Pecadores: Ryan Coogler e Michael B. Jordan revelam os bastidores intensos do novo sucesso de bilheteria

A Warner Bros. Pictures liberou um novo vídeo exclusivo que mergulha nos bastidores de Pecadores (Sinners), longa dirigido por Ryan Coogler e protagonizado por Michael B. Jordan, que interpreta dois irmãos com destinos entrelaçados e marcados por feridas profundas. No material, Coogler compartilha reflexões sobre o processo criativo e celebra a parceria de longa data com Jordan, destacando a ousadia envolvida no projeto.

Acho que só o Michael conseguiria fazer isso com autenticidade. Foi uma chance rara de explorarmos o desconhecido juntos”, comenta o diretor. A produção exigiu de Jordan não apenas um domínio técnico apurado, mas também uma entrega emocional poderosa para dar vida aos irmãos Fuligem e Fumaça — personagens que representam faces opostas de uma mesma dor.

🔥 Dois irmãos, dois mundos — um destino comum

Com uma trama marcada por intensidade emocional, Pecadores se debruça sobre a trajetória de Fuligem e Fumaça, irmãos criados sob o mesmo teto, mas moldados por escolhas radicalmente diferentes. Um é silencioso, introspectivo e marcado pela perda; o outro, explosivo, instável e forjado pela sobrevivência. A dualidade entre eles é o motor da história, que alterna entre o drama existencial e a tensão de um thriller urbano.

No vídeo, Jordan revela que “viver dois personagens tão densos foi um dos maiores desafios da minha carreira”. Ele descreve o trabalho como um mergulho profundo em sentimentos que vão da culpa à redenção, do amor fraterno ao conflito irreparável.

🎥 Um tributo ao cinema, segundo Coogler

Para Coogler, Pecadores vai além de uma história de irmãos. “Este filme é, para mim, uma carta de amor ao cinema — aos grandes épicos de alma trágica, mas também às pequenas histórias de humanidade que nos moldam”, afirma o cineasta, conhecido por trabalhos como Creed e Pantera Negra. A fotografia carregada de simbolismos, o uso de silêncios como ferramenta narrativa e a trilha sonora impactante reforçam essa homenagem.

💰 Bilheteria e reconhecimento

Lançado recentemente nos cinemas brasileiros, Pecadores já arrecadou mais de R$ 15 milhões, firmando-se como um dos grandes destaques do ano nas bilheteiras nacionais. A produção foi ovacionada em pré-estreias internacionais e vem conquistando elogios da crítica especializada, que aponta o longa como um dos mais maduros e provocativos da carreira de Coogler e Jordan.

John Cena está de volta! 2ª temporada de Pacificador ganha teaser eletrizante

Foto: Reprodução/ Internet

Explosões, sarcasmo e águias de estimação: a 2ª temporada de Pacificador (Peacemaker) acaba de ganhar um teaser inédito que promete elevar ainda mais o nível da série estrelada por John Cena. A prévia, recheada de ação e com o humor afiado característico da produção, mostra o retorno de todos os personagens centrais e dá pistas de como a trama se conectará diretamente ao novo Universo DC (DCU), que está sendo cuidadosamente reestruturado por James Gunn.

Com estreia marcada para 21 de agosto de 2025 na Max, a nova temporada marcará uma virada importante na trajetória do herói politicamente incorreto. Ao contrário da primeira fase — que foi concebida dentro do antigo DCEU —, os novos episódios acontecem oficialmente no mesmo universo do novo filme do Superman, interpretado por David Corenswet, que estreia em julho do mesmo ano. Isso significa que Pacificador passará a ser peça integrante do tabuleiro do novo DCU.

🔄 Do legado à renovação: o novo contexto de Pacificador

James Gunn, agora chefe da DC Studios ao lado de Peter Safran, retorna como roteirista e produtor da série. Ele já havia adiantado que, embora a primeira temporada de Pacificador tenha sido um sucesso e esteja disponível no streaming da Max, ela não será considerada canônica dentro da nova linha narrativa do DCU. A segunda temporada, por outro lado, será o ponto de partida para conectar a história do personagem ao restante dos novos heróis da editora.

