IMAX divulga novo cartaz de Devoradores de Estrelas e destaca jornada solitária de Ryan Gosling no espaço

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A rede de cinemas IMAX revelou um cartaz inédito de Devoradores de Estrelas e a imagem já entrega o tom épico e solitário da produção. No pôster, o astronauta Ryland Grace, interpretado por Ryan Gosling, aparece de costas, lançado no espaço em altíssima velocidade. Pequeno diante da imensidão cósmica, ele simboliza exatamente o que a história propõe: um homem comum encarregado de uma missão extraordinária. As informações são do Omelete.

Baseado no romance Project Hail Mary, de Andy Weir, o mesmo autor de Perdido em Marte, o filme mergulha na ficção científica com forte base científica e emocional. A narrativa acompanha Ryland Grace, um professor de ensino médio que, de forma inesperada, se vê responsável por tentar salvar a Terra da destruição.

A ameaça vem de organismos misteriosos chamados astrofágicos, formas de vida que drenam energia das estrelas. Ao se alimentarem do Sol, eles colocam em risco a sobrevivência do planeta. Diante de um cenário alarmante e da iminente crise global, uma missão espacial é organizada para investigar o fenômeno diretamente na origem do problema.

O destino é Tau Ceti, um sistema estelar que pode guardar respostas sobre o comportamento dessas entidades. Três astronautas são enviados ao espaço com a responsabilidade de encontrar uma solução. No entanto, a missão não sai como planejado. Dois deles morrem durante a jornada, e apenas Ryland Grace permanece vivo.

É nesse ponto que a trama ganha uma dimensão ainda mais humana.

Ao despertar de um coma induzido a bordo da espaçonave, Grace não se lembra imediatamente de quem é ou do que está fazendo ali. Isolado no silêncio absoluto do espaço, ele começa a reconstruir sua memória aos poucos. Flashbacks revelam como um professor de ciências acabou envolvido na maior operação de sobrevivência da humanidade.

Essa estrutura narrativa reforça o aspecto psicológico da história. O suspense não está apenas na ameaça externa, mas também na reconstrução da identidade do protagonista. O público acompanha a redescoberta de suas próprias capacidades, medos e responsabilidades.

Ryan Gosling assume o papel de um personagem que combina inteligência científica com vulnerabilidade emocional. Diferente do estereótipo do herói invencível, Ryland Grace é um homem comum, que sente medo, dúvida e solidão. O cartaz divulgado pela IMAX capta essa dualidade com precisão. A imagem não exibe explosões ou confrontos grandiosos. Mostra apenas um homem diante do infinito.

Ao longo da missão, Grace precisa usar criatividade, raciocínio lógico e improviso para lidar com situações extremas. A sobrevivência depende não apenas de tecnologia avançada, mas da capacidade de adaptação. A ciência, nesse contexto, não é fria ou distante. É apresentada como ferramenta de esperança.

Um dos elementos mais marcantes da história é o encontro de Grace com uma forma de vida alienígena. Longe de ser uma ameaça imediata, essa interação abre espaço para colaboração e entendimento. A comunicação entre espécies diferentes se torna um dos pontos centrais da narrativa, reforçando uma mensagem de cooperação em meio ao caos.

Essa abordagem aproxima o filme de outras produções de ficção científica que priorizam o intelecto e a emoção em vez do espetáculo puro. O isolamento no espaço funciona como pano de fundo para reflexões sobre responsabilidade, sacrifício e conexão.

O material original já havia conquistado reconhecimento significativo antes mesmo da adaptação cinematográfica. Em 2021, o empresário Bill Gates incluiu Project Hail Mary em sua tradicional lista anual de recomendações de leitura para o fim de ano, destacando o livro entre suas cinco sugestões principais. A indicação ampliou ainda mais a visibilidade da obra e reforçou sua relevância no cenário contemporâneo da ficção científica.

Além disso, a versão em audiolivro recebeu grande destaque na indústria. Narrado por Ray Porter, Project Hail Mary venceu duas categorias no Audie Awards, premiação frequentemente chamada de o Oscar do setor de audiolivros nos Estados Unidos. A obra foi premiada como Melhor Ficção Científica e também como Audiolivro do Ano, um reconhecimento que evidencia o impacto da narrativa junto ao público.

