Resumo da novela A Gata de 02/11/2023, quinta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 16h15, no SBT.
No capítulo da novela A Gata de 02 de novembro de 2023 – Virginia procura Paulo e expressa sua preocupação com o sofrimento de Esmeralda, enfatizando que talvez as histórias negativas sobre ela possam ser mentiras. Ela o aconselha a buscar Esmeralda e descobrir a verdade. Enquanto isso, Lorena aborda Augusto com um pedido desesperado para que ele impeça Paulo de procurar Esmeralda. Augusto revela que Rita está ajudando nesse plano. Augusto também confessa a Lorena que Fernando está reunindo provas contra ele e pretende arruiná-lo. Ele expressa seu temor de que sua vida esteja prestes a ser destruída. Damião compartilha com Esmeralda uma revelação perturbadora: o Silencioso a convidou para jantar em sua casa e revela que Augusto Negrete é o responsável por sua longa prisão injusta. Paulo, seguindo o conselho de Virginia, vai até a cabana de Dona Rita em busca de Esmeralda. Lá, Domênico revela a Paulo que ele e Esmeralda tiveram um filho. Dona Rita confirma a história, mas Paulo, enfurecido, exige que eles digam a Esmeralda que ela não vale a pena. Finalmente, Paulo avista Esmeralda, mas ele a evita, recusando-se a ouvi-la. Omar entrega uma carta escrita por Centavinho a Virgínia, que a lê em voz alta. Esmeralda compartilha com Jacira o que aconteceu quando Paulo a procurou, revelando que ele a tratou com desdém. Jacira aconselha Esmeralda a esquecer Paulo. Entretanto, Augusto está ciente de que o advogado Osório está acumulando evidências contra ele, o que o leva a afirmar que preferiria morrer do que ser preso.
Ainda em A Gata, Paulo confessa a Mariano o que aconteceu quando procurou Esmeralda e afirma que passou a desprezá-la. Mariano responde com dureza, sugerindo que Paulo foi ingênuo e mereceu a suposta traição de Esmeralda. Paulo decide que se casará com Mônica. Quando Esmeralda vê Paulo novamente, ela o chama de covarde e afirma que ele a enganou. Paulo, por sua vez, a acusa de não ser decente e anuncia que Mônica é sua namorada. O Silencioso oferece a Esmeralda a oportunidade de se vingar de Paulo e sua família, mas exige que ela vá morar em sua casa. Esmeralda decide que deseja ver Paulo humilhado. Enquanto isso, Virginia e Centavinho iniciam um relacionamento amoroso. Esmeralda compartilha com Jacira que não deseja viver com o Silencioso, argumentando que Mercedes e Damião já estão sendo sustentados por ele. O drama e as tensões continuam a se desenrolar nesta trama cheia de reviravoltas.
O resumo da novela A Gata é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
O mundo dos k-dramas ganhou mais um destaque nesta semana com a chegada do segundo episódio de Typhoon Family à Netflix. A série sul-coreana, que estreou oficialmente na tvN no último sábado, dia 11 de outubro de 2025, já conquista espectadores ao redor do globo com uma narrativa envolvente sobre família, responsabilidade e resiliência em tempos de crise. No Brasil, a Netflix disponibiliza o segundo episódio nesta domingo, 12 de outubro, permitindo que o público acompanhe de perto a trajetória de Kang Tae-poong, um jovem CEO que precisa assumir uma empresa à beira da falência durante a crise financeira de 1997. O terceiro episódio já tem data marcada: chega ao catálogo da plataforma no próximo sábado, 18 de outubro.
Com 16 episódios previstos, “Typhoon Family” combina drama familiar, tensão corporativa e elementos históricos, transportando o público para a Coreia do Sul dos anos 90, uma época marcada por mudanças culturais e desafios econômicos. O enredo acompanha não apenas as dificuldades de Tae-poong em manter a empresa que herdou do pai, mas também o impacto dessas dificuldades sobre sua família, funcionários e amigos próximos.
Um olhar humano sobre a crise de 1997
A série acompanha Kang Tae-poong, interpretado por Lee Jun-ho, um jovem que, antes da crise, levava uma vida despreocupada como membro da chamada “Tribo Laranja” de Apgujeong, um fenômeno cultural juvenil da década de 1990. Com a crise financeira de 1997, Tae-poong se vê forçado a amadurecer rapidamente para assumir o controle da Typhoon Company, uma pequena empresa sem recursos financeiros, funcionários ou produtos prontos para venda.
O drama mostra a transformação do protagonista, de um jovem de espírito livre para um líder determinado, e, ao mesmo tempo, retrata a luta de todos ao seu redor para sobreviver a tempos incertos. Entre eles está Oh Mi-seon, contadora interpretada por Kim Min-ha, cuja dedicação e ética profissional são essenciais para a manutenção da empresa. Filha mais velha responsável, ela trabalha longas jornadas para sustentar sua família, mostrando como crises econômicas afetam não apenas empresas, mas também vidas humanas.
Um elenco talentoso e diversificado
O sucesso de “Typhoon Family” também se deve ao seu elenco cuidadosamente selecionado. Além de Lee Jun-ho e Kim Min-ha, a série conta com nomes de peso que enriquecem a narrativa. Kim Ji-young interpreta Jeong Jeong-mi, mãe de Tae-poong, cuja presença reforça a importância da família nas decisões do protagonista. Kim Min-seok dá vida a Wang Nam-mo, melhor amigo de Tae-poong, trazendo leveza e apoio emocional em meio aos conflitos.
