Harry Potter | HBO confirma segunda temporada antes da estreia e garante que vai evitar longas pausas entre episódios

Foto: Reprodução/ Internet

Antes mesmo da estreia da nova série de Harry Potter e a Pedra Filosofal, a HBO já está de olho no futuro da produção. Em entrevista ao The Sunday Times, o CEO da emissora, Casey Bloys, revelou que a segunda temporada já está sendo escrita, um movimento que reforça a confiança do estúdio no projeto e indica que a história deve se estender por vários anos.

A estratégia, segundo o executivo, é evitar um problema que tem incomodado fãs de séries nos últimos tempos: os longos intervalos entre uma temporada e outra. Bloys destacou que existe uma preocupação real com o tempo, principalmente porque o elenco principal é formado por atores jovens, que estão crescendo rapidamente. Ainda assim, ele deixou claro que não será possível adotar um modelo de lançamentos anuais, já que a dimensão da produção exige um tempo maior de desenvolvimento, gravação e pós-produção.

Quando a série estreia?

A nova adaptação de Harry Potter chega ao HBO Max no Natal de 2026 com a proposta de ser a versão mais fiel já feita dos livros de J. K. Rowling. A ideia é ambiciosa e ao mesmo tempo estratégica. Cada livro deve ser transformado em uma temporada, permitindo que a narrativa seja desenvolvida com mais calma, aprofundando personagens, conflitos e detalhes que acabaram ficando de fora das adaptações para o cinema.

Quem faz parte do elenco?

O novo trio protagonista será interpretado por Dominic McLaughlin no papel de Harry, Alastair Stout como Rony e Arabella Stanton como Hermione. A escolha dos atores não foi simples. A produção analisou mais de 32 mil candidatos até chegar aos nomes finais, um processo longo que evidencia o cuidado em encontrar rostos capazes de conquistar uma nova geração sem perder a essência dos personagens que já fazem parte da cultura pop.

Ao lado deles, o elenco conta com nomes experientes que ajudam a dar ainda mais força à produção, como John Lithgow, Janet McTeer, Paapa Essiedu e Nick Frost. Essa mistura entre novos talentos e atores consagrados reforça a proposta da série de equilibrar renovação e tradição, algo essencial quando se trata de um universo tão querido pelo público.

A produção está sendo conduzida por HBO Entertainment em parceria com Warner Bros. Television, Brontë Film & TV e Heyday Films, empresas que já têm experiência em projetos de grande escala. As gravações começaram em julho de 2025 nos Warner Bros. Studios Leavesden, o mesmo local onde foram filmados os oito filmes da franquia original, o que adiciona um elemento de nostalgia importante para os fãs de longa data.

A estrutura montada para a série impressiona e mostra o tamanho da aposta da HBO. Uma escola foi construída dentro dos estúdios para atender os atores mirins, com capacidade para até 600 alunos, permitindo que eles conciliem os estudos com a rotina intensa de gravações. Esse tipo de cuidado reforça a ideia de que a produção está preparada para acompanhar o crescimento do elenco ao longo dos anos, algo essencial para uma história que se passa durante a formação dos personagens.

Além das gravações em estúdio, a equipe também tem explorado locações externas para dar ainda mais autenticidade à narrativa. Cenas foram registradas na França, em regiões costeiras, e também no Zoológico de Londres, recriando momentos icônicos do início da jornada de Harry. Esses detalhes ajudam a construir uma experiência mais imersiva e visualmente rica, aproximando o público do universo mágico.

Outro ponto que chamou atenção foi o retorno de Warwick Davis ao universo de Harry Potter, reprisando o papel do professor Filius Flitwick. A presença de atores que participaram dos filmes originais cria uma ponte afetiva com o passado, ao mesmo tempo em que a série se propõe a seguir um novo caminho.

Com uma primeira temporada prevista para ter oito episódios, a produção chega com a missão de revisitar a história de forma mais detalhada e emocional, explorando nuances que não foram totalmente desenvolvidas no cinema. A confirmação antecipada da segunda temporada mostra que a HBO está pensando a longo prazo, buscando manter o público engajado e evitar que o interesse diminua entre os lançamentos.

