Primeiras imagens do filme live-action de The Legend of Zelda redefinem as expectativas e inauguram uma nova era para a Nintendo nas telonas

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Foto: Reprodução/ Internet

As primeiras imagens oficiais do aguardado live-action de The Legend of Zelda finalmente foram reveladas — e, pela primeira vez desde o anúncio do projeto, o público consegue visualizar com clareza a direção artística escolhida para a adaptação. Até então, o debate era guiado por rumores, vídeos amadores de bastidores e muita especulação. Agora, com conteúdo autorizado e cuidadosamente produzido, o filme deixa o campo da suposição e passa a ocupar um espaço concreto no imaginário do público. As informações são do Caderno POP.

O momento da divulgação não é acidental. Ela chega logo após a confirmação do início das filmagens, marcando um ponto de virada na estratégia de marketing da Nintendo e da Sony. A liberação das imagens funciona como um gesto de confiança: mostra que as equipes estão seguras do que estão construindo e que desejam convidar os fãs a acompanhar o processo desde cedo — mas sem revelar mais do que o necessário.

Um elenco jovem diante de uma das histórias mais emblemáticas dos games

Marcado para estrear em 7 de maio de 2027, o longa apresenta Benjamin Evan Ainsworth como Link. O ator, que vem se destacando por performances sensíveis em personagens complexos, assume aqui talvez o papel mais desafiador de sua carreira. Link é, simultaneamente, um símbolo da bravura e um herói silencioso — características que exigem expressividade corporal e emocional mesmo com pouquíssimas falas.

Ao lado dele, Bo Bragason interpreta a Princesa Zelda, uma decisão de casting celebrada por muitos fãs. A personagem, frequentemente responsável pela carga mítica, política e espiritual das narrativas da franquia, parece assumir um papel de protagonismo amadurecido nas imagens iniciais. A postura firme, a expressão determinada e um figurino que combina elementos clássicos a tecidos mais contemporâneos sugerem uma abordagem que respeita a essência dos jogos, mas procura expandi-la para o cinema.

A química entre os intérpretes é um dos pontos mais aguardados, já que Zelda não é apenas uma história de aventura: é também uma narrativa sobre alianças, confiança e sacrifícios compartilhados.

A direção de Wes Ball e o desafio de uma mitologia que atravessa gerações

A responsabilidade criativa está nas mãos de Wes Ball, diretor conhecido por construir mundos com ambição visual e profundidade atmosférica. Sua experiência em Maze Runner e, sobretudo, em Planeta dos Macacos: O Reinado reforça sua habilidade em equilibrar tecnologia, emoção e grandiosidade.

Em Zelda, o desafio é ainda maior. Hyrule não é um reino qualquer: é um universo com múltiplas eras, lendas, civilizações e símbolos que definem a própria identidade da franquia desde 1986. Transportar esse ecossistema para o cinema exige não apenas técnica, mas compreensão cultural.

As primeiras imagens reveladas mostram que o projeto parece estar trilhando um caminho coerente. A paleta de cores, as texturas dos figurinos e o uso de iluminação natural evocam a sensação de desbravamento presente em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. As orelhas pontudas dos Hylians, o traje de Link e o ambiente aberto — amplos campos, nuvens altas, grama realista — apontam para uma adaptação que não tem vergonha de ser fiel ao que os fãs conhecem.

O silêncio sobre a trama é parte da estratégia

Apesar de a produção ter se tornado mais transparente com a divulgação das imagens, o enredo continua sendo o aspecto mais bem guardado do filme. A franquia The Legend of Zelda possui dezenas de jogos, múltiplas linhas do tempo e interpretações variadas sobre a origem e a evolução dos personagens. Qual caminho o longa vai seguir permanece um mistério — e isso tem sido uma vantagem estratégica.

A herança de uma franquia monumental

The Legend of Zelda é uma das séries mais influentes da história dos videogames. Títulos como Ocarina of Time redefiniram padrões de jogabilidade e narrativa na década de 1990, enquanto Breath of the Wild revolucionou a forma como os jogadores interagem com mundos abertos no século XXI. Esse legado monumental significa que o filme não pode ser apenas mais uma adaptação — ele precisa dialogar com décadas de memórias, expectativas e afetos.

A presença de Shigeru Miyamoto na produção reforça essa responsabilidade. Criador de Zelda e um dos nomes mais importantes da Nintendo, Miyamoto atua como guardião criativo, assegurando que decisões fundamentais preservem a identidade da franquia. Seu envolvimento indica que não haverá concessões fáceis e que o foco está em construir um filme que converse tanto com fãs veteranos quanto com novos públicos.

