Peaky Blinders: O Homem Imortal ganha imagem inédita e marca o capítulo final da saga de Tommy Shelby

O universo de Peaky Blinders se prepara para um desfecho aguardado há anos pelos fãs. O filme Peaky Blinders: O Homem Imortal, que dá continuidade direta aos eventos da série, ganhou recentemente uma imagem inédita destacando Tommy Shelby, o enigmático protagonista interpretado por Cillian Murphy. Com estreia marcada para 20 de março de 2026, no catálogo da plataforma de streaming, o longa-metragem chega com a missão de concluir uma das histórias mais marcantes da televisão britânica contemporânea.

Desde seu anúncio oficial, o filme vem sendo tratado como o verdadeiro capítulo final da saga criada por Steven Knight. Após o encerramento da sexta temporada, exibida em 2022, ficou claro que a trajetória de Tommy Shelby ainda guardava conflitos não resolvidos, especialmente em um contexto histórico cada vez mais sombrio e instável. O Homem Imortal surge, portanto, como a peça que faltava para fechar esse arco narrativo com profundidade e significado.

No elenco, além do retorno de Cillian Murphy, a produção traz de volta personagens essenciais para a história dos Shelby. Sophie Rundle, Ned Dennehy, Packy Lee, Stephen Graham e Ian Peck reprisam seus papéis, reforçando a conexão direta com os acontecimentos da série. Ao mesmo tempo, o filme amplia seu universo com a chegada de novos nomes de peso, como Rebecca Ferguson, Barry Keoghan, Tim Roth e Jay Lycurgo, indicando que a trama ganhará novas camadas dramáticas e conflitos ainda mais complexos.

A direção fica a cargo de Tom Harper, que já havia comandado episódios importantes da série. Sua presença garante não apenas continuidade estética, mas também fidelidade ao tom sombrio, elegante e brutal que consagrou Peaky Blinders. O filme promete manter a assinatura visual marcante, com fotografia estilizada, trilha sonora impactante e uma narrativa que mistura crime, política e drama psicológico.

Criada por Steven Knight, Peaky Blinders estreou em 2013 e rapidamente se destacou no cenário televisivo. Ambientada em Birmingham, logo após o fim da Primeira Guerra Mundial, a série acompanha a ascensão da gangue criminosa liderada pela família Shelby. Inspirada livremente em uma gangue real que atuou na cidade entre o fim do século XIX e o início do XX, a produção construiu um universo ficcional poderoso, no qual ambição, lealdade e violência caminham lado a lado.

No centro da narrativa está Thomas “Tommy” Shelby, um ex-soldado marcado pelos horrores da guerra, extremamente inteligente e estrategista. Ao longo das temporadas, o personagem evolui de líder local de apostas ilegais para uma figura de influência nacional, transitando entre o submundo do crime e os corredores do poder político. Essa trajetória é acompanhada por conflitos familiares intensos, perdas dolorosas e escolhas morais cada vez mais difíceis.

A série também se destacou por seu elenco forte e diverso. Personagens como Polly Gray (Helen McCrory), Arthur Shelby (Paul Anderson) e John Shelby (Joe Cole) foram fundamentais para o sucesso da narrativa, enquanto participações recorrentes de nomes como Tom Hardy, Adrien Brody, Anya Taylor-Joy e Sam Neill ampliaram o impacto da produção ao longo dos anos. Cada temporada trouxe novos antagonistas e desafios, elevando constantemente o nível da história.

Com o passar do tempo, Peaky Blinders deixou de ser apenas uma série sobre gangues para se tornar um retrato ambicioso das transformações sociais e políticas do início do século XX. A trama abordou temas como o crescimento do fascismo, as consequências da guerra, as greves trabalhistas e a instabilidade econômica que culminaria na Grande Depressão. Tommy Shelby, ao se tornar membro do Parlamento britânico, simboliza essa transição entre o crime organizado e o poder institucionalizado.

O filme Peaky Blinders: O Homem Imortal deve retomar esse contexto histórico, explorando os impactos finais das decisões de Tommy e os fantasmas que ele carrega. O título sugere não apenas a longevidade do personagem, mas também o peso de sua reputação e a dificuldade de escapar do próprio legado. Para os fãs, a expectativa é de um encerramento intenso, emocionalmente carregado e fiel à essência da série.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado (10) na Record TV

Foto: Reprodução/ Internet

O Cine Aventura deste sábado, 10 de janeiro de 2026, exibe na Record o filme A Onda dos Sonhos 2, produção lançada em 2011 que aposta em uma combinação de drama juvenil, aventura e surfe. Apesar de carregar o título de um sucesso dos anos 2000, o longa funciona como uma história independente, sem ligação direta com o primeiro filme e sem o retorno de personagens ou atores da obra original.

