificina dos primeiros jogos. Carregando o peso da culpa, da perda e da frustração por uma rebelião fracassada, ele segue determinado a acabar com a engrenagem cruel por trás da competição que destruiu sua vida — e a de tantos outros.

Mas o caminho, como se espera em Round 6, está longe de ser simples. O misterioso Líder (Lee Byung-hun) prepara seu próximo movimento, e o jogo continua mais cruel e sofisticado do que nunca. A cada nova rodada, as consequências das escolhas dos participantes se tornam mais profundas, e o público acompanha, mais uma vez, a tensão psicológica e moral se intensificar a níveis extremos.

Um desfecho à altura do fenômeno

Se a primeira temporada chocou pelo ineditismo, e a segunda pela construção do universo por trás do jogo, a terceira temporada chega com a difícil missão de encerrar a saga de forma satisfatória — algo raro quando se trata de fenômenos mundiais como esse. Segundo o criador Hwang Dong-hyuk, o final foi pensado para provocar, emocionar e deixar uma marca. E quem conhece Round 6 sabe: não se entra no jogo esperando alívio.

Com episódios que apostam tanto no espetáculo visual quanto no drama humano, a temporada final aprofunda as motivações dos personagens, amplia o conflito moral entre sobrevivência e empatia, e nos lembra, o tempo todo, por que nos conectamos tão fortemente com essa história.

O legado de Round 6

Muito além de uma série de jogos mortais, Round 6 se tornou símbolo de uma nova fase da cultura pop global, elevando o status das produções sul-coreanas no cenário ocidental, quebrando recordes e gerando debates sobre desigualdade, desumanização e o valor da vida em uma sociedade regida pelo dinheiro.

Foram anos de teorias, memes, homenagens e até um reality inspirado na série. Mas agora, com os episódios finais no ar, é hora de se despedir — não sem antes encarar mais uma vez as perguntas que sempre estiveram no coração da trama: quanto vale a sua humanidade? E até onde você iria para sobreviver?


Resumo final:

  • A terceira e última temporada de Round 6 já está disponível na Netflix.
  • São 6 episódios, todos lançados de uma vez.
  • A trama segue Gi-hun em sua missão de acabar com o jogo mortal, enquanto o Líder prepara novos desafios.
  • A série se despede como um dos maiores fenômenos da história do streaming.

Clara Galle e Nuno Gallego assumem namoro nos bastidores de Olympo, série teen quente da Netflix

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A química era real, sim. E agora é oficial. A série espanhola Olympo, um dos títulos mais comentados entre o público jovem da Netflix, não está chamando atenção apenas pelas cenas quentes e pela trama cheia de desejo, poder e segredos. O que está dando o que falar mesmo é a revelação de que os atores Clara Galle e Nuno Gallego — que vivem o casal protagonista Amaia Olaberrie e Cristian Delavalle — estão namorando na vida real.

O romance, que começou nos bastidores da produção, foi confirmado pelos próprios atores, que já vivem juntos e vêm compartilhando momentos do relacionamento nas redes sociais. Em um dos posts mais comentados, Clara Galle escreveu apaixonadamente: “Aí o roteirista da minha vida acertou em cheio”. Não demorou muito para a internet reagir com corações, emojis e suspiros coletivos — afinal, quando a ficção encontra a realidade com esse nível de sintonia, é impossível resistir.

Romance fora das telas (e dentro de casa)

O casal se conheceu durante as filmagens da primeira temporada de Olympo, e parece que o fogo que aquece as cenas da série também acendeu fora do set. Desde então, os dois engataram um namoro e, segundo fontes próximas à produção, vivem um relacionamento estável e tranquilo. Atualmente, já dividem o mesmo lar — e os fãs, é claro, estão acompanhando cada passo com atenção de lupa.

Mesmo após o término das gravações, Clara e Nuno seguem colados — e apaixonados. As fotos compartilhadas nas redes mostram passeios, momentos íntimos e declarações que deixariam até roteirista de drama romântico emocionado. A verdade é que o shipper Amaia e Cristian ganhou vida, e isso está movimentando tanto os fãs da série quanto os seguidores da vida pessoal dos atores.

A reação dos fãs: amor, ciúme e nostalgia

Mas nem todo mundo ficou 100% feliz com a novidade. Nos comentários da declaração de Clara, surgiram diversas mensagens relembrando outro casal muito querido pelo público teen: Raquel e Ares, da trilogia Através da Minha Janela. Clara Galle contracenou nas três partes da saga com Julio Peña, e a química entre os dois também havia alimentado rumores e expectativas de um possível romance fora das telas.

“Preferia ela com o Julio”, escreveram alguns internautas, claramente saudosos do casal que embalou crushes literários e maratonas desde 2022. Mas, como diz o ditado, a vida não segue roteiro — ou melhor, às vezes até segue, mas o autor decide mudar tudo na temporada seguinte.

Sobre Olympo: drama, desejo e segredos em oito episódios

Lançada recentemente na Netflix, Olympo traz uma mistura explosiva de drama adolescente com cenas ousadas e uma estética altamente estilizada. A história gira em torno de um grupo de jovens ricos e privilegiados que frequentam uma escola de elite, onde cada passo revela uma nova camada de tensão — seja emocional, sexual ou familiar.