Cine Maior 13/04/2025: Record apresenta o filme Sem Saída

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Foto: Reprodução/ Internet

A programação da Record TV promete muita emoção neste domingo, 13 de abril de 2025. O Cine Maior exibe o thriller de ação “Sem Saída” (Abduction, no original), longa estrelado por Taylor Lautner, Lily Collins e Alfred Molina, com direção de John Singleton. O filme vai ao ar à tarde e é classificado para maiores de 14 anos.

Lançado nos cinemas em setembro de 2011, “Sem Saída” mistura ação, suspense e descobertas pessoais em uma narrativa que prende o público do início ao fim. No enredo, Nathan (Taylor Lautner) é um adolescente aparentemente comum, criado por Kevin (Jason Isaacs) e Mara (Maria Bello), e apaixonado por sua vizinha Karen (Lily Collins). A vida tranquila do jovem muda drasticamente quando, durante um trabalho escolar, ele encontra uma foto antiga de uma criança desaparecida — que se parece exatamente com ele.

A partir dessa descoberta, Nathan mergulha em uma investigação sobre sua verdadeira identidade. Sem entender o que está acontecendo, ele se vê no meio de uma trama perigosa envolvendo agentes da CIA e um misterioso inimigo internacional, o agente sérvio Kozlow (Michael Nyqvist). Sem tempo para respostas, ele precisa fugir ao lado de Karen enquanto tenta descobrir quem realmente é e por que está sendo perseguido.

Além de cenas de ação eletrizantes, o filme também aborda temas como identidade, confiança e amadurecimento forçado diante do perigo. Para os fãs do gênero e admiradores de Taylor Lautner, “Sem Saída” é uma oportunidade de vê-lo em um papel mais maduro, longe do universo de vampiros e lobisomens da saga Crepúsculo.

Para quem perder a exibição na TV, o longa também está disponível para aluguel no Prime Video, com preços a partir de R$ 11,90.

O Cine Maior é exibido nas tardes de domingo na Record TV e traz semanalmente grandes títulos do cinema mundial. Não perca a chance de acompanhar esse suspense envolvente, com reviravoltas inesperadas e uma fuga que desafia os limites da confiança e da coragem.

It: Bem-Vindos a Derry | O palhaço retorna para assombrar uma nova geração em trailer tenso dos episódios finais

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Existem histórias que nunca nos abandonam. Algumas continuam ecoando anos depois, como se esperassem apenas o momento certo para ressurgir das sombras. Quando a HBO divulgou o novo trailer dos episódios finais de It: Bem-Vindos a Derry, essa sensação voltou com força total. De repente, parecia que todos estávamos novamente diante daquele frio na espinha que só Pennywise é capaz de provocar.

O vídeo traz o retorno triunfal — e perturbador — de Bill Skarsgård (Barbarian, Hemlock Grove) como o palhaço mais sinistro da cultura pop moderna. Em poucos segundos, fica claro que o ator retomou não apenas o personagem, mas a energia cruel e imprevisível que marcou seus filmes anteriores. O trailer não apenas atiça a nostalgia dos fãs de Stephen King; ele confirma que a série quer ir ainda mais fundo na mitologia que liga Derry ao mal absoluto. Abaixo, confira o vídeo:

Quando o projeto da série foi anunciado, as dúvidas sobre o retorno de Skarsgård dominaram as redes. O ator havia dito em entrevistas que apoiaria outro intérprete assumir o papel, mas o convite dos produtores Andy Muschietti (A Coisa, The Flash), Barbara Muschietti (Mama) e Jason Fuchs (Mulher-Maravilha) falou mais alto.

E que sorte para o público.

Ter Skarsgård novamente dá ao projeto uma consistência rara. Ele não interpreta Pennywise — ele encarna o mal em sua forma mais teatral, desconfortável e atraente. No trailer final, seu olhar deslocado, o sorriso que nunca chega aos olhos e a fisicalidade quase animal voltam com ainda mais intensidade, como se Pennywise estivesse em seu auge de poder nos anos 1960.

A série ganha outra dimensão com sua presença. A ponte entre os filmes e a narrativa seriada deixa de ser apenas estética e se torna emocional.

Welcome to Derry se passa em 1962 e acompanha um casal afro-americano que chega à cidade em busca de um recomeço. O marido, Jovan Adepo (Watchmen, Babylon), entrega uma atuação sólida e dolorosa como Leroy Hanlon, um homem que tenta proteger a família enquanto percebe que a cidade guarda algo profundamente errado. Ao seu lado, Taylour Paige (Zola, Ma Rainey’s Black Bottom) interpreta Charlotte Hanlon com uma mistura poderosa de fragilidade e força, capturando o impacto emocional de viver num ambiente hostil — e não apenas por causa de Pennywise.

