Premonição 6: Laços de Sangue estreia nas plataformas digitais — celebre os 25 anos da franquia de terror que conquistou gerações!

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Se você é daqueles que vibra com susto na medida certa e ama reviver aquele clima nostálgico das franquias clássicas de terror, vai adorar essa: Premonição 6: Laços de Sangue já está disponível para assistir direto do seu sofá, no streaming ou no aluguel digital. E o melhor? Sem enrolação, anúncios ou precisar de assinatura. É só escolher, dar play e deixar o frio na espinha rolar à vontade — quantas vezes quiser, quando quiser.

A saga, que está completando 25 anos, voltou com tudo. Não é exagero dizer que este capítulo é o mais bombado de todos: já faturou mais de R$ 257 milhões no mundo e conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes — uma baita prova de que a franquia não perdeu a mão! Quem assina a direção são Zach Lipovsky e Adam B. Stein, que trouxeram uma história cheia de suspense e aquele mistério que a gente não consegue largar.

A protagonista Stefani (a ótima Kaitlyn Santa Juana) começa a ser atormentada por pesadelos sobre tragédias que ainda vão acontecer. Ela volta pra casa, busca a avó Iris (vivida por Gabrielle Rose e Brec Bassinger), que guarda um passado muito mais sombrio do que se imagina — e uma conexão perigosa com a própria Morte. A grande sacada do filme? A avó descobriu um jeito de burlar a Morte, ganhando tempo extra de vida — mas o preço disso é alto, envolve outras vidas. Agora, Stefani precisa entender essa maldição e tentar quebrar esse ciclo cruel antes que tudo desabe. Dá aquele frio na barriga só de pensar, né?

E tem mais um momento bem especial pra quem acompanha a franquia: essa é a última aparição do Bludworth, o personagem que virou símbolo da série — e que sempre apareceu para dar aquelas dicas macabras sobre o destino dos personagens. O ator Tony Todd, que deu vida a Bludworth, enfrentava uma doença grave durante as filmagens e infelizmente faleceu em 2024. Essa última participação dele é uma homenagem emocionante para quem é fã de carteirinha.

Pra quem curte conteúdo exclusivo, a Amazon Prime Video preparou uma surpresa que é um prato cheio: a Explore Page, uma mini página só do filme, com curiosidades, detalhes dos personagens, depoimentos dos atores e até 10 minutos de preview pra deixar aquele gostinho de “quero mais”.

Ou seja, se você já era fã, essa é a hora de se jogar. Se nunca viu nenhum dos filmes, agora não tem desculpa para perder: assista onde quiser, como quiser, e sem frescura. Pode ser no Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play ou Microsoft, pagando só uma vez, sem aquela burocracia de assinatura mensal. E pra quem escolher a Claro TV+, tem ainda o bônus O Legado de Bludworth — um conteúdo extra lindo que celebra a carreira do ator Tony Todd.

Então, bora preparar a pipoca, apagar as luzes e se preparar para uma maratona que vai mexer com sua mente e seu coração? Premonição 6: Laços de Sangue tá aí, pronta pra deixar sua noite mais intensa — só depende de você dar play.

Meu Pior Vizinho chega aos cinemas nesta quinta (13) e mostra como o amor pode nascer através das paredes

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Estreia hoje nos cinemas brasileiros Meu Pior Vizinho, uma comédia romântica sul-coreana que promete encantar o público ao misturar humor, melancolia e encontros improváveis em meio à rotina caótica da vida urbana. Dirigido por Lee Woo-chul, o longa oferece uma narrativa sensível e divertida sobre como o amor pode surgir — e ecoar — nos lugares mais inesperados.

A história acompanha Lee Seung-jin (interpretado por Lee Ji-hoon), um músico sonhador que decide se mudar para um novo apartamento em busca de tranquilidade e inspiração. Sua paz, no entanto, é logo interrompida por um choro enigmático que invade suas noites. Intrigado e sem conseguir dormir, ele parte em busca da origem dos sons — e descobre que o “fantasma” é, na verdade, Hong Ra-ni (Han Seung-yeon), sua vizinha reclusa.

Ra-ni é uma designer talentosa, mas solitária, que vive cercada por seus projetos e dramas pessoais. Seu apartamento é seu refúgio e, ao mesmo tempo, sua prisão. As ferramentas de trabalho, os desabafos noturnos e a solidão criam o som ambiente que atormenta Seung-jin. Aos poucos, o que começa como irritação e curiosidade se transforma em um laço de empatia, amizade e, por fim, amor.

Entre o riso e a melancolia

Inspirado no filme francês “Blind Date”, de Clovis Cornillac, o filme adapta a comédia romântica europeia para o contexto urbano da Coreia do Sul, mantendo o charme do original, mas incorporando temas contemporâneos. A parede que separa os protagonistas é uma metáfora poderosa sobre a solidão nas grandes cidades — um retrato fiel de uma geração que vive próxima fisicamente, mas distante emocionalmente.

O longa combina humor leve e emoção contida, um equilíbrio característico do cinema coreano moderno. Através dos diálogos afiados e das situações cotidianas, o roteiro questiona: até que ponto as barreiras que criamos — físicas ou emocionais — nos impedem de viver algo verdadeiro?

Além das risadas, há um toque de melancolia e realismo. O filme fala sobre medo, vulnerabilidade e reconexão, mostrando que o amor nem sempre chega de forma grandiosa — às vezes, ele se infiltra pelas pequenas frestas da rotina.

Lee Ji-hoon e Han Seung-yeon: química e renovação

Para Lee Ji-hoon, o papel de Seung-jin marca um momento de virada na carreira. Conhecido por seus papéis em dramas de época como “River Where the Moon Rises” (2021) e “Rookie Historian Goo Hae-ryung” (2019), o ator mostra um lado mais espontâneo e vulnerável. Seu desempenho combina timidez e carisma, dando vida a um protagonista imperfeito, mas profundamente humano.

