Resenha – O Retorno dos Deuses é uma ficção científica cheia de mistério e terror cósmico

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Léo de Andrade faz uma estreia ousada na ficção científica com O Retorno dos Deuses, um livro que mistura mistério, ação e uma boa dose de horror cósmico. A história coloca a humanidade diante de uma revelação assustadora: e se nunca tivéssemos realmente controlado nosso destino? E se forças alienígenas tivessem moldado nossa história desde o começo?

O protagonista, Douglas Peterson, é um empresário que vê sua vida virar de cabeça para baixo após um acidente que o transporta para outra dimensão. De repente, ele se vê em um cenário de caos, cercado por entidades poderosas e uma horda de seres possuídos que seguem um líder enigmático. Mas em meio ao desespero, ainda há espaço para esperança. Douglas se une a aliados improváveis, como o jovem Willian e o caminhoneiro Fernando, cada um carregando seus próprios traumas e desafios. O trio precisa lutar não apenas para sobreviver, mas também para entender a verdade por trás do domínio alienígena sobre a Terra.

O que mais chama a atenção no livro é a forma como Léo de Andrade consegue criar uma narrativa imersiva, combinando o fascínio da ufologia com uma trama carregada de tensão e reviravoltas. O ritmo é ágil, cheio de cenas intensas e dilemas que fazem os personagens crescerem ao longo da história. Além disso, a presença de seres exilados e traidores dentro da própria raça alienígena adiciona uma camada extra de complexidade à trama, deixando a linha entre mocinhos e vilões ainda mais turva.

Para quem gosta de ficção científica com um pé no terror, O Retorno dos Deuses é um prato cheio. O livro traz uma atmosfera densa, lembrando clássicos do gênero, mas com uma pegada moderna e acessível. Se você curte histórias sobre conspirações cósmicas, mundos paralelos e a eterna luta entre esperança e desespero, essa leitura tem tudo para te prender do início ao fim.

Crítica – Mickey 17 é uma ficção científica visionária que une ação, suspense e crítica social

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Foto: Reprodução/ Internet

Dirigido pelo premiado Bong Joon Ho, o cineasta sul-coreano que conquistou o Oscar com Parasita, Mickey 17 promete ser um dos grandes lançamentos da ficção científica em 2025. Adaptado do livro Mickey7, de Edward Ashton, o filme mergulha em um futuro distópico onde avanços tecnológicos e dilemas éticos se entrelaçam de maneira instigante.

A trama acompanha Mickey, interpretado por Robert Pattinson, um explorador espacial enviado em uma missão para colonizar um novo planeta. Ele se voluntaria para a função de “descartável”, um tripulante cujo corpo pode ser substituído indefinidamente sempre que morre. Sua consciência é transferida para um novo clone, permitindo que ele enfrente condições extremas e sirva como experimento para testar a viabilidade da colonização. No entanto, à medida que Mickey passa por múltiplas mortes e ressurreições, ele começa a questionar sua própria identidade, o propósito de sua existência e os limites da exploração humana.

Com um olhar afiado para questões sociais, Bong Joon Ho utiliza a ficção científica como pano de fundo para discutir desigualdade, exploração e o impacto da tecnologia na vida humana. A direção do cineasta equilibra ação, suspense e reflexões filosóficas, criando uma narrativa envolvente e cheia de tensão. A cinematografia, com um design futurista e uma estética fria e imponente, reforça a sensação de isolamento e vulnerabilidade enfrentada pelo protagonista.

Robert Pattinson entrega mais uma performance intensa, explorando as camadas psicológicas de Mickey com nuances que vão do cansaço existencial à rebeldia silenciosa. O elenco também conta com nomes de peso, incluindo Steven Yeun, Naomi Ackie, Toni Collette e Mark Ruffalo, cada um contribuindo para a atmosfera densa e intrigante do filme.

O roteiro mantém um ritmo ágil e dinâmico, evitando excessos e conduzindo o público por uma jornada repleta de reviravoltas. Embora algumas questões filosóficas pudessem ser exploradas com mais profundidade, a obra acerta ao equilibrar momentos de tensão com doses pontuais de humor, tornando a experiência acessível sem perder sua carga reflexiva.