Essa recepção positiva aumenta a expectativa para a adaptação cinematográfica. O desafio de transportar para as telas uma história tão baseada em conceitos científicos detalhados exige equilíbrio entre fidelidade e dinamismo visual. O cartaz divulgado pela IMAX indica que a produção aposta na grandiosidade espacial sem perder o foco no protagonista.

“Rampage – Destruição Total” é a atração da Temperatura Máxima neste domingo, 15 de fevereiro, na TV Globo

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A tarde deste domingo, 14 de fevereiro de 2026, ganha contornos de superprodução com a exibição de Rampage – Destruição Total na TV Globo. O longa de 2018 leva para a tela uma história que mistura afeto, ciência fora de controle e consequências que fogem completamente das mãos de quem achou que poderia manipular a natureza.

Dirigido por Brad Peyton e inspirado no clássico jogo da Midway Games, o filme acompanha Davis Okoye, um primatologista de poucas palavras que encontra nos animais a conexão que evita nas pessoas. Ele criou George desde filhote, acompanhou seu desenvolvimento e construiu com o gorila uma relação baseada em confiança silenciosa e gestos simples. Não é apenas um pesquisador cuidando de um animal raro; é alguém que enxerga no outro uma forma de pertencimento.

Esse vínculo é colocado à prova quando um experimento genético ilegal atinge diferentes predadores, entre eles George. Em pouco tempo, o gorila dócil se transforma em uma criatura gigantesca, desorientada e agressiva. Ao mesmo tempo, um lobo e um crocodilo passam pela mesma mutação, espalhando destruição por onde avançam. O que antes era pesquisa se converte em emergência nacional.

Davis, interpretado por Dwayne Johnson, deixa de ser apenas o cuidador e assume o papel de alguém disposto a arriscar tudo para salvar o amigo. Ao lado de uma cientista vivida por Naomie Harris, ele corre contra o tempo em busca de um antídoto que possa reverter a mutação. Enquanto isso, a resposta militar cresce na mesma proporção das criaturas, ampliando o conflito e a tensão.

O elenco ainda conta com Malin Åkerman, Jake Lacy e Jeffrey Dean Morgan, que ajudam a compor um cenário em que interesses corporativos, decisões impulsivas e responsabilidade científica se cruzam de maneira explosiva.

Produzido pela New Line Cinema e distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme custou cerca de 120 milhões de dólares e ultrapassou 428 milhões em bilheteria mundial. Os números confirmam o apelo da história, mas o que sustenta a narrativa é o contraste entre a escala da destruição e a intimidade da relação entre homem e animal.

Mais do que acompanhar prédios caindo e confrontos de proporções improváveis, o público é convidado a refletir sobre limites éticos e sobre o preço de interferir em processos que não se compreendem totalmente. No centro de tudo está uma pergunta simples e humana: até onde alguém vai para proteger quem ama, mesmo quando o mundo inteiro enxerga essa figura como uma ameaça?

“The Batman – Parte II” avança sob o codinome “Vengeance 2” e promete aprofundar o lado mais arriscado do Cavaleiro das Trevas

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O universo sombrio inaugurado por Matt Reeves está oficialmente em movimento. De acordo com informações publicadas pelo portal ComicBookMovie, a aguardada continuação de The Batman está sendo desenvolvida sob o título provisório de “Vengeance 2”. As filmagens estão previstas para começar em abril, no Reino Unido, marcando uma nova etapa na consolidação desse universo mais realista, investigativo e emocionalmente denso do Homem-Morcego.

Embora títulos provisórios sejam comuns na indústria — muitas vezes usados apenas para fins logísticos —, o peso simbólico da palavra “vingança” não passa despercebido. No primeiro filme, ela não era apenas um conceito; era praticamente a assinatura do personagem. “I’m vengeance” tornou-se uma das frases mais marcantes da produção, sintetizando um Bruce Wayne dominado pelo trauma e pela necessidade de punição. Se o novo capítulo mantém essa referência, tudo indica que a continuação aprofundará as consequências psicológicas dessa escolha.

