Inteligência Humana | Netflix revela trailer de thriller sul-coreano de espionagem ambientado na Rússia

A Netflix liberou o primeiro trailer de Inteligência Humana, produção que chega com a proposta de mergulhar o público em um jogo de espionagem marcado por disputas ideológicas e um clima constante de desconfiança. Ambientado em Vladivostok, na Rússia, o filme aposta em uma atmosfera fria e hostil para conduzir sua narrativa, que estreia no dia 31 de março. Abaixo, assista ao vídeo:

A história acompanha uma investigação internacional que coloca frente a frente agentes da Coreia do Sul e da Coreia do Norte. Em território estrangeiro, onde nenhum dos lados está realmente em casa, a missão rapidamente se transforma em um campo minado de interesses políticos e decisões estratégicas.

Nesse cenário, confiança é artigo raro. Os personagens operam sob vigilância constante, sabendo que qualquer movimento pode comprometer toda a operação. O longa explora bem essa sensação de instabilidade, onde alianças são temporárias e o perigo está sempre à espreita.

No centro da trama estão os personagens vividos por Zo In-sung e Park Jeong-min. De um lado, um agente sul-coreano mais direto e pragmático; do outro, um operativo norte-coreano que carrega conflitos internos. Apesar de estarem atrás do mesmo objetivo, os dois seguem caminhos completamente diferentes, o que cria um embate constante ao longo da história.

O roteiro amplia esse conflito ao introduzir personagens que adicionam novas camadas à narrativa. Park Hae-joon interpreta um oficial norte-coreano que joga conforme seus próprios interesses, sem hesitar em manipular situações para obter vantagens. Já Shin Se-kyung aparece como uma funcionária de restaurante que, aos poucos, se revela muito mais importante do que parece.

Um dos pontos centrais da trama é a personagem Chae Sun-hwa, que funciona como peça-chave dentro desse tabuleiro. Para o agente sul-coreano, ela é essencial para o sucesso da missão. Já para o agente do Norte, ela representa um elo emocional delicado, capaz de influenciar suas decisões. Esse contraste adiciona uma camada mais humana ao conflito, indo além da disputa política.

Enquanto isso, o cônsul Hwang Chi-seong surge como uma figura estratégica e imprevisível, atuando nos bastidores e disposto a virar o jogo a seu favor, mesmo que isso signifique prejudicar aliados. Esse conjunto de interesses cruzados mantém a narrativa dinâmica e reforça a sensação de que ninguém está totalmente seguro.

Com direção e roteiro de Ryoo Seung-wan, o filme segue uma linha mais contida, focando menos em grandes sequências de ação e mais na construção de tensão. O ambiente gelado de Vladivostok não é apenas cenário, mas parte fundamental da narrativa, ajudando a criar uma sensação de isolamento e pressão constante.

Com lançamento marcado para 31 de março, Inteligência Humana chega ao catálogo da Netflix como uma aposta sólida dentro do gênero de espionagem.

Na Tela Quente, TV Globo apresenta a premiada comédia Ficção Americana nesta segunda (10)

Foto: Reprodução/ Internet

Segunda é dia de Tela Quente, e a TV Globo promete fugir do comum. O filme da vez é Ficção Americana — uma comédia dramática que faz rir, pensar e, principalmente, questionar. Escrito e dirigido por Cord Jefferson, em sua estreia como diretor de longas, o longa traz Jeffrey Wright no papel de um escritor que se rebela contra o racismo disfarçado de “boa intenção” dentro do mercado literário. Pode parecer um tema pesado, e de fato é, mas Jefferson transforma esse terreno espinhoso em uma narrativa afiada, divertida e profundamente humana.

Quando a genialidade não vende

O protagonista é Thelonious “Monk” Ellison, um autor negro brilhante, culto, dono de uma mente afiada — mas que simplesmente não vende livros. O motivo? Ele se recusa a seguir o que o mercado quer: histórias “sobre negros” cheias de dor, violência e estereótipos. Para o público branco, Monk é “intelectual demais”. Para as editoras, falta “autenticidade”. Em resumo: ninguém sabe onde colocá-lo.

Cansado de tanta hipocrisia, ele decide dar o troco. Sob um pseudônimo, escreve um livro propositalmente recheado de tudo o que o mercado adora — clichês raciais, gírias forçadas e tragédias previsíveis. O resultado é um best-seller instantâneo. Críticos o chamam de “revolucionário”, o público o adora e Monk, de repente, vira o escritor do momento… justamente por tudo o que ele despreza.

O filme é uma daquelas obras raras que conseguem ser engraçadas e sérias ao mesmo tempo. Cord Jefferson, que já tinha mostrado talento em séries como Watchmen e The Good Place, acerta o tom em cheio. É uma história sobre o peso de representar, sobre o que acontece quando um artista é forçado a falar por um grupo inteiro, e sobre como o mercado adora lucrar com a dor dos outros enquanto diz estar “dando voz”. Mas Jefferson faz isso com leveza. O humor surge nos lugares certos, a ironia é afiada sem ser cruel, e a empatia é o que amarra tudo.