Dirigido por Mike Elliott, o filme foi lançado diretamente em vídeo e traz no elenco Sasha Jackson, Elizabeth Mathis, Ben Milliken e Sharni Vinson. Na época de sua estreia, o longa recebeu críticas majoritariamente negativas, principalmente pela narrativa previsível e pelo desenvolvimento irregular dos conflitos, mas ainda assim conquistou espaço entre o público jovem por seu visual ensolarado e pela temática inspiradora ligada ao esporte e à superação pessoal.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Dana, interpretada por Sasha Jackson, uma jovem californiana que encontra no diário de sua mãe falecida um chamado inesperado para mudar de vida. Entre fotos antigas e relatos de viagens, Dana descobre o passado da mãe como surfista na África do Sul e decide seguir seus passos, visitando os mesmos lugares e, principalmente, encarando o desafio que sua mãe nunca conseguiu cumprir: surfar em Jeffreys Bay, um dos picos mais famosos e perigosos do mundo.

Sozinha, Dana parte para o continente africano enquanto seu pai, vivido por Gideon Emery, está ausente por conta do trabalho. Ainda durante a viagem, ela conhece Grant (Chris Fisher), um homem carismático que se oferece para ajudá-la caso ela precise. Já em terra firme, a jovem passa por situações de risco e acaba conhecendo Pushy (Elizabeth Mathis), uma surfista impulsiva que se torna sua principal companhia nessa jornada.

O clima de amizade logo se mistura a rivalidades quando Dana cruza o caminho de Tara (Sharni Vinson), uma surfista patrocinada por uma grande marca. A disputa entre as duas se intensifica no mar e acaba resultando na quebra da prancha de Dana, um objeto de grande valor emocional por ter pertencido à sua mãe. Pouco depois, a protagonista ainda sofre um novo golpe ao ter seus pertences roubados, incluindo uma escultura de madeira que guardava como lembrança familiar.

Abalada, Dana aceita a ajuda de Pushy e passa a viver em um conjunto de cabanas à beira-mar, onde jovens surfistas dividem sonhos, dificuldades e uma rotina simples. É ali que ela conhece Tim (Ben Milliken), um rapaz sensível que rapidamente demonstra interesse por ela. Entre festas improvisadas, treinos nas ondas e conversas à beira da fogueira, Dana começa a reconstruir sua confiança e a se sentir parte de algo novamente.

Decidida a completar a jornada iniciada pela mãe, Dana propõe uma espécie de “odisseia do surfe”, visitando diversos pontos da costa e registrando tudo em fotos. Tara, inicialmente hostil, duvida que a jovem seja capaz de concluir o desafio e aposta contra ela, criando uma tensão que acompanha toda a viagem. Com a ajuda de Grant, que empresta seu caminhão em troca de trabalho em seu restaurante, o grupo segue estrada afora, enfrentando não apenas ondas difíceis, mas também segredos perigosos e conflitos internos.

A narrativa ganha contornos mais dramáticos quando Dana descobre atividades criminosas envolvendo Grant, o que leva a perseguições, brigas e ao rompimento temporário de laços importantes. Em meio a isso, as cabanas onde os surfistas vivem são demolidas pelas autoridades, forçando o grupo a seguir viagem e a encarar o futuro de forma mais madura.

No trecho final, todos seguem rumo a Jeffreys Bay, onde Dana finalmente confronta o maior desafio de sua jornada. O reencontro com o pai traz à tona mágoas antigas, mas também possibilita reconciliação e entendimento. Nas águas de J-Bay, diante de ondas gigantes e de um ambiente dominado por homens, Dana cai, se levanta e prova para si mesma que é capaz de seguir adiante, honrando a memória da mãe.

Onde posso assistir?

Além da exibição no Cine Aventura, A Onda dos Sonhos 2 também está disponível para quem prefere assistir sob demanda. O filme pode ser encontrado no Prime Video, onde é possível alugar a partir de R$ 6,90, permitindo que o público reveja a história a qualquer momento e com a comodidade do streaming, sem depender da programação da TV aberta.