Já Han Seung-yeon, que brilhou como integrante do grupo de K-pop KARA, confirma mais uma vez seu talento como atriz. Depois de participações notáveis em “Show Me the Ghost” (2021) e “Hello, My Twenties!” (2016), ela entrega uma Hong Ra-ni cheia de nuances — uma mulher que aprendeu a lidar com a solidão, mas que, aos poucos, redescobre a importância de se abrir ao outro.

A química entre os dois é palpável, mesmo quando estão separados por uma parede. Essa dinâmica inusitada é um dos grandes trunfos do filme: a tensão entre distância e proximidade, isolamento e conexão, faz com que o público se envolva emocionalmente com cada diálogo trocado através das paredes.

A vida moderna como personagem

O longa é uma crônica sobre a vida contemporânea e aborda temas como o esgotamento emocional, a pressão do sucesso e a dificuldade de comunicação em tempos digitais. O som — elemento central da narrativa — ganha um papel quase simbólico. Cada barulho vindo do apartamento vizinho reflete emoções contidas, lembrando o espectador de como a vida moderna é repleta de ruídos, tanto internos quanto externos. Ao transformar o incômodo em conexão, o longa sugere que escutar o outro pode ser o primeiro passo para o amor.

Visualmente, a direção de Lee Woo-chul aposta em planos intimistas e iluminação suave, reforçando a sensação de confinamento e intimidade. O espectador é convidado a observar a relação crescer em meio a rotinas silenciosas, cafés esquecidos e músicas tocadas ao piano — um retrato sensível de dois solitários aprendendo a dividir o mesmo espaço emocional.

Um retrato coreano do amor moderno

Nos últimos anos, o cinema sul-coreano tem se destacado por renovar os gêneros clássicos com olhares contemporâneos. Assim como “In Our Prime” e “Decision to Leave”, “Meu Pior Vizinho” investe em personagens emocionalmente complexos, explorando o amor de forma menos idealizada e mais realista.

Em vez de focar apenas na paixão, o filme se dedica a mostrar o processo de aproximação — as hesitações, os ruídos, os silêncios. É um romance que cresce devagar, como uma melodia que vai se formando aos poucos, até se tornar impossível de ignorar.

Jack Kesy fala pela primeira vez sobre o fracasso de Hellboy e o Homem Torto: “Faltou espaço, mas sigo em paz”

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Cena do filme Hellboy e o Homem Torto. Foto: Divulgação/ Imagem Filmes

Após meses de silêncio em torno do polêmico desempenho de Hellboy e o Homem Torto, o ator Jack Kesy, que assumiu o papel-título no quarto longa da franquia, finalmente se pronunciou sobre o fracasso do projeto. Em entrevista concedida ao canal de YouTube Jack Wielding, o ator adotou um tom honesto e direto, reconhecendo as limitações da produção e o que, segundo ele, poderia ter sido diferente.

O filme, lançado discretamente em 2023, arrecadou apenas US$ 2 milhões nas bilheteiras globais e sequer chegou aos cinemas dos Estados Unidos, sendo disponibilizado diretamente no streaming — uma estratégia que, para muitos, selou o destino do projeto antes mesmo de sua estreia. Ainda assim, Kesy não parece carregar mágoas.

“Foi uma experiência incrível, eu não trocaria por nada”, afirmou. “É uma pena como o filme foi tratado. Mal gerido, mal posicionado… todo esse processo. Mas quer saber? Que se dane, isso não é mais meu problema.”

Uma produção de potencial desperdiçado

Baseado no conto The Crooked Man, criado por Mike Mignola, o filme pretendia ser um reboot mais sombrio e fiel às raízes góticas de Hellboy, com ambientação no interior dos Estados Unidos nos anos 1950. A direção de Brian Taylor apostava em efeitos práticos, atmosfera folclórica e um tom mais contido em comparação aos longas anteriores. A promessa era resgatar o espírito original dos quadrinhos — e Kesy, com sua postura física e interpretação crua, parecia ser a peça certa para isso.

No entanto, segundo o próprio ator, o projeto não teve o suporte necessário para atingir seu potencial: “Acho que, se o filme tivesse tido um pouco mais de espaço e de recursos, poderíamos ter feito algo realmente especial. Mas tudo bem. Merd@ acontece”, disse, em um tom mais resignado do que revoltado.

Um Hellboy ainda à espera de redenção?

Com três versões do personagem nos cinemas em pouco mais de 20 anos, o desafio de reinventar Hellboy se tornou cada vez mais delicado. Depois do carisma irreverente de Ron Perlman e da tentativa sombria com David Harbour em 2019, a abordagem de Kesy foi mais contida e visceral — mas talvez tarde demais para reconquistar o público.

Mesmo assim, o ator não descarta uma nova chance de interpretar o herói: “Eu adoro o personagem. Se me chamarem de novo, volto com gosto. Hellboy tem muito mais a oferecer do que já foi mostrado.”

A fala revela mais do que um simples apego profissional. Há ali o entendimento de que, por trás da maquiagem e do inferno simbólico que cerca Hellboy, existe uma figura cheia de contradições, feridas e humanidade — algo que Kesy parece ter compreendido e carregado para a tela, mesmo com as limitações do projeto.

Onde assistir

Para quem quiser conferir a produção, o filme está disponível na aba da Telecine no Globoplay. Apesar das críticas e da falta de visibilidade, a produção oferece uma visão diferente e mais intimista do personagem — o que, para os fãs mais dedicados, pode ser motivo suficiente para dar uma chance.

Love e Dance 15/06/2025 – Episódio 2 promete romance e emoção com Naldo Benny e Moranguinho no centro do palco!