A trama ganha camadas ao combinar o sobrenatural com o terror social da época. 1962 foi um ano marcado por tensões raciais, e a série retrata isso de maneira sensível e contundente. O preconceito, o medo do outro, o silêncio desconfortável dos vizinhos — tudo contribui para uma atmosfera sufocante.

O desaparecimento de uma menina logo após a chegada da família funciona como gatilho para que os horrores de Derry comecem a emergir. E à medida que a cidade se fecha, o público percebe que essa hostilidade humana é tão perigosa quanto o palhaço que espreita nos cantos escuros.

Além dos protagonistas, Welcome to Derry conta com um elenco que amplia o mistério e a densidade dramática. Chris Chalk (Perry Mason, Narcos) interpreta Dick Hallorann em sua juventude — um aceno delicioso para os fãs de O Iluminado. Sua presença sugere que o universo de Stephen King pode estar mais interligado do que imaginávamos.

James Remar (Dexter, Gotham) surge como uma figura sombria da cidade, alguém que sabe mais do que diz. Stephen Rider (Daredevil, Instinto Selvagem) adiciona tensão com seu personagem moralmente ambíguo, enquanto Madeleine Stowe (Revenge, O Último dos Moicanos) entrega uma performance carregada de melancolia, típica das mães e viúvas que povoam as histórias de King. Já Rudy Mancuso (Música, The Flash) traz um contraste interessante ao elenco, com uma energia jovem que rapidamente é engolida pela escuridão crescente da cidade.

Cada um deles parece carregar um fragmento de Derry consigo — como se a cidade estivesse moldando seus habitantes há décadas.

A cidade como personagem — e a longa jornada para as telas

Um dos maiores trunfos de Welcome to Derry é transformar o próprio espaço geográfico em personagem. As fachadas antigas, as ruas vazias, a neblina que invade as manhãs — tudo parece estar sempre à beira de revelar algo terrível.

As filmagens começaram em maio de 2023 em Toronto, Hamilton e Port Hope, cidade que já havia servido de “Derry” nos filmes anteriores. Port Hope, com suas lojas antigas e arquitetura pitoresca, retorna aqui mais sombria, mais silenciosa, mais decadente.

Mas a produção enfrentou um obstáculo gigantesco: a greve da SAG-AFTRA de 2023. O trabalho foi interrompido por meses, criando um hiato que deixou fãs e equipe ansiosos. Só em agosto de 2024 surgiram as primeiras confirmações de que a temporada havia sido concluída — e que o título oficial seria It: Bem-Vindos a Derry.

A espera foi longa, mas não em vão. A série chegou à HBO e HBO MAX em 26 de outubro de 2025 com seus nove episódios, e rapidamente se tornou um dos lançamentos mais comentados do ano.

IT: Bem-vindos a Derry | HBO traz de volta o terror de Pennywise a partir de 26 de outubro

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O terror tem um endereço certo em outubro de 2025. A HBO anunciou a estreia de sua nova série original, IT: Bem-vindos a Derry, marcada para domingo, 26 de outubro, no canal por assinatura e na plataforma de streaming Max. A produção promete transportar os espectadores de volta ao universo criado por Stephen King, explorando as origens do icônico palhaço Pennywise e aprofundando-se em novas camadas de horror psicológico que tornaram a franquia um sucesso nos cinemas.

Um retorno a Derry

A cidade de Derry, em Maine, se tornou sinônimo de medo graças ao romance It (1986) de Stephen King. Nos filmes IT – A Coisa (2017) e IT: Capítulo Dois (2019), dirigidos por Andy Muschietti, vimos a batalha de um grupo de crianças, o Clube dos Perdedores, contra a força sobrenatural que aterrorizava a cidade. Agora, a série original chega para contar uma história anterior a esses eventos, funcionando como uma prequela que promete expandir o mito de Pennywise e revelar o passado sombrio de Derry.

Ambientada em 1962, a trama acompanha um casal que se muda para a cidade com seu filho justamente quando um menino desaparece misteriosamente. A chegada da família coincide com o despertar de eventos aterrorizantes que transformarão Derry em um lugar ainda mais sombrio. Essa premissa, ao mesmo tempo simples e instigante, garante o clima de suspense e horror que os fãs esperam, mas com um olhar mais detalhado sobre o cotidiano da cidade e as forças ocultas que a assolam.

Elenco de peso e personagens marcantes

A série reúne um elenco diversificado e talentoso, combinando atores veteranos com novas promessas do cinema e da TV. Entre os nomes confirmados estão Taylour Paige como Charlotte Hanlon, Jovan Adepo como Leroy Hanlon, Chris Chalk interpretando Dick Hallorann, James Remar, Stephen Rider, Madeleine Stowe, Rudy Mancuso e Bill Skarsgård reprisando seu papel icônico como Pennywise.

