Premonição confirma 7º filme com retorno da roteirista responsável pelo sexto capítulo

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Nesta sexta-feira, 8 de agosto, os fãs de terror foram surpreendidos por um anúncio que já movimenta as redes: a franquia Premonição terá um novo filme, o sétimo da saga. E para os que acompanham a série, a notícia ainda mais animadora é o retorno de Lori Evans Taylor, roteirista de Laços de Sangue, que estará à frente do roteiro desta nova produção. As informações são do Omelete.

Se você cresceu assustado com as mortes mirabolantes e cheias de suspense da série, sabe que isso é um motivo para comemorar. Afinal, Premonição não é um terror comum, daqueles que dependem só de fantasmas ou psicopatas. A protagonista aqui é a própria Morte, uma força invisível e impiedosa que vai atrás daqueles que tentaram enganá-la — e que não vai sossegar até recuperar o que é seu.

Vamos combinar: poucos filmes de terror conseguem ser tão criativos e tensos quanto Premonição. A ideia nasceu de uma história real que inspirou Jeffrey Reddick, o criador da série — uma história sobre uma mãe que teve um pressentimento ruim e avisou a filha para não embarcar num voo, que depois caiu. Dessa semente, nasceu uma narrativa que transforma um medo universal, o da morte, em algo concreto e palpável, mas ao mesmo tempo invisível.

Desde o primeiro filme, lançado em 2000, a franquia vem conquistando o público ao mostrar que não é preciso um assassino de rosto coberto ou uma criatura sobrenatural para causar medo. A Morte aqui é uma força silenciosa, que manipula o ambiente para alcançar quem escapou dela — e faz isso com uma criatividade assustadora.

O que faz a franquia ser diferente?

O charme — ou melhor, o terror — da série está nas suas sequências de mortes. Elas não são só acidentes, mas uma espécie de dominó de eventos, em que um pequeno detalhe desencadeia uma reação em cadeia até a fatalidade acontecer. E o mais impressionante é que essas cenas são tão bem planejadas que fazem o público prender a respiração e pensar: “como isso vai acontecer?”.

A franquia também ganhou fama por seu roteiro que mistura suspense com uma dose de drama — afinal, não é só matar os personagens, mas mostrar suas emoções, seus medos, seus laços com outras pessoas. No sexto filme, essa humanização ficou ainda mais evidente, com Lori Evans Taylor colocando seu toque especial para fazer a história ser mais do que uma série de sustos: uma experiência emocional.

O que podemos esperar do novo filme?

Embora ainda não saibamos quem vai dirigir ou quais atores vão entrar para o elenco, a volta de Lori Evans Taylor é uma ótima notícia para quem quer ver um roteiro bem trabalhado, que respeite a tradição da franquia e que ao mesmo tempo traga frescor para o público atual.

Com a evolução dos efeitos especiais e a experiência acumulada em seis filmes, dá para imaginar que Premonição 7 terá cenas ainda mais elaboradas e assustadoras. E é provável que a narrativa explore novas formas de abordar a inevitabilidade da morte, trazendo personagens mais complexos e talvez até algumas surpresas para quem acompanha a saga.

Uma franquia que vai além dos filmes

Pouca gente sabe, mas a franquia também ganhou histórias em quadrinhos e livros, que ampliaram o universo da série. Entre 2005 e 2006, foram lançadas novelizações que aprofundaram a trama dos filmes, e em 2006 e 2007 vieram HQs que exploraram outros personagens e cenários.

Isso mostra que o interesse pelo tema é forte e duradouro — afinal, o medo da morte é algo que acompanha a humanidade desde sempre, e ver essa força invisível personificada em histórias tão criativas é um convite para refletir, mesmo quando estamos nos assustando no escuro.

E a bilheteria, deu lucro?

Quando pensamos em franquias de terror que marcaram gerações, Premonição ocupa um lugar especial. Desde o seu lançamento em 2000, essa série vem conquistando fãs ao redor do mundo, não só pelo seu enredo único, mas também pelo sucesso que faz nas bilheterias, prova de que o medo é um sentimento universal — e que o público continua ávido por histórias que mexem com ele de forma inteligente.

A franquia já acumulou cerca de 667 milhões de dólares em bilheteria global, um número impressionante para filmes que, apesar de terem orçamentos modestos quando comparados a grandes blockbusters, conquistaram espaço cativo na preferência dos fãs de terror. Só nos Estados Unidos, quando ajustada a inflação até 2011, a história figura entre as dez maiores franquias de terror, com quase 350 milhões arrecadados.

Cada filme conseguiu, de alguma forma, manter a chama acesa e ampliar o interesse do público. O primeiro filme, que começou tudo, custou 23 milhões de dólares e arrecadou mais de 112 milhões no mundo todo. Foi como uma prova de que aquela ideia diferente — a morte como uma força invisível e inevitável — tinha um apelo que ia muito além do esperado.

Depois vieram as continuações, cada uma trazendo sua dose de suspense e sequências criativas que fizeram os espectadores prenderem a respiração no cinema. O segundo filme, lançado em 2003, bateu quase 91 milhões, e o terceiro, em 2006, chegou a quase 119 milhões de dólares — sinais claros de que a franquia estava conquistando mais fãs a cada lançamento.

O quarto filme, lançado em 2009, trouxe o maior salto, com uma bilheteria mundial superior a 186 milhões, confirmando que Premonição tinha se tornado uma marca consolidada no gênero. Já o quinto filme, apesar de uma leve queda na bilheteria doméstica, continuou forte no mercado internacional, acumulando quase 158 milhões.

E então, em 2025, Laços de Sangue bateu seu próprio recorde, arrecadando 187 milhões de dólares globalmente, mostrando que o interesse pela franquia segue vivo e pulsante, mesmo depois de mais de 20 anos.

Por que a gente se importa tanto?

Talvez você se pergunte por que essa franquia toca tantas pessoas, mesmo depois de tantos anos e vários filmes. A resposta está no medo universal que ela explora — e na nossa própria relação com a vida e a morte.

Quem nunca teve um pressentimento, uma sensação estranha de que algo ruim ia acontecer? Quem nunca tentou fugir de uma situação perigosa, mesmo que por um triz? Esses sentimentos são universais, e a franquia transforma isso em um suspense que faz sentido.

Além disso, ao humanizar seus personagens — mostrando seus dramas, suas esperanças e seus erros —, o público acaba se vendo neles. E isso torna cada morte na tela muito mais impactante.

O que está por vir?

Ainda há muitas perguntas no ar: qual será o desastre que desencadeará o sétimo filme? Como a morte vai caçar os sobreviventes dessa vez? Que surpresas o roteiro de Lori Evans Taylor preparou?

E claro, quem serão os novos rostos que vão tentar driblar o destino?