Por outro lado, Mu Jin-sung assume o papel de Pyo Hyeon-jun, rival de Tae-poong e filho de Pyo Bak-ho, interpretado por Kim Sang-ho, CEO de uma empresa concorrente. Essa dinâmica cria tensões que vão além do ambiente familiar, explorando a competitividade do mundo corporativo. O elenco se completa com Park Sung-yeon, Yang Byung-yeol, Lee Chang-hoon, Lee Sang-jin, Kim Song-il e Kim Jae-hwa, cada um contribuindo para a profundidade da trama, seja como familiares, amigos ou funcionários da Typhoon Company.
Direção e roteiro: construindo uma narrativa envolvente
A série é dirigida por Lee Na-jeong e Kim Dong-hwi, com roteiro assinado por Jang Hyun-sook. A produção é uma coprodução entre Imaginus, Studio PIC e Tree Studio, garantindo um resultado técnico e narrativo de alto nível. Segundo a própria roteirista, a inspiração para a série veio de suas experiências enquanto vendedora, em uma época em que telefones celulares ainda não eram comuns. Ela buscou retratar a resiliência das pessoas em situações difíceis, e esse cuidado transparece em cada episódio.
O roteiro equilibra momentos de tensão com instantes de emoção e humor, criando uma narrativa envolvente que mantém o público ansioso por cada novo capítulo. A história não foca apenas nos negócios, mas também nas relações humanas, nos dilemas familiares e na importância da amizade e da ética, mesmo diante de dificuldades econômicas.
Bastidores e curiosidades do elenco
O processo de escalagem do elenco teve suas particularidades. Inicialmente, Lee Jun-ho estava em negociações desde setembro de 2024 e mostrou grande interesse no papel principal. A protagonista feminina originalmente seria Keum Sae-rok, que acabou desistindo devido a conflitos de agenda. Em janeiro de 2025, Kim Min-ha foi considerada para o papel e, em fevereiro, a dupla foi oficialmente confirmada.
Outros membros do elenco também foram cuidadosamente escolhidos para garantir química e autenticidade nas relações. Sung Dong-il e Kim Ji-young interpretam os pais de Tae-poong, enquanto Kim Min-seok e Mu Jin-sung assumem os papéis de melhor amigo e rival. Esse cuidado reflete a preocupação da produção em criar personagens críveis, capazes de cativar o público e transmitir emoção de forma convincente.
A estética e o retrato da década de 1990
Um dos grandes diferenciais de “Typhoon Family” é o cuidado com a ambientação. Figurinos, cenários e trilha sonora transportam o público diretamente para os anos 90, criando uma atmosfera nostálgica que dialoga com os elementos da trama. Desde o estilo da “Tribo Laranja” até o cotidiano das pequenas empresas da época, cada detalhe contribui para a imersão do espectador, reforçando a autenticidade histórica e emocional da série.
O impacto da crise financeira no enredo
Mais do que um pano de fundo histórico, a crise de 1997 é um elemento central da narrativa. Ela força Tae-poong e todos ao seu redor a tomar decisões difíceis, lidar com perdas e encontrar soluções criativas para problemas aparentemente insolúveis. A série mostra como eventos econômicos podem afetar vidas humanas, relações familiares e estruturas empresariais, mas também evidencia a força da solidariedade e da perseverança.
A Disney deu um passo importante para o futuro de uma de suas maiores bilheterias recentes. Segundo informações divulgadas pela revista Variety, Chris Sanders, cocriador de Stitch e responsável pela voz original do personagem desde a animação lançada em 2002, assumirá a direção da sequência em live-action de Lilo & Stitch.
A escolha tem peso significativo para a franquia. Sanders não apenas participou da criação do alienígena azul mais popular da Disney, como também foi um dos diretores e roteiristas da animação original lançada há mais de duas décadas. Além de dirigir o novo longa, ele também escreveu o roteiro da continuação. Jonathan Eirich, produtor do primeiro filme, retorna para comandar a produção.
A existência da sequência foi confirmada oficialmente pela Disney em junho do ano passado. O anúncio aconteceu em 26 de junho, data escolhida em referência ao número do experimento que deu origem ao personagem: Experimento 626. Desde então, o estúdio vinha mantendo silêncio sobre os profissionais envolvidos no projeto, tornando a chegada de Sanders uma das primeiras informações concretas sobre o novo filme.
A decisão acontece após o desempenho excepcional do primeiro live-action. Lançado nos cinemas em maio de 2025, o longa arrecadou mais de US$ 1,03 bilhão em bilheteria mundial, superando expectativas e tornando-se um dos maiores sucessos comerciais da Disney na década. O resultado colocou Lilo & Stitch entre as adaptações live-action mais rentáveis do estúdio, ao lado de produções como O Rei Leão, A Bela e a Fera e Aladdin.
Dirigido por Dean Fleischer Camp, o primeiro filme levou para as telas uma nova versão da história apresentada originalmente na animação de 2002. A trama acompanha Lilo Pelekai, uma menina havaiana que enfrenta dificuldades para lidar com a perda dos pais e com o sentimento de isolamento em sua comunidade. Sua rotina muda quando ela adota Stitch, uma criatura alienígena criada para causar destruição, mas que acaba encontrando na convivência com Lilo um novo significado para sua existência.