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O segundo episódio de Love e Dance vai ao ar neste domingo, 15 de junho de 2025, às 18h, e promete levar o público por uma verdadeira montanha-russa emocional — da doçura de um amor recém-descoberto à intensidade das paixões que resistem ao tempo.

E o clima romântico não fica só no palco: os convidados especiais da noite são ninguém menos que Naldo Benny e Ellen Cardoso, a eterna Moranguinho, um casal que vive a dança do amor também na vida real. Juntos, eles se unem à sempre carismática Marisa Orth no time de comentaristas da atração, trazendo relatos sinceros e divertidos sobre amor, cumplicidade, altos e baixos da convivência — tudo isso enquanto acompanham as apresentações emocionantes dos casais dançarinos.


💖 Dança que fala… de amor!

Sob o comando de Rafa Brites e Felipe Andreoli, o Love & Dance vai além da competição: é uma ode à dança como linguagem do coração. O palco se transforma em um espaço de conexão, onde cada passo é carregado de emoção e cada música escolhida traduz sentimentos profundos.

A trilha sonora desta semana é um verdadeiro passeio musical por diferentes gerações e gêneros. Prepare-se para se apaixonar com:

🎼 “Fly Me to the Moon” – Frank Sinatra
Uma coreografia embalada por esse clássico atemporal resgata o charme dos amores antigos e nos faz sonhar com bailes de gala e promessas eternas sob a luz da lua.

🎶 “Ainda Bem” – Marisa Monte
Com leveza e carinho, essa apresentação emociona ao falar da sorte de encontrar um amor que acolhe, transforma e faz tudo valer a pena.

🔥 “Meu Pedaço de Pecado” – João Gomes
O piseiro toma conta do palco com uma energia contagiante que mistura paixão, calor e uma boa dose de ousadia nordestina. É impossível não bater o pé!

🌌 “Tattoo” – Loreen
Encerrando a noite em clima de intensidade e sensualidade, a vencedora do Eurovision inspira uma coreografia moderna e potente, onde o corpo diz o que as palavras não conseguem.


💬 Amor em cena – e fora dela

Durante o programa, Naldo e Moranguinho abrem o coração e dividem momentos íntimos de sua trajetória como casal: superações, reconciliações e a importância da parceria na vida a dois. A presença deles dá um brilho a mais ao episódio, mostrando que o amor verdadeiro também tem seus tropeços, mas que, com cumplicidade e afeto, é possível dançar juntos mesmo nas músicas mais difíceis.

Marisa Orth, com sua sensibilidade e bom humor, completa o trio de jurados convidados trazendo reflexões afetuosas e divertidas sobre o que significa amar — e o que a dança revela sobre os sentimentos.


💌 Vai ter match?

A cada episódio, Love & Dance testa mais que habilidades técnicas: o programa busca afinidade, química e conexão real entre os participantes. Os jurados avaliam, o público vibra e os casais se entregam de corpo e alma — será que vai nascer mais um par dentro e fora da competição?

Confira os filmes que chegam aos cinemas nesta quinta, 19 de junho

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Se você estava esperando uma boa desculpa pra correr pro cinema, chegou a hora! Esta quinta-feira, 19 de junho, marca a estreia de três filmes bem diferentes, mas com algo em comum: todos prometem mexer com sua imaginação, suas emoções e, quem sabe, até com seus conceitos de humanidade. Prepare-se para conhecer um menino que vira embaixador da Terra sem querer, uma sociedade tentando sobreviver três décadas após o apocalipse zumbi e dois jovens que transformam uma vida fora da lei numa jornada quase poética.

Dirigido por Adrian Molina e distribuído pela Disney, Elio é uma animação de aventura e drama com 89 minutos de duração. O elenco de vozes traz nomes como Yonas Kibreab (na pele do protagonista), Zoe Saldana e Jameela Jamil. A produção é mais uma aposta da Pixar em unir sensibilidade e imaginação, misturando temas como identidade, pertencimento e amadurecimento em uma jornada intergaláctica com visual deslumbrante e narrativa tocante.

Na história, Elio é um garoto criativo, introspectivo e que se sente deslocado no mundo. Tudo muda quando ele é, por engano, transportado para o Communiverse — uma organização interplanetária formada por representantes de diferentes galáxias. Lá, ele é confundido com o embaixador da Terra. Sem saber o que fazer, Elio precisa se adaptar, lidar com criaturas bizarras, enfrentar desafios inesperados e, acima de tudo, descobrir quem ele é de verdade. Uma aventura sensível e cheia de humor sobre encontrar seu lugar no universo.

Com direção de Danny Boyle e roteiro de Alex Garland, Extermínio: A Evolução marca o retorno impactante da icônica franquia de terror iniciada em 2002. O elenco conta com Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e Alfie Williams. O longa retoma o universo distópico onde um vírus devastador transformou humanos em criaturas violentas e irracionais. Agora, quase 30 anos depois, a história avança em um mundo onde os poucos sobreviventes enfrentam novas ameaças — inclusive entre os próprios humanos.

Décadas após o vírus da raiva escapar de um laboratório e devastar a civilização, um grupo de sobreviventes vive isolado em uma ilha cercada de muros e conectada ao continente por uma única via protegida. Quando alguns membros precisam sair em uma missão arriscada, descobrem que as mutações atingiram não apenas os infectados, mas também os seres humanos que resistiram à catástrofe. Em meio ao caos e à evolução do horror, segredos obscuros e dilemas morais vêm à tona. Um suspense apocalíptico que mistura adrenalina, crítica social e reflexões sobre o que restou da humanidade.

La Chimera – A Odisseia de Enéias é uma produção italiana dirigida e roteirizada por Pietro Castellitto, que também protagoniza o longa ao lado de Giorgio Quarzo Guarascio e Benedetta Porcaroli. O filme é um drama contemporâneo com elementos de romance, crítica social e coming-of-age, explorando os excessos, vazios e contradições da juventude europeia em meio a um cenário de decadência moral.

