Resumo da novela Cara e Coroa de sexta-feira, 02/05 (Viva)

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Capítulo 223 de Cara e Coroa – Sexta, 02 de maio de 2025

A tensão cresce quando Mauro, furioso, percebe que o jornal deu apoio a Fernanda e não a ele, como esperava. Com os nervos à flor da pele, ele exige que Amorim vá até Fernanda e a traga até ele. A raiva de Mauro é visível, e ele está disposto a fazer o que for necessário para reverter a situação a seu favor, sem medir as consequências.

Enquanto isso, Mauro faz uma ligação para Antenor, pedindo que ele o ajude a resolver um problema urgente. Ele pede que Antenor leve dinheiro e sua filha, Belinha, até ele. A ansiedade de Mauro é palpável, e ele sabe que precisa de Belinha ao seu lado para garantir o que quer. A relação entre pai e filha se torna cada vez mais complexa, com segredos e manipulações no ar.

Dinda e Vivi, em um momento de confidência, discutem sobre a possibilidade de Belinha estar envolvida no quadro de Geninho. Elas trocam ideias sobre o que isso poderia significar, e uma sensação de alerta começa a pairar no ar. A preocupação com o destino de Belinha cresce à medida que as peças desse quebra-cabeça vão se encaixando.

Juan, em uma tentativa de evitar que Cacilda descubra o que está acontecendo em Porto do Céu, decide esconder o jornal. Ele sabe que, se Cacilda souber o que está acontecendo, pode decidir voltar para a cidade e colocar tudo a perder. A preocupação de Juan com a reação de Cacilda mostra o quanto ele está investido na situação, tentando controlar cada movimento com cautela.

Enquanto isso, Miguel descobre que Antenor saiu de casa sem dizer nada a ninguém e se preocupa com seu desaparecimento. A ausência repentina de Antenor levanta mais dúvidas e incertezas, deixando Miguel inquieto e com medo de que algo ruim tenha acontecido.

No meio dessa confusão, Geninho consegue convencer Belinha a voltar para casa. Ele a lembra da importância de salvar o avô e do papel crucial que ela pode desempenhar nesse momento crítico. Relutante, Belinha decide ceder e retornar, com a esperança de que suas ações possam fazer a diferença e garantir que seu avô receba a ajuda necessária.

A história ganha mais tensão quando Antenor chega ao encontro de Mauro, trazendo o dinheiro que ele lhe pediu. O encontro entre os dois homens é carregado de expectativa, e o que acontecerá a seguir pode mudar completamente o rumo dos acontecimentos. Cada passo dado por Mauro e Antenor parece ser uma peça importante no tabuleiro de poder e manipulação em Porto do Céu.

Resumo da novela Celebridade de sexta-feira, 02/05 (Viva)

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Abaixo, confira o resumo do capítulo 035 da novela Celebridade – sexta, 02 de maio de 2025

O dia começa com uma promessa cheia de esperança. Fernando, com olhar firme e uma confiança que busca transmitir a Maria Clara, garante que, juntos, irão superar tudo e serão felizes pelo resto da vida. Seus olhos brilham com a certeza de que o amor deles é forte o suficiente para resistir ao tempo e aos desafios. Maria Clara, ainda com um leve sorriso nos lábios, sente conforto nas palavras do marido, mas um pressentimento estranho a invade, como se algo estivesse prestes a mudar.

Enquanto isso, Cristiano e Zeca se preparam para a reunião na escola. Zeca, com seu jeito descomplicado, tenta tirar o nervosismo de Cristiano, que parece ansioso e preocupado com o que ouvirá. A situação é tensa, mas ambos sabem que precisam estar juntos nessa caminhada. Eles trocam olhares cúmplices, tentando se apoiar, mesmo que de maneira silenciosa.

Quando Fernando chega em casa, algo no ar já parece diferente. A ligação que recebe é a notícia que todos temem, mas que ninguém quer acreditar: seus filhos sofreram um acidente. O coração dele acelera, e ele mal consegue processar a gravidade da situação. O medo toma conta de seu corpo, enquanto ele busca respostas rápidas e certeiras. Mas é difícil entender o que realmente aconteceu. A única coisa que ele sabe é que precisa estar ao lado de seus filhos a qualquer custo.

