Prepare-se para uma noite repleta de diversão e risadas incontroláveis neste sábado, 06/04/2024, com o SuperCine trazendo uma comédia hilariante que certamente vai deixar você em lágrimas de tanto rir. O filme apresentado será a produção americana Viagem A Darjeeling.
De acordo com a sinopse do AdoroCinema, mergulhe na história dos irmãos Francis, Peter e Jack, que estão há um ano sem se comunicar. Determinados a reatar os laços familiares, eles embarcam em uma jornada de trem pela Índia. Contudo, o que deveria ser uma viagem de reconciliação rapidamente se torna uma aventura repleta de incidentes bizarros, que os conduz a se perderem no deserto.
Com um elenco de peso, composto por talentos como Owen Wilson, Adrien Brody, Jason Schwartzman, Amara Karan, Wallace Wolodarsky e Irrfan Khan, sob a habilidosa direção de Wes Anderson, esta comédia americana promete proporcionar momentos de pura diversão e entretenimento.
Curiosidades do filme
“Viagem a Darjeeling”, dirigido por Wes Anderson e lançado em 2007, é um filme que se destaca não apenas por sua narrativa envolvente, mas também por sua rica imersão na cultura indiana e pela meticulosa atenção aos detalhes visuais e sonoros.
Uma das características mais marcantes do filme é sua autenticidade, alcançada através da escolha de locações reais na Índia. Desde as paisagens exuberantes de Darjeeling até os mercados vibrantes de Jodhpur, cada cena transmite uma sensação palpável do país, capturando não apenas sua beleza visual, mas também sua essência cultural.
Um dos elementos mais emblemáticos do filme é o fictício “The Darjeeling Limited”, o trem que serve como cenário principal da jornada dos irmãos Whitman. Embora seja uma criação cinematográfica, o trem parece tão real que é fácil se envolver na viagem dos personagens através das paisagens indianas.
A trilha sonora, repleta de músicas do renomado cineasta indiano Satyajit Ray, adiciona outra camada de profundidade ao filme, imbuindo cada cena com uma atmosfera única e evocativa.
Além disso, a estética visual distintiva de Wes Anderson é evidente em cada quadro do filme. Desde a paleta de cores cuidadosamente selecionada até a composição simétrica das cenas, cada aspecto visual é meticulosamente planejado para criar uma experiência cinematográfica imersiva e memorável.
O elenco, composto por talentosos atores como Owen Wilson, Adrien Brody e Jason Schwartzman, traz vida aos complexos e cativantes personagens criados por Anderson. Eles exploram temas universais como a busca pela identidade e os relacionamentos familiares de uma forma que ressoa com o público.
Horário de exibição
Não deixe escapar esta oportunidade única de desfrutar de diversão garantida! O SuperCine inicia às 02h10, uma chance imperdível para uma noite cheia de risadas e vibrações positivas! Venha aproveitar ao máximo este momento especial!
No capítulo da novela Terra Nostra que vai ao ar hoje, 8 de outubro, Alexandre, em seu estado espiritual atormentado, passa a obsediar Tato dentro de uma boate. O jovem, desorientado, entrega-se à bebida e perde o controle, repetindo os mesmos passos que levaram o irmão à tragédia. Enquanto isso, Naná se apresenta em um coquetel promovido por Fátima na academia. Sua performance desperta aplausos e olhares — especialmente o de Mauro, que fica encantado e não consegue disfarçar o fascínio. Em outro canto, Andrezza cria coragem e pede desculpas a Raul pela bofetada e pela desconfiança que abalou o relacionamento.
Tato chega em casa completamente bêbado, e Diná se desespera ao vê-lo seguindo o mesmo caminho sombrio de Alexandre. No dia seguinte, o rapaz enfrenta uma forte ressaca, e Diná, com firmeza e emoção, promete que não deixará que a história se repita. Em outro núcleo, Zeca se mostra enciumado ao flagrar Sofia conversando animadamente com o professor de violino. Tentando salvar o filho, Diná o leva para conversar e o estimula a falar sobre seus sentimentos.
Enquanto isso, Agenor pega catapora, e como Fátima é a única da casa que já teve a doença, acaba sendo influenciada por todos a cuidar dele. Entre cuidados e provocações, os dois se aproximam. Na praia, Igor e Lisa se beijam pela primeira vez, selando o início de um romance leve e cheio de promessas. Mas o clima de paz é quebrado quando Ismael e Regina colocam em prática o plano de fuga de helicóptero. A polícia chega a tempo e um tiro atinge o piloto, que morre durante o voo.
Com o helicóptero em queda e o caos instalado, Ismael assume o controle da aeronave e, em um misto de medo e euforia, consegue mantê-la no ar. Ele obriga Regina a se livrar do corpo do piloto e declara, com um sorriso doentio, que finalmente enganou a polícia. O momento marca mais uma virada sombria em sua trajetória criminosa. Enquanto isso, Diná, cada vez mais ligada ao plano espiritual, conversa com Téo e avisa que se dedicará integralmente a cuidar de Tato, temendo a influência maligna que paira sobre o filho.