Com isso, Pacificador se torna a primeira série a realmente fazer a transição do antigo universo para o novo — e servirá como ponte direta entre os eventos de Superman e os demais projetos já anunciados, como Lanterns e The Authority.

💥 O que o teaser revela?

No teaser divulgado, vemos o retorno de personagens queridos da primeira temporada, como Emilia Harcourt (Jennifer Holland), Leota Adebayo (Danielle Brooks) e Vigilante (Freddie Stroma), todos novamente envolvidos em missões intensas — e altamente desastrosas. Há também a sugestão de novos inimigos, conspirações governamentais e, claro, a presença marcante de Eagly, a fiel águia de estimação de Christopher Smith, que continua roubando a cena.

📈 Por que Pacificador se destacou?

Lançada em 2022 como um spin-off do filme O Esquadrão Suicida (2021), a série conquistou fãs ao unir violência estilizada, crítica social, referências à cultura pop e momentos de inesperada sensibilidade. John Cena surpreendeu ao entregar uma performance que mescla brutalidade cômica e vulnerabilidade emocional — tornando o Pacificador um dos personagens mais carismáticos do catálogo da DC na TV.

O sucesso da primeira temporada consolidou o tom irreverente que Gunn viria a expandir no DCU e abriu espaço para produções mais ousadas, com menos amarras ao padrão tradicional dos super-heróis.

Resenha – A Pérola no Mar da Alma é um romance que ecoa silêncios e revela sabedorias

Matheus Moori Batista entrega ao leitor uma obra sensível, profunda e atemporal em A Pérola no Mar da Alma, um romance que transcende as páginas para se tornar um convite à introspecção. Ambientado no Japão do século XVII, o livro acompanha a trajetória de Genta, um garoto aparentemente comum, mas cuja jornada interior se transforma em uma poderosa metáfora sobre o amadurecimento, a espiritualidade e a eterna busca pelo sentido da existência.

Uma história sobre o tempo e o espírito

Genta é o fio condutor de uma narrativa que une a tradição cultural japonesa à universalidade dos dilemas humanos. Desde a infância em uma vila simples até os encontros que moldam sua visão de mundo, o personagem passa por transformações que refletem os desafios da alma humana em tempos de mudanças. A ambientação histórica não é apenas um pano de fundo, mas um componente essencial que dá textura e profundidade às vivências do protagonista.

Moori Batista demonstra domínio narrativo ao costurar o cotidiano com reflexões filosóficas sem jamais soar forçado ou excessivamente didático. Cada capítulo propõe uma camada de descoberta — sobre si, sobre o outro, sobre o invisível. A prosa flui com delicadeza, e o autor sabe exatamente quando silenciar para que a contemplação tome o lugar da ação.

Lições que reverberam

O título da obra já sugere sua essência simbólica: a pérola, nascida da dor e da persistência, representa as preciosidades escondidas nas profundezas da alma. O mar, em constante movimento, espelha o fluxo da vida e das emoções. Ao unir esses elementos, o autor desenha um percurso de sabedoria, onde não há respostas fáceis, mas pistas deixadas com sensibilidade ao longo do caminho.

Ao acompanhar Genta, o leitor se depara com perguntas que ultrapassam o enredo: Como lidar com a solidão? Qual o valor do silêncio? Onde reside a verdadeira força de um ser humano? São questões que ressoam tanto no passado quanto no presente, o que faz do romance uma obra profundamente relevante.

Um romance para ser sentido

A Pérola no Mar da Alma é mais do que uma narrativa linear — é um mergulho no espírito humano. A linguagem poética e contemplativa de Matheus Moori Batista aproxima-se de autores como Kazuo Ishiguro e Hermann Hesse, combinando lirismo e reflexão com rara naturalidade. Embora se trate de um romance histórico, o que o move é a força universal dos sentimentos.