A adaptação preservou um dos temas centrais da obra original: o conceito havaiano de “ohana”, que reforça a importância dos laços familiares. O tema continua sendo apontado como um dos principais responsáveis pela longevidade da franquia, que permanece popular entre diferentes gerações desde seu lançamento nos anos 2000.
O elenco do primeiro filme foi liderado por Maia Kealoha, que interpretou Lilo em sua estreia no cinema. A atriz recebeu elogios por sua atuação ao dar vida à personagem conhecida por sua personalidade criativa, seu interesse pela cultura havaiana e sua dificuldade em se encaixar entre os colegas de escola.
Chris Sanders voltou a interpretar Stitch, repetindo um trabalho que realiza desde a animação original. A voz característica do personagem tornou-se uma das marcas mais reconhecidas da franquia e ajudou a estabelecer a identidade do alienígena ao longo dos anos.
O elenco também contou com Sydney Elizebeth Agudong como Nani Pelekai, irmã mais velha e responsável legal por Lilo. O roteiro ampliou o papel da personagem ao explorar os desafios enfrentados por uma jovem que precisa conciliar trabalho, estudos e a criação da irmã mais nova. A relação entre as duas se tornou um dos pilares emocionais da adaptação.
Entre os demais integrantes do elenco estavam Zach Galifianakis como o cientista Dr. Jumba Jookiba e Billy Magnussen como o agente Pleakley. A produção ainda reuniu nomes ligados à animação original, incluindo Tia Carrere, Amy Hill e Jason Scott Lee, que retornaram em novos papéis.
Apesar da confirmação de Chris Sanders na direção, a Disney ainda não divulgou detalhes sobre a história da continuação. Também não há informações oficiais sobre quais personagens retornarão ou se o novo filme adaptará elementos presentes nas animações e séries derivadas lançadas após o longa original de 2002.
Em 2016, “Zootopia” estreava nos cinemas como uma surpresa daquelas: uma animação que parecia só mais uma história fofa com animais falantes, mas que entregou muito mais — mistério, comédia, crítica social e personagens cativantes. Quase dez anos depois, Judy Hopps e Nick Wilde estão de volta. E se depender do novo trailer da sequência, lançado nesta quarta-feira (30), eles não só vão reviver a parceria policial como também mergulhar fundo nas suas próprias inseguranças.
Mais do que apenas uma sequência, o novo longa promete revisitar tudo o que fez do original um sucesso: o carisma dos personagens, os cenários criativos e a capacidade de falar sobre temas complexos com leveza. Só que agora, com mais camadas — emocionais, visuais e narrativas.
O novo trailer, que você pode conferir logo abaixo, começa de forma inusitada: Judy e Nick, agora parceiros oficiais na força policial de Zootopia, encaram uma sessão de terapia de dupla. O motivo? Pequenas rusgas, diferenças de personalidade e uma série de decisões questionáveis em campo. No centro dessa dinâmica está Dr. Fuzzby, uma terapeuta nada convencional — uma quokka carismática, dublada por Quinta Brunson, que não hesita em expor as feridas emocionais da dupla na frente de seus colegas.
Uma nova ameaça (e novos cenários a explorar)
Enquanto os dois tentam resolver seus impasses internos, surge uma ameaça nova em Zootopia: Gary De’Snake, uma elegante e perigosa cobra víbora, interpretada por Ke Huy Quan. Gary traz à tona um mistério que se espalha rapidamente pela cidade, criando pânico e obrigando a dupla a deixar a sala de terapia para voltar à ação.
O trailer dá pistas de que vamos conhecer novos distritos da cidade, como os pântanos — sombrios e úmidos, uma novidade completa no universo — além de áreas desérticas e até territórios subaquáticos. A ambientação é um dos pontos altos do teaser: detalhista, cheia de vida, com cores que refletem os contrastes entre os diferentes ambientes e espécies.
Personagens queridos também marcam presença. Mr. Big volta com seu estilo mafioso imponente, ao lado de sua filha Fru Fru — agora casada e, aparentemente, ainda mais envolvida nos assuntos da “família”. O universo expandido promete abraçar novos tons de mistério, ação e, claro, humor afiado.
Humor, crítica e coração: a marca registrada da franquia
O longa parece determinado a manter o equilíbrio entre o leve e o profundo. O humor da terapia de dupla mistura situações absurdas com verdades incômodas, algo que os roteiristas da Disney vêm explorando com mais ousadia nas últimas produções. Não se trata apenas de fazer rir — é sobre rir da gente mesmo, das nossas inseguranças, dos traumas mal resolvidos.
Assim como no original, a crítica social continua presente. Se antes o foco era no preconceito entre predadores e presas, agora tudo indica que o novo filme deve abordar desinformação, histeria coletiva e o papel das instituições — temas ainda mais relevantes no mundo pós-pandêmico e polarizado em que vivemos.
Dubladores de peso e personagens inéditos
Os fãs podem ficar tranquilos: Ginnifer Goodwin e Jason Bateman retornam como Judy e Nick, trazendo de volta a química que conquistou o público. Idris Elba também retorna como o inconfundível Chefe Bogo, assim como Shakira, que revive a cantora Gazelle — agora com novo visual e músicas inéditas, segundo os produtores.