Segunda temporada de O Gerente da Noite estreia no Prime Video neste domingo (11)

Foto: Gene Page/AMC

Após anos de expectativa, a segunda temporada de O Gerente da Noite finalmente tem data para chegar ao streaming. Os novos episódios da aclamada série britânica estreiam neste domingo, dia 11, no catálogo do Prime Video, marcando o aguardado retorno de uma das produções de espionagem mais elogiadas da televisão recente.

Estrelada por Tom Hiddleston (Loki, Vingadores, Crimson Peak), a série volta a explorar um universo sofisticado e perigoso, onde luxo, poder e crime internacional caminham lado a lado. A produção é dirigida por Susanne Bier (Bird Box, The Undoing) e reúne um elenco de peso que inclui Hugh Laurie (House, Veep), Olivia Colman (The Crown, A Favorita), Tom Hollander (The White Lotus, Orgulho & Preconceito) e Tobias Menzies (Outlander, The Crown).

Baseada no romance homônimo de John le Carré, publicado em 1993, O Gerente da Noite foi adaptada por David Farr (The Night Manager, Hanna) para um contexto mais contemporâneo, atualizando conflitos geopolíticos e redes de corrupção para dialogar com o mundo moderno. A primeira temporada foi exibida originalmente pela BBC One a partir de fevereiro de 2016 e, nos Estados Unidos, pelo canal AMC, em abril do mesmo ano. O sucesso foi imediato, garantindo vendas para mais de 180 países e consolidando a série como um dos grandes thrillers políticos da década.

A trama acompanha Jonathan Pine, vivido por Tom Hiddleston, um ex-soldado britânico que leva uma vida aparentemente discreta como auditor noturno de um hotel de luxo. Por trás da postura elegante e silenciosa, Pine carrega traumas do passado militar e um senso de justiça que se recusa a permanecer adormecido. Sua rotina muda radicalmente quando ele conhece Sophie, uma mulher de origem árabe e francesa ligada ao círculo íntimo de Richard Onslow Roper, personagem de Hugh Laurie.

Roper é um sofisticado e carismático negociante do mercado negro, especializado no tráfico internacional de armas. Ao ter acesso a documentos que comprovam os crimes do empresário, Sophie decide confiar o material a Pine, que repassa as informações a um contato da inteligência britânica. Pouco tempo depois, Sophie é encontrada morta, em um acontecimento que muda definitivamente o rumo da vida do protagonista.

Movido pelo sentimento de culpa e pelo desejo de vingança, Jonathan Pine aceita trabalhar disfarçado em uma operação arriscada para se infiltrar no império de Roper. A partir daí, a série constrói um jogo psicológico intenso, no qual cada gesto, palavra ou decisão pode significar vida ou morte. O grande mérito da narrativa está justamente no contraste entre o glamour das paisagens internacionais e a brutalidade silenciosa das negociações criminosas.

A nova temporada promete expandir ainda mais esse universo, aprofundando as consequências das escolhas feitas no passado e apresentando novos desafios para seus personagens. Embora detalhes da trama estejam sendo mantidos sob sigilo, a expectativa é que os novos episódios explorem conflitos ainda mais complexos, com foco em redes globais de poder, espionagem e corrupção.

O retorno da série só foi possível graças ao interesse renovado do público e da crítica. Em abril de 2024, a BBC One e o Amazon Prime Video anunciaram oficialmente a encomenda de segunda e terceira temporadas, confirmando que O Gerente da Noite deixaria de ser apenas uma minissérie para se transformar em uma produção de longo fôlego.

Vale lembrar que a série sempre se destacou pelo alto padrão técnico. A primeira temporada foi coproduzida pela BBC, AMC e a Ink Factory, com filmagens realizadas em diversos cenários internacionais, incluindo Londres, Devon, Mallorca, Marrakesh, Zermatt, na Suíça, além de outras locações que ajudaram a reforçar o clima cosmopolita da narrativa.

Segunda temporada de The Pitt estreia na HBO Max e série já é renovada para o terceiro ano

Foto: Reprodução/ Internet

A segunda temporada de The Pitt estreia nesta quinta-feira, 8 de maio, na HBO Max, e chega acompanhada de uma notícia que reforça a força da produção dentro do streaming. Antes mesmo da exibição dos novos episódios, o drama médico já foi renovado para a terceira temporada. O anúncio foi feito por Casey Bloys, CEO da HBO, durante o evento de estreia do segundo ano, realizado no DGA Theater, em Los Angeles. As informações são do Omelete.

Vencedora de cinco prêmios Emmy, a série retorna com uma temporada composta por 15 episódios, lançados semanalmente. A trama volta a acompanhar a rotina intensa de um plantão hospitalar comandado pelo Dr. Robby, personagem interpretado por Noah Wyle (ER, Falling Skies), cujo retorno ao gênero médico tem sido um dos grandes atrativos da produção.