Na praia, Lisa abre o coração para Igor e fala sobre seus antigos namorados, tentando explicar os fantasmas que ainda carrega. Na mansão, Estela começa a delirar em meio à febre e deixa escapar detalhes do que Ismael fez com ela, despertando a fúria de Alberto, que promete justiça. Paralelamente, Guiomar procura Francisca e pede o telefone e o endereço de Tainá, determinada a resolver uma questão antiga. Carmem revela a Adonay que já marcou a cirurgia dele, e o momento de emoção termina com um beijo carregado de carinho e esperança.
Influenciada mais uma vez pela presença espiritual de Alexandre, Diná sente uma força irresistível chamando-a. Dominada pela perturbação do irmão morto, ela convida Tato para dar uma volta, sem perceber que o destino volta a se repetir — como se o passado insistisse em reabrir suas feridas.
O que vai rolar nos próximos capítulos de Terra Nostra?
Alberto chega à casa de Diná e se depara com uma visão perturbadora: Alexandre está ali, ao lado de Diná e Tato. Alarmado, ele pede que os dois não saiam, percebendo o perigo invisível que os ronda. Pouco depois, Estela recebe uma ligação da delegacia: Ismael fugiu da prisão e está ferido. Ao mesmo tempo, Tainá, em conluio com Guiomar, liga para Raul, deixando Andrezza fora de si. Sob forte influência do espírito de Alexandre, Tato perde o controle e agarra Diná, tomado por uma força que não entende.
Chocada, Diná reage e briga com o filho, que, envergonhado e confuso, diz que não quer mais vê-la. Em outro lugar, Ismael, ainda com o braço atingido, obriga Regina a retirar a bala, mesmo sem recursos médicos. Na vila, Igor tenta orientar Bia, pedindo que ela entre em contato com sua família. Mas Bia, atônita, ouve no rádio a notícia de que seu pai é procurado pela polícia. Sem conseguir esconder o trauma, Diná revela a Alberto e Estela o que houve com Tato, mas Alberto lhe confessa algo ainda mais inquietante: ele viu Alexandre acompanhando os dois. Diná, contudo, se recusa a acreditar.
Enquanto isso, Agenor confidencia a Zeca que vai pedir Fátima em casamento, e Raul tenta convencer Andrezza de que Tainá nada sabe sobre ele. Tomada pelo ciúme e pela desconfiança, Andrezza exige o endereço da moça e decide tirar a história a limpo. Téo, em um momento de virada profissional, fecha um contrato importante e presenteia Diná com um relógio, tentando reaproximar-se dela. No orfanato, as crianças são acometidas por catapora, e Lisa retorna de viagem, encontrando a vila às escuras. Enquanto isso, Ismael e Regina continuam fugindo, agora disfarçados em um ônibus interestadual. A polícia o intercepta, mas não os reconhece.
Atendendo ao conselho de Estela, Téo vai à casa de Lisa e tenta justificar suas falhas do passado, implorando por uma nova chance. Agenor avisa que a filha, Fátima, está namorando Igor, o que causa surpresa em Téo. Na conversa, Téo pergunta a Lisa se ela o esqueceu, mas ela prefere o silêncio à mentira. Tibério (Ary Fontoura) promete apoiar o Mascarado (Adonay) durante a cirurgia, enquanto Andrezza confronta Tainá, que revela estar grávida de Raul e decidida a deixar o Brasil.
A revelação abala Andrezza, que briga violentamente com o marido e, em seguida, sai acompanhada de Antônio (Jorge Pontual), levando Dudu (Daniel Ávila) e Nori para passear. No plano espiritual, Alexandre exulta ao ver a discórdia se espalhando. Fátima aceita o pedido de casamento de Agenor, trazendo um raro momento de ternura. Porém, no além, o espírito de Alexandre busca Alberto e faz uma proposta terrível: promete deixar todos em paz em troca de Diná.
Enquanto Alexandre tenta influenciá-la, Diná sente uma força sombria dominá-la e, em transe, se prepara para tomar comprimidos. Nesse instante, a voz de Téo e o amor da mãe, Maroca (Yara Cortes), a chamam de volta. Diná joga os remédios fora e promete a Maroca que jamais desistirá da vida. Carmem, por sua vez, recebe autorização para assistir à cirurgia de Adonay, e o momento é de apreensão: durante a operação, a frequência cardíaca dele despenca. Desesperada, Carmem sussurra ao ouvido do amado, pedindo que ele lute para viver.
Na fazenda, Fátima e Agenor comunicam a Tibério que estão de casamento marcado, celebrando uma nova fase. Enquanto isso, Ismael, cada vez mais cruel, ordena que um comparsa sequestre Patty (Viviane Pinheiro). Regina, tomada de medo, escuta tudo. Em paralelo, Zeca convida Sofia (Roberta Índio do Brasil) para sair, e ela aceita, alheia à tempestade que se forma.
Na tentativa de reconstruir o passado, Téo leva Lisa para jantar e pede perdão por todo o sofrimento que lhe causou. Mais tarde, Hélio (Leonardo José) e Josefa (Tania Scher) vão almoçar na casa de Diná, junto com Téo, numa tentativa de restaurar laços familiares. Mas, durante o sono, Diná é tomada por uma visão perturbadora: Otávio (Antonio Fagundes) aparece para avisá-la que Patty está em perigo.