Cara de Um, Focinho de Outro se aproxima dos US$ 300 milhões e mostra que o público ainda abraça boas ideias

Nem sempre é fácil para um filme original encontrar espaço em um mercado dominado por franquias gigantes. Ainda assim, a nova animação da Pixar, Cara de Um, Focinho de Outro, vem provando que boas histórias continuam encontrando seu público. O longa já acumula cerca de US$ 297 milhões em bilheteria mundial e está a poucos passos de atingir a marca simbólica dos US$ 300 milhões.

O número, por si só, já chama atenção. Mas o que realmente diferencia o desempenho do filme é o caminho que ele percorreu até aqui. Sem personagens conhecidos ou uma base de fãs construída ao longo dos anos, a produção precisou conquistar o público aos poucos, sessão após sessão, apoiada principalmente na curiosidade e na recomendação espontânea de quem já assistiu.

As projeções do mercado indicam que o longa pode encerrar sua trajetória entre US$ 360 milhões e US$ 420 milhões. Se isso se confirmar, será um resultado bastante sólido para uma animação original, especialmente em um momento em que o público está mais seletivo e o cinema disputa atenção direta com o streaming.

Por trás dessa trajetória está uma história que foge do comum. Dirigido por Daniel Chong, o filme acompanha Mabel Tanaka, uma jovem que acaba envolvida em uma tecnologia capaz de transferir sua mente para o corpo de um animal robótico. Ao assumir a forma de um castor, ela passa a enxergar o mundo de um jeito completamente diferente e descobre que aquele ambiente está prestes a desaparecer.

É nesse ponto que o filme encontra sua essência. Mais do que uma aventura, a narrativa se transforma em uma experiência sobre perspectiva. Ao viver como um animal, Mabel deixa de observar a natureza de fora e passa a sentir, na prática, o impacto das decisões humanas. Essa mudança de ponto de vista é o que sustenta emocionalmente a história.

Ao mesmo tempo, o roteiro não abre mão do humor. A tentativa da protagonista de se encaixar no comportamento dos outros animais rende momentos leves e divertidos, criando um contraste interessante com o tema central. Essa mistura de leveza e reflexão é uma das marcas mais fortes da produção.

A ideia do filme nasceu de uma inspiração curiosa. Segundo Daniel Chong, tudo começou a partir de documentários que utilizam animais robóticos para observar a vida selvagem. A partir dessa premissa, ele construiu uma história que mistura ficção científica com elementos de aventura e até uma leve tensão, como se a protagonista estivesse em uma missão secreta dentro de um mundo desconhecido.

O elenco de vozes ajuda a dar ainda mais personalidade à narrativa. Piper Curda conduz a protagonista com naturalidade e carisma, enquanto Bobby Moynihan e Jon Hamm reforçam o tom equilibrado entre humor e conflito. Também participam Kathy Najimy e Dave Franco.

Curiosamente, o filme quase seguiu um caminho bem diferente. Em suas primeiras versões, a história não tinha os castores como foco. A mudança aconteceu durante o desenvolvimento, quando a equipe decidiu apostar em um animal que tivesse uma ligação mais forte com o tema ambiental. Os castores, conhecidos por transformar e equilibrar ecossistemas, acabaram se encaixando perfeitamente na proposta.

O projeto foi revelado ao público durante a D23 Expo de 2024, e desde então vinha despertando interesse justamente por sua proposta incomum. Agora, com o filme em cartaz, essa curiosidade se transformou em presença constante nas salas de cinema.

Um dos fatores que ajudam a explicar o desempenho do longa é o chamado “efeito continuidade”. Diferente de produções que estreiam com números altos e caem rapidamente, Cara de Um, Focinho de Outro vem se mantendo estável. Isso indica que o público não apenas está assistindo, mas também recomendando.

Segunda temporada de “Além do Direito” é confirmada – O que esperar do k-drama que conquistou fãs na Netflix?

Foto: Reprodução/ Internet

Boas notícias para os fãs de “Além do Direito“: a série sul-coreana que conquistou o público na Netflix está oficialmente em produção da segunda temporada. A confirmação veio da produtora SLL ao veículo sul-coreano Naver, mas detalhes como elenco e datas de gravação ainda são um mistério. Ou seja, é hora de segurar a ansiedade e começar a teorizar.