Clara Galle interpreta Amaia, uma jovem misteriosa que não teme quebrar regras, enquanto Nuno Gallego dá vida ao enigmático Cristian, envolvido com o submundo da escola e, claro, com Amaia. O resultado? Um casal que é puro fogo na tela — e agora, também fora dela.

Ao todo, a primeira temporada tem 8 episódios e está disponível na Netflix. E agora, sabendo que o romance é real, assistir a cada cena ganha um tempero a mais.

Denis Villeneuve vai dirigir o novo James Bond — e promete dar um novo tom ao 007

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Prepare o dry martini e a trilha de suspense, porque vem aí uma nova era para James Bond — e agora, pelas mãos de um dos cineastas mais respeitados da atualidade. Denis Villeneuve, diretor de obras como Duna e Blade Runner 2049, foi confirmado como o responsável por comandar o 26º filme da franquia 007. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pela Amazon MGM Studios, que assume pela primeira vez a produção da icônica saga do agente secreto.

A escolha do diretor canadense não poderia ser mais ousada — e empolgante. Villeneuve é conhecido por sua estética sofisticada, atmosferas densas e roteiros que desafiam o espectador. Seu envolvimento já levanta a grande questão: como será um James Bond sob o olhar de um cineasta tão cerebral e visualmente ambicioso?

De fã a comandante da franquia

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Villeneuve não escondeu a emoção e o peso da responsabilidade: “Algumas das minhas memórias mais antigas de ir ao cinema estão ligadas ao 007. Cresci vendo os filmes de James Bond com o meu pai, desde o Dr. No com Sean Connery. Essa é uma responsabilidade enorme, mas também uma enorme honra para mim.”

A declaração, além de revelar um laço afetivo com o personagem, sinaliza que Villeneuve pode buscar resgatar o espírito clássico da franquia — mas com a modernidade e o cuidado narrativo que têm marcado sua filmografia nos últimos anos.

Nova fase, nova produtora

Este também será o primeiro longa do espião britânico sob o comando da Amazon MGM Studios, que adquiriu os direitos da franquia em 2022. A expectativa, portanto, é que essa mudança traga uma renovação não só estética, mas também de posicionamento. Será um Bond mais político? Mais emocional? Ou, quem sabe, mais existencial?

O que se sabe até agora é que Villeneuve terá liberdade criativa para reinventar, dentro dos limites do legado, o agente mais famoso do cinema mundial.

E quem será o novo Bond?

Essa é a pergunta que não quer calar — e que, por enquanto, segue sem resposta. Com a saída de Daniel Craig após Sem Tempo Para Morrer (2021), o papel está em aberto e cercado de especulações. Nomes como Aaron Taylor-Johnson, Idris Elba e até Henry Cavill já circularam pela mídia e pelas redes, mas nada foi oficialmente anunciado.

Com a confirmação de Villeneuve, a escolha do novo 007 deve ganhar um novo peso: o perfil do próximo James Bond pode estar mais alinhado a uma abordagem introspectiva, complexa e menos caricata — algo mais Sicario e menos Quantum of Solace, por assim dizer.

Selena Gomez volta ao set de Os Feiticeiros Além de Waverly Place e confirma participação na 2ª temporada da série no Disney+

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Ela voltou — de novo! Selena Gomez confirmou que está de volta ao universo mágico de Os Feiticeiros de Waverly Place, agora com uma participação especial na 2ª temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place, continuação da série original no Disney+.

A atriz e cantora, que viveu Alex Russo durante quatro temporadas e um filme entre 2007 e 2012, publicou nos Stories do Instagram uma imagem diretamente do set de gravações com a legenda: “Simplesmente parece certo.” Os fãs, claro, surtaram — e com razão. Afinal, a presença de Selena nesse revival tem um peso emocional gigantesco para toda uma geração que cresceu assistindo às confusões mágicas dos irmãos Russo.

Embora Selena tenha retornado brevemente na primeira temporada como Alex, sua nova participação ainda é envolta em mistério. Nenhum detalhe específico foi divulgado pela Disney, mas fontes próximas à produção indicam que a aparição deve ser pontual — embora significativa.

Uma nova geração de feiticeiros

A série de continuação tem como foco principal Justin Russo (vivido novamente por David Henrie), agora adulto, casado e pai de dois filhos. Ele tenta viver uma vida normal longe da magia, mas tudo muda quando cruza o caminho de Billie (Janice LeAnn Brown), uma jovem feiticeira promissora que precisa de orientação.

Além de Henrie e Selena, o elenco inclui Mimi Gianopulos como Giada, esposa de Justin; Alkaio Thiele como Roman, o filho mais velho do casal; Max Matenko como o caçula, Milo; Taylor Cora como Winter, melhor amiga de Billie; e Janice LeAnn Brown, a nova protagonista da história.

O peso de Alex Russo

Mesmo que seja uma aparição rápida, a presença de Selena Gomez tem um valor simbólico forte: ela é a ponte direta com o fenômeno original da Disney. Sua personagem, Alex Russo, se tornou um dos ícones da programação teen dos anos 2000, e sua ironia, carisma e poder mágico conquistaram fãs pelo mundo todo.