O longa lançado em 2022 apresentou um Batman em seu segundo ano de atuação, ainda aprendendo a lidar com os limites da própria cruzada. Interpretado por Robert Pattinson, o personagem surgiu menos como um símbolo mitológico e mais como um homem ferido tentando impor ordem ao caos.

A Gotham concebida por Matt Reeves era suja, úmida, politicamente apodrecida e dominada por estruturas criminosas enraizadas no poder público. O assassinato do prefeito Don Mitchell Jr. desencadeou uma investigação que expôs não apenas um serial killer metódico, mas uma rede sistêmica de corrupção envolvendo autoridades, empresários e policiais.

O Charada vivido por Paul Dano não era apenas um vilão excêntrico. Ele representava o extremismo digital, a radicalização online e o ressentimento social transformado em violência. Sua atuação trouxe uma camada perturbadora à narrativa, aproximando o filme de um thriller psicológico contemporâneo.

Agora, com Gotham parcialmente destruída após a inundação causada pelo plano final do vilão, o cenário para a sequência é ainda mais instável. A cidade precisa se reconstruir fisicamente — mas também moralmente. E é nesse ambiente frágil que novas ameaças podem surgir.

Antes de Reeves assumir o projeto, Ben Affleck estava ligado à direção, ao roteiro e ao protagonismo do longa. No entanto, após abandonar a função criativa, abriu espaço para uma reformulação completa da abordagem. Reeves decidiu apostar em um Batman mais jovem, mais introspectivo e com forte ênfase em seu lado detetive — algo que muitos fãs sentiam falta nas versões anteriores.

A inspiração em histórias clássicas dos quadrinhos dos anos 1980, 1990 e início dos anos 2000 ajudou a construir uma narrativa investigativa, quase procedural, que se distanciava do espetáculo puramente explosivo. O resultado foi um filme de atmosfera pesada, fotografia marcada por contrastes intensos e uma trilha sonora que reforçava o sentimento de isolamento.

Ao lado de Pattinson, nomes como Zoë Kravitz (Selina Kyle), Colin Farrell (Pinguim) e Jeffrey Wright (James Gordon) ajudaram a dar densidade emocional ao universo apresentado.

O desempenho comercial também foi expressivo. Mesmo enfrentando atrasos causados pela pandemia, o filme arrecadou mais de 770 milhões de dólares mundialmente, consolidando a confiança do estúdio em expandir essa versão do personagem.

“Nova e perigosa”: o que significa essa promessa?

O roteirista Mattson Tomlin, que colaborou no desenvolvimento do primeiro filme — embora sem crédito oficial —, declarou recentemente que a sequência será “nova e perigosa”. Mais do que uma frase de efeito, a declaração sugere que o segundo longa não pretende repetir a fórmula anterior.

“Estou ansioso para que as pessoas assistam e falem bastante sobre o filme”, afirmou Tomlin, destacando o quanto o projeto é significativo em sua trajetória. A escolha das palavras indica uma obra que pretende provocar discussões — seja pelo caminho narrativo, pela construção dos vilões ou pelas decisões morais do protagonista.

Perigosa pode significar muitas coisas: um Batman levado a extremos éticos; antagonistas ainda mais imprevisíveis; ou uma Gotham onde a linha entre justiça e vingança se torna ainda mais turva.

Possíveis caminhos narrativos

O final do primeiro filme deixou pistas claras para o futuro. A breve aparição de um detento misterioso em Arkham, interpretado por Barry Keoghan, foi amplamente interpretada como a introdução do Coringa nesse universo. Embora nada tenha sido oficialmente confirmado como foco central da sequência, o potencial de explorar a dinâmica entre Batman e esse vilão é evidente.

Além disso, o Pinguim, interpretado por Colin Farrell, saiu fortalecido politicamente no submundo do crime após a queda de Carmine Falcone. Em uma cidade alagada e fragilizada, disputas por território e influência podem se intensificar.