Neste domingo, 23 de novembro, a Temperatura Máxima traz para a tela da Globo uma dose generosa de nostalgia, humor e fantasia com “Space Jam: Um Novo Legado”, filme estrelado por LeBron James ao lado da turma mais bagunceira dos desenhos animados: os Looney Tunes. É a escolha perfeita para quem quer uma tarde leve e divertida, cheia de cor, aventura e um toque de emoção.
A nova versão do clássico dos anos 1990 combina animação e live-action para contar uma história atual, cheia de referências ao mundo digital – uma atualização que conversa diretamente com o público de hoje, sem perder o charme de ver Pernalonga, Patolino e companhia aprontando em quadra mais uma vez.
Uma aventura que começa com um sequestro nada comum
A trama acompanha LeBron James vivendo uma versão fictícia de si mesmo. Ele enfrenta um problema tão inesperado quanto assustador: seu filho Dom é sequestrado por uma inteligência artificial que controla um universo virtual gigantesco. A criatura, chamada Al-G Rhythm, decide desafiar LeBron a um jogo de basquete decisivo… e completamente fora dos padrões. As informações são do AdoroCinema.
Para salvar Dom e voltar ao mundo real, LeBron não tem escolha: precisa aceitar o desafio e reunir um time improvável. É aí que entram os personagens mais amados do universo animado da Warner, trazendo suas trapalhadas e carisma para dentro de uma partida onde vale tudo — desde jogadas impossíveis até poderes digitais que ninguém explica direito (e nem precisa!).
Humor para todas as idades
“Um Novo Legado” consegue equilibrar o humor clássico dos Looney Tunes — aquele estilo caótico que dispensa lógica — com uma aventura moderna que fala sobre relação entre pais e filhos, expectativas, pressão e liberdade para sonhar.
Dom, o filho de LeBron, não quer seguir os passos do pai no esporte: ele sonha em criar videogames. Entre diálogos sensíveis, desafios gigantescos e muito barulho animado em quadra, o filme constrói uma história que conversa com adultos e crianças, cada um do seu jeito.
Elenco marcante e vozes conhecidas
Além de LeBron James, o filme conta com Don Cheadle, que diverte o público ao interpretar o vilão digital Al-G Rhythm. Sonequa Martin-Green e Cedric Joe completam o núcleo humano, enquanto o elenco de dubladores traz as vozes clássicas e queridas do público brasileiro, que dão vida a Pernalonga, Lola Bunny, Patolino e todos os outros companheiros que o público conhece desde a infância.
O filme ainda inclui participações especiais e referências a várias produções da Warner Bros., o que funciona como um presente para os fãs mais atentos.
Uma mistura explosiva: tecnologia, animação e emoção
Dirigido por Malcolm D. Lee, “Space Jam: Um Novo Legado” é, antes de tudo, uma celebração ao entretenimento. A mistura entre animação 2D, computação gráfica e cenas com atores funciona como uma ponte entre gerações: quem cresceu assistindo ao filme com Michael Jordan ganha uma nova leitura do clássico, enquanto a nova geração encontra uma aventura vibrante, atual e cheia de personalidade.
A produção abraça seu próprio exagero, com cenários grandiosos, personagens icônicos e uma estética que transforma a quadra de basquete em um campo de batalha digital. Tudo é feito para ser divertido, colorido e imprevisível — como a própria essência dos Looney Tunes.
O Bebê de Rosemary (1968), dirigido por Roman Polanski, permanece como um dos pilares do horror psicológico justamente por evitar caminhos fáceis. Em vez de apostar em sustos calculados ou no grotesco explícito, o filme constrói seu terror na sugestão – e na manipulação silenciosa do olhar do espectador. Cada cena funciona como um convite à dúvida, à suspeita e ao desconforto. E, à medida que a paranoia de Rosemary cresce, também cresce a nossa, até que o próprio conceito de realidade se torna instável.
A narrativa acompanha Rosemary Woodhouse, jovem recém-instalada com o marido em um edifício antigo de Nova York, impregnado de histórias sinistras e vizinhos invasivos. Quando engravida, o que deveria ser um período de alegria se transforma em um mergulho angustiante. Entre dores inexplicáveis, sonhos que beiram o ritualístico e um controle crescente exercido por aqueles ao redor, Rosemary começa a acreditar que é vítima de uma conspiração. Mas Polanski trabalha deliberadamente a incerteza: tudo pode ser verdade, e nada pode ser verdade.
Esse jogo entre percepção e delírio é sustentado com rigor formal. O apartamento torna-se uma espécie de cárcere sofisticado — ambientes estreitos, portas que nunca se fecham completamente, corredores que parecem absorver o silêncio. A câmera de Polanski explora limitações espaciais de forma opressiva, enquadrando Rosemary frequentemente em posições de fragilidade. O design de som — passos abafados, diálogos cochichados, ruídos domésticos que ganham contornos ameaçadores — potencializa a atmosfera, fazendo com que o cotidiano se converta em palco de inquietação.