Mas é entre os novatos que o elenco brilha com novidades. Quinta Brunson empresta sua voz e carisma à terapeuta Dr. Fuzzby, enquanto Ke Huy Quan, vencedor do Oscar por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, dá vida ao vilão misterioso da vez. A lista ainda inclui Fortune Feimster como o animado castor Nibbles Maplestick, e participações especiais de Jean Reno e Nate Torrence em papéis ainda não divulgados.
Produção grandiosa e retorno dos criadores originais
A sequência tem assinatura de Jared Bush e Byron Howard, que retornam à direção após o sucesso do primeiro filme. Bush, inclusive, assume também o cargo de diretor criativo da Walt Disney Animation Studios — e promete que essa sequência será “ainda mais emocional, engraçada e visualmente deslumbrante”.
A produção é de Yvett Merino, também envolvida em “Encanto”, e a trilha sonora fica novamente a cargo de Michael Giacchino, que mistura composições orquestradas com referências modernas — como a nova música “ZUTU”, interpretada pela banda fictícia de lemingues LEMEEENS.
Uma estreia esperada com carinho (e muita expectativa)
A animação tem estreia marcada para o dia 26 de novembro de 2025 nos Estados Unidos, com lançamento no Brasil previsto para a mesma semana. A expectativa é alta: o primeiro filme arrecadou mais de 1 bilhão de dólares nas bilheteiras e venceu o Oscar de Melhor Animação.
Com tanto tempo entre os dois filmes, a pergunta que fica é: o público ainda se importa? Ao que tudo indica, sim — e mais do que nunca. O trailer rapidamente subiu nas paradas do YouTube e redes sociais, com fãs comentando a volta dos personagens e os novos rumos da história.
Quando Motorheads: Velozes e Apaixonados estreou na Amazon Prime Video em maio de 2025, trouxe com ela a promessa de adrenalina, emoção e uma narrativa centrada na amizade e nos desafios da adolescência. A série, criada e escrita pelo showrunner John A. Norris, combinava corridas de carros, drama familiar e questões adolescentes em um pacote que parecia ideal para os fãs de histórias sobre jovens e suas descobertas. Com dez episódios, a produção conquistou espectadores que rapidamente se identificaram com os personagens, mas, surpreendentemente, teve sua jornada interrompida após apenas uma temporada. Em 29 de agosto de 2025, a Amazon anunciou oficialmente o cancelamento da série.
No entanto, nem tudo está perdido. O produtor executivo Jason Seagraves revelou que a equipe tem permissão para buscar um novo lar para a série, mantendo acesa a esperança dos fãs. “O entusiasmo dos fãs nos deu energia. Estamos otimistas de que encontraremos uma nova casa que acreditará e apoiará o programa”, disse Seagraves. Essa abertura para novas negociações oferece uma chance de continuação e mostra que, apesar do cancelamento, a série ainda possui potencial para florescer em outra plataforma.
Uma história sobre velocidade, amizade e crescimento
A série acompanha um grupo de jovens desajustados de Ironwood, uma cidade fictícia na Pensilvânia, que compartilham uma paixão inusitada: carros de corrida. Entre motores roncando e corridas improvisadas, eles aprendem lições de vida, enfrentam desafios familiares e constroem amizades que os ajudam a lidar com a complexidade da adolescência.
O ponto forte de Motorheads está justamente nesse equilíbrio: apesar de o ritmo acelerado das corridas dominar a tela, as questões humanas são o coração da história. Cada episódio explorava conflitos internos, dilemas de identidade, rivalidades e romances, criando um ambiente onde a adrenalina não substituía a profundidade emocional. Essa abordagem diferenciava a série de outros dramas adolescentes, tornando-a única em sua proposta de mesclar velocidade e emoção.
O elenco e suas contribuições
O sucesso da série também se deve ao elenco cuidadosamente escolhido. Ryan Phillippe, conhecido por trabalhos icônicos como Segundas Intenções, interpretava Logan Maddox, ex-piloto da NASCAR que administra uma oficina mecânica local. Maddox funcionava como mentor e figura paterna para os jovens, oferecendo orientação tanto no mundo dos carros quanto na vida pessoal de cada um deles.
Nathalie Kelley vivia Samantha, enfermeira que retorna à cidade natal com seus filhos adolescentes, Zac e Caitlyn. Michael Cimino interpretava Zac, um jovem que precisa se adaptar à mudança do Brooklyn para Ironwood, enquanto Melissa Collazo interpretava Caitlyn, sua irmã gêmea, talentosa e apaixonada por mecânica. Essa dupla de irmãos trouxe à série a dinâmica típica da adolescência, incluindo conflitos, cumplicidade e descobertas pessoais.
Uriah Shelton interpretava Curtis, jovem mecânico e interesse amoroso de Caitlyn, enquanto Nicolas Cantu dava vida a Marcel, vizinho nerd que rapidamente se integra ao grupo e adiciona humor e leveza às tensões típicas da vida adolescente. O elenco recorrente também incluía nomes como Drake Rodger, Johnna Dias-Watson e Mia Healey, complementando a trama com personagens secundários que enriqueciam a narrativa e permitiam explorar subtramas interessantes.
Os desafios nos bastidores
A produção da trama não ocorreu sem desafios. Inicialmente planejadas para julho de 2023, as filmagens foram adiadas devido à greve do sindicato SAG-AFTRA. A equipe, porém, retomou a produção em março de 2024, escolhendo Toronto, Canadá, como base principal. A cidade e seus arredores, incluindo Hamilton e Paris, forneceram cenários urbanos e rurais que simulavam perfeitamente a pequena Ironwood. Locais como o Motopark de Chatsworth, o Penman’s Dam Park e a histórica Blackfriars Street Bridge em London serviram como palcos para corridas, encontros e momentos dramáticos.
