A DJ e produtora Honey Dijon desembarca no Brasil neste mês de julho para duas apresentações em São Paulo e Curitiba. A artista, nascida em Chicago, chega com a turnê Housenation, focada em house e deep house, estilos que marcam sua trajetória desde os anos 1990.
Reconhecida como uma das figuras centrais da cena eletrônica atual, Honey construiu carreira conectando clubes, moda e música. A relação com a house music vem da própria cidade onde nasceu: Chicago, berço do gênero e casa de nomes como Frankie Knuckles, referência direta em sua formação musical.
O início da carreira aconteceu nos anos 1990, quando começou a tocar em festas e clubes underground. Nesse período, teve apoio de DJs como Derrick Carter, que ajudaram a abrir espaço para seu nome no circuito local. Pouco depois, a mudança para Nova York ampliou o alcance do seu trabalho e colocou Honey em contato direto com o cenário fashion, onde passou a colaborar com marcas como Louis Vuitton e Dior em trilhas e projetos musicais.
A transição para a produção musical aconteceu anos depois. Em 2017, lançou o álbum The Best of Both Worlds, que marcou sua estreia em estúdio com um recorte mais autoral da sua identidade sonora. Em 2022, veio Black Girl Magic, projeto que ampliou sua presença global e contou com participações de artistas como Pabllo Vittar e Urias na faixa “Everybody”.
Além dos álbuns, Honey Dijon também acumulou colaborações e remixes de grande alcance. Entre eles, versões de faixas de Lady Gaga e trabalhos ligados ao projeto Renaissance, de Beyoncé, onde participou da produção de músicas que ajudaram a consolidar o álbum como um dos mais comentados do ano de lançamento.
Nos palcos, a DJ é conhecida por sets longos, com transições entre house clássico, disco e variações mais modernas da música de pista. A apresentação mistura referências do club culture com uma estética que também dialoga com moda e performance, algo que acompanha sua carreira desde Nova York.
A passagem pelo Brasil acontece em um momento de consolidação internacional da artista, que já passou por festivais como Coachella e Glastonbury, além de residências em cidades como Berlim, Ibiza e Nova York. Em cada uma dessas praças, seu nome ficou associado a line-ups de grande circulação na cena eletrônica.
A Sony Music confirmou que a trilha sonora oficial de Peaky Blinders: The Immortal Man será lançada em 6 de março de 2026, mesma data em que o aguardado longa chega aos cinemas. Para abrir os trabalhos, o primeiro single, “Puppet”, já está disponível nas plataformas digitais.
A faixa é assinada por Grian Chatten, vocalista da banda Fontaines D.C., em colaboração com os compositores Antony Genn e Martin Slattery, parceiros criativos de longa data do universo da série. Densa, melancólica e carregada de tensão, “Puppet” traduz em som o peso psicológico que sempre marcou a trajetória de Tommy Shelby. Guitarras cruas, atmosfera opressiva e a interpretação intensa de Chatten mergulham o ouvinte no conflito interno que move os personagens da história.
A trilha completa reúne 36 faixas e apresenta cinco gravações originais inéditas, além de uma trilha instrumental expansiva composta por Genn e Slattery. O projeto amplia a identidade sonora construída ao longo das seis temporadas da série exibida entre 2013 e 2022, consolidando a música como um dos pilares narrativos da franquia criada por Steven Knight.
O álbum também traz participações especiais que reforçam o peso artístico da produção. Amy Taylor, vocalista da banda Amyl & the Sniffers, contribui com uma nova gravação, enquanto integrantes do Fontaines D.C., como Carlos O’Connell e Tom Coll, ampliam a presença da banda no projeto.
Entre os destaques está uma nova versão de “Red Right Hand”, clássico de Nick Cave que se tornou praticamente um hino da série desde sua estreia. A trilha ainda inclui “Hunting The Wren (The Immortal Man Version)”, colaboração com o grupo irlandês Lankum, e releituras impactantes de “Teardrop”, do Massive Attack, incluindo uma versão assinada por Girl In The Year Above.
A continuação da história de Tommy Shelby
O filme marca a continuidade direta da série e traz de volta o vencedor do Oscar Cillian Murphy no papel de Tommy Shelby. Também retornam aos seus personagens Sophie Rundle, Ned Dennehy, Packy Lee, Ian Peck e Stephen Graham. O elenco ganha reforços de peso com Rebecca Ferguson, Tim Roth, Jay Lycurgo e Barry Keoghan.
Dirigido por Tom Harper e escrito por Knight, o longa se passa em Birmingham, em 1940, em pleno caos da Segunda Guerra Mundial. Forçado a sair de um autoexílio, Tommy Shelby enfrenta o confronto mais devastador de sua trajetória. Com o futuro da família e do próprio país ameaçado, ele precisa decidir se encara de vez o peso do próprio legado ou se está disposto a destruí-lo para sobreviver.