Com uma temática provocativa e uma direção impecável, Mickey 17 se posiciona como um dos grandes títulos do gênero em 2025. Mais do que uma ficção científica eletrizante, o filme é um convite para refletir sobre os limites da tecnologia, a natureza da consciência e o preço da exploração desenfreada.

Bloco Happy traz Um Filme Minecraft para o Carnaval de Salvador com distribuição de brindes

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Já imaginou curtir o Carnaval de Salvador com um toque pixelado? Pois é exatamente isso que vai acontecer amanhã (1º) no Bloco Happy! Um Filme Minecraft, aguardada adaptação do game de sucesso, promete transformar a folia em um verdadeiro mundo quadrado – e o melhor: com brinde especial para os foliões!

Se você é fã do jogo ou só quer garantir um look inusitado para o bloquinho, pode comemorar: milhares de “cabeças de Creepers” serão distribuídas ao longo do percurso, garantindo aquela vibe Minecraft no meio da festa. E não para por aí! O trio elétrico do Bloco Happy ainda vai trazer comunicações especiais sobre o filme, então pode esperar muita animação, música e, claro, um gostinho do que vem por aí nas telonas.

Quando o filme chega nos cinemas?

A estreia de Um Filme Minecraft está marcada para o dia 3 de abril, com versões acessíveis para todo mundo curtir. Mas se a ansiedade já bateu, a pré-venda de ingressos começa no dia 13 de março – ou seja, já dá para garantir seu lugar nessa aventura épica.

Agora, a pergunta que fica é: será que os Creepers vão explodir de tanto pular no Carnaval? Para descobrir, é só aparecer no Bloco Happy e entrar nessa folia pixelada!

Crítica – O Macaco é um terror psicológico de Stephen King que equilibra mistério e humor

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Foto: Reprodução/ Internet

Inspirado no conto The Monkey, de Stephen King, O Macaco acompanha a história de dois irmãos gêmeos que encontram um misterioso brinquedo. Logo, eles descobrem que o objeto é uma arma maligna, responsável por uma série de mortes brutais envolvendo sua família. Anos depois, uma nova onda de assassinatos os força a se unir para destruir o macaco assassino de uma vez por todas.

O filme aposta no terror psicológico para cativar o público, trazendo uma atmosfera sombria e repleta de suspense. A direção utiliza enquadramentos e ângulos clássicos do gênero, sem grandes inovações, mas eficazes para criar tensão. O design do brinquedo é um dos pontos altos da produção—sua aparência macabra e o olhar sinistro garantem momentos de arrepio.

Apesar da proposta sombria, o longa também incorpora toques de humor, que funcionam bem dentro da narrativa. No entanto, algumas sequências decepcionam, especialmente nas cenas sangrentas, que acabam soando artificiais e, em alguns momentos, até cômicas. Esse tom exagerado pode comprometer parte da imersão e tornar o terror previsível.

O elenco conta com Theo James, que entrega uma atuação convincente ao interpretar os irmãos gêmeos, agregando camadas aos personagens e elevando a qualidade da produção. O roteiro é ágil e direto ao ponto, sem excessos, apresentando a premissa rapidamente e desenvolvendo a história de forma objetiva. Ainda assim, as reviravoltas não surpreendem tanto quanto poderiam.

Com estreia marcada para 6 de março nos cinemas brasileiros, O Macaco entrega um terror leve, mas envolvente, equilibrando suspense e humor em uma trama repleta de mistério. Mesmo sem reinventar o gênero, a produção cumpre seu papel de entreter e causar arrepios no público.

Crítica – Leandro Hassum repete a fórmula, mas garante boas risadas em Uma Advogada Brilhante

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Foto: Reprodução/ Internet

As comédias nacionais vêm enfrentando dificuldades para impressionar o público, muitas vezes por conta de piadas sem graça, tramas previsíveis ou temas já desgastados. Uma Advogada Brilhante foge um pouco desse padrão ao trazer uma narrativa dinâmica e um humor que, mesmo sem grandes inovações, mantém o espectador entretido do início ao fim.