A trama acompanha Enéias e Valentino, dois amigos que crescem juntos em uma Roma moderna e decadente, marcada por festas, tráfico de drogas e questionamentos existenciais. Enquanto vivem no limite entre o certo e o errado, os dois constroem uma amizade intensa, quase poética, onde o caos da juventude se mistura com reflexões profundas sobre liberdade, identidade e o sentido da vida. Para a sociedade, suas ações beiram o criminoso; para eles, é apenas a maneira de sobreviver e amar em um mundo que já perdeu os próprios limites.

Dirigido e roteirizado por Roberto Minervini, Os Malditos é um drama histórico que mergulha na dura realidade da Guerra Civil Americana. O elenco principal conta com René W. Solomon, Jeremiah Knupp e Cuyler Ballenger. O filme retrata o rigor de uma missão militar durante o inverno de 1862, explorando não apenas o cenário hostil, mas também as dúvidas e conflitos internos dos soldados diante de uma causa que começa a parecer cada vez mais incerta.

A história acompanha uma tropa de voluntários do exército dos Estados Unidos enviada para patrulhar regiões desconhecidas no oeste em plena Guerra Civil. Confrontados com a dureza do território gelado e hostil, os soldados enfrentam não só os perigos naturais, mas também suas próprias incertezas sobre o propósito da missão. Quando uma tragédia acontece em uma costa remota, a missão muda de rumo e o verdadeiro significado do compromisso que assumiram começa a escapar, fazendo-os questionar até onde vale a pena lutar.

🍿 Então, qual vai ser?

Com opções que vão do space-drama fofo para toda a família, passando pelo thriller distópico cheio de zumbis evoluídos, até o drama existencial de jovens à deriva, as estreias desta semana estão imperdíveis. Seja pra rir, chorar, pensar ou se esconder na cadeira do susto, tem cinema pra todos os gostos.

🎟️ Aproveite, escolha sua sessão e deixe a magia da telona te levar.

No “Domingo Espetacular” de hoje (27/07), Roberto Cabrini expõe rede internacional de exploração sexual de brasileiras em Portugal

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Um cenário de luxo, promessas de glamour e sucesso em uma das capitais mais cobiçadas da Europa. Por trás da fachada de spas refinados, festas exclusivas e aparência de prosperidade, escondia-se uma engrenagem perversa, alimentada pelo sofrimento silencioso de dezenas de mulheres. No Domingo Espetacular deste domingo, 27 de julho de 2025, o jornalista Roberto Cabrini volta à linha de frente do jornalismo investigativo ao revelar os bastidores de um esquema internacional de exploração sexual que tem como figura central uma brasileira conhecida no circuito europeu da música eletrônica: Rebeka Episcopo, a DJ Beka. As informações são da Record.

A reportagem, que levou semanas de apuração em Lisboa, Cascais e outros pontos de Portugal, traz revelações inéditas sobre a atuação de uma organização que teria aliciado mulheres jovens sob a promessa de empregos legítimos na Europa, mas que acabavam vítimas de exploração sexual em uma rede de prostituição de alto padrão.

Do Mato Grosso do Sul para os holofotes da noite europeia

Nascida em Dourados, no Mato Grosso do Sul, Rebeka Episcopo construiu uma carreira meteórica fora do Brasil. Assumindo o nome artístico de DJ Beka, ela passou a comandar festas badaladas em Lisboa e outras cidades europeias, atraindo um público elitizado e construindo um império de negócios ao seu redor. Com o tempo, abriu dois spas de luxo – um em Lisboa, outro em Cascais –, vendendo a imagem de uma empresária moderna, independente e antenada com o mercado do bem-estar.

Mas por trás dessa imagem pública de sucesso e empoderamento feminino, as autoridades portuguesas afirmam ter descoberto uma rede de crimes silenciosos. Em abril deste ano, Rebeka foi detida pela Polícia Judiciária, acusada de chefiar uma organização criminosa voltada à exploração sexual de mulheres, com foco principal em brasileiras em situação de vulnerabilidade.

A reportagem de Cabrini vai além das manchetes e escuta todos os lados: a empresária, seus acusadores, vítimas e especialistas em tráfico humano. Com a precisão e o comprometimento que marcaram sua carreira, o jornalista revela as múltiplas camadas desse caso complexo e perturbador.

O convite para o sonho europeu

O modo de atuação da rede, segundo as investigações, começa com anúncios sedutores nas redes sociais e grupos de WhatsApp. Promessas de emprego em Portugal como recepcionista, massoterapeuta ou hostess de eventos privados vinham acompanhadas de fotos luxuosas dos spas, além de vídeos de festas eletrônicas com presença de influenciadores e celebridades locais.

“Quando vi o anúncio, parecia tudo muito sério. Eles diziam que ofereciam passagem aérea, moradia e treinamento. Me senti segura”, conta uma jovem brasileira de 22 anos, entrevistada por Cabrini sob sigilo. O que parecia uma oportunidade de recomeço, porém, virou pesadelo.

Segundo ela, ao desembarcar em Lisboa, foi levada diretamente a um alojamento onde teve o celular confiscado e passou a ser pressionada a “faturar” rapidamente para quitar as supostas dívidas do translado. “Eles diziam que eu tinha uma dívida de três mil euros, e que só poderia sair dali quando pagasse. Mas eu nunca assinei nada.”

Essa lógica da dívida – comum em casos de tráfico de pessoas – é uma das estratégias usadas para aprisionar psicologicamente as vítimas. Elas passam a se sentir culpadas e encurraladas, muitas vezes sem documentos e sem dinheiro para retornar ao Brasil.