No hospital, Lineu, com uma expressão que revela toda a dor e preocupação, tenta explicar para Fernando o quão grave é o estado de Fábio. O traumatismo craniano é sério, e a situação exige urgência. As palavras de Lineu são pesadas, e Fernando se vê perdido, tentando compreender a profundidade da dor que está sentindo. O medo de perder o filho o consome, e ele luta contra as lágrimas, tentando manter a postura diante da tragédia.

Enquanto isso, Salvador permanece ao lado de Inácio, que se encontra em um estado de choque profundo, incapaz de reagir ou entender a realidade ao seu redor. Ele toca a cabeça de Inácio, com um gesto carinhoso, tentando confortá-lo de alguma forma. Mas, por mais que tente, não há palavras que possam aliviar o que Inácio está sentindo. A culpa, a dor e o medo se misturam dentro dele.

Em um canto da história, Vladimir, consumido pela raiva, não esconde sua indignação ao perceber que sua irmã, Beatriz, não está respeitando seus limites. Ela insiste em se envolver em sua vida, e isso o irrita profundamente. “Eu não preciso de ninguém me dizendo o que fazer!”, ele resmunga, mas Beatriz, implacável em sua preocupação com Fábio, não consegue pensar em outra coisa a não ser na saúde do irmão. Sua mente está turvada pela dor de não poder fazer nada para ajudar.

No hospital, Maria Clara chega rapidamente, com o coração batendo forte no peito, sem saber o que esperar. A angústia a consome enquanto ela caminha pelos corredores frios, buscando respostas. Quando encontra Lineu, ela se joga em seus braços, buscando abrigo e consolo em meio ao caos. Lineu, com um olhar compreensivo, a acolhe, tentando dividir a dor que ambos sentem. É um momento silencioso de solidariedade, onde as palavras são desnecessárias.

Corina, sempre pragmática, não perde a chance de dar uma bronca em Ana Paula. Ela a repreende duramente por tentar se aproximar de Beatriz na esperança de ganhar algum tipo de vantagem emocional com a tragédia. “Agora não é hora de joguinhos, Ana Paula!”, Corina a alerta, com o tom de quem não tem paciência para manipulações nesse momento de crise.

Noêmia, percebendo a urgência da situação, se oferece para ir à reunião escolar com Zeca, enquanto Fernando, tomado pela preocupação, tenta encontrar um lugar discreto para fazer uma ligação para Maria Clara. A necessidade de falar com ela, de compartilhar a dor, é imensa, mas ele não quer que a angustiante notícia o alcance ao telefone. O silêncio no hospital é opressor, e ele se afasta, procurando um canto onde possa se isolar por um momento.

Enquanto isso, Inácio, completamente destruído pela culpa, confessa a Beatriz que acredita ser o responsável pelo acidente. “Eu fui um covarde. Se tivesse sido mais forte, nada disso teria acontecido”, ele diz, com os olhos marejados. Beatriz, tocada pela dor de Inácio, tenta acalmá-lo, mas a culpa parece estar presa em suas palavras, imensa e intransponível.

Maria Clara e Corina chegam ao hospital, com o coração apertado, e se deparam com Lineu, que as recebe com um olhar que mistura dor e esperança. A família está unida no sofrimento, aguardando notícias de Fábio, mas a tensão no ar é palpável. Cada minuto que passa parece uma eternidade, e as horas se arrastam como se o tempo tivesse se tornado um inimigo silencioso. O destino de Fábio ainda é incerto, e todos sentem a angústia de não saber o que o futuro lhes reserva.

Crítica – Thunderbolts* redefine os limites do MCU com abordagem sombria e emocionalmente autêntica

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Thunderbolts representa uma guinada significativa no Universo Cinematográfico da Marvel, surgindo em um momento estratégico em que a franquia busca renovar seu fôlego criativo e reconfigurar seu conjunto de protagonistas. Distante da estética vibrante e do tom leve que caracterizaram fases anteriores da Marvel, o longa aposta em uma abordagem mais sombria, introspectiva e centrada no drama psicológico de personagens até então periféricos ou moralmente ambíguos.