Ruben Fleischer dirigiu o piloto, estabelecendo o tom visual e narrativo da série. Posteriormente, Neil Burger assumiu como diretor e produtor executivo, garantindo consistência e evolução na estética e ritmo da narrativa. A trilha sonora, composta por Waz e Jamie Jackson, reforçava a emoção das cenas, alternando entre faixas eletrônicas para corridas e melodias mais suaves para momentos íntimos ou introspectivos.
Roteiro e criação
John A. Norris, além de showrunner, foi o responsável por escrever a série, desenvolvendo uma narrativa que equilibrava ação, emoção e drama adolescente. Sua escrita apostava na autenticidade das relações entre os personagens e na exploração dos desafios típicos da adolescência, como pressão social, mudanças familiares e descobertas pessoais. A produção, realizada em parceria entre Jax Media e Amazon MGM Studios, contou com diversos produtores executivos, incluindo Dana Brunetti, Keegan Rosenberger e Jake Fuller, garantindo suporte criativo e estratégico em todas as etapas.
O cancelamento e o futuro incerto
O anúncio do cancelamento deixou muitos fãs surpresos e desapontados. Embora a Amazon não tenha detalhado os motivos, é possível que fatores como audiência, custos de produção e estratégia de programação tenham influenciado a decisão. Ainda assim, a permissão para buscar um novo lar oferece uma luz no fim do túnel. Plataformas como Netflix, Hulu ou canais a cabo podem considerar a série para aquisição, especialmente considerando o público já estabelecido e o potencial para expansão do universo narrativo.
Jason Seagraves reforçou a esperança de continuidade: “A conexão que estabelecemos com o público é real, e isso nos dá esperança de que Motorheads ainda tem muito a oferecer”. A mensagem evidencia o compromisso da equipe criativa em não deixar que a história se encerre prematuramente e demonstra confiança na possibilidade de revitalização em outra plataforma.
Confira a seleção de filmes que irão iluminar suas tardes na semana de 14 de agosto a 18 de agosto de 2023, durante a imperdível Sessão da Tarde. Prepare-se para uma diversidade de gêneros cinematográficos, desde dramas tocantes até comédias que vão arrancar risadas do fundo do seu coração.
Filme da Sessão da Tarde do dia 14-08-2023 – “Megan Leavey”
Desvende os laços extraordinários entre a agente Megan e seu fiel companheiro, o cão Rex. Uma história recheada de emoção, onde a dedicação inabalável de Megan em salvar o cão da eutanásia se transforma em uma jornada de resiliência, coragem e amizade inquebrantável. A luta para preservar essa conexão especial nos lembra da incrível força do amor entre humanos e animais.
No papel principal, Kate Mara dá vida à agente Megan, entregando uma performance emocionalmente carregada. O cão Rex é interpretado por Varco, um talentoso pastor alemão. O elenco de apoio inclui nomes como Edie Falco e Common. Gabriela Cowperthwaite dirige “Megan Leavey”, trazendo sensibilidade e autenticidade à história. Sua abordagem direta e foco nas relações humanas e animais dá à narrativa um toque emocional genuíno.
O filme recebeu elogios por sua capacidade de retratar a ligação especial entre humanos e cães de serviço, destacando a força do vínculo emocional. A direção de Gabriela Cowperthwaite foi especialmente aclamada por sua habilidade em evocar emoções profundas. No entanto, algumas críticas apontaram para momentos previsíveis na trama.
Filme da Sessão da Tarde do dia 15-08-2023 – “Os Homens São de Marte… e É pra Lá que Eu Vou”
Adentre o universo cômico e ao mesmo tempo reflexivo de Fernanda, uma talentosa organizadora de casamentos que busca incessantemente pelo amor verdadeiro. À medida que ela navega pelas complexidades das relações amorosas, testemunhamos suas vitórias, tropeços e, acima de tudo, sua jornada de autodescoberta. Uma comédia romântica que nos faz rir e refletir sobre o significado do amor em todas as suas formas.
A carismática Mônica Martelli interpreta Fernanda, trazendo sua habilidade cômica e carisma à personagem. Paulo Gustavo e Daniele Valente também desempenham papéis importantes no filme. Marcus Baldini dirige com uma abordagem enérgica e criativa, aproveitando ao máximo as habilidades cômicas do elenco. Sua direção mantém um equilíbrio entre momentos divertidos e reflexões mais profundas.
O filme foi elogiado por seu humor afiado e por abordar as complexidades dos relacionamentos amorosos modernos. Mônica Martelli recebeu elogios por sua performance cativante, e a direção de Marcus Baldini foi considerada vital para manter o ritmo e a fluidez da comédia.
Filme da Sessão da Tarde do dia 16-08-2023 – “Jornada da Vida”
Embarque em uma jornada emocionante e enriquecedora com Yao, um jovem em busca de um herói que vai além dos holofotes. À medida que ele parte sozinho para encontrar o renomado ator francês Seydou Tall, somos levados a uma aventura que ultrapassa fronteiras geográficas e culturais. Juntos, eles exploram não apenas a essência da fama, mas também a importância de encontrar raízes e conexões profundas.