O dorama acompanha a história de Kang Hyo Min (Jung Chae-Yeon), uma jovem advogada recém-formada, idealista e cheia de energia, que entra em um grande escritório de advocacia e precisa se adaptar rapidamente ao exigente mundo jurídico. Seu mentor é Yoon Seok Hoon (Lee Jin Wook), brilhante, frio e admirado por todos, mas com aquele ar impossível de decifrar. O contraste entre os dois dá o tom da série: tensão, aprendizado, e, claro, aquela química que deixa os fãs de coração batendo mais forte.

Não é à toa que o último episódio deixou o público cheio de perguntas — principalmente sobre o futuro do possível romance entre Hyo Min e Seok Hoon. Os fãs ficaram em polvorosa pedindo uma continuação, e a notícia da segunda temporada parece ter chegado na hora certa.

O charme de “Além do Direito” vai além do romance ou das intrigas do escritório. Cada caso apresentado é um espelho das falhas e dilemas do sistema judicial, desafiando Hyo Min a questionar não só a lei, mas também suas próprias convicções sobre justiça e moralidade. Ela pode ser desajeitada socialmente, mas é firme e segura de seu talento, mostrando que inteligência e integridade caminham juntas — mesmo em um ambiente competitivo e muitas vezes implacável.

Enquanto Hyo Min cresce, Yoon Seok Hoon mostra o outro lado da moeda: é brilhante, estratégico e, às vezes, assustadoramente frio. A dinâmica entre eles é mais do que química romântica: é um jogo de inteligência, ética e paciência. Essa tensão é o que faz a série se destacar entre outros dramas jurídicos e prende o público do início ao fim. Criada por Kim Jae-Hong e Mi-Hyun Park, os 12 episódios da primeira temporada estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming, e valem cada minuto.

Ronaldinho Gaúcho | Netflix lança trailer de série que revisita a genialidade e os contrastes do ídolo brasileiro

A Netflix divulgou o trailer oficial de “Ronaldinho Gaúcho”, série documental em três episódios que estreia em 16 de abril. A produção se propõe a revisitar a trajetória de Ronaldinho Gaúcho a partir de um olhar direto e participativo, reunindo imagens de arquivo inéditas e depoimentos exclusivos para reconstruir momentos decisivos de sua carreira, sem separar o brilho dentro de campo dos episódios que marcaram sua vida pessoal.

A narrativa tem início em Porto Alegre, onde o ex-jogador deu os primeiros passos no futebol ainda na infância, e acompanha sua ascensão no Grêmio. O recorte editorial destaca a construção de um estilo pouco convencional, marcado pela improvisação, técnica refinada e leitura de jogo acima da média, características que rapidamente o colocaram em evidência no cenário nacional.

O ponto de virada da carreira é situado na passagem pelo FC Barcelona, fase em que Ronaldinho atingiu projeção global e consolidou sua imagem como um dos principais nomes do futebol mundial. A série revisita conquistas como a Copa do Mundo FIFA de 2002 e prêmios individuais de prestígio, como o título de melhor jogador do mundo pela FIFA e a Bola de Ouro. Mais do que listar troféus, o documentário busca analisar o impacto de seu estilo na forma de jogar e na relação entre o espetáculo esportivo e o público.

Os episódios são estruturados a partir de depoimentos de nomes que acompanharam sua trajetória de perto, como Ronaldo Nazário, Lionel Messi, Neymar e Roberto Carlos. Também participam Gilberto Silva, Luiz Felipe Scolari, Carles Puyol e o narrador Galvão Bueno, compondo um painel que dimensiona sua influência técnica e simbólica no futebol.

A produção também incorpora momentos de instabilidade ao longo da trajetória. Entre eles, o episódio que levou o ex-jogador à prisão no Paraguai, contextualizado dentro de sua exposição pública. A abordagem indica uma narrativa que busca compreender os contrastes entre o auge esportivo e decisões que impactaram sua imagem.

O trailer é embalado pela faixa “O Segredo da Ginga”, com participação de BELLI e do grupo Menos é Mais, reforçando a conexão entre futebol e cultura popular. A série é uma coprodução da Canal Azul e da Trailer Films, com direção e roteiro de Luis Ara e produção executiva de Ricardo Aidar e Liz Reis.