Há também a transformação interna de Bruce Wayne. No desfecho de The Batman, ele percebe que ser apenas um símbolo de medo não é suficiente. Ao ajudar sobreviventes da tragédia e conduzi-los para a luz, Bruce começa a entender que precisa representar esperança. Essa mudança pode redefinir completamente sua postura na sequência.

Reino Unido como base de produção

A decisão de iniciar as filmagens novamente no Reino Unido reforça a continuidade estética do projeto. No primeiro longa, locações britânicas foram fundamentais para criar a identidade arquitetônica de Gotham, combinando prédios históricos, áreas industriais e cenários urbanos contemporâneos.

Manter essa base sugere que o visual continuará sendo um dos pilares narrativos. A Gotham de Reeves não é apenas cenário; ela é personagem. Suas ruas molhadas, seus prédios decadentes e sua iluminação contrastante traduzem o estado emocional de Bruce Wayne.

Expansão do universo

Além da continuação direta, o universo idealizado por Reeves já se expande para outras mídias. Séries derivadas ambientadas na mesma linha temporal estão em desenvolvimento, reforçando que esse projeto é pensado a longo prazo.

No entanto, é o segundo filme que carregará a responsabilidade de consolidar definitivamente essa visão. Sequências costumam ser desafiadoras: precisam ampliar o escopo sem perder identidade, inovar sem romper com o que funcionou.

Frestas | Trienal de Artes ocupa o Sesc Sorocaba e a cidade com percurso entre arte e memória

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A partir de 27 de fevereiro de 2026, o Sesc Sorocaba se transforma em um grande território de encontros com a abertura da 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Com 102 participantes, entre artistas e iniciativas comunitárias do Brasil e de outros países, e 188 projetos apresentados, a mostra expande seus limites físicos e simbólicos para além da unidade, ocupando também diferentes pontos da cidade.

O estacionamento G2 do Sesc vira uma ampla galeria expositiva, mas o percurso não termina ali. A Trienal se espalha por espaços como a Capela João de Camargo, o Clube 28 de Setembro, o Monumento Pelourinho e o Monumento à Mãe Preta, criando um trajeto que convida o público a caminhar e a perceber a cidade como parte essencial da experiência artística.

Sob curadoria de Luciara Ribeiro, Naine Terena e Khadyg Fares, com assistência de Cadu Gonçalves e Cristina Fernandes e coordenação educativa de Val Chagas, esta edição traz o título do caminho um rezo. A proposta parte da ideia de que caminhar pode ser um gesto político, espiritual e coletivo. O conceito dialoga com reflexões do artista e professor Tadeu Kaingang, com a noção andina de “Thaki” descrita por Silvia Rivera Cusicanqui e com o pensamento afropindorâmico de Antônio Bispo dos Santos, conhecido como Nêgo Bispo.

A Trienal se constrói como uma escuta sensível do território sorocabano. Para isso, foram criados dois conselhos consultivos. O Conselho Territorial aproximou a mostra de iniciativas locais e ampliou o diálogo com as dinâmicas sociais e comunitárias da cidade. Já o Conselho Conexões expandiu os horizontes conceituais do projeto, articulando perspectivas diversas sobre coletividade e modos de habitar o mundo.

Entre os destaques internacionais está a artista palestina Emily Jacir, que apresenta o filme Letter to a Friend, obra que costura memória pessoal e conflito geopolítico a partir de Belém, na Palestina. Da Austrália, Gordon Hookey, integrante do povo Waanyi, exibe Murriland! 2, trabalho que revisita criticamente a história de Queensland sob perspectiva indígena. Outro nome central é Richard Long, referência da land art britânica, que apresenta A linha feita pelo caminhar, registro emblemático do gesto repetido de traçar um percurso sobre o gramado.

A mostra também enfatiza práticas que articulam corpo, território e afirmação política. A Plataforma Demonstra apresenta obras de artistas com deficiência, propondo uma experiência que prioriza convivência e acessibilidade poética. Em diálogo com essa discussão, o artista baiano Edu O. exibe Ah, se eu fosse Marilyn!, trabalho que tensiona padrões de beleza e questiona quais corpos são autorizados a ocupar o espaço público.