Sob uma direção que privilegia a atmosfera e o desenvolvimento interno das figuras em cena, o filme se apresenta menos como uma aventura de ação e mais como um estudo de personagem coletivo. A narrativa mergulha nas cicatrizes emocionais de indivíduos marcados por traumas, perdas e desilusões, que agora são reunidos em uma missão que exige não apenas habilidades físicas, mas sobretudo uma reconciliação com seus próprios fantasmas. A ação, embora presente e bem executada, assume papel secundário diante da profundidade das temáticas abordadas.

O roteiro, estruturado com precisão, responde a questões pendentes do universo expandido com maturidade e propósito, evitando soluções fáceis ou artificiais. O que poderia se reduzir a uma reunião de anti-heróis em um novo conflito se transforma em uma jornada de autoconhecimento e busca por pertencimento. A obra levanta questionamentos existenciais — “Sou suficiente?”, “Faço mais mal do que bem?”, “Qual é o meu papel no mundo?” — que ganham força por serem tratados com seriedade e sem o filtro do cinismo ou da ironia que muitas vezes permeiam produções do gênero.

Florence Pugh confirma seu talento como uma das intérpretes mais versáteis da nova geração, conferindo complexidade e humanidade à personagem Yelena Belova. Sua atuação é contida, porém carregada de emoção, e sustenta boa parte do peso dramático do enredo. Lewis Pullman, por sua vez, oferece uma performance surpreendente, comedida e sincera, revelando um personagem multifacetado, em constante conflito interno e cuja trajetória serve como espelho para o tom introspectivo do filme.

Do ponto de vista técnico, Thunderbolts talvez não seja a produção mais vistosa ou inovadora da Marvel. Contudo, suas imperfeições — sejam elas estéticas ou estruturais — se convertem em um ativo narrativo, refletindo a natureza fragmentada e disfuncional do grupo central. A proposta aqui não é entregar um espetáculo visual, mas sim um retrato honesto e sensível de figuras em reconstrução.

Ao final, Thunderbolts não apenas amplia as possibilidades narrativas do MCU como também estabelece um novo parâmetro para o tratamento de personagens dentro da franquia. Trata-se de um filme que valoriza a emoção contida, a vulnerabilidade e o realismo emocional, oferecendo ao público uma experiência mais madura e relevante. Se a Marvel pretende evoluir para além do entretenimento escapista, este longa pode muito bem ser o ponto de inflexão necessário.

Profissão Repórter (29/04/2025) retorna ao Rio Grande do Sul um ano após a tragédia das enchentes e mostra histórias de luta, recomeço e resistência

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Doze meses se passaram desde que o Rio Grande do Sul enfrentou uma das maiores catástrofes naturais da sua história. Mas para quem perdeu tudo, o tempo não passa tão rápido assim. Casas foram levadas, histórias interrompidas, vidas perdidas. Foram 184 mortes, 25 desaparecidos, 478 municípios atingidos e praticamente todo o estado marcado por uma dor coletiva que ainda pulsa. E é com esse olhar humano, atento e solidário que o ‘Profissão Repórter’ retorna ao estado, nesta terça-feira, 29 de abril de 2025, para mostrar como estão as pessoas que tiveram suas rotinas viradas de cabeça para baixo — e também reencontrar quem esteve na linha de frente do resgate.

O reencontro com quem não virou as costas

No auge do caos, voluntários, socorristas, médicos, vizinhos e até desconhecidos estenderam a mão. Agora, um ano depois, a equipe de Caco Barcellos volta para encontrar esses mesmos rostos — gente que não virou as costas diante do sofrimento alheio. Eles contam como seguiram a vida depois da tragédia e o que ainda carregam da experiência de ter enfrentado a destruição lado a lado com outras vítimas.

Encantado e os módulos apertados que viraram casa

A repórter Esther Radaelli e o cinegrafista Francisco Gomes estiveram no Vale do Taquari, região que foi atingida mais de uma vez, entre setembro e novembro de 2023. Lá, em Encantado, muitas famílias vivem hoje em módulos de emergência, com pouco mais de 27 metros quadrados. É pequeno, apertado e longe da antiga casa, mas é o que há. Fabiana de Paula, uma das moradoras, tenta reorganizar a vida dentro desse espaço limitado, enquanto espera uma solução definitiva que parece nunca chegar.