A fachada dos spas e festas privadas

Os estabelecimentos comandados por Rebeka – com estética minimalista, ambientes aromatizados e serviços de massagem – operavam legalmente, com CNPJ português e alvarás emitidos. No entanto, a polícia sustenta que parte dos atendimentos escondia práticas ilegais, como prostituição disfarçada de serviços de bem-estar. As investigações também apontam que festas exclusivas promovidas por DJ Beka e seus sócios funcionavam como “vitrines” para o aliciamento de clientes.

“A elite frequentava esses espaços. Empresários, jogadores de futebol, turistas ricos. Era tudo muito discreto, sem registro em redes sociais. O que acontecia ali era protegido por silêncio e conivência”, diz um ex-funcionário que também colaborou com a apuração de Cabrini.

Os encontros eram marcados por meio de aplicativos de mensagem e exigiam recomendações prévias. “Era uma rede de prostituição de luxo, e ela comandava como uma CEO. Nada acontecia sem o aval dela”, afirma um policial envolvido nas investigações, que falou sob anonimato.

A resposta de Rebeka: “Sou vítima de um complô”

Em liberdade provisória desde maio, Rebeka aceitou conversar com Cabrini em um apartamento alugado em Lisboa. Ciente da repercussão que o caso ganhou tanto no Brasil quanto na Europa, a empresária se diz alvo de perseguição e afirma que seus negócios sempre foram legítimos.

“Me transformaram em um monstro. Eu investi tudo nos meus empreendimentos, dei oportunidades para muitas mulheres, fui uma referência de sucesso. De repente, virei criminosa?”, questiona. Ela nega veementemente que tenha promovido exploração sexual. “O que minhas funcionárias faziam fora do expediente, ou com quem saíam, não é da minha conta. Nunca obriguei ninguém a nada.”

A empresária também critica a forma como foi presa. “Parecia filme de ação. Entraram armados, como se eu fosse terrorista. Humilharam meus clientes e revistaram tudo. No fim, não encontraram nada ilegal dentro do spa. Mas a imprensa já tinha me condenado.”

Cabrini a confronta com depoimentos e documentos obtidos durante a apuração, incluindo conversas entre ela e supostas vítimas. Ela não nega os prints, mas afirma que foram “tirados de contexto”. Para a defesa de Beka, as acusações são frágeis e sustentadas por “relatos inconsistentes de pessoas ressentidas”.

O sofrimento das vítimas

Cabrini também dá voz a mulheres que viveram sob o controle da rede. Uma delas, que conseguiu fugir com ajuda de um cliente, relata episódios de ameaça velada e manipulação emocional. “Eles diziam que, se eu falasse alguma coisa, iriam contar para minha família o que eu fazia. Eu tinha vergonha. Me senti suja, sozinha.”

Outra jovem afirma que só descobriu que estava sendo explorada quando tentou sair do spa. “Me disseram que, se eu saísse, minha dívida dobrava. E começaram a vazar minhas fotos íntimas para me chantagear.”

Muitas dessas mulheres vinham de histórias de pobreza, abuso ou falta de perspectivas no Brasil. “A Europa virou uma promessa de salvação. Mas para nós, virou uma prisão bonita”, resume uma delas, com lágrimas nos olhos.

O tráfico de mulheres: uma rede transnacional

O caso de DJ Beka não é isolado. Especialistas ouvidos por Cabrini explicam que há um crescimento preocupante de redes de tráfico humano com foco na exploração sexual de brasileiras na Europa. Segundo dados da Interpol, o Brasil está entre os dez países com maior índice de mulheres traficadas para fins de exploração sexual no continente.

“A tecnologia facilitou esse mercado. Hoje, o recrutamento é feito online, com aparência de legalidade. É uma armadilha digital”, alerta a socióloga portuguesa Mariana Silva, que estuda o fenômeno. “Essas redes têm braços no Brasil e conexões com máfias locais na Europa. Elas vendem um sonho para lucrar com o corpo e a dor de mulheres vulneráveis.”

O caso de Rebeka, por sua notoriedade e abrangência, pode abrir precedentes para novas investigações. Já há indícios de que parte dos lucros obtidos com os spas eram transferidos para contas em paraísos fiscais. Há também suspeitas de que o grupo tenha tentáculos em cidades como Barcelona, Genebra e até Dubai.

Cabrini: jornalismo como instrumento de denúncia

A reportagem é um exemplo do trabalho que consagrou Roberto Cabrini ao longo das décadas: o mergulho profundo em temas complexos, com olhar humano, apuração rigorosa e compromisso com a verdade. Em sua fala ao final da entrevista, Cabrini ressalta a importância de não se calar diante do sofrimento alheio.

“Estamos falando de vidas marcadas por dor, vergonha, humilhação. De jovens que cruzaram o oceano em busca de dignidade e encontraram violência. Esta reportagem não é sobre uma DJ. É sobre o sistema que lucra com o silêncio de mulheres. E é nosso dever romper esse silêncio.”

Soldado de Chumbo | Trailer revela Robert De Niro e Jamie Foxx em suspense eletrizante que chega ao Brasil em dezembro

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A contagem regressiva para a estreia de Soldado de Chumbo começou. A Diamond Films divulgou nesta semana o trailer oficial do suspense de ação que promete prender o público do início ao fim. Com lançamento previsto para 4 de dezembro em cinemas de todo o Brasil, o longa reúne nomes consagrados de Hollywood, como Robert De Niro, Jamie Foxx e Scott Eastwood, em uma trama marcada por vingança, passado obscuro e conflitos intensos. Abaixo, confira o vídeo:

Sob a direção de Brad Furman, conhecido por trabalhos como O Poder e a Lei, o filme acompanha a trajetória de Nash Cavanaugh (Scott Eastwood), um ex-agente do governo que precisa enfrentar memórias traumáticas do passado. Antigo integrante de um culto liderado por Bokushi (Jamie Foxx), Nash é convocado para uma missão que o leva de volta à fortaleza onde viveu momentos sombrios, agora como parte de uma operação secreta ao lado do experiente agente Emmanuel Ashburn (Robert De Niro).