Quem foi Ronaldinho Gaúcho

Poucos jogadores reuniram eficiência, criatividade e carisma com a naturalidade de Ronaldinho. Mais do que um atleta vitorioso, ele se consolidou como símbolo de uma forma particular de interpretar o futebol, leve, imprevisível e profundamente conectada à emoção do público. Sua trajetória, marcada por picos de excelência e episódios controversos, ajuda a explicar por que seu nome segue relevante no debate esportivo mesmo após a aposentadoria.

Nascido em Porto Alegre, cresceu em um ambiente onde o futebol fazia parte do cotidiano familiar. O irmão mais velho, Assis, teve papel determinante em sua formação inicial. Desde cedo, demonstrava domínio técnico incomum, aliado a uma inventividade que o diferenciava dos demais. A morte do pai, quando ainda era criança, impactou a estrutura familiar e reforçou seus vínculos com a mãe e os irmãos.

A estreia profissional pelo Grêmio funcionou como sua primeira vitrine em grande escala. Ainda jovem, passou a ser tratado como um talento fora dos padrões convencionais, com dribles curtos, mudanças rápidas de direção e leitura de jogo apurada. A transferência para o futebol europeu veio cedo, acompanhando a expectativa crescente em torno de seu desempenho.

Após passagem pelo Paris Saint-Germain, foi no FC Barcelona que viveu o auge. Entre 2004 e 2006, atravessou o período mais dominante da carreira, conquistando o prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA em duas temporadas consecutivas e a Bola de Ouro. Mais do que os resultados, destacou-se pela liberdade criativa e pela capacidade de transformar jogadas comuns em momentos memoráveis.

No clube catalão, não apenas acumulou títulos, mas influenciou uma geração inteira. Jogadores mais jovens passaram a enxergar o futebol como espaço de expressão individual, e não apenas de cumprimento tático. Entre eles, Lionel Messi, que iniciou sua trajetória no elenco principal sob influência direta do brasileiro, simbolizando uma transição geracional dentro do esporte.

Pela seleção brasileira, teve papel decisivo na conquista da Copa do Mundo FIFA de 2002, ao lado de Ronaldo Nazário e Rivaldo. Um dos lances mais emblemáticos daquele torneio foi o gol contra a Inglaterra, em cobrança de falta que surpreendeu o goleiro adversário e se tornou um dos momentos mais lembrados da competição.

Versátil, atuava como meia ofensivo, ponta ou segundo atacante, adaptando-se a diferentes contextos de jogo. A eficiência em bolas paradas, especialmente em cobranças de falta, tornou-se uma de suas marcas, incluindo a popularização de finalizações por baixo da barreira, recurso posteriormente replicado por diversos atletas.

Resenha – Your Name é um romance sobre destinos entrelaçados e o limite entre sonho e realidade

Your Name não é apenas o romance do anime de maior bilheteria de todos os tempos — é uma obra que consegue equilibrar leveza, emoção e mistério de maneira rara. A narrativa se passa na pacata cidade de Itomori, expandindo o universo conhecido do filme e oferecendo novos pontos de vista sobre personagens secundários, aprofundando a relação entre a vida cotidiana e o extraordinário.

No centro da história estão Mitsuha, uma jovem estudante fascinada pelas grandes cidades, e Taki, um garoto de Tóquio. Ambos vivem vidas separadas, mas misteriosamente começam a trocar de corpos durante o sono. Essa premissa simples se transforma em um romance rico em nuances, explorando não apenas o encantamento pelo cotidiano de outra vida, mas também o impacto emocional de compartilhar experiências tão íntimas. A troca de corpos funciona como metáfora para empatia, compreensão e desejo de conexão em um mundo que muitas vezes parece impessoal e isolado.

O charme do romance está na forma como ele combina elementos do cotidiano com o sobrenatural. Mitsuha deseja a vida urbana e a aventura, enquanto Taki enfrenta a realidade agitada de Tóquio. Ao se encontrarem de maneira indireta, eles constroem laços invisíveis que se tornam tão profundos quanto qualquer amizade ou romance tradicional. É uma história que brinca com o tempo, espaço e memória, enquanto revela o poder do destino e da coincidência.