Ideal para leitores que apreciam literatura com densidade emocional e existencial, o livro não entrega um enredo frenético, mas oferece algo ainda mais valioso: tempo para sentir, pensar e, principalmente, transformar-se.

Matheus Moori Batista apresenta um romance marcante, que desponta como uma obra de rara beleza e profundidade no cenário literário nacional contemporâneo. A Pérola no Mar da Alma é, como o próprio título sugere, um tesouro a ser descoberto — uma leitura que ilumina e acalma, tal como a luz da lua sobre as águas. É um livro que se lê com os olhos, mas que permanece na memória como um eco suave, daqueles que sussurram respostas enquanto nos devolvem ao silêncio.

Chespirito: Sem Querer Querendo promete revelar o homem por trás do mito de Chaves e Chapolin em série biográfica com estreia marcada para junho

Vamos embarcar em uma viagem emocionante aos bastidores de uma das maiores lendas do humor latino-americano. A série Chespirito: Sem Querer Querendo, produção original da plataforma Max, acaba de ganhar um novo trailer que revela cenas inéditas e intensas sobre a vida e carreira de Roberto Gómez Bolaños, criador dos icônicos Chaves e Chapolin Colorado. A estreia está marcada para 5 de junho.

Misturando drama, bastidores e nostalgia, a série não se limita apenas a enaltecer o legado do artista — ela também mergulha nas tensões criativas e relacionamentos turbulentos que marcaram a produção dos programas. Do nascimento das ideias à explosão de sucesso, passando por brigas nos bastidores, a narrativa busca retratar com profundidade o homem por trás da figura pública adorada por milhões.

No papel de Roberto, está o ator Pablo Cruz Guerrero, enquanto Paula Dávila interpreta Margarita Ruíz, personagem inspirada na atriz Florinda Meza — intérprete da Dona Florinda e parceira de vida de Bolaños, cujo nome verdadeiro foi alterado na série, reflexo dos conflitos judiciais e pessoais em torno da obra de Chespirito.

A produção ainda conta com Juan Lecanda como Carlos Villagrán/Marcos Barragán (o eterno Quico), Miguel Islas como Ramón Valdés (o querido Seu Madruga) e Andrea Noli vivendo Angelines Fernández (a inesquecível Bruxa do 71).

Essas mudanças de nomes, aliás, não são apenas artifícios criativos, mas refletem as disputas legais que se desenrolaram após a morte de Bolaños, envolvendo direitos autorais e a imagem dos personagens e intérpretes — uma trama à parte que também ganha espaço na narrativa da série.

Chaves: um fenômeno atemporal que conquistou o coração de gerações

Lançada originalmente em 1973, El Chavo del Ocho — ou simplesmente Chaves, como ficou conhecido no Brasil — se tornou um dos maiores marcos da televisão latino-americana. Criado e protagonizado por Roberto Gómez Bolaños, o seriado narrava as desventuras de um menino órfão que vivia dentro de um barril em uma vila, cercado de vizinhos caricatos, broncas, barracos e muitos tapas de humor.

Ao lado de personagens inesquecíveis como Seu Madruga, Quico, Dona Florinda, Chiquinha e Professor Girafales, o programa abordava, com leveza e carisma, temas como amizade, pobreza, respeito e empatia — tudo isso com piadas simples e roteiros acessíveis, mas incrivelmente eficazes.

No Brasil, Chaves foi exibido pelo SBT a partir da década de 1980 e logo se tornou parte da rotina de milhões de lares. O sucesso foi tanto que outros canais como Multishow, Cartoon Network, Boomerang e TBS também transmitiram a série, apresentando-a a novas gerações. Mesmo após décadas de sua criação, a produção segue viva na cultura popular, em memes, produtos licenciados e eventos temáticos.