A narrativa combina ação eletrizante com tensão psicológica, explorando dilemas morais e a luta interna do protagonista. “Queríamos que Soldado de Chumbo fosse mais do que tiroteios e perseguições. É uma história sobre escolhas, arrependimentos e a forma como o passado pode moldar nosso presente”, explica Furman.

Um elenco que chama atenção

Além dos protagonistas Scott Eastwood, Jamie Foxx e Robert De Niro, o elenco conta com nomes de destaque, como John Leguizamo, que interpreta Luke Dunn, e Nora Arnezeder como Evoli Carmichael. Outros talentos incluem Shamier Anderson (Kivon Jackson), Rita Ora (Mama Suki) e Said Taghmaoui (Atlas), compondo um time diversificado que equilibra experiência e juventude.

Jamie Foxx, no papel de Bokushi, se destaca como um vilão carismático e imprevisível, enquanto De Niro empresta toda a sua autoridade e experiência à figura de Emmanuel Ashburn. Para Scott Eastwood, interpretar Nash foi um desafio que exigiu mergulho profundo no lado psicológico do personagem: “Nash é alguém marcado pelo passado, mas que precisa lutar para seguir em frente. Esse conflito interno dá uma dimensão maior à ação do filme”.

Produção e locações deslumbrantes

As filmagens de Soldado de Chumbo ocorreram na Grécia, com início em Tessalônica e continuidade na cidade de Drama, em 2022. A escolha das locações trouxe paisagens únicas que reforçam o clima de suspense e aventura, enquanto o diretor de fotografia Tim Maurice-Jones trabalhou para capturar a atmosfera sombria e intensa da narrativa.

A trilha sonora de Chris Hajian complementa a tensão do filme, alternando momentos de silêncio e suspense com composições eletrizantes que acompanham a ação em cenas-chave. “A ideia era criar música que dialogasse com o psicológico dos personagens e intensificasse cada confronto”, comenta Hajian.

Lançamento internacional

Soldado de Chumbo já passou por estreias em diferentes países, incluindo lançamento limitado na Rússia em maio de 2025, chegada ao Reino Unido em julho e Estados Unidos em setembro, com distribuição digital no final de setembro. A expectativa da Diamond Films é trazer essa experiência completa ao público brasileiro, com sessões em grandes cidades e pré-estreias especiais.

Predador: Terras Selvagens quebra recordes e se torna a maior estreia da franquia nos EUA

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O caçador mais implacável do cinema voltou à ativa — e em grande estilo. Predador: Terras Selvagens chegou aos cinemas dos Estados Unidos com um desempenho digno de blockbuster: US$ 40 milhões arrecadados no primeiro final de semana, o maior número da história da franquia. O recorde anterior pertencia a Alien vs. Predador (2004), com US$ 38,2 milhões.

O desempenho do novo filme chega em um momento estratégico. Depois de um outubro fraco — o pior em quase três décadas nas bilheteiras americanas — o filme dirigido por Dan Trachtenberg, o mesmo de O Predador: A Caçada (Prey, 2022), reacende o entusiasmo dos estúdios e do público. A 20th Century Studios apostou em uma divulgação modesta, mas eficiente: poucos trailers, foco na atmosfera e uma ênfase quase total na protagonista vivida por Elle Fanning, que entrega uma atuação visceral, alternando fragilidade e coragem.

O longa teve sua estreia mundial no TCL Chinese Theatre, em Hollywood, no dia 3 de novembro, e chegou ao Brasil e Portugal no dia 6, com ampla distribuição feita em parceria com a Crunchyroll e a Disney, atual controladora do estúdio. A campanha discreta funcionou — o mistério foi o maior chamariz.

Uma caçada entre feras e fantasmas

Sexto filme live-action da franquia (e o nono, se contarmos spin-offs e crossovers), Terras Selvagens leva a história para um novo território — literal e emocionalmente. Ambientado nas vastas paisagens da Nova Zelândia, o longa transforma o cenário natural em uma personagem à parte: selvagem, silenciosa e ameaçadora.

Na trama, Elle Fanning vive uma jovem exilada de uma comunidade isolada que tenta sobreviver nas terras áridas conhecidas como “as Terras Selvagens”. Sua rotina muda quando um Predador surge na região, transformando a solidão em um campo de caça mortal. Ela se une a Tane (interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi), um guerreiro local que desconfia de suas intenções, e juntos precisam enfrentar tanto a criatura quanto os traumas que carregam.

Trachtenberg constrói um filme de ritmo lento e tenso, onde cada som na floresta carrega ameaça. O suspense cresce com o silêncio — um retorno ao terror de sobrevivência que tornou o primeiro Predador (1987) tão icônico. Mais do que tiros e sangue, o diretor quer que o público sinta o peso da solidão e o medo daquilo que não se vê.

As filmagens começaram em agosto de 2024, sob o título provisório Backpack, uma estratégia para manter o projeto em sigilo — a mesma usada em Prey. O diretor de fotografia Jeff Cutter, parceiro de Trachtenberg, cria aqui um visual quase hipnótico, equilibrando a beleza natural com o terror iminente.

A Nova Zelândia se impõe em cada plano: montanhas encobertas por névoa, florestas densas e horizontes que parecem infinitos. O isolamento dos personagens é palpável, e a natureza age como uma força impiedosa, tão perigosa quanto o próprio Predador. O filme aposta no realismo físico, evitando o CGI excessivo e valorizando locações reais e efeitos práticos — um detalhe que torna cada confronto mais intenso.