O ritmo, aparentemente lento, é calculado e cirúrgico. O horror se infiltra nas conversas triviais, nas visitas inconvenientes, em detalhes quase imperceptíveis. É um terror que não se anuncia, mas se instala. O que não vemos, o que não é explicado, pesa mais do que qualquer imagem explícita poderia transmitir. Polanski entende que o medo nasce daquilo que nos escapa — e usa essa compreensão como ferramenta narrativa primordial.
No entanto, a força do filme não se limita ao suspense. O Bebê de Rosemary articula um comentário contundente sobre controle, violência simbólica e apropriação do corpo feminino. A fronteira entre o sobrenatural e o social se dilui: a opressão vivida por Rosemary, seja ela orquestrada por uma seita satânica ou pelo paternalismo que a cerca, evidencia uma violência estrutural que permanece desconfortavelmente atual. A gravidez se transforma em metáfora para a perda de autonomia — uma mulher cujo corpo é decidido, manipulado e invadido por forças externas, sejam elas humanas ou demoníacas.
Mais de meio século após sua estreia, a obra ainda provoca, inquieta e inspira debates. Seu poder não está em respostas — que Polanski deliberadamente recusa —, mas nas perguntas que lança e nas sensações que desperta. O Bebê de Rosemary continua a ser uma obra-prima justamente porque compreende que o terror mais profundo não reside no que é mostrado, mas no que permanece na penumbra, à espera de ser completado pela imaginação de quem assiste.
Resumo semanal da novela Amor Perfeito de 29/06/2023 a 01/07/2023. A exibição da novela está prevista para acontecer às 18h30, na TV Globo.
Resumo da novela Amor Perfeito de quinta-feira, 29/06/2023 –
Donato e Severo estão preocupados com a situação e decidem procurar Júlio para discutir o documento apresentado por Gilda. Eles estão apreensivos com os possíveis desdobramentos e consequências dessa situação. Enquanto isso, Tobias está com medo de perder o amor de Lívia e Albuquerque após o nascimento de seu irmão. Ele se sente inseguro em relação ao futuro do seu relacionamento e teme que as responsabilidades da vida familiar o afastem de seu grande amor. Júlio compartilha sua preocupação com Marê, Severo e Donato. Ele está preocupado que Gilda possa ter uma vantagem na Justiça devido à sua situação financeira, levantando questões sobre a equidade do sistema jurídico. Enquanto isso, Padre Diógenes está exultante ao ver o estado do cinema de Érico. Ele se mostra orgulhoso do trabalho realizado e dos frutos colhidos através dos esforços e determinação de todos. Júlio anuncia que conseguiu uma audiência com o juiz para tratar do caso de Marcelino. Essa notícia traz um fio de esperança para a família, que tem lutado incansavelmente por justiça e pela reunificação. Sílvio, sentindo-se ameaçado por Gaspar, decide confrontá-lo. Ele deixa claro que não aceitará suas atitudes prejudiciais e está disposto a enfrentá-lo de frente. Enquanto isso, movido por seus próprios interesses e sedento por vingança, Gaspar arma um plano contra Orlando, colocando em risco a segurança de todos os envolvidos na trama. Isso traz ainda mais tensão e incertezas para o desenrolar dos eventos.
Resumo da novela Amor Perfeito de sexta-feira, 30/06/2023 –
Gaspar está consumido pela raiva e pelo desejo de destruição. Ele decide perseguir Orlando e tentar atingi-lo com seu carro, resultando em um acidente com Darlene. Enquanto Orlando presta socorro a Darlene, Gaspar se desespera com as consequências de suas ações. Ele é confrontado com a realidade de que seus atos irresponsáveis têm consequências graves. Darlene acorda e insiste em ficar ao lado de Clara, mas Orlando a convence de que é necessário passar a noite em observação no hospital. Ele demonstra sua preocupação genuína com a segurança e o bem-estar de Darlene. Determinado a enfrentar Gaspar e buscar justiça, Orlando confronta-o e decide denunciá-lo a Albuquerque por tentativa de assassinato. Isso leva a situação a um novo nível de tensão e risco. Albuquerque fica preocupado com a situação e alerta Gilda sobre o envolvimento de Gaspar, colocando-a a par dos perigos que a cercam. Clara, temendo perder a mãe nesse momento delicado, lida com uma mistura de medo e esperança. Enquanto isso, João desconfia de Gaspar e fica incomodado ao vê-lo se aproximando de Darlene. Ele mantém-se alerta e disposto a proteger sua família a todo custo. Gilda, enfrentando a pressão e as consequências de suas escolhas, procura Orlando para buscar apoio e é surpreendida por Marê. Isso dá início a um confronto emocionante que coloca à prova as relações e os sentimentos envolvidos nessa complexa teia de emoções.