A autora consegue equilibrar momentos de leveza e humor com cenas emocionantes e até dolorosas, tornando a leitura acessível, mas também tocante. O leitor se vê investido nas descobertas de Mitsuha e Taki, torcendo para que, apesar das barreiras físicas e temporais, eles consigam se encontrar. É um romance que fala de saudade, desejo e perda sem recorrer a clichês fáceis, mantendo uma originalidade que cativa tanto fãs do filme quanto novos leitores.

Outro ponto notável é a ampliação do cenário. Ao apresentar a perspectiva de outros moradores de Itomori, o romance enriquece o mundo de Your Name, mostrando como a vida dos protagonistas reverbera na comunidade ao redor. Esse cuidado em construir um universo mais amplo reforça a sensação de realismo mágico, tornando cada acontecimento significativo, não apenas para Taki e Mitsuha, mas para todos que os cercam.

Se há algum ponto crítico, talvez seja a densidade de informações e a alternância de perspectivas, que pode exigir atenção redobrada do leitor. Porém, essa complexidade também é um dos grandes trunfos do livro: ela transforma a leitura em uma experiência imersiva, quase cinematográfica, que combina sensações visuais, auditivas e emocionais de maneira envolvente.

WOODZ anuncia show único no Brasil em julho e ingressos começam a ser vendidos neste sábado

Os fãs brasileiros de K-pop já têm um encontro marcado: o cantor sul-coreano WOODZ se apresenta no Brasil no dia 19 de julho de 2026, no Komplexo Tempo, em São Paulo. A apresentação integra a turnê mundial 2026 WOODZ WORLD TOUR ‘Archive. 1’ e marca mais um passo na expansão internacional do artista.

A venda de ingressos começa neste sábado, 4 de abril, às 11h (horário de Brasília), pela plataforma Sympla. Os valores variam entre R$ 215 e R$ 1.320, com opções de pacotes VIP que incluem benefícios como foto em grupo e hi bye session. A produção do evento é da W+ Entertainment. A expectativa é de alta procura, impulsionada pela base fiel de fãs e pela relação direta do artista com o Brasil.

Quem é WOODZ?

WOODYZ é o nome artístico de Cho Seung-youn, cantor, compositor, rapper e produtor musical nascido em Seul, na Coreia do Sul. Reconhecido pela versatilidade, ele construiu uma carreira marcada pela transição entre diferentes estilos, com destaque para o K-pop e o R&B alternativo, além de forte atuação nos bastidores da indústria musical.

Um dos diferenciais de sua trajetória é a ligação com o Brasil. Durante a adolescência, o artista viveu em São Paulo e chegou a investir no futebol, atuando como atacante nas categorias de base do Sport Club Corinthians Paulista. A experiência no país ajudou a consolidar uma conexão cultural que se reflete até hoje em sua relação com o público brasileiro.

Início da carreira e trajetória musical

A estreia oficial do rapper sul-coreano aconteceu em 2014, como rapper principal do grupo sino-coreano UNIQ, sob a gestão da Yuehua Entertainment. Antes disso, ele passou por treinamento na YG Entertainment, uma das principais agências do setor.

Em 2016, iniciou a carreira solo sob o nome Luizy, adotando posteriormente o nome WOODZ em 2018, mudança que marcou uma nova fase artística, com maior foco em vocais e sonoridades voltadas ao R&B. Ao longo desse período, também cofundou coletivos musicais e criou sua própria equipe de produção, ampliando sua atuação criativa.

Reality show e projeção internacional

Em 2019, o rapper ganhou maior visibilidade ao participar do reality Produce X 101, onde terminou na quinta colocação e integrou o grupo temporário X1. Apesar da estreia bem-sucedida, o projeto foi encerrado em 2020 após uma polêmica envolvendo manipulação de votos.

Após o fim do grupo, o artista retomou a carreira solo e lançou o EP Equal, com destaque para a faixa “Love Me Harder”. Desde então, consolidou uma discografia consistente, com diversos lançamentos e colaborações, além de trabalhos como produtor e compositor para outros nomes do K-pop e do cenário asiático.

Turnê e expectativa para o show

A turnê Archive. 1 representa uma nova fase na carreira do cantor e reúne diferentes momentos de sua trajetória musical. O show em São Paulo deve apresentar um repertório que mistura seus principais sucessos com performances voltadas à sua identidade artística atual.