Uma história sobre família e solidão

O que faz Ficção Americana ser mais do que uma crítica social é o quanto ele é pessoal. Entre as reuniões editoriais e as confusões do sucesso inesperado, Monk também precisa lidar com a própria vida: a mãe, Agnes (Leslie Uggams), começa a enfrentar problemas de memória; o irmão, Clifford (Sterling K. Brown), vive uma crise de identidade e tenta se reencontrar; e a irmã, Lisa (Tracee Ellis Ross), serve como um elo emocional que tenta manter a família unida. Essas relações trazem para o filme um calor humano que equilibra o sarcasmo. É nesses momentos mais íntimos que o público enxerga o verdadeiro Monk — não o escritor cínico, mas o homem que só quer ser compreendido sem precisar caber em uma caixinha.

Jeffrey Wright está gigante

Quem já conhece Jeffrey Wright de Westworld ou The Batman sabe do que ele é capaz — mas aqui ele se supera. Sua atuação é um show de sutilezas: Monk é ao mesmo tempo arrogante, ferido, divertido e incrivelmente real. Wright domina cada cena, e é impossível não se identificar com seu olhar cansado diante de um mundo que insiste em simplificar tudo. Não à toa, o ator foi indicado ao Oscar de Melhor Ator — e muita gente apostava que ele merecia levar. O elenco ainda conta com Sterling K. Brown (maravilhoso como o irmão carismático e confuso), Issa Rae, John Ortiz, Erika Alexander, Adam Brody, Leslie Uggams e Keith David. Todos têm tempo para brilhar, cada um contribuindo com uma camada diferente para o mosaico de emoções que o filme constrói.

Um dos filmes mais premiados de 2023

O longa-metragem estreou no Festival de Toronto, em setembro de 2023, e foi um sucesso imediato. Levou o People’s Choice Award, prêmio que já previu vencedores do Oscar como Green Book e 12 Anos de Escravidão. Pouco depois, o filme foi lançado nos Estados Unidos pela Amazon MGM Studios e virou um dos títulos mais comentados da temporada. No Oscar 2024, recebeu cinco indicações, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator Coadjuvante (para Sterling K. Brown). Cord Jefferson levou para casa a estatueta de Melhor Roteiro Adaptado, e com razão — o texto é afiado como uma navalha e, ainda assim, profundamente humano.

Um espelho com senso de humor

O que faz Ficção Americana ser tão especial é que, no fundo, ele está falando sobre todos nós — sobre o que consumimos, o que achamos “autêntico” e o quanto deixamos os rótulos definirem as pessoas. Monk é um personagem que provoca o público: ele não é um herói nem uma vítima. É alguém tentando ser ouvido sem ser reduzido. E quem nunca se sentiu assim em algum momento? O filme também brinca com o próprio público branco liberal, aquele que quer apoiar causas sociais, mas muitas vezes faz isso de forma performática. Jefferson não poupa ninguém, mas o faz com elegância e afeto — sem ódio, só com lucidez.

Nova imagem de Lobo em Supergirl revela detalhes do anti-herói de Jason Momoa e amplia expectativas para a aventura cósmica da DC

Foto: Reprodução/ Internet

A nova imagem divulgada pela Revista Empire trouxe um dos primeiros olhares detalhados para Lobo em Supergirl. Interpretado por Jason Momoa, o personagem aparece pilotando sua característica motocicleta espacial em uma cena repleta de destruição. A foto não revela detalhes da trama, mas confirma que a adaptação pretende levar para as telas uma versão bastante fiel do visual clássico do anti-herói dos quadrinhos.

A presença de Lobo é uma das grandes novidades do filme porque marca a estreia cinematográfica de um personagem que há décadas é popular entre leitores da DC. Conhecido por sua personalidade provocadora, humor ácido e métodos extremamente violentos, o mercenário intergaláctico costuma atuar apenas em benefício próprio. Diferentemente de heróis tradicionais, ele não segue códigos morais rígidos e frequentemente causa tantos problemas quanto os vilões que enfrenta.

Embora a DC ainda mantenha em segredo a dimensão de seu papel na história, a inclusão de Lobo sugere que a aventura de Kara Zor-El será muito maior do que um conflito localizado. Nos quadrinhos, o personagem está ligado a missões espaciais, caçadas por recompensas e disputas envolvendo diferentes civilizações da galáxia. Sua participação pode ajudar a expandir o lado cósmico do novo Universo DC logo em seus primeiros filmes.