A ideia de levar a história para o cinema começou a ganhar força ainda antes do encerramento da sexta temporada. Em 2021, Knight já sinalizava a intenção de concluir a saga em formato de longa-metragem. Em entrevistas posteriores, Murphy deixou claro que só retornaria ao papel se o projeto tivesse um propósito narrativo legítimo. O roteiro foi finalizado em 2023, e as filmagens ocorreram entre setembro e dezembro de 2024, principalmente no Digbeth Loc Studios, em Birmingham, além de locações em West Midlands e Merseyside.
No tão esperado capítulo 49 de Lady, a Vendedora de Rosas, que será exibido nesta quinta-feira, 13 de março de 2025, a vida de Lady toma um novo rumo com a chegada de uma visita inesperada. Fabián, que havia desaparecido por um tempo, surge novamente em sua porta, trazendo consigo uma revelação importante. Ele apresenta a Lady a sua avó, Beatriz, uma mulher carinhosa e acolhedora que rapidamente conquista o coração da vendedora de rosas. Fabián revela que foi Beatriz quem sugeriu que ele procurasse Lady, o que cria uma conexão imediata entre as duas mulheres. A presença de Beatriz traz um alívio e uma sensação de pertencimento para Lady, que encontra nela um apoio inesperado. A senhora não só acolhe Fabián com carinho, mas também se mostra afetuosa com Lady, como se já a considerasse parte da família.
Enquanto isso, em um momento de reflexão e ansiedade, Brigit lida com um dilema pessoal. Sozinha em casa, ela decide fazer um teste de gravidez. O resultado, no entanto, é um grande choque: positivo. A notícia a pega de surpresa e a faz questionar o futuro, criando uma série de sentimentos conflitantes. Brigit agora se vê diante de uma decisão difícil e dolorosa, e suas inseguranças sobre o que fazer a dominam.
A tensão na trama aumenta à medida que outros personagens também enfrentam dilemas e desafios. Marco e Mireya, em uma corrida contra o tempo, tentam alcançar Lucía antes que ela embarque em sua viagem. Eles têm a esperança de que ela aceite sua proposta, algo que poderia mudar a trajetória de todos. Ao mesmo tempo, Lady decide visitar sua irmã no orfanato, mas é surpreendida por uma notícia devastadora: Liliana fugiu. Lady, desesperada para encontrar sua irmã e trazê-la de volta, não sabe como lidar com a ausência de Liliana, especialmente quando ela percebe que não tem ideia de para onde a jovem possa ter ido.
Lucía, por sua vez, analisa cuidadosamente o material enviado por Marco e se encanta com o que vê. Ela decide entrar em contato com ele para comunicar que está disposta a investir no seu filme, mas com uma condição: Marco precisa entregar um roteiro. Com o coração cheio de esperança e a chance de ver seu projeto decolar, Marco aceita o desafio e promete trabalhar com afinco para atender às exigências de Lucía.
Em uma festa organizada na casa de Leuven para celebrar as boas novas, todos se reúnem para brindar ao sucesso de Lucía e Marco. Lady, ainda em busca de respostas sobre o paradeiro de Liliana, encontra a jovem, mas a conversa entre as duas irmãs não vai como ela esperava. Liliana está determinada a seguir seu próprio caminho, recusando a ideia de voltar ao orfanato e desejando manter sua liberdade. Para Liliana, o orfanato é uma prisão, e ela está disposta a lutar pela sua independência, não importa o custo.
Enquanto isso, Pacho, consumido pela raiva e pela frustração, decide sair pelas ruas em busca de alívio para suas necessidades. Ele acaba se encontrando em um bairro de prostitutas, onde sua busca por satisfação não é correspondida. Desiludido, ele recebe um conselho de um estranho: comprar um beijo. Sem pensar muito, Pacho decide seguir a sugestão.
O amanhecer em Medellín traz uma reviravolta inesperada. Pacho, finalmente disposto a pagar por um beijo, vê de longe um vendedor que lhe chama a atenção. Ele se aproxima, mas o que acontece a seguir é algo que ele jamais poderia imaginar. Quando se aproxima do vendedor de beijos, Pacho fica atônito ao descobrir que a pessoa diante dele é ninguém menos que sua própria filha, Lady. O choque e a incredulidade tomam conta de Pacho, que jamais imaginou que um simples beijo pudesse resultar em uma revelação tão impactante.
O universo de The Boys está prestes a crescer mais uma vez, mas dessa vez com uma proposta um pouco diferente do que os fãs já estão acostumados. A nova série derivada Vought Rising foi apresentada como um prelúdio ambientado décadas antes da história principal e, segundo o criador Eric Kripke, ela foi pensada para funcionar de forma totalmente independente da cronologia original.
A ideia é expandir o universo dos supers sem exigir que o público tenha visto a série principal. Isso significa que, mesmo quem nunca assistiu ao caos de The Boys pode entrar direto nesse novo capítulo sem se sentir perdido.