E tem gente que preferiu voltar para o que restou do lar. Caso da aposentada Nodila da Silva, que retornou para o bairro Navegantes, mesmo tendo perdido tudo. “Voltei em novembro. O que eu tenho foi meu braço que trouxe pra dentro de casa. Estou devendo a geladeira, o fogão… mas aqui é meu cantinho”, desabafa. O cenário é duro, mas a coragem é maior.

Muçum ainda carrega feridas abertas

Na cidade de Muçum, uma das mais atingidas, o morador Mauro Cipriani conversou com Esther e relembrou os dias de desespero — e o silêncio que ficou depois da enchente. Para ele, a reconstrução é mais que material: é emocional. E o tempo, mesmo que passe, não apaga os sons da água invadindo a casa ou a dor de ter que recomeçar do zero.

Quando a ciência tenta evitar que a história se repita

Em Nova Petrópolis, a tragédia serviu de alerta. Depois de 17 mil deslizamentos de terra registrados no estado em maio do ano passado, um projeto piloto foi criado no distrito de Boêmios, onde 562 propriedades rurais foram atingidas. Com o apoio da UFRGS e da comunidade local, o geólogo Peter Klaus Hillebrand ajudou a instalar um sistema de monitoramento com sensores de solo e pluviômetros que avisam, em tempo real, quando há risco. É tecnologia usada a favor da vida — e da prevenção.

E Porto Alegre? Ainda tentando se levantar

Na capital gaúcha, os desafios seguem enormes. O repórter Thiago Jock voltou a Porto Alegre para mostrar uma cidade que tenta se reconstruir, mas ainda tropeça em promessas não cumpridas. Na região metropolitana, moradores de Canoas vivem com medo constante das chuvas. As ajudas emergenciais, quando chegam, são lentas e cheias de burocracia. A dor da espera é mais uma camada de sofrimento.

As ilhas do Guaíba: beleza natural, risco constante

Nas ilhas do Lago Guaíba, que ficam bem em frente à orla da capital, o cenário é ainda mais complicado. A paisagem, antes bucólica e tranquila, virou uma área de risco real. Os moradores, em sua maioria pescadores, não querem sair dali. É onde tiram seu sustento, onde têm suas raízes. Mas vivem com o coração na mão, temendo que a água volte — e leve o pouco que restou.

Muito além das estatísticas

O ‘Profissão Repórter’ desta terça-feira, dia 29, mostra um Brasil que nem sempre aparece nos grandes discursos, mas que sobrevive, resiste e reconstrói. São vozes que merecem ser ouvidas, olhares que pedem empatia. É jornalismo que não passa por cima da dor, que para, ouve, acolhe.

Prepare o coração, porque as histórias são fortes. Mas também são cheias de esperança.

🕙 Vai ao ar logo depois da série ‘Os Outros’, na Globo.

Cine Espetacular 29/04/2025: SBT apresenta o filme Uma Noite em Banguecoque

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Se você curte adrenalina, perseguições noturnas e aquele clima de tensão que não deixa ninguém piscar, então já marca na agenda: nesta terça-feira, 29 de abril de 2025, o Cine Espetacular do SBT traz o filme “Uma Noite em Bangkok” (One Night in Bangkok, EUA/2020), um suspense eletrizante que promete transformar sua sala de estar em cenário de ação hardcore. A sessão começa logo depois do Programa do Ratinho, então já separa a pipoca!

Protagonizado pelo carismático e perigoso Mark Dacascos (sim, o mesmo de John Wick 3), o filme conta a história de Kai Kahale, um assassino profissional que chega na cidade tailandesa com um plano bem definido: matar, matar e… matar. Tudo com estilo, claro. Assim que ele desembarca em Bangkok, pega uma arma, chama um táxi e oferece uma bolada de dinheiro para que uma motorista o leve por aí durante a madrugada.

A motorista, vivida por Vanida Golten, só queria garantir uma graninha extra, mas acaba caindo numa verdadeira noite de terror sobre rodas. A cada parada, Kai elimina um novo alvo – e quando ela se dá conta da encrenca em que se meteu, já está até o pescoço em um roteiro sombrio de vingança e sangue.

Enquanto isso, o detetive Kane Kosugi entra em cena tentando juntar as peças de um quebra-cabeça sangrento. Mas será que vai dar tempo de impedir o próximo crime? Ou essa será a última corrida da motorista?