O longa será protagonizado por Milly Alcock, que interpreta uma versão da super-heroína bastante diferente daquela apresentada em adaptações anteriores. Em vez de uma heroína otimista moldada pela vida na Terra, a nova Kara foi criada observando a destruição de Krypton e a morte das pessoas ao seu redor. Essa experiência faz com que a personagem tenha uma visão mais dura da realidade e encare os desafios de maneira diferente de seu primo Superman.

A trama adapta elementos da HQ Supergirl: A Mulher do Amanhã, considerada uma das histórias mais importantes da personagem nos últimos anos. Na obra, Kara cruza a galáxia ao lado de Krypto quando conhece Ruthye Marye Knoll, uma jovem que busca vingança após a morte de seu pai. Sensibilizada pela situação, a heroína decide ajudá-la, iniciando uma jornada que passa por diferentes planetas e coloca ambas diante de criminosos perigosos.

Para quem não conhece a história original, o diferencial está justamente na forma como ela utiliza a ficção científica para desenvolver a personagem. Em vez de focar apenas em batalhas e superpoderes, a narrativa explora temas como perda, amadurecimento, justiça e as consequências das escolhas feitas ao longo da vida. Esses elementos ajudaram a transformar a HQ em uma das publicações mais elogiadas da DC na última década.

Além de Milly Alcock e Jason Momoa, o elenco conta com Eve Ridley como Ruthye Marye Knoll e Matthias Schoenaerts como Krem das Colinas Amarelas, principal antagonista da história. Nos quadrinhos, Krem é o homem responsável pela tragédia que motiva toda a jornada de Ruthye, tornando-se o alvo da perseguição conduzida pela jovem e pela Supergirl.

Tela de Sucessos 05/01/2024 SBT exibe Fuga Implacável

Foto: Reprodução/ Internet

Na tão esperada data de 05/01/2024, uma sexta-feira que promete se tornar memorável para os entusiastas de filmes repletos de adrenalina e ação, a Tela de Sucessos do SBT está prestes a oferecer uma experiência cinematográfica verdadeiramente arrebatadora com o aguardado “Fuga Implacável”. Este emocionante longa-metragem está programado para ser exibido às 23h15, imediatamente após o Programa do Ratinho.

Sob a habilidosa direção de Mikael Håfström, amplamente reconhecido por seu trabalho em “Zona de Combate”, o filme lançado em 2013 traz a envolvente trama de Ray Breslin, interpretado magistralmente por Sylvester Stallone. Breslin, um especialista em segurança, ganhou notoriedade por testar a inviolabilidade de prisões de segurança máxima. No entanto, a narrativa assume tons sombrios quando ele é traído durante uma missão desafiadora e se vê encarcerado abruptamente em uma prisão secreta de alta segurança conhecida como “A Tumba”, um local que não consta nos registros oficiais. Ao lado de Emil Rottmayer, interpretado por um elenco estelar, Breslin empreende uma audaciosa tentativa de escapar das garras do traidor desconhecido e desvendar a trama obscura que o conduziu a esse destino aterrorizante.

Este emocionante filme, repleto de sequências de ação eletrizantes e momentos de suspense angustiantes, conta com um elenco estelar, incluindo Henry Cavill, Jim Caviezel, Curtis “50 Cent” Jackson e Vinnie Jones. A saga de “Fuga Implacável” deu origem a duas emocionantes sequências: “Fuga Implacável 2”, lançada em 2018 como “Escape Plan 2: Hades”, e “Fuga Implacável: O Final”, que chegou às telonas em 2019 como “Escape Plan: The Extractors”.

Além dos astros já mencionados, o elenco de “Fuga Implacável” incluiu talentosos atores como Sam Neill, no papel do Dr. Kyrie, o cérebro por trás da construção da prisão “A Tumba”, e Vincent D’Onofrio, interpretando Lester Clark, o vice-diretor da penitenciária. Amy Ryan e Faran Tahir também contribuíram com performances notáveis.

O filme reserva curiosidades fascinantes, como ser a primeira colaboração destacada entre Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger em papéis de destaque, apesar de uma breve aparição conjunta em “Os Mercenários”. A trama, inspirada em fatos reais sobre fugas de prisões engenhosas, apresenta ainda a curiosidade de que inicialmente, o personagem de Stallone estava destinado a ser interpretado por Schwarzenegger. Dedicado como sempre, Stallone submeteu-se a treinamento real em artes marciais, incluindo jiu-jitsu brasileiro, para autenticidade nas cenas de luta.

A produção do filme foi fisicamente exigente devido às cenas intensas de ação e aos desafiadores efeitos especiais. Filmado em uma prisão desativada na Letônia, chamada Liepāja Prison, o filme proporciona uma atmosfera realista, mesmo que a prisão “A Tumba” seja fictícia.

Horário de exibição da Tela de Sucessos

Portanto, prepare-se para uma noite de tirar o fôlego enquanto a Tela de Sucessos do SBT exibe “Fuga Implacável” a partir das 23h15, logo após o Programa do Ratinho. Esta é uma oportunidade única de se envolver em um enredo cheio de ação, suspense e reviravoltas que manterão você grudado na tela do início ao fim.

