“O Retorno” | Ralph Fiennes e Juliette Binoche vivem drama épico e visceral na releitura sombria da Odisseia

Imagine Odisseu não como o herói invencível da mitologia grega, mas como um homem esgotado, marcado por duas décadas de guerras, ausências e arrependimentos. Assim é “O Retorno”, drama épico dirigido por Uberto Pasolini, que estreia nos cinemas brasileiros em 4 de setembro, com distribuição da O2 Play. Estrelado por Ralph Fiennes e Juliette Binoche, o longa é uma releitura sóbria e profundamente emocional da última parte da Odisseia, clássico de Homero — agora sem criaturas mitológicas, mas com muita humanidade à flor da pele.

Após estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF) em 2024, o filme marca o reencontro histórico de Fiennes e Binoche quase três décadas após o clássico “O Paciente Inglês”, vencedor do Oscar. Na nova produção, os dois mergulham em personagens complexos, carregados de perdas, silêncios e escolhas que moldaram o destino de uma família e de um reino.

Um herói despido da mitologia

O longa recusa a grandiosidade típica das adaptações de Homero. O que vemos é um Odisseu envelhecido, irreconhecível até para os seus, que chega à ilha de Ítaca como um náufrago de si mesmo, nu na areia, mais espectro do que homem. A direção de Pasolini opta por retratar o herói sem glória, mas com profundidade — um soldado marcado pelas feridas da guerra e pela dor do tempo perdido.

O roteiro, assinado por Edward Bond e John Collee, opta por uma abordagem intimista: sem deuses, sem monstros, sem milagres. Apenas as consequências humanas de duas décadas de guerra e ausência. A câmera se aproxima mais das expressões do que dos combates, dando protagonismo ao que arde por dentro.

Penélope: a fortaleza silenciosa

Juliette Binoche interpreta Penélope com a gravidade de quem segurou um império em ruínas com as próprias mãos. Pressionada por pretendentes que querem ocupar o trono deixado vago, ela se mantém firme, tecendo a mortalha do sogro como forma de adiar uma decisão inevitável. Sua resistência é feita de gestos sutis, de escolhas simbólicas, de uma fé silenciosa na volta de um homem que o mundo já deu como morto.

A relação entre Penélope e Odisseu, quando finalmente se reencontram, não é marcada por explosões emocionais, mas por camadas de ressentimento, saudade e reconhecimento tardio. Binoche oferece uma atuação contida e poderosa, equilibrando dor e dignidade.

Telêmaco: entre o pai ausente e o presente desmoronando

Charlie Plummer dá vida a Telêmaco, o filho deixado para trás, agora um jovem dividido entre o dever e a mágoa. Ao reencontrar o pai, não há idealização: há confronto, mágoa e cobranças. A juventude de Telêmaco é atravessada pelo peso de um legado que ele não pediu, e por uma ausência que moldou sua identidade.

Sua trajetória no filme é tanto uma busca por pertencimento quanto uma libertação. No fim, é ele quem decide partir, não como fuga, mas como uma afirmação: o ciclo precisa ser quebrado.

Um drama visualmente sóbrio e emocionalmente denso

Rodado em locações na Grécia e na Itália, especialmente em Corfu e no Peloponeso, o filme possui uma fotografia elegante, mas jamais espalhafatosa. O cenário natural dialoga com o tom melancólico da narrativa. Os silêncios pesam, e a trilha sonora composta por Rachel Portman (executada pela Roma Film Orchestra) reforça a carga emocional com delicadeza.

Diferente de outras adaptações que apostam no espetáculo, O Retorno aposta na crueza da experiência humana, em olhares que dizem mais que palavras, em mãos calejadas que carregam o passado como cicatriz.

Sangue, vingança e esgotamento

A sequência do arco — famosa na Odisseia — ganha uma roupagem mais sombria e visceral. Odisseu, disfarçado, vence os pretendentes em um desafio de arco e flecha, revelando sua identidade. Em seguida, o massacre. Flechas voam, portas se fecham, a vingança se cumpre. Mas não há catarse.

O pedido de Penélope para que seu filho poupe Antínoo, o mais violento dos pretendentes, é ignorado. Telêmaco o mata, e sua mãe, horrorizada, percebe que o retorno não trouxe paz — apenas mais morte. A violência que Odisseu tentou deixar para trás o seguiu até em casa.

Bastidores de um projeto sonhado por décadas

O diretor Uberto Pasolini planejava adaptar a Odisseia há mais de 30 anos. Em 2022, finalmente tirou o projeto do papel com produção internacional envolvendo Itália, Grécia, Reino Unido e França. O orçamento de US$ 20 milhões é modesto para um épico, mas usado com precisão e sobriedade. A estreia nos Estados Unidos aconteceu em dezembro de 2024, com lançamento no Reino Unido em abril de 2025.

“Um Maluco no Golfe 2” estreia na Netflix e traz Adam Sandler de volta às tacadas em comédia nostálgica e atualizada

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Quase três décadas após o lançamento do original, a aguardada sequência “Um Maluco no Golfe 2” já está disponível no catálogo brasileiro da Netflix, prometendo resgatar o humor irreverente e o carisma que consagraram Adam Sandler como ícone da comédia nos anos 1990. Agora mais maduro — mas nem por isso menos impulsivo — Happy Gilmore retorna aos campos de golfe em uma nova aventura que mistura nostalgia, redenção e muito nonsense.

Dirigido por Kyle Newacheck (conhecido pela série Workaholics e pela comédia Mistério no Mediterrâneo), o longa conta com roteiro assinado por Tim Herlihy e pelo próprio Sandler, mantendo a identidade cômica que tornou o primeiro filme um clássico cult. A sequência traz ainda um elenco de peso com o retorno de Julie Bowen e Christopher McDonald, além das participações especiais de Ben Stiller e do astro da música Bad Bunny.

Happy Gilmore, agora pai e em crise

Na nova trama, encontramos Happy Gilmore em um momento de reavaliação da vida. O tempo passou, os holofotes se apagaram e os campos de golfe deixaram de ser palco de glórias para se tornarem lembranças empoeiradas. Longe da fama, ele agora enfrenta desafios bem mais pessoais: a sua filha, Vienna, sonha em estudar balé em uma escola renomada — mas o custo da mensalidade está fora do alcance.

Para ajudar a filha a realizar esse sonho, Happy decide fazer o impensável: voltar ao competitivo universo do golfe profissional. O problema? Ele está mais velho, fora de forma e desacreditado por todos, inclusive por si mesmo. O retorno exige mais do que força física — é preciso resgatar a paixão, reinventar-se e encarar uma geração de novos atletas com estilos e estratégias bem diferentes das suas.

O roteiro equilibra momentos hilários com toques emocionais, especialmente nas cenas entre pai e filha. O sarcasmo característico de Sandler está lá, assim como os acessos de fúria no gramado, as confusões com autoridades do esporte e, claro, os embates com seu eterno rival Shooter McGavin, interpretado com maestria (e um toque extra de decadência) por Christopher McDonald.

O retorno dos personagens icônicos (e das loucuras)

A sequência aposta no retorno de rostos conhecidos do universo Happy Gilmore. Julie Bowen, que interpretou Virginia Venit no original, também está de volta, agora como uma figura mais experiente na administração do circuito de golfe — e que tenta, entre tapas e beijos, ajudar Happy a lidar com sua impulsividade.