Saberes tradicionais e práticas agroecológicas ganham espaço com a CAIANAS – Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza Agroecologia e Sustentabilidade, que transforma preservação ambiental em gesto artístico, e com o Projeto Carpinteiros da Amazônia, reunindo mestres carpinteiros de comunidades ribeirinhas e quilombolas do Pará em demonstrações e conversas públicas.

A espiritualidade também atravessa a Trienal. O artista paulistano No Martins instala a obra Deus tá vendo na ponte estaiada da unidade, enquanto Moisés Patrício apresenta Sete cantos para pai João de Camargo, em diálogo direto com a tradição religiosa negra de Sorocaba.

O próprio Rio Sorocaba surge como presença simbólica e política na exposição. Ele aparece na obra coletiva Memórias do Rio: ecos de resistência e também em trabalhos como O rio que rasga a minha cidade, de Julio Veredas, e Dança um rio onde eu nasci, de Douglas Emilio.

Resumo da novela Roque Santeiro de quarta-feira, 14/05 (Viva)

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Malta, finalmente, toma coragem e abre seu coração para Porcina. Em uma cena carregada de emoção e suspense, ele se declara, deixando a “viúva de Roque” visivelmente abalada. Será que ela vai corresponder aos sentimentos dele ou ainda guarda esperanças com Roque?

Enquanto isso, um novo conflito começa a se desenhar: Zé das Medalhas e Pombinha passam a se estranhar por conta da candidatura dele à prefeitura. A política entra em cena para abalar os laços pessoais. Pombinha, sempre idealista, começa a questionar as intenções de Zé, que por sua vez está cada vez mais ambicioso. O relacionamento entre os dois começa a mostrar rachaduras.

Do outro lado, Roque Santeiro tem uma conversa séria com Padre Hipólito. Os dois refletem sobre a situação delicada que envolve a cidade e o destino de seus moradores. A fé, a política e a verdade sobre Roque se entrelaçam em um diálogo que promete trazer novos questionamentos sobre os rumos de Asa Branca.

Resumo da novela Quando Me Apaixono de quarta, 14/05 (SBT)

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Foto: Reprodução/ Internet

O clima é de festa no jardim da mansão, que foi cuidadosamente decorado para celebrar os 25 anos de Roberta e Renata. A comemoração promete ser inesquecível — mas também carrega a tensão de reencontros e revelações que podem mudar o destino de todos.

Enquanto os convidados aproveitam o ambiente elegante e descontraído, um grupo musical se prepara para subir ao palco. O que ninguém imagina é que, entre os músicos, está Josefina disfarçada, escondida sob uma nova aparência, mas com as mesmas intenções sombrias de sempre.

No meio da festa, Gonçalo se aproxima de Roberta com carinho e uma pontada de esperança. Em tom afetuoso, ele tenta convencê-la a revelar o paradeiro da mãe, ainda sem imaginar o que está prestes a acontecer.

Tomada pela emoção do momento e pelo peso das escolhas que fez ao longo da vida, Roberta baixa a guarda diante da família e do público presente. Com lágrimas nos olhos, ela pede perdão por todo o mal que causou a Renata e Jerônimo. Em um gesto inesperado, ela diz que finalmente sabe onde Josefina está — e sua confissão deixa todos atônitos.

Renata, emocionada, pega o microfone em meio ao jardim florido e se declara diante de todos: com o coração cheio de amor, ela apresenta Jerônimo como seu esposo, o homem mais maravilhoso e bonito do mundo. O momento é puro romantismo, arrancando sorrisos, aplausos e olhares de admiração.

Mas, nos bastidores da festa, o perigo ainda ronda. Josefina observa tudo, disfarçada e sorrateira, pronta para agir — e sua presença silenciosa promete fazer desta noite de comemoração um marco dramático na vida da família Monterrubio.