Mortal Kombat 2 estreia forte nos cinemas e já coloca Warner para pensar no futuro da franquia

Depois de anos tentando encontrar estabilidade no cinema, Mortal Kombat 2 parece finalmente ter encontrado o caminho que os fãs esperavam. A sequência iniciou sua trajetória nos Estados Unidos arrecadando US$ 5,2 milhões apenas nas sessões de pré-estreia realizadas na noite de quinta-feira, um resultado que colocou o longa entre as aberturas mais comentadas da semana em Hollywood.

O desempenho ficou muito próximo de Premonição 6: Laços de Sangue, outro lançamento recente da Warner Bros. Pictures
, que havia feito US$ 5,5 milhões em sessões antecipadas. Agora, a expectativa gira em torno do primeiro fim de semana completo, com projeções apontando uma arrecadação entre US$ 40 milhões e US$ 45 milhões.

Mesmo trabalhando internamente com números mais conservadores, a Warner já vê a estreia como um sinal positivo para o futuro da franquia. E existe um motivo simples para isso: Mortal Kombat 2 chega aos cinemas em uma situação muito diferente daquela enfrentada pelo filme de 2021.

Por que a sequência chega em um momento melhor para a franquia?

O primeiro Mortal Kombat acabou ficando marcado por um lançamento complicado. Na época, os cinemas ainda tentavam se recuperar dos impactos da pandemia, enquanto a Warner apostava simultaneamente no streaming e nas salas tradicionais.

Isso afetou diretamente a bilheteria do longa, mesmo com o enorme interesse dos fãs da franquia. Ainda assim, o filme conseguiu criar uma base forte de público graças às cenas de luta violentas, aos fatalities e ao visual inspirado nos games da NetherRealm Studios
.

Agora, a sequência chega sem precisar explicar novamente o próprio universo. O público já conhece os personagens, entende o tom exagerado da franquia e sabe exatamente o tipo de espetáculo que o filme quer entregar.

Essa familiaridade parece ter ajudado bastante no interesse inicial. Nas redes sociais, muita gente vem tratando Mortal Kombat 2 quase como o verdadeiro começo desse novo universo cinematográfico.

Johnny Cage finalmente entra na história?

Uma das maiores reclamações do primeiro filme era justamente a ausência de Johnny Cage. O personagem sempre foi um dos rostos mais populares da franquia nos games, e muita gente estranhou vê-lo fora da história inicial.

Desta vez, a sequência resolve isso apostando em Karl Urban para interpretar o lutador. A escolha rapidamente virou assunto entre os fãs porque o ator já possui experiência em personagens sarcásticos, explosivos e fisicamente intensos.

Conhecido por trabalhos em The Boys e Dredd, Urban parece encaixar perfeitamente no estilo debochado de Johnny Cage.

E pelo que já foi divulgado, a sequência deve usar bastante o personagem para equilibrar o clima mais sombrio da história com momentos de humor ácido e provocações típicas dos jogos.

Shao Kahn muda completamente o tamanho da ameaça?

Se o primeiro filme funcionava quase como uma preparação para o torneio, o longa-metragem parece decidido a aumentar drasticamente a escala do conflito.

A grande ameaça agora é Shao Kahn, interpretado por Martyn Ford. Nos games, o personagem sempre representou uma das figuras mais perigosas da franquia, responsável por guerras, invasões e destruição em larga escala.

Sua chegada muda completamente a dinâmica da história porque os guerreiros da Terra deixam de enfrentar ameaças isoladas e passam a lutar diretamente pela sobrevivência do planeta.

Além disso, a sequência também amplia bastante o número de personagens clássicos presentes no longa.

Kitana aparece interpretada por Adeline Rudolph, enquanto Jade ganha vida através de Tati Gabrielle.

Ao mesmo tempo, personagens importantes do primeiro longa também retornam, incluindo Scorpion, novamente interpretado por Hiroyuki Sanada, e Sub-Zero, vivido por Joe Taslim.

O filme finalmente vai entregar o torneio Mortal Kombat?

Tudo indica que sim. E isso talvez seja a maior diferença da sequência em relação ao filme anterior.

Enquanto o longa de 2021 gastava bastante tempo apresentando personagens e explicando regras daquele universo, o filme parece mergulhar diretamente no torneio e nas disputas clássicas da franquia.

Essa mudança era algo pedido pelos fãs desde o primeiro filme. Muita gente sentiu que a produção anterior funcionava mais como um prólogo do que como uma adaptação completa da saga dos games.

Agora, a promessa é que os campeões da Terra sejam obrigados a enfrentar batalhas muito mais violentas e decisivas enquanto tentam impedir o avanço de Outworld.