The Pitt é criada por R. Scott Gemmill, que também atua como showrunner e produtor executivo. Ele divide essa função com Noah Wyle, John Wells (ER, Shameless), Erin Jontow (Shameless), Simran Baidwan (The Resident) e Michael Hissrich (The Witcher). A série é uma produção da John Wells Productions em parceria com a Warner Bros. Television, e o episódio piloto também foi escrito por Gemmill.

O projeto recebeu sinal verde em 26 de março de 2024, quando a então Max encomendou oficialmente uma temporada completa de 15 episódios. Desde o anúncio inicial, Noah Wyle já estava confirmado como protagonista, consolidando seu retorno definitivo a histórias ambientadas no universo hospitalar, agora com um tom mais contemporâneo e focado em dilemas éticos e emocionais.

O elenco foi ampliado ao longo de 2024 com a chegada de diversos nomes conhecidos do público. Em julho, passaram a integrar o elenco regular Tracy Ifeachor (Quantico), Patrick Ball (Law & Order), Supriya Ganesh (Never Have I Ever), Fiona Dourif (Chucky, Dirk Gently’s Holistic Detective Agency), Taylor Dearden (Sweet/Vicious), Isa Briones (Star Trek: Picard), Gerran Howell (Catch-22), Shabana Azeez (The Hunting) e Katherine LaNasa (Truth Be Told, Dynasty).

Em agosto do mesmo ano, a produção anunciou uma nova leva de participações recorrentes, incluindo Shawn Hatosy (Animal Kingdom), Michael Hyatt (Snowfall), Jalen Thomas Brooks (Walker), Brandon Mendez Homer (The Rookie), Kristin Villanueva (The Fosters), Amielynn Abellera (Grey’s Anatomy), Alexandra Metz (Gossip Girl), Krystel V. McNeil (Claws) e Deepti Gupta (Chicago Med).

Apesar do sucesso de crítica e audiência, The Pitt também esteve envolvida em uma controvérsia jurídica. Em agosto de 2024, Sherri Crichton, viúva de Michael Crichton (ER, Jurassic Park), entrou com um processo contra a Warner Bros. Television, John Wells, Noah Wyle e R. Scott Gemmill. A ação alega quebra de contrato, afirmando que a série teria surgido a partir de um projeto de continuação de ER sem o devido crédito ao criador original. Em novembro, os advogados da Warner responderam com uma moção para arquivamento do processo, defendendo que The Pitt é uma obra completamente distinta.

Mesmo com a disputa legal, a HBO Max manteve total apoio à produção. Em 14 de fevereiro de 2025, a plataforma confirmou oficialmente a renovação para a segunda temporada e, agora, reforça sua confiança ao garantir também o terceiro ano, antes mesmo da conclusão da exibição dos novos episódios.

A série estreou originalmente no streaming em 9 de janeiro de 2025, com dois episódios lançados de forma imediata. Os capítulos seguintes foram disponibilizados semanalmente até 10 de abril, consolidando a série como um dos dramas médicos mais comentados do último ano.

De Repente Humana | Novo k-drama da Netflix ganha trailer e promete romance fantástico e coração apertado

Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix apresentou o trailer de “De Repente Humana”, seu mais novo k-drama original, e deixou claro que a série pretende ir além dos clichês do gênero fantástico-romântico. Com estreia marcada para 16 de janeiro, a produção aposta em uma narrativa delicada, espirituosa e emocionalmente próxima do público, ao misturar comédia romântica, fantasia e elementos do folclore coreano. Abaixo, confira o vídeo:

No centro da história estão dois nomes bastante queridos pelos fãs: Kim Hye-yoon, em mais um papel carismático após o sucesso de Adorável Corredora, e Park Solomon (Lomon), que retorna às telas em um personagem distante do terror de All of Us Are Dead, agora explorando emoções mais sutis.

Uma criatura sobrenatural que ama a própria liberdade

Kim Hye-yoon interpreta Eun-ho, uma gumiho de nove caudas que vive há séculos entre os humanos. Diferente das representações mais trágicas e sofridas dessa figura mítica, Eun-ho é irônica, autossuficiente e absolutamente satisfeita com quem se tornou. Ela não sonha em ser humana, não deseja redenção e tampouco sente culpa por suas escolhas. Para ela, a imortalidade é sinônimo de autonomia.