Pedro Pascal finaliza gravações como Senhor Fantástico em Vingadores: Doomsday

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As filmagens de Vingadores: Doomsday começaram em abril de 2025, no renomado Pinewood Studios, localizado na Inglaterra, e continuam a se expandir para locações deslumbrantes como o Bahrein e o Windsor Great Park. Este projeto grandioso representa um dos maiores desafios já enfrentados pela Marvel Studios, tanto em escala quanto em complexidade narrativa.

Recentemente, uma notícia que empolgou os fãs ao redor do mundo foi confirmada: Pedro Pascal, o talentoso ator que interpreta Reed Richards — o icônico Senhor Fantástico — já concluiu todas as suas cenas no set. Isso indica que as sequências envolvendo o Quarteto Fantástico, um dos grupos mais esperados pelos fãs, estão praticamente finalizadas, mesmo que as filmagens devam continuar até agosto para garantir que cada detalhe esteja perfeito. As informações são do Deadline.

Mas Doomsday vai muito além da simples reunião de personagens. Trata-se de um marco histórico na indústria do entretenimento, abrindo as portas para uma nova era no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), repleta de surpresas, emoção e desafios inéditos.

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O impacto do MCU e o que Doomsday representa

Desde que os Vingadores se uniram pela primeira vez em 2012, a Marvel revolucionou a forma de contar histórias de super-heróis no cinema. A combinação de ação espetacular com dramas pessoais profundos conquistou uma legião de fãs. Filmes como Infinity War e Endgame não foram apenas sucessos comerciais, mas fenômenos culturais que influenciaram gerações.

Agora, o próximo filme dos Vingadores chega para fechar a chamada “Saga do Multiverso”, um arco narrativo que tem sido construído cuidadosamente nas últimas fases do MCU, explorando realidades paralelas, universos alternativos e as complexidades que surgem quando essas dimensões se cruzam.

A particularidade de Doomsday está em sua escala épica. Este filme não reúne apenas os Vingadores tradicionais, mas também incorpora o Quarteto Fantástico, os X-Men originais, os Novos Vingadores — também conhecidos como Thunderbolts — e os heróis de Wakanda. Essa mistura inédita de universos cria uma teia de relações e conflitos complexos, algo que nunca foi visto na história do cinema de super-heróis.

Elenco confirmado do filme

Chris Hemsworth retorna como Thor, trazendo seu carisma e força ao papel do Deus do Trovão. Vanessa Kirby faz sua estreia como a Mulher Invisível, personagem fundamental do Quarteto Fantástico, cuja habilidade de se tornar invisível e gerar campos de força adiciona uma nova dimensão à equipe.

Pedro Pascal, conhecido por papéis marcantes em séries como The Mandalorian e Narcos, empresta sua versatilidade para o papel de Reed Richards, o brilhante cientista cuja elasticidade desafia as leis da física e da imaginação.

Um dos grandes choques para os fãs foi a confirmação da participação de Robert Downey Jr., que não retorna como Tony Stark — seu personagem histórico —, mas assume o papel do enigmático e temido Doutor Destino, um dos vilões mais complexos e carismáticos dos quadrinhos da Marvel. A expectativa é alta para ver como Downey irá dar vida a esse personagem tão multifacetado.

Além disso, o elenco traz de volta nomes lendários como Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente. Essa escolha consolida a integração dos X-Men ao MCU, uma notícia que vem sendo aguardada ansiosamente por fãs de longa data.

Completam o time estrelas como Florence Pugh, Simu Liu, Tenoch Huerta Mejía, Anthony Mackie, Sebastian Stan, James Marsden e Rebecca Romijn, criando uma mistura de rostos familiares e novos talentos que enriquecem ainda mais o universo de Doomsday.

Desafios, mudanças e bastidores

A jornada para o filme não foi isenta de percalços. Inicialmente, a Marvel Studios planejava encerrar a Fase Seis com dois filmes: The Kang Dynasty e Secret Wars. Contudo, um imprevisto envolvendo o ator Jonathan Majors, que interpretaria o vilão Kang, levou a uma reestruturação da narrativa.

Com os irmãos Russo — que já haviam comandado os épicos Infinity War e Endgame — retornando à direção, o projeto foi renomeado para Doomsday. Essa mudança trouxe uma nova perspectiva e frescor para o roteiro, que ficou a cargo de Stephen McFeely e Michael Waldron, ambos roteiristas renomados com trabalhos que exploram tanto ação quanto profundidade emocional.

Os irmãos Russo também adotaram um método de trabalho flexível, muitas vezes gravando cenas mesmo sem o roteiro finalizado. Essa abordagem permite que a narrativa evolua organicamente, incorporando ideias dos atores e da equipe técnica, enriquecendo o filme com nuances inesperadas e momentos genuinamente emocionantes.

Por trás das câmeras, profissionais de destaque contribuem para o resultado visual impressionante. Newton Thomas Sigel, diretor de fotografia conhecido por seu trabalho em filmes com forte apelo visual, e Gavin Bocquet, designer de produção responsável por criar ambientes memoráveis, garantem que cada cenário e cada tomada sejam uma experiência visual única para o público.

Entenda a sinopse do filme

O enredo de Doomsday se passa 14 meses após os eventos de Thunderbolts (2025). A história acompanha uma aliança sem precedentes entre Vingadores, heróis de Wakanda, o Quarteto Fantástico, Novos Vingadores e X-Men, todos unindo forças para enfrentar uma ameaça global — e multiversal — encarnada pelo Doutor Destino.

Este desafio exige que heróis de realidades distintas deixem suas diferenças e conflitos de lado para proteger não só o planeta Terra, mas todo o multiverso, um conceito que expande o escopo da narrativa para além do tradicional. Essa dinâmica promete cenas carregadas de emoção, tensão e momentos épicos de ação.

Para os fãs, ver personagens que antes pertenciam a universos separados interagindo e trabalhando juntos é um sonho que finalmente se torna realidade, abrindo possibilidades criativas quase ilimitadas para a Marvel.

O futuro do MCU começa agora

Com estreia marcada para 18 de dezembro de 2026, o longa-metragem é aguardado como um dos maiores lançamentos do cinema mundial. Mas o que acontece após esse filme já está sendo planejado: a sequência, intitulada Avengers: Secret Wars, prevista para dezembro de 2027, promete aprofundar ainda mais os mistérios do multiverso e as consequências dos eventos que irão impactar profundamente o universo Marvel.

Essa nova fase da Marvel aposta em narrativas mais densas, personagens complexos e uma maior diversidade, refletindo o público global cada vez mais atento e exigente. O MCU caminha para histórias que combinam ação e emoção, com personagens cheios de camadas e dilemas reais, tornando a experiência mais humana e acessível.

Conversa com Bial desta sexta (11): Drauzio Varella revela o que a medicina ensina sobre a vida e a escrita

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Na madrugada desta sexta-feira, 11 de julho de 2025, o “Conversa com Bial” traz para o seu palco um dos maiores nomes da medicina e da literatura do Brasil: o renomado médico e escritor Drauzio Varella.