Super Tela deste sábado (04/04) exibe “Até o Último Homem” – A história real de coragem e fé de Desmond Doss

Neste sábado, 4 de abril de 2026, a Super Tela apresenta o filme Até o Último Homem, dirigido por Mel Gibson em 2016, que narra a história real de Desmond Doss, um médico de combate americano que se recusou a portar armas durante a Segunda Guerra Mundial. A exibição está prevista para acontecer a partir das 22h30, após o Campeonato Brasileiro 2026 – Coritiba x Fluminense, na Record TV.

Baseado no documentário The Conscientious Objector de 2004, o longa acompanha a trajetória de Doss desde sua infância na zona rural da Virgínia, nos anos 1920, quando quase feriu o irmão mais novo durante uma brincadeira, passando por sua formação como cristão da Igreja Adventista do Sétimo Dia até se tornar o primeiro objetor de consciência a receber a Medalha de Honra do Exército dos Estados Unidos. Andrew Garfield interpreta Doss, ao lado de Sam Worthington, Luke Bracey, Teresa Palmer, Hugo Weaving, Rachel Griffiths e Vince Vaughn, compondo um elenco que equilibra intensidade dramática e realismo histórico.

O filme mostra como a educação religiosa e o episódio da infância moldaram a convicção de Doss de que a vida deve ser preservada, levando-o a se recusar a portar fuzis mesmo quando se alistou para servir como médico de combate após o ataque a Pearl Harbor. Seu pai, veterano da Primeira Guerra Mundial, se opõe à decisão, mas Doss mantém sua postura.

Antes de partir para o treinamento, ele se casa com Dorothy Schutte, a enfermeira que conheceu durante seu trabalho médico, consolidando um relacionamento que permaneceria sólido mesmo durante os horrores do front. Durante o treinamento militar, Doss enfrenta humilhações e agressões de seus colegas e superiores, incluindo o sargento Howell e o capitão Glover, que tentam afastá-lo do serviço alegando questões psiquiátricas. O soldado resiste, defendendo suas crenças e demonstrando força moral diante do desprezo e da violência.

Quando sua unidade é enviada para Okinawa, Doss se destaca ao salvar dezenas de soldados feridos sob intenso fogo inimigo, carregando-os até a beira da escarpa de Maeda e descendo-os com cordas enquanto ora para conseguir salvar mais vidas. As cenas de combate são intensas e realistas, mas o foco do filme não está na violência e sim na coragem e na compaixão que definem o herói. Doss enfrenta emboscadas e ataques inimigos, supera ferimentos e mantém sua fé inabalável. Ao longo da narrativa, o público conhece os motivos pessoais que fortalecem sua recusa em usar armas, como a lembrança de uma ameaça do pai quando criança, revelando a dimensão íntima e emocional de sua determinação.

O filme retrata também a transformação das relações dentro do pelotão. Inicialmente alvo de zombarias, Doss conquista o respeito de seus companheiros, inclusive de Howell, e consegue demonstrar que liderança e bravura podem existir sem recorrer à violência. Após a batalha, ele é condecorado com a Medalha de Honra pelo presidente Harry S. Truman por salvar 75 soldados, um feito que confirma sua coragem e dedicação. Fotografias de arquivo e vídeos reais ao final da produção mostram o reconhecimento oficial de Doss, seu casamento duradouro com Dorothy até a morte dela em 1991 e seu falecimento em 2006 aos 87 anos.

Até o Último Homem teve orçamento de quarenta milhões de dólares e arrecadou mais de cento e setenta e cinco milhões mundialmente. O desempenho de Andrew Garfield e a direção de Mel Gibson receberam elogios da crítica, e o filme conquistou seis indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor ator, vencendo nas categorias de melhor mixagem de som e melhor edição. A obra também foi premiada em doze categorias pela AACTA e reconhecida pelo American Film Institute como um dos dez melhores filmes do ano. A combinação de narrativa histórica, ação intensa e exploração profunda da moralidade e da fé transforma o filme em uma experiência cinematográfica memorável.

Filme da Netflix na TV aberta? Entenda como “Cabras da Peste” chegou à Sessão da Tarde desta terça (08)

Imagem do filme "Cabras da Peste", exibido na Sessão da Tarde de hoje, 8 de abril. Foto: Reprodução/ Internet

A exibição de um filme associado ao streaming na programação da TV aberta chama atenção e revela mudanças importantes no mercado audiovisual. O longa Cabras da Peste, lançado inicialmente na Netflix, será exibido na Sessão da Tarde da TV Globo nesta quarta-feira, 8 de abril, ampliando seu alcance para além do ambiente digital.