É impossível medir com exatidão o impacto emocional de Chaves, mas o carinho coletivo por seus personagens e frases marcantes (“foi sem querer querendo”, “ninguém tem paciência comigo”) prova que o programa transcendeu barreiras linguísticas e sociais. Trata-se de uma obra que, mesmo feita com recursos modestos, se firmou como um verdadeiro patrimônio afetivo do público latino-americano.

Distopia Amazônica: O Último Azul, novo filme de Gabriel Mascaro, ganha teaser e inicia jornada por 13 festivais internacionais

Gabriel Mascaro retorna ao cinema com uma obra que promete ser tão poética quanto incômoda: “O Último Azul”, que acaba de ganhar seu primeiro teaser, mergulhando o público em um Brasil amazônico distorcido pelo tempo — ou pela política.

O filme, que estreia em junho no prestigiado Sydney Film Festival, na Austrália, já começa a circular pelo mundo com fôlego de estreia mundial. Antes disso, foi anunciado como destaque fora de competição no IndieLisboa, um dos principais festivais de Portugal. E a jornada internacional está só começando: 13 festivais já estão confirmados no circuito, com passagens por China, Islândia, México, Polônia, República Tcheca, Reino Unido, Taiwan, Uruguai, entre outros.

Uma ficção que escancara o real

Ambientado em uma Amazônia de contornos quase oníricos, mas atravessada por políticas distópicas, “O Último Azul” apresenta um Brasil onde o governo desloca idosos para colônias isoladas sob a justificativa de “bem-estar na terceira idade”. Mas a promessa de cuidado logo se transforma em silêncio, exclusão e esquecimento.

O elenco reúne grandes nomes: Denise Weinberg lidera a história com sensibilidade pungente, acompanhada por Rodrigo Santoro, Adanilo e a atriz cubana Miriam Socarrás. Em cena, eles transitam entre a resistência e a resignação, cercados por uma floresta que parece testemunhar — e absorver — o abandono humano.

Cinema como denúncia e contemplação

Com uma estética carregada de simbolismo e densidade emocional, Mascaro mais uma vez constrói uma obra em que política, paisagem e memória se entrelaçam. Conhecido por títulos como Boi Neon e Divino Amor, o diretor reafirma seu olhar inquieto sobre o presente — mesmo quando projeta o futuro.

A estreia comercial no Brasil está prevista para o segundo semestre, com distribuição da Vitrine Filmes. Enquanto isso, o teaser já dá uma amostra do que está por vir: imagens contemplativas, uma trilha hipnótica e uma atmosfera que mistura beleza, desamparo e resistência.

“O Último Azul” não é apenas um filme. É um retrato de como um país pode apagar seus próprios espelhos — e de como o cinema ainda insiste em devolvê-los.

Invocação do Mal 4 ganha teaser e prepara despedida épica dos Warren em “Os Últimos Ritos”

Foto: Reprodução/ Internet

A contagem regressiva para o fim de uma era já começou. “Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos”, capítulo final da aclamada franquia de terror, acaba de ganhar destaque na capa da Entertainment Weekly, que divulgou uma imagem inédita em vídeo de Ed e Lorraine Warren — personagens que marcaram uma geração de fãs do sobrenatural. O vídeo não apenas revela o visual sombrio da nova produção, como também revisita ameaças clássicas que assombraram o casal, como Anabelle e A Freira, vilãs que ganharam vida própria em spin-offs de grande sucesso.

O novo longa não será apenas mais um capítulo aterrorizante. Ele representa o encerramento oficial da trajetória de Ed e Lorraine no cinema, com Patrick Wilson e Vera Farmiga se despedindo dos papéis que os transformaram em ícones modernos do gênero. Ao lado deles, nomes como Ben Hardy e Mia Tomlinson também integram o elenco, ampliando o time que promete encerrar a saga com intensidade, emoção e — claro — muitos sustos.

Um adeus aos mestres do oculto

Inspirada nas histórias reais de um casal de demonologistas que atuou nas décadas de 1960 e 1970, a saga “Invocação do Mal” redefiniu o terror contemporâneo com uma abordagem que misturava horror psicológico, possessões demoníacas e dramas humanos profundos. Agora, com “Os Últimos Ritos”, os criadores prometem uma despedida à altura do legado construído ao longo de mais de uma década.