Resumo da novela Amor Perfeito de sábado, 01/07/2023 –
Gilda busca ser honesta consigo mesma e revela a Marê que se apaixonou por Orlando. Ela expressa o desejo de se tornar mãe de Marcelino, despertando uma mistura de sentimentos e emoções complexas na protagonista. Gaspar, em um gesto inesperado, se afasta para permitir que João converse com Darlene. Isso mostra que nem tudo é o que parece e revela uma faceta surpreendente de seu caráter. Ivan fica surpreso com a preocupação genuína de Gaspar em relação a Darlene, percebendo que talvez haja mais do que se vê na complexa trama de relacionamentos e emoções. Clara, consciente da importância da presença materna em sua vida, visita a mãe no hospital, demonstrando seu amor e apoio incondicionais. Enquanto isso, Leonor e Tânia comemoram o apoio de Anselmo à promoção de seu curso noturno. Isso fortalece ainda mais sua parceria e consolida seu compromisso com a comunidade. No entanto, Leonor alerta Tânia sobre o interesse de Turíbio, despertando uma preocupação na amiga em relação a suas relações pessoais e profissionais. Por outro lado, Severo, consciente de seu passado conturbado, não é completamente honesto com Júlio quando o advogado pergunta sobre suas origens. Ele esconde informações relevantes que podem ter um impacto significativo em sua jornada. Enquanto as crianças se divertem no cinema, desfrutando de momentos de alegria e descontração em meio à tensão que permeia suas vidas, Marê assegura a Ítalo que encontrará uma maneira de levantar o dinheiro necessário para construir a maternidade. Isso demonstra sua determinação e comprometimento com a realização de seu sonho. Marê, Orlando e os freis comentam sobre a proximidade da audiência, sentindo a pressão e a incerteza do futuro que se aproxima. Enquanto isso, Marcelino, atento às conversas, escuta as palavras carregadas de expectativas e desafios. Ele enfrenta a realidade de um futuro incerto e a necessidade de superar as adversidades que se apresentam em seu caminho.
O resumo semanal da novela Amor Perfeito é de total responsabilidade da emissora, estando sujeito a possíveis mudanças na exibição. Fique ligado para acompanhar os próximos capítulos repletos de emoções, reviravoltas e segredos revelados.
Por mais de três décadas, Glória Vanique foi um rosto familiar nas manhãs paulistanas. A voz segura, o olhar acolhedor e a presença firme nas reportagens a tornaram uma das figuras mais confiáveis do jornalismo brasileiro. Mas, por trás da imagem sempre pronta para a câmera, havia também uma mulher em busca de equilíbrio — entre a entrega à profissão e a escuta do próprio corpo e da alma.
Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, à meia-noite, Glória é a entrevistada do programa Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, na RedeTV!. A conversa promete ir além dos títulos e feitos: é um mergulho sensível nos bastidores da televisão, nas escolhas difíceis e no recomeço possível após uma trajetória de sucesso na maior emissora do país.
Uma despedida corajosa: o adeus à TV Globo
“Eu sabia que precisava mudar.”
A frase de Glória, dita com serenidade durante a entrevista, marca um dos momentos mais decisivos de sua trajetória. Foram 13 anos de dedicação intensa à TV Globo, com longos períodos acordando ainda no escuro para apresentar o Bom Dia São Paulo, um dos principais jornais locais da emissora.
“O corpo avisa. A mente também”, relembra. “Eu já não via perspectiva de crescimento, e a rotina começava a me cobrar de maneiras silenciosas, mas persistentes.”
Em 2020, no auge da pandemia, quando o mundo todo vivia um colapso de certezas, ela tomou a decisão que muitos hesitariam: pedir demissão e abrir espaço para o novo. A proposta da CNN Brasil chegou logo depois — quase como uma confirmação de que a escolha estava certa.
“Não foi impulso. Foi certeza. Conversei com a CNN numa segunda e pedi demissão na quarta. Era a minha hora.”
Reinvenção com leveza: da notícia ao diálogo
Na nova emissora, Glória encontrou algo que há muito tempo desejava: a liberdade de experimentar. Longe do modelo tradicional de telejornal, ela passou a apresentar programas com pegada mais leve, voltados ao comportamento, entrevistas e atualidades — um espaço onde jornalismo e entretenimento se encontram com menos rigidez e mais escuta.
“Eu não queria mais estar sempre em modo alerta. Queria respirar entre uma notícia e outra, rir, refletir, ouvir de verdade. Não era sobre abandonar o jornalismo, mas transformá-lo num território mais humano.”
Essa transição, que poderia ser arriscada, tornou-se um marco de sua autenticidade. Afinal, depois de tantos anos traduzindo o mundo para milhões de telespectadores, Glória Vanique resolveu ouvir a si mesma.
Bastidores inesperados: o jornalismo ao vivo e seus improvisos
A entrevista com Ronnie Von também é recheada de momentos divertidos — alguns, quase inacreditáveis. Um deles envolve uma cobertura às margens do Rio Tietê que terminou de forma inusitada: com a equipe inteira coberta de carrapatos.
“Estava com o microfone de cabo, vi uns bichinhos subindo e achei que fossem formigas. De repente, ouço no ponto: ‘Tá cheio de carrapato aqui!’ Quando percebi, já estavam entrando pela minha blusa.”