A obra conta com a atuação marcante de Lionel Louis Basse, que interpreta Yao, e Omar Sy, que assume o papel de Seydou Tall. Philippe Godeau traz uma direção sensível que explora tanto os aspectos emocionais quanto as nuances culturais da jornada. A abordagem visual captura a beleza das paisagens africanas e a diversidade de experiências.
“Jornada da Vida” foi elogiado por sua capacidade de cruzar fronteiras culturais e humanas, oferecendo uma história inspiradora de autodescoberta. A química entre os protagonistas e a abordagem sensível do diretor foram particularmente elogiadas. Alguns críticos destacaram um ritmo um tanto lento em certos trechos.
Filme da Sessão da Tarde do dia 17-08-2023 – “A Conselheira Amorosa”
Testemunhe a transformação de Harold, um homem que sempre enfrentou dificuldades no campo amoroso, quando ele decide buscar ajuda da última pessoa que imaginava: a garota popular do passado, Annie Hayes. Nessa jornada de autodescoberta e crescimento pessoal, somos lembrados de que as relações humanas podem ser complexas, mas também podem nos levar a lugares inesperados e cheios de aprendizado.
O filme traz Jesse Metcalfe no papel de Harold e Brittany Snow como Annie Hayes, formando uma dupla carismática. Donald Petrie conduz a narrativa com uma abordagem leve e enérgica, aproveitando os pontos fortes do elenco para criar momentos de comédia e afeto.
O filme foi elogiado por sua natureza reconfortante e por explorar as dinâmicas dos relacionamentos de uma maneira acessível. Jesse Metcalfe e Brittany Snow receberam elogios por sua química e performances divertidas. Algumas críticas pontuaram que a trama poderia ter se aprofundado mais em certos aspectos.
Filme da Sessão da Tarde do dia 18-08-2023 – “Thor”
Prepare-se para uma aventura de proporções mitológicas com Thor, o príncipe destemido de Asgard. A narrativa épica se desenrola quando Thor é exilado para a Terra e deve enfrentar sua própria arrogância para recuperar seu martelo lendário. Além das batalhas colossais, Thor também empreende uma jornada interna, explorando os elementos que verdadeiramente definem seu heroísmo.
Chris Hemsworth assume o papel de Thor, entregando uma atuação carismática e imponente. O elenco também inclui Natalie Portman, Anthony Hopkins e Tom Hiddleston. Kenneth Branagh traz sua experiência em dirigir adaptações literárias e peças teatrais para criar um filme de super-herói com uma pitada de grandiosidade shakespeariana.
“Thor” foi elogiado por sua abordagem fresca ao gênero de super-heróis, combinando elementos de fantasia épica com humor moderno. A direção de Kenneth Branagh foi destacada por trazer um toque artístico à narrativa, embora algumas críticas tenham apontado para uma estrutura previsível em partes da trama. A atuação de Chris Hemsworth como o protagonista recebeu aclamação geral.
Que horas vai começar a Sessão da Tarde?
Aprecie a seleção de filmes que iluminará suas tardes a partir das 15h00, logo após a novela “Mulheres de Areia”. Prepare-se para uma semana repleta de entretenimento diversificado, que abrange dramas, comédias e aventuras emocionantes. Cada filme é uma oportunidade de mergulhar em histórias cativantes e envolventes que certamente irão enriquecer sua tarde. Portanto, após os desfechos intrigantes de “Mulheres de Areia”, prepare-se para uma sequência de filmes que irão encantar, divertir e inspirar você
A Universal Pictures divulgou um novo trailer de A Odisseia, adaptação do poema de Homero dirigida por Christopher Nolan (Oppenheimer e A Origem). A prévia apresenta trechos inéditos da história, amplia o espaço dedicado aos personagens principais e revela parte dos desafios enfrentados por Odisseu em sua tentativa de voltar para casa após a Guerra de Troia.
A divulgação veio acompanhada da abertura da pré-venda de ingressos nas principais redes de cinema do Brasil. O longa será exibido em salas convencionais e também em IMAX, formato utilizado em toda a produção.
Matt Damon (Perdido em Marte e Oppenheimer) interpreta Odisseu, rei de Ítaca. Depois de participar da guerra contra Troia, ele inicia a viagem de retorno ao seu reino, mas o caminho é interrompido por obstáculos que transformam a travessia em um conflito constante entre sobrevivência e destino.
O novo trailer antecipa alguns dos episódios mais conhecidos do poema. Entre eles estão o confronto com o Ciclope Polifemo, os encontros com as Sereias e a passagem pela ilha de Circe, personagem vivida por Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria e Atômica). O objetivo de Odisseu permanece o mesmo durante toda a narrativa: retornar a Ítaca e reencontrar Penélope, interpretada por Anne Hathaway (Interestelar e Os Miseráveis).
A prévia dedica mais tempo à relação entre pai e filho. Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e Uncharted) interpreta Telêmaco, que cresce distante de Odisseu e passa a enfrentar a pressão dos homens que disputam o trono durante a ausência do rei. Já Zendaya (Duna e Rivais) assume o papel de Atena, deusa que acompanha e interfere nos acontecimentos ao longo da história.