A trama acompanha Mike (Leandro Hassum), cujo nome de batismo, Michelle, gera desconforto por soar feminino. Após sua esposa processá-lo para exigir a pensão alimentícia do filho, ele passa por uma reviravolta ainda maior: é demitido do trabalho, que decide priorizar a contratação de mulheres. Sem outra alternativa, Mike assume um disfarce feminino para continuar empregado, desencadeando uma série de situações cômicas e reflexões sobre identidade e desigualdade no ambiente corporativo.

O grande atrativo do filme está no carisma de Leandro Hassum, nome consolidado na comédia nacional. No entanto, sua performance não apresenta nada de inovador, apostando nos trejeitos e na energia já conhecidos de seus trabalhos anteriores. Isso pode ser um ponto positivo para os fãs do humorista, mas pode também dar a sensação de um produto reciclado para quem busca algo novo.

O roteiro, por outro lado, consegue tornar a experiência menos cansativa, estabelecendo a história rapidamente e sem enrolação. Em apenas 10 minutos, o filme já apresenta toda a premissa, evitando um desenvolvimento lento e garantindo um ritmo ágil. Ainda assim, alguns pontos da trama carecem de profundidade, deixando certas situações um pouco vazias e sem o impacto que poderiam ter.

Apesar de sua proposta principal ser o entretenimento, Uma Advogada Brilhante também toca em temas relevantes, como assédio no ambiente de trabalho e a questão da pensão alimentícia, oferecendo um olhar cômico sobre problemas reais enfrentados na sociedade.

No fim, a produção pode não se destacar no cenário das comédias nacionais, mas entrega exatamente o que promete: diversão leve e algumas boas risadas. Para quem aprecia o estilo de Leandro Hassum, é uma escolha certeira.

Crítica – Os Radley apresenta humor leve e diversão com vampiros nada convencionais

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À primeira vista, os Radley parecem uma família absolutamente comum. Eles levam uma vida regrada no subúrbio, participam de clubes do livro, trabalham em carreiras bem estabelecidas e criam dois filhos adolescentes que seguem a rotina escolar sem grandes sobressaltos. São vizinhos respeitáveis, discretos e aparentemente perfeitos em sua normalidade. Mas essa imagem impecável é apenas um disfarce: por trás das cortinas fechadas e das refeições aparentemente inofensivas, eles escondem um segredo sombrio—são vampiros que decidiram reprimir sua verdadeira natureza para viver em sociedade sem despertar suspeitas.

Esse autocontrole, no entanto, é colocado à prova quando a jovem Clara se vê envolvida em uma situação inesperada e violenta, despertando um instinto adormecido que ela sequer sabia que existia. A partir desse momento, a família é arrastada para um turbilhão de caos e confusão, tentando desesperadamente restaurar a aparência de normalidade. Mas, como qualquer segredo bem guardado, a verdade não demora a se espalhar, trazendo à tona segredos do passado, paixões proibidas e um jogo de aparências que se torna cada vez mais difícil de sustentar.

Apesar da premissa sobrenatural, Os Radley não se propõe a ser um terror denso ou assustador. Em vez disso, aposta em um tom leve, flertando com a comédia britânica e equilibrando momentos cômicos com uma crítica sutil às convenções sociais. O enredo, embora simples e sem grandes reviravoltas, funciona dentro do que se propõe: entreter sem exigir muito do espectador. Os diálogos podem não ser marcantes, mas o roteiro entrega situações absurdas e engraçadas que garantem boas risadas.

Com a direção segura de Euros Lyn e um elenco carismático que se encaixa bem nos papéis, o filme adapta o livro homônimo de Matt Haig para o cinema sem grandes pretensões, mas com um charme que torna a experiência agradável. Estreando nos cinemas brasileiros em 27 de fevereiro pela Paris Filmes, Os Radley pode não ser um marco no gênero, mas é uma escolha certeira para quem busca um entretenimento descomplicado, divertido e repleto de vampiros pouco convencionais.