A situação exigiu uma solução emergencial: sabonete antiparasita recomendado por uma amiga veterinária. Havia apenas três unidades na farmácia — e eram doze pessoas na equipe. Resultado: sabonetes cortados e divididos entre colegas, numa cena que mistura improviso, companheirismo e um certo senso de humor que só o jornalismo de rua proporciona.
“É isso. A gente aprende a se virar. E aprende a confiar no outro.”
Maturidade e novos ritmos: escutar a própria voz
Hoje, aos 45 anos, Glória fala com tranquilidade sobre o tempo, as prioridades e a mudança de perspectiva que a idade traz.
“Antes eu era movida por metas: preciso fazer, preciso estar. Agora, me pergunto mais: quero estar ali? Isso me nutre, me faz bem?”
A resposta para essas perguntas tem guiado suas escolhas. Mais seletiva com os projetos que assume, ela busca equilíbrio — entre visibilidade e intimidade, entre a dedicação profissional e o autocuidado.
“Quero continuar me comunicando, mas com mais verdade e menos sacrifício. Não quero mais correr só por correr. Quero ter tempo para ser — e não apenas para fazer.”
O afeto como linguagem
O encontro entre Glória e Ronnie Von é também um encontro de gerações. De um lado, um veterano da televisão brasileira, elegante e sempre curioso. Do outro, uma jornalista que atravessou transformações profundas — tanto no meio televisivo quanto na vida pessoal.
Entre lembranças, risadas e reflexões, a conversa revela o que nem sempre aparece nas câmeras: o afeto que sustenta quem faz TV. O encantamento com as pequenas histórias. A força que vem do coletivo, dos colegas de pauta, dos técnicos, dos motoristas, dos bastidores silenciosos que sustentam o show.
“Tem uma cumplicidade que o público nem imagina. O jornalismo é feito a muitas mãos, e o que a gente leva para o ar é só uma parte do que vivemos.”
Glória Vanique, em essência
O que transparece na entrevista não é apenas uma retrospectiva de carreira. É o retrato de uma mulher que aprendeu a recomeçar sem culpa, a desacelerar sem medo e a redescobrir o prazer de comunicar com afeto. Glória Vanique segue sendo uma profissional de excelência — mas, acima disso, é uma pessoa que decidiu viver com mais coerência, sensibilidade e verdade.
“É sobre isso: coragem para mudar mesmo quando tudo parece certo do lado de fora. Porque o que importa mesmo é como a gente se sente por dentro.”
Onde assistir
A entrevista completa com Glória Vanique vai ao ar nesta quarta-feira, 24 de julho, à meia-noite, no Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, na RedeTV!. Uma conversa íntima, leve e profundamente reveladora, que convida o público a olhar além da tela — e reconhecer a força de quem escolhe se reinventar com o tempo.
Neste sábado, 09/09/2023, a TV Globo promete uma noite de cinema emocionante com a exibição do filme Revelação em Família no Supercine. Este longa-metragem, lançado em 2018, traz uma história cativante protagonizada por Jenna Laurenzo, Caitlin Mehner e Brandon Micheal Hall, sob a direção talentosa de Jenna Laurenzo.
A trama gira em torno de Lauren, que, acompanhada de sua namorada, decide tomar a corajosa decisão de revelar sua sexualidade à sua família durante as comemorações do Dia de Ação de Graças. Entretanto, o momento tão esperado e delicado acaba sendo abruptamente interrompido pela chegada inesperada de um amigo.
O filme “Revelação em Família” contou com a versatilidade de Jenna Laurenzo, que não apenas dirigiu a produção, mas também desempenhou um papel principal na trama, além de ser a responsável pelo roteiro, demonstrando suas habilidades multifacetadas no projeto.
O elenco do filme é repleto de talento, com atores essenciais para dar vida aos personagens e enriquecer a narrativa. Além de Jenna Laurenzo, Caitlin Mehner é outra figura importante na trama, e diversos outros atores, como Deirdre O’Connell, Dorothi Fox, Sondra James, A.B. Farrelly, Brandon Micheal Hall, Lana Yoo, Kevin Pollak, Cloris Leachman, Bruce Dern, Steve Guttenberg, Davram Stiefler, Jordyn DiNatale, Rob Moran e Elaine Hendrix, contribuíram para a complexidade dos personagens e a profundidade da história.
A produção do filme contou com uma equipe dedicada que desempenhou um papel crucial no sucesso da obra. Nomes como Alex Cirillo, Mia Cusumano, Matthew Delman, Bobby Farrelly, Ryan R. Johnson, Jenna Laurenzo, Dani Faith Leonard, Summer Crockett Moore, Rob Moran, Meghan Rafferty, Bill Saunders, Martin Sprock e Maitely Weismann trabalharam juntos para tornar o filme uma realidade.
A produção foi realizada em colaboração entre as empresas Sprockefeller Pictures, Fair Lila Films e Aspire Talent Management, refletindo a sinergia entre essas organizações na criação do filme.
A trilha sonora do filme, que desempenha um papel significativo na experiência cinematográfica, foi composta por P.T. Walkley, adicionando elementos musicais que complementaram a narrativa e a atmosfera do filme “Revelação em Família”.