Conversa com Bial de quarta (14/05) traz um papo imperdível com o jornalista José Trajano

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você curte esportes e histórias de vida inspiradoras, essa edição do Conversa com Bial vai te conquistar! O jornalista esportivo José Trajano é o convidado da noite de quarta-feira, 14 de maio de 2025, para contar um pouco da sua trajetória na cobertura do esporte brasileiro, um percurso cheio de momentos marcantes e paixão pelo que faz.

Além disso, Trajano apresenta seu mais novo livro, “1960, quando as estrelas ficaram vermelhas”, onde ele traz relatos emocionantes da sua infância e compartilha histórias do último título estadual do América, o time do coração dele. É uma mistura de memórias pessoais com um resgate histórico que promete encantar tanto fãs de futebol quanto amantes de boas narrativas.

O Conversa com Bial vai ao ar de segunda a sexta-feira, sempre às 23h45, no GNT — e você ainda pode assistir logo depois do Jornal da Globo, na TV Globo.

Com apresentação e redação final do próprio Pedro Bial, o programa conta com a direção de Fellipe Awi e Mairo Fischer, produção de Anelise Franco e direção de gênero de Claudio Marques, garantindo um conteúdo de qualidade e um papo super envolvente.

Duda Beat leva seu pop emocional ao palco The One no terceiro dia do The Town 2025

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Acalme o coração, ajuste os fones e vista seu look mais ousado: Duda Beat está pronta para transformar o palco The One no The Town em uma explosão de cor, batida, sentimento e atitude. A apresentação, marcada para as 17h de 12 de setembro, domingo, promete ser um dos momentos mais catárticos e intensos do festival. E não é exagero — quem já viu um show de Duda sabe que ela não entrega apenas música. Ela entrega experiência.

Com alma recifense, espírito global e uma assinatura sonora que transita entre o pop chiclete e a dorzinha no peito que só o amor não correspondido causa, Duda Beat conquistou o Brasil de forma meteórica desde que lançou seu disco de estreia, Sinto Muito, em 2018. Com ele, a artista não apenas se apresentou ao mundo: ela o redesenhou à sua maneira, com melodias viciantes, letras que tocam a alma e aquele sotaque delicioso que é a cereja do bolo. A Rolling Stone Brasil não pensou duas vezes e colocou o disco entre os melhores daquele ano — e o público concordou, colocando hits como “Bixinho” e “Bédi Beat” no repeat eterno.

De lá pra cá, Duda virou fenômeno. E não só de crítica: virou sucesso de streaming (são mais de 95 milhões de plays só no Spotify em 2024), de palco, de estilo e de colaboração. Ela já dividiu vocais, beats e emoções com Pabllo Vittar, Luísa Sonza, Liniker, Anavitória, Tiago Iorc e Nando Reis. Uma curadoria fina de parcerias que mostra que, sim, Duda é o elo perfeito entre o mainstream e o alternativo, entre o hit de rádio e a profundidade poética de quem sente muito — e canta melhor ainda.

O que vem depois do coração partido? A pista de dança.

Em Tara e Tal (2024), seu terceiro e mais ousado álbum, Duda Beat dá um passo à frente — ou melhor, um salto com salto alto neon. É seu trabalho mais dançante, eletrônico e libertador. Produzido por Lux Ferreira e Tomás Tróia, o disco é quase um manifesto em forma de som. Entre batidas distorcidas, sintetizadores e letras que falam sobre desejo, autonomia e as feridas do feminino, ela nos entrega um universo sonoro onde cada faixa é um planeta particular.

E que universo rico. Tem Lúcio Maia (da Nação Zumbi) em “DRAMA”, emprestando suas guitarras carregadas de emoção, e Liniker em “Quem Me Dera”, num feat que é pura química vocal e sensibilidade. O álbum debutou no Top 70 do Spotify Brasil — um feito para um disco tão autoral e experimental — e mostra que o Brasil está mais do que pronto para dançar com conteúdo.