Ben Stiller, que interpretou secretamente o vilão Hal L. no primeiro filme, também faz uma aparição para delírio dos fãs mais atentos. Já a grande surpresa é a participação de Bad Bunny, que interpreta um jovem golfista latino de personalidade excêntrica e estilo ousado, que serve como o novo “anti-Happy” nos campos e nas redes sociais.

Apesar do clima nostálgico, Um Maluco no Golfe 2 evita cair na armadilha de ser apenas uma repetição do primeiro filme. Há piadas atualizadas, críticas sutis ao mundo esportivo moderno, e até algumas provocações sobre redes sociais, cultura do cancelamento e marketing esportivo. Tudo isso sem perder o ritmo cômico ou a leveza que caracteriza a franquia.

Relembrando o clássico de 1996

Lançado em 1996, Happy Gilmore marcou uma virada na carreira de Adam Sandler. Na trama original, ele vivia um jogador de hóquei fracassado que, ao tentar salvar a casa da avó das garras do fisco, descobre ter um dom inusitado para o golfe — mais especificamente, para mandar a bola longe com uma força descomunal. Treinado por Chubbs Peterson (Carl Weathers), ele entra no circuito profissional com modos nada ortodoxos: roupas cafonas, explosões de raiva e zero etiqueta no campo.

Apesar das críticas divididas na época — o filme mantém até hoje uma média de 60% no Rotten Tomatoes — o público abraçou o personagem e transformou a comédia em sucesso comercial. Com uma bilheteria global de mais de US$ 41 milhões, o longa se consolidou como um dos pilares da carreira de Sandler e gerou uma base de fãs fiel ao longo das décadas.

O filme também introduziu personagens que virariam cults com o tempo, como Shooter McGavin, o rival mimado e vaidoso de Happy, e o enfermeiro sádico interpretado por Ben Stiller, além da inesquecível participação de Bob Barker em uma briga épica com o protagonista.

Humor, redenção e família

Se o primeiro filme era sobre um jovem desajustado tentando provar seu valor, Um Maluco no Golfe 2 é sobre alguém que já teve tudo e precisa reconectar-se com o que realmente importa. O humor continua escrachado — com direito a piadas físicas, xingamentos e situações surreais — mas há também uma camada emocional mais evidente. A relação entre Happy e sua filha serve de coração para a narrativa, equilibrando os absurdos com sentimentos reais.

A direção de Newacheck imprime ritmo acelerado, cortes rápidos e uma fotografia vibrante. Há até referências visuais ao clássico original, com closes exagerados, trilhas sonoras retrô e até uma recriação da lendária tacada final de Happy no primeiro filme.

Vale a pena assistir?

Sim — principalmente para quem cresceu assistindo aos filmes de Adam Sandler nos anos 90 e 2000. Um Maluco no Golfe 2 não é apenas uma continuação, mas também uma celebração ao estilo único de comédia que o ator ajudou a popularizar. É despretensioso, nostálgico, e acima de tudo, divertido. Os novos personagens somam, os antigos brilham, e a trama oferece uma mensagem tocante sobre família, envelhecimento e superação sem perder o humor ácido.

“Profissão Repórter” desta terça (29/07) mostra como Belém está mudando para receber a COP-30: esperança, desafios e cicatrizes de uma transformação acelerada

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Nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, o programa Profissão Repórter estreia uma reportagem especial que vai além dos números e obras, para contar as histórias que estão sendo escritas nas ruas, nas comunidades e nos canteiros de obras de Belém. A cidade se prepara para receber a COP-30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, marcada para novembro deste ano — um evento que colocará a capital do Pará no centro das atenções do planeta. As informações são da TV Globo.

Com a expectativa da chegada de cerca de 50 mil visitantes — entre autoridades, cientistas, ativistas e jornalistas —, Belém vive um momento de pressa, transformação e também de questionamentos. Quais os reais impactos dessa mudança acelerada? Para quem a cidade está sendo preparada?

Obras, promessas e um ritmo frenético

Se você andar pelas ruas de Belém hoje, vai perceber o quanto a cidade está sendo transformada. São dezenas de canteiros de obra espalhados pela capital, obras que envolvem bilhões de reais e que buscam preparar a infraestrutura para o grande evento.

O Parque da Cidade, que será o centro das negociações da COP-30, está passando por uma verdadeira revolução. Centenas de trabalhadores se revezam entre estruturas, equipamentos e instalações, tentando deixar tudo pronto para o mês de novembro. A revitalização da Nova Doca, antiga área portuária, também avança — com a ideia de criar um novo cartão-postal, que traga vida e turistas para a região.

Mas as obras não se limitam ao centro. Novas avenidas estão sendo abertas, ruas reformadas e o sistema de transporte passa por mudanças, numa tentativa de dar conta da demanda que virá com o evento e, de quebra, melhorar o cotidiano dos moradores.

O brilho das obras e o peso da transformação

Para muitos moradores, as obras representam a possibilidade de emprego, de renda e até de mudança de vida. Na construção civil, quem estava há meses desempregado agora encontra uma chance real de trabalhar, receber salário e ter uma rotina mais estável. No comércio e serviços, o movimento já começa a esquentar, com a expectativa da chegada dos visitantes.

Mas, junto com as oportunidades, vêm também as perdas. Em vários bairros, especialmente em áreas ribeirinhas e periféricas, famílias já foram obrigadas a sair de suas casas para que projetos considerados estratégicos sejam realizados. Muitas dessas pessoas vivem da pesca, do extrativismo ou do pequeno comércio e agora enfrentam a difícil tarefa de recomeçar em outro lugar, muitas vezes longe da comunidade e sem garantias sólidas.

Um exemplo emblemático é a construção da Avenida Liberdade, uma via expressa que atravessa reservas ambientais e áreas tradicionais, gerando o deslocamento de centenas de famílias. Esse é um dos pontos mais sensíveis da preparação para a COP-30, pois envolve equilíbrio delicado entre desenvolvimento e respeito à vida das pessoas.

O saneamento básico: um nó que ainda precisa ser desatado

Enquanto a cidade tenta se preparar para o mundo, parte da sua população ainda enfrenta problemas básicos, que a maioria considera direitos fundamentais.

Belém está entre as capitais brasileiras com pior cobertura de saneamento, um dado preocupante diante do discurso ambiental que será protagonista da COP-30. Em áreas como a Vila da Barca — uma das maiores comunidades de palafitas do país — as condições sanitárias são precárias, com esgoto a céu aberto e dificuldade no acesso à água limpa, colocando em risco a saúde e o bem-estar de milhares de pessoas.

Essa situação mostra que sustentabilidade não é só questão de investimento em obras sofisticadas, mas também de garantir qualidade de vida para todos.

A movimentação do turismo e o impacto na cidade

Com a aproximação da COP, a expectativa de receber milhares de turistas movimenta a economia local. Muitos moradores, percebendo essa oportunidade, investem em melhorias em suas casas para oferecer hospedagem. Quartos reformados, imóveis anunciados em plataformas digitais, tudo para captar o movimento que deve chegar.