A presença de Skarsgård é, sem dúvida, um dos grandes atrativos da produção. O ator sueco, que conquistou fãs e críticos com sua interpretação aterrorizante do palhaço, agora assume também a função de produtor executivo. A expectativa é que ele consiga aprofundar ainda mais o caráter enigmático e cruel de Pennywise, revelando nuances de sua origem que não foram exploradas nos filmes.

Além dos protagonistas, o elenco recorrente inclui nomes como Reitor Yool, Alixandra Fuchs, Kimberly Norris Guerrero, Tyner Rushing, Dorian Grey, Thomas Mitchell, BJ Harrison, Peter Outerbridge, Shane Marriott, Chad Rook, Josué Odjick e Angeline Estrela da Manhã. Essa variedade de personagens permitirá que a narrativa explore diferentes perspectivas da cidade, tornando Derry quase um personagem por si só, com segredos, medos e histórias próprias.

Produção e bastidores

O desenvolvimento da série começou em março de 2022, quando Andy Muschietti, Barbara Muschietti e Jason Fuchs anunciaram o projeto. Os produtores, que também estavam por trás dos filmes, decidiram trazer a mesma atmosfera cinematográfica para a TV, garantindo continuidade e fidelidade ao universo de It. Em novembro de 2022, a produção recebeu o compromisso oficial de ser realizada, com Fuchs e Brad Caleb Kane contratados como co-showrunners.

Em fevereiro de 2023, a emissora deu o sinal verde para a produção, e Andy Muschietti assumiu a direção de múltiplos episódios, incluindo o piloto. Jason Fuchs, além de co-showrunner, assina o roteiro do primeiro capítulo. A escolha de manter a equipe criativa próxima aos filmes reforça a intenção de criar uma experiência coesa para os fãs, mantendo a identidade visual, narrativa e o tom de horror que marcaram a franquia.

A seleção do elenco começou em abril de 2023, com Bill Skarsgård confirmado em maio de 2024. As filmagens da primeira temporada iniciaram em maio de 2023, mas enfrentaram uma interrupção em julho devido à greve da SAG-AFTRA de 2023. A produção foi retomada e finalizada em agosto de 2024, resultando em nove episódios cuidadosamente planejados para explorar tanto o suspense quanto a psicologia dos personagens.

Entenda a abordagem da série

Diferente dos filmes, que focaram na experiência do Clube dos Perdedores, a nova produção pretende mergulhar em diferentes aspectos da cidade e de seus habitantes. A narrativa não se limita ao terror imediato, mas também explora o medo cotidiano, a paranoia coletiva e as histórias de cada família que vive em Derry. A série promete um terror mais psicológico, em que o sobrenatural se mistura com os dramas humanos, reforçando o sentimento de vulnerabilidade que permeia o universo de King.

A ambientação na década de 1960 traz desafios e oportunidades criativas. Cenários, figurinos e direção de arte foram cuidadosamente planejados para refletir a época, ao mesmo tempo em que mantêm uma sensação de atemporalidade e mistério. Cada rua, casa e loja da cidade terá detalhes que contribuem para a atmosfera opressiva e sinistra, mantendo o público imerso no suspense e na tensão.

Pennywise: o terror que transcende gerações

Nenhuma discussão sobre o IT estaria completa sem mencionar Pennywise. O palhaço assassino é mais do que um antagonista; ele é uma manifestação do medo, da dor e dos segredos de Derry. Bill Skarsgård, que retorna ao papel, afirmou em entrevistas que pretende explorar ainda mais o lado enigmático e manipulador da criatura, mostrando não apenas seu lado aterrorizante, mas também a inteligência e a perversidade que o tornam tão temido.

A série, por se passar antes dos filmes, também promete revelar parte da história de Pennywise, oferecendo aos espectadores pistas sobre suas origens e a maneira como ele influencia a cidade há décadas. Esse olhar mais profundo para o vilão pode adicionar camadas emocionais à narrativa, tornando o terror não apenas visual, mas também psicológico e simbólico.

Produção executiva e equipe criativa

Além de Andy e Barbara Muschietti e Jason Fuchs, a produção executiva conta com Brad Caleb Kane, David Coatsworth, Shelley Meals, Roy Lee e Dan Lin. A colaboração entre HBO, Warner Bros. Television e as equipes de produção garante um padrão elevado de qualidade, tanto técnico quanto narrativo.

Andy Muschietti, conhecido por sua habilidade em criar suspense e terror visual, promete trazer seu estilo característico à série, alternando momentos de horror intenso com desenvolvimento de personagens e narrativa atmosférica. Jason Fuchs, por sua vez, traz experiência em roteiro e narrativa estruturada, garantindo que cada episódio combine tensão, drama e construção de mitologia.

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