Palcos, prêmios e passaporte carimbado

O caminho de Duda até aqui é pavimentado por aplausos, prêmios e plateias apaixonadas. Ela já foi reconhecida com o Troféu APCA, o Prêmio Multishow e o WME Awards, e chegou até o Grammy Latino com seu EP em parceria com Nando Reis. Mas não parou aí. Seu talento vocal e seu carisma magnético a levaram aos principais festivais do Brasil — do Lolla ao Coala, do Rock in Rio ao MITA — e, mais recentemente, ao mundo. Já se apresentou nos Estados Unidos, Alemanha, Espanha, Portugal e, em 2024, foi o nome escolhido para encerrar o show de Lady Gaga em Copacabana. Sim, ela.

Foi nesse momento que muita gente percebeu o que seus fãs já sabiam: Duda Beat não é só um sucesso. É uma artista de projeção internacional, que desafia rótulos e mistura referências com originalidade. É nova MPB? É indie? É pop? É sofrência gourmetizada? É tudo isso e mais um pouco.

O show no The Town: um ritual de corpo e alma

Quem for ao The Town no domingo verá mais do que um show. Verá um espetáculo dividido em atos, com cenografia pensada nos mínimos detalhes, iluminação dramática, figurinos que parecem saídos de um editorial de moda e coreografias que conversam com cada batida, cada verso. Duda transforma suas músicas em pequenas performances teatrais, onde a dor vira dança e a superação vira refrão.

Do palco, ela entrega tudo: voz potente, presença arrebatadora e aquela conexão quase espiritual com o público. O setlist deve passear por todas as fases da carreira — do romantismo indie de Sinto Muito ao calor pulsante de Tara e Tal —, com espaço para reinterpretações, surpresas e, claro, muita emoção coletiva.

E se você acha que vai apenas assistir, prepare-se para participar. Duda Beat tem esse dom: transforma multidões em coro, transforma tristeza em catarse, transforma a pista em altar.

Um futuro que já começou

O futuro da música brasileira não é mais promessa. Ele tem nome, estética, discurso, coragem e batida. Ele se chama Duda Beat — e vai ecoar alto, direto do palco The One, para quem quiser (ou precisar) dançar sua própria dor com elegância e verdade.


📍 Serviço: Duda Beat no The Town
📅 Domingo, 18 de maio de 2025
⏰ 17h00
🎤 Palco: The One

Darren Aronofsky está de volta com o insano thriller Ladrões, que estreia em 28 de agosto no Brasil

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Imagine que seu vizinho excêntrico desaparece e te deixa cuidando de seus gatos. Agora imagine que, por causa disso, você se torna alvo de gângsteres violentos, é perseguido pelas ruas de Nova York e nem sequer sabe o motivo. Esse é o ponto de partida de “Ladrões”, novo filme de Darren Aronofsky — e, sim, tem um gato no meio de tudo isso.

Com estreia marcada para 28 de agosto nos cinemas brasileiros, o longa acaba de ganhar pôster oficial e promete ser um dos thrillers mais caóticos (e estilosos) do ano.

⚾ Um ex-jogador de beisebol, um favor inocente e um inferno urbano

Austin Butler (o Elvis de Baz Luhrmann) interpreta Hank Thompson, um ex-promessa do beisebol que agora serve drinks e vive discretamente em Nova York. Sua rotina vira do avesso quando Russ (vivido por Matt Smith, o Daemon de “A Casa do Dragão”) pede a ele um favor simples: cuidar dos seus gatos por alguns dias.

Mas Hank mal imagina que esse “sim” vai colocá-lo no radar de um grupo de criminosos sem escrúpulos, todos atrás de algo que — aparentemente — está com ele. O detalhe? Ele não tem ideia do que seja. E é aí que começa a espiral: perseguições, tiroteios, alucinações, um gato fofo e muito sangue.

🎬 Aronofsky em modo caos controlado

Depois de filmes como Cisne Negro, Mãe! e Réquiem para um Sonho, o diretor Darren Aronofsky retorna ao formato de ficção com um filme que mistura seus elementos favoritos: protagonistas à beira do colapso, tensão crescente e um mergulho no lado mais sujo (e simbólico) da cidade.

Baseado no romance “Caught Stealing”, de Charlie Huston — que também assina o roteiro —, o filme promete equilibrar humor sombrio com paranoia urbana, seguindo a tradição de histórias onde o azar encontra o absurdo e tudo desmorona diante de nossos olhos.