Com direção de Wych Kaosayananda, o filme tem aquele jeitão de ação raiz: ruas escuras, neon piscando, trilha sonora intensa e muito suspense no ar. O clima lembra os clássicos noir modernos, com toques de vingança e dilemas morais que deixam a gente questionando até onde vai o certo e o errado.

E o melhor: além de conferir no SBT, você também pode assistir “Uma Noite em Bangkok” no Prime Video, onde o filme está disponível para aluguel a partir de R$ 11,90. Mas cá entre nós… ver essa pancadaria toda de graça na TV aberta tem outro sabor, né?

Então já sabe: nesta terça, depois do Ratinho, cola no SBT e embarque nessa corrida mortal pelas ruas de Bangkok. Só não se esqueça: nessa viagem, o perigo é o passageiro do banco da frente.

Vai encarar essa carona? 😎🚖💥

Conversa com Bial (29/04/2025) entrevista Ben Stiller e recebe especialistas para refletir sobre os 60 anos da TV Globo

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Na terça-feira, 29 de abril, Pedro Bial recebe no Conversa com Bial o premiado ator, comediante e diretor Ben Stiller, conhecido por protagonizar e dirigir clássicos da comédia como Zoolander e Entrando Numa Fria. Em um bate-papo descontraído e revelador, Stiller compartilha sua experiência por trás das câmeras, os desafios de equilibrar o humor com a crítica social em seus projetos e os rumos de sua carreira como cineasta. O artista, que também assinou a direção da aclamada minissérie Ruptura (Severance), reflete sobre o processo criativo na televisão contemporânea e sua evolução como contador de histórias, dentro e fora dos sets de filmagem.

A conversa revisita marcos históricos da emissora, seu impacto cultural e político ao longo das décadas e sua capacidade de se reinventar diante das transformações tecnológicas e comportamentais do público. Além disso, Bucci e Tas traçam um panorama dos desafios enfrentados pela televisão aberta no Brasil, como a concorrência com o streaming, a fragmentação da audiência e as novas formas de engajamento digital, apontando caminhos possíveis para o fortalecimento do conteúdo audiovisual nacional.

Combinando leveza, profundidade e informação, o Conversa com Bial desta semana oferece ao público dois episódios imperdíveis que unem entretenimento, análise crítica e celebração da arte de comunicar.

📺 Conversa com Bial vai ao ar de segunda a sexta, nas noites da TV Globo.

Aparecida Debate discute cultura e educação indígena nesta terça-feira (29/04), na TV Aparecida

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Nesta terça-feira, 29 de abril, o Aparecida Debate mergulha em um tema de profunda relevância social: a cultura e a educação dos povos indígenas no Brasil. Sob o comando da jornalista Rafaela Lourenço, o programa da TV Aparecida convida o público a refletir sobre os saberes ancestrais, as lutas históricas e os avanços contemporâneos dos povos originários, com foco especial na importância da educação como ferramenta de resistência e valorização cultural.

Segundo dados levantados pela produção, o Brasil abriga atualmente cerca de 1,7 milhão de indígenas, distribuídos em mais de 300 etnias, das quais mais da metade reside na região da Amazônia Legal. Apesar da diversidade e da riqueza cultural, os povos indígenas ainda enfrentam desafios constantes relacionados ao reconhecimento de seus direitos, à demarcação de terras, ao acesso à educação de qualidade e à preservação de suas línguas e tradições. É nesse contexto que o programa propõe um debate urgente, trazendo convidados que representam diferentes frentes de atuação em prol da causa indígena.

Convidados compartilham vivências, saberes e lutas

Entre os destaques do episódio estão três importantes nomes do movimento indígena contemporâneo:

🔸 Daniel Munduruku – Reconhecido nacional e internacionalmente, o escritor, filósofo e educador indígena é uma das principais vozes da literatura brasileira dedicada à valorização da identidade dos povos originários. Diretor-Presidente do Instituto Uka e do selo editorial Uka, Daniel é também membro fundador da Academia de Letras de Lorena (SP). Sua trajetória inclui a criação da primeira livraria online especializada em obras de autores indígenas, além da realização do Encontro de Escritores e Artistas Indígenas, que acontece há duas décadas no Rio de Janeiro em parceria com a FNLIJ. Autor de mais de 50 livros, Daniel Munduruku tem se dedicado a promover uma educação antirracista, inclusiva e pautada na valorização da diversidade cultural brasileira.