Crítica – Pequenas Coisas Como Estas é um drama intenso sobre segredos, moralidade e justiça

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Às vésperas do Natal, Bill, um homem de vida aparentemente comum, faz uma descoberta inquietante em um convento próximo ao seu trabalho. O segredo que vem à tona desperta nele um profundo senso de justiça, forçando-o a enfrentar uma realidade silenciada por anos. Conforme se aprofunda na verdade oculta, Bill se vê diante de dilemas morais que desafiam suas crenças e o levam a uma jornada de coragem e autoconhecimento.

O longa Pequenas Coisas Como Estas se destaca pela forma sensível com que transmite as emoções dos personagens, criando uma atmosfera densa e introspectiva. No entanto, a narrativa apresenta um ritmo desigual. O roteiro, embora bem estruturado, inicia-se de maneira arrastada, exigindo paciência do espectador até que o mistério central ganhe força. A segunda metade do filme intensifica a tensão, mas algumas subtramas acabam subaproveitadas, deixando a sensação de que certos aspectos poderiam ter sido melhor explorados.

O elenco é um dos pontos altos da produção, com Cillian Murphy entregando uma atuação impecável. Seu protagonista exibe com profundidade os dilemas internos de um homem dividido entre a omissão e a necessidade de agir. Além disso, o filme insere uma crítica social sutil, porém impactante, ao abordar temas como abuso de poder e moralidade institucionalizada.

Apesar de algumas falhas na execução, “Pequenas Coisas Como Estas” se firma como um drama reflexivo e emocionalmente poderoso. Com questionamentos relevantes sobre ética e a busca pela verdade, o longa provoca no espectador uma inquietação persistente, mostrando que, muitas vezes, são as pequenas coisas que carregam os maiores significados.

Sebastian e Amor Entre os Juncos chega exclusivamente no Reserva Imovision

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Os filmes Sebastian e Amor Entre os Juncos já estão disponíveis no catálogo do Reserva Imovision, plataforma dedicada ao cinema independente. As produções, que exploram temas como identidade, sexualidade e relações interpessoais, chegam ao streaming após passarem por festivais de renome, incluindo o Festival de Sundance. Com narrativas sensíveis e atuações elogiadas, os longas oferecem ao público uma experiência cinematográfica envolvente, reforçando a proposta do serviço de streaming de ampliar o acesso a obras autorais e representativas.

Sebastian – Já disponível

Um homem, duas vidas. De dia, Max é um escritor freelancer lutando contra a pressão da editora e suas próprias frustrações criativas. À noite, ele se transforma em Sebastian, um trabalhador sexual que atende clientes solitários, buscando inspiração para seu livro. Seu desejo de alcançar o sucesso como escritor se torna uma obsessão perigosa, levando-o a ultrapassar limites e se aprofundar cada vez mais na psique de seu alter ego.

Selecionado para o Festival de Cinema de Sundance 2024, Sebastian é um drama instigante que provoca reflexões sobre identidade, desejo e os sacrifícios feitos em nome da arte. O filme também se destaca por sua abordagem franca sobre sexualidade queer e o papel do sexo na sociedade contemporânea. O ator Ruaridh Mollica entrega uma performance intensa e envolvente, dando profundidade ao protagonista e suas dualidades.

Para celebrar a chegada do filme ao catálogo da Reserva Imovision, estamos oferecendo um plano cortesia de 3 meses na plataforma, além de cinco assinaturas gratuitas de um mês para serem sorteadas ou distribuídas entre seus seguidores!

Amor Entre os Juncos – Já disponível

Ambientado nos belos e frios cenários da Finlândia, Amor Entre os Juncos narra a história de Leevi, um jovem que retorna à sua terra natal após viver na França. Assumidamente gay, ele tem uma relação difícil com o pai conservador e sente-se deslocado em sua própria casa. Quando a família contrata Tareq, um refugiado sírio, para ajudar na reforma de um chalé, nasce entre os dois um romance terno e secreto, em meio a um ambiente marcado pelo preconceito e pela solidão.