Vought Rising precisa de The Boys para ser entendido?
Uma das maiores curiosidades em torno da nova produção é justamente sua acessibilidade. Eric Kripke revelou que o projeto foi testado com espectadores que não conheciam o universo de The Boys e, segundo ele, a resposta foi surpreendentemente positiva.
Durante entrevista ao portal Screen Rant, o showrunner afirmou que o objetivo sempre foi construir uma história que se sustentasse sozinha. A recepção dos testes indicou que isso está funcionando, já que até mesmo quem não tem contato com a franquia conseguiu acompanhar e se envolver com a narrativa.
Essa abordagem representa uma mudança interessante dentro do universo da série, que sempre foi marcada por uma continuidade mais rígida e cheia de referências internas.
Quando a série se passa dentro do universo da franquia?
Diferente da linha principal de The Boys, que se passa em um presente distorcido dominado por corporações e super-heróis corruptos, Vought Rising volta no tempo para explorar as origens da poderosa empresa Vought.
A trama é ambientada na década de 1950 e deve mostrar como o sistema de supers começou a ser moldado muito antes dos eventos que o público já conhece. Esse período inicial serve como base para entender como a Vought se transformou na gigante manipuladora que domina o mercado de heróis.
A proposta é investigar não apenas o nascimento da empresa, mas também as primeiras experiências envolvendo supers e como eles passaram de figuras quase militares para celebridades consumistas.
Quem está no elenco e quais personagens voltam?
O spin-off traz de volta alguns rostos já conhecidos dos fãs. Jensen Ackles retorna como Soldier Boy, personagem que já havia sido introduzido em The Boys e agora ganha uma versão mais jovem e em formação. Aya Cash também volta como Stormfront, explorando um período anterior da personagem antes dos eventos principais da série.
Além deles, o elenco conta com Elizabeth Posey e Will Hochman, que devem interpretar novas figuras dentro dessa fase inicial do universo dos supers.
A presença desses personagens reforça a ideia de que a obra não é apenas um derivado, mas uma expansão direta da mitologia já estabelecida, só que agora com foco em suas origens.
O que diferencia o spin-off das outras séries do universo?
Uma das principais diferenças dessa nova produção está no tom e na proposta narrativa. Enquanto The Boys se apoia fortemente na sátira contemporânea, criticando mídia, celebridades e cultura corporativa moderna, a trama parece olhar para o passado para entender como tudo começou.
Eric Kripke já adiantou que a série vai explorar a transformação de soldados em supers e como a disciplina militar acabou sendo substituída por uma lógica de consumo e espetáculo. Em vez de armas e estratégias de guerra, o foco passa a ser a imagem pública, o marketing e a construção de uma nova forma de poder baseada na fama.
Essa mudança de contexto abre espaço para uma narrativa diferente, mais focada em origem, manipulação institucional e construção de mitos.
Qual é o papel de Soldier Boy nessa nova história?
Jensen Ackles comentou que interpretar Soldier Boy em um período anterior da linha do tempo é uma experiência completamente diferente. Segundo o ator, essa versão do personagem ainda não carrega todo o peso dos eventos vistos em The Boys.
Isso significa que o público deve conhecer um Soldier Boy mais “em construção”, lidando com traumas, decisões e situações que vão moldar o que ele se tornará no futuro. A ideia não é apenas mostrar um herói poderoso, mas alguém sendo gradualmente moldado por um sistema que o transforma em produto.
Essa abordagem pode ajudar a aprofundar ainda mais a complexidade do personagem, que já havia chamado atenção justamente por não ser um herói tradicional.
Vought Rising faz parte de um universo maior?
A nova série será o quarto projeto dentro da franquia The Boys no streaming, consolidando ainda mais o universo criado por Kripke no catálogo da Amazon Prime Video.
Mesmo com essa expansão, o criador reforça que a ideia não é obrigar o público a acompanhar todas as produções em sequência. Pelo contrário, cada história deve funcionar de maneira independente, permitindo que novos espectadores entrem em qualquer ponto do universo sem barreiras narrativas.
Essa estratégia pode ser vista como uma tentativa de ampliar o alcance da franquia sem perder a identidade de cada produção.
Quando estreia?
A estreia do novo spin-off stá prevista para 2027 no catálogo do Prime Video. Até o momento, a produção segue em desenvolvimento, sem uma data exata definida além desse período.
A Tela Quente desta segunda-feira, 30 de março, apresenta ao público o telefilme “Sonho de Arrocha”, produção recente gravada em 2025 que aposta em uma narrativa simples, direta e próxima da realidade de muitas famílias brasileiras. Na programação da Globo, o longa chega com foco nas relações familiares, nos sonhos da juventude e nos limites impostos por experiências do passado.