🔸 Cristiano Kiririndju – Ativista e articulador político, Cristiano é coordenador de políticas indígenas e tem forte atuação na defesa dos direitos coletivos e na construção de políticas públicas que contemplem as especificidades dos povos indígenas. Sua presença no programa acrescenta uma visão institucional e estratégica, abordando questões como educação diferenciada, políticas de inclusão, protagonismo indígena nos espaços de poder e a proteção dos territórios tradicionais.

🔸 Cristian Wariu – Jovem influenciador digital, comunicador e ativista, Cristian nasceu no território Parabubure, localizado na região do Vale do Araguaia (MG). Com um trabalho focado no combate ao preconceito e na desconstrução de estereótipos sobre os povos indígenas, ele conquistou destaque com seu canal no YouTube, o Wariu, que soma mais de 52 mil inscritos. Nas redes sociais, Cristian usa a linguagem jovem e acessível para mostrar a diversidade das culturas indígenas e abordar temas como racismo, identidade, pertencimento e resistência digital. Seu trabalho evidencia como a tecnologia pode ser uma aliada na luta por visibilidade e representatividade.

Educação como ponte entre tradição e futuro

Ao propor um olhar aprofundado sobre a educação indígena, o programa amplia o foco para discutir modelos pedagógicos alternativos, bilinguismo, transmissão oral de saberes e os desafios enfrentados nas escolas localizadas em territórios indígenas. O programa também debate a urgência da inclusão de conteúdos indígenas nos currículos escolares formais, conforme estabelece a Lei 11.645/2008, e a necessidade de se combater o apagamento histórico promovido ao longo de séculos.

Mais do que uma conversa, o episódio desta terça-feira é um convite à escuta sensível e ao reconhecimento da pluralidade de vozes que formam o Brasil. Com perspectivas distintas e complementares, os convidados mostram que educar e preservar a cultura indígena é fundamental para construir um país mais justo, diverso e consciente de suas raízes.

Que horas vai ao ar?

📺 Aparecida Debate vai ao ar na TV Aparecida nesta terça-feira, 29 de abril, às 22h. Um encontro necessário para quem deseja compreender melhor a riqueza e a complexidade dos povos indígenas no Brasil de hoje.

Último ato da família mais caótica da televisão: episódio final de The Righteous Gemstones vai ao ar neste domingo na HBO e MAX

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No domingo, 4 de maio, às 23h, a HBO e a plataforma Max exibem o nono e último episódio da temporada final de The Righteous Gemstones, encerrando com chave de ouro uma das séries de comédia mais provocativas e originais dos últimos tempos. Criada por Danny McBride, a produção conquistou o público ao mergulhar sem pudores no universo das megacorporações religiosas, onde fé, fortuna e falcatruas andam de mãos dadas.

Um clã de televangelistas à beira do colapso — ou da redenção

Ao longo de suas quatro temporadas, The Righteous Gemstones acompanhou as desventuras de uma família de televangelistas multimilionários que se equilibram entre o púlpito e o pecado. Ostentando poder, riqueza e influência, os Gemstones mantiveram sua fachada de pureza cristã enquanto lidavam com chantagens, traições internas, escândalos públicos e disputas ferozes por controle e reconhecimento.

Na temporada final, os conflitos atingiram seu auge. A codependência entre os irmãos Jesse, Judy e Kelvin foi testada ao limite, revelando feridas emocionais profundas e a dificuldade de romper com um passado carregado de glórias, mágoas e disputas. Agora, diante de decisões cruciais, a família precisará encarar sua maior provação: será possível seguir em frente sem negar a herança construída sobre alicerces tão frágeis?

Estrelas veteranas e participações surpreendentes

O elenco continua afiado, com Danny McBride liderando como Jesse Gemstone, o herdeiro impulsivo e megalomaníaco; Adam Devine como o carismático, mas ingênuo Kelvin; e Edi Patterson roubando cenas como a irreverente Judy. O consagrado John Goodman dá gravidade ao papel do patriarca Eli, figura central na construção (e destruição) do império Gemstone.