Esse boom pode significar um alívio financeiro para algumas famílias, mas também acende um alerta: a valorização imobiliária pode afastar moradores antigos das áreas centrais, aumentando a desigualdade e expulsando aqueles que construíram a cidade.

E depois da festa, o que fica?

Um dos grandes questionamentos que surgem é: qual será o legado da COP-30 para Belém? Será que as melhorias serão permanentes e beneficiarão a população mais vulnerável? Ou a cidade vai voltar à rotina de sempre, com os problemas estruturais ignorados depois que as luzes do evento se apagarem?

É comum que grandes eventos tragam avanços pontuais, mas nem sempre consigam transformar de forma duradoura as desigualdades e desafios que já existiam.

O desafio de fazer diferente

Para que a COP-30 deixe um impacto real, é necessário pensar no futuro da cidade de forma inclusiva. Isso significa escutar e atender às necessidades das comunidades ribeirinhas, indígenas e das populações periféricas, garantindo que o desenvolvimento aconteça de forma justa e sustentável.

É urgente que saneamento básico, moradia digna e proteção ambiental deixem de ser apenas promessas para se tornarem realidade palpável para todos.

Belém entre o ontem e o amanhã

A COP-30 pode ser um momento histórico para Belém, uma oportunidade para que a cidade se mostre para o mundo e para si mesma. Mas, para que isso aconteça de verdade, é preciso que as mudanças alcancem todos, não só as áreas nobres ou os setores econômicos mais poderosos.

A história que está sendo escrita agora é cheia de desafios, incertezas, mas também de esperança. A decisão que a cidade tomar poderá ser um exemplo de como unir desenvolvimento, justiça social e sustentabilidade, ou um alerta sobre o preço que pagamos quando deixamos muitos para trás.

Gravações de “Homem-Aranha: Um Novo Dia” indicam ambientação em Nova York, apesar das filmagens na Escócia

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Ele está de volta. Ele nunca foi embora. Ele continua sozinho, pendurado entre os arranha-céus e carregando o peso do mundo nos ombros. Mas agora, ele tem um novo dia pela frente. E, acredite: os fãs também.

O nome é Spider-Man: Brand New Day — em português, Homem-Aranha: Um Novo Dia — e as primeiras imagens do set de filmagens já começaram a causar alvoroço na internet. As cenas estão sendo rodadas em Glasgow, na Escócia, mas, ao que tudo indica, a ação continua situada no coração de Nova York. Ou seja: a Marvel está apostando no bom e velho disfarce cinematográfico para nos levar de volta ao lar do teioso, mesmo que os quarteirões tenham sotaque britânico.

Mas calma, tem mais do que cenário bonito rolando por trás dessas imagens. Uma placa de construção vista em uma das fotos do set revela um detalhe crucial: um prédio com previsão de conclusão marcada para dezembro de 2027. Isso deu aos fãs um pequeno mapa temporal — o filme se passa, provavelmente, no início de 2027. A Marvel não confirma nada, claro. Mas quando se trata do MCU, até placa de obra vira pista de enredo.

O que esperar de “Um Novo Dia”?

O título já entrega bastante. Quem conhece os quadrinhos da Marvel sabe que “Brand New Day” não é só um nome bonito. É também o arco que, lá no final dos anos 2000, tentou reconfigurar a vida de Peter Parker depois de momentos pesados — leia-se: morte de tia, separação, identidade exposta, caos na vida amorosa e na existência em geral.

No cinema, a vibe é parecida. Após os eventos de Sem Volta Para Casa, Peter está mais só do que nunca. Ninguém lembra quem ele é, ele perdeu os amigos, o amor da sua vida e até o amparo tecnológico dos Vingadores. Está literalmente recomeçando — e esse novo filme vem pra mostrar exatamente esse renascimento silencioso e agridoce.

Pense em um Peter mais pé no chão, menos dependente de gadgets milionários, mais ligado às raízes do Queens. Um herói de alma partida, mas ainda de coração gigante. É a essência do Aranha: cair e levantar. Levar porrada do destino e continuar sorrindo (mesmo que por trás da máscara).

Peter Parker, MJ, Ned… e o Justiceiro (!?)

Sim, Tom Holland volta a vestir o uniforme — com um novo design, mais artesanal, sem as firulas da tecnologia Stark. Ele está envelhecendo junto com o personagem, e isso é ótimo. A fase colegial ficou pra trás, e agora temos um Peter enfrentando a vida real, o aluguel, o anonimato. O amadurecimento está vindo com força.

Zendaya também retorna como MJ, o que já deixa o coração do fandom mais quentinho. A última vez que os vimos juntos, ela já não sabia quem ele era. Será que o novo filme vai explorar o reencontro, ou o distanciamento emocional definitivo? Os roteiristas prometeram emoção — então prepare os lencinhos.

Jacob Batalon também volta como Ned Leeds, e torcemos para que ele tenha mais do que piadinhas a oferecer. Ele já demonstrou talento de sobra para dramas, e essa fase mais melancólica da história pode dar a ele um novo arco.

Agora, a grande bomba: Jon Bernthal, o Justiceiro, está confirmado. E isso muda tudo.

Frank Castle não é só mais um vigilante mascarado. Ele é brutal, vingativo, movido por traumas profundos. A presença dele ao lado (ou contra?) o Homem-Aranha pode transformar o tom do filme. Imagine Peter lidando com dilemas morais enquanto vê Castle resolver tudo no estilo “atira primeiro, pergunta depois”. O contraste entre os dois promete tensão, profundidade e muita discussão sobre o que é justiça num mundo sem regras.

E as surpresas?

Entre os nomes misteriosos do elenco, temos Sadie Sink, de Stranger Things, e Liza Colón-Zayas, de The Bear. Nenhuma das duas teve seus papéis revelados, mas o Twitter já fez o trabalho investigativo de sempre. A teoria favorita? Sadie como Felicia Hardy, a Gata Negra — uma anti-heroína cheia de charme, rivalidade e uma química explosiva com Peter. Seria ousado, seria sexy, seria perfeito.

Já Liza pode estar assumindo o papel de alguma figura materna ou autoridade. Talvez uma nova tia May? Uma chefe no Clarim Diário? Só saberemos mais perto do lançamento. Mas o fato é: o elenco está redondinho, e a química entre eles promete incendiar a tela.

Uma nova direção

Sai Jon Watts, entra Destin Daniel Cretton. E isso não é apenas uma troca de cadeira — é uma mudança de tom.

Cretton foi responsável por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis, um dos poucos filmes da fase quatro que conseguiram agradar público e crítica. Ele sabe trabalhar personagens com profundidade emocional, lutas estilosas e narrativa centrada em identidade. Exatamente o que o Homem-Aranha precisa neste momento.

Aliás, este pode ser o filme mais emocionalmente carregado do Aranha desde Homem-Aranha 2, de Sam Raimi. O roteiro continua nas mãos de Chris McKenna e Erik Sommers, dupla já veterana na trilogia anterior. Mas agora, com a direção de Cretton, talvez vejamos menos piadas e mais alma.

Uma Nova York (fingida) para chamar de lar

Pode parecer estranho ver Peter salvando civis e enfrentando bandidos pelas ruas de Glasgow. Mas a cidade escocesa já foi pano de fundo de várias produções de Hollywood por um motivo simples: arquitetura similar a Nova York, custo reduzido e clima perfeito para cenas urbanas.