Dirigido por Vitor Brandt, o filme investe na comédia de ação com forte identidade regional. A história acompanha Bruceuilis Nonato, vivido por Edmilson Filho (Cine Holliúdy), um policial do interior do Ceará que precisa investigar o desaparecimento de uma cabra considerada patrimônio da cidade. Durante a missão, ele se une ao experiente Renato Trindade, interpretado por Matheus Nachtergaele (O Auto da Compadecida), formando uma dupla marcada por diferenças de comportamento e métodos.

O longa segue a estrutura clássica do gênero “buddy cop”, em que dois personagens opostos precisam trabalhar juntos, mas adiciona elementos nordestinos que reforçam sua originalidade. O humor é construído a partir de expressões regionais, situações cotidianas e referências culturais, o que aproxima a narrativa do público brasileiro.

O elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão, como Letícia Lima (Vai Que Cola), Falcão (Cine Holliúdy 2), Evelyn Castro (Os Farofeiros) e Juliano Cazarré (A Regra do Jogo). A diversidade de estilos entre os atores contribui para um ritmo dinâmico e situações cômicas que dialogam com diferentes perfis de espectadores.

A trilha sonora também se destaca ao estabelecer conexões com clássicos do cinema policial. A música “Calor do Cão”, interpretada por Gaby Amarantos e Júnior Groovador, apresenta uma versão brasileira de “The Heat Is On”, sucesso de Glenn Frey. A adaptação reforça o tom bem-humorado do filme e valoriza a musicalidade nordestina.

Embora seja frequentemente associado à Netflix, “Cabras da Peste” não foi produzido originalmente pela plataforma. Durante a pandemia, a empresa adquiriu os direitos de distribuição para fortalecer seu catálogo, garantindo visibilidade global ao longa. No entanto, esse tipo de contrato possui duração limitada e não implica exclusividade permanente.

Com o encerramento do acordo, os direitos retornaram à produtora responsável, permitindo a negociação com outros veículos. Esse processo, conhecido como segunda janela, possibilita que filmes já lançados sejam exibidos em diferentes plataformas ao longo do tempo. Foi assim que a produção chegou à programação da TV Globo.

Todo Mundo em Pânico 6 | Novo teaser mostra sátira do Coachella com personagens clássicos e novos

O primeiro teaser de Todo Mundo em Pânico 6 chegou nesta quarta-feira (8) e já deixou os fãs animados. Com poucos segundos, a prévia mostra personagens clássicos da franquia interagindo com novos rostos e fazendo piadas sobre o uso de drogas no Coachella, que acontece a partir do dia 10 de abril. Mesmo rápido, o vídeo consegue dar uma amostra do humor irreverente e absurdo que consagrou a série.

O vídeo também mostra que a produção quer se conectar com o público jovem e antenado, trazendo referências atuais à cultura pop e eventos como o Coachella. Anna Faris comentou sobre a diversão de voltar a interpretar Cindy Campbell e brincar com os clichês do terror moderno, enquanto Regina Hall destacou que o filme mistura nostalgia com novas situações inesperadas. Confira:

Depois de 17 anos fora da franquia, os irmãos Wayans estão de volta. Marlon Wayans retorna como Shorty Meeks e Shawn Wayans como Ray Wilkins, papéis que eles interpretaram nos dois primeiros filmes da série, Scary Movie (2000) e Scary Movie 2 (2001). Além deles, Anna Faris e Regina Hall reprisam seus personagens icônicos, Cindy Campbell e Brenda Meeks, trazendo aquele toque de nostalgia que os fãs tanto gostam.