🌃 Elenco de peso (e um gato que rouba a cena)

Além de Butler e Smith, o elenco tem Zoë Kravitz (“The Batman”) em um papel misterioso, além de Regina King, Vincent D’Onofrio, Liev Schreiber, Carol Kane, Griffin Dunne e até o cantor Benito A. Martínez Ocasio — sim, o Bad Bunny, repetindo seu flerte com o cinema depois de Trem-Bala.

E sim, o gato tem um papel importante na história. A Sony Pictures já confirmou que o felino é peça-chave na confusão, funcionando como “catalisador” da trama — e, a julgar pelo pôster, pode até ser o personagem mais sensato do filme.

🎟️ Um mergulho imprevisível na paranoia urbana

“Ladrões” chega como um prato cheio para quem gosta de thrillers com cara de pesadelo urbano. Aquele tipo de história onde o protagonista está sempre um passo atrás da tragédia, e tudo pode (e vai) dar errado.

Com Aronofsky no comando, não espere respostas fáceis — mas prepare-se para tensão, reviravoltas e uma estética que vai do sujo ao estilizado em segundos. E, claro, para se perguntar: o que tem de tão importante naquele apartamento… e por que todo mundo quer tanto pegar esse gato?

Jeffrey Dean Morgan e Jay Duplass vão viver drama e segredos de família em “Sterling Point”, nova série do Prime Video

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Foto: Reprodução/ Internet

Já pensou herdar uma ilha do nada? Parece sonho, né? Mas no caso da nova série “Sterling Point”, que vem aí no Prime Video, o paraíso vem com boas doses de drama, passado mal resolvido e aquele climão de reunião de família que a gente só vê em terapia.

A novidade é que a produção ganhou nesta sexta (11) dois nomes de peso:
🔹 Jeffrey Dean Morgan — sim, o paizão de Sobrenatural e o pistoleiro sarcástico de The Boys
🔹 Jay Duplass, queridinho do universo indie, especialista em dramas que parecem calmaria, mas deixam o emocional todo embaralhado

🌊 Resumindo: herança misteriosa + gêmeos curiosos + ilha isolada = caos (do bom)

A série gira em torno de Annie e Connor, dois irmãos gêmeos que foram criados em Nova York pelo pai solteiro, achando que já tinham entendido a vida. Até que BAM! Descobrem que o avô (com quem nem falavam direito) morreu e deixou pra eles uma ilha em um lago. Herança nível “isso só acontece em série mesmo”.

E é claro que essa ilha não é só coqueiro e rede na varanda. Ela guarda memórias, traumas, perguntas não respondidas e, muito provavelmente, aquele climão silencioso que só um almoço em família consegue superar.

🎭 Drama com carinha de vida real (com uns choros no meio)

Criada e dirigida pela talentosíssima Megan Park (The Fallout), Sterling Point promete misturar emoção, humor delicado e tudo aquilo que a gente sente quando precisa revisitar o passado. Vai falar de irmandade, identidade, criação, luto e os nós invisíveis que unem ou afastam uma família. Mas tudo com aquela pegada sensível que faz a gente se apegar rapidinho.

E o elenco, além dos veteranos, tá recheado de nomes jovens promissores:

  • Ella Rubin como Annie
  • Keen Ruffalo (sim, filho do Mark Ruffalo!) como Connor
  • Amélie Hoeferle, Jacob Whiteduck-Lavoie, Bo Bragason e Daniel Quinn-Toye completam o time

📅 Quando estreia?

Ainda sem data certinha, mas a previsão é que Sterling Point desembarque no Prime Video em 2025. Ou seja: dá tempo de colocar o choro em dia e preparar a pipoca com guardanapo do lado.

👀 Por que a gente já tá viciado sem nem ter lançado?

Porque tem tudo o que a gente ama numa boa série:

  • drama familiar com segredos que vão sendo revelados aos poucos
  • paisagens lindas (mas com tensão no ar)
  • personagens cheios de camadas
  • aquele mix de riso nervoso + lágrima que escorre sem pedir permissão

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