Rica, jovem para sempre e livre de qualquer obrigação moral, Eun-ho construiu uma rotina confortável e segura. Ela evita boas ações, não cria vínculos profundos e mantém distância de tudo o que possa ameaçar sua existência sobrenatural. Seu maior talento, além de sobreviver ao tempo, é justamente não se apegar.

Essa inversão de expectativa dá à série um tom mais leve e moderno. Em vez de acompanhar uma criatura que anseia pela humanidade, o público conhece alguém que acredita já ter tudo o que precisa — até perceber, da forma mais brusca possível, que nem tudo pode ser controlado.

Um encontro improvável e um destino fora do roteiro

A estabilidade cuidadosamente construída por Eun-ho começa a ruir quando ela se envolve em um acidente com Kang Si-yeol, personagem vivido por Lomon. Ele é um astro do futebol internacional, admirado dentro e fora dos campos, conhecido por sua disciplina rígida e por uma dedicação quase obsessiva à carreira.

Si-yeol vive em função do esporte. Sua vida é pautada por metas, regras, horários e expectativas externas. Emoções ficam guardadas, fragilidades são vistas como fraquezas e relações pessoais raramente ultrapassam a superfície. Embora famoso e bem-sucedido, ele parece viver em constante estado de pressão, como se qualquer erro pudesse colocar tudo a perder.

O choque entre esses dois mundos — o da criatura sobrenatural que evita sentimentos e o do humano que reprime emoções — gera consequências inesperadas. Após o acidente, Eun-ho perde seus poderes e desperta como uma humana comum. Sem imortalidade, sem habilidades especiais e sem o controle que sempre teve, ela precisa aprender, do zero, a lidar com limites, dores e sensações desconhecidas.

O que significa, afinal, ser humano?

A partir desse ponto, “De Repente Humana” se transforma em uma jornada sensível sobre descoberta emocional. Para Eun-ho, tornar-se humana não é apenas uma mudança física, mas uma experiência profundamente desconcertante. Sentir medo, empatia, tristeza e carinho deixa de ser algo abstrato e passa a fazer parte de sua rotina.

A série explora esse processo com equilíbrio, alternando momentos de humor — especialmente quando Eun-ho se depara com dificuldades banais do dia a dia — e cenas mais introspectivas, que refletem sobre solidão, finitude e pertencimento. Cada pequena experiência carrega um peso novo, justamente porque agora tudo pode ser perdido.

É nesse contexto que o romance com Kang Si-yeol começa a florescer. Aos poucos, os dois personagens passam a se enxergar além das máscaras que sempre usaram. Eun-ho descobre que sentir não é sinônimo de fraqueza, enquanto Si-yeol aprende que a perfeição que ele tanto busca pode ser sufocante. O relacionamento surge de forma gradual, baseado em cumplicidade, estranhamento e crescimento mútuo.

Um universo expandido pela mitologia coreana

Além do casal protagonista, a série apresenta personagens secundários que enriquecem o universo narrativo. Xamãs, figuras ligadas ao mundo espiritual e humanos carregando frustrações, sonhos interrompidos e segredos do passado ajudam a construir uma trama mais densa e emocionalmente conectada.

Esses elementos do folclore coreano aparecem de maneira orgânica, sem explicações excessivas ou didatismo. O roteiro confia na sensibilidade do público e mantém o foco nas relações humanas, usando a fantasia como pano de fundo para discutir escolhas, consequências e desejos.

Ao mesmo tempo, “De Repente Humana” parece questionar a romantização da imortalidade. A série sugere que viver para sempre pode significar observar tudo passar sem realmente participar, enquanto a vida humana, com todas as suas dores e limitações, carrega uma intensidade impossível de ser replicada.

Sessão de Sábado exibe “Todo Poderoso”, comédia que consagrou Jim Carrey e conquistou o público mundial

Foto: Reprodução/ Internet

A Globo exibe na Sessão de Sábado deste dia 10 de janeiro o sucesso “Todo Poderoso”, uma das comédias mais marcantes dos anos 2000. Misturando humor, fantasia e reflexões sobre fé, escolhas e responsabilidade, o longa conquistou plateias ao redor do mundo e segue atual ao provocar uma pergunta simples, mas poderosa: e se você tivesse os poderes de Deus por uma semana?

Na trama, acompanhamos Bruce Nolan, um jornalista de televisão vivido por Jim Carrey (O Máskara, O Show de Truman, O Grinch). Apesar de estar empregado, Bruce se sente frustrado profissionalmente e acredita que sua carreira não avança por culpa de forças externas — especialmente de Deus. Depois de uma sequência de acontecimentos desastrosos, incluindo a perda do emprego e situações humilhantes ao vivo, ele explode em revolta e passa a questionar a justiça divina.