E conhecendo o histórico da franquia, isso provavelmente significa fatalities ainda mais exagerados, confrontos brutais e cenas inspiradas diretamente nos jogos mais recentes.

A Warner já está pensando em um terceiro filme?

Mesmo antes da estreia oficial da sequência, a franquia já começou a desenhar os próximos passos.

Durante a New York Comic Con de 2025, foi revelado que um terceiro filme entrou em desenvolvimento, com Jeremy Slater novamente envolvido no roteiro.

A informação mostra que a Warner está tratando Mortal Kombat como um projeto de longo prazo, especialmente agora que adaptações de videogames finalmente passaram a funcionar melhor em Hollywood.

Nos últimos anos, produções como The Last of Us, Fallout e Super Mario Bros. O Filme ajudaram a mudar completamente a visão dos estúdios sobre adaptações gamer.

Resumo da novela A Sucessora 20/07/2023 quinta-feira

Foto: Reprodução/ Internet

Resumo da novela A Sucessora de quinta-feira, 20/07/2023. A exibição está prevista para acontecer às 16h, no canal Viva.

Segundo informa o resumo de A Sucessora de 20 de julho de 2023, Adélia lida com sua desilusão amorosa, enfrentando a dor e a tristeza que tomaram conta de seu coração. Enquanto isso, Munhoz decide procurar Moretti, em busca de respostas e orientação diante das peculiaridades da mansão e das descobertas perturbadoras feitas por Marina. Munhoz, uma figura sábia e experiente, sente a responsabilidade de encontrar soluções para os mistérios que cercam aquele lugar, usando sua sagacidade e conhecimento acumulado ao longo dos anos. Em meio a todas essas reviravoltas, Marina se vê mais uma vez surpreendida ao encontrar os sapatos de Alice em um local completamente inesperado. Esse achado inusitado provoca um susto em Marina, deixando-a ainda mais intrigada e obcecada pela vida misteriosa daquela mulher enigmática. Os sapatos se tornam uma pista adicional em seu esforço contínuo para desvendar os segredos que envolvem a presença constante de Alice, mesmo que ela esteja ausente fisicamente.

Ainda em A Sucessora, a figura de Alice continua a permear o cotidiano de Marina, provocando uma mistura de fascínio e apreensão. Cada nova descoberta e revelação sobre essa mulher misteriosa impulsiona Marina a se aprofundar ainda mais na busca pela verdade. Ela está determinada a desvendar os enigmas que envolvem Alice, consciente de que cada peça do quebra-cabeça revelará uma parte crucial da história por trás dessa mulher intrigante. Enquanto Adélia tenta superar seu coração partido, e Munhoz se envolve na investigação dos segredos da mansão, Marina se torna a protagonista dessa jornada, conduzida pela curiosidade e pela determinação de desvendar os mistérios que a cercam. Os próximos passos de Marina serão fundamentais para revelar a verdade oculta e descobrir o papel de Alice em sua própria vida e na história da mansão.

O resumo da novela A Sucessora é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Resumo da novela A Viagem de segunda (13/10) – Diná salva Patty de sequestro

No capítulo da novela A Viagem que vai ao ar nesta segunda, 13 de outubro, Diná toma uma atitude decisiva e joga os comprimidos fora, mostrando força e determinação em sua luta pela vida. Maroca (Yara Cortes) a incentiva, pedindo que continue lutando, e Diná promete nunca abandonar a amiga, fortalecendo o vínculo de solidariedade entre elas. Carmem recebe permissão para assistir à cirurgia do Mascarado, acompanhando de perto o procedimento crítico.

Enquanto isso, Fátima e Agenor comunicam a Tibério que estão de casamento marcado, celebrando uma nova fase em suas vidas. Porém, nem tudo é tranquilidade: Ismael ordena que um comparsa sequestre Patty (Viviane Pinheiro), e Regina acaba escutando a conversa, trazendo tensão e preocupação.

Em outro núcleo, Téo sai com Lisa e pede perdão pelo sofrimento que lhe causou, tentando reconquistar a confiança da ex. Hélio (Leonardo José) e Josefa (Tania Scher) almoçam na casa de Diná com Téo, fortalecendo os laços familiares em meio aos conflitos. Durante a cirurgia, a frequência cardíaca de Adonay começa a cair, e Carmem sussurra palavras de incentivo para o Mascarado lutar e reagir, criando um clima de suspense e emoção.

Enquanto dorme, Diná recebe uma mensagem espiritual de Otávio (Antonio Fagundes), alertando-a de que Patty corre perigo. Quando a filha vai ao balé, os sequestradores a esperam na saída, mas Diná chega a tempo e consegue impedir o sequestro, mostrando coragem e instinto protetor.