O elenco reúne ainda Robert Pattinson (The Batman e Tenet) como Antínoo, um dos principais pretendentes de Penélope; Jon Bernthal (O Justiceiro e The Bear) como Menelau; Benny Safdie (Oppenheimer) no papel de Agamenon; John Leguizamo (Encanto) como Eumeu; além de Lupita Nyong’o (Pantera Negra e Um Lugar Silencioso: Dia Um), Elliot Page (A Origem), Mia Goth (Pearl) e Corey Hawkins (Straight Outta Compton).
Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o longa é a produção mais cara da carreira de Christopher Nolan. Também marca a primeira vez que o diretor utiliza câmeras IMAX de 70 mm durante toda a filmagem, ampliando o uso da tecnologia que já fazia parte de seus projetos anteriores.
As gravações aconteceram em diferentes países, incluindo Grécia, Itália, Marrocos, Escócia, Islândia e Saara Ocidental. A escolha das locações acompanha a proposta de reproduzir cenários inspirados nas paisagens do Mediterrâneo descritas por Homero, reduzindo a dependência de ambientes totalmente criados por computação gráfica.
Em uma entrevista recente ao canal turco de YouTube Filme Gitmeden Önce,Robert Pattinsoncomentou o que os fãs podem esperar de Batman: Parte 2, sequência do reboot dirigido por Matt Reeves. Segundo o ator, o roteiro da continuação é ousado e se diferencia não apenas do primeiro filme, mas também de todas as produções anteriores do personagem. Pattinson descreveu a narrativa como “meio doida” e acredita que o público será positivamente surpreendido pelo tom e pela abordagem escolhidos por Reeves.
O primeiro filme da nova franquia, lançado em 2022, marcou um novo olhar sobre o personagem da DC Comics. Produzido pelas empresas 6th & Idaho e Dylan Clark Productions, com direção e roteiro de Matt Reeves em parceria com Peter Craig, o longa acompanhou o segundo ano de atuação de Batman como vigilante em Gotham City. A história focou na investigação do Charada, interpretado por Paul Dano, que atacava membros da elite da cidade, revelando uma trama de corrupção envolvendo políticos, policiais e criminosos. Além de Pattinson, o elenco contou com Zoë Kravitz, Colin Farrell e Jeffrey Wright, trazendo camadas de complexidade tanto para os aliados quanto para os antagonistas do herói.
Como nasceu o reboot?
O reboot passou por mudanças significativas antes de Reeves assumir o projeto. Inicialmente, Ben Affleck estava definido para dirigir e estrelar o longa, mas abandonou o projeto em 2017 devido à insatisfação com o roteiro. Reeves assumiu e decidiu reestruturar a narrativa, apostando em um Batman mais jovem e com um lado detetivesco mais explorado, inspirado em clássicos das histórias em quadrinhos de 1987, 1996 e 2000. Pattinson foi escalado em maio de 2019, e o restante do elenco foi confirmado no final daquele ano. As filmagens aconteceram no Reino Unido e em Chicago entre janeiro de 2020 e março de 2021, com atrasos devido à pandemia de COVID-19.
Qual foi a história do primeiro filme?
No primeiro filme, Batman investiga o assassinato do prefeito de Gotham City, Don Mitchell Jr., durante o Halloween, crime atribuído ao Charada. A investigação leva Bruce Wayne a descobrir segredos sombrios da cidade, incluindo conexões entre o mafioso Carmine Falcone, o promotor Gil Colson e o Pinguim, interpretado por Colin Farrell. Selina Kyle, vivida por Zoë Kravitz, ajuda Batman a desvendar a rede criminosa e confrontar a corrupção enraizada na cidade. O filme termina com Gotham devastada pelas ações do Charada, preparando terreno para novos conflitos e para a sequência.
Quais são as expectativas para o novo filme?
Robert Pattinson revelou que a sequência terá um tom ainda mais distinto e surpreendente. Embora o primeiro longa já tenha apresentado uma abordagem única para o personagem, a continuação pretende levar Gotham e seu vigilante a territórios inesperados, explorando novas camadas da personalidade de Bruce Wayne. O ator adiantou que os fãs podem esperar surpresas em relação a personagens conhecidos e novos desafios para o herói, aprofundando a relação de Batman com a cidade e seus aliados.
Bilheteria do primeiro filme
O reboot de Batman conquistou aclamação crítica e comercial, com orçamento estimado entre 185 e 200 milhões de dólares e arrecadação superior a 772 milhões mundialmente. A produção abriu caminho para duas sequências planejadas e séries spin-off na plataforma Max, consolidando a nova abordagem da DC Comics para o icônico herói.
Os leitores brasileiros finalmente poderão acompanhar o capítulo final de uma das séries mais queridas da fantasia contemporânea. A Editora Morro Branco lança no país Brothersong, quarto e último volume da série Green Creek, escrita por TJ Klune. A obra encerra a trajetória da família Bennett e marca o fim de uma jornada iniciada em 2016 com Wolfsong, livro responsável por consolidar o autor como um dos grandes nomes best-sellers da fantasia com protagonismo LGBTQIAPN+.
Misturando elementos sobrenaturais, drama familiar e romance, a série conquistou leitores ao construir uma mitologia própria centrada em lobos, laços emocionais e a força da família escolhida. Em Brothersong, Klune conduz a narrativa para um desfecho que equilibra ação, emoção e reflexão, aprofundando temas que atravessaram todos os volumes anteriores.