É nesse momento que a história toma um rumo inesperado. Bruce recebe um chamado misterioso que o leva a um encontro direto com Deus, interpretado por Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Menina de Ouro, Conduzindo Miss Daisy). Com calma e ironia, o Todo-Poderoso decide entregar seus poderes ao jornalista por alguns dias, permitindo que ele experimente, na prática, o peso de comandar o destino da humanidade — desde que respeite duas regras básicas: não revelar sua nova função a ninguém e não interferir no livre-arbítrio das pessoas.

Empolgado, Bruce passa a usar os poderes de forma egoísta, buscando sucesso profissional, vingança pessoal e vantagens imediatas. Milagres viram espetáculo, sua popularidade cresce rapidamente e a carreira finalmente decola. Ao mesmo tempo, ele se afasta emocionalmente de Grace, sua namorada, interpretada por Jennifer Aniston (Friends, Marley & Eu, Esposa de Mentirinha), que representa o equilíbrio, a fé genuína e a sensibilidade que Bruce insiste em ignorar.

Conforme o protagonista tenta “resolver” os problemas do mundo com soluções simplistas, o caos se instala. Milhões de orações atendidas automaticamente geram confusão, acidentes e frustrações, deixando claro que boas intenções não substituem empatia, responsabilidade e compreensão humana. A partir daí, o filme abandona o humor escancarado para investir em uma reflexão mais profunda sobre amadurecimento emocional, escolhas conscientes e o verdadeiro significado de fazer o bem.

O elenco de apoio também é um dos pontos fortes do longa. Steve Carell (The Office, O Virgem de 40 Anos, Minions) vive Evan Baxter, rival profissional de Bruce, em um papel que mais tarde renderia o spin-off “Evan Almighty” (2007). Lisa Ann Walter (Operação Cupido), Philip Baker Hall (Magnólia) e Catherine Bell (JAG) completam o time com participações carismáticas.

Dirigido por Tom Shadyac (Ace Ventura: Um Detetive Diferente, O Mentiroso), “Todo Poderoso” marca a terceira parceria entre o cineasta e Jim Carrey, consolidando uma fórmula que equilibra comédia física, crítica social e mensagens emocionais acessíveis ao grande público. O roteiro, assinado por Steve Koren, Mark O’Keefe e Steve Oedekerk, aposta em diálogos simples, situações absurdas e metáforas universais, o que ajuda a explicar a longevidade do filme.

Lançado em 2003, o longa foi um fenômeno de bilheteria. Somente em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, arrecadou mais de 85 milhões de dólares, superando expectativas e até concorrentes de peso da época. Ao final de sua passagem pelos cinemas, “Todo Poderoso” acumulou cerca de 484 milhões de dólares mundialmente, tornando-se um dos maiores sucessos comerciais do ano e um dos filmes mais lucrativos da carreira de Jim Carrey e Jennifer Aniston.

Saiba qual filme vai passar o Corujão desta quarta-feira, 7 de janeiro, na TV Globo

Foto: Reprodução/ Internet

A madrugada da TV Globo desta quarta-feira, 7 de janeiro, traz uma das comédias mais marcantes do cinema nacional. O Corujão I exibe “Deus É Brasileiro”, filme dirigido por Cacá Diegues, que usa o humor e a ironia para provocar reflexões sobre religião, comportamento humano e a própria identidade do Brasil.

Na história, Deus decide se afastar temporariamente de suas funções após se decepcionar com os rumos tomados pela humanidade. Antes de partir para suas férias nas estrelas, ele precisa encontrar alguém que assuma o comando do universo durante sua ausência. Convencido de que o Brasil é um país profundamente religioso, mas paradoxalmente sem nenhum santo reconhecido oficialmente, ele escolhe o território brasileiro para procurar um substituto à altura.

Para atravessar o país, Deus conta com a companhia de Taoca, um pescador e borracheiro cheio de esperteza, que vê nesse encontro improvável a chance de resolver seus próprios problemas. Ao longo do caminho, a dupla encontra Madá, uma jovem solitária e movida por uma paixão intensa. Juntos, eles cruzam diferentes paisagens brasileiras, passando pelo litoral de Alagoas, Pernambuco e chegando ao interior do Tocantins, enquanto buscam o enigmático Quinca das Mulas, apontado como possível candidato à santidade.