“A medicina implica em você tentar entender o outro”

Com a experiência de décadas dedicadas à medicina, o entrevistado d anoite reflete sobre o ofício que vai muito além de diagnósticos e tratamentos: “A medicina implica em você tentar entender o outro”, afirma. Esse olhar atento para a complexidade humana, segundo ele, pode ser uma das razões pelas quais tantos médicos que escrevem acabam se tornando bons escritores, capazes de traduzir as nuances da vida em palavras.

Novo livro

Durante a conversa, Drauzio apresenta seu mais recente lançamento literário, “O Sentido das Águas: histórias do Rio Negro”. A obra reúne relatos e reflexões inspirados na região amazônica, trazendo à tona histórias humanas e naturais que mostram a força e a delicadeza do Rio Negro e de seus povos.

Não perca essa entrevista inspiradora, que mistura ciência, literatura e humanidade, nesta sexta-feira, às 23h30, no GNT, na TV Globo, e no GloboPlay. Uma oportunidade para mergulhar na mente e no coração de Varella e entender por que sua visão médica também é uma janela para o mundo da escrita.

O Sentido das Águas: histórias do Rio Negro

Imagine um livro que é quase um convite para sentir na pele a imensidão da floresta amazônica, o sussurrar das águas escuras e o pulsar dos povos que vivem em harmonia com esse cenário. O Sentido das Águas é exatamente isso — uma viagem que vai muito além da geografia, trazendo o rio Negro à vida em todas as suas cores, sons e mistérios. Com mais de 1.200 quilômetros de extensão, suas águas âmbar refletem as copas das árvores e o céu, criando um espetáculo onde a natureza parece dançar entre o real e o encantado. Por meio de relatos colhidos ao longo de 30 anos, Varella nos conduz por histórias vibrantes e cheias de alma, onde a floresta não é só pano de fundo, mas protagonista, assim como as gentes que a habitam, carregando saberes, crenças e uma cultura que pulsa forte como as próprias águas do rio.

Conheça mais sobre o convidado

Ele não é só um médico; é um contador de histórias da vida real, um explorador da condição humana que há décadas busca entender o outro — seja nos corredores frios de hospitais ou nos cantos remotos da Amazônia. Nascido em São Paulo em 1943, e formado pela USP, ele fez da medicina um caminho para a empatia e o olhar sensível. Sua trajetória inclui trabalhos em hospitais, prisões e centros de detenção, onde escutou e deu voz a quem muitas vezes foi invisível. Além de médico, é um escritor que transforma vivências em narrativas impactantes, como no premiado Estação Carandiru. Em O Sentido das Águas, Drauzio se transforma em um viajante das palavras e dos sentidos, revelando que entender a vida passa também por aprender a enxergar o mundo com curiosidade e respeito — afinal, para ele, a medicina é um exercício constante de humanidade.

Qual horário será exibido?

Sob a apresentação de Pedro Bial, a entrevista será exibida às 23h30 no GNT, na TV Globo, logo após o Jornal da Globo, e também ficará disponível para streaming a qualquer momento no GloboPlay.

Nair Nany vem ao Brasil pela primeira vez para participação especial em gravação de DVD gospel em São Paulo

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A espera terminou. A cantora angolana Nair Nany, que se tornou uma sensação entre os admiradores da música gospel com sucessos como “Melhor Amigo / O Que Seria de Mim”, finalmente vem ao Brasil — e a data já está marcada. No dia 10 de setembro, ela desembarca em São Paulo para participar da gravação do novo DVD do pastor e cantor Marcos Freire, em um evento que promete marcar a história da música cristã contemporânea.

Com voz potente, carisma marcante e uma fé que transborda em suas ministrações, Nair Nany será uma das atrações principais de uma noite de celebração, comunhão e adoração, ao lado de grandes nomes do cenário gospel nacional, como Aline Barros, Fernanda Brum, Anderson Freire, Camila Vieira e Paulo Vieira.

A filha de Angola conquista o Brasil

Natural de Angola, Nair Nany tem conquistado uma legião de admiradores brasileiros por meio das redes sociais e plataformas de streaming. Seu estilo emocional, carregado de espiritualidade e entrega, encontrou eco entre fiéis e ouvintes que se identificam com letras que falam sobre intimidade com Deus, superação, dor e consolo.

O dueto com Eunice Zumbuca e Dimy Francisco, em “Melhor Amigo / O Que Seria de Mim”, tornou-se viral, rendendo centenas de milhares de execuções nas plataformas e compartilhamentos em vídeos de testemunhos e pregações. Em um momento em que a música gospel angolana ganha projeção internacional, Nair Nany se destaca como uma das principais vozes dessa nova geração.

Um convite especial e histórico

A vinda da artista a solo brasileiro foi idealizada pelo próprio Marcos Freire, que fez o convite para que ela participasse da gravação de seu novo DVD. O evento reunirá diferentes vertentes da música cristã e promete unir culturas e sotaques num só propósito: exaltar a fé e o amor de Deus.

Nas palavras do pastor, essa será uma “noite profética” — e não é para menos. A presença de Nair Nany marca uma aproximação ainda maior entre os ministérios africanos e brasileiros, fortalecendo laços espirituais e culturais. “Estamos trazendo a filha de Angola para, juntos, declararmos nas horas escuras que Deus é a nossa luz”, disse Marcos Freire em publicação nas redes.

A nova fase do gospel internacional

A participação de Nair Nany em eventos no Brasil também simboliza um novo capítulo na relação do país com artistas internacionais da música gospel. Por muito tempo, nomes norte-americanos ocuparam esse espaço, mas agora vozes africanas, como a de Nany, vêm ganhando mais representatividade, ampliando o repertório, os ritmos e as narrativas de fé compartilhadas entre os continentes.

Para o público, a expectativa é grande. Comentários nas redes sociais expressam alegria, emoção e ansiedade pela chegada da cantora. “Nunca pensei que veria Nair Nany aqui, pessoalmente. Vai ser uma noite para glorificar!”, escreveu uma seguidora

Um momento para ser vivido com o coração

Mais do que um show, a gravação será um grande culto musical, em que diferentes gerações de adoradores se reunirão para louvar, orar e agradecer. A estreia da cantora no Brasil não será apenas uma apresentação: será o início de uma nova etapa na carreira da cantora e, possivelmente, o ponto de partida para novas conexões entre igrejas, ministérios e públicos ao redor do mundo.