Com truques de câmera, CGI e um bom trabalho de direção de arte, Glasgow se transforma numa Manhattan convincente. E não deixa de ser curioso: um dos personagens mais nova-iorquinos da cultura pop sendo recriado do outro lado do Atlântico. É o mundo globalizado do cinema em sua melhor forma.

Entre greves e reviravoltas

A produção do filme não foi um mar de rosas. Desde o final de Sem Volta Para Casa, muita coisa mudou. Tom Holland chegou a dizer que não sabia se continuaria no papel. O contrato tinha acabado. A Marvel estava passando por turbulências criativas. E ainda teve a greve dos roteiristas de 2023, que paralisou tudo por meses.

Mas, aos poucos, as peças se ajeitaram. Holland voltou com entusiasmo, desde que pudesse participar criativamente da jornada do personagem. Zendaya também topou retornar, contanto que a história tivesse propósito. A Marvel ouviu. A Sony cedeu. E cá estamos nós: com filmagens em andamento e a estreia marcada para 31 de julho de 2026.

O legado do Aranha (e o futuro da Marvel)

Não é exagero dizer que Peter Parker tem carregado nas costas o coração do MCU. Mesmo depois de tantas fases, multiversos e linhas temporais, é nele que os fãs encontram humanidade, falhas, amor e empatia.

Com Um Novo Dia, a Marvel pode estar sinalizando uma nova abordagem: menos espetáculo, mais história. Menos CGI em excesso, mais alma. E, claro, ainda assim com muita ação, porque estamos falando de um herói que luta contra vilões em pleno topo do Empire State.

E talvez seja esse o segredo do sucesso do Aranha. Não são apenas os vilões, os uniformes ou os efeitos. É o garoto por trás da máscara, tentando fazer o certo mesmo quando tudo dá errado. É o humano num mundo de deuses.

Então, o que vem por aí?

Se você esperava um novo vilão galáctico, talvez precise segurar a empolgação. Se queria mais Doutor Estranho, portais e multiverso… também pode se decepcionar.

Mas se o que você quer é ver Peter Parker enfrentando a vida real, se equilibrando entre o herói que o mundo precisa e o jovem que tenta sobreviver com dignidade, então Um Novo Dia vai entregar exatamente isso.

Vai ter emoção, dilemas morais, batalhas urbanas, reencontros, talvez novos amores, e quem sabe até a semente para a chegada de Miles Morales — um desejo antigo dos fãs e do próprio Tom Holland.

O importante é saber que o Aranha está de volta. E, mais do que nunca, pronto pra viver um novo capítulo. Ou melhor, um novo dia.

Gotham vive! Batman: Parte 2 será filmado em 2026 com Robert Pattinson e Matt Reeves de volta

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Quando o céu de Gotham ainda parecia escuro demais para vislumbrar alguma luz, surgiu uma nova versão do Cavaleiro das Trevas para reescrever as regras. E agora, ele está voltando. Segundo uma carta do CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, enviada aos acionistas da empresa, “The Batman: Part II” — ou Batman: Parte 2, no título nacional — começará suas filmagens na primavera de 2026 no hemisfério norte, ou seja, entre março e junho daquele ano.

A informação foi divulgada pelo portal Deadline, e para os fãs do personagem, já soa como um marco no calendário. Afinal, o retorno de Robert Pattinson ao papel de Bruce Wayne promete expandir ainda mais o universo sombrio, psicológico e urbano criado por Matt Reeves no primeiro longa.

Mas mais do que uma simples data de filmagem, a confirmação sinaliza o ressurgimento de uma Gotham que conquistou público e crítica por sua abordagem realista e ao mesmo tempo sensorial. Uma cidade que sangra e respira angústia. E um Batman que ainda busca se entender como símbolo — de medo, de justiça ou de redenção.

O retorno de um herói imperfeito

O primeiro The Batman, lançado em março de 2022, foi um respiro criativo em meio a um universo cinematográfico da DC que se fragmentava com reboots, retcons e incertezas. Dirigido por Matt Reeves, o filme abandonou o estilo grandioso e mitológico das versões anteriores para mergulhar numa atmosfera mais contida, inspirada por thrillers policiais dos anos 1970 e pelo lado detetivesco do personagem.

Robert Pattinson entregou um Bruce Wayne atormentado, introspectivo, que mais parecia uma sombra do que um milionário. Essa escolha, longe de desagradar, fez eco junto a uma geração que se identifica com anti-heróis mais humanos e quebrados. O resultado? Sucesso crítico, bilheteria global de US$ 772 milhões e três indicações ao Oscar. Nada mal para um projeto que enfrentou pandemia, paralisações e mudanças internas na Warner.

Mais do que isso: The Batman marcou o início da chamada Batman Epic Crime Saga, uma nova trilogia planejada por Matt Reeves que será independente do novo DCU de James Gunn. Esse universo paralelo, separado do Superman de David Corenswet e do futuro Supergirl de Milly Alcock, poderá desenvolver tramas adultas, intensas e mais voltadas ao suspense e à corrupção sistêmica de Gotham.

Uma produção com alma de cinema noir

Embora os detalhes da trama de Batman: Parte 2 ainda sejam guardados a sete chaves, é possível deduzir algumas pistas a partir do que Reeves construiu anteriormente. Inspirado em quadrinhos como Ano Um, O Longo Dia das Bruxas e Batman: Ego, o primeiro filme colocou o Charada (interpretado de forma perturbadora por Paul Dano) como um catalisador de verdades incômodas sobre a elite e o passado dos Wayne.

Com isso, a imagem pública de Bruce como bilionário intocável se desfez. A cada pista deixada por Nashton, o Charada, revelava-se também o trauma, a culpa e a desconfiança de um homem que usa a máscara mais como refúgio do que como símbolo. Esse é o Batman de Pattinson: menos herói, mais humano. Menos justiceiro, mais reflexo da cidade que tenta salvar.

A fotografia dessaturada, a trilha sonora hipnótica de Michael Giacchino e os planos de câmera que espreitam o protagonista em meio à escuridão compõem uma linguagem que se aproxima muito mais de Seven ou Zodíaco do que de qualquer blockbuster tradicional. E a tendência é que Parte 2 aprofunde ainda mais esse estilo.

O que esperar do novo filme?

Ainda que o roteiro esteja em sigilo, algumas peças do tabuleiro já estão visíveis. Sabe-se que Robert Pattinson retorna como Bruce Wayne/Batman, e Matt Reeves reassume tanto a direção quanto o roteiro, agora ao lado de Mattson Tomlin. Andy Serkis também deve voltar como Alfred Pennyworth — e há grande expectativa quanto à participação de Barry Keoghan, que apareceu nos minutos finais do primeiro longa como um misterioso detento do Asilo Arkham que pode, ou não, ser o Coringa.

Essa última aparição, ainda sutil e envolta em sombras, deu o tom da ameaça latente que pode dominar a sequência. Keoghan, indicado ao Oscar por Os Banshees de Inisherin, é conhecido por seu talento para personagens inquietos e imprevisíveis. Caso o Coringa seja mesmo o vilão central de Parte 2, pode-se esperar uma abordagem bem diferente das versões anteriores vividas por Heath Ledger ou Joaquin Phoenix — e muito mais próxima de uma mente doentia que espelha as rachaduras psicológicas do próprio Batman.