A história acompanha Biel, um menino de 12 anos que quer se tornar cantor de arrocha. Interpretado por Gui Nery, o personagem carrega o entusiasmo típico da idade e uma vontade clara de seguir um caminho na música. A inspiração vem do avô, figura importante em sua vida, que também tentou construir uma carreira, mas não conseguiu alcançar o sucesso.
Biel vive com a mãe, Rosa, e a avó, Joaquina. É dentro dessa convivência que surge o principal conflito da trama. Joaquina não apoia o sonho do neto. A posição dela não nasce de falta de afeto, mas das lembranças difíceis que guarda do passado. Ao acompanhar de perto as tentativas frustradas do marido na música, ela passou a associar esse caminho a dificuldades, instabilidade e sofrimento.
A relação entre os dois é marcada por esse choque de visões. De um lado, um menino que quer tentar. Do outro, uma avó que prefere evitar que ele enfrente as mesmas situações que já marcaram sua família. O filme trabalha esse conflito de forma direta, sem exageros, com diálogos e situações que refletem o cotidiano.
Mesmo diante da resistência dentro de casa, Biel não abre mão do que deseja. Ao descobrir que um artista conhecido vai se apresentar no bairro onde mora, ele decide, junto com o melhor amigo, tentar assistir ao show escondido. A ideia representa mais do que diversão. Para o garoto, é uma chance de se aproximar do universo que ele quer fazer parte.
O plano, no entanto, não acontece como esperado. O impedimento desse momento gera frustração e marca uma mudança na forma como Biel encara a própria realidade. A partir daí, a história passa a tratar não apenas do sonho em si, mas das dificuldades de seguir um caminho quando não há apoio por perto.
O filme é dirigido por Marcos Alexandre, que construiu o projeto a partir de sua ligação pessoal com o arrocha. Essa relação aparece na forma como a música é inserida na história, sempre conectada aos personagens e ao ambiente em que vivem, sem exageros.
As gravações foram realizadas em Salvador, com destaque para o bairro da Ribeira. A escolha por locações reais contribui para dar mais naturalidade às cenas e reforça a presença da cidade na narrativa. O cenário não é apenas pano de fundo, mas parte da rotina dos personagens.
A produção é da Gran Maître Filmes, em coprodução com a TV Bahia. No elenco, além de Gui Nery, estão Clara Paixão e Mon Anjos, que ajudam a construir a dinâmica familiar que sustenta a história.
“Sonho de Arrocha” também trata da influência que uma geração exerce sobre a outra. A trajetória do avô de Biel, mesmo já encerrada, continua presente nas decisões da avó e interfere diretamente no caminho do neto. O passado, nesse caso, funciona como um ponto de tensão constante.
Ao mesmo tempo, o filme levanta uma questão comum em muitas famílias: até que ponto proteger alguém significa limitar suas escolhas. Joaquina acredita que está evitando que Biel sofra. Já o garoto enxerga a situação como um impedimento para tentar algo que considera importante para sua vida.
Resumo semanal da novela Amor Perfeito de 29/06/2023 a 01/07/2023. A exibição da novela está prevista para acontecer às 18h30, na TV Globo.
Resumo da novela Amor Perfeito de quinta-feira, 29/06/2023 –
Donato e Severo estão preocupados com a situação e decidem procurar Júlio para discutir o documento apresentado por Gilda. Eles estão apreensivos com os possíveis desdobramentos e consequências dessa situação. Enquanto isso, Tobias está com medo de perder o amor de Lívia e Albuquerque após o nascimento de seu irmão. Ele se sente inseguro em relação ao futuro do seu relacionamento e teme que as responsabilidades da vida familiar o afastem de seu grande amor. Júlio compartilha sua preocupação com Marê, Severo e Donato. Ele está preocupado que Gilda possa ter uma vantagem na Justiça devido à sua situação financeira, levantando questões sobre a equidade do sistema jurídico. Enquanto isso, Padre Diógenes está exultante ao ver o estado do cinema de Érico. Ele se mostra orgulhoso do trabalho realizado e dos frutos colhidos através dos esforços e determinação de todos. Júlio anuncia que conseguiu uma audiência com o juiz para tratar do caso de Marcelino. Essa notícia traz um fio de esperança para a família, que tem lutado incansavelmente por justiça e pela reunificação. Sílvio, sentindo-se ameaçado por Gaspar, decide confrontá-lo. Ele deixa claro que não aceitará suas atitudes prejudiciais e está disposto a enfrentá-lo de frente. Enquanto isso, movido por seus próprios interesses e sedento por vingança, Gaspar arma um plano contra Orlando, colocando em risco a segurança de todos os envolvidos na trama. Isso traz ainda mais tensão e incertezas para o desenrolar dos eventos.