Saiba o horário de exibição do Supercine
Prepare-se para uma noite de sentimentos à flor da pele e situações que vão aquecer seu coração. O Supercine deste sábado (09) será exibido a partir das 01h40, logo após os melhores momentos do The Town. Não perca essa oportunidade de assistir a uma história envolvente e repleta de emoções na tela da TV Globo.
À meia-noite desta quarta-feira, 30 de julho, a RedeTV! convida o público para um encontro raro: não um talk show qualquer, mas uma espécie de acerto de contas com a vida. No sofá do programa Companhia Certa, Ronnie Von recebe ninguém menos que Nasi, vocalista do Ira!, ícone do rock nacional e uma alma em constante reconstrução.
A conversa vai além das perguntas. É quase uma sessão de terapia em horário nobre. Entre memórias de um tempo em que guitarras gritavam mais alto que algoritmos e reflexões sobre os tropeços do caminho, Nasi se despe de persona e mostra o homem por trás da voz rouca e das letras intensas. O artista, sim, mas também o filho, o irmão, o amigo, o cara que já se perdeu — e fez questão de se reencontrar.
“O Ira! não acabou, a gente só se machucou demais”
A entrevista começa com o inevitável: o fim (e o recomeço) do Ira!. A separação em 2007 ainda é uma ferida cicatrizada com pontos mal dados. “Não queria sair da banda. Só precisava de um tempo. A gente já não se escutava mais”, confessa Nasi, sem medo de encarar os próprios erros.
Entre silêncios e respiros longos, ele reconhece que o ego — o dele, o de Edgar Scandurra, o de todos — atrapalhou. “Era como um cachorro com muitos donos: ninguém cuidava direito. Morreu de fome. A banda desandou.”
Mas, como tudo que é verdadeiro, a música resistiu. Em 2013, o reencontro veio com um show beneficente. Sem contratos, sem promessas. Só dois caras no palco, reencontrando a faísca que um dia os uniu. “Ali, a gente viu que ainda tinha lenha pra queimar. Voltamos. Voltamos querendo”, diz ele, com um brilho que escapa pelos olhos.
Solo, mas inteiro
Longe do Ira!, Nasi se reinventou. Gravou nove álbuns solo, experimentou blues, psicodelia, baladas viscerais. “No Ira! existe uma moldura. No solo, eu posso pintar fora dela”, explica.
Ele fala do blues como quem fala de um velho amigo: confiável, profundo, meio triste, mas libertador. Desde os tempos de Nasi e os Irmãos do Blues, esse estilo serve como refúgio emocional e criativo. “Tem coisa que não cabe no Ira!. Mas isso não quer dizer que não mereça existir. O blues me entende.”
A liberdade também abriu portas para aventuras autorais. Tem série animada (Rockstar Ghost), documentário sobre religiões afro-brasileiras (Exu e o Universo), programa noturno no Canal Brasil (Nasi Noite Adentro). Um artista inquieto, plural, que desafia rótulos com a mesma voracidade com que enfrenta seus próprios fantasmas.
Crítico, mas não amargo
Entre um gole de água e outro, Nasi solta o verbo sobre o cenário musical atual. “Hoje a música virou trilha de festa. Tá tudo pasteurizado. Cadê a arte que cutuca, que incomoda?”, pergunta, mais intrigado do que indignado.
Ele faz questão de dizer que não é saudosista. Mas sente falta de algo que, para ele, não se negocia: verdade. “Não acho que tudo era melhor nos anos 80, mas naquela época a gente brigava pra dizer alguma coisa. Hoje, parece que ninguém quer mais ouvir.”
Mesmo assim, torce por um sopro de renovação. “Talvez surja uma nova geração com mais alma. Vai saber. A arte é imprevisível. Às vezes, do nada, ela volta com força.”
Cicatrizes à mostra
Nasi nunca teve medo de se expor. Falou abertamente sobre dependência química, sobre as relações que desabaram, sobre a própria incapacidade de ser leve em certos momentos. Largou a cocaína em 1997. Em 2007, dispensou também a maconha. “Não foi um renascimento. Foi um resgate. Eu queria continuar vivo.”
Essa honestidade brutal aparece também quando fala da própria trajetória. Nasceu na Bela Vista, cursou História na USP, fundou o Ira! em 1981, namorou atrizes famosas, brigou feio com o irmão, bateu de frente com empresários e jornalistas. Viveu o rock no limite. E, de alguma forma, sobreviveu a tudo — inclusive a si mesmo.
Em uma vida que daria um roteiro de filme — aliás, já deu —, ele ainda arrumou tempo pra ser apresentador, dublador, radialista, ator, roteirista e até comentarista esportivo. São-paulino roxo, apresentou o 90 Minutos na Kiss FM e chegou a abrir o show do AC/DC no Morumbi, para delírio dos fãs e surpresa dos céticos.