A produção, elogiada por sua delicadeza e sensibilidade, explora a busca por refúgio emocional, o choque cultural e as dificuldades de amar em um mundo que nem sempre aceita a diferença. Com interpretações cativantes e uma fotografia poética, o filme se firma como uma das mais belas histórias LGBTQIA+ do cinema contemporâneo.

Duna: Parte Dois retorna aos cinemas brasileiros em exibição especial

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Se você perdeu Duna: Parte Dois na primeira rodada ou quer reviver essa experiência épica na tela grande, aqui vai uma ótima notícia: o filme retorna aos cinemas brasileiros entre 27 de fevereiro e 6 de março para uma exibição especial! O relançamento chega em grande estilo, logo após a produção garantir cinco indicações ao Oscar 2025, incluindo Melhor Filme, Melhor Design de Produção e Melhores Efeitos Visuais.

Sob a direção de Denis Villeneuve, a sequência acompanha Paul Atreides (Timothée Chalamet) em sua jornada ao lado dos Fremen e de Chani (Zendaya), enquanto enfrenta desafios colossais para lutar pelo destino de Arrakis. O elenco ainda traz nomes de peso como Rebecca Ferguson, Josh Brolin, Austin Butler, Florence Pugh, Léa Seydoux, Christopher Walken e Javier Bardem, tornando essa superprodução ainda mais grandiosa.

Com impressionantes 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, Duna: Parte Dois conquistou fãs e críticos, sendo aclamado por sua estética deslumbrante, narrativa intensa e performances marcantes. Essa reexibição é a chance perfeita para mergulhar de novo (ou pela primeira vez) nesse universo fascinante, agora no melhor formato possível: a tela do cinema.

Mas corre, porque essa volta é por tempo limitado e só em salas selecionadas! Para garantir seu ingresso, confira a programação da sua cidade.

MUBI traz com exclusividade Grand Tour, premiado longa de Miguel Gomes

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A MUBI, plataforma global de streaming, distribuidora e produtora, lança com exclusividade Grand Tour, novo longa-metragem do renomado diretor português Miguel Gomes. O filme, que rendeu ao cineasta o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Cannes 2024, estará disponível na plataforma a partir de 18 de abril.

Representante de Portugal para o Oscar 2025 na categoria de Melhor Filme Internacional, Grand Tour poderá ser assistido exclusivamente na MUBI em diversos territórios, incluindo Brasil, América do Norte, Reino Unido, Irlanda, América Latina, Turquia e Índia.

Um épico itinerante sobre amor e fuga

Protagonizado por Gonçalo Waddington, Crista Alfaiate, Cláudio da Silva e Lang Khê Tran, Grand Tour mescla romance, comédia screwball e uma jornada visualmente impactante. O roteiro, assinado por Miguel Gomes em parceria com Mariana Ricardo, Telmo Churro e Maureen Fazendeiro, conduz os espectadores por uma narrativa que transita entre o melodrama e o documentário.

A trama se passa em 1917, na então colônia britânica de Burma, onde Edward, um funcionário do Império Britânico, decide fugir no dia da chegada de sua noiva, Molly, pouco antes do casamento. No entanto, sua tentativa de escapar o coloca em uma jornada inesperada pela Ásia, enquanto Molly segue seu rastro, transformando a história em uma perseguição romântica cheia de reviravoltas.

Com um estilo visual marcante, Grand Tour alterna cenas em preto e branco com imagens documentais contemporâneas, oferecendo ao público uma experiência cinematográfica imersiva. O filme foi rodado em locações na China, Filipinas, Japão, Tailândia e Vietnã, trazendo uma ambientação autêntica para a jornada dos personagens. A direção de fotografia ficou a cargo de Guo Liang, Rui Poças e Sayombhu Mukdeeprom, elevando a grandiosidade estética da produção.

Com um enredo cativante e uma direção consagrada, Grand Tour promete ser um dos destaques cinematográficos de 2024. A estreia exclusiva na MUBI reforça o compromisso da plataforma em trazer obras autorais e premiadas para o público global. A partir de 18 de abril, os amantes do cinema poderão embarcar nessa jornada cinematográfica única.

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