Resumo semanal da novela Dona de Mim de 13/10 a 18/10

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Capítulo 143 da novela Dona de Mim de segunda, 13 de outubro
Lucas tenta disfarçar seu estado físico diante de Ryan, enquanto Bárbara fecha um contrato de patrocínio crucial com Heidegger, que decide apostar no sucesso da dupla, investindo tanto nela quanto em Lucas. Ayla sente-se profundamente traída ao descobrir o relacionamento entre Filipa e Jaques, e o choque emocional a abala. Jeff finalmente cria coragem e pede Stephany em namoro, iniciando um romance promissor. Ryan, desconfiado das atitudes de Lucas, pressiona-o a realizar um exame toxicológico. Marlon se empenha em ajudar Alan a se reaproximar de Jussara, incentivando a reconciliação familiar. Claudinei avisa Walkíria sobre o paradeiro de Vanderson, enquanto Marlon impede Pompeu de cometer uma injustiça contra Aldemir. No meio disso, Samir e Ricardo surpreendem Samuel ao sugerir que as novas peças da Boaz podem ter sido produzidas ilegalmente, levantando uma suspeita grave sobre a empresa.

Capítulo 144 da novela Dona de Mim de terça, 14 de outubro
Após as denúncias sobre a produção das peças, Samuel opta por não vendê-las, escolhendo agir com ética mesmo diante do risco financeiro. Leo demonstra apoio a Samuel e Sofia, que ainda sentem a ausência de Abel. Rosa surge com uma proposta que pode livrar Samuel da dívida da fábrica sem precisar vender as novas peças. Sofia, insegura, acredita estar sendo um fardo para Leo. Para ter controle sobre Rosa e a Boaz, Jaques incentiva Filipa a solicitar judicialmente a guarda de Sofia. No grupo de apoio, Filipa conhece Samantha e encontra acolhimento. Clara agradece a Kami por sua coragem em se expor na internet sobre dificuldades pessoais. Sofia sonha com Abel, enquanto Ryan e Kami se aproximam cada vez mais. No desfecho, Samuel anuncia a Leo que pretende devolver a guarda de Sofia à família, desencadeando um conflito inesperado.

Capítulo 145 – quarta, 15 de outubro
A decisão de Samuel provoca uma intensa discussão com Leo sobre a guarda de Sofia. Ryan acompanha Kami em um podcast apresentado por Jonathan e Silvana, e durante a entrevista, Kami pede que Ryan respeite seu tempo e emoções. Yara tenta apaziguar o conflito, lembrando a Leo que Samuel tem motivos justos para querer a guarda da irmã. Rosa, confusa entre passado e presente, sofre com delírios que Jaques aproveita para manipular, prometendo trazer Sofia de volta para casa. Jaques oferece seu apartamento para Filipa, deixando-a dividida entre gratidão e desconfiança. Nina exige que Danilo prove que não tem sentimentos por Filipa, enquanto Sofia confessa a Leo seu medo de morar com Jaques. A tensão atinge seu ápice quando Samuel confronta Jaques diretamente sobre a disputa pela guarda.

Capítulo 146 – quinta, 16 de outubro
Rosa tenta interromper as brigas e exige que Samuel e Jaques cessem a disputa, insistindo que Sofia volte para casa. Leo se mantém ao lado da menina, que revela seu medo do comportamento de Jaques. Breno e Caco entram em conflito, e Samuel busca diálogo com Filipa para evitar maiores confrontos. Rosa incentiva Filipa a lutar pela guarda de Sofia, o que agrada Jaques, enquanto Samuel decide formalizar seu pedido de guarda da irmã, reacendendo a guerra familiar. Gisele protesta contra a decisão de Ayla de acolher Caco em casa. Davi demonstra interesse crescente por Bárbara, e Jeff e Stephany oficializam o namoro com um beijo apaixonado. Filipa lembra a Danilo que Nina ainda nutre sentimentos por ele, e Leo, desesperado, implora que Filipa desista do pedido de guarda antes que seja tarde demais.

Capítulo 147 – sexta, 17 de outubro
Leo confronta Filipa sobre sua proximidade com Jaques, alertando-a sobre a manipulação do empresário, mas ela se deixa influenciar pelo charme dele. Dalva tenta abrir os olhos de Filipa, alertando sobre o delicado estado de Rosa. Samuel reforça que assumirá pessoalmente o pedido de guarda de Sofia, determinado a protegê-la. Davi confessa a Jaques seu interesse por Bárbara, e o empresário usa a informação para provocar Marlon. Bárbara busca tranquilizar Lucas quanto ao risco de ser pego no doping, mas a pressão das mentiras começa a pesar. Ryan se preocupa com a repercussão do podcast de Kami, temendo impactos negativos em sua imagem. Marlon, cada vez mais desconfiado das ações de Pompeu, desabafa com Jussara e, num impulso, beija Bárbara, complicando ainda mais os relacionamentos.

Capítulo 148 – sábado, 18 de outubro
A tensão entre Bárbara e Marlon aumenta após o beijo, enquanto Ryan é abordado por Azzy, que tenta sondar sobre o doping de Lucas. Davi busca Marlon em busca de conselhos sobre como se aproximar de Bárbara, sem perceber a recente ligação entre os dois. Determinada, Filipa decide pintar o quarto de Sofia, reforçando Samuel que não desistirá da guarda da irmã. Nina sente ciúmes ao ver Danilo com Filipa, e Jaques ameaça o rapaz, deixando-o em alerta. Sofia diverte-se com Rosa, que sofre mais um episódio de esquecimento, emocionando todos ao redor. O processo de guarda finalmente se inicia, e Leo tenta confortar Sofia, anunciando que ela voltará para casa, sem prever as novas disputas e dores que essa decisão ainda provocará.

Dona de Mim | Resumo semanal da novela de 20/10 a 25/10

Capítulo 149 – segunda, 20 de outubro
A tensão entre Bárbara e Marlon aumenta após mais uma discussão, enquanto Ryan é surpreendido por Azzy, que tenta sondar informações sobre ele. Davi busca conselhos com Marlon para se aproximar de Bárbara, sem perceber a complexidade da situação. Determinada, Filipa decide pintar o quarto de Sofia, reafirmando que Samuel não desistirá da guarda da irmã. Nina sente ciúmes ao ver Danilo com Filipa, e Jaques ameaça o rapaz, deixando-o em alerta. Sofia brinca com Rosa, que sofre mais um episódio de esquecimento, emocionando a todos. O processo de guarda finalmente se inicia, e Leo anuncia a Sofia que ela retornará para a casa de sua família, sem prever os conflitos que ainda surgirão.

Capítulo 150 – terça, 21 de outubro
Sofia entra em pânico com a ideia de morar com Jaques e implora para que Leo fuja com ela. Vespa ameaça Ryan ao perceber a movimentação para a gravação de um clipe com Azzy, aumentando a tensão. Ryan finalmente pede Kami em namoro, iniciando um novo capítulo em seu relacionamento. Jussara se encanta com o novo comportamento de Alan na igreja, enquanto Marlon observa Ryan e Kami juntos, incomodado. Rosa teme que Sofia não volte para casa e convida Yara à mansão, gerando preocupação em Leo. Jaques finge uma mudança de comportamento diante de Leo, enquanto este recebe a confirmação positiva de Sol para o lançamento de sua campanha. Samuel lembra Leo da audiência pela guarda de Sofia, reacendendo sua ansiedade.