Carter Bennett no centro da história
Desta vez, o foco recai sobre Carter Bennett. Conhecido ao longo da série como o irmão leal, espirituoso e frequentemente responsável por aliviar as tensões com humor, Carter assume o protagonismo em uma jornada mais sombria e introspectiva. Após a morte do pai e a fragmentação da matilha, ele se vê diante de um vazio que o obriga a confrontar não apenas as ameaças externas, mas também seus próprios conflitos internos.
O isolamento passa a ser parte central da narrativa. Longe da proteção do bando, Carter parte em busca daquele que abalou as estruturas da família e despertou nele sentimentos tão intensos quanto perigosos. A travessia física se transforma, pouco a pouco, em uma jornada emocional marcada por amadurecimento, dor e autodescoberta.
Gavin Livingstone e o peso do legado
No coração dessa história está Gavin Livingstone, filho do principal antagonista da série. Herdeiro de uma linhagem associada historicamente à violência e ao controle, Gavin carrega cicatrizes profundas e vive dividido entre o peso do sangue e a possibilidade de escolher um caminho diferente.
A relação entre Carter e Gavin é o eixo emocional do romance. Mais do que um romance proibido ou improvável, o vínculo entre os dois assume contornos simbólicos e políticos. Ao aproximar personagens que pertencem a lados historicamente opostos, Klune tensiona a ideia de herança e destino, propondo uma reflexão sobre a possibilidade de romper ciclos de ódio e reescrever narrativas familiares.
É a partir dessa conexão que Brothersong amplia o conceito de “laço”, elemento central da mitologia de Green Creek. Na série, o laço é o vínculo que mantém os lobos ancorados em sua humanidade, impedindo que se percam na fúria ou na violência. Neste volume final, o conceito atinge seu ápice, colocando à prova a força do amor, da lealdade e do pertencimento.
Licantropia como metáfora de identidade
Ao longo dos quatro livros, TJ Klune construiu uma fantasia urbana em que a licantropia funciona como metáfora para identidade, diferença e aceitação. Em Green Creek, transformar-se em lobo não é apenas um elemento sobrenatural, mas também um símbolo de comunidade e reconhecimento mútuo.
Em Brothersong, essa metáfora se torna ainda mais potente. Ao deslocar Carter para fora do núcleo familiar, o autor questiona o que acontece quando o pertencimento é ameaçado. A ideia de found family — família escolhida —, tão central na obra, é colocada sob tensão. O que sustenta alguém quando os laços parecem rompidos? Até que ponto é possível reconstruir aquilo que foi fragmentado?
Klune responde a essas perguntas revisitando eventos marcantes da série, ressignificando perdas e sacrifícios acumulados ao longo da trajetória dos Bennett. O passado retorna não como nostalgia, mas como parte essencial do processo de cura.
Um encerramento à altura da saga
Considerada a obra mais conhecida do autor, a série Green Creek se tornou referência dentro da fantasia urbana contemporânea por unir narrativa envolvente, personagens complexos e representatividade LGBTQIAPN+. Ao longo dos livros, Klune explorou temas como trauma, lealdade, responsabilidade e amor em suas múltiplas formas.
Com Brothersong, o autor entrega um desfecho que honra essa construção. O romance não apenas encerra o arco narrativo do bando Bennett, mas também reafirma a mensagem que atravessa toda a saga: a família não é definida apenas por sangue, mas pelas escolhas que fazemos e pelos laços que cultivamos.
Neste domingo, 13 de abril de 2025, o Cinemaço apresenta o filme “O Predador” (The Predator, no original), um eletrizante filme de ação e ficção científica que traz uma nova e aterrorizante versão do clássico predador alienígena. O longa, que tem 1h47min de duração, foi lançado em 2018 e é dirigido por Shane Black, com roteiro de Fred Dekker e Shane Black.
A trama segue uma perseguição intergaláctica entre naves alienígenas, que traz à Terra um novo predador. Ao cair, o predador é capturado por humanos, mas antes disso, ele perde seu capacete e bracelete para Quinn McKenna (Boyd Holbrook), um atirador de elite que estava em missão no local da queda. A bióloga Casey Brackett (Olivia Munn) é chamada para examinar a criatura recém-descoberta, mas o predador logo consegue escapar do laboratório onde está preso.
Quando Casey tenta recapturá-lo, encontra McKenna, que está em um ônibus repleto de ex-militares com sérios problemas. Juntos, eles tentam sobreviver e proteger o filho de McKenna, Rory (Jacob Tremblay), que acaba ficando com os artefatos alienígenas roubados pelo pai.
Elenco e Dublagem Brasileira
O filme conta com a participação de Boyd Holbrook (Logan, Narcos), Olivia Munn (X-Men: Apocalypse, The Newsroom), Trevante Rhodes (Moonlight, O Estranho que Nós Amamos), Jacob Tremblay (O Quarto de Jack, A Garota no Trem), e Keegan-Michael Key (Key & Peele, Toy Story 4). O elenco também inclui Sterling K. Brown (This Is Us), Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale), e Trevante Rhodes (O Estranho que Nós Amamos).
A versão dublada para a TV traz um time de dubladores brasileiros, incluindo Maíra Góes (como Casey Brackett), Marcos Souza, Reginaldo Primo, Rafael Mezadri, Ronaldo Júlio, Ricardo Schnetzer e Evie Saide.
Onde assistir
Se você não puder assistir ao Cinemaço hoje à noite, o filme também está disponível em plataformas de streaming. “O Predador” é uma ótima opção para os fãs de ficção científica, adrenalina e ação com um toque de terror.