Resumo da novela Amor Perfeito de sexta-feira, 30/06/2023 –
Gaspar está consumido pela raiva e pelo desejo de destruição. Ele decide perseguir Orlando e tentar atingi-lo com seu carro, resultando em um acidente com Darlene. Enquanto Orlando presta socorro a Darlene, Gaspar se desespera com as consequências de suas ações. Ele é confrontado com a realidade de que seus atos irresponsáveis têm consequências graves. Darlene acorda e insiste em ficar ao lado de Clara, mas Orlando a convence de que é necessário passar a noite em observação no hospital. Ele demonstra sua preocupação genuína com a segurança e o bem-estar de Darlene. Determinado a enfrentar Gaspar e buscar justiça, Orlando confronta-o e decide denunciá-lo a Albuquerque por tentativa de assassinato. Isso leva a situação a um novo nível de tensão e risco. Albuquerque fica preocupado com a situação e alerta Gilda sobre o envolvimento de Gaspar, colocando-a a par dos perigos que a cercam. Clara, temendo perder a mãe nesse momento delicado, lida com uma mistura de medo e esperança. Enquanto isso, João desconfia de Gaspar e fica incomodado ao vê-lo se aproximando de Darlene. Ele mantém-se alerta e disposto a proteger sua família a todo custo. Gilda, enfrentando a pressão e as consequências de suas escolhas, procura Orlando para buscar apoio e é surpreendida por Marê. Isso dá início a um confronto emocionante que coloca à prova as relações e os sentimentos envolvidos nessa complexa teia de emoções.
Resumo da novela Amor Perfeito de sábado, 01/07/2023 –
Gilda busca ser honesta consigo mesma e revela a Marê que se apaixonou por Orlando. Ela expressa o desejo de se tornar mãe de Marcelino, despertando uma mistura de sentimentos e emoções complexas na protagonista. Gaspar, em um gesto inesperado, se afasta para permitir que João converse com Darlene. Isso mostra que nem tudo é o que parece e revela uma faceta surpreendente de seu caráter. Ivan fica surpreso com a preocupação genuína de Gaspar em relação a Darlene, percebendo que talvez haja mais do que se vê na complexa trama de relacionamentos e emoções. Clara, consciente da importância da presença materna em sua vida, visita a mãe no hospital, demonstrando seu amor e apoio incondicionais. Enquanto isso, Leonor e Tânia comemoram o apoio de Anselmo à promoção de seu curso noturno. Isso fortalece ainda mais sua parceria e consolida seu compromisso com a comunidade. No entanto, Leonor alerta Tânia sobre o interesse de Turíbio, despertando uma preocupação na amiga em relação a suas relações pessoais e profissionais. Por outro lado, Severo, consciente de seu passado conturbado, não é completamente honesto com Júlio quando o advogado pergunta sobre suas origens. Ele esconde informações relevantes que podem ter um impacto significativo em sua jornada. Enquanto as crianças se divertem no cinema, desfrutando de momentos de alegria e descontração em meio à tensão que permeia suas vidas, Marê assegura a Ítalo que encontrará uma maneira de levantar o dinheiro necessário para construir a maternidade. Isso demonstra sua determinação e comprometimento com a realização de seu sonho. Marê, Orlando e os freis comentam sobre a proximidade da audiência, sentindo a pressão e a incerteza do futuro que se aproxima. Enquanto isso, Marcelino, atento às conversas, escuta as palavras carregadas de expectativas e desafios. Ele enfrenta a realidade de um futuro incerto e a necessidade de superar as adversidades que se apresentam em seu caminho.
O resumo semanal da novela Amor Perfeito é de total responsabilidade da emissora, estando sujeito a possíveis mudanças na exibição. Fique ligado para acompanhar os próximos capítulos repletos de emoções, reviravoltas e segredos revelados.
Prepare-se para uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego neste domingo, 18/02/2024! Esteja pronto para mergulhar em um épico inesquecível: “O Exterminador do Futuro 2: O Dia do Julgamento Final”, que será exibido no Cine Maior, pela Record. Prepare-se para uma tarde repleta de emoção e suspense na tela da sua televisão!
Nesta jornada épica, testemunhe a saga de uma criança destinada a ser líder, interpretada por Edward Furlong, que enfrenta desafios sob os cuidados de pais adotivos. Desprovido da presença materna, personificada por Linda Hamilton, o jovem se vê diante de uma reviravolta impressionante quando um androide, interpretado por Arnold Schwarzenegger, retorna do futuro com a missão de protegê-lo. No entanto, um obstáculo ainda mais formidável emerge: o sofisticado androide do futuro, o T-1000, interpretado por Robert Patrick, também é enviado ao passado com a intenção sinistra de exterminar o garoto. “O Exterminador do Futuro 2: O Dia do Julgamento Final” combina elementos de ficção científica e ação de tirar o fôlego, prometendo prender sua atenção do início ao fim em uma jornada inesquecível pelo universo distópico da saga.