Capítulo 151 – quarta, 22 de outubro
Leo garante a Samuel que vai conciliar a audiência pela guarda de Sofia com o lançamento de sua campanha, tentando equilibrar compromissos profissionais e pessoais. Marlon confronta Kami sobre Ryan, e Sofia se entristece, deixando Leo preocupado. Breno sente ciúmes diante da repercussão da campanha de lançamento da coleção de Leo. Motivado por Filipa, Jaques faz uma apresentação musical na rua, buscando reconectar-se com o público. Gilmar procura Bárbara a pedido de Davi, enquanto Filipa exige que Jaques peça desculpas pelas humilhações que fez Leo passar. Leo elabora uma lista detalhada das falcatruas de Jaques, e Breno, sem querer, transmite a conversa ao vivo em suas redes sociais, provocando repercussão imediata.

Capítulo 152 – quinta, 23 de outubro
Jaques admite suas falcatruas contra Leo, enquanto Davi acompanha a transmissão ao vivo feita por Breno, que se desespera ao perceber o alcance da exposição. Ivy comenta que Davi está apaixonado por Bárbara, e Breno pede que Caco volte para casa, tentando controlar os acontecimentos. Sofia acredita que Leo é responsável por seu retorno à mansão, gerando tensão entre ambos. Samuel confronta Jaques sobre a morte de Abel, e Filipa se impressiona com o descontrole do cunhado. Jaques tem um pesadelo envolvendo Abel, e Bárbara afirma a Romano que deseja participar do esquema de Heidegger. Danilo se incomoda com a maneira como Jaques se refere a Filipa para Ricardo, enquanto Ivy aconselha Davi sobre seus sentimentos por Bárbara. Paula alerta Leo sobre o estado emocional de Sofia, e Ricardo sugere que Samuel tome medidas contra Jaques em relação às peças de Mianmar, protegendo a Boaz.

Capítulo 153 – sexta, 24 de outubro
Samuel decide doar as peças de Mianmar e divulgar oficialmente a situação da Boaz, ganhando a admiração de Ricardo. Sofia retoma a comunicação com Leo, chamando-a de “Leoa” em um momento emocionante. Chega o dia da audiência pela guarda da menina, e Filipa reafirma a Samuel seu desejo de cuidar de Sofia. Breno, Caco, Stephany e Leo organizam o desfile de lançamento da nova coleção, que se torna um marco no evento. Leo dá seu depoimento na audiência, e a juíza concede a guarda de Sofia para Filipa, enquanto Jaques comemora. Após a decisão, Jaques pede que Isabela retorne para Portugal, encerrando um ciclo de tensões.

Capítulo 154 – sábado, 25 de outubro
Leo convoca o coral de Stephany e Dara para o lançamento de sua coleção, emocionando todos os presentes com a apresentação. Danilo finalmente aceita tatuar Nina, e eles se beijam, selando o romance. Filipa se surpreende com a partida repentina de Isabela para a Europa, enquanto Sofia reafirma que não quer voltar para a mansão e pede para ficar com Leo, sendo confortada por Samuel. Kami e Ryan consolidam seu relacionamento, e todos celebram o sucesso do evento idealizado por Leo. Castanho retoma o trabalho e apoia Marlon. Isabela se despede de Filipa, aconselhando a filha a não confiar completamente em Jaques. No final, Leo confronta Samuel ao ouvir dele que Sofia não a vê como mãe, reacendendo emoções e conflitos familiares.

Zeca Pagodinho leva o samba à alma do Japão em encontro com Pedro Bial no “Conversa com Bial”

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Em uma noite que une continentes, histórias e melodias, o “Conversa com Bial” desta sexta-feira, 25 de julho, se transforma num documentário íntimo e emocionante, conduzido por dois nomes que dispensam apresentações: Pedro Bial e Zeca Pagodinho. Mas desta vez, a roda de samba não é em Xerém, muito menos em um estúdio carioca. O cenário é um karaokê em Osaka, no Japão — uma cidade que pulsa entre luzes de néon e memórias silenciosas — onde o samba encontrou um novo lar, ao menos por uma noite.

No ar logo após o Jornal da Globo e às 23h45 no GNT, o programa especial joga luz sobre um encontro raro: o Brasil profundo e leve de Zeca e o olhar curioso e generoso de Bial, unidos em um canto improvável do mundo. Entre goles de cerveja, canções eternas e memórias costuradas pelo tempo, a edição vai muito além de uma entrevista — é um abraço cultural em quem assiste.

Um boteco de alma brasileira no coração de Osaka

Há algo de mágico quando culturas aparentemente distantes se encontram por afinidades invisíveis. Foi assim que o karaokê, símbolo pop da convivência japonesa, virou palco para um samba sincero. O microfone, geralmente usado por locais em interpretações de hits dos anos 80, agora estava nas mãos de Zeca Pagodinho, com seu chapéu panamá e aquela presença que enche qualquer espaço com afeto e verdade.

Ali, entre mesas apertadas, um telão exibindo letras e um público misto de brasileiros expatriados e japoneses curiosos, Zeca cantou “Conflito”, uma de suas pérolas afetivas. Ao lado de Pedro Bial, o clima era de roda de samba improvisada. Mas quem conhece Zeca sabe: o improviso é, muitas vezes, o ponto mais autêntico da arte.

“Não importa onde eu esteja. Se tiver cerveja gelada e alguém pra cantar comigo, tamo em casa”, brinca o cantor durante o papo, enquanto o público local batuca com as mãos na mesa, tentando acompanhar o ritmo que vem do coração.

De Irajá para o mundo: o Zeca que não precisa de palco

Nascido em Irajá, zona norte do Rio, Zeca viu a vida mudar quando a música deixou de ser passatempo e virou destino. Mas a fama nunca o distanciou das raízes. Ao contrário: ele sempre levou consigo o subúrbio, a rua, a conversa de bar, a sabedoria do povo. É isso que Pedro Bial, com sua escuta afiada, ajuda a revelar na conversa — não o Zeca artista, mas o Zeca homem, pai, amigo, brasileiro comum com dons extraordinários.

Durante a entrevista, Zeca revisita episódios marcantes da vida. Conta do dia em que Beth Carvalho o chamou para gravar pela primeira vez. Lembra dos tempos em que trabalhava como apontador de bicho e cantava em rodas de samba por prazer. E ri ao se lembrar do susto que a mãe levou quando ouviu sua voz no rádio pela primeira vez: “Achou que fosse outra pessoa. Falou: ‘Esse não é o Jessé!’”.