A franquia que se recusa a morrer

Desde 1987, quando Arnold Schwarzenegger enfrentou a criatura pela primeira vez no clássico dirigido por John McTiernan, Predador sobreviveu a altos e baixos, reboots e experimentos. Predador 2 (1990) levou a ação para o caos urbano; os crossovers com Alien dividiram os fãs; e O Predador (2018), de Shane Black, foi criticado por transformar o terror em espetáculo exagerado.

Tudo mudou com Prey (2022), uma história minimalista e visceral que resgatou o respeito da crítica ao focar na sobrevivência e não na destruição. Terras Selvagens segue esse mesmo caminho: um retorno à essência. É um filme sobre confronto e medo, mas também sobre humanidade, trauma e instinto.

Vale a pena assistir O Telefone Preto 2? Uma sequência sombria e psicologicamente intensa

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Quatro anos após escapar do cativeiro aterrorizante d’O Pegador, Finney tenta reconstruir sua vida, mas a sequência O Telefone Preto 2, dirigida por Scott Derrickson, deixa claro que fugir do mal não significa superá-lo. O filme se aprofunda no terror psicológico, misturando sustos clássicos com drama familiar, e oferece uma experiência que vai muito além do entretenimento leve, exigindo do espectador atenção, sensibilidade e nervos de aço.

A história acompanha Finney e sua irmã Gwen, que continua assombrada por pesadelos premonitórios e misteriosas chamadas do telefone preto. A trama os leva a Alpine Lake, um acampamento isolado, onde descobrem conexões perturbadoras entre a violência de The Grabber e segredos da própria família. Derrickson constrói um labirinto narrativo, alternando realidade e sonho, passado e presente, mantendo a tensão constante.

No entanto, essa densidade narrativa pode ser um desafio para alguns espectadores. Os saltos temporais e a interligação de múltiplos elementos exigem atenção máxima. Para quem busca apenas sustos imediatos e lineares, o filme pode parecer confuso ou até cansativo, mas para os fãs de horror psicológico, cada detalhe da construção da trama é recompensador.

Ethan Hawke: presença inquietante, mas com nuances controversas

Ethan Hawke retorna como The Grabber e continua sendo o grande destaque do filme. Sua interpretação combina obsessão, crueldade e uma aura quase sobrenatural, transformando o vilão em uma figura memorável cuja presença domina a tela, mesmo em silêncio.

No entanto, o longa tenta explorar as motivações e o passado de The Grabber, humanizando o antagonista de forma mais explícita do que no primeiro filme. Esse esforço de aprofundamento psicológico é ambicioso, mas, em alguns momentos, dilui o terror puro, criando um equilíbrio instável entre horror e drama psicológico. Ainda assim, a performance de Hawke é intensa e oferece ao público momentos de pura tensão.

Criatividade visual e estética do terror

As sequências oníricas são, sem dúvida, o ponto alto visual do filme. Cada sonho é meticulosamente elaborado, evocando clássicos do gênero como A Hora do Pesadelo, mas com uma linguagem moderna e original. A alternância entre pesadelo e realidade é executada com precisão, deixando o espectador em constante dúvida sobre o que é real.

É nesse aspecto que O Telefone Preto 2 realmente se destaca: a estética é ousada, inventiva e, em muitas cenas, genuinamente aterrorizante. A cinematografia, os efeitos visuais e o design de produção criam um clima de constante inquietação, reforçando a sensação de perigo que paira sobre cada personagem.

Drama familiar: profundidade ou excesso?

Além do terror, o filme investe no drama familiar, explorando a relação entre Finney, Gwen e sua mãe. Essa humanização adiciona camadas emocionais à história, tornando os personagens mais próximos e realistas.

Porém, o foco no trauma e no sofrimento pode pesar em meio ao suspense, especialmente para espectadores que preferem uma experiência de terror mais direta. Sustos e tensão se entrelaçam com sofrimento e relações familiares complexas, exigindo que o público equilibre medo e empatia. Para quem aceita essa mistura, a experiência é enriquecedora; para outros, pode gerar sensação de ritmo lento ou sobrecarga emocional.

Vale a pena assistir?

Se a expectativa é apenas por sustos rápidos e diversão passageira, O Telefone Preto 2 pode decepcionar. Mas para aqueles que apreciam terror psicológico, antagonistas complexos e uma narrativa densa e intricada, o filme oferece uma experiência intensa e memorável. Ele não apenas expande o universo do primeiro longa, mas aprofunda os traumas, explora a psicologia dos personagens e mantém uma sensação constante de perigo que acompanha cada aparição de The Grabber.

Em resumo, O Telefone Preto 2 desafia o espectador: é sombrio, perturbador e emocionalmente carregado. Não é um filme de terror fácil, mas quem aceitar essa complexidade encontrará uma sequência que impressiona pelo suspense psicológico, criatividade visual e intensidade dramática. É uma obra que permanece na memória — e nos pesadelos — muito depois dos créditos finais.

Invasão a Londres domina o Cine Maior deste domingo (13) com ação implacável e tensão internacional

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Foto: Reprodução/ Internet

Há filmes que entregam ação. Outros, tensão. E há aqueles que fazem as duas coisas ao mesmo tempo, sem deixar o espectador piscar. Neste domingo, 13 de julho, às 15h, a Record TV leva ao ar no Cine Maior o intenso Invasão a Londres — um thriller que transforma um funeral de Estado em um campo de guerra e mostra que, quando o mundo desmorona, o instinto de sobrevivência é tudo o que resta.

🕊️ Um luto que vira caos

A morte do primeiro-ministro britânico reúne os líderes mais poderosos do planeta no coração de Londres. Tudo deveria correr dentro do protocolo: discursos, homenagens, segurança máxima. Mas o que se vê a seguir é o completo colapso de uma cidade — e de uma rotina internacional — sob um ataque terrorista coordenado com precisão cirúrgica.