Há também a possibilidade de Selina Kyle (Zoë Kravitz) retornar, embora no fim do primeiro filme ela decida deixar Gotham por considerá-la “além da salvação”. Com ou sem ela, Gotham estará em estado de reconstrução após os eventos catastróficos promovidos pelo Charada e seus seguidores.

Outro elemento importante é a expansão do universo via séries derivadas. The Penguin, estrelada por Colin Farrell e já lançada na HBO Max em 2024, acompanha o personagem Oswald Cobblepot após o vácuo de poder deixado pela morte de Carmine Falcone. A série prepara o terreno para o novo filme, e insere a criminalidade de Gotham em um contexto ainda mais enraizado e visceral.

O peso da expectativa: Batman entre a arte e o mainstream

Poucos personagens da cultura pop carregam um legado tão pesado quanto o Batman. Desde a atuação icônica de Adam West nos anos 1960, passando pela revolução sombria de Tim Burton, o realismo de Christopher Nolan e o Batman brutal de Ben Affleck, o herói sempre foi um espelho do seu tempo.

Matt Reeves, no entanto, optou por algo diferente: trazer o Batman para um tempo onde a verdade é líquida, a confiança é frágil e os heróis parecem tão perdidos quanto os vilões. The Batman não é um filme sobre salvar a cidade — é sobre tentar entender por que ela está tão condenada.

Essa escolha tornou o filme mais difícil, talvez menos palatável para quem espera ação desenfreada ou fan service. Mas também o tornou mais profundo, mais cinematográfico e, para muitos, mais relevante. O desafio agora será expandir esse universo sem perder sua identidade — e isso exigirá um equilíbrio delicado entre o blockbuster e o drama noir.

De onde viemos — e para onde vamos?

A jornada até The Batman: Parte II não foi fácil. Originalmente, o personagem deveria ganhar um filme solo estrelado e dirigido por Ben Affleck, dentro do universo do DCEU. O projeto, anunciado em 2014, sofreu inúmeras reviravoltas. Affleck deixou a direção, depois o elenco, e finalmente abandonou o personagem.

Foi aí que Matt Reeves entrou em cena, redesenhando o projeto do zero e propondo um reboot independente do universo compartilhado. Em 2019, Robert Pattinson foi escalado — e muitos torceram o nariz. Mas a aposta deu certo. O ator, antes criticado por seu passado em Crepúsculo, provou ser o Batman que ninguém sabia que precisava.

Agora, com a nova liderança criativa da DC Studios (James Gunn e Peter Safran), o estúdio aposta em uma dualidade estratégica: o universo principal será mais integrado e leve, enquanto projetos alternativos — como Joker e The Batman — poderão explorar tons e linguagens mais adultas.

Karol Conká abre a nova temporada do TVZ Ao Vivo no Multishow com estilo e atitude

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A nova temporada do TVZ Ao Vivo chega como um verdadeiro estouro sonoro e visual, pronta para dar início a mais uma série de encontros musicais marcantes. E quem tem a missão de inaugurar essa fase é Karol Conká, um dos nomes mais expressivos do pop e do hip-hop brasileiro. A artista será a primeira convidada especial do programa, que vai ao ar nesta quinta-feira (7), às 18h, no Multishow, ao lado da apresentadora Marina Sena e do coapresentador Gominho.

O público pode esperar um programa vibrante, repleto de performances energéticas, conversas afiadas e aquela dose de autenticidade que já é marca registrada de Karol. “Vai ser um encontro cheio de música, estilo e troca verdadeira”, promete a rapper.

Além de sua participação no palco, o formato do TVZ Ao Vivo garante a interação direta com a audiência. Os fãs podem participar enviando mensagens pelas redes sociais com a hashtag #TVZAoVivo ou pelo WhatsApp do programa: (21) 99252-5737. A nova temporada será exibida todas as segundas e quintas-feiras, sempre com convidados especiais e apresentações ao vivo.

Para entender a relevância de Karol Conká no cenário musical brasileiro, é preciso voltar ao início de sua história. Nascida Karoline dos Santos Oliveira em 1º de janeiro de 1986, em Curitiba (PR), ela cresceu no bairro do Boqueirão. Sua infância foi marcada pelo amor às artes — queria ser atriz de comédia e cantora de música popular brasileira, além de ter aulas de dança contemporânea, balé e teatro.

A veia artística foi fortemente influenciada pela mãe, que escrevia poemas e incentivava a filha a se expressar criativamente. Aos 16 anos, Karol participou de um concurso musical escolar na categoria rap — sendo a única mulher. A experiência foi o estopim para decidir que seguiria profissionalmente na música.

No início dos anos 2000, Karol integrou o quarteto Agamenon, com MC Cadelis e Cilho, lançando uma mixtape que abriu portas para apresentações em Curitiba. Mais tarde, fez parte do grupo Upground, acumulando experiência de palco e fortalecendo sua presença na cena independente.

O nome artístico “Karol Conká” surgiu por influência do pai, que dizia para ela sempre corrigir quem escrevesse seu nome com “C” — “Karol com K”.

Sua ascensão começou a ganhar fôlego em 2011, quando lançou o EP Promo e o single “Boa Noite”, que a levou a ser indicada ao MTV Video Music Brasil. A faixa ganhou visibilidade internacional ao integrar a trilha do jogo FIFA 14.

Em 2013, veio o primeiro álbum, Batuk Freak, produzido por Nave, com singles como “Gandaia” e “Corre, Corre Erê”. O disco rendeu a Karol o prêmio de Artista Revelação no Prêmio Multishow e a levou a turnês internacionais.

O grande estouro veio em 2014 com “Tombei”, parceria com Tropkillaz, que se tornou um hino do empoderamento e da estética ousada. O sucesso rendeu o prêmio de Nova Canção no Prêmio Multishow 2015 e consolidou Karol no mainstream.

Seguiram-se outros marcos: a faixa “É o Poder” (2015), a participação na abertura das Olimpíadas Rio 2016 com MC Soffia e a estreia como apresentadora do Superbonita no GNT em 2017. Nesse período, Karol diversificou seu trabalho, transitando entre música, televisão e moda.

Em 2018, lançou o álbum Ambulante, com destaque para os singles “Kaça”, “Vogue do Gueto” e “Saudade”. O disco foi elogiado pela crítica, figurando entre os melhores do ano. No ano seguinte, Karol subiu ao palco Sunset do Rock in Rio, ao lado de Linn da Quebrada e Gloria Groove, e lançou a faixa “Alavancô”.

O capítulo polêmico no BBB 21

Em 2021, a cantora aceitou o convite para participar do Big Brother Brasil 21. Sua passagem pelo reality foi marcada por conflitos e falas polêmicas, resultando em rejeição recorde de 99,17% dos votos na eliminação. As consequências foram duras: cancelamento de shows, críticas de colegas de profissão e impacto na imagem pública.

No entanto, a rapper transformou a crise em conteúdo. O documentário A Vida Depois do Tombo, no Globoplay, mostrou sua reconstrução pessoal e profissional. Ainda naquele ano, lançou o single “Dilúvio”, apresentado na final do BBB, que registrou aumento de 978% nos streamings.