O filme é protagonizado por Antonio Fagundes (O Rei do Gado, Carga Pesada), que interpreta Deus com carisma e leveza. Ao seu lado está Wagner Moura (Tropa de Elite, Narcos), em um de seus primeiros papéis de destaque no cinema, além de Paloma Duarte (Celebridade, Malhação), Hugo Carvana (O Homem que Desafiou o Diabo, Bye Bye Brasil), Stepan Nercessian (A Grande Família, Os Normais) e Susana Werner (Malhação, Vila Madalena).

Lançado em 2003, “Deus É Brasileiro” conquistou reconhecimento tanto do público quanto da crítica. Wagner Moura recebeu o Troféu APCA 2004 de Melhor Ator, e o longa foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro nas categorias de Melhor Som, Fotografia e Direção de Arte. A produção também concorreu ao prêmio de Melhor Filme no Festival de Cartagena, na Colômbia.

The Castaways – Isolados estreia na Globo com suspense intenso e mistérios em cenário paradisíaco

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A TV Globo aposta em suspense e emoção para movimentar a programação de janeiro com a estreia de “The Castaways – Isolados”, a partir do dia 9. A série chega com uma narrativa envolvente, marcada por mistérios, escolhas difíceis e segredos que vêm à tona em meio a cenários tão belos quanto ameaçadores.

Tudo começa durante férias que pareciam perfeitas. As irmãs Erin (Celine Buckens) e Lori (Sheridan Smith) se veem envolvidas em uma discussão que muda o rumo da viagem. Lori decide seguir sozinha e embarca em um voo que desaparece sem deixar qualquer rastro. Meses depois, sem respostas e com poucas esperanças, a tragédia ganha novos contornos quando um detalhe inesperado surge: o cartão de crédito de Lori é usado em uma pequena vila nas ilhas Fiji. Para completar o mistério, imagens indicam que o piloto do avião pode estar vivo.

Movida pelo afeto e pela necessidade de entender o que realmente aconteceu, Erin decide ir atrás da irmã. A busca, no entanto, rapidamente se transforma em uma jornada perigosa. O que à primeira vista parece um paraíso tropical revela um ambiente hostil, repleto de mentiras, interesses ocultos e riscos constantes. A cada passo, Erin se vê mais próxima de verdades que podem mudar tudo o que acreditava saber.

Baseada no livro homônimo de Lucy Clarke, a série constrói sua força ao alternar as perspectivas das duas irmãs, conduzindo o espectador por diferentes linhas do tempo. Entre tensão, ação e emoção, “The Castaways – Isolados” explora não apenas o mistério do acidente, mas também os vínculos familiares, a culpa, a esperança e os limites humanos diante do desconhecido.

Criada por Ben Harris, que assina o roteiro ao lado de Polly Buckle e Jesse O’Mahoney, a produção conta com cinco episódios, lançados originalmente em 2023. O elenco reúne nomes como Sheridan Smith, Celine Buckens, Dominic Tighe, Charlotte Vega e Lasarus Ratuere, que dão profundidade emocional à trama e reforçam o clima de constante desconfiança.

O primeiro episódio vai ao ar nesta sexta-feira, dia 9, logo após o Seleção BBB. Nas semanas seguintes, a série será exibida sempre às sextas-feiras, depois do Big Brother Brasil 26, convidando o público a embarcar em uma história que mistura suspense psicológico, drama e revelações capazes de prender a atenção até o último minuto.

Na Sessão da Tarde desta sexta (9), TV Globo apresenta o emocionante drama Um Laço de Amor

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Na Sessão da Tarde desta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a TV Globo apresenta o emocionante drama “Um Laço de Amor”, um filme que toca em temas universais como cuidado, pertencimento e os limites entre proteger e permitir que alguém siga seu próprio caminho.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, na história, Frank Adler vê sua vida mudar completamente após a morte da irmã e passa a criar sozinho a sobrinha Mary, uma menina de sete anos com inteligência excepcional, especialmente para a matemática. Determinado a oferecer à criança uma infância equilibrada, Frank acredita que o melhor para Mary é uma vida simples, com escola regular, amigos e brincadeiras. Essa escolha, no entanto, entra em choque com a visão de sua mãe, Evelyn, que enxerga o talento da neta como algo que deve ser desenvolvido ao máximo, mesmo que isso implique uma separação dolorosa entre tio e sobrinha.