Apesar de ainda manterem o enredo sob sigilo, os produtores indicam que o último filme deve mergulhar nas consequências espirituais e emocionais das investigações do casal, conectando elementos dos três longas anteriores e dos derivados que expandiram o universo.

Um ritual final com hora marcada

A estreia de “Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos” está agendada para 25 de setembro de 2025, nos cinemas. O filme não apenas encerrará a saga dos Warren, como também deixará as portas abertas para o futuro do universo de terror que começou com uma boneca empoeirada e chegou aos maiores altares do horror moderno.

De vilões a Vingadores: Marvel faz jogada ousada e revela novo título do filme Thunderbolts*

Se você foi ao cinema achando que veria apenas Thunderbolts, a equipe de anti-heróis da Marvel, saiba que a maior surpresa não está nas cenas de ação — mas sim no título que aparece só no final. Sim, o longa agora também atende pelo nome de Os Novos Vingadores, pegando todo mundo de calças curtas e preparando o terreno para um novo ciclo no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).

Thunderbolts estreia em alta e já soma US$ 177 milhões no mundo

E não foi acidente. Segundo o diretor Jake Schreier, a troca de nome já era parte do plano — daqueles bem secretos, ao estilo Nick Fury. Em entrevista ao The New York Times, ele foi direto: “Isso era um plano. Todos se prepararam para isso.”

De estratégia de roteiro a jogada de marketing

Na prática, a revelação do título The New Avengers nos minutos finais do filme funciona quase como um “batismo” simbólico: o grupo de personagens quebrados, cínicos e sem perfil heroico finalmente assume o legado deixado pelos Vingadores originais.

Schreier ainda comentou que a Marvel estava preparada para abraçar o movimento assim que os primeiros spoilers pipocaram na internet: “É muito divertido que eles tenham se mostrado abertos a aceitar isso”, disse o diretor, ao comentar sobre os materiais promocionais que agora carregam o novo nome.

Ou seja: quando a cena final vazou (e os fãs começaram a compartilhar o clipe como se fosse um troféu), a Marvel simplesmente entrou na onda e atualizou a comunicação oficial. Marketing em tempo real, com selo de aprovação geek.

Um time improvável com missão impossível

Mas quem são esses “novos heróis” que agora carregam o nome mais poderoso do MCU? O grupo, montado inicialmente como uma força-tarefa questionável, reúne figuras controversas, mas carismáticas:

  • Yelena Belova/Viúva Negra (Florence Pugh),
  • Bucky Barnes/Soldado Invernal (Sebastian Stan),
  • John Walker/Agente Americano (Wyatt Russell),
  • Alexei Shostakov/Guardião Vermelho (David Harbour),
  • Fantasma (Hannah John-Kamen),
  • Treinadora (Olga Kurylenko),
  • e o poderoso Sentinela, interpretado por Lewis Pullman, cuja presença pode ser tanto solução quanto ameaça.

Sob a liderança da enigmática Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), esse time improvável é enviado para missões que os obrigam a rever seus valores — ou pelo menos a fingir que têm algum.

Só que, como toda boa história Marvel, o mundo entra em colapso, e só os improváveis conseguem fazer o que ninguém mais tem coragem de tentar. O resultado? Uma jornada de redenção cheia de ironias, explosões e decisões morais que colocam o espectador para refletir: quem merece realmente ser chamado de herói?

Vingadores repaginados: acerto ou heresia?

O anúncio do novo título causou polêmica entre os fãs mais saudosistas. Afinal, ver o nome “Vingadores” atrelado a personagens como Walker ou Fantasma foi um baque. Mas, por outro lado, a Marvel nunca teve medo de chacoalhar as estruturas — e essa pode ser justamente a faísca necessária para acender a nova fase do estúdio.