É essa autenticidade que fez com que Zeca se tornasse um dos sambistas mais amados do país — e agora, também, um embaixador informal da cultura brasileira na Ásia.

A Expo 2025 e o Brasil que canta além das fronteiras

O programa acontece no contexto da Expo 2025, que ocorre em Osaka e conta com participação do Brasil em uma série de eventos culturais. Além de Zeca, artistas como Mãeana, Lisa Ono e Bem Gil integram a programação. Mas, entre todos, é Zeca quem mais conecta com o público. Não por ter o maior palco ou a produção mais grandiosa — mas por carregar, na simplicidade de cada verso, uma parte da alma brasileira.

No evento, Zeca fez show para um público misto e entusiasmado. “Ver japonês cantando ‘Deixa a Vida Me Levar’ foi uma das coisas mais emocionantes que já vi”, revela Bial, ainda impactado. E realmente: a cena de centenas de vozes estrangeiras entoando em coro uma canção que nasceu nas ladeiras cariocas é uma prova de que a música atravessa fronteiras invisíveis.

O samba como memória afetiva de um país

Zeca é mais que um cantor. É cronista de um Brasil que resiste com leveza. Suas músicas falam de amor, de perdas, de esperanças e de saudades com uma linguagem que todo mundo entende. “Vai Vadiar”, “Maneiras”, “Verdade”, “Deixa a Vida Me Levar” — essas não são apenas faixas: são trilhas de vida. São hinos de momentos que cada brasileiro guarda como lembrança.

No programa, ele comenta que nunca planejou ser ídolo. “Eu só queria cantar, ué. Fazer um samba pra galera sorrir, pra aliviar o peso da vida”. E talvez por isso mesmo ele tenha se tornado tão essencial.

Um Brasil que não precisa de legenda

A presença de Zeca na televisão japonesa é discreta, mas significativa. Câmeras o seguem enquanto ele anda por Osaka, experimenta pratos locais, conversa com brasileiros que moram na cidade. “No Japão, o tempo é diferente. Tudo tem pausa. E samba também precisa de pausa, senão vira só batida”, filosofa.

Em uma cena belíssima, capturada pelas lentes da equipe do programa, ele ensina um grupo de japoneses a bater palma no ritmo do samba. Começa devagar, ajusta o compasso, até que o batuque coletivo se forma. Riem, erram, recomeçam. Não entendem o idioma, mas compreendem o espírito. E é isso que a música faz: comunica o que a linguagem formal não dá conta.

O jornalista que também se permite emocionar

Pedro, por sua vez, conduz o programa como quem guia uma visita ao próprio passado. Em diversos momentos, deixa transparecer a emoção — seja ao ouvir “O Sol Nascerá”, seja ao rever imagens da infância de Zeca. “Conversar com o Zeca é como ouvir o Brasil falar por meio de um samba. Ele transforma o cotidiano em poesia. É um dom raro”, diz o jornalista.

Ao longo da entrevista, Bial também reflete sobre o papel da cultura brasileira fora do país. “Ver um japonês cantar samba me dá a esperança de que nossa arte é maior do que pensamos. E de que ela pode, sim, salvar dias difíceis”.

De volta para casa, mas com o coração no Japão

A edição termina com Zeca caminhando pelas ruas iluminadas de Osaka. O olhar é curioso, mas sereno. “Aqui é diferente, mas também é parecido. Tem gente, tem silêncio, tem respeito. A gente acha que tá longe, mas a música aproxima”, diz ele, já com saudade no tom.

Ao fundo, ouve-se “Uma Prova de Amor”, em versão instrumental, enquanto a câmera se afasta. É o tipo de final que deixa um nó na garganta — não pela despedida, mas pela certeza de que encontros como esse deixam marcas que o tempo não apaga.

Cantai ao Senhor | Pedro Bial anuncia documentário sobre a música evangélica brasileira

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Foto: Reprodução/ Internet

Na noite desta quinta-feira (14), Pedro Bial trouxe ao público uma notícia que promete abrir uma nova janela para a cultura brasileira. Durante a exibição do Conversa com Bial, o jornalista e apresentador anunciou a produção de uma série documental intitulada Cantai ao Senhor – A História da Música Evangélica Brasileira. Para marcar o momento, Bial reuniu no programa duas figuras centrais da cena gospel: a cantora Shirley Carvalhaes, um ícone do gênero, e o pesquisador Arthur Martins, especialista em música evangélica e suas ramificações históricas. As informações são do Gshow.

O anúncio não se tratou apenas de mais um projeto televisivo. Bial ressaltou a importância de compreender um fenômeno cultural muitas vezes negligenciado: a música produzida por artistas evangélicos, que cresceu exponencialmente nas últimas décadas e desempenha papel significativo na vida de milhões de brasileiros. “Olha quanta coisa está acontecendo, e eu acho que a mídia está tendo dificuldade de explicar (…) A valorosa equipe do Conversa com Bial está tomando conta disso, está produzindo uma série documental dirigida pelo Ricardo Alexandre e pelo Dudu Levi, gente muito preparada para cuidar desse assunto”, destacou o apresentador, enfatizando a responsabilidade de profissionais experientes para retratar com profundidade um universo tão rico e complexo.

O despertar para um universo cultural pouco explorado

Para Arthur Martins, a produção documental representa mais do que entretenimento; é uma oportunidade de colocar luz sobre uma narrativa histórica esquecida. “Acho que a maior importância é a gente começar a contar a história da música popular brasileira incluindo o que os evangélicos fazem há quase 100 anos, e que a elite intelectual e a elite que tem o poder de contar a história do Brasil nunca prestou atenção, ou nunca quis prestar atenção. Então, pela primeira vez a gente está conseguindo jogar luz sobre isso, que estava meio nebuloso, escuro, agora a gente vai finalmente descobrir”, afirmou o pesquisador no programa.

A história da música evangélica no Brasil é antiga e multifacetada. Desde os hinos protestantes do início do século XX até a música cristã contemporânea, a produção evangélica passou por diferentes fases, incorporando ritmos regionais, influências populares e elementos de gêneros como samba, forró, rock e pop. Mais do que expressão religiosa, essas canções refletem contextos sociais, culturais e históricos, servindo de ponte entre fé, comunidade e identidade cultural.

Shirley Carvalhaes: a voz que moldou o gospel brasileiro

A participação de Shirley Carvalhaes no programa foi especialmente significativa. Conhecida como a Rainha do Gospel, Shirley construiu uma carreira de quase cinco décadas, misturando ritmos nordestinos e mensagens de fé de maneira única. Sua trajetória exemplifica o que a série documental busca retratar: artistas que, através de talento, persistência e devoção, transformaram a música evangélica em um fenômeno cultural reconhecido e admirado.

“Sempre fizemos parte da história musical do país, mas muitas vezes não fomos vistos. Essa série vem para mostrar que nossa música não é apenas um segmento religioso, mas uma expressão cultural que dialoga com toda a sociedade”, afirmou Shirley, reforçando a relevância do projeto para o reconhecimento de gerações de músicos que atuaram fora dos holofotes tradicionais.