Em 2022, Karol lançou Urucum, seu terceiro álbum, descrito como “terapia musical”. O trabalho mistura pagode baiano, trap, reggae e referências pessoais, evidenciando uma artista mais introspectiva, mas ainda provocadora. Canções como “Mal Nenhum” e “Subida” reforçam seu experimentalismo sonoro.

Muita ação no Set! Homem-Aranha: Um Novo Dia revela cena com polícia e capotamento de carro

Foto: Reprodução/ Internet

No universo dos super-heróis do cinema, poucos personagens conseguiram conquistar o público com tanta emoção, ação e identificação quanto o Homem-Aranha interpretado por Tom Holland. Depois de três filmes que marcaram uma geração e deram um novo fôlego ao Aranha dentro do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), agora chega o quarto capítulo da saga: Homem-Aranha: Um Novo Dia (Spider-Man: Brand New Day). A promessa? Trazer desafios inéditos e muita adrenalina para o herói de Nova York.

Um vídeo fresquinho direto do set já deixou os fãs em polvorosa. Com cenas repletas de ação — e até um carro de polícia capotando de tirar o fôlego —, a produção deixa claro que este filme quer mesmo equilibrar uma narrativa intensa com sequências cheias de emoção. Embora ainda tenhamos poucos detalhes oficiais, o filme é um dos lançamentos mais aguardados do MCU para 2026, não só pela volta de Tom, mas também pelas novidades que chegam para agitar a franquia. Abaixo, confira o vídeo:

Um elenco que mistura o já conhecido com o novo

Holland volta como Peter Parker/Homem-Aranha, claro, acompanhado de rostos que o público já ama, como Zendaya (a sempre carismática MJ) e Jacob Batalon, que interpreta Ned Leeds, o melhor amigo do herói. Mas o que realmente chama a atenção é a chegada de nomes fresquinhos, como Sadie Sink — conhecida por “Stranger Things” —, que ainda mantém o papel misterioso, e Jon Bernthal, reprisando Frank Castle, o Justiceiro. A presença do Justiceiro sugere uma vibe mais sombria e complexa para o longa.

Além disso, temos a confirmação de Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk, conectando o filme diretamente a outros eventos importantes do MCU. Michael Mando retorna como Mac Gargan/Escorpião, dando pistas de que os vilões clássicos vão ganhar mais destaque nesta nova fase.

Há também rumores de que Charlie Cox pode voltar como Matt Murdock/Demolidor — o advogado que ajudou Peter em “Sem Volta para Casa” e que vem conquistando cada vez mais fãs no universo Marvel.

Essa mistura de caras já conhecidos com apostas novas dá um tom bem interessante para o filme, que quer ser um verdadeiro “novo dia” para o Homem-Aranha — respeitando suas raízes, mas abrindo espaço para histórias fresquinhas e personagens diferentes.

Foto: Reprodução/ Internet

Uma longa jornada até “Um Novo Dia”

Chegar até aqui não foi nada fácil. Desde 2019, Sony e Marvel Studios têm discutido o futuro do personagem dentro do MCU, com negociações e idas e vindas que geraram muita especulação. Foi só em 2021, com Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, que o personagem teve uma das maiores celebrações nas telas, reunindo versões diferentes do Aranha.

Naquela época, o ator chegou a dizer que aquele poderia ser seu último filme no papel, o que deixou os fãs apreensivos. Mas o carinho do público e o desejo dos estúdios de continuar a história abriram caminho para uma nova trilogia, começando justamente com “Um Novo Dia”.

O roteiro, assinado pelos veteranos Chris McKenna e Erik Sommers, passou por um processo longo, incluindo uma pausa devido à greve dos roteiristas nos EUA em 2023. Depois que a greve terminou, o projeto voltou com força, agora sob a direção de Destin Daniel Cretton, conhecido pelo sucesso “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. Essa escolha mostra o interesse da Marvel e Sony em mesclar ação empolgante com uma história que mexe com o lado emocional — algo que Cretton já sabe fazer muito bem.

Um Amigão da Vizinhança mais urbano e próximo da realidade

O longa-metragem vai mostrar um Peter Parker diferente — um herói que atua mais como um protetor das ruas de Nova York, lidando com problemas do dia a dia e crimes urbanos, sem a pressão de salvar o mundo inteiro como vimos em “Sem Volta para Casa”. Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, comentou que o público vai finalmente ver o Amigo da Vizinhança combatendo os desafios da cidade, num tom mais próximo da realidade das ruas.

Personagens como o Justiceiro aparecem para trazer um clima de thriller policial, mesmo com a adaptação do personagem para o tom mais familiar do MCU. O roteiro ainda faz homenagens às HQs clássicas, como a famosa edição que apresentou o Justiceiro no universo do Aranha, o que deve agradar os fãs de longa data.

Filmagens em locações reais para dar mais autenticidade

As gravações começaram em agosto de 2025, com Glasgow, na Escócia, sendo o cenário escolhido para representar Nova York em várias cenas urbanas. Isso pode até parecer curioso, mas é uma estratégia já usada na indústria para trazer mais realismo e dinamismo para as filmagens. Tom falou sobre como gosta de filmar em locações reais — isso ajuda os atores a se envolverem mais profundamente com a história e os personagens. O uso do Pinewood Studios, em Buckinghamshire, garante que cenas mais complexas possam ser feitas com efeitos visuais de alta qualidade, unindo o melhor dos dois mundos: realismo e tecnologia.

Agenda dos atores e impacto no roteiro

Um ponto que chamou atenção foi a agenda apertada de alguns atores. Zendaya, por exemplo, está envolvida em projetos pesados como a série “Euphoria” e a franquia “Duna”, o que deve fazer com que sua participação como MJ seja menor nesta nova fase. Já Jacob Batalon deve ganhar mais destaque, com Ned Leeds assumindo um papel maior nessa fase do Homem-Aranha. A entrada de Sadie Sink, ainda envolta em mistério, promete trazer uma energia nova ao elenco, abrindo espaço para possíveis novos personagens e gerações.

Ligações com a Fase Seis do MCU

O novo longa-metragem tem estreia marcada para 31 de julho de 2026, e faz parte da tão aguardada Fase Seis do MCU — que promete revolucionar o universo Marvel com grandes histórias. A presença de Hulk e o possível retorno do Demolidor mostram que o filme vai se conectar com outros eventos da Marvel, mesmo que o foco principal seja mais urbano e individual. Isso reforça que Peter Parker continua parte de um universo maior, cheio de heróis e histórias entrelaçadas.

Novo salário do protagonista

Quando o ator que interpreta o Amigão da Vizinhança estrelou seu primeiro filme, ele recebia cerca de 500 mil dólares — um valor que, para muitos, já parecia incrível para um jovem ator começando sua jornada no Universo Cinematográfico Marvel. Mas o que parecia um bom começo se transformou em uma ascensão meteórica: agora, para protagonizar Homem-Aranha: Um Novo Dia, Holland vai ganhar impressionantes 25 milhões de dólares, o que equivale a cerca de 138 milhões de reais na cotação atual.