De repente, a capital inglesa se transforma num labirinto de destruição. E é nesse cenário que o agente secreto Mike Banning, vivido por Gerard Butler (300, Invasão à Casa Branca), precisa entrar em ação. Sua missão é uma só: proteger o presidente dos Estados Unidos, Benjamin Asher (Aaron Eckhart, O Cavaleiro das Trevas), custe o que custar.

👣 Um homem contra o impossível

Mike Banning não é um super-herói. Ele sangra, se cansa, erra. Mas também é movido por uma lealdade que não se negocia. Com a cidade sitiada, drones vigiando os céus e atiradores em cada esquina, ele se torna o único escudo entre o presidente e a morte certa. Ao mesmo tempo, nos bastidores do poder, o vice-presidente Trumbull, interpretado com a autoridade serena de Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Invictus), tenta ganhar tempo — e salvar o pouco que restou de controle político.

🎬 Realismo que invade a tela

Dirigido por Babak Najafi (Força de Ataque), o longa não aposta em pirotecnias exageradas. Aqui, a câmera corre junto com os personagens, quase como se o espectador estivesse no meio da confusão, tentando escapar também. Cada explosão parece suar, cada perseguição tem peso. O resultado é uma ação que grita — mas com credibilidade.

E o roteiro, assinado pela dupla Katrin Benedikt e Creighton Rothenberger, vai além da adrenalina: ele cutuca as estruturas de poder, o medo do terror moderno e as consequências de decisões que acontecem longe dos olhos do público, mas que podem mudar o rumo de um país em segundos.

🎭 Elenco que sustenta a tensão com alma

  • Gerard Butler brilha como o agente Banning, num papel físico e emocionalmente desgastante — e por isso tão humano.
  • Aaron Eckhart traz ao presidente Asher não só presença, mas vulnerabilidade. É um líder que também teme, que hesita, que sente.
  • E Morgan Freeman é, como sempre, um espetáculo à parte. Seu olhar diz mais do que muitos discursos — e seu personagem sustenta a narrativa nos bastidores com inteligência e firmeza.

🌍 Londres como você nunca viu

As ruas de Londres, sempre tão cheias de história, viram cenário de combate. Palácios, pontes e monumentos desabam em cenas que impressionam não apenas pelos efeitos visuais, mas pelo realismo com que são retratadas. Tudo soa possível — e isso é o mais assustador.

📌 Vale a pena assistir?

Vale. Porque além de ser um prato cheio para os fãs de ação, Invasão a Londres também nos lembra que coragem não nasce da certeza, mas da urgência. Que heróis nem sempre vestem capas — às vezes, vestem coletes, suam, correm, vacilam… mas não desistem.

Por trás das explosões: os segredos e curiosidades

🎬 Uma Londres recriada… longe de Londres

Apesar de se passar quase inteiramente na capital britânica, boa parte de Invasão a Londres não foi filmada no Reino Unido. Por razões orçamentárias e logísticas, muitas cenas foram gravadas em Sofia, na Bulgária, onde cenários londrinos foram cuidadosamente recriados. Até ruas inteiras foram digitalmente adaptadas para simular locais reais como Westminster e a Ponte de Londres — um feito que mescla cenografia tradicional e efeitos digitais com precisão.

🎥 Um funeral, duas agendas — e cenas separadas

Embora os personagens de Gerard Butler (Mike Banning) e Morgan Freeman (Vice-presidente Trumbull) pareçam interagir diretamente, os dois atores nunca estiveram juntos no set. A produção precisou se adaptar às agendas apertadas de ambos e filmou as cenas em momentos distintos, combinando os planos na montagem final com o uso de dublês e composição digital.

Para o espectador, é imperceptível. Para os realizadores, foi uma verdadeira dança de bastidores.

🏃 Butler correu de verdade… e com sotaque disfarçado

A cena de abertura, em que Mike Banning atravessa correndo Kensington Gardens, foi gravada em locação real, com câmeras móveis e pouco uso de figurantes contratados, o que deu à sequência um realismo quase documental.

E um detalhe curioso: mesmo sendo escocês, Butler passou por um processo intenso de redução de sotaque para manter o tom americano do personagem. O curioso é que, em algumas cenas ao lado do ator Bryan Larkin, também escocês, o sotaque original escapa discretamente — uma espécie de “deslize afetivo” entre conterrâneos.

🎧 A voz de Morgan Freeman foi parar no Waze

Como parte da campanha de lançamento do filme, a produtora fez um acordo inusitado: Morgan Freeman virou narrador oficial do Waze por um tempo, guiando motoristas com a mesma voz calma e autoritária que usa para comandar crises internacionais nos filmes. A ideia era promover o filme de maneira criativa — e funcionou: fãs adoraram receber ordens de direção de alguém com tanto peso dramático.

💣 Efeitos que custaram suor (e quase dois anos)

As cenas de destruição urbana — explosões em tempo real, helicópteros caindo e prédios colapsando — exigiram um trabalho minucioso de pós-produção que levou mais de 18 meses para ser finalizado. Os efeitos foram criados em camadas: primeiro os planos reais, depois maquetes digitais, e por fim os elementos gráficos que simulam destruição, fumaça e impacto.

Segundo técnicos da equipe, o maior desafio foi manter o realismo em cenas que não podiam ser filmadas com explosivos reais em ambientes urbanos.

🎭 Treinamento militar para não parecer “Hollywood demais”

A produção contou com consultores táticos militares para orientar o elenco principal. Gerard Butler, inclusive, passou semanas aprendendo protocolos reais de combate e proteção de autoridades para interpretar Banning com mais credibilidade. A ideia era fugir dos clichês de ação exagerada e trazer uma abordagem mais realista, baseada em como verdadeiros agentes de segurança se comportam em situações extremas.

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