No elenco, Arnold Schwarzenegger, antes de interpretar o icônico Exterminador, já havia estrelado em diversos filmes de sucesso, consolidando sua posição como um dos maiores astros de ação da década de 1980. Linda Hamilton também tinha uma carreira consolidada, com participações em filmes como “O Segredo do Abismo” e o primeiro “O Exterminador do Futuro”. Edward Furlong fez sua estreia em “O Exterminador do Futuro 2”, enquanto Robert Patrick já havia trabalhado em filmes como “Corpos Ardentes” e “Caçador de Assassinos”. Joe Morton, por sua vez, tinha aparecido em filmes como “Speed – Máxima Velocidade” e “Blues Brothers 2000”, antes de assumir o papel do Dr. Miles Bennett Dyson em “O Exterminador do Futuro 2”.
Dirigido por James Cameron e lançado em 1991, “O Exterminador do Futuro 2: O Dia do Julgamento Final” é um marco na história do cinema de ficção científica. Com um orçamento impressionante de cerca de 94 milhões de dólares, estabeleceu um novo padrão de produção e efeitos especiais, sendo pioneiro no uso extensivo de computação gráfica. Schwarzenegger, Hamilton e Patrick entregam performances memoráveis, enquanto a trama repleta de referências e detalhes cuidadosamente elaborados cativou audiências em todo o mundo.
Horário de exibição do Cine Maior
Não perca a chance de se envolver em um dos maiores clássicos do cinema de ficção científica! O Cine Maior tem início às 13h00, logo após mais uma edição do Record Kids – Todo Mundo Odeia o Chris. Prepare sua pipoca, ajuste seu assento e embarque nessa aventura cinematográfica emocionante!
O relançamento de Crepúsculo nos cinemas brasileiros em 2026 pegou muita gente de surpresa, mas os números explicam bem o que está acontecendo. De acordo com a Ingresso.com, o filme levou cerca de 300 mil pessoas às salas entre os dias 19 e 22 de março e arrecadou R$ 5,9 milhões nesse curto período.
O mais curioso é que esse desempenho superou produções inéditas que estavam em cartaz ao mesmo tempo. Em um mercado dominado por lançamentos gigantes, um filme de quase duas décadas conseguiu chamar mais atenção do público do que novidades recém-chegadas. Isso mostra que a saga ainda tem um espaço muito forte no coração dos fãs.
A galera só matou a saudade ou virou febre de novo?
Não foi só uma visita rápida por nostalgia. O público realmente embarcou de novo na história. Um dado que chama atenção é que 62,8% das pessoas que compraram ingresso para o primeiro filme também garantiram lugar para assistir Lua Nova quando a sequência voltou aos cinemas.
Esse comportamento mostra algo importante. Não é apenas curiosidade, é engajamento de verdade. Quem vai, quer acompanhar tudo de novo, do começo ao fim, como se estivesse vivendo aquele fenômeno pela primeira vez.
O que faz Crepúsculo ainda funcionar hoje?
Muito do sucesso vem da conexão emocional que a história construiu ao longo dos anos. Baseado nos livros de Stephenie Meyer, o enredo mistura romance, fantasia e drama adolescente de um jeito que continua acessível até hoje.
Além disso, existe um fator geracional forte. Quem viveu o auge da saga na adolescência agora volta ao cinema carregando memórias. Ao mesmo tempo, uma nova geração descobre a história e entra no universo pela primeira vez, criando um ciclo que mantém a franquia viva.
Quem são os rostos que marcaram essa história?
O filme original, lançado em 2008, foi dirigido por Catherine Hardwicke e apresentou ao mundo dois nomes que se tornaram gigantes na cultura pop. Kristen Stewart vive Bella Swan, uma jovem introspectiva que se muda para uma cidade pequena e chuvosa. Já Robert Pattinson interpreta Edward Cullen, um vampiro misterioso que tenta resistir aos próprios instintos.
A química entre os dois personagens foi um dos principais motores do sucesso. A relação intensa, cheia de tensão e descobertas, ajudou a transformar a história em um fenômeno global.
Sobre o que é mesmo Crepúsculo?
A trama começa com Bella deixando a ensolarada Phoenix para morar em Forks, uma cidade marcada pelo clima frio e constante chuva. Lá, ela conhece a enigmática família Cullen e, principalmente, Edward, que rapidamente chama sua atenção.
Com o tempo, Bella descobre que ele é um vampiro. Mas não qualquer vampiro. Edward e sua família decidiram não se alimentar de sangue humano, o que muda completamente a dinâmica da história. Mesmo assim, o perigo nunca deixa de existir.
Tudo fica mais tenso quando surge um vampiro caçador que se interessa por Bella e transforma a vida dela em um verdadeiro jogo de sobrevivência. A partir daí, o romance se mistura com suspense e ação.
O sucesso já era esperado lá atrás?