Confira o que vai acontecer nos próximos capítulos da novela A Viagem

Diná chega exatamente no momento em que os sequestradores saem do carro em direção à filha, conseguindo impedir o sequestro de Patty e salvando a menina de um grave perigo. Ismael fica furioso ao descobrir que seu plano fracassou e acusa Regina de traição, enquanto Téo não consegue acreditar que foi Otávio quem avisou Diná sobre o sequestro.

Enquanto isso, Estela revela sem querer que Bia está desaparecida, deixando Maroca preocupada. Estela suspeita que Ismael esteja envolvido no caso, e Bia, em contato com Igor, confessa que sente saudades de casa. Igor sugere que talvez seja o momento de ela retornar para a família. Paralelamente, Queiroz (Ricardo Petraglia) informa a Tato que seus cartões de crédito e cheques especiais foram cancelados, gerando irritação no rapaz e um confronto com Alberto. Bia tenta falar com a mãe, mas não consegue se expressar completamente; no segundo contato, Estela sente que é sua filha do outro lado da linha.

No núcleo de Andrezza, ela se sente mal após passar a noite com Antônio, descontente com suas próprias escolhas. Ao acordar, pede que ele esqueça o ocorrido. Raul garante a Guiomar que irá provar que Tainá está mentindo e promete desmascará-la. De volta para casa, Andrezza permanece abatida, mas Raul pede perdão e reforça que juntos conseguirão descobrir a verdade, prometendo que nada os separará.

Em outra frente, Carmem comenta com Lisa que Téo a procurou com desculpas porque ainda gosta dela, mas Lisa mantém que não quer mais reatar. Diná aconselha Téo, afirmando que ele não agiu bem com Lisa e deveria pedir a intercessão de Carmem. Apesar das brigas de Ismael com Regina, Téo decide agir: pede ajuda a Carmem para reconquistar Lisa, espalha faixas pela vila e entrega um balão em formato de estrela à amada, mostrando sua determinação em recuperar seu amor.

Oscar 2026 consagra “Uma Batalha Após a Outra” como grande vencedor da noite e encerra cerimônia sem estatuetas para o Brasil

A cerimônia do Academy Awards 2026 chegou ao fim com uma noite marcada por grandes vitórias, recordes de indicações e algumas surpresas. Entre os destaques da premiação, o longa “Uma Batalha Após a Outra” se consagrou como o principal vencedor, levando seis estatuetas e consolidando seu domínio em uma edição bastante disputada. Para o Brasil, porém, o resultado foi agridoce: apesar de indicações importantes, nenhum dos representantes do país conseguiu levar o prêmio para casa.

O filme brasileiro O Agente Secreto concorria em quatro categorias, incluindo Melhor Filme e Melhor Filme Internacional. A produção chegou à cerimônia cercada de expectativa e representava uma das maiores presenças brasileiras na premiação nos últimos anos. Ainda assim, acabou superada pelos concorrentes em todas as categorias. Na disputa internacional, o prêmio ficou com Valor Sentimental, que também apareceu em outras categorias importantes da noite.

Outro nome brasileiro que chamou atenção na premiação foi o diretor de fotografia Adolpho Veloso, indicado na categoria de Melhor Fotografia pelo trabalho em Sonhos de Trem. A indicação representou um reconhecimento significativo para o profissional, mas o prêmio acabou indo para Pecadores, que teve um desempenho forte ao longo da cerimônia e terminou a noite com quatro estatuetas.

O grande vencedor da noite

O maior destaque do Oscar deste ano foi, sem dúvida, Uma Batalha Após a Outra. O longa chegou à premiação com 13 indicações e confirmou o favoritismo ao conquistar seis prêmios, incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Paul Thomas Anderson e Melhor Roteiro Adaptado. A produção também venceu em categorias técnicas importantes, como Montagem e Direção de Elenco.

O reconhecimento consolidou o filme como uma das obras mais celebradas da temporada de premiações. Além do prêmio principal, o longa também garantiu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Sean Penn, que interpretou um dos personagens mais marcantes da narrativa.

Recordista de indicações

Outro título que dominou a conversa ao longo da temporada foi Pecadores. O filme chegou ao Oscar com impressionantes 16 indicações, um recorde para esta edição. Embora não tenha levado o prêmio principal, terminou a noite com quatro vitórias importantes.

Entre elas está o Oscar de Melhor Ator para Michael B. Jordan, cuja performance foi amplamente elogiada pela crítica ao longo do ano. O filme também venceu em categorias como Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora, consolidando seu peso artístico e técnico dentro da premiação.

Vitórias importantes em outras categorias

Entre os demais destaques da noite, o filme Frankenstein conquistou três prêmios, incluindo Melhor Figurino, Melhor Design de Produção e Melhor Maquiagem e Penteado. A produção chamou atenção pelo cuidado estético e pela recriação visual do clássico personagem da literatura.

Na categoria de animação, o prêmio ficou com Guerreiras do K-Pop, que também levou a estatueta de Melhor Canção Original com a música “Golden”. A vitória reforça a crescente presença de produções animadas que dialogam diretamente com a cultura pop global.