Um projeto que une pesquisa e arte

Dirigida por Ricardo Alexandre e Dudu Levi, a série documental promete equilibrar rigor acadêmico e sensibilidade artística. A proposta é apresentar não apenas os artistas e suas canções, mas também o contexto histórico e social que moldou a música evangélica no Brasil. Entre imagens de arquivo, apresentações históricas e entrevistas, o público poderá compreender como a música religiosa se entrelaça com a fé, a comunidade e a própria história do país.

Pedro Bial destacou que o projeto pretende mostrar a música evangélica em múltiplas dimensões. “Não é só sobre discos e artistas, é sobre pessoas, histórias, comunidades e transformações sociais. É sobre como a música influencia e é influenciada pela vida das pessoas que a criam e a vivem”, explicou. Essa abordagem promete dar ao público uma visão ampla e profunda, destacando o valor artístico, social e espiritual das canções.

A música evangélica como expressão cultural

Nas últimas décadas, o crescimento da população evangélica no Brasil transformou o gênero em um verdadeiro fenômeno cultural. Igrejas, gravadoras independentes e artistas autônomos contribuíram para a disseminação da música cristã, que hoje não se limita aos templos, mas alcança rádios, plataformas de streaming, shows e festivais com milhares de participantes.

Arthur Martins reforça que compreender essa música é essencial para entender a história cultural brasileira como um todo. “Ao ignorar a produção evangélica, a narrativa oficial da música popular fica incompleta. Este documentário corrige isso, trazendo à luz artistas, movimentos e histórias que até agora permaneceram nas sombras”, disse.

Expectativa e impacto social

O anúncio da série documental gerou grande expectativa entre artistas, pesquisadores e público em geral. Ao dar visibilidade à música evangélica, o projeto contribui para o reconhecimento da diversidade cultural brasileira e estimula uma reflexão sobre preconceitos e estigmas associados ao gênero. Mostrar a riqueza artística, a história e a dimensão social dessa música é também uma forma de promover diálogo e compreensão entre diferentes comunidades.

Além disso, a série terá potencial educativo e acadêmico. Pesquisadores e estudantes de música, sociologia e história terão acesso a um material rico e detalhado, capaz de ampliar o entendimento sobre como fé e cultura se entrelaçam em um país tão diverso como o Brasil.

Um projeto pioneiro

“Cantai ao Senhor – A História da Música Evangélica Brasileira” é pioneiro. Embora a música evangélica tenha influenciado inúmeros artistas e gêneros ao longo do século XX e XXI, nunca houve um registro audiovisual tão abrangente e aprofundado. A série documental pretende preencher essa lacuna, mostrando desde pequenas comunidades e grupos musicais até grandes gravadoras e concertos, permitindo compreender como o gênero se consolidou e se expandiu ao longo do tempo.

Além de Shirley Carvalhaes e Arthur Martins, o projeto deve reunir depoimentos de outros artistas, líderes religiosos e especialistas, oferecendo múltiplas perspectivas sobre a música evangélica e seu impacto na sociedade brasileira. Essa abordagem plural ajudará o público a compreender não apenas a produção musical, mas também o contexto social e histórico em que ela se desenvolveu.

Mulher-Maravilha | Novo longa da heroína avança no DC Studios com roteirista de Supergirl e Jovens Titãs

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Depois do lançamento de Superman sob o comando de James Gunn, o universo cinematográfico da DC está ganhando forma — e a Mulher-Maravilha, uma das heroínas mais icônicas dos quadrinhos, finalmente começa a ter seu lugar garantido nessa nova fase. Agora, o longa solo da amazona deu um passo importante: já tem roteirista confirmada!

Quem assume o desafio é Ana Nogueira, roteirista que já está bem familiarizada com o universo da DC. Ela foi a responsável pelo roteiro de Supergirl, previsto para chegar aos cinemas em 26 de junho de 2026, e também estava envolvida no desenvolvimento de Jovens Titãs — ainda que esse projeto específico nunca tenha sido oficialmente anunciado.

A informação sobre Ana ter sido escolhida para comandar a história da Mulher-Maravilha foi divulgada primeiro por Umberto Gonzalez, do The Wrap, jornalista conhecido por adiantar novidades confiáveis do mundo da DC. Logo depois, a própria DC confirmou a notícia, reforçando que o projeto realmente está caminhando.

Segunda peça do novo DCU

Esse novo filme da Mulher-Maravilha será o segundo longa oficial da chamada “primeira leva” do DCU (Universo DC), que começou com o Superman de James Gunn, lançado em 2025. A direção ficará nas mãos de Craig Gillespie, conhecido por trabalhos como Cruella e Eu, Tonya — ou seja, pode-se esperar uma visão estilosa, intensa e com uma protagonista poderosa.

Ana Nogueira foi inicialmente contratada pela Warner para escrever um filme da Supergirl estrelado por Sasha Calle, que deu vida à heroína em The Flash (2023). Apesar de essa versão da personagem ter vindo de um “mundo alternativo”, Nogueira parece ter conquistado o estúdio com sua abordagem, garantindo novos desafios dentro do DC Studios.

Quem é Supergirl, afinal?

Pra quem ainda está se familiarizando com esse universo, vale um parêntese rápido: Supergirl (ou Super-Moça, como muitos brasileiros ainda chamam) é um codinome usado por várias personagens da DC ao longo dos anos. Mas a versão mais conhecida é Kara Zor-El, prima do Superman, que chegou à Terra após passar um bom tempo na misteriosa Zona Fantasma.

Por causa dessa passagem pela Zona Fantasma, Kara teve uma exposição diferente à luz do sol amarelo da Terra — o que, acredite se quiser, faz com que ela tenha potencialmente mais força do que seu primo, Clark Kent.

Kara nasceu em Argo City, uma cidade fictícia do planeta Krypton, criada nos quadrinhos como uma das últimas sobreviventes da tragédia que destruiu o mundo natal do Superman. Desde então, a personagem teve várias adaptações nos quadrinhos, animações e até séries de TV.

Mulher-Maravilha: uma nova fase

A escolha de Ana Nogueira como roteirista para o novo filme da Mulher-Maravilha mostra que o estúdio está apostando em nomes com uma pegada criativa forte, mas também já inseridos no universo que estão tentando construir. Não se sabe ainda qual será o tom desse novo filme da amazona — se ele vai se aproximar mais do estilo aventuresco e mitológico do primeiro longa estrelado por Gal Gadot, ou se terá uma proposta completamente diferente, mais pé no chão, moderna ou até mais sombria.

Aliás, por enquanto, nem a atriz que vai interpretar Diana Prince foi anunciada. Com Gal Gadot aparentemente fora do projeto — e com James Gunn reformulando toda a linha de heróis — tudo indica que teremos uma nova Mulher-Maravilha nos cinemas.