Essa evolução financeira reflete o quanto o ator se tornou fundamental para a franquia e para a Marvel ao longo de uma década. Em 10 anos de UCM, Tom Holland não só conquistou o coração dos fãs como também elevou sua carreira a um patamar extraordinário, se tornando uma das estrelas mais rentáveis e requisitadas do cinema mundial.

Só para ter uma ideia da dimensão desse sucesso, os filmes solo do Homem-Aranha com Tom ultrapassaram a marca de 4 bilhões de dólares em bilheteria — um recorde que consolidou o ator e o personagem como pilares do MCU.

Saiba quem saiu da disputa do Game dos 100 neste domingo (10)

Foto: Reprodução/ Internet

O reality show Game dos 100 segue firme na sua missão de desafiar a resistência, habilidade e coragem dos competidores, mas a cada passo a tensão aumenta. No episódio exibido na tarde deste domingo, 10 de agosto, dez participantes foram eliminados após não conseguirem cumprir as provas no tempo ou com a precisão necessária para seguir na disputa pelo prêmio de R$ 300 mil. As informações são da Record.

Cada eliminação carrega consigo não apenas a perda da competição, mas também o encerramento temporário de uma trajetória marcada por desafios pessoais e muito esforço.

Entre os eliminados, está Carol Godoi, que, apesar de ter mostrado muita força no desafio inicial do boliche gigante, acabou enfrentando dificuldades nas provas seguintes, que exigiam equilíbrio e paciência. Já Matheus Prado não conseguiu manter a calma durante a tarefa de empilhar latas sobre a água, e o nervosismo falou mais alto, causando a queda da sua torre e, consequentemente, sua eliminação.

Fernanda Gomes encarou com muita persistência o complicado desafio de transportar bolinhas numa raquete furada, mas a pressão do tempo e o peso da disputa acabaram cobrando seu preço. Por sua vez, Caio Maron perdeu o ritmo necessário na prova de separar balas por cor, o que foi decisivo para sua saída do programa.

Diamante, um dos competidores mais habilidosos no desafio de construir e lançar aviãozinhos de papel, viu seu sonho interrompido ao errar o pouso, deixando a disputa de forma inesperada. Renata Stapf não conseguiu acompanhar a sequência das tarefas e acabou eliminada nas fases seguintes.

A liderança de Yanne Anttunes no mega vôlei gigante foi um dos destaques do episódio, mas a dinâmica do jogo e o desgaste físico cobraram seu preço, levando à sua eliminação. Edilson Chiquinho trouxe leveza e bom humor ao desafio de morder cerejas penduradas na cabeça, mas a dificuldade e o tempo apertado foram obstáculos difíceis demais de superar.

MC Mello, que mostrou muita concentração no desafio de acertar latas em uma cesta enquanto pedalava uma bicicleta, não conseguiu acertar o alvo com a precisão necessária para garantir sua vaga. Por fim, Thais Cristina, que demonstrou grande perseverança até o fim, foi barrada pelo clássico desafio de encontrar a tampa certa para o pote, prova que exige atenção extrema e rapidez.

Mais do que simples números ou nomes, os eliminados representam histórias de superação, coragem e aprendizado. Cada um trouxe para o programa sua personalidade única e o desejo sincero de ir até o fim. Para quem permanece na disputa, a jornada fica ainda mais desafiadora.

A cada episódio, as provas aumentam em dificuldade e a arena se torna um verdadeiro campo de testes para mente, corpo e espírito. E para o público, as eliminações geram uma mistura de emoções — tristeza pela despedida, esperança pelo sucesso dos favoritos e aquela vontade de acompanhar tudo até o fim.

John Rambo ganha nova vida com Noah Centineo no papel principal do prequel

Foto: Reprodução/ Internet

Poucos personagens no cinema conseguem carregar tamanha carga emocional e histórica quanto John Rambo. O soldado boina verde, que atravessou gerações desde a década de 1980, tornou-se sinônimo de força, resistência e, sobretudo, da luta interna de quem volta da guerra marcado para sempre. Agora, a franquia que consagrou Sylvester Stallone está prestes a reviver suas raízes em um filme que promete mergulhar na origem desse icônico guerreiro. E a escolha do ator para encarnar esse jovem Rambo já está definida: Noah Centineo, conhecido do público jovem por papéis em comédias românticas, fará a transformação de sua carreira ao dar vida a esse soldado.

Uma nova cara para um velho guerreiro

Noah Centineo, que ganhou fama com filmes como Para Todos os Garotos que Já Amei e mais recentemente no suspense de ação Recruta, surpreende ao assumir um papel tão carregado de complexidade. É uma mudança radical: do charme e leveza das comédias românticas ao peso e à intensidade da guerra. O ator, agora prestes a se tornar o protagonista de John Rambo, estará sob a direção de Jalmari Helander, cineasta finlandês que conquistou críticas positivas com seu filme de ação Sisu. O roteiro, assinado por Rory Haines e Sohrab Noshirvani — dupla que trabalhou no recente Adão Negro — promete entregar uma narrativa carregada de emoção, ação e profundidade. As informações são do Deadline.

As filmagens estão previstas para começar em outubro, e a Tailândia foi escolhida como cenário para recriar a selva do Vietnã — palco fundamental para a transformação do jovem Rambo.

O soldado que virou mito

A história de John Rambo, criada originalmente no livro First Blood, do escritor David Morrell, ganhou fama mundial quando Sylvester Stallone assumiu o papel nas telonas em 1982. Desde então, o personagem evoluiu em uma saga de cinco filmes que cruzam décadas, guerras e batalhas pessoais.

Rambo não é só um guerreiro letal; é um homem que carrega as cicatrizes invisíveis da guerra, o trauma de não ser compreendido e a luta para encontrar seu lugar em um mundo que parece rejeitá-lo. Stallone foi, por muito tempo, a alma e o rosto desse personagem, sendo também coautor de vários roteiros da série, o que mostra sua dedicação para manter a essência da história.

Mesmo com o tempo e a evolução da franquia, o personagem se mantém atual, simbolizando os dilemas dos veteranos de guerra e a brutalidade do conflito humano. É exatamente essa profundidade que o novo filme pretende explorar.

O que podemos esperar de John Rambo?

Pouco se sabe sobre os detalhes do roteiro, mas a ambientação na Guerra do Vietnã já nos dá pistas do que o público poderá vivenciar. A proposta é mostrar o jovem Rambo em seus primeiros dias de combate, suas experiências na guerra e o impacto psicológico que isso lhe causou.

Essa abordagem oferece uma oportunidade de humanizar ainda mais o personagem, mostrar suas fragilidades e os motivos que o transformaram no soldado implacável que conhecemos. É uma chance de contar a história antes da ação desenfreada, do confronto com a polícia local e das missões perigosas, apresentando o homem por trás da lenda.

Além disso, com Helander na direção, espera-se uma mistura de ação intensa com uma narrativa que não perde o foco no emocional, em uma abordagem que conversa com o público atual, atento a questões de saúde mental, guerra e identidade.

A relação com Stallone e o futuro da franquia

No começo, havia dúvidas se Stallone estaria envolvido no projeto, e notícias indicavam que ele não faria parte diretamente. No entanto, fontes próximas à produção revelam que o ator foi informado sobre o trabalho de Centineo e que os produtores gostariam de incluí-lo em algum papel que faça sentido dentro da nova história.