O conflito familiar se intensifica quando o dom de Mary passa a atrair a atenção de professores e especialistas, transformando a guarda da menina em uma disputa emocional e judicial. O filme constrói esse embate com delicadeza, explorando não apenas a genialidade da criança, mas principalmente os laços afetivos que a sustentam. No centro da narrativa está a pergunta: o que realmente significa querer o melhor para alguém?

Dirigido por Marc Webb, conhecido por “500 Dias com Ela” e “O Espetacular Homem-Aranha”, o longa mostra um lado mais contido e sensível do diretor. O papel principal é vivido por Chris Evans, em uma atuação que se distancia de seus trabalhos mais populares como o Capitão América no Universo Marvel, além de filmes como “Entre Facas e Segredos” e “Expresso do Amanhã”. Aqui, o ator entrega um personagem humano, falho e profundamente afetuoso.

O elenco conta ainda com a jovem Mckenna Grace, que já havia se destacado em produções como “Eu, Tonya”, “Annabelle 3: De Volta Para Casa” e “A Maldição da Residência Hill”, além de Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” e conhecida por filmes como “Estrelas Além do Tempo” e “A Forma da Água”. Jenny Slate, vista em “Tudo Que Quero” e “Venom”, e Lindsay Duncan, com passagens por “Birdman” e “Alice no País das Maravilhas”, completam o elenco de peso.

Lançado originalmente com o título “Gifted”, o filme começou a ser desenvolvido em 2015, com as filmagens realizadas em Savannah e Tybee Island, no estado da Geórgia. Nos cinemas, o longa teve boa recepção do público, especialmente pela sensibilidade do roteiro e pela química entre os protagonistas.

Além da exibição na Sessão da Tarde, o público que quiser rever ou conhecer “Um Laço de Amor” também pode assistir ao filme no Disney+. O longa está disponível no catálogo da plataforma de streaming por meio de assinatura, permitindo que a história seja vista a qualquer momento, com comodidade e qualidade.

Você Bem Melhor deste sábado (10) destaca trajetória de paciente em busca de diagnóstico e controle da dor crônica

Foto: Reprodução/ Internet

O programa Você Bem Melhor, da TV Aparecida, apresenta neste sábado, 10 de janeiro, às 16h, um episódio dedicado a discutir os desafios enfrentados por pacientes que convivem com dores persistentes e diagnósticos complexos. Sob a apresentação do Dr. Rodrigo Gurgel, a atração recebe a artesã Cintia Rocha e a médica Maria Caroline Alves Coelho, coordenadora do ambulatório de osteometabolismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

A história de Cintia teve início em 2015, após uma reação alérgica grave a um medicamento, que resultou em um período prolongado de internação e no uso intenso de fármacos. A partir desse episódio, surgiram dores articulares severas, que se agravaram ao longo do tempo. Em 2016, os sintomas se intensificaram, especialmente na região do quadril, comprometendo a mobilidade e impactando diretamente sua rotina e independência.

A busca por respostas médicas revelou-se um processo longo e desgastante. Entre consultas, exames e encaminhamentos, Cintia enfrentou a demora no acesso a especialistas pelo sistema público de saúde, além da necessidade de recorrer a diferentes áreas médicas para compreender a extensão do quadro clínico. O percurso foi marcado por incertezas e pela ausência de um diagnóstico definitivo por um longo período.

Com o avanço das dores e das limitações físicas, foram adotadas diversas estratégias terapêuticas, incluindo cirurgias, tratamentos conservadores, reabilitação intensiva e o uso contínuo de medicamentos para controle da dor. Algumas abordagens não apresentaram os resultados esperados, exigindo constantes reavaliações e adaptações no tratamento, com o objetivo de preservar a qualidade de vida e evitar complicações mais graves.

Nos anos seguintes, o quadro se tornou ainda mais complexo com o surgimento de dores em outras regiões do corpo, como ombros, joelhos, mãos, tornozelos, coluna e mandíbula. Esse agravamento levou à ampliação das investigações médicas e ao receio de doenças de maior gravidade, posteriormente descartadas após exames detalhados. Diante da falta de um diagnóstico conclusivo, Cintia buscou atendimento em universidades e centros especializados, onde passou por estudos aprofundados e uma extensa bateria de exames para exclusão de doenças raras, autoimunes e genéticas.

O episódio evidencia não apenas os aspectos clínicos do caso, mas também a resiliência de quem convive com a dor crônica. A participação de Cintia no Você Bem Melhor reforça a importância da informação, do acompanhamento multidisciplinar e da busca contínua por alternativas terapêuticas que possibilitem uma vida mais funcional, mesmo diante das incertezas médicas.

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