Já na disputa por efeitos visuais, o grande vencedor foi Avatar: Fogo e Cinzas, que impressionou a Academia com seu espetáculo técnico e visual.

Interpretações consagradas

Nas categorias de atuação, além da vitória de Michael B. Jordan, o prêmio de Melhor Atriz ficou com Jessie Buckley por sua performance em Hamnet. A atriz entregou uma atuação intensa e emocional que foi considerada uma das mais marcantes da temporada.

Entre as atrizes coadjuvantes, quem levou a estatueta foi Amy Madigan por A Hora do Mal. A vitória foi considerada uma das surpresas da noite, já que a disputa incluía nomes bastante comentados ao longo da campanha do Oscar.

Destaques técnicos e outras categorias

A cerimônia também premiou produções em diversas áreas técnicas e artísticas. O filme F1: O Filme levou o prêmio de Melhor Som, enquanto o documentário vencedor foi Um Zé Ninguém Contra Putin, que chamou atenção pela abordagem política e pelo impacto de seu tema.

Entre os curtas-metragens, os vencedores incluíram “The Girl Who Cried Pearls” na categoria de animação, “Quartos Vazios” no documentário e “Os Cantores”, que dividiu a vitória com “Two People Exchanging Saliva” na categoria de curta de ficção.

The Boys | Saiba quando e que horas estreiam os episódios 3 e 4 da 5ª temporada no Prime Video

A série The Boys segue avançando em sua última temporada com novos episódios lançados semanalmente no Prime Video. A produção, inspirada nos quadrinhos criados por Garth Ennis e Darick Robertson, continua explorando um mundo em que super-heróis são tratados como ícones públicos, mas escondem um lado extremamente violento e instável.

Nesta fase final, a trama se concentra no agravamento do conflito entre os Supers e os grupos de resistência. Com o avanço do Capitão Pátria, interpretado por Antony Starr, o equilíbrio de poder praticamente desaparece, criando um cenário em que qualquer tentativa de oposição se torna cada vez mais arriscada.

Quando estreia o 3º episódio de The Boys?

O terceiro episódio da 5ª temporada de The Boys estreia no dia 15 de abril, com liberação prevista para as 4h da manhã (horário de Brasília) no Prime Video. Já o quarto episódio chega no dia 22 de abril. Assim como nos capítulos anteriores, o lançamento segue o formato semanal, mantendo o público acompanhando a evolução da história de forma contínua até o desfecho da temporada.

Calendário completo da 5ª temporada

DataEpisódio
08 de abrilEpisódios 1 e 2
15 de abrilEpisódio 3
22 de abrilEpisódio 4
29 de abrilEpisódio 5
06 de maioEpisódio 6
13 de maioEpisódio 7
20 de maioEpisódio 8 (episódio final de The Boys)

O que esperar do novo episódio?

O terceiro episódio deve continuar expandindo as consequências dos eventos recentes, principalmente no que diz respeito à fragmentação dos grupos principais. Hughie Campbell, interpretado por Jack Quaid, segue em uma situação de confinamento junto de aliados, o que limita sua capacidade de agir diretamente contra o avanço dos Supers.

Esse isolamento cria uma dinâmica diferente dentro da narrativa, já que os personagens precisam lidar com a impotência diante de uma força muito maior. Em vez de ações diretas, a tensão passa a ser construída também por decisões estratégicas e conflitos internos.

Enquanto isso, Annie January, vivida por Erin Moriarty, tenta reorganizar uma resistência cada vez mais enfraquecida. A personagem assume um papel mais ativo na tentativa de unir grupos dispersos, mas encontra dificuldades justamente porque não existe mais uma liderança única capaz de centralizar a oposição.

Esse cenário fragmentado é um dos pontos centrais desta fase da série, já que cada personagem segue lidando com suas próprias perdas e dilemas, o que enfraquece qualquer tentativa de ação conjunta.

Billy Butcher e decisões extremas

Outro elemento importante da temporada é o retorno de Billy Butcher, interpretado por Karl Urban. O personagem volta com uma postura ainda mais radical, disposto a ultrapassar qualquer limite para derrotar os Supers.

Seu plano envolvendo um vírus capaz de eliminar todos os indivíduos com poderes continua sendo uma das linhas mais controversas da trama. A ideia levanta discussões sobre moralidade e consequências, já que não existe um controle sobre quem seria afetado pela solução proposta.

Butcher sempre foi retratado como alguém disposto a ir ao extremo, mas nesta fase final sua postura se torna ainda mais imprevisível. Isso aumenta o nível de tensão dentro da história, já que suas decisões podem impactar não apenas os inimigos, mas também seus próprios aliados.