Thunderbolts, ou melhor, Os Novos Vingadores, mostra que não é preciso nascer herói para carregar um escudo (ou uma cicatriz). Às vezes, tudo o que você precisa é de uma segunda chance — e de um nome novo no letreiro final. O filme segue em cartaz nos cinemas de todo o Brasil.

Sensacional 05/05/2025: Silvia Abravanel se emociona ao falar da maternidade

No clima de Dia das Mães, o programa Sensacional desta segunda-feira, 5 de maio de 2025, na RedeTV!, traz um depoimento tocante de Silvia Abravanel — filha de Silvio Santos e apresentadora querida do público. Em uma conversa íntima e cheia de emoção com Dani Albuquerque, Silvia abre o coração sobre os desafios e alegrias da maternidade, revisita momentos difíceis de sua trajetória e fala com sensibilidade sobre identidade, adoção e perda.

“Ela toma canabidiol há três anos e está mais falante”

Mãe de duas filhas, Luana, de 27 anos, e Amanda, de 19, Silvia se emociona ao falar sobre a jornada ao lado da primogênita, que foi diagnosticada ainda bebê com galactosemia, uma doença genética rara que impede o organismo de metabolizar a galactose — o açúcar presente no leite e seus derivados.

“Ela toma canabidiol há três anos. Está muito bem, está mais falante”, conta Silvia, com um sorriso orgulhoso no rosto. A apresentadora explicou que, com o tratamento e o uso do canabidiol, os progressos de Luana foram visíveis e transformadores.

Mas nem tudo foi fácil. Silvia relembra, com a voz embargada, a dor de não ser acolhida como mãe quando mais precisava. “Era mãe de primeira viagem e um médico conceituado, de um hospital conceituado, chegar e falar isso para mim: ‘O meu tempo com a sua filha acabou, a gente não quer mais cuidar dela’. Abriu um buraco embaixo dos meus pés.”

Adoção, identidade e a busca pela origem

Silvia também fala com franqueza sobre sua adoção por Silvio Santos e Maria Aparecida Vieira, primeira esposa do apresentador. Em um relato sincero, ela compartilha que, durante a juventude, teve curiosidade sobre suas origens e chegou a buscar pistas da mãe biológica.

“Você se parece com a sua mãe, com seu pai… E eu me parecia com quem?”, questiona. “Fui atrás, consegui chegar quase perto de onde tinha nascido, mas aconteceu uma situação na minha família que falei: ‘Não, melhor deixar para lá’. Porque os pais pensam: ‘O que a gente fez para ela querer ir atrás da mãe biológica?’ Mas o meu querer era curiosidade, com quem eu parecia.”

É um daqueles momentos raros de televisão em que o público vê a pessoa por trás da figura pública — uma mulher com dúvidas, medos e afetos, como qualquer um de nós.

“Minha mãe virou uma estrelinha”

Silvia ainda recorda um dos episódios mais dolorosos de sua infância: a perda de sua mãe adotiva, Maria Aparecida, quando tinha apenas cinco anos. Ela relembra com delicadeza o dia em que soube da notícia, uma memória que ainda dói.

“Não me deixaram ir ao velório, fiquei sabendo pelo meu pai depois que enterraram. Ele falou que tinha uma coisa para me contar, vi que ele estava muito emocionado. Ele falou que minha mãe tinha virado uma estrelinha.”

Apesar da pouca idade na época, Silvia guarda lembranças doces: “Chegava da escola, deitava no colo e ela ficava fazendo cafuné, cantando músicas para mim.”

Um retrato real e corajoso da maternidade

No especial de Dia das Mães do Sensacional, Silvia Abravanel mostra que ser mãe vai muito além do que aparece nas redes sociais ou nos comerciais de TV. É sobre enfrentar o inesperado, ter coragem de buscar ajuda, proteger os filhos com unhas e dentes — e, acima de tudo, amar sem medida.