O que esperar daqui pra frente?

O que dá pra saber é que a DC quer mesmo trazer uma nova energia para seus filmes. Depois de muitos altos e baixos nos últimos anos, parece que o estúdio está aprendendo com os erros do passado e buscando formas de construir um universo coeso, com histórias bem amarradas e personagens marcantes.

Se Superman abriu com um fôlego novo, Supergirl deve expandir ainda mais esse universo cósmico e cheio de dilemas familiares e existenciais. Já o filme da Mulher-Maravilha pode ser a peça que une tudo isso com o legado das amazonas, da mitologia e de uma heroína que simboliza força, justiça e compaixão.

Na Sessão da Tarde desta sexta (9), TV Globo apresenta o emocionante drama Um Laço de Amor

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Foto: Reprodução/ Internet

Na Sessão da Tarde desta sexta-feira, 9 de janeiro de 2026, a TV Globo apresenta o emocionante drama “Um Laço de Amor”, um filme que toca em temas universais como cuidado, pertencimento e os limites entre proteger e permitir que alguém siga seu próprio caminho.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, na história, Frank Adler vê sua vida mudar completamente após a morte da irmã e passa a criar sozinho a sobrinha Mary, uma menina de sete anos com inteligência excepcional, especialmente para a matemática. Determinado a oferecer à criança uma infância equilibrada, Frank acredita que o melhor para Mary é uma vida simples, com escola regular, amigos e brincadeiras. Essa escolha, no entanto, entra em choque com a visão de sua mãe, Evelyn, que enxerga o talento da neta como algo que deve ser desenvolvido ao máximo, mesmo que isso implique uma separação dolorosa entre tio e sobrinha.

O conflito familiar se intensifica quando o dom de Mary passa a atrair a atenção de professores e especialistas, transformando a guarda da menina em uma disputa emocional e judicial. O filme constrói esse embate com delicadeza, explorando não apenas a genialidade da criança, mas principalmente os laços afetivos que a sustentam. No centro da narrativa está a pergunta: o que realmente significa querer o melhor para alguém?

Dirigido por Marc Webb, conhecido por “500 Dias com Ela” e “O Espetacular Homem-Aranha”, o longa mostra um lado mais contido e sensível do diretor. O papel principal é vivido por Chris Evans, em uma atuação que se distancia de seus trabalhos mais populares como o Capitão América no Universo Marvel, além de filmes como “Entre Facas e Segredos” e “Expresso do Amanhã”. Aqui, o ator entrega um personagem humano, falho e profundamente afetuoso.

O elenco conta ainda com a jovem Mckenna Grace, que já havia se destacado em produções como “Eu, Tonya”, “Annabelle 3: De Volta Para Casa” e “A Maldição da Residência Hill”, além de Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” e conhecida por filmes como “Estrelas Além do Tempo” e “A Forma da Água”. Jenny Slate, vista em “Tudo Que Quero” e “Venom”, e Lindsay Duncan, com passagens por “Birdman” e “Alice no País das Maravilhas”, completam o elenco de peso.

Lançado originalmente com o título “Gifted”, o filme começou a ser desenvolvido em 2015, com as filmagens realizadas em Savannah e Tybee Island, no estado da Geórgia. Nos cinemas, o longa teve boa recepção do público, especialmente pela sensibilidade do roteiro e pela química entre os protagonistas.

Além da exibição na Sessão da Tarde, o público que quiser rever ou conhecer “Um Laço de Amor” também pode assistir ao filme no Disney+. O longa está disponível no catálogo da plataforma de streaming por meio de assinatura, permitindo que a história seja vista a qualquer momento, com comodidade e qualidade.

No SBT, fantasia musical “Monster High: O Filme” é destaque no Cinema em Casa deste sábado (10)

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O Cinema em Casa deste sábado, 10 de janeiro de 2026, leva ao público do SBT uma aventura cheia de música, identidade e mensagens sobre pertencimento com “Monster High: O Filme”, versão live-action lançada em 2022 e inspirada na famosa franquia de bonecas da Mattel.

Dirigido por Todd Holland e com roteiro assinado por Jenny Jaffe, Greg Erb e Jason Oremland, o longa mistura fantasia, musical e drama adolescente para apresentar uma nova geração de monstros que, assim como muitos jovens do mundo real, lutam para encontrar seu lugar. A produção é da Mattel Television, em parceria com a Brightlight Pictures, e marcou uma nova fase do relançamento da marca Monster High.

A história acompanha Clawdeen Wolf, uma adolescente de 16 anos que carrega um grande segredo: ela é metade humana e metade lobisomem. Criada pelo pai humano, Apollo, Clawdeen sempre precisou esconder sua verdadeira natureza para se proteger do preconceito. Quando recebe uma inesperada carta de aceitação para estudar na Monster High, uma escola exclusiva para jovens monstros, ela vê a chance de finalmente pertencer a algum lugar.

No entanto, o sonho logo se transforma em desafio. Ao chegar à escola, Clawdeen descobre que apenas monstros de “sangue puro” são oficialmente aceitos, o que a obriga a esconder ainda mais quem realmente é. Mesmo assim, ela encontra apoio em novos amigos, como Frankie Stein, uma criatura brilhante e de gênero não binário; Draculaura, filha do Conde Drácula; Deuce Gorgon, filho da Medusa; além de personagens icônicos como Cleo de Nile, Lagoona Blue e Ghoulia Yelps.

Entre números musicais vibrantes e conflitos típicos da adolescência, o filme constrói uma narrativa que vai além da fantasia. A jornada de Clawdeen se transforma em uma metáfora sobre aceitação, diversidade e o medo de não ser “suficiente” para se encaixar em padrões impostos. Quando segredos do passado da Monster High vêm à tona, incluindo a história de um ex-aluno híbrido que pagou caro por ser diferente, a protagonista precisa decidir se vale a pena abrir mão de uma parte de si mesma para ser aceita.

O elenco jovem é liderado por Miia Harris no papel de Clawdeen, ao lado de Ceci Balagot, Nayah Damasen, Case Walker, Lina Lecompte e Justin Derickson, que dão vida aos personagens clássicos da franquia com uma abordagem atual e representativa. Um dos destaques do filme é justamente a atualização dos temas da marca, dialogando com questões contemporâneas como identidade, inclusão e liberdade de expressão.

“Monster High: O Filme” foi lançado nos Estados Unidos simultaneamente na Paramount+ e na Nickelodeon em outubro de 2022, alcançando rapidamente o público jovem e fãs antigos da franquia. No Brasil, o longa chegou ao streaming e à TV paga no mesmo período, conquistando espaço entre as produções infantojuvenis mais comentadas daquele ano. O sucesso garantiu uma continuação, “Monster High 2”, lançada em 2023.

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