O longa também reúne veteranos como Cheri Oteri (Tommy Boy, Liar Liar), Chris Elliott (Cabin Boy, Groundhog Day), Dave Sheridan (Joe Dirt, The Faculty), Lochlyn Munro (Freddy vs. Jason, Riverdale), Jon Abrahams (House of Wax, Meet the Parents) e Anthony Anderson (Black-ish, Transformers), e apresenta novos nomes que prometem dar frescor à franquia, incluindo Damon Wayans Jr., Kim Wayans, Heidi Gardner, Olivia Rose Keegan, Savannah Lee Nassif, Cameron Scott Roberts, Sydney Park, Gregg Wayans, Ruby Snowber e Benny Zielke. Alguns atores voltam aos papéis originais, como Jon Abrahams (House of Wax, Meet the Parents), Lochlyn Munro (Freddy vs. Jason, Riverdale) e Dave Sheridan (Joe Dirt, The Faculty), mantendo a ligação com os filmes anteriores.

O teaser também dá pistas do tipo de paródia que os fãs podem esperar. Entre as cenas mais comentadas está uma sequência com Art the Clown explodindo um shopping cheio de crianças. A cena foi inicialmente cortada, mas voltou em uma versão reduzida, mostrando que o longa vai equilibrar momentos chocantes e muito humor. O filme pretende brincar tanto com lançamentos recentes de terror, como Get Out (2017), Nope (2022), Longlegs (2024), Heretic (2024) e Sinners (2025), quanto com clássicos como Scream e I Know What You Did Last Summer, mantendo a tradição da franquia.

As gravações aconteceram entre 1º de outubro e 24 de novembro de 2025, nos Tyler Perry Studios, em Atlanta. A produção foi totalmente financiada pela Miramax, com Neal H. Moritz, da Original Film, como produtor, e será distribuída pela Paramount Pictures. A estreia está marcada para 5 de junho de 2026 nos Estados Unidos e 4 de junho no Brasil.

The Chosen | Sexta temporada ganha trailer e antecipa últimos momentos de Jesus na série

A participação de The Chosen na CinemaCon 2026 trouxe o primeiro trailer de The Chosen: Crucificação, produção que encerra a trajetória da série e leva o desfecho da história de Jesus para os cinemas. As imagens exibidas apresentam o tom da fase final da narrativa, com foco direto nos acontecimentos que antecedem a crucificação e no impacto desse momento sobre os personagens.

O que o trailer mostra sobre a fase final?

O material mostra Jesus, interpretado por Jonathan Roumie (Jesus Revolution, The Chosen), em cenas que reforçam a intensidade emocional do arco final, incluindo referências ao caminho até a cruz e às últimas interações com discípulos e seguidores. O trailer também destaca frases bíblicas conhecidas e encerra com a imagem da crucificação, elemento central da produção.

As cenas indicam uma temporada concentrada nos acontecimentos finais da vida de Jesus, com menos deslocamentos e mais atenção aos diálogos, às decisões e às reações das pessoas ao redor. A narrativa acompanha a transição para os momentos decisivos, com destaque para o impacto emocional sobre discípulos, seguidoras e figuras religiosas. O ritmo apresentado sugere uma abordagem mais direta, voltada para os últimos eventos que moldam o encerramento da história, com foco na construção do caminho até a crucificação.

O que esperar da nova temporada de The Chosen?

A sexta temporada deve aprofundar os conflitos internos dos personagens que acompanham Jesus, mostrando como cada um reage à sequência de acontecimentos que marca o fim da trajetória. Discípulos e seguidores aparecem lidando com dúvidas, medo e decisões difíceis, enquanto a narrativa se aproxima do desfecho.

Essa fase final também trabalha a proximidade dos eventos históricos com uma abordagem centrada nas relações entre os personagens e no peso das escolhas feitas nesse período.

Antes do filme The Chosen: Crucificação, a sexta temporada estreia em novembro de 2026 no Prime Video. Os três primeiros episódios serão lançados de uma vez, seguidos por episódios semanais até o início de dezembro, mantendo a série em exibição por várias semanas.

O episódio final terá exibição nos cinemas no primeiro semestre de 2027, antes de chegar ao streaming, reforçando o formato que transforma o encerramento da história em um evento coletivo nas telonas.

Produção e ambientação

As gravações da temporada final aconteceram em Matera, na Itália, escolhida pela semelhança com regiões históricas da antiga Judeia. A produção investiu em locações reais, figurinos detalhados e direção de arte voltada para reconstruir o período retratado com fidelidade visual. O elenco também passou por cenas de maior exigência emocional, principalmente no arco final, que concentra os acontecimentos mais importantes da narrativa.

notícias em destaque