Netflix libera a primeira foto de Lorena Comparato como Elize Matsunaga no novo thriller psicológico

Foto: Ana Pazian/Netflix

A Netflix acaba de soltar a primeira imagem oficial de Lorena Comparato no papel de Elize Matsunaga — e já deu o que falar! A foto, que está circulando bastante, mostra a atriz pronta para mergulhar numa história pesada, cheia de camadas, que marcou o Brasil inteiro.

O filme, que é um thriller psicológico com um toque de melodrama, é inspirado num caso real que chocou o país em 2012. Para quem não lembra (ou quer relembrar), Elize Matsunaga assassinou o marido, Marcos Matsunaga, dentro do apartamento do casal em São Paulo, numa história que teve desdobramentos assustadores e que virou assunto nacional.

Por trás das câmeras: quem faz o quê?

O argumento do filme é do Raphael Montes, que muita gente conhece por “Bom Dia, Verônica”. Ele escreveu o roteiro junto com a Mariana Torres, que também trabalhou na terceira temporada da mesma série. A direção fica por conta do Vellas, que já tem um trabalho legal em “DNA do Crime”. E o elenco não para por aí: Henrique Kimura, Miwa Yanagizawa, Julia Shimura e Denise Weinberg também fazem parte do time.

Lorena Comparato falou com o coração sobre o papel: “Interpretar uma mulher com tantas camadas e uma história tão cheia de nuances como a da Elize é muito complexo. A gente está falando de um crime real, com consequências reais. Minha esperança é que o filme ajude a gente a pensar em temas importantes na sociedade.”

Mas afinal, quem foi Elize Matsunaga?

Para entender por que essa história mexe tanto com a gente, vale voltar um pouco e conhecer a trajetória de Elize. Ela nasceu em 1981, numa cidade pequena do Paraná chamada Chopinzinho. Tinha uma vida relativamente comum: formada em Administração, casada com Marcos Matsunaga — herdeiro do grupo Yoki, que é uma grande empresa do ramo alimentício no Brasil.

O casamento, pelo lado de fora, parecia estável. Mas, claro, nem tudo é o que parece. O relacionamento deles tinha muitas camadas escondidas, conflitos que só vieram à tona mesmo depois do crime.

O crime que parou o Brasil

Em maio de 2012, o corpo de Marcos foi encontrado no apartamento do casal, com várias facadas. A polícia logo descobriu que a responsável era Elize — que chegou ao ponto extremo de tentar esconder o corpo, esquartejando-o e espalhando partes em diferentes lugares.

A notícia chocou o país não só pelo crime em si, mas pela frieza e brutalidade dos fatos. Além disso, começou a surgir uma discussão maior sobre o que poderia ter levado a essa tragédia: uma relação conturbada, problemas de poder dentro da família, questões emocionais muito complexas.

Mais do que um crime: uma história de camadas

O que o filme quer mostrar é isso: não só o crime, mas o que estava por trás dele. A mente de Elize, as dores e dilemas que ela enfrentava, o peso de uma vida marcada por muitas pressões.

Lorena Comparato está encarando o papel com muita seriedade e respeito, e o roteiro, por sua vez, busca fugir do sensacionalismo. A ideia é humanizar os personagens, mostrar que por trás de cada história real tem uma complexidade que merece ser entendida.

Por que essa história ainda importa?

Esse caso virou tema de documentários, podcasts e reportagens desde então, mas ganhar uma versão em filme pela Netflix significa que essa história vai alcançar ainda mais gente — com um olhar diferente, mais profundo.

Além disso, a trama traz à tona temas que ainda precisam ser discutidos por aqui: violência doméstica, desigualdade social, o papel da mulher numa sociedade ainda muito patriarcal, entre outras coisas.

O que vem por aí?

Ainda sem data certa para a estreia, o filme já desperta muita expectativa, especialmente entre quem gosta de histórias reais, thrillers psicológicos e produções nacionais feitas com qualidade.

Para a equipe por trás do projeto, o desafio é grande. O produtor executivo Gustavo Mello diz que o filme quer ser uma forma de entender o que pode levar uma pessoa a agir de forma tão extrema — um convite para refletirmos sem julgamentos fáceis.

Já Raphael Montes, além de roteirista, também atua como produtor associado, e ressalta que a responsabilidade foi enorme para transformar esse caso real em um roteiro que fosse respeitoso e verdadeiro, sem cair em clichês ou exploração barata.

O impacto cultural e social

Além de ser um suspense, o filme pode ajudar a gente a pensar mais sobre essas questões delicadas. Quando a gente conversa sobre esses temas, está ajudando a quebrar tabus e trazer luz para situações que muitas vezes ficam escondidas — seja nas famílias, na sociedade, ou mesmo dentro da gente.

Lorena compara essa experiência a uma oportunidade de dar voz a quem muitas vezes não é ouvida — mesmo que nesse caso, a voz venha com um enorme peso emocional.

notícias em destaque