Em um raro momento de vulnerabilidade e entrega, Silvia se despe da imagem pública e mostra a mulher forte, sensível e amorosa por trás das câmeras. Uma mãe que, como tantas outras, aprendeu na marra, enfrentou julgamentos, buscou respostas — e, no fim, encontrou força onde menos esperava.

Dragões invadem o Brasil: turnê especial do live-action de Como Treinar o Seu Dragão terá elenco em São Paulo

Mason Thames (right) as Hiccup with his Night Fury dragon, Toothless, in Universal Pictures’ live-action How to Train Your Dragon, written and directed by Dean DeBlois.

Pode preparar o grito de guerra viking (e uma caixa de lenços): a mágica e emocionante história de Como Treinar o Seu Dragão está prestes a ganhar vida nas telonas — agora em versão live-action. E os fãs brasileiros têm um motivo extra para comemorar. A Universal Pictures acaba de anunciar que São Paulo será palco de uma turnê especial para promover o novo filme, que estreia nos cinemas do Brasil no dia 12 de junho.

De 24 a 28 de maio, o diretor Dean DeBlois e os atores Gerard Butler (Stoico), Mason Thames (Soluço) e Nico Parker (Astrid) desembarcam na capital paulista para uma série de encontros com a imprensa, fãs e eventos promocionais. Uma rara e imperdível chance de ver de perto os rostos por trás dessa história que já conquistou corações ao redor do mundo.

Uma nova era para Berk — e para os fãs

Depois de mais de uma década encantando plateias com sua versão animada, Como Treinar o Seu Dragão ganha uma nova roupagem: um espetáculo em live-action que promete manter a essência mágica da trilogia da DreamWorks Animation, mas com um toque ainda mais épico e visceral. E a melhor parte? O responsável pela trilogia original, o aclamado Dean DeBlois — indicado três vezes ao Oscar e vencedor do Globo de Ouro — está de volta à direção, garantindo fidelidade à alma da saga.

Com mais de US$ 1,6 bilhão arrecadados nas bilheterias globais e milhões de fãs ao redor do mundo, a franquia baseada na obra da autora britânica Cressida Cowell é considerada uma das mais queridas da animação moderna. Agora, o desafio é transformar esse carinho em algo palpável — com atores de carne e osso, cenários reais e dragões mais vivos do que nunca (obrigado, CGI!).

Reencontros e novas apostas

No novo filme, o público reencontrará o carismático e impulsivo Soluço, interpretado agora por Mason Thames (O Telefone Preto), e a destemida Astrid, vivida por Nico Parker, que já brilhou em The Last of Us. Mas a nostalgia atinge em cheio com o retorno de Gerard Butler como Stoico, o chefe viking e pai de Soluço. Ele, que já havia dublado o personagem nas animações, agora assume o papel fisicamente, dando vida — e imponência — ao líder de Berk.

Ao lado deles está o sempre divertido Nick Frost, como o atrapalhado e excêntrico ferreiro Bocão Bonarroto, que traz alívio cômico e sabedoria rústica à jornada.

Dragões, tradição e uma amizade que muda tudo

A trama continua sendo um conto atemporal sobre coragem, descoberta e transformação. Ambientado na isolada e acidentada Ilha de Berk — onde vikings e dragões travam batalhas há gerações —, o filme acompanha a improvável amizade entre Soluço, um jovem subestimado por todos, e Banguela, um misterioso e temido dragão da raça Fúria da Noite.

Ao desafiar as tradições violentas do seu povo, Soluço inicia uma revolução silenciosa que pode mudar para sempre a relação entre humanos e dragões. Em um mundo dividido pelo medo, essa aliança improvável é posta à prova quando uma ameaça ancestral ressurge, forçando todos a escolherem entre a guerra ou um novo caminho de coexistência.

Emoção garantida — para todas as idades

Além de efeitos visuais impressionantes e cenas de voo que prometem tirar o fôlego, o longa aposta em mensagens universais sobre empatia, coragem e aceitação. É entretenimento de primeira, mas também um lembrete de que crescer significa, muitas vezes, aprender a ouvir o outro — mesmo quando esse “outro” cospe fogo.