Quando estreou, Crepúsculo já mostrou que tinha potencial. Com um orçamento relativamente baixo, o filme arrecadou mais de US$ 393 milhões ao redor do mundo. Foi um sucesso imediato que abriu portas para várias continuações.
Além da bilheteria, a saga dominou outros mercados. Trilha sonora, DVDs e produtos licenciados ajudaram a expandir ainda mais o alcance da história. O relançamento atual apenas reforça o quanto essa base de fãs continua ativa.
Assistir hoje é diferente?
Sim, e isso não é algo ruim. Para quem viu o filme anos atrás, a experiência vem carregada de lembranças. Já para quem está conhecendo agora, tudo parece novo, mesmo sendo uma história já conhecida por muitos.
Ver Crepúsculo no cinema novamente também traz de volta a atmosfera original. A fotografia mais fria, a trilha sonora marcante e o clima melancólico ganham outra dimensão na tela grande.
Vem mais por aí nos cinemas?
Com esse desempenho, tudo indica que os próximos filmes da saga também devem voltar às telonas ao longo de 2026. O interesse do público deixa claro que ainda existe demanda para revisitar toda a história.
Esse tipo de relançamento tem se tornado cada vez mais comum, principalmente quando envolve franquias com fãs tão fiéis.
O universo dos animes está prestes a ser sacudido com o retorno de um clássico querido por milhões de fãs ao redor do mundo. O estúdio MAPPA, responsável por produções de sucesso como Jujutsu Kaisen e Chainsaw Man, anunciou oficialmente que Ranma ½ ganhará uma terceira temporada, com lançamento previsto para outubro na Netflix. O anúncio veio acompanhado do primeiro trailer e de um cartaz promocional que colocam em evidência o confronto icônico entre Ranma Saotome e Ryoga Hibiki, dois personagens cuja rivalidade é central na narrativa.
O trailer, que você pode assistir logo abaixo, impressiona pela combinação de ação e emoção. As sequências de luta mostram a maestria do estúdio em equilibrar combates coreografados e momentos cômicos, mantendo a essência que conquistou fãs há décadas. A rivalidade entre Ranma e Ryoga aparece em destaque, reforçando a importância das artes marciais na trama e despertando nostalgia entre os espectadores que acompanharam a obra desde suas primeiras adaptações.
A equipe de produção mantém nomes de destaque que já vêm conduzindo a adaptação. Konosuke Uda assume a direção, Kimiko Ueno cuida da coordenação de enredo, Hiromi Taniguchi fica responsável pelo design de personagens e Kaoru Wada assina a trilha sonora. Juntos, esses profissionais equilibram ação, comédia e romance, elementos fundamentais que fazem de Ranma ½ uma obra única e atemporal.
Além do lançamento na Netflix, a terceira temporada será celebrada com uma exposição de arte em Tóquio, marcada para acontecer entre 23 de abril e 12 de maio. O evento promete proporcionar aos fãs uma experiência imersiva, com exibição de artes de momentos icônicos do anime, cabines para fotos e produtos exclusivos de merchandising, reforçando o legado cultural da obra.
A história que conquistou gerações
Publicado originalmente entre setembro de 1987 e março de 1996 na revista Weekly Shōnen Sunday, o mangá de Rumiko Takahashi rapidamente conquistou leitores de todas as idades. A obra combina comédia, romance e artes marciais, elementos que conquistaram fãs no Japão e ao redor do mundo. Ao longo de quase uma década, o mangá foi compilado em 38 volumes tankōbon pela editora Shogakukan e rapidamente despertou interesse por adaptações animadas.
A narrativa acompanha Ranma Saotome, um jovem prodígio em artes marciais que, durante um treinamento na China, sofre um acidente em uma fonte amaldiçoada no campo de Jusenkyo. A partir desse momento, Ranma passa a se transformar em mulher sempre que entra em contato com água fria, retornando à forma masculina com água quente. O pai de Ranma, Genma Saotome, também sofre uma transformação semelhante, tornando-se um panda gigante. A história gira em torno da busca de Ranma por uma maneira de quebrar a maldição, enfrentando confusões, rivalidades e romances ao longo do caminho.
Ao retornar ao Japão, Ranma descobre que foi prometido em casamento a uma das filhas de Soun Tendo, amigo de seu pai. A situação se complica quando ele chega à casa da família Tendo na forma feminina, gerando confusões e mal-entendidos que se tornam a base do humor da série. Entre atritos e momentos de carinho, Ranma e Akane Tendo desenvolvem uma relação turbulenta, formando uma das comédias românticas mais memoráveis da história dos animes.
Antes da produção da MAPPA, Ranma ½ já havia sido adaptado pelo Studio Deen em duas séries de anime exibidas na Fuji Television entre 1989 e 1992. A primeira série contou com 18 episódios, enquanto a segunda somou 143, consolidando o sucesso da obra. Ao longo dos anos, a franquia ainda gerou 14 OVAs, três filmes e, em 2011, um especial de televisão em live-action produzido pela Nippon Television.