A quarta temporada ainda traz de volta personagens queridos como Amber (Cassidy Freeman), BJ (Tim Baltz), Keefe Chambers (Tony Cavalero), Martin Imari (Greg Alan Williams), Gideon (Skyler Gisondo), Baby Billy (Walton Goggins) e Aimee-Leigh (Jennifer Nettles), além de participações especiais de Megan Mullally, Seann William Scott e uma surpresa de peso com Bradley Cooper, que interpreta um personagem enigmático em um dos momentos mais marcantes da temporada.

Humor afiado, crítica social e drama familiar

Com sua mistura única de comédia ácida, sátira religiosa e drama familiar, The Righteous Gemstones consolidou-se como uma das produções mais ousadas do catálogo da HBO. A série brinca com o culto à personalidade no meio religioso, expondo os bastidores sombrios de um império erguido em nome da fé, mas guiado por ganância, vaidade e sede de poder.

A proposta sempre foi clara: rir da hipocrisia, mas sem perder de vista a humanidade dos personagens. Por isso, mesmo em meio a escândalos, perseguições bizarras e confrontos armados (sim, houve de tudo), a série sempre manteve um núcleo emocional forte, explorando a relação conturbada entre pais e filhos, irmãos rivais e casamentos à beira do colapso.

Uma despedida digna de um culto

Criada, escrita e protagonizada por Danny McBride, The Righteous Gemstones conta ainda com direção de nomes como Jody Hill e David Gordon Green, colaboradores habituais de McBride em outros sucessos como Vice Principals e Eastbound & Down. A produção executiva inclui John Carcieri, Jeff Fradley, Brandon James e Jonathan Watson, com David Brightbill na produção geral. Os roteiros contam com colaboração de Edi Patterson, Kevin Barnett e Chris Pappas como produtores consultivos.

O episódio final promete reunir todos os elementos que tornaram a série um sucesso: humor irreverente, tensão familiar, críticas sociais afiadas e reviravoltas imprevisíveis. Seja você um devoto da série desde o início ou alguém curioso para ver como essa epopeia termina, o encerramento de The Righteous Gemstones tem tudo para ser memorável.

Universal+ estreia nova temporada da premiada série Poker Face

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Poker Face, série criada por Rian Johnson, está de volta com sua aguardada segunda temporada, que estreia no Brasil no dia 9 de maio, com exclusividade na plataforma Universal+. Após conquistar fãs e prêmios com seu formato inovador, a produção retorna prometendo elevar ainda mais o nível de mistério, comédia e reviravoltas imprevisíveis.

O projeto leva a assinatura completa de Rian Johnson, indicado ao Oscar e responsável por sucessos como Entre Facas e Segredos e Glass Onion. Na nova leva de 12 episódios inéditos, o cineasta mantém a fórmula que virou marca registrada da série: episódios autônomos, roteiros afiados e uma protagonista carismática que desafia convenções do gênero policial com seu faro infalível para detectar mentiras.

Charlie Cale está de volta — e mais afiada do que nunca

Interpretada pela brilhante Natasha Lyonne (Russian Doll), a detetive amadora Charlie Cale retorna aos holofotes, ainda pilotando seu icônico Plymouth Barracuda e cruzando estradas norte-americanas em busca de respostas para crimes que surgem em sua trajetória errante. Cada episódio a coloca diante de criminosos excêntricos, situações inesperadas e dilemas morais que testam não apenas sua habilidade única de perceber quando alguém está mentindo, mas também sua empatia e senso de justiça.

Durante um painel no tradicional PaleyFest, realizado em março no lendário Dolby Theatre, em Los Angeles, Johnson celebrou o retorno da produção com entusiasmo. “Essa nova temporada tem algo realmente especial. Mal posso esperar para ver esses episódios nas telas de vocês”, afirmou o criador diante de uma plateia animada.

Episódios independentes e narrativa imprevisível: a força da série

Enquanto muitas produções atuais apostam em narrativas contínuas e arcos complexos que exigem fidelidade semanal, Poker Face vai na contramão: cada capítulo é uma nova história, com começo, meio e fim, mas sempre guiada pela presença magnética de Charlie. Segundo Johnson, esse formato é o coração do projeto:

“Não queríamos mergulhar em uma mitologia extensa nem tornar a trajetória da Charlie excessivamente complicada. O foco era simples: fazer episódios excelentes, com algo novo a cada vez. Queremos que o público seja constantemente surpreendido.”