Robert De Niro em dose dupla e uma guerra na máfia: The Alto Knights chega às plataformas digitais

Prepare o terno risca de giz, sirva um bom vinho tinto e silencie os celulares: a máfia acaba de bater à porta da sua casa. O aguardado filme The Alto Knights: Máfia e Poder já está disponível para compra e aluguel nas principais plataformas digitais — e se você é fã de histórias reais, intrigas familiares e duelos de gigantes do crime, essa é uma visita que você não vai querer recusar.

Com direção de Barry Levinson, vencedor do Oscar por Rain Man, o longa marca mais um grande momento na carreira de Robert De Niro, que volta às raízes mafiosas que consagraram sua imagem no cinema. E, desta vez, em dose dupla: De Niro interpreta dois personagens ao mesmo tempo, os lendários rivais Frank Costello e Vito Genovese, dois chefes do crime organizado de Nova York cuja relação passou de parceria a um jogo mortal de traições, ameaças e vinganças silenciosas.

Quando a lealdade vira munição

Em The Alto Knights, não há espaço para clichês: o roteiro mergulha fundo no psicológico desses homens que, antes de serem mafiosos, também foram amigos, confidentes e líderes carismáticos. Mas, como a própria máfia ensina, o poder é solitário — e a ascensão de um quase sempre significa a queda do outro.

A tensão entre os dois não é ficção: o filme é baseado em fatos reais e retrata eventos históricos ocorridos entre os anos 1940 e 1960, em pleno auge da máfia italiana nos Estados Unidos. Costello, conhecido por sua diplomacia e discrição, liderava a Família Luciano (futura Genovese). Genovese, por sua vez, era mais agressivo e ambicioso, disposto a tudo para tomar o trono do crime. O resultado? Uma espiral de desconfiança, atentados e reviravoltas que se estenderam até suas mortes — Genovese faleceu na prisão, em 1969, e Costello viveu até 1973, evitando o estrelato e tentando desaparecer dos holofotes.

Robert De Niro: o retorno do padrinho

Ver Robert De Niro encarnando dois ícones mafiosos em uma só produção é um deleite para qualquer amante do cinema. O ator, que já deu vida a personagens inesquecíveis em clássicos como Os Bons Companheiros, Cassino e O Poderoso Chefão: Parte II, mostra que o tempo só refinou sua habilidade em comandar uma tela com intensidade e sutileza.

Aqui, ele não apenas interpreta duas figuras opostas — o frio e articulado Costello e o explosivo e violento Genovese — como também constrói nuances que tornam cada um inconfundível. Em muitos momentos, o espectador até esquece que é o mesmo ator em ambos os papéis.

Assista sem sair do sofá (e sem assinar nada)

Se você está acostumado a procurar bons lançamentos nas plataformas de streaming e se irrita com aquela mensagem “assine para assistir”, relaxa: The Alto Knights está disponível para compra e aluguel avulso, sem necessidade de assinatura.

Você pode assistir agora mesmo pelo Prime Video, Apple TV, YouTube, Claro TV+, Vivo Play ou Microsoft Store. É só escolher, apertar o play e entrar de cabeça nesse universo onde cada olhar pode esconder uma traição e cada gesto gentil pode ser o início de uma guerra.

O longa também é um convite à nostalgia: ao estilo de filmes que marcaram época, com ritmo elegante, diálogos afiados e uma ambientação impecável dos bastidores da máfia no pós-guerra. Para quem cresceu assistindo aos filmes de Martin Scorsese, essa é quase uma carta de amor ao gênero — e para as novas gerações, uma porta de entrada para entender por que a máfia ainda é um dos temas mais fascinantes do cinema.

Então, que tal reunir os amigos mais leais, abrir uma garrafa de vinho e fazer uma sessão em casa? Porque como dizem por aí: na máfia, a lealdade vale mais do que o sangue — e rever um bom clássico nunca é demais.

notícias em destaque