Para os fãs, isso representa uma esperança de que Stallone possa, de alguma forma, passar o bastão mantendo uma conexão afetiva e histórica, fortalecendo o legado que ele ajudou a construir.

O novo filme pode ser o pontapé inicial para revitalizar a franquia, atraindo novos espectadores e abrindo espaço para outras histórias que explorem o universo de Rambo em diferentes fases de sua vida.

O que vem por aí?

Com o início das filmagens próximo, o público deve se preparar para uma experiência que une passado e futuro, passado por um olhar contemporâneo. Informações, trailers e novidades devem surgir nos próximos meses, aumentando a expectativa pelo lançamento.

Se o filme for bem-sucedido, podemos ver uma série de novas produções ligadas a Rambo, ampliando ainda mais o universo do personagem e oferecendo diferentes perspectivas sobre sua história.

Depois da Caçada | Sony divulga cartaz oficial do suspense estrelado por Julia Roberts, Andrew Garfield e Ayo Edebiri

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O suspense psicológico que promete mexer com o público e a crítica nos próximos meses já tem nome e cartaz oficial: Depois da Caçada. Dirigido pelo visionário cineasta Luca Guadagnino — conhecido por obras como Me Chame Pelo Seu Nome e Rivais —, o longa reúne um elenco estelar formado por Julia Roberts, Andrew Garfield e Ayo Edebiri, e traz à tona um enredo envolvente sobre segredos do passado, dilemas éticos e relações humanas no ambiente acadêmico.

A Sony Pictures revelou nesta quinta-feira o cartaz oficial da produção, e junto dele cresceu a expectativa por aquele que já é considerado, segundo o site Rotten Tomatoes, um dos filmes mais aguardados do ano. Com estreia mundial marcada para 29 de agosto de 2025 no 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza — fora de competição —, o suspense também será o filme de abertura do 63º Festival de Cinema de Nova York. No Brasil, a data de estreia será anunciada em breve, mas já está confirmado que a distribuição internacional ficará a cargo da Sony Pictures. Abaixo, confira o cartaz do filme:

Uma trama que mistura mistério, moral e drama humano

No centro da história está Alma Olsson (Julia Roberts), uma professora universitária respeitada e querida, que leciona em uma tradicional instituição da Ivy League. Conhecida por seu rigor acadêmico e dedicação aos alunos, Alma vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando sua protegida, a estudante de filosofia Margaret “Maggie” Price (Ayo Edebiri), faz uma acusação grave contra Henrik “Hank” Gibson (Andrew Garfield), amigo próximo e colega de profissão de Alma.

A acusação não apenas abala as estruturas da universidade, mas também traz à tona um segredo sombrio que Alma vinha mantendo enterrado por anos — um episódio obscuro de seu próprio passado que, se revelado, pode destruir sua reputação, sua carreira e seus relacionamentos pessoais.

O longa, escrito por Nora Garrett, mergulha nos dilemas éticos e morais que surgem quando o passado colide com o presente. Guadagnino constrói um ambiente sufocante, em que as lealdades são constantemente testadas e as certezas desmoronam, criando um retrato instigante do que acontece quando a verdade ameaça emergir.

Elenco de peso e interpretações esperadas

O trio de protagonistas é formado por atores com trajetórias marcantes e que, juntos, prometem entregar performances memoráveis: Julia Roberts interpreta Alma Olsson, trazendo à personagem a profundidade e a carga dramática que a consagraram em produções como Erin Brockovich e Closer. Aqui, Roberts deve explorar camadas mais sombrias e ambíguas, em um papel que exige vulnerabilidade e força. Ayo Edebiri, vencedora de prêmios pela série O Urso, assume o papel de Maggie Price, uma estudante inteligente, determinada e ao mesmo tempo complexa, que se vê no centro de um turbilhão de poder e consequências.

Andrew Garfield, conhecido tanto por papéis icônicos em blockbusters (O Espetacular Homem-Aranha) quanto por dramas aclamados (Até o Último Homem, tick, tick… BOOM!), interpreta Henrik Gibson, um professor carismático, mas misterioso, cuja imagem pública entra em colapso após a acusação.

O elenco conta ainda com nomes de peso como Michael Stuhlbarg (Me Chame Pelo Seu Nome), no papel de Frederik Olsson, marido de Alma e psiquiatra, e Chloë Sevigny (Meninos Não Choram, We Are Who We Are), interpretando Kim, representante estudantil e amiga próxima da protagonista. Outros atores que completam o time incluem Lío Mehiel, Ariyan Kassam, Will Price, Thaddea Graham, Christine Dye e Burgess Byrd.

Produção com assinatura de excelência

O projeto começou a ganhar forma em março de 2024, quando foi anunciado que Julia Roberts assumiria o papel principal e que Luca Guadagnino seria o diretor. A parceria entre Roberts e Guadagnino foi vista desde o início como um encontro promissor entre uma atriz veterana e um diretor conhecido por extrair o máximo de seus intérpretes.

Nos meses seguintes, Andrew Garfield e Ayo Edebiri se juntaram ao elenco, seguidos por Michael Stuhlbarg e Chloë Sevigny. Guadagnino revelou que escalou Edebiri após assistir à sua performance em Bottoms (2023), considerando-a perfeita para o papel de Maggie. Garfield, por sua vez, declarou que desejava trabalhar com o diretor desde que assistiu ao filme Eu Sou o Amor (I Am Love).

As filmagens começaram em 6 de julho de 2024 em Londres e na Universidade de Cambridge, aproveitando a imponência arquitetônica para reforçar o clima acadêmico e claustrofóbico da trama. Em apenas seis semanas, a produção foi concluída, encerrando oficialmente em 16 de agosto do mesmo ano.

Festivais e expectativa do público

A estreia mundial do filme acontece em 29 de agosto de 2025 no Festival de Veneza, um dos eventos de cinema mais prestigiados do mundo. Apesar de estar fora de competição, a escolha de Veneza para apresentar o filme reforça sua importância no calendário cinematográfico. Em seguida, o longa abrirá o Festival de Nova York em outubro, antes de chegar ao circuito comercial.

Nos Estados Unidos, o lançamento limitado está marcado para 10 de outubro de 2025, com expansão para todo o país em 17 de outubro. Este será o primeiro filme da Amazon MGM Studios a ter distribuição internacional feita pela Sony Pictures Releasing International após o fim do contrato de quatro anos com a Warner Bros. Pictures.

Julia Roberts em um papel desafiador

Para Julia Roberts, o longa-metragem representa um mergulho profundo em territórios dramáticos mais sombrios, distantes das comédias românticas que a tornaram mundialmente famosa nos anos 1990. A atriz já demonstrou sua versatilidade em obras mais densas, mas aqui terá de equilibrar a imagem de uma professora respeitada com a vulnerabilidade de alguém prestes a ter sua vida exposta.

Em entrevistas recentes, Roberts descreveu a experiência como “emocionalmente exaustiva, mas artisticamente recompensadora”. Ela também destacou o trabalho de Guadagnino, afirmando que o diretor cria “um ambiente de confiança total”, permitindo que os atores explorem seus limites sem medo.

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