A frase publicada por Selena nos Stories — “simplesmente parece certo” — parece dizer muito. Depois de anos focada em sua carreira musical, em produções como Only Murders in the Building e em seu trabalho como empresária e ativista, Gomez retorna ao lugar onde tudo começou. E os fãs não poderiam estar mais felizes.

Quando estreia?

A segunda temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place ainda não tem data oficial de estreia, mas os episódios estão atualmente sendo gravados. A primeira temporada, lançada no Disney+, teve boa recepção e conseguiu unir o público nostálgico com uma nova geração que está conhecendo o universo mágico dos Russo.


Resumo rápido para quem chegou agora:

  • Selena Gomez está confirmada na 2ª temporada de Os Feiticeiros Além de Waverly Place.
  • A atriz revelou seu retorno com uma publicação nos Stories: “Simplesmente parece certo”.
  • Ela fará uma participação especial, assim como na 1ª temporada.
  • A série continua acompanhando Justin Russo e uma nova geração de feiticeiros no Disney+.

Irmãos Duffer deixam o mundo invertido e embarcam em nova série criminal com toques de misticismo e vingança

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Depois de nos fazer temer luzes piscando, demogorgons e um tal de Vecna, os irmãos Matt e Ross Duffer estão prontos para dar um novo passo (nada pequeno) na Netflix. A dupla criadora de Stranger Things firmou uma nova parceria com o streaming para produzir uma série inédita — e, dessa vez, a coisa promete ser ainda mais sombria.

O projeto é uma adaptação de The Savage, Noble Death of Babs Dionne, romance escrito por Ron Currie e lançado nos Estados Unidos em março deste ano. Ainda pouco conhecido do público brasileiro, o livro já nasceu com cara de série: tem uma protagonista magnética, uma cidadezinha cheia de segredos e um roteiro que mistura drama familiar, violência e uma pitada sobrenatural.

Quem é Babs Dionne?

Esqueça o estereótipo da vovó de casa de bonecas. Babs Dionne pode até parecer uma senhora simpática — e é, com seus netos — mas também comanda, com punho de ferro, um império de drogas no interior do Maine. Ela é a matriarca de uma rede de tráfico que movimenta Little Canada, seu território, ao lado de suas amigas de juventude (hoje suas tenentes leais) e de Lori, sua filha mais velha, uma veterana militar que trava uma guerra pessoal contra o vício.

Mas tudo muda quando a filha mais nova de Babs é encontrada morta. A partir daí, começa a verdadeira história: uma busca implacável por respostas — e, se preciso for, por vingança. Como diz o trecho mais forte da sinopse: “Seus ancestrais respiram através de você. Às vezes, eles clamam por vingança.” E, no caso de Babs, é melhor não ignorar esse chamado.

Os Duffer por trás das câmeras, Currie no roteiro

A adaptação de Babs Dionne marca um novo tipo de colaboração para os irmãos Duffer. Embora eles assinem como produtores executivos e estejam envolvidos criativamente, o roteiro ficará a cargo do próprio autor do livro, Ron Currie, que estreia como roteirista de TV, ao lado de seu parceiro criativo Joshua Mohr. A Netflix aposta alto nesse modelo de adaptação mais autoral — e, considerando o potencial da trama, faz todo sentido.

De Stranger Things para o submundo do crime

Quem espera algo na linha de Stranger Things pode se surpreender. Aqui, o tom é mais próximo de Ozark , Breaking Bad ou mesmo Mare of Easttown . Em comum, temos personagens femininas complexas, feridas abertas, cidadezinhas que escondem muito mais do que mostram — e um certo senso de destino inescapável.

Mas não se preocupe: os Duffer devem manter alguns dos elementos que tornaram sua marca tão única, como tensão crescente, traumas intergeracionais e toques sutis de algo que foge ao nosso controle racional. Em outras palavras: não vai faltar intensidade.

Expectativas (e rumores)

Ainda sem data oficial de estreia, a série está em fase de pré-produção, e os rumores sobre o elenco já começaram a circular nos bastidores. Nomes de peso estão sendo sondados para dar vida a Babs, personagem que deve roubar a cena e, quem sabe, garantir prêmios por aí. A promessa é de uma protagonista feminina poderosa, contraditória e inesquecível — daquelas que nos fazem torcer e temer ao mesmo tempo.

Se tudo correr como planejado, as filmagens devem começar entre o final de 2025 e o início de 2026. A julgar pela sinopse e pelos nomes envolvidos, a série tem tudo para se tornar o novo vício sombrio da Netflix.

Resumindo:

  • The Savage, Noble Death of Babs Dionne será a nova série produzida pelos irmãos Duffer para a Netflix.
  • A trama gira em torno de Babs, uma avó que comanda o tráfico local e parte em busca de vingança após a morte de sua filha mais nova.
  • O livro original é de Ron Currie, que também assina o roteiro da série.
  • Espere uma mistura de drama, crime, ancestralidade e muito suspense.

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