“A gente se perdoou. E isso salva”
A entrevista com Ronnie Von tem algo de confissão. Mas também tem reencontro. Nasi fala com carinho da volta do Ira!, mas, principalmente, da volta do diálogo com Edgar Scandurra. “Hoje a gente conversa. Escuta mais. Cede mais. O rock é rebelde, mas não precisa ser burro”, diz, com aquele tom ácido e certeiro que é só dele.
A reconciliação não foi só com a banda — foi consigo mesmo. Com o passado, com o menino que sonhava com discos, com o homem que quase se perdeu, com o artista que ainda quer dizer algo relevante.
Aos 62 anos, ele não fala em aposentadoria. Fala em continuidade. Quer gravar mais, compor mais, viver mais. “Enquanto tiver voz, vou cantar. Enquanto tiver o que dizer, vou falar. Se não for por mim, que seja por quem precisa ouvir.”
A sequência de Batman começou a ganhar um novo peso após a confirmação de Sebastian Stan como Harvey Dent. Depois de anos ligado à Marvel, o ator agora assume um dos personagens mais importantes da trajetória do Homem-Morcego justamente em uma fase em que Gotham parece caminhar para um colapso ainda maior.
Em entrevista ao Deadline, Stan comentou pela primeira vez sobre o projeto dirigido por Matt Reeves e definiu o filme como ambicioso e imprevisível. O ator também destacou sua admiração pelo cineasta e afirmou acreditar que a continuação deve surpreender até parte do público que acompanhou o primeiro longa.
A escolha de Harvey Dent não parece aleatória dentro desse universo mais urbano e político criado por Reeves. O personagem costuma representar o conflito entre justiça e corrupção, tema que já dominava Gotham no filme estrelado por Robert Pattinson. Agora, com a cidade ainda mais instável após os ataques do Charada, a presença do futuro Duas-Caras indica que a sequência deve explorar disputas de poder e deterioração moral de forma ainda mais intensa.
O que muda em Gotham depois dos acontecimentos do primeiro filme?
A destruição causada pelas enchentes deixou Gotham em estado crítico. O caos expôs ainda mais a fragilidade das instituições públicas e abriu espaço para uma cidade dominada por medo, violência e interesses políticos escondidos sob a promessa de reconstrução.
A continuação deve mostrar uma Gotham menos disfarçada. A corrupção, antes escondida entre autoridades e empresários influentes, passa a surgir de forma mais agressiva e visível. O submundo cresce enquanto figuras públicas tentam recuperar controle sobre uma cidade que parece escapar das mãos a cada nova crise.
Essa abordagem transforma Gotham em parte central da narrativa. A cidade interfere diretamente nas escolhas dos personagens, desgasta relações e empurra diferentes figuras para extremos emocionais cada vez maiores. Harvey Dent surge justamente nesse cenário, inicialmente como alguém disposto a enfrentar o sistema, mas cercado por uma realidade onde honestidade parece não sobreviver por muito tempo.
Como Bruce Wayne deve enfrentar as consequências da própria guerra?
O novo filme também deve aprofundar o desgaste psicológico de Bruce Wayne. No primeiro longa, Batman era movido quase exclusivamente pela raiva e pela obsessão em combater criminosos. Agora, depois do colapso da cidade, o personagem começa a perceber que sua cruzada não conseguiu impedir Gotham de afundar ainda mais.
A versão de Pattinson se distancia do herói inalcançável mostrado em outras adaptações. Reeves trabalha um Bruce Wayne isolado, emocionalmente exausto e incapaz de separar completamente sua identidade da figura do Batman. A tendência é que a sequência explore justamente esse conflito interno, mostrando alguém cada vez mais consumido pela própria missão.
Nesse contexto, Harvey Dent funciona quase como um reflexo oposto de Bruce. Enquanto Batman atua fora da lei para combater a violência, Dent acredita inicialmente no sistema e na força das instituições. A relação entre os dois personagens deve reforçar uma das principais ideias da franquia: Gotham destrói qualquer tentativa de equilíbrio moral.
Quem retorna para a sequência e quais personagens ganham espaço?
O elenco principal do primeiro filme retorna praticamente completo. Jeffrey Wright segue como Jim Gordon, agora lidando com uma cidade ainda mais desorganizada politicamente. Já Andy Serkis continua no papel de Alfred Pennyworth, aprofundando a relação fragilizada com Bruce Wayne.
Outro nome importante é Colin Farrell. Depois da expansão do personagem na série The Penguin, Oswald Cobblepot deve assumir uma posição ainda mais forte dentro do crime organizado de Gotham.
Enquanto isso, Barry Keoghan permanece cercado de mistério como Coringa. Sua participação ainda não teve muitos detalhes divulgados, mas o personagem continua sendo tratado como uma ameaça importante para os próximos capítulos desse universo.
Entre as novidades, além de Sebastian Stan, a entrada de Scarlett Johansson como Gilda Dent sugere que a transformação de Harvey deve ganhar um peso emocional maior dentro da trama.
Quando estreia nos cinemas?
Batman: Parte 2 chega aos cinemas em 1º de outubro de 2027. A sequência continua sendo tratada como uma das produções centrais da nova fase da DC Studios, principalmente pela proposta mais sombria e investigativa criada por Matt Reeves.
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