No Brasil, o anime estreou em 2006 no Cartoon Network, dentro do bloco Toonami, e também foi exibido pela televisão aberta pelo PlayTV. O mangá teve sua publicação completa pela Editora JBC, após uma tentativa inicial da Animangá que não conseguiu concluir a série. Em Portugal, o mangá foi publicado pela Texto Editora, e o anime chegou ao público pelo canal Locomotion.
A Grande Inundação é um filme que não se contenta em contar uma história linear ou oferecer respostas fáceis. A obra aposta em uma narrativa densa, carregada de simbolismos e reflexões, que se desdobra como um estudo sobre as relações humanas em um mundo cada vez mais mediado pela tecnologia. Com uma abordagem ambiciosa, o longa se lança sem receios em temas existenciais e contemporâneos, buscando compreender o papel do afeto, da consciência e da empatia em uma sociedade que avança rapidamente rumo à automação emocional.
Desde seus primeiros minutos, o filme estabelece um tom contemplativo. A narrativa se constrói com ritmo deliberadamente cadenciado, convidando o espectador a observar, mais do que simplesmente acompanhar. Essa escolha pode afastar parte do público acostumado a estruturas tradicionais, mas se revela coerente com a proposta da obra, que exige atenção, paciência e envolvimento emocional. A Grande Inundação não se explica por completo; ele sugere, provoca e instiga.
No centro da trama está a tentativa de compreender o que nos define enquanto seres humanos quando até mesmo sentimentos, decisões e memórias passam a ser atravessados pela inteligência artificial. O filme não trata a tecnologia como vilã nem como solução definitiva. Pelo contrário, apresenta a IA como um reflexo de nossas próprias contradições, desejos e limites. Ao atribuir às máquinas a capacidade de aprender, interpretar e até simular emoções, o longa levanta questionamentos inquietantes sobre autenticidade, livre-arbítrio e a natureza do amor.
Um dos grandes méritos de A Grande Inundação está em sua recusa a simplificar o afeto humano. O amor, aqui, não é apresentado como algo romântico ou idealizado, mas como uma força complexa, muitas vezes contraditória, difícil de definir e ainda mais difícil de controlar. Em um mundo onde algoritmos tentam prever comportamentos e decisões, o filme reforça a ideia de que o amor permanece como um território instável, imprevisível e profundamente humano. É justamente essa imprevisibilidade que o torna essencial para dar sentido à existência.
As relações entre os personagens são construídas com cuidado e densidade emocional. Os diálogos evitam explicações didáticas e optam por silêncios, olhares e ações sutis, que revelam conflitos internos e dilemas morais. Cada interação carrega camadas de significado, funcionando como extensão das questões centrais do filme. A conexão entre humanos e sistemas artificiais, por exemplo, nunca é tratada como uma curiosidade futurista, mas como uma consequência direta de uma sociedade que busca conforto, controle e pertencimento.
Do ponto de vista técnico, o longa-metragem se apoia em uma direção segura e consciente de sua proposta. A mise-en-scène valoriza espaços amplos e, ao mesmo tempo, opressivos, sugerindo um mundo à beira do colapso emocional e ético. A fotografia contribui para essa sensação, com escolhas de iluminação que reforçam o contraste entre o frio da tecnologia e a fragilidade das emoções humanas. A trilha sonora surge de forma discreta, mas eficaz, acompanhando os momentos mais introspectivos sem manipular a emoção do espectador.
O roteiro demonstra maturidade ao articular debates complexos sem recorrer a discursos explicativos. A inteligência artificial é discutida a partir de suas implicações sociais e filosóficas, e não apenas como ferramenta narrativa. O filme questiona até que ponto delegar decisões às máquinas pode esvaziar a experiência humana e se, ao fazer isso, não estamos abrindo mão de aspectos fundamentais da nossa identidade. Ainda assim, evita um tom alarmista, reconhecendo que a tecnologia também nasce do desejo humano de compreender e melhorar o mundo.
É importante destacar que A Grande Inundação não busca consenso. Sua estrutura aberta e suas escolhas narrativas deixam espaço para interpretações diversas, o que pode gerar leituras distintas sobre suas mensagens. Essa ambiguidade é parte essencial da experiência proposta. O filme entende que respostas definitivas não existem quando se trata de sentimentos, ética e futuro, e transforma essa incerteza em motor dramático.
No panorama atual do cinema, marcado por produções cada vez mais orientadas ao consumo rápido, o filme se destaca por sua coragem em desacelerar e provocar reflexão. Trata-se de uma obra que exige envolvimento intelectual e emocional, oferecendo em troca uma experiência que permanece com o espectador após os créditos finais. Ao abordar a inteligência artificial não como um fim em si, mas como um espelho das nossas próprias escolhas, o filme reafirma a centralidade do afeto e da empatia em um mundo em constante transformação.