Temporada 2: mais intensa, mais ousada — e cheia de surpresas

De acordo com o próprio criador, a segunda temporada aprofunda os elementos que tornaram a série um sucesso. “Na primeira temporada, nos divertimos muito. Na segunda, meu foco foi repetir o que funcionou — só que com mais intensidade”, revelou Johnson. A promessa é de tramas mais elaboradas, reviravoltas ainda mais surpreendentes e dilemas que exigirão da protagonista mais do que apenas seu dom de perceber mentiras.

Além disso, o novo ano contará com participações especiais de peso e referências elegantes a clássicos do gênero “whodunit”, misturando nostalgia policial, sátira social e pitadas generosas de humor mordaz — características que ajudaram a série a se destacar entre tantas outras.

Com tudo isso, Poker Face reforça sua posição como uma das séries mais originais, ousadas e instigantes da atualidade, provando que o crime perfeito pode até não existir — mas a série perfeita para investigá-lo, sim.

GOAT – Universal Pictures libera primeiro trailer do thriller psicológico produzido por Jordan Peele

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(from left) Isaiah White (Marlon Wayans) and Cameron Cade (Tyriq Withers) in HIM, directed by Justin Tipping.

A Universal Pictures acaba de divulgar o primeiro trailer de GOAT (HIM), um dos filmes mais aguardados para quem ama suspense psicológico e histórias de terror que vão além do óbvio. Produzido pelo visionário Jordan Peele — responsável por redefinir o terror moderno com obras como Corra!, Nós e Não! Não Olhe! — o longa chega aos cinemas brasileiros no dia 18 de setembro e promete deixar o público sem fôlego.

🌟 Um mergulho no lado sombrio da fama

Dirigido por Justin Tipping, GOAT (HIM) é mais do que um simples filme de terror. Ele propõe uma reflexão intensa sobre a obsessão pela perfeição, a cultura da idolatria e a tênue linha que separa admiração e destruição.

O enredo acompanha Cameron Cade (interpretado por Tyriq Withers), um jovem quarterback cuja vida inteira foi moldada em torno do futebol americano. Às vésperas do Combine — o evento que determina o futuro de jovens atletas no profissional —, Cam é atacado por um fã perturbado e sofre um grave trauma cerebral 🧠, colocando em risco toda a sua carreira.

É nesse momento crítico que surge Isaiah White (vivido por Marlon Wayans), uma lenda viva do esporte e ídolo máximo de Cameron. Isaiah oferece ao jovem uma oportunidade única: treiná-lo pessoalmente em seu luxuoso e misterioso ginásio isolado. O que parecia ser a salvação, no entanto, logo revela camadas muito mais sombrias.

⚡ Da inspiração ao pesadelo

À medida que o treinamento se intensifica, Cameron começa a perceber que seu mentor não é exatamente o herói que ele imaginava. Preso em uma atmosfera sufocante, onde a pressão, a manipulação e o terror psicológico se tornam cada vez mais palpáveis, o jovem atleta entra em uma espiral de paranoia e dúvida.

A transformação de Isaiah — do ídolo carismático ao manipulador inquietante — é o coração pulsante do filme. A trama explora como a busca pelo status de “GOAT” (Greatest Of All Time) pode se tornar um caminho solitário, perigoso e, muitas vezes, autodestrutivo.

🎥 A assinatura Jordan Peele: terror com crítica social

Produzido por Jordan Peele através de sua Monkeypaw Productions, GOAT (HIM) carrega a marca registrada do cineasta: usar o terror como ferramenta para discutir problemas sociais. Assim como em Corra! e Nós, aqui o medo é tão psicológico quanto cultural.

A direção de Justin Tipping promete visuais intensos e uma atmosfera carregada de tensão, onde nada é o que parece. O trailer já adianta imagens hipnotizantes, claustrofóbicas e uma trilha sonora inquietante que deve deixar o espectador à beira da poltrona 🎞️.

📅 Data de estreia

GOAT (HIM) estreia nos cinemas do Brasil em 18 de setembro, com cópias em versões acessíveis, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva e visual.

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